Gente a escritora doida estava com falta de inspiração para continuar a história (enquanto isso já conseguiu escrever 5 capítulos de uma fic nova, vai entender), mas aqui estamos novamente...
k-chan98: Inu e Kah são super fofos juntos, ainda mais quando o Inu decide ser super romântico, esse vidrinho com o liquido misterioso não vai dar certo, demorei mais do que pretendi, mas é sempre assim quando vai chegando o final da história, parece que a mente dá um branco, entretanto dei uma forçada e saiu alguma coisa, entendo perfeitamente o que quer dizer com acessar o FF todos os dias para ver se rolou atualizações, faço a mesma coisa. Espero que goste deste capítulo e até a próxima, que espero ser mais rápida ^^.
Agome chan: Que bom que gostou do pacto deles, escrevi e apaguei várias vezes tentando achar o equilíbrio, dopagem é um palavra muito bonita mesmo, não sei porque as pessoas não usam o tempo todo, tipo: "vou ali fazer uma dopagem" kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, Kagura aliada estranho, mas eu também trairia o Naraku ele é um bundão e a Kikyou é a senhora bundona, espero que eles se deem muito mal e vão porque eu decido o destino deles BUAHHAHAHAHAHAHHAAHH...
BOA LEITURA!
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Anteriormente:
-Também devemos planejar nossos próximos passos. – Sesshoumaru afirmou e todos concordaram, as coisas estavam caminhando para rumos mais agitados e nessa luta esperava-se que eles saíssem vencedores.
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-Qual é o seu problema? – Kagome ergueu os olhos para Inuyasha, ela estava pensativa demais, distante demais, o hanyou conhecia ela bem o suficiente para saber que alguma coisa não estava direito, além é claro da ligação entre eles, depois de um tempo apenas olhando para ele a humana voltou sua atenção para a janela.
-Só estava considerando a situação em que nos metemos, meus pais foram assassinados, fui separada do meu irmão e quando eu achei que não podia melhorar, a gente se conheceu e...
-Eu trouxe luz para sua vida. – ele interrompeu puxando ela para sentar no seu colo, recebeu um soco no braço, mas ela também não negou sua afirmação, ele conhecia aquela história completamente, os irmãos Higurashi foram os que mais sofreram na mão do Naraku, para falar a verdade à família dele não havia sofrido nada, mas agora ele tinha ela novamente em sua vida e não abriria mão dessa felicidade. – Você me tirou da solidão, meu pequeno raio de luz. – Inuyasha não queria que sua companheira ficasse com aquelas preocupações por mais tempo, era dever dele proteger e cuidar dela, porém seu maior desejo era mantê-la feliz.
-Você é uma mistura perfeita de arrogância e delicadeza. – Kagome resmungou aproveitando a atenção que ele estava dando para ela, esse mês havia sido carregado de tensão, Kouga conhecia um policial incorruptível e assim que entraram em contato com ele souberam que Naraku era suspeito de muitos outros crimes, mas era muito bom em cobrir seus rastros, haviam bolado um plano que estava andando a passos de tartaruga era difícil fazer Naraku pisar na bola, estava tudo tão tranquilo que estava se tornando assustador.
-Eu te amo e gostaria de passar o resto do dia aqui fazendo você esquecer qualquer pensamento negativo, mas tenho que ir trabalhar, mais tarde te busco no serviço e vamos direto para o meu apartamento e poderemos passar uma noite romântica e pervertida, o que acha? – o hanyou estava distribuindo beijos ao longo do pescoço, deixando difícil pensar sobre negar.
-Acho que se continuar assim alguém vai se atrasar para o trabalho. – Kagome sussurrou puxando-o para um beijo.
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-Esta mais avoado do que o normal, o que esta acontecendo? – Sesshoumaru despertou Inuyasha de seus devaneios.
-Estava pensando na conversa que tive com Kagome mais cedo, ela parecia bastante agitada. – Inuyasha desviou o olhar para a janela.
