Olá, eu voltei! Leiam e aproveitem.

Quando James entrou no quarto encontrou Cassandra lendo um livro tranquilamente.

- Se divertiu nadando nu no meio da noite? Os vizinhos vão ficar escandalizados. – Ela brincou.

- Vizinhos? Só se eles estiverem invadindo. Temos um campo de quadribol em casa Cassie, somo asquerosamente ricos e vivemos numa propriedade gigante.

- Eu sou asquerosamente rica, você descende do proletariado. – Ela disse, zombando.

- Sorte a minha que namoro uma herdeira rica, não é? – Ele provocou, tirando o livro das mãos dela e colocando na mesinha.

- Então, você me quer só pelo meu dinheiro? – Ela questionou fingindo seriedade.

- Claro que sim, apesar de que tenho algumas outras vantagens. – Ele disse olhando para o decote da camisola da loira, inclinando-se para mordiscar o pescoço dela.

- Sorte a minha que quero só o seu corpo, assim estamos empatados. – Cassie brincou também, deixando suas unhas arranharem sensualmente a linha da coluna de James.

James encolheu-se pelo contato excitante e se afastou da namorada.

- Me lembro de alguém que tinha dito que não teríamos provocações aqui. – Ele murmurou.

- Quem foi? Grande perda de oportunidade. – Ela comentou, deixando a ponta dos dedos escorregarem um pouco para dentro da toalha.

- Uma loira que tinha planos para as praias mexicanas…

- Você ganhou! Foi minha má ideia afinal de contas, vou até sentar em cima das mãos para garantir a proteção da sua virtude. – Ela disse colocando as mãos debaixo das coxas.

- Ótimo, sou um menino de família. – Ele disse com tamanha convicção que fez a loira rir.

A risada cristalina de Cassie inundava-o de alegria e satisfação. Assim como Lucius e Draco, Cassandra costumava ser reservada em público, beirando a descortesia, mas em casa ela era deliciosamente livre e relaxada.

- Qual a graça?

- Nada, imagine se eu riria disso. Além disso, me parece muito erótico eu desencaminhar um menino de família. – Ela disse sorrindo maliciosamente.

James sentiu uma onda de desejo ao ver aquele sorriso, seria uma ótima semana no México. Mas ele também se lembrou de ter adorado provocar Teddy e ainda sentia vontade de saber como seria estar com outro garoto, estava acostumado com meninas. Cassie tinha um corpo macio e de curvas deliciosas, era sensual e o fazia pensar em coisas muito pecaminosas e horas enrolado junto com ela num lugar calmo, mas algo em Teddy gritava sobre sexo duro e forte, além de ele ter aquele ar que pedia beijos e carinho.

- Espero que esteja pensando na nossa viagem. – A loira disse, passando os dedos os dedos do pé levemente sobre o vulto entre as pernas de James, protegido só pela toalha.

- Em parte. – Ele admitiu.

- Ah, é? E qual é a outra parte?

- Só pensando em como Teddy me pareceu apetitoso.

Cassandra curvou os lábios num sorriso muito parecido com o de Lucius.

- Apetitoso? Cuidado James, vou pensar que quer comer o lobinho.

- Será que ele fica melhor coberto de chocolate ou mel? – Ele perguntou com sorriso malicioso.

- Por Circe, não ponha essas imagens na minha cabeça, estou tentando não ficar excitada. – Ela protestou sorrindo. – Teddy é lindo, mas ele sim é um menino de família, não tente seduzi-lo.

- E se ele me seduzir? Sou muito gostoso e todos querem me usar. – James disse com voz de resignação, o que fez Cassie rir.

- Ele é um leãozinho fofo, não seduziria você. – Ela disse sorrindo.

- E se ele tentar? – Continuou o ruivo com cara séria.

Cassandra estranhou a insistência de James.

- Quer me contar alguma coisa concreta ou só está me testando para saber se pode transar com outra pessoa? – Ela perguntou com calma.

- Eu não me importo de esperar, você é virgem e a escolha é sua. Eu amo você, se quiser esperar até o casamento eu espero. – James disse firmemente.

- Isso não foi uma boa proposta. – Ela disse com uma careta.

- Anotarei isso e farei melhoras. – Ele disse com ar solene. – Não quero que se sinta preocupada por isso, eu não sou viciado em sexo e além disso você tem uma boca que deveria ser proibida por lei. – O ruivo completou com cara de satisfação.

