Oiiiiiiiiiii gente! Nada a dizer, nos vemos no carnaval.
Agome chan: Izayoi e Inu no são os pais do século kkkkkkkkk Inuyasha e Kagome na Grécia é muito bom, Naraku esta desinformado, mas é melhor assim e será que vamos ter junção de escovas?
k-chan98: O desenrolar esta chegando aos momentos decisivos, logo Naraku vai estar por dentro das coisas e eu é que não quero estar no caminho, mas talvez não seja hoje que tenhamos a resposta da proposta, obrigada e que bom que esta gostando.
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Anteriormente:
-Sobre o que você quer conversar? – perguntou um pouco temerosa.
-Queria te fazer uma proposta.
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TODOS OS ACONTECIMENTOS DESSE CAPÍTULO OCORRERAM
DURANTE AS DUAS SEMANAS DE VIAGEM
DO INU E DA KÁH
-Você está escutando?
-Difícil não ouvir, mas esta estranho, tem algum problema? – Miroku olhou para o médico, eles estavam ouvindo o coração.
-Para de besteira Miroku, nosso bebê é perfeito não é doutor? – Sango olhou para o médico também, este olhou para a tela e examinou com cuidado.
-Não a nada errado.
-Viu. – Sango disse vitoriosa.
-E esse barulho? – Miroku insistiu.
-É porque são dois corações. – o médico disse simplesmente.
-Meu filho tem dois corações e o senhor ainda diz que não a nada errado? – Miroku perguntou exasperado enquanto Sango gargalhava e o médico o olhava como como se ele fosse um idiota.
-Eu quis dizer que vocês vão ter gêmeos, não que o bebê tem dois corações. – disse como se fosse óbvio, Miroku riu sem graça enquanto Sango gargalhava ainda mais.
-Tem como ver o sexo? – Sango perguntou quando conseguiu se controlar.
-São meninos. – disse pacientemente.
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-Onde estamos indo Miroku? Tenho que voltar ao trabalho. – Sango era arrastada pelas ruas por um animado Miroku.
-Compra as primeiras roupas para os nossos filhos. – disse sem parar de puxa-la.
-Nada de roupas iguais! – exclamou vendo o noivo parar de repente.
-Mas por que não? – perguntou desanimado.
-Por que vai ser difícil reconhecer, eles são gêmeos idênticos. – Sango não queria ficar trocando os nomes.
-Podemos comprar de cores diferentes. – os olhos brilharam com a probabilidade de a futura esposa aceitar.
-Tudo bem, mas nada de roupa de time. – Miroku voltou a puxa-la.
-Você é tão estraga prazeres. – comentou risonho, levando um tapa pelo comentário desnecessário.
-Nós temos que avisar para Kagome depois, eu vou precisar de outra pulseira, vai ser bom para gravar os nomes nelas. – disse animada, imaginando com quem os filhos se pareceriam, seria muito bom se ambos tivessem os olhos dos pais, mas sabia que era mais provável que tivessem seus olhos, ainda assim seriam lindos com toda a certeza.
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-Káh viajando, Sango indo no médico com frequência e eu ficando aqui trabalhando mais que o normal, eu vou ter que pedir aumento. – resmungava Jakotsu supervisionando o trabalho.
-Jakotsu? – virou assustado devido ao chamado de uma voz conhecida.
-Bankotsu? – ele não conseguia acreditar, era seu irmão mais velho.
A verdade era que seu pai não aceitava o jeito de Jakotsu e sempre que tinha chance o rejeitava ou o tratava mal, seus irmãos nunca agiram como o pai, sempre foram unidos e sempre respeitaram seu jeito e personalidade, ficou paralisado quando o irmão acabou com a distância entre eles o abraçando fortemente, depois de algum tempo Jakotsu correspondeu.
-Faz tanto tempo irmão, cheguei a pensar que tinha morrido. – Bankotsu disse quando finalmente se soltaram, Jakotsu sentia-se emocionado com o jeito que o irmão havia lhe abraçado.
-Fui atrás dos meus sonhos. – disse simplesmente só então notando uma mulher atrás de Bankotsu, este se virou ao notar o olhar do irmão, finalmente lembrando-se da mulher.
-Esta aqui é minha noiva, estamos comprando roupas para um casamento onde seremos padrinhos. – disse puxando a mulher para perto, esta estava admirando algumas roupas.