-Acho que todos nós estamos sobre bastante pressão, não é tão incomum que esteja mais agitada que o normal. – Sesshoumaru provavelmente estava certo, mas ainda assim, ele ainda achava que Kagome estava deixando de contar algo para ele, mas que motivo ela teria para esconder algo?
-Vou tentar parar de pensar nisso e me concentrar no trabalho, alguma novidade sobre as negociações? – iria deixar para lá por enquanto, entretanto pressionaria Kagome um pouco mais quando tivesse a oportunidade.
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-Você esta tão pálida! – Kagome olhou irritada para Jakotsu, eles estavam entrando de cabeça no desenvolvimento dos modelos de vestido de noiva, haviam feito uma pesquisa de mercado e este era bem receptivo e promissor, ela estava apostando na simplicidade e estava sendo detalhista, o relacionamento de Sango com o outro estava chegando a um nível insuportável, por isso Kagome havia liberado a futura cunhada para uma licença maternidade adiantada.
-Obrigada pelo elogio é sempre bom que alguém repare nessas coisas. – Kagome ironizou.
-Credo! Só comentei porque estou preocupado. – Jakotsu fingiu-se de ofendido, mas era obvia a questão de que ele entendia a situação atual de sua chefa e amiga, as coisas não estavam indo bem, todos estavam tensos, Kagome parecia ao ponto de desmaiar ou se desmanchar em lágrimas, ambas as coisas incomuns, afastando o material de trabalho da mão dela ele sentou-se ao seu lado oferecendo um ombro, em resposta ela riu levemente se aconchegando mais a ele, ficaram em um silencio confortável, não era preciso dizer nada, só relaxar.
-Você é um chato. – Kagome resmungou depois de um tempo.
-Eu também te amo chefinha, mas você estava precisando respirar um pouco, se não teríamos modelos horríveis para a próxima temporada. – ele brincou observando alguns rabiscos que ela havia feito, aparentemente Kagome tinha a habilidade de transformar até mesmo lixo em ouro, desde que viu o trabalho dela pela primeira vez ele sabia que seria um sucesso e Kagome nunca o decepcionava, muitos no ramo perdiam a criatividade, tornavam-se ultrapassados enquanto ela sempre se superava.
-O que acha? – Kagome perguntou quando reparou que ele estava observando seus desenhos.
-Que você é ridícula. – disse dando uma cotovelada nela antes de levantar e voltar ao trabalho, ainda pode ouvir Kagome rindo enquanto sumia no corredor.
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Sango olhava para os desenhos a sua frente, Kagome havia mandado ela para ficar em casa, mas ainda assim ela se mantinha trabalhando, recebendo os scanners dos desenhos já finalizados e analisando quais seriam o melhor tecido, qual cor seria mais apropriado e quais modelos se encaixariam melhor para a temporada atual, isso permitia que elas mantivessem algum estoque de modelos para qualquer necessidade, ou para lançar em um próxima coleção.
Enquanto observava os modelos de vestido de casamento, ela se via pensando no próprio, ao qual eles haviam concordado realizar somente depois que tudo estivesse acabado, mas aparentemente Naraku havia sentindo que eles estavam se mobilizando, Kagura dava noticias frequentes por meio de Bankotsu, da maneira mais discreta possível, para isso Jakotsu mantinha-se afastado da família para não levantar suspeita.
Miroku sempre ligava para ela ao longo do dia, perguntando como estava e como os bebês estavam se comportando, ela sabia que era um momento de relaxamento para ele em meio ao caos que as vidas deles haviam se transformado, mas ela não se arrependia de nada, faria as mesmas escolhas, seguiria os mesmos caminhos, Kagome era sua irmã e Miroku seu grande amor e em breve eles seriam uma família e a aumentariam, alisou a barriga aparente.
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-Algum problema Kagura? – Naraku resmungou olhando a pensativa e distraída irmã, esta acordou de seus devaneios voltando sua atenção para ele.
