Olá, voltei, espero que gostem. Desculpem a demora.

Teddy nunca odiou tanto algo tão maravilhoso quanto os lençóis de algodão egípcio da mansão, isso porque ele mal podia aguentar a sensibilidade de sua pele. O calor anormal o fez desistir das roupas, mas o efeito do tecido frio e macio dos lençóis em sua pele sensível tinha resultado numa excitação para a qual ele não tinha saída. Para o adolescente era infernal que ômegas no cio precisassem de contato de outras pessoas para ter alívio, ele tinha descoberto que se masturbar o fazia ficar mais duro e mais insatisfeito, e claro, ele culpava Severus por ter uma voz tão perversamente sexy e Lucius por ter esse ar de aristocracia que o fazia pensar em coisas muito pervertidas. E claro que ele não iria ter nada com seu sonho de consumo loiro porque Draco iria ter um ataque de histeria. A vida era tão injusta, e ele tinha lido os diários de seu pai alguns dias antes, então ainda tinha muito fresco em seu mente as descrições de Remus sobre como seduziu Severus porque isso o levaria a Lucius. Seu pai havia escrito que aqueles dois eram tão pecaminosamente atraentes que deveria ser proibido, e Teddy concordava, o par de serpentes era tão sexy que deveria ser crime. E o pior é que eles só melhoravam com a idade. O lobisomem gemeu quando se virou na cama e sua ereção se friccionou contra os lençóis novamente, pela centésima vez desde que tinha acordado na madrugada daquele dia o garoto pensou que seu primeiro cio não ia ser divertido.

H D

Quando Harry chegou à mansão encontrou Lucius e Severus na sala bebendo um copo de conhaque.

- Boa-noite, Draco já foi dormir?

- Ele foi verificar Scorpius, mas ainda não voltou.

- Acabei me atrasando, tive uma reunião emergencial com o Ministro e o imbecil do Departamento de Controle das Criaturas Mágicas. O imbecil queria uma ofensiva contra os lobisomens e teve a cara-de-pau de insinuar que deveria levar Teddy.

- O que aconteceu com o corpo dele? – Severus perguntou.

- Não podia matá-lo na frente de Kingsley, tive que me contentar em vê-lo suar frio quando disse que meu afilhado era cuidado por Severus Snape e eu você não ia gostar de ser chamado de incompetente. – Harry disse sorrindo. – O imbecil vai passar uns dias apavorado com a possibilidade de ser envenenado.

- Uma possibilidade real, claro. – O moreno mais velho retrucou.

- E Teddy, como está? – Perguntou Harry deixando-se cair numa poltrona confortável.

- Sofrendo claro, e ele ainda nem chegou ao auge do cio. – Comentou Lucius.

- Pobre garoto... mas ainda concordo com ele. James só tem catorze anos, novo demais para ser jogado de cabeça numa relação como essa.

- Sim, uma pena para James claro. – O loiro comentou. – Qualquer garoto de catorze anos sonha com seu próprio lobinho no cio.

- Ah não Lucius, esse era você. Pervertido desde tenra idade... e só piorou com os anos. Pare de babar no meu afilhado. – Harry disse fingindo severidade.

- Por que todos acham que eu estou atrás dele? Não pode me culpar se os genes Lupin tendem a sentir atração por mim. – Disse Lucius com sua usual modéstia.

- Ouviu isso Severus? Seu veela está querendo sair dos seus cuidados, devia castigá-lo.

- Pobre leão tolo... acha mesmo que eu sou o perigo para Teddy? Deveria se preocupar com o que Snape tem em mente. – Lucius provocou.

Harry olhou apreensivo para o pocionista que só deu de ombros.

- Ele vai ficar bem, não precisa ficar me olhando como se eu fosse colocá-lo numa cruz.

- Espero que sim, além disso me recuso a saber detalhes de como vão seduzir meu afilhado... par de pervertidos. – Harry brincou se levantando.

- Ah, pensei que íamos ter algumas maldições voando por aqui para tornar mais divertido.