-Olá, eu sou Jakotsu, é um prazer conhece-la. – disse estendendo a mão para a mulher a sua frente, esta sorriu.
-Sou Kagura, também é muito bom finalmente te conhecer, Ban fala muito de você. – disse enquanto retribuía o cumprimento. – Esta loja é nova? Já vim para esses lados e nunca vi essa loja, teria reparado afinal os vestidos são lindos. – disse com sinceridade.
-Mudamos para cá a poucos meses é nossa segunda loja, a primeira fica nos Estados Unidos. – Jakotsu gabou-se.
-Me ajuda a escolher um vestido enquanto o Ban procura algo apropriado para ele? – Kagura amava muito o noivo, tudo que queria era poder viver sua vida em paz, mas havia nascido como irmã de Naraku e ele vivia fazendo chantagem emocional para que ela o ajudasse com os planos obscuros, Bankotsu sabia de tudo e queria adiantar o casamento para livra-la logo do domínio do irmão mais velho.
Jakotsu concordou feliz, enquanto despedia-se do irmão.
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-Nada da Kagura ainda? – Kikyou revirou os olhos novamente, Kagura havia dado chá de sumiço sem dar nenhuma explicação, ela, aparentemente, gostava de ficar testando a paciência do irmão, Kikyou havia abandonado Inuyasha por Naraku, na época parecia uma boa ideia, afinal o hanyou não parecia ter futuro nenhum pela frente enquanto Naraku já esbanjava uma fortuna considerável, agora estava casada com aquele ser que atualmente desprezava, suspirou, pensando o quanto ainda teria que aguenta-lo antes de reconquistar Inuyasha e garantir seu futuro ao lado de um homem que não lhe causaria tanta repulsa, não que amasse Inuyasha, longe disso, ela só amava dinheiro e poder e no momento o hanyou estava mais próximo disso do que Naraku.
-Ela deve estar com aquele noivo metido dela. – resmungou olhando a imagem no espelho, provavelmente não seria difícil reconquistar o antigo namorado, ela era linda e poderosa, todo homem presava esse tipo de coisa.
-Só não interfiro nesse relacionamento, porque a família dele tem grandes poses. – Naraku disse olhando para a esposa.
-Acha que quando ela se casar lhe dará acesso a alguma coisa? – perguntou cínica.
-Família é família. – disse simplesmente fechando a cara para o comentário de Kikyou, esta simplesmente deu de ombro.
Naraku amaldiçoava o dia em que a mulher entrara em sua vida, seu coração humano se encantou perdidamente por ela, mas agora não passava de uma víbora, um fantoche para seus planos de ter mais poder.
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-Filho fiquei sabendo que você esta saindo com uma garota. – Sesshoumaru suspirou assim que entrou na casa dos pais já foi recebido com esse tipo de comentário.
-Pelo visto Inuyasha já andou fofocando por aqui. – resmungou cumprimentando Izayoi que simplesmente riu.
-Nós a conhecemos? – seu pai disse fingindo não ouvir seus resmungos.
-Ela é bonita? – Izayoi perguntou curiosa não lhe dando tempo de responder ao pai.
-Tem quantos anos? – Inu no Taisho continuou.
-Trabalha em que? – ele voltou a olhar para Izayoi.
-Quando vai trazer ela aqui?
-Desde quando se conhecem?
-Pretende pedir ela em namoro?
-Como vai ser o pedido?
-Vocês vão parar de falar para eu poder responder essas perguntas, nossa! Não sei como Inuyasha teve coragem de trazer Kagome aqui, Rin com certeza vai passar o dia como um tomate maduro ambulante.
-Rin? – Izayoi perguntou com os olhos brilhando.
-Sua secretária Rin? – seus pais eram impossíveis.
-Sim, Rin a minha secretária, estão satisfeitos? Posso terminar de entrar e sentar? – já estava impaciente, como Kagome os aguentava com tanta tranquilidade? Ele e o irmão entravam por uma porta e já sentiam vontade de atravessar direto pelas portas dos fundos.
-Claro filho, entre e sente-se, fique conversando com seu pai, vou fazer um chá, você parece tão estressado. – Izayoi disse olhando-o de um jeito ameno, amava a madrasta como sua própria mãe, mas ela e o pai junto eram um show de constrangimentos, impaciências e irritações para os filhos, suspirou passando pelos dois e indo até o sofá afundando neste.
