Olá! Menos de uma semana e estamos aqui novamente... Pulando carnaval...

Temos momentos calientes neste capitulo, além de algumas coisas que vão fazer a história correr mais um pouco, cada vez mais perto do fim...

k-chan98: Satisfazendo a curiosidade sobre a proposta nesse capítulo, espero que goste, quem diria que Miroku era tão gastador kkkkkkk, eu acho que teria um tilti se Sesshoumaru me pedisse em namoro também ^^ ou Inuyasha... espero que goste deste como dos outros.

Agome chan: O lado claro da força agradeceria muito a ajuda de Kagura, será que Kagome é do tipo titia gastadeira ou os genes ficaram todos com Miroku, desculpa pelo suspense era necessário ^^, mas sobrevivi kkkkkkkkkk, até a próxima...

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Anteriormente:

Teve um bocado de coisa, mas vamos voltar ao principal, qual a proposta que o Inuyasha vai fazer para a Kagome?

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-Como assim proposta? – Kagome ficou um pouco desconfortável, parecia um negocio o que significava que ele não iria lhe propor um casamento, ao menos esperava que não, porque não tinha um pingo de romance na atmosfera, ele ficou olhando para ela em busca de coragem para continuar com o que pretendia aquilo só a fez ficar mais nervosa.

-Nós estamos passando por um momento delicado... – aquilo não era um bom jeito de começar aquela conversa, o nariz enrugado de Kagome lhe afirmava isso, mas já tinha começado então devia continuar. - ... não com relação a nós dois... – ela ergueu uma sobrancelha confusa, ele não estava fazendo nenhum sentido, porém decidiu permitir que ele prosseguisse para saber até onde ele queria chegar com aquilo. - ... estou me referindo ao fato do processo de união das empresas e o perigo que Naraku representa... – Kagome ficou mais desconfortável, aquele assunto era muito delicado, todos estavam correndo risco de vida. - ... eu temo muito pela sua segurança, você é minha vida e por mais que eu queira não tem como a gente ficar junto o tempo todo... – Kagome riu, mas ele estava enrolado demais. - ... e a gente não pode casar agora... – infelizmente era verdade, o casamento só traria mais risco à vida deles e daqueles que eles gostavam.

-Inuyasha, estou vendo que esse assunto é muito delicado e que você está muito nervoso, posso sugerir que a gente tome um banho? Tem um óleo muito bom lá e a gente pode continuar o assunto lá. – ele respirou aliviado com a interrupção, realmente esta tenso e um banho poderia realmente ajudar a desenvolver o que tanto queria propor, levantou e estendeu a mão para ela guiando-os para o banheiro, ligou a banheiro e viu quando ela foi até um dos armários pegar o óleo de massagem, tirou a cueca e entrou na banheira enquanto Kagome ficava em pé atrás dele. – Pode continuar. – incentivou despejando um pouco do liquido na mão e começando a passar pelas costas dele.

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-Eu não poderia estar mais feliz. – Rin suspirou aconchegada aos braços de Sesshoumaru, eles estavam na sala assistindo há algum filme aleatório.

-Posso saber o motivo de tanta felicidade? – Sesshoumaru perguntou antes de comer mais um pouco da pipoca.

-Depois de tanto tempo eu estou finalmente com você. – ela lhe deu um sorriso terno e contente recebendo um leve beijo em troca, eles se gostavam há tanto tempo e a vergonha e o orgulho haviam mantido ambos em um relacionamento profissional por tempo demais, Rin havia despertado o interesse do youkai no momento em que ele viu ela pela primeira vez e apesar de manter uma amizade com a humana Kagome ele não se permitia sentir-se de maneira diferente por aqueles seres tão frágeis, ele já havia sido pior, mas o nascimento do irmão mais novo e o amor que Izayoi haviam começado a amolecê-lo e com o passar do tempo ele descobriu-se verdadeiramente gostando de sua secretária, talvez o amor por humanos estivesse no sangue, Inu no Taisho havia passado por muita coisa para defender seus sentimentos, seus pais não aceitaram e o deserdaram assim que descobriram seu romance com a humana, mas seu pai lutou e se reergueu e Izayoi mostrou-se uma mulher forte, determinada e completamente apaixonada, ela deu amor ao pai e a ele derretendo pouco a pouco a frieza, agora era muito grato pela oportunidade de estar ao lado daquela pequena e não tão frágil humana.

-Também fico feliz por estar com você. – e então ele a beijou novamente esquecendo-se do filme e da pipoca por um tempo.

-Como será que a Kagome e o Inuyasha estão? Eles pareciam tensos naquela ligação. – Rin disse tentando reencontrar seu centro para poder voltar a entender o que se passava na televisão logo à frente.

-Acredito que eles estejam bem, Inuyasha estava planejado algo e se conheço Kagome ela não relutara em aceitar. – ele tinha um ar misterioso ao mencionar o que o irmão mais novo havia planejado.