- Ah não, convivi com lobisomens o suficiente para saber que isso é natural e prefiro que ele seduza vocês a um elfo doméstico ou um dos alfas rondando lá fora. Além disso, acho que estão velhos demais para dar conta dele...

Harry teve que aparatar para fugir dos feitiços nada inofensivos que as serpentes lançaram em sua direção, ele sabia que ainda iria pagar por isso, mas valeu a pena só para ver as caras iradas dos dois mais velhos. O moreno foi para o quarto do seu filho caçula e encontrou Draco sentado ao lado da cama do loirinho lendo um livro.

- Ele teve um pesadelo, eu disse que não era bom dar aquele jogo de George para ele, aqueles macaquinhos pulando são assustadores. – Draco disse à guisa de boas-vindas.

- Claro, mas ele já dormiu de novo, então caso resolvido. O que acha de um banho com seu marido?

- Posso ser persuadido. – Draco respondeu com um sorriso. – Vou preparar o banho.

- Eu vou ver Teddy.

Harry entrou no quarto do afilhado depois de uma batida rápida, não vendo o menino na cama se preocupou e chamou-o.

- Teddy?

- No banheiro.

Harry estranhou a voz trêmula do menino e abriu a porta, viu seu afilhado tremendo na banheira cheia de água fria.

- Vai pegar um resfriado. – Harry disse franzindo o cenho.

- Duvido, estou pegando fogo de qualquer maneira. É irritante ficar suado e excitado o tempo todo.

- Bem, eu diria que tem um jeito mais eficiente e menos doloroso de resolver isso. – Harry disse sorrindo e olhando o afilhado com condescendência.

- Não acha que eu já tentei? Não consigo me livrar dessa ereção sozinho, posso ir a um bordel? – Teddy brincou.

- Claro, por que não vamos agora? Tenho certeza que Draco sabe curar todo tipo de doença venérea. – Harry disse sarcástico com uma careta.

- Era uma piada. – Disse Teddy estremecendo na água.

- Vamos lá, saia logo dai. Lobos gelados não conseguem seduzir homens bonitos.

- Tem algum sobrando por ai?

- Não sobrando exatamente, mas tenho certeza de que Severus te emprestaria Lucius... nas condições dele, é claro. Saia logo daí. – Disse Harry antes de sair do quarto gritando um boa-noite para o jovem lobisomem.

H D

Teddy ainda tinha leves arrepios viajando por seu corpo quando parou em frente da porta do quarto de Lucius e Severus. Ele vivia naquela mansão há anos, praticamente tinha sido criado ali e na casa da avó, mas nunca tinha entrado nesse cômodo especificamente. Bateu na porta com os nós dos dedos e controlou sua vontade louca de sair correndo e se esconder debaixo da cama, afinal, ele era um ômega com uma missão.

- Saia da terra dos sonhos Teddy. – A voz de Lucius o tirou de seus devaneios.

- Ah, olá... eu.. ah... isso foi uma má ideia. – O menino disse desajeitadamente, ele já estava nervoso e ainda tinha que lidar com a visão de Lucius usando um calça de pijama negra e nada mais.

- Más ideias podem ser absurdamente divertidas, o que sua mente jovem e ociosa andou arquitetando?

- Transar com você. – Teddy disse, sendo direto.

Lucius sorriu ladinamente.

- Cuidado com o que deseja Teddy, pode estar querendo mais do que pode lidar.

- Ou será que você está ficando velho e perdendo o jeito? – Provocou Teddy sem saber bem como teve coragem de dizer isso. – Um lobisomem no cio... tenho certeza de que te cansaria demais, deve ser a hora da sua soneca.

O loiro sorriu perigosamente para o atrevimento do menor. Lucius se inclinou deixando seu cabelo se mover com o movimento e inunda Teddy com seu cheiro, ele sorriu quando o jovem lobisomem inalou profundamente e corou. O mais velho deixou seus dedos passearem pelo peito do rapaz, coberto apenas pelo pijama em uma viagem descendente, Teddy prendeu o fôlego quando os dedos roçara o cós de sua calça. Lucius sorriu ao deixar seus dedos brincarem com o elástico que segurava o tecido macio nos quadris estreitos de Teddy e uma satisfação um pouquinho malvada se apossou dele quando baixou mais a mão e envolveu o membro enrijecido de Teddy em sua mão. Teddy gemeu e seu coração disparou quando sentiu os dedos fortes apertando-o, era uma avaliação descarada o que Lucius estava fazendo.