-Quando você conseguir tudo, quando você conseguir destruir suas duas concorrentes, você vai me deixar ser livre? – Kagura manteve os olhos no irmão, ela lembrava perfeitamente do tempo em que eles cresciam, de quando Kanna, a irmã mais nova, morreu, já naquela época o irmão mais velho parecia não sentir nada, enquanto ela chorou todos os dias durantes meses, ela lembrava que sempre que via isso ele a chamava de fraca.
-Você é livre para ir e vir, somos família, só temos um ao outro. – Naraku não suportava aquela conversa sobre liberdade que Kagura tanto insistia em ter com ele, deixar a irmã "livre" significava uma pessoa a menos quando precisasse por seus planos em pratica, ele não gostava de fazer nada pessoalmente, sempre era perigoso.
-Família? Só quando é conveniente para você, mas eu vou ficar ao seu lado, já que minha ideia de família é diferente. – Kagura disse com falso humor na voz.
-Oi querido, olá cunhadinha. – Kikyou chegou toda animada, com várias sacolas de compras.
-Oi Kikyou, pelo visto seu plano de levar meu irmão à falência continua de vento e polpa. – Kagura destilou de veneno, Naraku só olhou sem expressão para a esposa, de tantas mulheres no mundo ele escolheu a com a maior compulsão por compras possível, ao menos esperava que ela tivesse planejando alguma coisa, Naraku estava avaliando suas opções verificando qual poderia ser seu próximo passo, Kikyou tinha seus próprios planos, mas ele não interferia já que ajudaria de alguma maneira em seus objetivos.
-Nós ainda temos muito dinheiro e logo teremos além do que podemos gastar. – Kikyou respondeu sem se abalar com o comentário da outra.
-Com nós você quer dizer, eu e meu irmão, já que não passa de uma parasita. – Kagura continuou a provocação já que ele tinha uma parte nos negócios, Naraku estava satisfeito com a situação, por um momento ele achou que a irmã esta diferente, mas provavelmente era por causa do distanciamento que ele tinha causado entre ela e o tal noivo que ele não aceitava, entretanto observando as duas discutir era como se tudo estivesse normal, então simplesmente virou as costas e deixou as duas lá, elas não iriam se matar mesmo, ao menos esperava que não.
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Sem que percebesse Kagome adormeceu sobre os desenhos, ela e Inuyasha estavam vivendo o inicio do relacionamento e o inicio de um casamento, era normal que ainda fossem tão ativos, mas aparentemente juntando isso ao fato da situação estressante que estavam passando recentemente, talvez fosse muita coisa para uma simples humana aguentar sem que sem corpo começasse a reclamar.
-Oi dorminhoca. – acordou com o toque suave de Inuyasha em seu braço, ele estava sorrindo, mas ela o conhecia bem o suficiente para saber que ele estava preocupado, Kagome aparentemente estava preocupando todo mundo a sua volta, não que ela achasse que estava com algum problema de saúde, estava só cansada. – Como você esta se sentindo? – perguntou ajudando-a a levantar.
-Acho que estou precisando dormir um pouco. – disse bem humorada se recostando nele.
-A gente pode resolver isso. – ele disse beijando-a levemente nos lábios, foi o que precisou para que já sentisse um formigamento. – Eu vou levar você para jantar e depois vamos para o meu apartamento, onde eu vou fazer você ficar bem relaxada. – Kagome riu contra seu peito, era ideia que ela tinha inicialmente, mas era tão complicado ficar perto dele e não pensar em coisas pervertidas. – Claro que se continuar com esses pensamentos eu não vou poder ser um bom companheiro e vamos correr o risco de dar um show aos seus funcionários, poderíamos acabar no youtube. – ele disse malicioso.
-Ou poderíamos simplesmente trancar a porta. – Kagome sugeriu divertida, olhando os brilhantes olhos dourados.