-Inuyasha pretende pedir a mão da Kagome em casamento? – ela questionou extremamente curiosa, ficaria muito feliz pelos dois, afinal conhecia toda a história e o casamento fecharia tudo com "chave de ouro".

-Não conhecia esse seu lado tão curioso. – não era uma critica, na verdade ela sabia que Sesshoumaru estava "tirando uma com a cara dela", mas ainda assim não conseguiu evitar ficar vermelha devido ao constrangimento, ele riu um pouco satisfeito com o que havia causado nela. – Mas quanto ao que Inuyasha pretende, eu não posso te falar nada, você provavelmente ficaria mais constrangida se soubesse. – ela o encarou silenciosa por um tempo chegando à conclusão que não se tratava de um pedido de casamento, mas então o que o mais novo dos Taisho's pretendia levando a namorada em uma viagem para a Grécia? –Só tenho algo a dizer para você, nós não iremos à Grécia tão cedo até que resolvamos os problemas dos funcionários. – ele disse convicto.

-Ciúmes? – ela brincou sorrindo perante a expressão desgostosa dele.

-Não brinque comigo pequena, você não vai gostar do resultado. – ele ameaçou, mas como resposta obteve apenas mais risos.

Com um pouco mais de algumas semanas de relacionamento eles já havia adquirido um grau de intimidade muito grande, talvez devido ao fato de já se conhecerem a bastante tempo e de terem bastante confiança com relação ao que um sentia pelo outro, de forma resumida estavam muito satisfeitos com a maneira que as coisas iam, porém quando Sesshoumaru lembrava o motivo pelo qual Inuyasha havia viajado com Kagome, que diga-se de passagem sabia se defende de alguma maneira, ele chegava a se questionar se deveria tomar as mesmas providencias com Rin, porém lembrava-se do quanto o relacionamento deles era recente e como uma pequena defesa havia achado melhor manter o relacionamento escondido já que diferente de Kagome sua namorada não estava envolvida diretamente com nada.

-Vou ter que leva-la para conhecer meus pais. – ele disse de repente guardando as preocupações e fazendo-a encerrar com o ataque de risos dela.

-Pode ser quando o Inuyasha e a Kagome voltarem? Não tenho coragem de ser o centro das atenções sozinha e Kagome vai me ajudar a lidar com seus pais. – ela pediu sem graça, todos sabiam da fama do sr. e sra. Taisho quando se tratava de serem extremamente extrovertidos e não se importar em constranger ninguém, mesmo que não fosse da vontade deles, mas Rin era um alvo fácil e queria alguém com o jogo de cintura que Kagome tinha para facilitar o momento.

-Claro que podemos esperar, eles com certeza chamaram bastante à atenção dos meus pais. – a curiosidade voltou com tudo depois daquele novo comentário misterioso, mas decidiu manter seu lado enxerido de lado e agradeceu com um leve beijo antes de voltar sua atenção para seja lá o que estivesse passando na televisão.

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-É muito difícil me concentrar em alguma coisa com as suas mãos em mim desse jeito. – Inuyasha resmungou apesar de estar completamente relaxado diante das mãos mágicas da namorada.

-Ótimo! Então seja um bom garoto e retribua. – ela disse entregando o frasco na mão dele tirando a camisola e a calcinha antes de entrar na banheira e sentar entre suas pernas de costas, pegou o cabelo e prendeu em um coque despojado.

-Odeio quando fala assim, me faz sentir tão...

-Cachorro? – ela interrompeu brincalhona, recebendo apenas um rosnado de advertência. – Pare de besteira é só um jogo de palavras, não tem nada a ver com fato de você essas orelhinhas fofas. – ela olhou para ele por cima do ombro encontrando o ser mais carrancudo da fase da terra. – Vamos Koinu, eu gostaria de sentir suas mãos em minhas costas ainda hoje. – ele fez biquinho reforçando seu pedido.

-Do que me chamou? – ele havia estreitado perigosamente os olhos.

-Hã? – ela fez-se de desentendida, achava um apelido carinhoso, mas talvez ele não fosse gostar e apesar de não falarem muito em sua língua materna ele com toda a certeza sabia que ela o estava chamando carinhosamente de "cachorrinho".

-Vamos Kagome não tenta mudar de assunto eu ouvi perfeitamente.

-Então porque perguntou?

-Vamos esquecer esse assunto que não estar nos levando a nada e vamos voltar para o momento importante em que eu tentava lhe fazer uma proposta. – disse um pouco alterado com o quanto a conversa havia mudado de foco.

-Certo. – ela disse aliviada e apontou para as próprias costas, ele respirou irritado e determinado a concluir aquilo.

-Onde eu tinha parado? – resmungou a pergunta começando a massagem.

-Não podemos nos casar. – Kagome disse e sua voz saiu tão rancorosa que Inuyasha quase teve vontade de rir, entendia perfeitamente bem como ela se sentia, era o mesmo jeito que ele.