- Está parecendo um coelhinho assustado Teddy. – A voz sedosa de Lucius chegou aos ouvidos de Teddy. – Será que devo te convidar para entrar e ficar mais a vontade?

- Por favor. – O rapaz gemeu e se aproximando mais do toque em sua virilha.

Lucius sorriu ao puxar o rapaz para o dentro do quarto e viu como Teddy mordeu os lábios ao se encostar-se à porta e olhar para Severus sentado na poltrona perto da cama. O moreno do casal tinha uma taça de vinho numa mão e um livro na outra, vestia um roupão negro bordado com fios de ouro muito elegante.

- Sabe Teddy, é muito rude brincar com meu marido sem a minha permissão. – Disse ele com a voz ecoando rouca pela sala.

Teddy sentiu a voz de Severus vibrando por seu corpo e indo direto para seu pênis endurecido.

- Não sou eu quem está brincando, sabe? – Ele conseguiu responder entrecortadamente, ninguém podia pedir a um adolescente hormonal que fosse comunicativo com Lucius Malfoy tateando suas partes íntimas.

- Mas é quem está se divertindo. – Severus retrucou, se divertindo com o esforço que o rapaz fazia para ser coerente. – Solte-o Lucius ou ele vai terminar antes mesmo da diversão de verdade.

Lucius sorriu perversamente ao afastar sua mão do que considerava uma distração agradável.

- Ele não faria algo tão rude, faria? – O loiro questionou Teddy.

O jovem lobisomem corou.

- É possível, sim.

- Então... teremos que te ensinar algo de controle, não acha amor? – Severus perguntou.

- Isso não seria uma má ideia. – Disse Lucius se aproximando do marido. – Algo leve. – Ele murmurou para o moreno ao se sentar no colo dele.

A resposta de Severus foi um sonoro tapa nas nádegas macias de Lucius.

- Sei o que estou fazendo. – O pocionista disse.

Teddy olhava fascinado a dinâmica do casal. Ele, e a maior parte do mundo mágico era reticente em colocar Lucius Malfoy como submisso da relação, mesmo ele sendo o portador de Cassandra, afinal, Lucius não tinha sido visto durante a gestação e para o resto da sociedade isso era tema de fofocas ainda. Teddy sentiu outra pontada de desejo ao ver os dois bruxos mais velhos juntos, e quando Severus o chamou com um gesto de sua mão, ele foi para perto cautelosamente.

- Para a cama filhotinho, tire as roupas antes.

- Por que só eu fico nu? – Teddy perguntou, embaraçado.

- Para minha diversão, é claro. – Severus disse.

- Eu teria sido castigado por perguntar. – Lucius protestou.

- Não seja criança, amor, vou cuidar de você, prometo. – Disse Severus deslizando uma das mãos dentro da calça do pijama de seu marido.

Teddy não podia desviar os olhos dos dedos de Snape manipulando o pênis de seu marido descaradamente. A seda do pijama deslizou facilmente até as coxas do loiro, deixando livre o membro que Severus acariciava e trazia a vida. Teddy não pôde deixar de notar também que Lucius usava um anel restritivo na base de seu pênis, o artefato também envolvia os testículos do loiro, que não parecia muito afetado pelas atenções do marido.

- Muitas roupas Teddy. Tire-as. – Ordenou o loiro.