-Não me provoque mocinha. – eles riram enquanto Inuyasha a puxava para fora do escritório.
-Oi gatão. – eles pararam quando encontraram Jakotsu, Kagome riu enquanto Inuyasha revirava os olhos, ele não era muito fã da maneira que o outro o chamava. – Veio resgatar a donzela em perigo da torre da solidão? – ele brincou não se importando com o olhar direcionado a ele pelo hanyou.
-Claro! É o que os príncipes encantados fazem. – Inuyasha disse entrando na brincadeira do outro, puxou Kagome mais para si e se despediu saindo de lá.
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O jantar foi maravilhoso, eles conversaram sobre banalidades, Inuyasha ainda mantinha aquela sensação de preocupação, mas tentava manter bem tranquilo, Kagome estava mais pálida que o normal e apesar de ter um grande apetite ela comeu muito pouco do jantar, isso somando ao fato de que o comportamento sempre se repetia nas outras refeições, ela comia um pouco e depois ficava brincando com a comida.
-Hora de ir para casa. – Inuyasha disse depois que pagou a conta, casa, o apartamento era grande, mas quando fossem iniciar uma família ele gostaria de um ambiente similar a casa dos pais, ou então a casa que Kagome e Miroku mantinham, mas obviamente Sango e Miroku ficariam na casa, apesar de grande não se comparava a mansão que os irmãos mantinham nos Estados Unidos, talvez quando o momento chegasse os melhor seria se mudarem para a casa na praia, provavelmente Kagome não iria gostar, nem ele gostava, era longe demais e muita contra mão para ambos os trabalhos.
-No que esta pensando? Esta longe daqui. – Kagome falou chamando sua atenção, seus pensamentos realmente foram longe, nunca pensou que ele planejaria constituir família, mas com a humana ao seu lado era tão fácil.
-Em algumas coisas da empresa. – mentiu, não era hora para falar sobre aquilo.
-Sei... – ela estava olhando de lado para ele, Kagome o conhecia bem demais para acreditar no que ele estava falando agora, o resto da viagem foi silenciosa, mas não desconfortável, passaram pela portaria, o porteiro era bem discreto e gostava dos dois, principalmente de Kagome que sempre era simpática demais e sempre trazia coisas para os filhos dele, por isso confiavam em sua total discrição sobre o relacionamento que mantinham.
-Senhor Inuyasha, uma mulher trouxe esse pacote para lhe entregar quando chegasse. – ele disse assim que viu os dois.
-Sabe quem trouxe? – Inuyasha perguntou pegando o pacote desconfiado.
-Não, era uma senhora bem velhinha, disse que estava com presa e por isso não tive como pedir sua identificação.
-Obrigada. – o hanyou respondeu educado, Kagome sorriu para ele antes de ser puxada para continuarem seu caminho até o elevador.
-Alguém esta ganhando presente de velhinhas agora. – Kagome disse brincalhona.
-Aparentemente é algo doce. – disse observando os olhinhos dela brilharem observando o pacote pequeno, provavelmente era uma porção única. – Eu vou deixar você comer enquanto eu tomo um banho e depois a gente se encontra no quarto, o que acha? – perguntou enquanto saiam do elevador.
-Acho que tenho o melhor companheiro do mundo. – Kagome disse pegando o pacote da mão dele, entraram no apartamento e ela foi para o balcão abrindo e encontrando um pedaço de torta holandesa, o hanyou observou enquanto ela praticamente babava em cima do doce.
-Se continuar olhando para o doce assim vou começar a ficar com ciúmes. – brincou dando um beijo na testa dela.
-Tem um bilhete aqui "espero que aprecie essa sobremesa, você é um ótimo garoto" – Kagome riu enquanto lia. – Ela disse que você é um bom garoto. – riu ainda mais sabendo que ele não gostava da referencia.
-Feh! – foi tudo o que ele disse antes de sumir no corredor.