-Apesar de que se dependesse de mim eu levaria você o mais rápido possível para Las Vegas e a gente se casava e obviamente para evitar confusão teríamos nossa lua de mel em um dos hotéis Higurashi... – ela relaxou perante essa declaração e riu, pois aparentemente eles não iriam nunca mais viajar juntos para algum hotel Taisho. -... Voltando ao ponto principal, eu gostaria de saber o que você sabe sobre o pacto demoníaco? – ele sentiu a humana ficar tensa sobre o seu toque.

-Já ouvi histórias sobre isso, mas porque quer falar sobre isso? – ele nada respondeu terminaram o banho em um silêncio tenso, Kagome vestiu outra camisola e Inuyasha vestiu novamente somente a cueca, voltaram para o quarto e o hanyou pegou um vinho, serviu duas taças e voltaram para a cama. – Então? O quer falando sobre esse pacto? – ela voltou com o assunto assim que tomou o primeiro gole da bebida.

-Kagome eu gostaria de propor a você esse pacto. – ela não ficou surpresa com relação à proposta dele, seria algo que os ligaria pela eternidade ou até que um dos dois morresse. – Você aceita? – Inuyasha esperou pacientemente que ela digerisse todas as informações e motivos que o havia levado a fazer aquela proposta, ela ficou olhando a taça.

-Eu aceito. – ela sussurrou sem conseguir encara-lo.

-Só aceite se for realmente o que quer somente se aceitar verdadeiramente, somente se quiser pertencer a mim. – ele sussurrou de volta.

-Eu quero... – ela começou mais alto. – Eu quero pertencer a você de corpo e alma. – ele lhe deu um singelo beijo.

-Assim como eu. – as taças foram esquecidas vazias no chão.

(HENTAI) – *JÁ SABEM OS ESQUEMAS, SÓ LE QUEM QUER*

Não entendia o porquê do nervosismo atual, Inuyasha era seu namorado, havia perdido a virgindade com ele, praticamente o atacara naquele dia, mas agora todo o medo, insegurança que não havia sentindo naquele dia surgiram deixando seu corpo tenso, Inuyasha pegou sua mão depositando um beijo na palma sem deixar de fita-la, um sorriso presunçoso brincando em seus lábios, ela estava corada e nervosa, mas havia aceitado sua proposta, o pacto a deixava daquela maneira deixando-o como o dominante da situação, subiu os lábios para o pulso dela arranhando-o levemente com os dentes fazendo-a se arrepiar e suspirar, foi subindo os beijos pelo braço as mãos acompanhando o mesmo caminho que os lábios até chegar ao ombro, ela usava uma bela camisola rosa com alças finas que facilitavam o acesso dele ao pescoço dela, ali distribuiu vários beijos, mordidas apreciando os suspiros e baixos gemidos de agrado que ela soltava, ao menos estava mais relaxada.

-Inuyasha. – eles se encararam demoradamente, antes de juntarem os lábios em um beijo apaixonado e demorado, inicialmente apenas um leve roçar de lábios, depois ele circulou os lábios dela com a língua sentindo-a separa-los em sinal de entrega, antes de explorar o interior de sua boca aprofundando o beijo ele mordeu de leve passando os caninos arrancando um gemido que mais parecia um ronronar quando ele finalmente tomou-lhe os lábios por completo, delicadamente ele começou a empurra-la para deitar na cama com ele por cima.

-Sabia que esta parecendo à primeira vez que a gente faz isso? – Inuyasha disse enquanto alcançava a barra da camisola desnudando os quadris dela, as garras passando na pele sensível no processo, Kagome arqueou o corpo em busca de mais contato, estava completamente entregue as sensações, a ideia do pacto tornando-se cada vez mais fácil e correto, o puxou para mais um beijo lento e apreciativo, devastador.

Ela estava sendo dominada pelos beijos, pelas caricias, até as palavras sem nexo que ele lhe falava ao pé do ouvido, tudo parecia criar uma atmosfera mágica, ainda tinha as velas que Inuyasha havia espalhado pelo quarto iluminando a pele, com o recente bronzeado adquirido durante aquele período na Grécia, ressaltando cada traço dos músculos inteiramente expostos ganhando um tom dourado mais sedutor que o normal, se é que isso é possível, talvez fosse pelo vinho ou simplesmente seus sentimentos que o tornassem aquele ser aparentemente sem nenhuma falha.

Arranhou as costas dele fazendo-o parar o beijo para suspirar lhe dando acesso ao pescoço, levantando um pouco a cabeça ela passou a língua por toda a extensão do pescoço apreciando o gosto do óleo de massagem que ambos compartilharam na hora do banho, era um gosto de morango artificial, mas que junto ao gosto natural da pele dele lhe incendiava por inteiro, afundou a mão sobre os vastos cabelos prateados com mais intensidade puxando-o para si facilitando mais as caricias naquela área sensível do corpo dele ouvindo baixos gemidos de aprovação e incentivo, pressionou novamente o corpo contra o dele levantando uma das pernas para encaixar em seu quadril sendo logo coberta pela mão grande e forte que apertava demonstrando o quanto estava consumido pelo desejo.