Teddy obedeceu, ele tomou cuidado ao tirar a camisa do pijama, seus mamilos ainda estavam dolorosamente sensíveis, mas nada em comparação com seu pênis. Ele evitou olhar na direção dos bruxos mais velhos enquanto subia na cama, em vez de se assustar quando um feitiço vendou seus olhos, ele ficou estranhamente agradecido. Ele sentiu o colchão se mover sob o peso de alguém e procurou relaxar quando uma mão deslizou de seu quadril até seu peito. Logo, ele sentia um dedo contornando a auréola de seu mamilo, ele sentiu o formigamento de sua excitação aumentando, ele não queria toques suaves, ele queria algo duro e rápido, por isso, gemeu frustrado e se moveu querendo mais contato. Ele ouviu uma risada abafada e um resmungo sobre "lobos impacientes", mas estava muito ocupado para dar atenção a isso, já que suas ações resultaram em uma mordida nada fraca em seu mamilo. Teddy grunhiu, aquilo com certeza deixaria uma marca, mas foi delicioso sentir os dentes afundando em sua pele e provocando seu mamilo sensível. Ele realmente gostou de ser provocado pela mordidas firmes em torno de seu mamilo, mas quando a boca descarada começou a chupá-lo, ele teve certeza de que poderia gritar devido a onda de prazer que percorreu seu corpo. Seu coração bombeava loucamente e ele gemeu alto quando a língua aveludada passou a lamber sensualmente o montículo rígido e sensível que era seu mamilo maltratado agora.

Quando a boca abandonou o contato com sua pele, ele fez um muxoxo desamparado, isso até que sentiu um par de mãos traçando o contorno de seus músculos levemente torneados pelos anos jogando quadribol. Ele sentiu o cabelo longo de Lucius roçando em sua pele e a sensação era divina, ele levou a mão até a venda, sabendo de antemão que não ia adiantar, já que ela tinha sido colocada ali com magia, mas ele queria ver o loiro.

- Por favor, eu quero ver... – Ele choramingou.

- O que eu ganho se te deixar vê-lo? – A voz quente de Snape chegou até Teddy, fazendo-o pensar em quão pecaminosamente sensual ele era.

- Por favor. – O menino implorou, sem muita vontade de barganhar com uma serpente, principalmente quando tinha Lucius Malfoy mordiscando seu baixo-ventre.

- Não é o suficiente. – Severus zombou. – Posso até mesmo mandá-lo parar de brincar com você, sabia disso?

Dessa vez Severus estava perigosamente perto, o suficiente para Teddy sentir seu hálito quente em sua orelha.

- Serpente rasteira. – O jovem resmungou.

Teddy mordeu os lábios, indeciso sobre o que oferecer a Severus, mas se lembrou de ele era o leão atrevido ali, e deixou seu lado maroto sair para a luz e se virou na direção da voz de Severus, seus lábios encontraram o queixo do pocionista e subiram até os lábios, aos quais mordiscou sem nenhum pudor.

- O que acha de ganhar a oportunidade de ter um lobisomem no cio de joelhos na sua frente e com seu pau na boca? – Teddy perguntou provocativamente.

- Soa interessante, mas insuficiente. – Disse Severus com um traço de riso na voz.

- Vou ter um veela lindo e experiente me guiando e provavelmente dividindo.

Foi a vez de Lucius sorrir, Severus tinha os olhos levemente brilhantes pela ideia de dois homens bonitos chupando-o, não era algo que ele tivesse há muitas décadas, Lucius era muito restrito com quem toca seu homem.

Quando a venda saiu dos olhos de Teddy ele observou como Lucius arrastava mechas de seus longos cabelos por seu peito enquanto dava beijos molhados e pequenas chupadas na pele sensível. Quando o mais velho chegou a seu queixo, ele mordiscou o local e Teddy estremeceu, ficando mais ousado, deixou seus dedos se enredarem nos fios loiros e macios. Guiou o maior para sua boca e quando o veela desviou de seus lábios, ele gemeu em protesto. Lucius riu.

- Que menino manhoso! Quer um beijo? – O loiro perguntou passando os dedos pelos lábios de Teddy.

A resposta do lobisomem foi lamber sensualmente os dedos que tinha perto da boca. Ele sugou levemente e foi quando sua língua estava fora da boca que Lucius capturou-a, sugando-a gulosamente. Teddy encaixou-se melhor por baixo do homem forçando seus quadris para os do loiro, Lucius permitiu o movimento e facilitou a vida do menino ao colocar seu membro sobre o dele. Teria sorrido se não estivesse no meio de um beijo sôfrego com o mais novo, sentiu-o puxar seu corpo mais para baixo, desesperado por contato.