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-Você reparou o quanto Kagome estava pálida da última vez que a vimos? – Rin perguntou enquanto estavam na sala dela assistindo um filme, largados no sofá.
-Acho que todo mundo já reparou, Inuyasha estava todo preocupado hoje no trabalho. – Sesshoumaru concordou, mas os irmãos Higurashi estavam passando por algo que os pais passaram anos atrás, provavelmente a compreensão disso, do medo que eles passaram ao viver com as ameaças de Naraku, o medo de perder seus bens mais preciosos, muitos pensam que o dinheiro é o mais importante, mas os pais Higurashi morreram pelo bem maior de seus filhos, eles sabiam que iam morrer e fizeram o possível para que eles tivessem alguma chance. Agora eles estavam passando por uma situação similar, todos tinham muito a perder, amor, amizade, família, suas próprias vidas.
Sesshoumaru amava odiar o irmão, eles sempre teriam esse relacionamento, era o que irmãos faziam e agora havia Rin, haviam demorado muito tempo para que finalmente ficassem juntos e agora ele tinha tudo isso, coisas que passou anos acreditando que não tinha necessidade, mas que agora não sabia mais como viver sem, começou quando Izayoi entrou em sua vida, todo aquele amor e carinho, então Inuyasha nasceu e então trouxe Kagome para a vida deles, agora tudo parecia completo, somente Naraku estava impedindo que vivesse toda a felicidade que podiam.
-Vamos todos ficar bem. – ele sussurrou puxando-a mais para si.
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Inuyasha tinha acabado de sair do banho quando sentiu que algo estava errado, em seguida viu Kagome passar como um vulto por ele em direção ao banheiro e se ajoelhar na frente do vaso sanitário colocando as tripas para fora, ele foi para junto dela segurando seu cabelo e alisando suas costas até que ela acabasse.
-Inu. – a voz dela não passou de um sussurro, ela estava arfando e suando frio o corpo mole. – Tem alguma coisa errada. – resmungou antes de desmaiar, Inuyasha a impediu de bater a cabeça no vaso ergueu-a no colo e a depositou na cama só para poder vestir alguma coisa, em seguida a pegou de volta seguindo rapidamente para o carro, enquanto dirigia ligou para Sesshoumaru e Miroku avisando para qual hospital estava se deslocando.
-Aguente firme, a gente esta quase chegando. – sussurrou pegando a mão dela, não houve nenhuma reação.
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-O que aconteceu? – Miroku chegou junto com Sango no hospital, estava completamente angustiado, ele não podia perder a irmã.
-Não sei ainda, os médicos estão cuidando dela. – Inuyasha resmungou, as orelhas baixas e os olhos sem brilho deixaram o humano muito mais preocupado do que já estava.
-É grave? – Sango perguntou quando Miroku jogou-se contra a cadeira, cabisbaixo.
-Ela vomitou, depois disse que algo estava errado e então desmaiou, a trouxe o mais rápido possível para cá, os médicos ficaram preocupados com a temperatura e sumiram com ela lá para dentro, não sei como aconteceu, em um momento tudo estava bem e em seguida ela... ela... – ele parou de falar, podia sentir que ela estava correndo risco, Kagome poderia morrer.
-Aconteceu alguma coisa fora do normal? – Sango fez outra pergunta já que Miroku parecia ter entrado em estado de choque.
-Ela parecia mais cansada esses dias, pálida, mas não reclamou de nada além de que precisava descansar um pouco, nós fomos jantar e depois fomos direto para o apartamento, eu fui tomar banho e quando sai ela invadiu o banheiro passando mal, não aconteceu nada f... – ele parou de repente chamando a atenção dos outros dois.
-O que? – Sango perguntou tentando entender.
-Preciso ligar para o Sesshoumaru. – disse simplesmente pegando o celular, Sango e Miroku se olharam enquanto ele fazia a ligação estranhando o que o outro pedia para o mais velho.
