Olá! Já tinha o capi pronto e voltei cedo.
Teddy sabia que era estúpido, mas ele realmente se irritou ao sentir o cheiro de Cassandra impregnado em James. Era repulsivo para ele sentir o cheiro dela e de sexo na pele de seu escolhido, ainda mais sabendo que era algo recente para ele poder perceber de longe e com toda a fumaça da plataforma 9 ¾. Era mais irritante ainda porque a loira tinha conseguido o que parecia impossível: manter James longe de Teddy durante todo o fim das férias, ela não estava brincando quando foi avisá-lo sobre defender o que considerava dela. E agora, na manhã em que os dois voltariam para seu último ano em Hogwarts, Cassandra tinha providenciado para que James estivesse devidamente marcado, só que ela não esperava pela surpresa que Teddy tinha para a família.
Ele chegou perto do grupo, onde estavam seu padrinho, Draco e Lucius.
- Bom-dia! – Disse, numa alegria borbulhante.
- Bom-dia, menino bonito. – Draco respondeu. – Como está o trabalho?
- Perfeito! E adivinha? Meu novo mentor gostou tanto do meu trabalho que vai me mandar para Hogwarts, é uma excelente oportunidade de estudar as criaturas da Floresta Proibida. – Ele disse, dando pulinhos de alegria e adorando a expressão azeda de Cassandra.
- Isso é ótimo, mas espero que não esteja planejando entrar por lá sozinho. – Harry disse, preocupado.
- Lobisomem malvado diz algo para você? – Teddy disse, sorrindo. – Dimitri fez de mim um lutador no tempo que passei com ele, relaxa padrinho, se algo der muito errado e eu estiver sangrando e infeliz, sempre posso usar meu anel e aparecer no meio de Malfoy Manor.
- Sim, porque adoro meus tapetes persas sendo manchados com sangue. – Lucius disse, sarcástico. – Faça o favor de evitar esse tipo de cena.
- Sim, pelo bem dos meus cabelos loiros. – Draco disse sorrindo. – Vai de trem?
- Sim, vou ser assistente do professor de Trato de Criaturas Mágicas.
- Meu filhote está ficando importante! – Draco disse batendo palmas.
Todos, menos Cassie riram do entusiasmo do loiro, ela se despediu com um beijo no pai e outro no cunhado.
- Te vejo no trem. – Ela disse para o namorado.
Teddy viu a tensão de Draco, ele parecia estar esperando que a irmã se despedisse, mas a loira foi direto para o trem.
- O que foi isso? – Teddy perguntou, depois de ver a tensão entre os irmãos Malfoy.
- Lembra de quando eu disse que preferia um agradável trio? – James perguntou. – Esse é um dos motivos, vou indo também, nos vemos na escola Teddy.
- O que ele quis dizer, Draco? Vocês dois brigaram?
- Malfoys não brigam entre si, Teddy. Ela está sendo infantil e irracional, só o normal de uma adolescente. – O veela disse, dando de ombros.
- Não se preocupe sobre isso Teddy. Bom trabalho e não agarre James pelos corredores, por favor. – Harry disse, piscando para o afilhado. – É para isso que serve o armário de vassouras.
- Potter! – Os dois Malfoys exclamaram, escandalizados com as ideias de Harry sobre o que um professor devia fazer com um aluno.
Teddy riu e entrou no trem mais confiante. Ele teria mais tempo para seduzir James, logo pensaria em como consertar as coisas na família.
T J C
Fabriccio não precisava ser um gênio para prever que o último ano dele e de seus amigos em Hogwarts iria ser inesquecível. Estavam no castelo há menos de um mês e Cassandra já tinha enfeitiçado mais Hufflepuffs do que todos os anos anteriores juntos. Ela estava brava, e não era para menos, ele também estaria se tivesse um ômega querendo roubar seu namorado. E o pobre James, seu amigo ruivo estava preso entre duas forças da natureza, e como estava fugindo dos dois, se escondeu com ele na Sala Precisa, que agora era exatamente como o quarto dos dois em Slytherin.
- Então, quando pretende sair daqui? – O italiano perguntou.
- Quando Teddy resolver que ia ser lindo chupar meu pau junto com a Cassie. Os dois juntos. – James suspirou.