Em um movimento inesperado ele virou colocando por cima sobre a amostra do quando ele estava excitado, novamente as mãos voltaram para a base da camisola com a intensão de livra-la permanentemente daquela peça indesejável, ainda não entendia porque ela havia insistido em se vestir após o banho, talvez fosse o grande nervosismo, ele havia explicado as consequências daquele pacto, sexo era algo que demonstrava grande intimidade, porém realizar aquilo que ele havia proposto faria com que os dois ficassem ligados literalmente, iriam compartilhar emoções, ele saberia se ela corresse algum tipo de perigo, não importava a distancia, eles pertenceriam um ao outro completamente, terminou de tirar a peça e admirou Kagome, esta adquiriu um tom vermelho nas bochechas envergonhada com o tamanho do desejo que ele encontrou nos olhos do Inuyasha, ele olhou cada parte do seu corpo, lambendo maliciosamente os lábios quando parou sobre os avantajados seios da namorada, uma parte que ele apreciava bastante.

-Inu. – ela resmungou constrangida sobre o olhar dele.

-Você é tão linda, eu tenho tanta sorte. – ele disse olhando-a nos olhos tão profundamente que a deixou sem reação, ele riu levemente antes de puxa-la para iniciar um novo beijo que demonstrou toda a sua admiração e amor.

As mãos dele subiram começando a acariciar os seios dedicando uma atenção especial aos bicos já entumecidos, liberando os lábios para que ela pudesse gemer livremente, então ele substituiu as carias das mãos pelos lábios fazendo-a aumentar os gemidos e mexer os quadris sobre sua ereção levando-o a beirada do precipício, rapidamente inverteu novamente as posições retirando as últimas peças que os dois mantinham deixando ambos nus, ele já não aguentava esperar mais e ela também já estava pronta para recebê-lo, penetrou-a de forma lenta e torturante para os dois.

-Mais rápido. – ela pediu mexendo os quadris de forma impaciente.

-Shhh! – ele devolveu segurando-lhe os quadris impedindo que continuasse a se movimentar e retornou a se mexer lentamente apreciando cada sensação, ela fechou os olhos completamente entregue e só depois disso ele aumentou a velocidade seus instintos youkais despertando cada vez mais enquanto eles chegavam mais perto do ápice do prazer, ela viu pela primeira vez os olhos dourados e quentes tornarem-se vermelhos com íris roxa, mas ele ainda era o seu amado Inuyasha, ela percebeu os caninos mais salientes brilhando perigosamente a luz das velas, mas ela estava entorpecida demais para sentir-se nervosa ou amedrontada, as ondas de prazer aumentando, não havia muito tempo para ambos, seguindo seus fortes extintos ele a mordeu na base do pescoço sentindo o gosto forte de sangue, mas não parou, ela gemeu alto antes de inconscientemente fazer o mesmo que ele e então os clímax chegou em fortes espasmos fazendo-os parar de morder um ao outro e se entregar a sensação de extremo prazer que foi diferente de tudo aquilo que eles já haviam compartilhado, o prazer de um ondulando pelo outro aumentando intensamente, quando finalmente acabou ele caiu para o lado a puxando para junto de si, quando eles se encararam Inuyasha encontrou olhos dourados como o dele, ela piscou algumas vezes até que ele voltaram a cor natural, em seu pescoço já não havia mais nenhuma marca era como se nada tivesse acontecido.

(FIM DO HENTAI)

-Isso é tão estranho. – Kagome sussurrou quando finalmente achou-se capaz de falar, ela ouvia o coração dele como se fosse o próprio batendo.

-De uma maneira ruim? – ele perguntou os dedos entrelaçados à sensação de calor e aconchego, Kagome era agora sua casa e seu refugio.

-Ao contrario, é melhor do que eu havia pensado, acho que até melhor do que um casamento tradicional. – ela estava radiante quase como se pudesse brilhar.

-Esta abrindo mão de um casamento tradicional companheira. – o termo usado por ele que só comprovava que ela era realmente dele a aqueceu de uma maneira inimaginável.

-Por hora Inu, por hora ser sua companheira me é o bastante. – eles riram por um breve momento e o silêncio caiu sobre o quarto até que Kagome caiu em sono profundo, logo Inuyasha a seguiu em um sono tranquilo satisfeito com suas decisões e realizações.

