Yeah! Último capítulo de hoje!
Aqui vamos ter uma pequena ceninha da Harry x Gina. Algo pequeno e rápido. Porém sejam pacientes. E tentem reparar nos detalhes, oks?
Beijos e Comentem bastante!
=***
Perguntas e Esclarecimentos.
Harry e Hermione acordaram cedo naquele dia assim como os demais moradores daquela casa.
-Dobby! – Chamou Harry calmamente.
-Sim, me - Harry! – disse Dobby ao se lembrar que no dia anterior Harry pediu que ele não o chamasse mais de mestre.
-Pode servir um lanche grande em uma das salas de reunião!
O elfo acenou satisfeito e sumiu, Harry olhou para Hermione:
-Vamos contar tudo á eles? – perguntou Hermione.
-Acho que eles merecem saber, afinal ano passado nos seguiram mesmo sequer sabendo o que estávamos pedindo! – lembrou Harry.
Foi quando a campainha tocou, Harry foi abrir e Neville apareceu ambos se cumprimentaram.
-Espero que esteja pronto para hoje, Harry! Você ainda nos deve umas justificativas! – cobrou Neville e foi então que Harry viu um casal que ele já havia visto antes, mas em uma cama do .
-MÃE! – Gritou Harry e Lílian veio correndo mais e assim que Alice as viu ambas se abraçaram. James, Sirius, Remus logo o fizeram também e cumprimentaram Frank.
-Seu filho já te contou tudo que aprontou esses anos? – perguntou Alice incrédula – Eu quase tive um ataque quando Neville me contou.
-Eu que o diga... – disse Lílian. – Não sei como não o matei...
-Ah, mas esse ano... – sorriu Alice e Lílian retribuiu.
-Eles que se atrevam a receber uma única detenção!
-Acho que estamos ferrados – murmurou Neville para Harry e Hermione riu suavemente. Não tardou para que Luna chegasse acompanhada dos pais.
-LILY! LICE! – Berrou uma mulher alta, de olhos azuis e cabelos loiros.
-LIH! – Berraram as outras duas e se abraçaram.
-Ora, ora, se não é Lindsey Lovegood – provocou Sirius – A primeira marota da história!
-Padfoot! Moony! Prongs! Frank! – disse ela cumprimentando os quatro homens.
-Vamos sentar! – convidou Lilian apontando para a sala onde todos se acomodaram.
Depois que todos estavam acomodados, Lindsey começou a falar:
-Creio que vocês todos já saibam pelo que nossos filhos passaram?
-Infelizmente. – respondeu James fazendo com que Lindsey lhe dispensasse um pequeno sorriso.
-Concordo com você James. – continuou a loira – Mas não posso dizer que não esteja com orgulho deles, puxaram aos pais.
-Isso não há quem possa negar – riu Sirius olhando para os mais jovens ali – Neville foi brilhante ao enfrentar Voldemort daquele modo. Eu já o fiz, mas nunca sozinho assim, Remus e James sempre estavam comigo.
-Eu não fiz aquilo pensando – confessou Neville corado pelo elogio. – Eu só lembrei que Harry disse que nagini tinha que cair e não vi hora melhor. E também a armada não me deixou na mão;
-Claro que não deixou! – riu Luna – Afinal a Armada é uma segunda família, não é, Harry?
-Claro que sim, Luna. – riu Harry lembrando-se de quando eles convenceram Harry a levá-los no ministério. – Mas eu nunca agradeci por ter me salvado dos dementadores.
-Oh, aquilo. Não foi nada. – riu Luna – Na verdade, foi bem similar ao que era nas aulas armada.
Harry e Hermione se entreolharam duvidando bem disso, eles sabiam que não era nada similar, mas não discutiram com a loira que prosseguiu:
-E professor Lupin, eu nunca lhe agradeci também. – a menina, no entanto deixou seu sorriso morrer brevemente enquanto falava.
-Não foi nada. – assegurou Remus sério.
-Claro que foi! – exaltou-se a loira quase brava com o antigo professor.
-O que houve? – o confuso agora era James.
-Eu estava duelando com um comensal... – começou a narrar Luna – e por mais que eu quisesse eu não conseguia vencê-lo. Eu tive medo.
-Dolovh. – respondeu Remus ao olhar inquisitor dos demais. – Eu estava perto de Luna.
-Foi quando, oh, quando ele lançou a maldição imperdoável. Eu simplesmente parei. Pensei que então veria a minha mãe, mas eu só consegui ver o professor Lupin caído e logo depois, Tonks, não? – perguntou Luna para a auror de cabelos rosas – ela começou a duelar com dolovh. Eu ainda estava paralisada de medo, acho.