- Continue imaginando meu amigo, porque isso não vai acontecer.
- Para o meu martírio, sei disso. – O ruivo disse, rindo. – Mas estou me sentindo encurralado aqui. Cassie anda brava, não comigo, mas com a situação e eu não a culpo, mas isso não muda o fato de que cada vez que vejo Teddy sem camisa correndo ao redor do castelo quero saltar sobre ele e fazê-lo implorar por clemência.
- Eu preferia ele me agarrando e empurrando numa das paredes do castelo, mas cada um tem suas preferências. – Fabriccio disse, dando de ombros.
- Acha que eu estou maluco? – James perguntou.
- Desde que nos conhecemos, mas não sobre esse assunto em particular. Acho que está fortemente atraído pelo Teddy, sabemos que funciona no nível sexual da coisa, mas está com medo de deixar o lobinho chegar perto o bastante para se apaixonar por ele.
- Sim, porque me apaixonar por ele vai me fazer perder a Cassie ou então magoá-lo sem limites, é uma perspectiva angustiante para dizer o mínimo.
- James, você nem transou com ele ainda e já está numa crise emocional sem precedentes. Mas eu amo a loira e ela ama você, não pode ser a cobra que eu sei que é e dar um jeito nisso? – Fabriccio disse insinuante.
- Ah, fazer do Teddy meu amado esposo e da Cassie minha amante calorosa? Eu pensei nisso, mas Malfoys não ficam para segundo prato meu amigo, ela nunca me perdoaria.
- Resumindo, você está fodido.
- Sim, excelente observação meu amigo. – James disse, de mau humor.
- Sua solução é largar os dois, e se dedicar a me foder gostoso e me fazer feliz. – Fabriccio disse fazendo um beicinho charmoso.
- Sim, vamos fugir para que ilha? Porque vou precisar de proteção para te foder adequadamente, sabe que tio Neville ia me caçar para arrancar minhas bolas por tocar o filhinho dele.
- É verdade, mas ainda seria a solução ideal. Nem um, nem outro. – O italiano disse, sabiamente.
- É uma opção, a última e mais desesperada, mas uma opção. – James disse desanimado, mas ainda consciente de porque sua magia se inquietava naquela noite. – Pode avisar a Cassie que vou encontrar Teddy na Casa dos Gritos? Garanto que a transformação dele foi ruim.
- Eu aviso, só espero que ela não mate o mensageiro.
- Sempre pode fazer beicinho e se oferecer como escravo sexual para ela. – James brincou ao sair da sala.
- Ela iria me quebrar inteiro em menos de meia hora! – Fabriccio disse, pasmado com a sugestão.
A risada de James ecoava pelo corredor, enquanto ele andava.
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Teddy tinha tido uma transformação ruim, claro que isso era culpa da proximidade de James e da incapacidade que ele vinha tendo de se aproximar efetivamente de seu escolhido. Mesmo com a poção de Severus, sua forma transformada já tinha se arranhado e investido contra as paredes, era instinto e ele não podia parar isso. Ele sentia toda a raiva que lutava para controlar em seu dia-a-dia e deixou-se investir contra as paredes mofadas, já previamente arranhadas e com manchas de sangue, obra de seu pai, provavelmente.
- Lobo mau, lobo muito mau. – A voz de James encheu seus ouvidos sensíveis e o fez virar subitamente para a entrada que vinha do salgueiro lutador.
O ruivo deixou sua magia fluir e Teddy ganiu em sua forma canina, era imperioso ir até o ruivo. Ele não tinha atingido o auge de sua forma animal, mas ainda assim era maior que o ruivo, por isso, abaixou a cabeça e esfregou-se no braço de James.
- É macio. – James comentou, deixando seus dedos passearem pelo pelo castanho de Teddy. – Se eu coçar suas orelhas vai ficar todo manhoso?
Como Teddy não podia responder, o ruivo testou sua teoria e ficou impressionado ao ver que sim, o lobo enorme e de garras mortalmente afiadas e sujas de sangue se deitou no chão para receber mais carinhos. James não reclamou desse fato, já que essa posição facilitou seu trabalho para curar os feios e sangrentos arranhões que o lobisomem tinha. O ruivo analisou ainda, que, suas aulas de Defesa contra Artes Escuras e sobre Criaturas Mágicas deveriam incluir a parte em que a magia curativa flui quase naturalmente entre uma criatura e seu escolhido.