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-Acalme-se. – Kagome pediu abraçando a amiga, Rin estava um poço de nervos, já conhecia Izayoi e Inu no Taisho dos eventos da empresa, mas agora estava ali como namorada de um dos filhos, olhou para amiga e reparou que na base de seu pescoço havia uma pequena lua crescente que ela nunca havia reparado antes, observou também que algo estava diferente na maneira que ela e Inuyasha se relacionavam, era quase como se falassem um com o outro apenas com uma troca de olhar.

-Fácil para você falar, já esteve com eles antes e ainda os conhece desde que quando era criança. – Rin resmungou em resposta, os irmãos iam mais a frente conversando sobre qualquer coisa, Kagome parou e fez com que Rin fizesse o mesmo.

-Seja você mesmo, eu e Inuyasha somos seus amigos e Sesshoumaru te ama, Izayoi e Inu no Taisho também vão adorar você e não se preocupe tanto. – Kagome mantinha um sorriso singelo, Rin finalmente acalmou-se.

-Meus queridos! – Izayoi já estava esmagando Sesshoumaru e Inuyasha em um forte abraço. – Parece que não os vejo há tanto tempo. – resmungou ainda sem solta-los, os irmãos permaneceram quietos deixando a mãe se expressar a vontade.

-Quem vê jura que os meninos não aparecem aqui a mais de um ano. – Inu no Taisho interviu separando-os da mulher para poder cumprimenta-los.

-Kagome é tão bom finalmente poder chama-la de nora. – Izayoi quase derrubou Kagome com o impacto do abraço. – Você parece tão mais radiante, esta feliz com sua decisão, eu acabo de ganhar mais uma filha, minha primeira. – Kagome simplesmente ria enquanto era sufocada pela sogra. – Rin minha querida é tão bom vê-la. – a mais velha soltou Kagome e puxou Rin para mais um de seus abraços de tirar o oxigênio, enquanto observava Kagome simplesmente ria, adorava o jeito de ser da sogra. – Você com certeza é perfeita para o meu Sesshy. – continuou enquanto examinava a outra.

-Mãe! – em um piscar de olhos Sesshoumaru estava ao lado da mãe.

-K-chan! – Kagome perdeu o chão quando Inu no Taisho a ergueu. – Bem vinda à família filha. – Kagome só tinha oxigênio o suficiente para rir.

-Esta bem, pode soltar. – Inuyasha praticamente a arrancou dos braços do pai.

-Certo. – o youkai disse simplesmente voltando-se para a esposa que ainda mantinha Rin presa em seus braços enquanto Sesshoumaru discutia alguma coisa com ela. – Solte-a mulher, gostaria de poder falar com ela também. – Rin já estava extremamente vermelha. – Bem vinda Rin. – ele o abraçou também de uma forma mais contida.

-Vamos entrar. – Sesshoumaru pediu puxando Rin para si.

-Vocês são tão possessivos, não sei a quem puxaram. – Inu no Taisho disse enquanto trazia Izayoi para junto de si.

-Nós nem imaginamos pai. – os dois falaram juntos enquanto as mulheres riam.

O que Sesshoumaru havia falado era verdade, Kagome foi o centro das atenções, aparentemente eles haviam se unido de alguma maneira que ela não entendia, a conversa foi bem agitada apesar disso e Rin agradeceu ao apoio que Kagome lhe deu durante todo o almoço fazendo-a sentir-se cada vez mais a vontade com os futuros sogros, apesar de que ainda era muito cedo para se pensar dessa maneira, mesmo assim era um pensamento muito bom.

-Finalmente só as garotas. – Kagome riu por trás da xicara sobre o comentário de Izayoi, recebendo um olhar brincalhão de volta. – Curiosa sobre a união de Kagome com meu filho? – a pergunta foi voltada para Rin que mesmo sem graça concordou levemente. – Eles costumam chamar de pacto. – ela começou mostrando a base do pescoço onde havia uma pequena e discreta lua crescente igual à de Kagome. – Porque se trata de uma união de sangue, algo bem simples. – ela havia ouvido bem a parte do sangue?

-É uma mordida. – Kagome falou ao reparar que Rin estava um pouco confusa quanto ao sangue. – Eu não senti nada. – tranquilizou-a.

-Existem outras coisas que exigem nossa atenção no momento. – Rin detectou claramente um tom malicioso na voz de Izayoi, cada momento que passava ela sentia-se mais tranquila com os pais de Sesshoumaru. – Fico contente que esteja mais relaxada, nem todo mundo lida bem com a espontaneidade minha e de meu marido, os meninos não gostam muito. – uma mulher admirável com toda a certeza.

-Sobre o que as belas damas estão conversando? – Inu no Taisho perguntou pegando a mão da esposa e depositando um beijo.

-O quanto é fácil deixar os meninos constrangidos. – respondeu bem humorada, as meninas riram enquanto os namorados ficavam emburrados.