Uma breve foi pausa, onde a loira respirou fortemente antes de continuar:
-Nunca vi uma auror duelando. Mas ela era brilhante. No entanto, uma maldição da morte, acredito que perdida, pois não vi quem lançou a atingiu. Dolovh me viu, e venho na minha direção, eu, eu quis gritar por ajuda, mas só conseguia ver o corpo do professor e da auror, e no momento seguinte eu chamei pela maldição da morte.
Eles viram Luna parar de narrar, parecendo cansada, Neville puxou a loira para um abraço que ela prontamente aceitou.
-Vocês não deviam saber como é a sensação de lançar uma imperdoável, não deveriam – condenou Alice olhando para eles atordoada.
-Não tínhamos escolhas. – explicou Harry – Eu tentei... Eu tentei usar feitiços simples, como expelliarmus, estupefaça, mas...
-Eu sei disso, Harry – cortou Remus olhando para Harry, e eles se lembraram dos sete potters, - Mas não havia, mas opção. Vocês – disse Remus virando-se agora para seus amigos de Hogwarts – Tem que entender, que eles não tinha mais opções validas. Os comensais não os perdoavam por serem crianças. Eles pretendiam matar. E vocês sabem tão bem quanto eu, que não se defende de um crucius, ou um avada kevadra com expelliarmus e estupefaças.
-Sim, nós sabemos disso, Remmie. – concordou Lindsey – Mas, ainda é tudo tão... novo?
-Sim, é. – concordou Remus – Mas tente entender isso. A vida deles em Hogwarts não foi nem de perto igual á nossa!
E todos tiveram que concordar, quando eles ouviram o som de vassouras pousando nos terrenos.
-A armada chegou. – riu Neville quando ouviram tocar a campainha.
-HARRY? – gritaram da porta, e Harry reconheceu a voz de Olívio Wood.
-Eu atendo. – disse Remus levantando-se e indo até a porta enquanto Harry e os demais foram mais atrás.
-PROFESSOR!
-Também é bom revê-los! – disse Remus rindo e os guiando até a sala de reuniões e em seguida fechando a porta.
-Nem acredito que apesar de serem tão jovens, já passaram por tantas coisas...
-Acho que na idade deles eu não tinha passado por nem um quarto disso! – lembrou-se Alice.
-Os tempos mudaram – disse Frank – Mas e aí, o que pensam em fazer agora?
-Eu vou voltar ao meu posto de Inominável... Agora com Quim no poder, o ministério parece estável... – comentou Lindsey – E você Lice, Lily, terei minhas companheiras de volta?
-Pode apostar! – disse Alice animada.
-Eu voltarei ao cargo de auror... Soube que Alastor vai assumir a seção... – explicou Frank.
-Vai sim, Quim se pronunciou oficialmente sobre isso ontem... –disse Tonks.
-Mas e vocês, quatro, hein? – perguntou Lindsey encarando os marotos e Lílian.
-Bem... – Lílian olhou para James, Sirius e Remus duvidosa.
Enquanto a armada entrava na sala da reunião, Harry aproveitou para pegar na mão de Gina que o olhou curiosa, o moreno sorriu, aproximando-se dela e murmurou:
-Sobre o que eu disse no enterro de Dumbledore... Esqueça, oks? No momento, eu quero você ao meu lado.
Gina olhou para o moreno surpresa quando ele lhe beijou no canto da boca enquanto os demais sentavam-se, e largou levemente a sua mão sentando-se entre Rony e Hermione. Observando todos se sentarem, e ainda meia zonza, sentou-se entre Hermione e Luna. Mas o que tinha dado em Harry, ela se perguntava. Harry riu das feições confusas de Gina e por um momento teve pena da menina. Mas ele a fez sofrer demais, e agora estava disposto a recompensá-la por cada minuto. Voltando-se a armada suspirou fundo e notou que sem muitas dificuldades conseguiu impor o silêncio sem muita dificuldade.
-E aí, o que querem saber primeiro?
Uma grande pausa foi feita, e Neville foi o primeiro a se pronunciar:
-Porque o seu interesse na tiara da Corvinal?
-Vou-lhes contar, pois confio em você, mas isso não deverá sair daqui! – E dito isso, Harry começou a explicar para todos ali um pouco sobre as Horcruxes, e sobre todo o seu significado enquanto alguns comiam alguma coisa.
-Quer dizer que eu entrei em contato com uma delas? – perguntou Gina e Harry lhe olhou fortemente antes de confirmar, pegando rapidamente a mão dela em forma de consolo. Hermione sorriu. Rony olhou confuso para os dois. Gina desistiu de entender Harry. E Harry sorria abertamente.
-E você, Harry, era uma delas? – perguntou Terêncio.
-Sim, daí veio o meu dom de falar com cobras... – comunicou Harry.
-Harry. – todos na mesa olharam para Parvati que parecia indecisa entre falar ou não, por fim, ela decidiu dar voz a pergunta de muitos – É verdade que só você poderia matar Voldemort?