O lobo adormeceu fazendo sons de contentamento, mas James foi incapaz de descansar, ele precisava se assegurar que Teddy estava bem. Ele foi dolorosamente consciente da aurora e de como a luz do dia fazia com que o corpo de Teddy convulsionasse e ossos quebrassem para voltar a forma humana. Ele também sentiu como uma pontada no coração ao ver o olhar envergonhado do ômega. James nunca tinha visto Teddy tão pequeno e frágil, sua vontade era mimar o mais velho e sumir com essa maldição.
- Você não deveria ter vindo aqui. – Teddy disse, ainda trêmulo e com espasmos, deitado nas mantas que James tinha conjurado na noite anterior.
- Por que não? Mini-Moony pareceu adorar minha presença. – James rebateu, sorrindo para quebrar a tensão. – Além disso, eu não perderia uma oportunidade de te ver nu.
Teddy corou furiosamente, ele sempre saía das transformações cheio de hematomas e rasgos pelo corpo, não queria que seu escolhido o visse tão frágil e machucado. Por isso, se surpreendeu ao constatar que dessa vez não tinha nada, nenhum arranhão ou sangue seco. Isso também o fez dolorosamente consciente do fato de que estava praticamente deitado no colo de James num ninho de mantas quentes e macias.
- Qual o problema? Não gostou de me ter aqui coçando suas orelhas e vigiando seu sono? – James perguntou, seu nariz enterrado no cabelo de Teddy e sua voz rouca.
- Não é bom quando sei que não vai estar aqui sempre. – O lobisomem choramingou, arrepiado pela proximidade de James e pela voz sexy de seu escolhido.
- Acordamos muito demandantes hoje, não é? – James provocou. – Talvez eu deva ser o único a exigir um pagamento pela minha noite insone.
Teddy não forças, nem vontade de impedir que James o girasse, deitando-o de costas nas mantas. O lobisomem podia sentir o olhar de James queimando sua pele, se sentiu exposto e excitado enquanto esse olhar percorria seu corpo. Quando o ruivo afastou suas pernas e passou a acariciar suas coxas musculosas cobertos por pelos finos e castanhos. James estava olhando em seus olhos enquanto ia se aproximando de sua virilha, o desgraçado tinha um sorriso predador no rosto enquanto arranhava a pele sensível ao redor de seu sexo.
- James, não seja malvado. – Teddy choramingou.
- Já tivemos essa conversa, não é? Eu sou malvado, e estou considerando te amarrar e amordaçar para que deixe de me interromper quando estiver me divertindo. – O ruivo disse, malévolo.
Teddy chiou, não de medo, mas porque era exatamente isso que queria. Só para ver até onde o ruivo iria, moveu sua mão e acariciou sua ereção, levando um tapa na mão ofensora e um olhar de reprimenda de seu escolhido.
- Lobo mau, muito mau. Eu ia te chupar e te fazer feliz porque o Mini-Moony foi malvado e te deixou exausto, mas agora você ganhou um castigo para o dia todo, o que acha disso? – James perguntou, segurando a ereção pulsante de Teddy e masturbando-o lentamente.
- Acho que não conhecia seu lado sádico. – Teddy reclamou, movendo os quadris para incentivar James.
- Eu andei estudando Teddy, sei perfeitamente que meus desejos refletem os seus, minha magia age me incentivando a te atar e te foder bem duro, só porque sei que você vai adorar. – James murmurou em seu ouvido.
Teddy quase implorou por isso, mas não queria pressionar James além do limite do aceitável, por isso optou pela sedução descarada.
- O que vai fazer comigo? Me foder e me deixar insatisfeito? – O ômega provocou.
- Nada disso, vou te deixar ansiando por hoje a noite. – James disse, malicioso.