- Cuidado Lucius, ele está muito ansioso. – Severus advertiu.

- E você com inveja porque ele está debaixo de mim. – Zombou Lucius. – Ansioso Teddy? – Ele provocou, se movendo e friccionando as duas ereções juntas.

O jovem vaiou de prazer, ofegante e nem preocupado em responder a provocação das duas serpentes, sentiu as mãos habilidosas do loiro em suas coxas e abriu mais as pernas, do jeito que o mais velho o incitou. Logo, sentia seu coração batendo junto com o do homem em cima dele, Teddy se sentia febrilmente sem vergonha, abriu mais as pernas e abraçou a cintura de Lucius com uma de suas coxas enquanto se esfregava mais ao loiro. Ele fechou os olhos, podia sentir cada parte de seu corpo vibrando, o membro pesado de Lucius sobre o seu, continuava enlouquecendo-o, o homem mais velho tinha um membro grosso e pesado, que estava encaixado junto ao do adolescente, só que fodendo-o dolorosamente lento para o gosto do jovem. Teddy podia sentir as duas ereções pulsando e a sua derramando mais e mais semente, sabia que ia gozar impreterivelmente rápido e gemeu como um animal no cio quando Lucius acelerou seus movimentos, prensando as duas ereções juntas com impulsos cada vez mais rápidos. O lobisomem jogou a cabeça para trás e uivou de prazer quando finalmente se liberou debaixo do veela, seus dedos seguraram fortemente os braços musculosos de Lucius, que continuava movimentando-se sobre ele, fazendo com que seu sêmen se espalhasse entre eles, quente e pecaminosamente pegajoso.

- Esse descuido da juventude... espero que isso não seja tudo o que tem para mostrar. – Lucius zombou em seu ouvido.

- Sou um lobo no cio, vai ter que me colocar de quatro e me foder antes de poder cantar vitória, veela sem vergonha. – Teddy rosnou de volta, preguiçoso e cheio de prazer ainda.

Pela risada divertida dos dois mais velhos, Teddy entendeu que finalmente os tinha surpreendido.

- Isso foi melhor que tudo que fiz até hoje. – Ele comentou com voz preguiçosa e sonolenta.

- Não se atreva a dormir, filhote de cachorro, ouvi algo sobre eu ter que foder alguém antes da noite terminar. – Incitou-o Lucius se levantando, ainda duro e gloriosamente bonito e despenteado.

Teddy abriu os olhos e agradeceu por não estar vendado, o homem era uma verdadeira obra de arte a ser apreciada. Teddy sentiu uma onda de magia sobre ele e o loiro e sabia que era um feitiço de limpeza, vindo da varinha de Severus, mas se concentrou no veela que ajoelhado na cama, parecia um deus grego de pura perfeição. Com curiosidade reverente, Teddy deixou seus dedos passearem pelas coxas bem trabalhadas do loiro, sentia os músculos fortes sob a pele e viu o maior estremecer de prazer à medida que ele de aproximava da ereção pulsante.

Severus sorriu ao ter seu lado voyeur atiçado ao máximo, ele adorava ver o loiro provocado e Teddy era jovem e curioso, os ingredientes certos para testar os limites de Lucius. O jovem deixou seus dedos curiosos vagarem pela pele sedosa de seu marido, até que chegaram aos testículos bem delineados e pendurados lindamente logo abaixo do anel restritivo. Lucius gemeu quando Teddy acariciou-o bem ali, segurando a apertando-lhe as bolas levemente. O jovem parecia sumamente interessado nas reações do veela e, por isso, se colocou de quatro na cama, dando a Severus uma visão de infarto de sua bunda. O pocionista sentiu seu próprio pênis ter um espasmo de antecipação, e viu quando o menor se inclinou para segurar o pênis de Lucius com curiosidade ingênua que dava-lhe ganas de foder aquele menino até que ele perdesse esse ar de garotinho inocente. Lucius soltou um grunhido de surpresa e prazer quando e jovem capturou a ponta de seu pênis na boca, mas ao que parecia, o menor estava mais preocupado em usar os dentes para estimular a área sensível do que para chupar o loiro.