O que ele estava fazendo ali sozinho? Sempre vinha com o irmão, mas o esperto veio antes por causa da viagem e ainda veio com Kagome deixando ele sozinho para lidar com os dois, eram bons filhos e por isso visitavam os pais com frequência, teria uma conversa muito séria com o irmão quando este voltasse como ele falava sobre seu interesse em uma mulher para os pais? Ele teria sua vingança e quando Sesshoumaru queria vingança era melhor tomar muito cuidado.
-Nossa meu filho que sorriso mais assustador, no que esta pensando? – Izayoi o acordou de seus devaneios.
-Em nada mamãe. – respondeu rapidamente pegando uma xícara e tomando um bom gole do chá.
O resto da conversa girou em torno de negócios, precisava deixar o pai a par de tudo o que estava acontecendo, fazia 3 anos que passara para os filhos a responsabilidade de liderar a empresa da família para se dedicar completamente ao amor de sua vida, Sesshoumaru não duvidava que o pai tenha sentido algo pela mãe biológica, mas ele abandou os dois assim que teve oportunidade e o youkai apoiou a decisão do pai de seguir com a vida, logo ele conheceu Izayoi e se apaixonou perdidamente por ela, gentil, delicada e extremamente carinhosa facilmente conquistou o amor de Sesshoumaru também, apesar de ter herdado bastante da personalidade fria da mãe.
-Querido não se esqueça de convidar Rin para nos visitar o mais breve possível. – e lá vêm eles com assuntos da vida pessoal dele, a tarde ia ser muito longa.
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-O que é isso? – Ayame perguntou examinando o embrulho estendido para ela com extrema curiosidade.
-É um presente. – Kouga respondeu o óbvio.
-Algum motivo especial? – Ayame ficou ansiosa de repente, seria alguma data especial para eles? Não conseguia recordar o que poderia ser.
-Não, sua boba! Por acaso não posso te dar presentes, simplesmente por ter vontade te de dar algo? – disse sem deixar de estender pacote, Ayame veio pulando pegar o embrulho da mão do namorado sentou na cama e abriu com uma ansiedade infantil, a youkai era muito profissional e fria durante o serviço, mas desde que Kagome, Miroku e Kouga entraram em sua vida ela teve a oportunidade de fazer amizade com Sesshoumaru, Rin e Inuyasha, o profissionalismo permanecia o mesmo, mas a frieza fora deixada de lado, existia agora uma bela camaradagem entre eles dentro da empresa. Seus olhos ficaram arregalados ao abrir a caixa de veludo, nunca havia visto uma gargantilha tão linda quanto aquela, o delicado pingente tinha o formato de sua flor favorita.
-Kouga é maravilhoso!
-Eu vi e na mesma hora sabia que seria perfeito para você. – disse sorrindo, Ayame olhou para ele admirada.
Eles estavam se dando muito bem morando junto aqueles dias, Kouga sempre muito gentil e aproveitando suas "férias" cuidava dela com muito afeto e atenção, preparava o café da manhã, ia almoçar com ela na empresa, quando eles não jantavam fora ele preparava alguma coisa, sabia que não seria assim sempre, que o trabalho dele era de horário indeterminado, na verdade eles tinham muita sorte de Kagome e Miroku serem os chefes dele, lhe permitindo alguma liberdade.
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-Olá irmã!
-Nossa Naraku, sabe que detesto quando faz isso. – Kagura disse puxando o vestido novo contra o corpo.
-Não teria que fazer isso se você me mantivesse informado sobre seus passos. – respondeu tranquilamente.
-Não se tratava de nada envolvendo seus planos diabólicos, tratava-se da minha vida pessoal, não achei que lhe devia satisfações sobre isso também. – disse andando até o guarda roupa colocando o vestido dentro.
-Eu me preocupo com você querida irmã, gosto de saber o que anda fazendo e com quem esta andando. – Naraku disse com a voz carregada com um grande cinismo, Kagura rolou os olhos.
-Fui passear com Bankotsu e comprar um vestido para o casamento que nós fomos convidados, afinal nós seremos os padrinhos. – disse nervosa querendo que o irmão saísse logo do quarto.