- Talento familiar. – Ela disse.

- Ouvi falar. – Ele disse sorrindo zombeteiramente. – Mas não é sobre isso, não estou pedindo para sair por ai transando com qualquer um, me sinto bem com você.

- Então, onde quer chegar com esse assunto? – Ela perguntou.

- Tenho um segredo, é complicado em vários níveis e não envolve só a mim. Para descobrir até onde vai meu envolvimento posso ter que…

- Então, me conte quando puder contar. – Ela disse simplesmente, interrompendo-o. – Confio em você.

- Não devia, eu sou uma serpente. – Ele disse com um sorriso ladino.

- Não mais do que eu. – Ela respondeu empurrando-o da cama com o pé e rindo ao vê-lo caído.

- Vai me fazer dormir no chão? – Ele perguntou de cara de cachorrinho sem dono.

- Deveria, mas te amo demais pra isso. Vá pôr um pijama, temos que dormir, vamos viajar amanhã depois do café. Blaise encomendou meus biquínis no Brasil.

James gemeu audivelmente ao pensar em Cassandra usando biquínis pequeninos e provocantes. Ia ser uma longa noite.

H D

Teddy estava levemente eufórico com a possibilidade de seduzir James quando o garoto voltasse da viagem que ia fazer com a namorada. Seu lobo provavelmente ia dar saltos de alegria na lua cheia que se aproximava, já que suas súplicas iam ser atendidas. Claro que ele tinha um plano, ele era um gry, mas um gry muito inteligente. Viu como James e Cassandra se preparavam para partir rumo ao México e quando se despediu da garota reprimiu seus remorsos, era James quem tinha um compromisso e não ele, ele ia só seduzir, se James caísse era um problema dos dois. Era como Ginny Weasley tinha dito em um de seus artigos ou livros: "Por que culpar a amante? Não é ela quem tem um compromisso com você", claro que no caso Ginny atacava o machismo nas mulheres que preferiam atacar a "vadia" que roubava seus maridos do que o dito infiel, mas servia para a situação dele também. Quando James se aproximou para se despedir Teddy deixou-se abraçar e deixou sua boca bem perto da orelha de James para dizer:

- Volte logo Jamie, quero me mudar para o apartamento e quero que você me ajude a arrumar. Se for um menino cooperativo te deixo estreiar a banheira comigo. – Disse o lobisomem com cara de inocente.

James ficou deslocado por um momento até que sorriu para o mais velho.

- Se você for bonzinho, talvez eu te deixe me dar um banho. – Provocou baixinho e se virando para ir ao Ministério e partir na viagem com a namorada.

James não perdeu o olhar atento de Cassandra sobre os dois e piscou para a loira, ela sorriu e balançou a cabeça. Teddy atrás do ruivo sentiu uma pontada de ciúmes, os dois sempre tinham sido capazes de se comunicar sem palavras, ele queria isso também.

H D

Draco soltou um suspiro quando James e Cassandra saíram de casa.

- Não seja dramático, ele volta em uma semana.

- Uma semana é muito tempo, se em meia hora pode-se fazer um filho. – O loiro reclamou.

- Meia hora? Não ofenda os Potter, somos muito mais resistentes que isso. – O moreno protestou, fazendo o loiro rir.

- Eu estou falando sério.

- Eu também, e não deveria se preocupar, ensinei ao James todos os feitiços contraceptivos que conheço.

- Eu não quero imaginar esses dois transando numa praia mexicana! – Draco protestou.

- James tinha planos para um iate. – Harry provocou.

Draco se aproximou do marido e agarrou-o pelas túnica de auror se aproximando perigosamente do corpo do moreno.

- Se continuar dizendo essas coisas vou dormir com Scorpius até o fim das férias.

- Quem viajou mesmo? – Harry se apressou em dizer.

- Bom menino. – Draco disse sorrindo e logo beijando seu marido.

H D

Sol, muito sol. Era isso que James pensava e sentia em sua pele quando chegaram ao México. Ele e Cassandra não perderam muito tempo no Ministério mexicano e logo foram para a casa que Lucius tinha alugado num carro que os aguardava previamente. Ele tinha se jogado numa espreguiçadeira próximo à piscina e nem na casa tinha entrado. O jovem ruivo preferiu ficar ali estirado e sem camisa, deixando os raios de sol esquentarem sua pele.