Um silêncio caiu sobre a sala, e Harry concordou primariamente porém se explicou:
-Ao menos acredito que sim. Todos devem se lembrar da profecia que diria que eu seria o suposto escolhido? – perguntou Harry ao que todos concordaram – Bom, sendo sincero com vocês, a profecia realmente quebrou sem eu a ouvir. Mas Dumbledore ouviu a profecia e depois disso me contou.
-Ela dizia que você que tinha que matar Voldemort? – surpreendeu-se Neville.
-Não. Ela dizia que uma criança nascida no mesmo mês que eu, cujo os pais desafiaram Voldemort três vezes e sobreviveram, nasceria, e Voldemort a marcaria como seu igual. E só essa criança poderia matá-lo. – explicou-se Harry – Só que existe um porém nessa história...
-Um, porém? – perguntou Cho.
-Harry não era a única criança nascida naquele mês cujo os pais desafiaram três vezes Voldemort e sobreviveram as três. Existia outra criança que se encaixava na profecia. – clareou Hermione sobre o olhar agradecido de Harry.
-Mas então porque você? – perguntou Gina curiosa.
-Porque Voldemort me marcou. A cicatriz. – explicou-se sucinto e depois prolongou-se – Dumbledore avisou aos dois casais do que poderia acontecer e pediu que se refugiassem, e que protegessem os seus filhos. Voldemort não desistiu e foi atrás de uma das crianças pessoalmente e-
-E a outra? – questionou Ernie.
-Está viva? – perguntou receosa Susana.
-Voldemort esqueceu-se da outra criança? – duvidou Terêncio.
-Voldemort não se esqueceu da outra criança, e sim, ele está vivo. – falou Harry fazendo com que as conversas paralelas sumissem – Voldemort foi atrás de mim, e mandou seu braço direito, Bellatriz Lestrange atrás do outro casal.
Um silêncio maciço abateu-se sobre a sala, quando todos os olhares voltarem para Neville, o garoto arregalou levemente os olhos em choque:
-E-eu?
-Sim, Neville. Por isso Bellatriz fez o que fez. Os Potter´s e os Longbottom´s eram os dois casas da profecia. – esclareceu Harry – Por isso, quando eu fui atrás da clareira enfrentar Voldemort, eu tinha certeza de que se ele não morresse pelas minhas mãos morreria pela suas.
-A minha avó...
-Sabia de tudo. – confirmou Harry – Por isso, essa obsessão, quando você era pequeno, para que você demonstrasse magia, Neville.
-Eu não acredito – disse Neville atortoado.
-Nem eu acredito, ainda. – disse Harry rindo e então, Dimas pois fim no assunto com outra pergunta:
-Certo... Mas, porque você acredita que Snape é inocente?
De novo Harry contou a história que contará a seus pais, mais com cuidado, para não expor muito seu professor. Nenhuma das duas vezes mencionara sobre os sentimentos de Snape por sua mãe.
-Meu Merlin! – disse Cho – E esse tempo todo...
-Nós pensávamos que ele era um traidor – disse Colin. – E ainda por cima te atacamos Harry, descupe-nos.
-Não precisam se desculpar, eu poderia ter me defendido - negou Harry e depois continuou – Mais eu realmente não pensei que fossem me atacar.
-Na hora nem pen samos. – assumiu Parvati – Só sabíamos que Snape estava ali, o mesmo Snape que tinha matado Dumbledore, e que tinha permitido que os comensais dessem detenções com cruciatus. Talvez se tivéssemos parado e...
-Vocês teriam atacado do mesmo jeito – riu Harry – Eu também o teria feito.
Já na sala, Lindsey estava animada:
-Realmente, isso será fantástico!
-Lily, em falar nisso, cadê o Sev? – perguntou Alice.
Lílian foi até a lareira e resolveu chama-lo, e ele logo aparatou ali.
-O que foi, Lily?
-Tem gente aqui querendo te ver! – disse Lílian e logo ele escutou um grito:
-SEV! – Alice e Lindsey estavam quase o esmagando no abraço.
-É, é, também amo vocês! – disse irônico.
Na sala, todos se entreolhavam vendo quem faria a ultima pergunta daquela reunião:
-E como vocês nos reviveram? – a voz de um dos gêmeos ecoou, e dessa vez o grupo dos seis, contou revezadamente sobre o que eles esperavam ser, a ultima grande aventura de suas vidas.
Ao fim, todos olhavam para eles incrédulos.
-Mas... Como? Como vocês se metem em tantas confusões? – Perguntou Angelina e Harry apenas riu.
Nesse momento as gêmeas Patil aproveitaram e disseram:
-Bom, nós queremos entregar algo á vocês!
