Oieeeeee! X)

Bom, aqui estou com mais um capítulo! Porém primeiro, quero chamar a atenção ao fato de que se você não tiver lido o Relíquias da Morte provavelmente não entenderá direito o que acontece.

Em segundo, vou responder as reviews:

:

Fico feliz que esteja gostando do rumo da fic =D E como você pediu, vim aqui deixar o próximo capítulo. Espero que goste e que continue comentando.

Alice D. Lupin:

Oie, amoré! Que bom que você está gostando. *sai correndo para não ser acertada pela faca* ahshuhuahushuahus' Bom, aqui vai o próximo capítulo. Espero não ter demorado muito para postar. Ah, como notei que você gosta do Remus, uma pergunta, o que você acha do casal Remus xTonks?

Marta Swan-Potter:

Bom, vou matar a sua curiosidade. Sim, o Snape odeio o James, e o James, bem, melhor nem falar, né? Mas tem algo que estamos esquecendo! Espero que goste desse capítulo!

Lilah:

Wow! Que bom que você está realmente gostando da fic. Qualquer comentário, idéia, ou critica que você queira, e só mandar. Vou amar ler! Bjos.

Carolzynha_LF:

Sério que você gostou do capítulo? YEES! Bom, aqui está o próximo, espero que goste desse também =P

Beijos á todos os leitores, e um obrigada especial á todos aqueles que me add como escritora favorita, ou que adicionaram a minha história nas favoritas, ou nas para receber alerta. Isso me deixou muito feliz *---*

Severo Snape, o comensal inocente.

-Depois de tudo, isso era o mais esperado, Lily! – Severo Snape cruzava a porta imponente, mas assim que o fez, várias varinhas se ergueram em sua direção.

-Saia daqui, Snape! – Protestou Minerva irritada.

-Se der mais um passo eu te azaro, Seboso! – rosnou Sirius.

-Tente! – disse Snape guardando uma poção e sacando a varinha.

-Levi

Antes que seu pai sacasse a varinha, Harry correu e mesmo fraco se pos na frente de Snape.

-Por Favor... Não o machuquem...

-Harry, ele assassinou Dumbledore! – disse Remus.

-Não... Por Favor... Eu prometo explicar... Mas não façam nada – Harry arfava e Snape preocupado tentava evitar que o garoto caísse.

-Se continuar assim, Potter, vai acabar desmaiando! – recriminou Snape.

-Eu não ligo... Escutem... Se Snape matou Dumbledore... Porque ele não está atacando Snape... Acreditem... Ele é inocente... Por Favor... Depois eu explico... Prometo...

Todos abaixaram a varinha ao constatar que Dumbledore apenas sorria, e Harry desabou, por sorte Snape o pegou e carregou de volta para poltrona:

-Você pode não ligar... Mas se algo acontecer com você, sua mãe e seu pai me matam! – reclamou Snape dando uma poção – Vai se sentir melhor...

Harry bebeu e o efeito foi imediato.

-Espero que esteja melhor... Esta poção não é uma das mais fáceis! – explicou – E antes que fale algo já encontrei as Srtas. Granger, Lovegood, Weasley, e os Srs. Weasley e Longbottom, eles já tomaram a poção.

-Obrigado! – disse Harry grato ao mestre, desde que virá aquelas imagens sua visão sobre seu professor mudará, antes o odiara, agora o mestre virará um de seus heróis.

-Não precisa agradecer, só evite se meter em confusões!

-Olha como fala com o meu filho, Seboso! – retorquiu James.

-Não faz mal, pai! Não precisa se preocupar, professor! – disse Harry pondo-se em pé sob o olhar atento de todos.

-É lógico que preciso! – disse James.

-Ele não me faria mal! – explicou Harry.

-Filho, ele me odeia, e vive xingando a sua mãe, não duvido nada faça algo contra você!

Harry riu e em seguida disse:

-Que ele te odeia ninguém pode negar... Mas quanto a minha mãe... Acredito que quando ele falava isso era só para irritá-lo... Imagino que o professor acreditou que como sua melhor amiga, minha mãe saberia que ele tem um dos pais mágico e outro trouxa, e que, portanto o xingamento nada afeta.

Todos ali se espantaram com exceção de Dumbledore, Minerva e Snape.

-Isso é verdade, Sev?

-Alguma vez já menti para você, Lílian? – Lílian riu e abraçou o antigo amigo, e depois em um tom empolgado disse:

-Mal espero para contar isso a Alice, mas primeiro, Harry para cama!