-Ótimo! Mas não deveria ficar tão tranquila, não esta tendo nenhum avanço em seus planos, aparentemente não tem nenhuma utilidade para mim.
-Sesshoumaru é muito inteligente.
-Ou então você que não tem charme suficiente, ou não esta se esforçando o suficiente.
-Como pode dizer isso? – Kagura se sentiu ultrajada.
-Quem sabe se eu lhe desse um incentivo você não se empenharia mais. – Naraku estava usando de um tom bastante perigoso. – Quem sabe eu não possa fazer uma visitinha ao seu adorado noivo, podemos conversar um pouco, nos conhecer melhor, você nunca o trouxe aqui, mas você tem razão em ser cuidadosa as pistas para esses lados são perigosas e escorregadias, ele poderia sofrer um acidente quando estivesse voltando para casa. – Kagura já estava chorando com as suposições que o mais velho fazia.
-Chega! – pediu desesperada. – Eu faço o que você quiser. – disse por fim.
-Essa é minha irmãzinha, estamos entendidos então? – Naraku disse sorrindo cinicamente saindo do quarto.
Kagura chorou por medo até não aguentar mais, aos poucos sua raiva foi crescendo, ela não podia ser manipulada daquele jeito, não podia mais ficar nas mãos dele, tinha que fazer alguma coisa, tinha que haver alguma maneira de se livrar dele e poder viver sua vida em paz, ela sabia o que podia fazer para isso, só precisava bolar um bom plano e conseguir alguns aliados, Naraku iria pagar, ele iria se arrepender.
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-Você está tão quieto. – Rin disse chamando a atenção do youkai, Sesshoumaru olhou para ela despertando de seus pensamentos.
-Minha mãe quer conhece-la. – disse diretamente fazendo com que Rin parasse assustada.
-A senhora Izayoi quer me conhecer? – repetiu achando que havia ouvido errado.
-Não deixe ela te ouvir chamando-a de senhora, ele detesta. – disse achando graça do nervosismo dela.
-Como devo chama-la então?
-Simplesmente Izayoi ou então Iza quando forem mais intimas. – Rin ficou olhando para ele, quando forem mais intimas martelando em sua cabeça, eles nem ao menos eram namorados, trocavam alguns beijos vez ou outra, saiam para conversar e se divertiam com a companhia um do outro, poderia classificar o que tinham como "ficar". – Algum problema? – decidiu perguntar quando a humana ficou calada o olhando por bastante tempo.
-Não, só estava pensativa. – disse levemente corada. – Quando iremos visita-la?
-Só depois que eu a pedir em namoro e você aceitar. – dessa vez a humana paralisou de vez, ele a estava pedindo em namoro? Ali? Agora? Daquele jeito? A certeza de que ela aceitaria a deixava ainda mais encabulada, não que passasse a ideia absurda de não aceitar, mas ainda assim. – Venha, não vou fazer isso aqui e agora. – disse simplesmente voltando a puxa-la, Rin chegou há ficar um pouco decepcionada, mas realmente ali no meio da pista não era o melhor lugar para iniciar um relacionamento.
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-Não acredito que me convenceu a comprar esse tanto de coisa. – Sango olhava para o tanto de coisas que Miroku tirava do carro, a intenção era só comprar duas roupas, uma para cada filhos, mas quando Sango deu por si Miroku deu uma de louco e já havia comprado fraldas, chupetas, mamadeiras, várias roupas, duas peças de cada apenas de cores diferentes, ela praticamente teve que puxa-lo para fora do shopping.
-Acho que eu exagerei um pouco. – disse um pouco sem graça, Sango permaneceu olhando para ele. – Está bem eu exagerei muito, mas eles vão usar tudo então não foi nenhum gasto a toa. – disse defendendo-se, Sango riu, a certeza de que Miroku com toda certeza iria ser um pai fantástico.
A casa parecia imensa sem a presença de Kagome e Kouga, Sango começou a pensar como seria depois que eles casassem não se importaria em continuar morando ali com a amiga e o segurança dela, teria mais alguém para ajudar com o trabalho que sabia que os gêmeos dariam, mas e quando Kagome se casasse com Inuyasha? A casa tinha cinco quarto, todos de casal, mas óbvio que também teriam filhos, aquela casa não aguentaria toda aquela bagunça, sorriu com o pensamento de um futuro tão maravilhoso quanto aquele a esperava.