- Espero que tenha passado a loção protetora do papai. – A voz de Cassandra chegou até ele, que continuou de olhos fechados numa calma muito agradável.

- De jeito nenhum que vou usar algo que Severus fez, ele provavelmente envenenou a minha loção para me deixar impotente ou me transformar numa garota. – Ele disse.

- Provável, mas você vai se queimar, ruivo branquelo. – Ela disse sorrindo.

- Não, fiz a minha própria loção e vou ficar lindamente bronzeado. – Ele finalmente disse, abrindo os olhos e vendo sua namorada de pé ao lado dele. – E de nós dois, você é a mais branca. – Ele terminou numa voz meio sumida, admirando a garota a sua frente.

Cassandra estava usando uma túnica de tecido branco vaporoso jogada sobre um biquíni vermelho sangue.

- O que tanto está olhando James? – Ela perguntou maliciosa para logo tirar a túnica pela cabeça e jogar na espreguiçadeira. – Pode me ajudar com a loção, por favor?

A loira não esperou uma resposta para jogar a loção nas mãos de James e se deitar de bruços na espreguiçadeira. James respirou fundo para controlar sua vontade de passar o maldito protetor apenas nas lindas pernas e na bunda empinada da namorada.

- Que foi James? Parece indeciso. – Cassandra disse levantando a cabeça e sorrindo maliciosamente para ele.

- Admirando sua pele perfeita. – O ruivo disse numa voz perfeitamente séria.

- Minha pele, é claro. – Ela riu.

Não demorou muito para que a jovem sentisse o creme gelado em suas costas junto com as mãos grandes e levemente calejadas de James massageando suas costas. O ruivo era um massagista habilidoso e ela relaxou sob o cuidado de seus dedos, ela poderia se deixar adormecer ali, mas tinha outros planos para essas férias. Quando as mãos de James estavam ocupadas massageando suas pernas, ela ergueu o braço e deu um leve puxão nos cordões que seguravam a parte de cima de seu biquíni e quando James terminou de cuidar de suas pernas até o tornozelo ela se virou e viu como ele segurou a respiração.

- Quero serviço completo, Potter. – Ela disse provocante.

- Seu eterno servo, minha senhora. – James respondeu, deixando suas mãos deslizarem pela barriga macia de Cassandra, até que ele puxou o resto do tecido, que cobria frouxamente os seios da namorada. – Acho que vou gostar da sua versão bronzeada.

Ela não respondeu, só fez um som de prazer quando ele deslizou as mãos escorregadias por seus seios, provocando a pele sensível e fazendo seus mamilos endurecerem.

- Você tem mãos divinas. – Ela disse entrecordamente quando ele começou a beliscar de leve seus mamilos.

- Devia ver o que posso fazer com outras partes do meu corpo. – Ele provocou.

- Nesse caso, prefiro estar numa cama, se não se importa. – Ela disse puxando-o para um beijo faminto.

James não demorou em levantar a namorada nos braços e carregá-la para dentro da casa.

H D

Harry sabia que estava encrencado porque quando chegou em casa do trabalho e encontrou seu marido sorrindo de forma angelical, vestindo nada mais do que um roupão negro.

- Eu não sei o que fiz, mas juro que vou consertar. – O moreno disse apressadamente dando dois passos para trás.

- Mas eu não falei nada, ainda. – O loiro disse, ainda sorrindo.

- Eu sei, mas conheço esse seu jeito diabólico de sorrir. O que foi?

- Tia Andy e eu tomamos chá hoje, a pobrezinha está inconsolável porque Teddy está fazendo as malas. O menino mal chegou de um ano ausente e agora está fazendo as malas de novo, você saberia por que? – Perguntou Draco encurralando seu marido contra a parede.

- Talvez ele queira se mudar para Hogsmeade e eu como padrinho tenha dado um apartamento de presente para ele. O lugar é totalmente seguro e tem uma vista linda. – Harry disse.

- E não acha que deveria ter discutido isso comigo? – Draco perguntou docemente, desabotoando a camisa do marido e deslizando as mãos para alcançar os mamilos do moreno e beliscá-los provocativamente, para logo deixar sua língua envolver um dos montículos de carne endurecida.

- Ele estava com medo de que vocês fossem ser contra e queria muito um lugar só para ele e mais perto do trabalho. Não é como se ele fosse se mudar para a Austrália pelo amor de Merlin. – Harry disse meio ofegante, as mãos de Draco tinham chegado aos botões de sua calça e ele já estava duro pelas provocações do loiro em seu mamilo.