Inuyasha puxou Kagome para substitui-la na cadeira fazendo-a ficar no seu colo, ela riu ainda ficava surpresa com a velocidade e força dele, colou as mãos possessivamente em sua cintura depositando um beijo sobre a lua em seu pescoço fazendo-a arrepiar-se, eles se olharam uma grande vontade de beija-lo, provavelmente era a vontade dele refletindo sobre ela, ainda não havia se acostumado com a ligação, mas era como se o resto do mundo deixasse de existir.

-Então... – Kagome olhou para os outros que estavam com as atenções voltadas para eles, mas ela não ficou sem graça, sorriu e colocou os braços em volta do pescoço de Inuyasha. – Vocês vão ficar para jantar? – Izayoi estava com olhinhos pidões.

-Temos uma reunião logo amanhã cedo. – Sesshoumaru começou.

-Ainda estou precisando descansar um pouco da viagem. – Inuyasha continuou, eles haviam chegado no fim da tarde de ontem estavam realmente cansados.

-Marcamos para outro dia então. – Inu no Taisho disse consolando a esposa, depois de se despedirem eles foram embora.

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-Achei que fosse me atacar na frente de todo mundo. – Inuyasha disse assim que entraram no carro.

-Você que estava com vontade e ficou passando essas ondas de desejo pela ligação. – resmungou de maneira infantil, cruzou os braços e virou a cara.

-Que tal a gente ir para o meu apartamento. – disse malicioso e Kagome começou a rir do nada. – Algum problema? – perguntou quando ela parou de rir.

-Lembrei-me de quando sua mãe utilizou esse mesmo tom mais cedo, muito parecido. – ele emburrou com o comentário dela.

-Você foi muito estraga prazeres me comparando com minha mãe. – ele quase fez um biquinho.

-Você fica uma graça emburrado desse jeito, mas vamos voltar ao assunto interessante sobre eu ir para o seu apartamento, como fica a reunião? Não quero acordar cedo e até onde eu sei você só tem uma chave, não quero ficar presa. – ela realmente queria ir com ele, mas não havia como fazer isso sem ficar presa no apartamento dele já que não iriam sair no mesmo horário.

Inuyasha parou em um semáforo e mexeu nos bolsos até retirar um molho de chave, ela reconheceu imediatamente os modelos de cada uma, pertenciam ao apartamento, portaria e portão dele, mas o chaveiro era diferente consistia em um objeto de acrílico retangular com a imagem de uma cerejeira, era a árvore favorita dela, Izayoi tinha uma no jardim.

-O que é isso? – perguntou não querendo acreditar no que aquilo significava.

-São chaves. – ele respondeu simplesmente entregando o objeto em suas mãos e voltando a dirigir.

-Eu sei que são chaves, sei que são do seu apartamento, mas o chaveiro é diferente. – ela disse mantendo a calma.

-Muito esperta, realmente são cópias das minhas chaves e o chaveiro é diferente por que pertence a você. – disse sem tirar o foco do transito, Kagome teve confirmação de suas suspeitas. – Eu te convidaria para ir morar comigo, mas acho importante mantermos alguma descrição, além do mais tem o Miroku e a Sango, acho que você quer ficar com eles, ainda mais agora que eles vão ter gêmeos, mas com essas chaves você pode ir lá em casa sempre que quiser e me fazer alguma surpresa. – algumas vezes parecia que Inuyasha só pensava em sexo e que aquele tom malicioso nunca saia da voz dele, Kagome simplesmente riu e concordou, ela queria muito ficar de olho na amiga e ficar com o irmão, eles eram muito ligados, desde sempre.

-Eu comprei a segunda pulseira, Sango disse que Miroku esta vivendo o sonho do consumidor, vão ter que ocupar um quarto só com as coisas que ele já comprou. – Kagome nem acreditava no quanto o irmão estava ansioso, será que seria assim com ela? Será que Inuyasha receberia bem a noticia? Que pensamentos eram aqueles? Não queria ter filho agora ou queria?

-Realmente Miroku esta surpreendendo todo mundo com isso. – Kagome acordou de seus devaneios para sorrir junto com o companheiro. – Por que minha mãe estava usando seu tom malicioso? – como ele era curioso.

-Rin estava curioso sobre o pacto, então sua mão contou alguns detalhes. – Inuyasha olhou para ela quando pararam no estacionamento.

-Sesshoumaru me disse que vai manter o relacionamento em segredo como o nosso, tem seus lados ruins, mas é bem excitante em alguns momentos. – lá estava o tom malicioso novamente, Kagome tirou o cinto e passou para o colo dele.

-Me leve para casa. – pediu aconchegando-se a ele.

-Claro senhora. – eles riram enquanto Inuyasha saia do carro com ela no colo. – Esta ficando abusada bruxa! – ela riu mais antes de dar uma mordida do pescoço dele.

-Oi Inuzinho! O que esta fazendo com essa ai no colo? – Inuyasha parou, ele e Kagome olhando para Kikyou, com o vestido vermelho escrito "vadia" como Jakotsu havia dito aquele dia.