- Filhotes gostam de usar os dentes Lucius, cuidado. – Severus zombou.

- Filhotes também são punidos. – O loiro disse deixando sua mão escorregar para as costas do lobisomem, que estava de quatro bem na sua frente, seu dedo médio e anelar só pararam quando encontraram a entrada pequena e pulsante do corpo de Teddy.

Teddy como um bom lobo ômega no cio gemeu deliciado e afastou mais as pernas, dando mais visão a Severus e mais acesso a Lucius. O loiro não se fez de rogado e impulsionou seu pênis na boca de sua presa ao mesmo tempo em que deslizava um dedo dentro de Teddy, que estava naturalmente lubrificado, coisa que enlouqueceu ao maior.

- Tinha me esquecido desse detalhe, ômegas são deliciosos. – Comentou e gemeu em aprovação quando Teddy começou a sugar seu pênis, movendo a cabeça para frente e para trás.

- Eu tinha a impressão de que íamos provocar o meu marido e não só a mim.

- Ele não gosta de olhar? – Respondeu Teddy soltando o membro do loiro com uma ultima lambida.

- Ele adora, por isso, vou deixa-lo te segurar, enquanto abro esse seu belo traseiro.

Os dois morenos estremeceram ao ouvirem o tom um tanto diabólico de Lucius, Teddy esteve mais do que disposto a passar para os braços seguros de Severus, que o deitou em seu colo, como se fosse dar-lhe algumas palmadas. O jovem podia sentir a ereção maciça de Snape em sua barriga, o pocionista continuava usando seu roupão e deixou seus dedos percorrerem as costas de Teddy, que só podia ouvir Lucius andando pelo quarto.

- Sabe o que ele vai fazer? – Perguntou o professor, com a voz que fazia Teddy se sentir em apuros e excitado.

- Transar comigo? – Ele disse, gemendo quando os dedos do mais velho se enterraram no vão entre suas nádegas.

- Claro, mas antes ele vai ter que te preparar. Virgens não devem ser tomados sem cuidado... que ele vai fazer pra te ajudar sr. Lupin? – Severus perguntou em seu melhor tom professoral, enquanto seus dedos massageavam a área sensível da entrada de Teddy.

- Não sei... – Teddy disse arqueando o corpo, os dedos de Severus estimulavam sua abertura, que pulsava e se lubrificava mais e mais.

- Ah, mas isso não foi uma boa resposta, foi? – Snape disse com sorna parando seus movimentos. – Quer tentar de novo?

- Ele vai colocar os dedos em mim? – Teddy tentou, rebolando no colo do pocionista, sua ereção voltando com força total.

- Eu estava pensando num pequeno jogo menino bonito. – Disse Lucius parando ao lado dos dois. O loiro deslizou um objeto gelado ao longo da coluna do menino, fazendo-o se arrepiar. – Vai ficar bem molhadinho e aberto pra mim?

Teddy tinha certeza que seu rubor tinha chegado as costas, porque ele podia sentir os sorrisos de Lucius e Severus. Ele sentiu as mãos de Severus afastando uma de suas coxas e expondo melhor seu buraco úmido para Lucius, que se ajoelhou ao lado dos dois. Ele tinha imaginado que o loiro colocaria um plug nele, mas não tinha se preparado para sentir uma mordida em sua nádega antes de uma língua atrevida deslizar em torno de sua entrada, fazendo-o gritar. Teddy agarrou-se aos braços da poltrona de Severus, ele uivou de prazer ao sentir a língua molhada de Lucius rondando e acariciando sua entrada franzida, era como ter lava correndo por suas veias e ele podia sentir que estava molhando o roupão de Severus no ponto onde sua ereção estava encostada. Quando o loiro afastou mais suas nádegas e enfiou a língua dentro dele sem o menor pudor o menino gemeu como se estivesse sofrendo, mas o que ele queria era ser preenchido e saciado, por isso, abriu mais as pernas e se impulsionou em direção a língua que o torturava deliciosamente.