- Ainda assim, foi muito traiçoeiro da sua parte, acho que hoje eu é que vou te castigar. – Disse o loiro segurando o membro endurecido de Harry com uma das mãos e antes que o moreno pudesse protestar ele murmurou o feitiço que colocava o anel de contenção em seu marido.

- Draco, isso não é justo! – O moreno disse choramingando.

- Não seja Hufflepuff, me casei com um gry muito corajoso e pretendo te fazer me foder tão duro quando o leão que é toda a semana, só para a minha diversão. Começando agora se não se importa.

Dito isso, Draco deixou seu roupão deslizar até o chão, fazendo Harry praticamente salivar ao mostrar que usava meias de seda negras até metade de suas coxas e nada mais do que isso. Harry sentiu seu pau endurecer ainda mais e foi dolorosamente consciente do anel mágico que o apertava e o impediria de gozar por uma semana, ele tinha um marido deliciosamente cruel e amava isso.

Draco acariciou sua própria ereção junto com a de Harry, provocando ainda mais seu teimoso marido.

- Sem usar as mãos Harry, e continue com as calças, não te quero muito confortável. – Draco ordenou.

Quando o loiro parou de acariciar a ambos para se dirigir a cama Harry pôde ver que ele estava usando as contas francesas de que tanto gostava. Draco se deitou na cama e abriu as pernas, deixando Harry num excelente ângulo para apreciar a vista enquanto ele puxava uma a uma as contas de marfim que ele tinha colocado em si mesmo logo depois do chá com sua tia. O loiro tinha planejado o castigo do marido parte por parte e como ele gostava de sentir as contas se movendo e excitando-o a cada passo que ele dava e mais ainda quando saíam de seu canal apertado e molhado pelo lubrificante que tinha usado a tarde. Quando Draco terminou de tirar as contas se sentia ofegante e excitado, contornou sua entrada palpitante com dois dedos e gemeu.

- Estou aberto Harry, ou devo usar um plug?

- Está perfeito. – O moreno disse com voz áspera.

- Então, venha aqui e coloque sua língua para trabalhar, quem sabe assim aprenda a usá-la com mais frequência para falar com seu marido.

Harry caiu de joelhos entre as pernas de Draco, o veela sempre tinha sido manhoso e exigente, mas esse novo modo de castigar o marido era uma ideia vinda de seu pai, o moreno tinha certeza disso e não sabia se iria querer matar ou agradecer ao sogro.

- Mais trabalho e menos distração. – Draco disse com voz exigente.

Harry saiu de seus devaneios e obedeceu a seu irritado marido. Lambeu o pênis endurecido do loiro da ponta até a base, passando a língua pelos testículos bem delineados e chegando a entrada palpitante do loiro, a qual lambeu e sugou com habilidade, fazendo o veela girar os quadris e gemer. Harry deslizou sua língua para dentro do buraco, fazendo Draco choramingar e empurrar-se mais contra sua boca, ele pensava que continuaria ali por algum tempo, mas logo um dos elegantes pés do loiro, coberto de seda negra, empurrou seu peito, de forma que ele caiu de costas no tapete macio do quarto. Draco se levantou com graça felina e o fez flexionar as pernas, logo, o loiro ficou de costas para ele e usando seus joelhos de apoio desceu sobre sua ereção girando os quadris de forma provocante enquanto se empalava no pênis de Harry. O moreno gemeu ao perceber que suas mãos estavam presas ao chão por um feitiço do loiro, tudo o que ele podia fazer era assistir a descida erótica de Draco sobre seu pau. Quando estava todo dentro do loiro, o veela manhoso, ainda apoiando as mãos em seus joelhos girou os quadris de um lado para o outro, rebolando no pau de Harry e provocando-o com a visão de sua bunda perfeita movendo-se lentamente.

- Desgraçado sádico. – Ele disse, rilhando os dentes.

- Você nem sabe o quanto, amor. – Draco respondeu passando a se mover para cima e para baixo devagar, saboreando o poder que tinha sobre o marido e o prazer dele.