-Mas eu...

-Nada de mais... Seja lá o que for pode esperar! – Harry riu era tão bom ter uma mãe e um pai, e assim deitou-se em uma rede ali perto.

-Deixe o menino, Lílian, a poção que eu lhe dei vai mantê-lo acordado por um bom tempo! – bufou Snape.

-Mas...

-O seboso tá certo, Lílian, e de qualquer maneira, Harry deve estar doido para rever a armada! – comentou Sirius rindo.

-Só se eles vierem até aqui, não quero Harry fora da minha vista! – disse e Harry saltou da cama beijando a mulher e brandido em seguida:

-Expecto Patrono! – Um lindo cervo irrompeu da varinha de Harry e saiu a galopar pelos corredores agora vazios de Hogwarts.

-Um cervo? – perguntou James incrédulo.

-Ele se parece mais com você do que imagina Prongs! – Alertou Remus.

-Joga quadriball? – perguntou James.

-Jogo! – riu Harry querendo ver se o seu pai adivinharia sua posição.

-Goleiro?

–Não

– Batedor?

-Não...

-Atacante?

-Não...

-Então o que você é? – perguntou James desanimado por não ter acertado.

-Assim me decepciona, James – disse Minerva – Logo esta posição?

-VOCÊ É APANHADOR? – Gritou James e Harry riu confirmando e seu pai o abraçou;

-Este é o meu menino!

E naquele momento Harry ouviu um barulho na janela, saiu do colo de seu pai e com a varinha em mão abriu a janela e ficou de olho.

Foi neste momento que o rosto de Colin apareceu.

-Harry, aumente esta janela, antes que todos aqui congelem!

Harry relaxou e guardando a varinha acrescentou uma varanda ali, onde todos pousaram dos trestalios e em seguida estes voavam para a floresta.

-Harry, você foi incrível! – Disse Colin – Cara, como se não bastasse ter derrotado Voldemort, ainda fez este milagre.

-Como sabem que fui eu?

-Harry, não precisa ser modesto, ninguém aqui é burro, você, Neville, Luna, Hermione, Gina e Rony somem e no minuto seguinte todos que morreram aparecem vivos! É só somar um mais um, não? – Gozou Cho.

-Mas...

-A Srta. Chang está certa, Potter! – avisou Snape, e naquele momento todas as varinhas elevaram-se.

-Harry, o que ele está fazendo aqui? – Rosnou Simas.

-Abaixem a varinha! – Pediu Harry.

-ABAIXAR AS VARINHAS? – Berrou Dino – Harry nós estamos falando do ASSASSINO DE DUMBLEDORE! E ainda mais ele transformou Hogwarts em um inferno ano passado!

Harry botou-se na frente de Snape como um escudo.

-Se quiserem atacá-lo vão ter que me matar primeiro.

-Não será preciso tanto! – disse Ernie.

-Levicorpus! – Berrou Lilá e Harry foi pendurado pela ponta do pé e retirado da frente.

-Você nos treinou bem demais! – lembrou-se Padma.

Harry ia sacar a varinha quando Parvati disse:

-Accio Varinha de Harry Potter!

A varinha de Harry voou até a mão de Parvati, e naquele momento a armada sorriu maliciosa quando a porta se abriu.

-Expelliarmus! – a varinha de Lilá voou longe, com a azaração de Harry e este caiu no chão.

-Posso saber o que está acontecendo aqui? – Pediu Neville irritado.

-O Harry mandou-nos não atacar Snape! – retrucou Anna certa de que eles lhe dariam razão.

-E porque não o fizeram? – questionou Luna.

-Por que...

-Snape é inocente, escutaram? Harry os chamou aqui para conversamos, comemorarmos e descansarmos, detalhes sobre guerra, inocência e culpa podemos discutir amanhã na reunião da Armada! – Impôs Hermione.

Todos guardaram a varinha ao mesmo tempo em que Fred e Jorge que chegavam soltaram uma de suas piadinhas.

-ihhh, melhor obedeceram!

-Não quero nem ver o que a Minerva Jr., é capaz de fazer se ela se irritar!

Todos caíram na risada, e foi quando Neville começou a modificar a sala, ela começou a rodopiar rapidamente e quando parou, estava bem diferente.

Harry reconheceu aquela sala, era onde a armada tinha se mantido escondida, olhou Neville, ele realmente era um gênio em lidar com aquela sala.