Elas retiraram de uma bolsa expandida magicamente, várias jaquetas e as distribuíram, elas eram pretas com detalhes em branco e prata.
-Jaquetas oficias da Armada! – Brincaram as duas irmãs.
Harry vestiu a jaquetas e todos o imitaram.
-Harry, a armada vai continuar este ano? – perguntou Denis.
Harry o olhou e ia responder que não afinal não havia motivos para continuar com aquilo, Voldemort se fora e a guerra acabará.
-Sei que a guerra acabou, mas seria um modo de estudar para os Niems, e Noms, e qualquer exame que tenhamos! – disse Colin em apoio ao irmão.
-Porque não? – perguntou Harry e muitos sorriram.
-E para manter o contato, que tal uma vez por ano nos reunimos todos, afinal, alguns já saíram de Hogwarts – propôs Angelina.
-A próxima e na casa dos Weasley! – disseram os gêmeos juntos provocando risos.
A risada, no entanto foi atropelada por corujas que chegavam carregando várias cartas. Uma para cada membro.
-É do ministério – observou Cho.
-O que será que houve? – perguntou Angelina e Hermione que foi a primeira a abrir a carta leu a em voz alta.
Srs, Sras e Srtas.
Se esta carta chegou à mão do presente, você fez parte da armada de Dumbledore, ou Ordem da Fênix ( em alguma das guerras, da primeira ou segunda).
E por meio desta eu venho a informar que agora que finalmente nos vemos livres daquele que não deve ser nomeado, o Ministério faz questão de presentear-lhes com uma festa no próximo sábado.
Todos estão recebendo convites para si e para suas famílias. Na festa estarão presentes além dos membros das organizações já citadas, membros da imprensa, do ministério não só da Inglaterra como de vários paises.
Espero ansiosamente a presença de cada um que contribuíram para o momento de paz que estamos vivendo.
Agradecendo mais uma vez,
Ministro Quim.
-Vocês também receberam? – perguntou James da porta onde os demais adultos estavam parados segurando cartas.
-É, ao que parece o ministério dará uma grande festa – disse Sirius risonho. E a armada concordou, porém o riso de muitos morreu ao ver Snape ali.
-Vão tentar me atacar de novo? – debochou o mestre de poções.
-Não. – disse Colin em um fio de voz – Harry já nos contou a história...
-Nós sentimos muito, professor Snape, por termos desconfiado do senhor. – pediu Parvati ainda sim, sem encarar o mestre de poções.
-E por ter tentando atacar você na Sala Precisa. – murmurou Padma, porém alto o bastante para que Severo ouvisse.
Snape arqueou uma sobrancelha e olhou um á um os alunos, ligeiramente curioso, parando seu olhar em Harry e Neville que lhe encaravam fortemente.
-Nós erramos e estamos tentando consertar o nosso erro. – explicou Harry com um sorriso.
-Desculpe-nos professor Snape, por todas as vezes, que nesse último ano, tentamos armar contra você. – pediu Neville.
-E Obrigada, por não contar a ninguém onde a armada estava. – finalizou Harry sob espanto de muitos.
-Você sabia onde a armada estava? – chiou Zacarias surpreso.
-Sabia. – comentou Snape calmamente.
-Mas...Mas...como? – perguntou Denis – Nós temos certeza que tomamos todos os cuidados e-
-Professor Snape é o melhor Legimens que há, provavelmente viu na mente de algum de vocês. – explicou Hermione encarando o professor.
-Como sempre certa, não, ? – tornou a debochar Snape, porém depois em tom mais amenoou continuou – E...Vocês estão desculpados... Afinal, eu era um espião, eu tinha que passar a idéia de que apoiava o Lord das Trevas, se não, que tipo de espião eu seria?
-Por isso que nós te adoramos, né, Sev? – brincou Lindsey pulando nele para um abraço tal como Lilian e Alice.
-Hey, eu vou cair. – reclamou Snape tentando se equilibrar sob o peso das três mulheres.
-Vocês se conheciam? – perguntou Neville chocado olhando de sua mãe para Snape.
-Eu também não sabia disso. – comentou Luna docemente. Os adultos ali gargalharam gostosamente.
-Estudamos na mesma época em Hogwarts – comentou Lindsey docemente – E nós tornamos amigas de Severo lá, apesar de nunca aprovar as companhias com quem ele andava.
-Lind-
-Nós sabemos, Sev. – cortou Alice antes que Severo pronunciasse o nome da mulher – Passamos sete anos nisso, sendo que começamos a ter problemas, porque Severo e os nosso maridos, nem com magia pareciam se dar bem.
-Mas é o Sebo-
-James. – reclamou Lilian antes que o marido completasse a frase.
-Só porque eu te amo. – reclamou o homem provocando risos na armada.
- Como você é infantil, Prongs. – alfinetou Remus fazendo o amigo emburrar ainda mais.