O loiro estava excitado desde que seu pai tinha dado aquela ideia para castigar Harry de tarde e não demorou para que acelerasse seus movimentos, geralmente ele preferia Harry fodendo-o bem forte, mas esse era um dia diferente e ele ergueu os quadris, quase deixando o pênis do moreno sair de dentro dele, para logo depois deixar-se cair sobre o membro palpitante, conseguindo o ângulo certo para acertar sua próstata, ele gritou e repetiu o movimento um par de vezes antes de agarrar seu próprio pênis e dar atenção a sua furiosa ereção. Encaixou-se com força no membro de Harry uma última vez antes de gozar, molhando seus dedos e o tapete com sua semente. O loiro levou alguns minutos para recuperar o fôlego, ainda empalado no membro do marido, que podia sentir pulsando dentro de si, sorrindo maliciosamente, Draco voltou a se mover, rebolando e apertando seu canal em torno do pênis de Harry, que gemeu frustrado.

- Draco! – Chamou o moreno com voz rouca.

- A resposta é não Harry, só sinta e sofra. Toda a semana, é claro – O loiro completou se movendo sensualmente mais uma vez e ouvindo o protesto do marido se perder num gemido.

H D

James podia se acostumar a isso, ele sempre dormia com Cassie, mas era a primeira vez que ele tinham feito sexo e o ruivo ainda podia se lembrar de cada momento e de cada sensação. Ali, olhando para a forma nua e adormecida da loira, ele podia se lembrar de como eles tinham passado a tarde e a noite anterior fazendo nada mais do que se tocando e experimentando. Ele se lembrava perfeitamente de como a tinha carregado para o quarto e a depositado na cama como se fosse uma peça de cristal, mas Cassie não gostava de ser tratada como um bibelô e tinha deixado isso claro ao se ajoelhar na cama e acariciar seu pênis coberto apenas pelo tecido da sunga. Ao se lembrar da sensação da unhas longas dela arranhando sua ereção ele ficou excitado de novo e se encaixou melhor no corpo da loira, praticamente ronronando. James ainda podia sentir os lábios molhados de Cassie beijando a ponta de seu pênis e a sensação deliciosa da língua dela rodeando-o e puxando para a boca habilidosa e molhada da garota, que o chupou até deixá-lo duro feito uma pedra antes de deixá-lo ir num "plop" e se deitar na cama de novo, provocando-o:

- Vejamos o que sabe fazer com isso James, me deixou curiosa.

Ele não tinha demorado em aceitar o convite, claro. Mas foi tão cuidadoso em lambê-la e se certificar de que estava devidamente preparada para ele que a fez ter um orgasmo em sua boca antes de poder entrar nela, o que se provou tão bom quanto ele esperava. A primeira vez tinha deixado Cassie ofegante e tremendamente excitada, mas sem o orgasmo glorioso que chegou para ele, coisa que o fez recompensá-la largamente com seus dedos hábeis.

- Espero que esteja animado assim por mim. – A voz sonolenta da loira o trouxe ao presente.

- Não, estou pensando naquela cozinheira de lábios grossos e com uma bunda perfeita que seu pai contratou. Ouch! – Ele gemeu quando o cotovelo da loira acertou suas costelas.

- Idiota. – Ela disse rindo.

- Sabe que estou me lembrando de ontem e querendo mais. – Ele disse junto ao ouvido da garota.

- Eu soube de fonte segura que sexo no chuveiro é muito excitante.

- Vamos descobrir, então. – James disse animado, pulando da cama.

H D

Neville não perguntou o que tinha Harry de tão mau humor naquela semana, mas com certeza os cadetes da Academia aprenderam a temer as aulas do Chefe dos Aurores mais do que qualquer outra. Eles tinham terminado de sair da Floresta Proibida, onde Harry tinha tentado ensinar algo de instinto de sobrevivência a esse "bando de filhotinhos desajeitados", definição do próprio Harry, claro.

- Hum… Harry? – O auror chamou o amigo quando eles entraram no Caldeirão Furado.

- O quê? – O moreno respondeu depois de dar um longo gole em sua cerveja amanteigada.

- James chega hoje, não é?

- Sim, por quê?

- Fabriccio está muito triste por causa do imbecil italiano e não vai falar comigo sobre isso, queria que James fosse lá em casa quando puder.

- Ah, isso explica porque tive um par de aurores resgatando o filho de um conde italiano amarrado no salgueiro lutador. – Harry disse olhando meio reprovador, meio divertido para o amigo.

- Eu não tive nada com isso, mas se tivesse sido eu diria em minha defesa que o rapaz estava envolvido numa bola de algodão com feitiços amortecedores.