-Acha mesmo que é a hora de pedir uma sobremesa? – Miroku perguntou incrédulo e irritado.
-Não estou pedindo uma sobremesa, você perguntou o que havia acontecido de estranho, essa foi a única coisa estranha, eu ganhei um pedaço de torta, mas não era de alguém conhecido, pois já mostrei para o porteiro as fotos de Naraku, Kikyou e Kagura, essa semana eu ajudei uma senhora e achei que era uma forma de agradecimento, aparentemente era uma armadilha. – ele disse passando a mão pelos cabelos era para ele, ele deveria ser envenenado e não ela, mas talvez ele estivesse enganado.
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Já havia passado quase uma hora, Sesshoumaru havia chegado junto com Rin e entregaram o pedaço da torta para o doutor que disse que iria fazer os testes, tudo estava silencioso agora, cada um pensando em qualquer outra coisa.
-Quem é o responsável por Kagome Higurashi? – médico perguntou olhando para a prancheta, quando ergueu os olhos cinco pessoas em pé próximo a ele.
-Ela esta bem?
-Por que demorou tanto? – começaram a bombardear o médico com várias perguntas avançando na direção dele que recuou um pouco perplexo com o nervosismo e agitação dos cinco.
-Se vocês ficarem quietos eu posso falar com ela esta. – ele disse um pouco alto para sua voz sobressair-se aos outros, respirou aliviado quando todos ficaram calados. – Ela esta bem, não esta mais em risco de vida, encontramos em seu organismo altas doses de uma droga conhecida como boa noite cinderela, avaliando a torta descobrimos que o composto estava presente em uma dose muito alta para uma humana. – todos ficaram espantados com a informação, obviamente a alta dose indicava que o boa noite cinderela era para Inuyasha. – Por sorte ela enjoou e vomitou. – ele disse tranquilamente. – Resumindo conseguimos salvar ambos.
-Ambos? – as orelhas de Inuyasha mexeram confuso, talvez tivesse ouvido errado. – O que você quis dizer com ambos? – perguntou para confirmar.
-É, ambos, a senhorita Kagome e o bebê. – o médico disse olhando estranho para o grupo paralisado. – A julgar pela expressão de vocês ninguém sabia disso é muito provável que nem a senhorita Kagome saiba já que a gravidez esta bem no inicio, mas só vou poder confirmar isso quando ela acordar. – dizendo isso ele virou as costas e foi embora.
-Bebê... – Inuyasha sussurrou perplexo.
-Eu vou ser tio. – Miroku disse animado.
-Eu também. – Sesshoumaru estava feliz, mas entendia porque o irmão parecia a ponto de entrar em colapso, eles estavam em uma situação de grande perigo e Kagome agora havia se tornado um alvo maior, um herdeiro das duas empresas estava a caminho. – Vamos cuidar para que as informações médicas sejam alteradas, teremos que esconder essa informação o máximo possível. – todos concordaram. – Inuyasha vá ficar com a sua companheira. – ele concordou vagamente e seguiu para onde o médico havia ido.
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Kagome acordou ouvindo aquele barulho irritante, obviamente estava em um hospital, lembrava-se vagamente de estar saboreando a torta quando havia comido mais da metade começou a sentir um enjoo, havia uma semana que estava sentindo isso, mas em nenhum momento tinha vomitado, lembra que correu para o banheiro e desmaiou.
-Como você esta se sentindo? – Kagome olhou para Inuyasha ao seu lado, ele estava sério.
-Dopada. – sussurrou. – Eu vou morrer? – ela perguntou preocupada devido à expressão do companheiro.
-Não, esta tudo bem agora.
-Então qual é o problema? – ele estava tão estranho.