Ajudou Miroku com suas compras, logo o casamento deles aconteceria, já tinha seu vestido, o local já fora alugado, estava esperando Kagome voltar para ajuda-la com o buffet, o bolo, ideias para lua de mel, nem pensar que perderia a oportunidade de viajar para qualquer lugar do mundo, veio-lhe a mente o último telefonema que trocara com a melhor amiga sobre o estado do hotel Taisho da Grécia e por um momento um sorriso malicioso surgiu em seus lábios, mas lembrar na quantidade de mulheres hospedadas por causa disso a fez ficar vermelha em um ciúme antecipado, Kagome devia ir direto para o céu por estar aguentando firme e forte a tal situação, Sango com seu temperamento forte com certeza já estaria solteira, não por terminar o relacionamento, mas por provavelmente matar o namorado se ele ousasse desviar o olhar e Sango sabia que nem o homem mais apaixonado conseguia ficar sem desviar o olhar, ela como mulher as vezes não conseguia.
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Sesshoumaru estava ali de frente para ela, esperando uma resposta, aparentemente havia engolido todo seu vocabulário perante o pedido, porém tudo tinha sido tão inesperado, o jantar a luz de vela, ele tinha até preparado a comida, a imagem dele na cozinha lhe veio rapidamente à mente dificultando ainda mais que alguma palavra saísse de sua boca que permanecia levemente aberta perante o choque, o mais incrível é que a comida estava muito boa, outra surpresa ela esta ali no apartamento dele o ambiente friamente planejado e prático. Então ele ergueu a sobrancelha, ele era uma visão de tirar o fôlego.
-Rin, não é tão difícil responder essa pergunta. – isso ela tinha que concordar, só havia algo que podia e deviria responder, era uma única palavra.
-Eu aceito namorar com você. – finalmente podia respirar tranquila, ao menos era o que achava até sentir os lábios do youkai sobre os dela. Agora ela entendia o que as meninas falavam sobre excitação, o que ela sentia quando estava no escritório, era fichinha comparada a que sentia agora, uma nuvem negra cobria todo seu alto controle lançando várias imagens pervertidas de coisas que gostaria de fazer com o youkai, acordou do transe com o youkai segurando seus pulsos, quem havia desabotoado a camisa dele? Sentiu o rosto ficar muito quente quando teve a consciência de que ela tinha feito aquilo, ficou mais vermelha ainda quando encarou os olhos dourados escurecidos, ela estava encrencada, a dúvida em fugir como a menina inocente que costumava ser ou se entregar e ser essa mulher atrevida e sensual? Dane-se! Por que ficar sonhando se ela podia ter ele de verdade? Ficou na ponta dos pés com ele ainda segurando seus pulsos e voltou a beija-lo com grande necessidade, seus sonhos não faziam juízo a ele.
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BUAUAUAUUAUUAUAU COMO EU SOU MÁ BUAUAUAUAUAUUAUAUUAUA...
QUEM ESTAVA ESPERANDO SABER DA PROPOSTA DO INU NESSE CAPÍTULO?
GENTE FICO IMPRESSIONADA QUE QUEM VE CARA NÃO VE O LADO PERVERTIDO DA PESSOA, O QUE O SESSHOUMARU CAUSOU NA RIN, A MENINA QUASE BUGOU LEGAL.
E A KAGURA? POSSÍVEL FUTURA ALIADA?
GENTE KIKYOU TEM UM EGO, NINGUÉM SUPORTA o.O
MIROKU O CONSUMISTA KKKKKKKK.
NOS ENCONTRAMOS NO PRÓXIMO CAPITULO, PROMETO SER LEGAL E COMPENSAR COM UM CAPÍTULO MAIOR A MALDADE QUE FIZ HOJE E É CLARO, TAMBÉM VOU COLOCAR A PROSPOSTA DO INU E CENAS CALIENTES HUMMM, SERÁ QUE VEM MAIS CASAMENTO POR AÍ?
SEM VIOLÊNCIA, TÁ GENTE?
AGOME CHAN BRIGADA PELO RESGATE, SOBRENATURAL MANDA DEMAIS NA TRILHA SONORA...
XAU