- Claro, sem ossos quebrados, só uma tontura maluca por dias.

- Ele fez meu filho chorar, tem sorte de continuar com as bolas no lugar. – Neville disse.

- Direi ao James que vá vê-lo assim que chegarmos em casa, e que não mate o rapaz, ele nunca gostou do Luca, você sabe.

- Nem eu.

- Você não conta, iria despotricar sobre o James caso ele decidisse namorar o Fabriccio.

- Claro que sim, é meu trabalho. – Neville disse rindo.

- Prender bandidos ou ficar bebendo no meio do expediente? Quando crecer quero ser auror também, parece divertido. – A voz de James assustou os dois aurores.

- De onde diabos você saiu?! – Harry perguntou.

- Do mundo trouxa. Cassie foi ontem para uma expedição ao lado mágico de Chichén Itzá e resolvi voltar para casa mais cedo em vez de ficar mofando sozinho na casa. Ai quando cheguei me lembrei de que tinha prometido ao Scorpius um trenzinho de ferro e fui comprar em Londres.

- Sem avisar? Faz ideia de quantas coisas poderiam ter acontecido com você nesse meio tempo? – Harry perguntou, perigosamente suave para o filho.

- Eu avisei no Ministério, não me culpe se sua secretária não te achou para avisar. – O ruivo se apressou em se defender. Aquele humor do pai nunca pressagiava nada bom para as pessoas a seu redor.

- Vou verificar isso. – Harry garantiu. – Fabriccio precisa de uma visita para se animar e Teddy disse para te lembrar de que você prometeu ajudá-lo na mudança.

- Claro, vou ajudar e provavelmente ganhar uma maldição do Draco por isso, mas ninguém vai me dizer o que o imbecil do Luca fez? – Perguntou o ruivo estalando os dedos distraidamente, coisa que fez com que os aurores rissem.

H D

Teddy sorriu quando recebeu uma nota de James dizendo que tinha chegado em casa e que poderia ajudá-lo no dia seguinte. Seria uma mudança muito interessante no dia seguinte. Suspirou aliviado pela chegada do ruivo e olhou para a avó sentada no outro sofá. O incomodava esse olhar saudoso e melancólico da avó, ele era um leãozinho manipulável, e já tinha quase desistido da mudança uma dúzia de vezes nessa semana, mas seu padrinho tinha rugido que era melhor ele nem pensar nisso, que as malditas serpentes iam se acostumar e convenceu Teddy. Ele já tinha empacotado tudo e estava pronto para sair de casa, ele tinha tido a ideia meio maluca de arrumar um namorado para a avó, mas precisaria de ajuda especializada nisso, era melhor consultar Lucius, ele saberia se era uma boa ideia.

- Por que essa cara de Hufflepuff? – Andrômeda perguntou ao vê-lo sorrindo.

- Nada, só tive uma excelente ideia para ajudar nos problemas que o Ministério está tendo com os centauros. – Ele desconversou.

- Que bom querido, que bom. – Ela respondeu voltando a ler seu livro.

H D

Lucius sorriu quando James entrou na biblioteca naquela noite. O rapaz estava mais bronzeado e mais forte, os ares tropicais fizeram bem ao ruivo, isso era óbvio.

- Conseguiu se afastar dos lençóis tempo suficiente para se bronzear? – O mais velho provocou.

- Sim, ao ar livre também pode-se fazer coisas muito interessantes. – James disse sorrindo.

- Garota de sorte. – Lucius disse sorrindo. – Feitiços de proteção?

- Todas as vezes, não vai precisar me torturar.

- Ei, o malvado é o Severus.

- Para os tolos, mas eu sou esperto. – James disse calmo e olhando para as prateleiras repletas de livros. – Tão esperto que quero um livro sobre lobisomens, especificamente um que explique melhor sobre ômegas, não tem nada disso em Hogwarts.

- Pelas barbas de Merlin, você sabe. – Disse Lucius depois de uma pausa chocada.

James deu de ombros.

- Não sou um tolo, tem o livro ou não?

- Filho da mãe traiçoeiro. – Disse Lucius num misto de admiração e enfado.

Então, foi isso. Próximo cap. pode demorar um cadinho, ocupada pra caramba ultimamente, esse saiu rápido pq tinha metade pronta antes de postar o cap. passado.
Entãooooooo, o que acharam?
Beijos.