Severus deixou o plug que tinha escolhido para Teddy deslizar perto dos lábios de seu marido e viu-o lamber a ponta do objeto já lubrificado, enquanto ele batia levemente com o metal na entrada que brilhava e pulsava sob o olhar atento das duas serpentes mais velhas. Teddy perdeu o ar quando o plug começou a entrar nele, sabia que estava choramingando como um bebê, mas a sensação era aterradora e deliciosa, ele sentiu-se estirado e cheio num minuto e logo tinha Severus girando o material dentro dele fazendo sua ereção vazar e ele gemer.

- Agora, seja um bom menino e segure isso dentro de você enquanto fazemos meu marido gozar. – Instruiu Lucius.

Teddy olhou guloso para Severus e o moreno mais velho deixou o menino escorregar para o chão, ao lado de Lucius. Quatro mãos abriram o roupão do pocionista, que ficou maravilhado ao ver os dois ajoelhados a seus pés, ele se levantou a deixou o roupão cair aos seus pés e não se surpreendeu quando um ansioso lobisomem abocanhou sua ereção. A visão de estar enchendo a boca do jovem era ainda mais erótica ao levar em consideração que Lucius estava ao lado do menino sussurrando instruções de como ele gostava de ser chupado.

- Engula mais Teddy, sei que você consegue... não adora ter ele na sua boca, tão grande e excitado só pra você? – A voz de Lucius era puro sexo e fez o pênis de seu marido pulsar na boca de Teddy.

Severus gemeu quando o menino engoliu mais uma parte dele, e começou a mover a cabeça para cima e para baixo num ritmo forte e rápido, os dentes rasparam nele, mas era uma sensação deliciosa. Ele viu como Lucius tinha o pênis de Teddy numa das mãos, o loiro masturbava o menino num agarre firme, o que fazia o jovem lobisomem engasgar quando seu próprio prazer o desviava da tarefa de chupar Severus. O pocionista agarrou os cabelos longos de seu marido e o guiou para sua fenomenal ereção também.

- Mais trabalho Lucius.

O loiro só sorriu ao puxar o pescoço de Teddy para trás, fazendo o menino soltar o pênis brilhante de Severus. Lucius lambeu a cabeça gotejante da ereção de Severus e voltou a puxar Teddy na direção do membro de seu marido, de modo que ele e o menino tinham a ponta sendo lambida entre um beijo indecoroso dos dois. Severus gemeu audivelmente quando os dois deixaram a ponta para desliar até a base de sua ereção, sem que as línguas parassem de duelar por espaço, era uma das cenas mais eróticas que ele já tinha visto em sua vida. Quando Lucius se desviou para sugar seus testículos, Teddy voltou a engoli-lo quase inteiro, sugando com força e implorando com seus olhos brilhantes para que ele gozasse em sua garganta, coisa que Severus fez vergonhosamente rápido para sua decepção pessoal.

Teddy não esperava pelos jatos quentes e cremosos de sêmen que invadiram sua boca e escorreram por sua garganta, então engasgou levemente e parte do gozo do pocionista escorreu por seu queixo, mas antes que o lobisomem pudesse limpar, a língua de Lucius encontrou caminho até sua boca, limpando o rastro de sêmen e provando o gosto de Severus junto de Teddy.

- Você foi um bom Teddy, o que devo fazer com você agora? – Perguntou Lucius apertando a ereção do jovem.

- Deve me foder até que eu perca a consciência. – Pediu Teddy descaradamente.

Lucius riu e empurrou o rapaz para o tapete.

- Abra as pernas.

Teddy obedeceu e abriu-se, o olhar critico de Lucius o fez perceber que não estava exposto o suficiente, por isso, segurou seus joelhos e abriu mais as pernas. O loiro sorriu ao puxar o plug que ainda estava dentro dele, a leve queimação fez Teddy gemer, mais ainda quando Lucius começou a movimentar o plug, fodendo-o lentamente, ser esticado e provocado fazia Teddy se sentir cada vez mais molhado e desesperado por liberação. Quando o metal saiu totalmente Teddy se sentiu vazio e infeliz, por pouco temo, só até ver de olhos arregalados de curiosidade, como Lucius colocava um preservativo trouxa.