-Oi Kikyou. – Kagome acordou primeiro. – Eu torci o tornozelo. – disse com simplicidade como se fosse real, olhou para Inuyasha em busca de apoio.

-Desastrada como sempre, como não havia ninguém na casa dela trouxe ela para cá e você o que faz aqui? – Kagome sentiu Inuyasha segurando-a mais forte contra si.

-Soube que tinha voltado de viagem e pensei em passarmos um tempo sozinhos. – ela olhou para Kagome que se mantinha impassível. – Como não vai ser possível conseguir isso hoje, eu vou, mas guarde um dia seu para mim na sua agenda. – estreitou os olhos para Kagome, a mesma deu um tchauzinho enquanto ela passava pelos dois, Inuyasha esperou as portas do elevador fechar para poder respirar aliviado.

-Vamos senhorita, temos que cuidar deste tornozelo. – ele disse bem humorado, mas Kagome já não estava mais no clima para brincadeiras. – Vai ficar tudo bem Kagome, ela não vai conseguir nada comigo, eu só tenho olhos para você. – eles entraram no apartamento, colocou Kagome no chão para fechar a porta, cheirou em busca de algum sinal de que algo estivesse errado, tudo estava bem, por sorte ainda achavam que não havia nada em eles, mas claramente a cena presenciada por Kikyou vai levantar desconfiança, deveriam ficar mais atentos.

-Ela não vai desistir de você, Kikyou tem um ego imenso e acha que tem você nas mãos dela, além do mais como ela soube de sua volta? – Kagome jogou-se no sofá, tirou os sapatos, Inuyasha pegou o jornal do dia, na capa podia-se ver uma foto dele e Kagome saindo do aeroporto com uma frase em negrito "Inuyasha Taisho e Kagome Higurashi saindo de aeroporto juntos, relacionamento a vista?", resmungando qualquer coisa ele mostrou para Kagome, esta fez uma careta, os negócios deles eram internacionais, como poderiam ter esquecido dos abutres? Ao menos se tratava apenas de especulação.

-Não me importa o que ela acha ou deixa de achar, eu estou em suas mãos. – ele pegou sua mão e depositou um beijo. – Agora, que tal uma massagem? – Kagome riu relaxando sobre o toque dele.

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-Espero que não tenha ficado traumatizada. – Sesshoumaru disse assim que parou em frente a casa de Rin.

-Seus pais foram ótimos e Kagome me ajudou muito quem a conhece e consegue sua amizade tem muita sorte. – Rin disse muito contente, Sesshoumaru tinha que concordar, Kagome era uma ótima amiga em todos os aspectos, todos podiam contar com ela e sentia que as vezes ela ficava sobrecarregada em ter que mediar tudo, mas sempre dava conta, tinha muito a agradecer por sua felicidade atual.

-O que vocês estavam conversando quando estavam sozinhas? – Rin estava rubra antes mesmo de ele finalizar a pergunta, o que poderia dizer? Ela estava sendo curiosa sobre um fato, mas se falasse podia parecer que ela tinha interesse no assunto, não que ela não tivesse, mas sabia que o relacionamento era bastante recente para aquele tipo de coisa que Kagome e Inuyasha compartilhavam no momento, mas ela não iria conseguir mentir, então respirou fundo tomando coragem para contar.

-Estávamos falando sobre o pacto que Kagome e o Inuyasha fizeram, Izayoi também fez com Inu no Taisho é interessante. – ela disse sem conseguir olhar para ele.

-Sim é interessante. – momento constrangedor.

-Nos vemos amanhã. – Rin deu um sorriso sem graça e deu um beijinho na bochecha dele antes de sair.

-Até. – ele foi embora.

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-Pensei que não voltaria para casa tão cedo. – Kikyou olhou para Naraku, estava irritada por seus planos não terem dado certo.

-Ele estava com a Kagome, chegaram ao apartamento parecendo recém-casados, Inuyasha carregando Kagome no colo rindo e conversando sobre banalidades. – Naraku riu.

-Ainda bem que não há como eles casarem e manterem segredo, mas é bom ficar de olho, pode ser que o relacionamento deles esteja evoluindo da amizade para algo mais. – ele olhou através da janela. – Precisamos de um golpe para acabar com essa amizade/amor que existe entre os dois. – pegou um vidrinho e jogou para Kikyou.

-O que é isso? – examinou o líquido transparente, encontrando um rotulo dizendo do que se tratava.

-Seja criativa e espere o momento certo para atacar. – Kikyou simplesmente riu.

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-Que ótimo Jack! – Kagome estava feliz pelo amigo, havia reencontrado sua família, no final de semana havia indo a um almoço e foi muito bem recebido, estava mostrando agora diversas fotos dos sobrinhos que ele tinha.

-Bankotsu esta noivo, esta tão feliz, eu estou tão feliz. – os olhinhos dele brilhavam de tanta felicidade.