-Você esta grávida. – ele disse curto e grosso, primeiro Kagome ficou surpresa, colocou a mão sobre a sua barriga ela estava grávida, teria um filho, seu coração se encheu de felicidade, ela e Inuyasha teriam um filho, então ela olhou para o hanyou e ele mantinha a mesma cara séria e foi como um balde de água fria em sua felicidade, ele havia dito que sua gravidez era um problema. – Você não sabia não é? – ela negou levemente ainda acariciando o ventre liso, deprimida, era para ser um momento de grande felicidade.
-Você não esta feliz. – não foi uma pergunta, Inuyasha olhou surpreso, sua companheira estava a beira das lágrimas e o único culpado era ele, havia acompanhado as ondas de emoções, ela estava feliz sobre a gravidez, mas ele estragou tudo.
-Meu anjo, eu sinto muito se passei outra impressão, estou feliz, nada me faria mais feliz, mas agora você esta em um perigo ainda maior e eu quase te perdi hoje, quase perdi vocês dois. – Inuyasha se aproximou e a puxou para um beijo apaixonado, ela correspondeu puxando-o para mais perto. – Logo voltaremos para casa, mas iremos direto para a casa na praia, você e Sango ficaram lá, enquanto estamos falando aqui seu irmão e ela estão cuidado da transferência das coisas necessárias para lá, inventamos que vocês vão fazer uma viagem de negócios para não levantar suspeita sobre o sumiço, infelizmente vamos ficar separados, seria suspeito não seguir minha rotina, assim como Miroku. – Kagome concordou com o que ele dizia, mas não ficou nem um pouco feliz, ela ficaria isolada de tudo o que acontecia e ficaria longe de Inuyasha. – Não fica assim, tenta entender que assim é melhor.
-Eu entendo, mas não gosto. – disse faltando fazer biquinho, ele riu acariciando seu rosto. – O que aconteceu comigo? – Inuyasha suspirou antes de começar a contar tudo para ela, Kagome ficou horrorizada por um momento até que seu semblante escureceu. – Kikyou queria dopar você, aposto que ela apareceu lá no prédio. – finalizou completamente emburrada.
-Foi o que todo mundo pensou.
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-Que casa mais bonita! – Kagome disse assim que entrou no lugar, era bem espaçosa, clara e muito confortável, além da varanda que dava acesso direto para o mar. – Tenho que concordar que se naquele primeiro encontro tivesse me trago para cá eu ficaria imensamente impressionada. – Inuyasha riu puxando-a para si, Miroku e Sango já estava ali, acomodados e ocupados com outras coisas agora. – Onde você esta me levando? – Kagome perguntou quando o hanyou a ergueu caminhando para a varanda.
-Para a praia, você não tem minha audição sensível. – ele disse emburrado, Kagome riu entendendo o que ele estava querendo dizer.
-Eu sempre quis fazer sexo na praia. – Kagome sussurrou começando a distribuir beijos ao longo do pescoço dele.
-Káh, você acabou de sair do hospital. – Inuyasha resmungou apertando-a mais para si.
-Mas eu estou bem agora. – disse manhosa encontrando uma passagem para as mãos por baixo da camisa encontrando a pele quente e arranhando levemente, Inuyasha resmungou alguma coisa antes de caminhar para mais longe da casa encontrando privacidade para que pudesse realizar uma fantasia deles.
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-O que foi Kikyou? – Naraku perguntou para a emburrada esposa.
-Usei aquele frasco que você me deu e não me rendeu nada. – ela respondeu irritada.
-Não se preocupe, logo teremos tudo o que quisermos. – Naraku não se importava realmente com como Kikyou estava se sentindo ou o que ela realmente queria, não passava de mais uma peça, um pião descartável e sem maior utilidade, logo ele seria viúvo e teria tudo o que queria para desfrutar da maneira que quisesse.
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OIIIIIEEEE POVOOOOO!
VOLTEIIIIIII... PODIA ESTAR ESTUDANDO PARA AS PROVAS, MAS AO INVÉS ESTOU AQUI FAZENDO UM AGRADO ;)
ATÉ A PRÓXIMA!