- Ômegas engravidam e não pode usar feitiços contraceptivos no cio. – Lucius instruiu.

- Ah... você é maior do que o plug. – Teddy disse quando o loiro se aproximou mais dele.

- Sim, eu sou e você vai amar cada centímetro entrando em você.

Teddy não duvidava, por isso nem hesitou quando o loiro se deitou sobre ele, a ereção pesada de Lucius encaixou-se entre suas nádegas e ele gemeu quando o loiro impulsionou-se para dentro dele, a queimação era muito maior do que antes, e o prazer também, o menino gemeu a cada vez que o loiro recuava e voltava a entrar mais fundo dentro dele. O lobisomem levou sua mão até a junção dos corpos dos dois e sentiu as bolas de Lucius batendo em sua bunda, o loiro gemeu em aprovação. E os dois começaram a se mover ao mesmo tempo, nenhum deles preocupado em ser delicado. Teddy abriu mais as pernas e foi de encontro aos quadris poderosos de Lucius, que investiam contra ele num ritmo forte e cadente. O mais velho sorriu quando Teddy usou as coxas para abraça-lo e mantê-lo preso dentro dele mais tempo, o lobisomem queria apreciar um pouco o volume rígido e pulsante dentro de si, mas sua natureza não permitiu a pausa por muito tempo e ele mesmo passou a mover os quadris, incitando Lucius a fazer o mesmo. O loiro assumiu o comando e usou suas coxas para abrir mais ainda as de Teddy, segurou as mãos do mais jovem e prendeu-as acima da cabeça, foi então que o menino soube que estava encrencado. Deliciosamente encrencado.

Teddy tinha lido sobre isso, sobre como poderia ser delicioso ser fodido até a exaustão em seu cio, mas nada o preparou para ser fodido duramente por Lucius Malfoy. Primeiro ele choramingou, depois pediu por mais e queria muito tocar o loiro, mas isso era impossível pela posição do corpo mais forte do mais velho. Teddy sabia que estava prestes a gozar de novo, cada vez que ouvia as bolas de Lucius batendo em sua pele e sentia o membro endurecido abri-lo de novo num caminho molhado para seu interior ele chegava mais perto de terminar, mas foi quando o loiro acertou aquele ponto mágico, que ele viu estrelas, literalmente. O jovem lobo uivou e suas mãos voaram para os ombros de Lucius, obrigando o maior a rolar e ficar por baixo.

Teddy encaixou-se no membro de Lucius e empalou-se rapidamente, sentindo como o membro duro do veela resvalava naquele local de novo e gemendo desesperado, sentindo o sangue bombear em seus ouvidos Teddy repetiu o movimento com força, só parando quando seu prazer explodiu num vórtice tão grande que o fez cair para frente, numa massa tremula sobre o peito de Lucius.

- Merlin bendito... isso foi intenso. – O loiro disse.

- Foi lindo. – Severus confirmou.

Teddy só gemeu, ainda movendo seus quadris na ereção de Lucius, que beijou sua orelha.

- Não se preocupe, Severus não me deixa gozar há alguns dias.

- Ele é malvado, você merece gozar. – Teddy disse com voz fraca e manhosa.

- Ah, mas quando ele me faz gozar é melhor do que isso, garanto. Mas essa é outra lição, agora, vamos nos limpar e dormir.

Teddy mal registrou as palavras do loiro, só protestou quando ele saiu de dentro dele, seu instinto de lobo dizia que ele deveria satisfazer seu alfa, que ainda estava duro e precisando dele, mas ele estava muito cansado e não protestou quando depois de o limparem com um pano úmido os dois mais velhos o levaram para a grande cama, agora para dormir.

E então... o que acharam? Veremos já, já como anda o lado James/Cassandra da história e como o ruivo anda de sentimentos.