-Muito feliz por você, mas esta na hora de voltar ao trabalho. – Sango disse voltando sua atenção para alguns tecidos.

-Humor de grávida é horrível. – Jakotsu resmungou.

-Eu ouvi isso. – Sango disse lançando um olhar assassino para o amigo.

-Isso significa que não esta surda. – Kagome revirou os olhos, desde que Sango engravidou, ela e Jakotsu ficam brigando sobre banalidades.

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-Boa tarde! Gostaria de falar com o senhor Sesshoumaru. – Rin olhou para a mulher de olhos vermelhos a sua frente.

-Tem hora marcada? – perguntou o mais profissional possível, era uma bela mulher.

-Não, mas é um assunto muito importante. – Kagura não tinha tempo para aquilo.

-Só um momento. – Rin disse pegando o telefone e discando o ramal para a sala do chefe. – Quem gostaria? – olhou para a mulher.

-Kagura. – disse simplesmente olhando para a janela.

-Senhor Sesshoumaru tem uma moça aqui fora chamada Kagura que diz ter algo muito importante para lhe dizer. – Rin simplesmente fez um sinal positivo perante as ordens do chefe. – Pode entrar. – sorriu de forma simpática enquanto a mulher a ignorava e seguia para a sala.

-Espero que seja realmente algo importante. – Sesshoumaru disse assim que Kagura fechou a porta.

-Muito direto isso é bom. – Kagura nem ao menos se deu ao trabalho de sentar. – Vou contar tudo o que eu sei...

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-Acredita realmente nela? – Inuyasha perguntou, ele acreditava Kagura não tinha motivo para ir lá e revelar tudo aquilo, disse que se sentia oprimida pelo irmão mais velho que no caso era Naraku e que ele estava disposto a tudo para ser a maior empresa hoteleira do mundo, revelou também que Kikyou era esposa do irmão.

-Não há motivo para vir aqui e mentir, Naraku não é um bom irmão e ela que poder viver a própria vida sem ter que participar dos planos malignos dele. – Inuyasha concordava com o mais velho, precisava conversar com Kagome.

-Certo! Precisamos trabalhar em alguma estratégia com as informações que ela já nos deu.

-Acho que devemos pensar em envolver a policia. – Inuyasha e Sesshoumaru ficaram em silencio considerando as opções.

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-Isso é muito bom, eu acredito nela, Jakotsu me disse que Bankotsu estava noivo não imaginei que fosse a mesma pessoa, mas juntando o que ele falou com o que você falou, tenho certeza que são a mesma pessoa. – Kagome disse entrelaçando os dedos com Inuyasha.

-As coisas vão começar a ficar mais complicadas. – Kagome sentiu o quanto Inuyasha estava tenso com aquilo. – Sesshoumaru acha que devemos pensar em envolver a polícia. – continuou apertando a mão dela de leve.

-Acho que ele tem razão, não a motivo para corremos tantos riscos sozinhos.

-Minha garota, vamos conseguir sair dessa.

-Tenho certeza que sim, mas que tal conversarmos sobre outras coisas?

-Tipo? – Kagome deu um sorriso malicioso.

-Estou com saudade. – ela sussurrou aproximando o rosto do dele, Inuyasha sorriu esperando a aproximação dela.

-Vão para um quarto. – Kagome olhou para Miroku que estava com Sango ao lado apoiando os pés sobre ele. – Estávamos conversando sobre um assunto importante. – resmungou fazendo Kouga e Ayame rir, estavam todos ali na sala dos irmãos Higurashi discutindo sobre os próximos passos.

-Pensei que já havíamos encerrado o assunto. – Kagome disse inocente.

-A ligação entre vocês os esta tornando mais insuportáveis que o normal. – Miroku disse tentando usar um tom reprovador.

-Como se o futuro papai não estivesse deixado todo mundo louco com sua sede por compras. – todos na sala riram realmente Miroku estava se tornando compulsivo quando tratava dos futuros membros da família.

-Temos que acabar com isso antes que os gêmeos nasçam. – retornou com os assuntos sérios.

-Nisso irmão estamos de completo acordo, meus sobrinhos não podem correr nenhum tipo de risco. – Kagome deu um rápido beijo em Inuyasha. – Kagura nos manterá informados sobre os planos que ela tiver conhecimento, Kikyou normalmente age sem falar com o marido, com as informações que temos devemos entrar em contato com a polícia, porém temos que encontrar alguém de extrema confiança, Naraku tem dinheiro o suficiente para subornar qualquer um. – era impressionante o quanto Kagome tinha a capacidade de mudar a postura.

-Também devemos planejar nossos próximos passos. – Sesshoumaru afirmou e todos concordaram, as coisas estavam caminhando para rumos mais agitados e nessa luta esperava-se que eles saíssem vencedores.

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Acabou mais um

Nós vemos em breve

Xau.