Teddy viu como o ruivo sacava sua varinha e sentiu um feitiço lubrificante sobre seu pênis. Não demorou para que a mão de James escorregasse por sua carne endurecida, fazendo-o arquear o corpo e ofegar. Seus sentidos estavam a mil por hora pelo primeiro dia de lua cheia e ele sabia que podia gozar com só mais alguns golpes da mão firme de James, por isso gemeu desconsolado quando o ruivo deixou sue ereção pulsante para pegar a varinha de novo, ele desconhecia as palavras do feitiço, mas sentiu um anel surgir em torno da ponta de seu pênis e na base de seus testículos, apertando-o de forma quase dolorosa. Ele se sentia duro, palpitante e molhado… e era tão bom que ele podia uivar.
- Você gosta, não é? – James perguntou, gostando de ver Teddy excitado e se movendo inquieto, mas ele nunca iria fazer algo sem ele gostar de verdade, sua magia o guiava com base em instintos e isso não era muito informativo sobre o que Teddy queria.
- Sim, é estimulante. – Teddy disse, percebendo a preocupação do ruivo. – Mas eu quero gozar, por favor.
- Claro que você vai gozar. – James disse, sorrindo de lado. – Alguma hora.
Teddy gemeu e moveu os quadris. James pareceu se compadecer dele, ou só queria provocá-lo, porque voltou a tocar a ereção gotejante do lobisomem, só que dessa vez se concentrou em acariciar e provocar a fenda na ponta, de onde Teddy gotejava de prazer.
- Você gosta de provocar. – Teddy disse ofegante.
- É divertido. Eu gosto de assistir, e foi por isso que comprei uma coisinha pra você. – Disse o ruivo tirando algo do bolso.
Teddy tinha amigos trouxas, ele podia reconhecer um brinquedinho erótico quando via um. Mordeu os lábios, ansioso quando James desenrolou um fio longo que estava ligando um controle remoto a uma ponta maciça e oval, um pouco maior que seu polegar. Seus ouvidos sensíveis captaram o som do pequeno motor e ele abriu as pernas inconscientemente, pronto para receber o brinquedo dentro dele.
- Sim, abra as pernas e me mostre seu buraquinho. Vamos ver se merece brincar um pouco. – James disse.
Teddy estava se sentindo especialmente devasso, por isso, se virou de barriga para baixo nas mantas e empinou sua bunda descaradamente, mantendo suas pernas abertas e exibindo sua entrada.
James lutou para conter sua vontade de testar e verificar se Teddy seria tão apertado e molhado quanto aparentava. O ruivo silvou de aprovação quando viu a entrada encharcada de Teddy, a lubrificação natural do ômega manchava as bochechas perfeitas de sua bunda e a parte interna das coxas musculosas. O lobisomem era o sonho molhado de qualquer cara com um pau ele tinha que resistir a isso. Com esforço e muito autocontrole, o ruivo abriu ainda mais as perna de Teddy, expondo-o ao máximo para seu olhar devorador. Sem pressa, ele usou o dedo médio para delinear a entrada franzida e viu como Teddy pulsava e deixava sair de seu corpo um fio grosso de excitação. Com o coração batendo a mil por hora, colocou o ovo vibratório sobre e entrada, sentindo Teddy estremecer e gemer de prazer, sem prévio aviso, empurrou o brinquedo para dentro do ômega, fazendo-o soltar um grito abafado e deixar seu peito cair no chão, mantendo a bunda no ar. Teddy era um submisso natural, na opinião de James.
- Agora, seja um bom menino e fique deitado aqui me esperando.
- Ah não James, nem pense nisso. – Choramingou Teddy ofegante, ele queria terminar com aquilo, era tortura.
- Eu penso sim, e vou fazer. Não seja manhoso, pode se tocar e se divertir, só não pode gozar. Seja bonzinho, assim vou cuidar de você logo. – Disse James, aumentando a velocidade do vibrador dentro de Teddy.
Teddy gemeu em resposta, mas não protestou, aquilo era uma das coisas mais excitantes que ele tinha feito na vida.
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James não saiu da casa, ficou em outro cômodo, onde conjurou uma imagem de Teddy. Podia ver o lobisomem se movendo sensualmente, Teddy beliscava e puxava seus mamilos, antes de se masturbar furiosamente e contrair seu canal em volta do vibrador.
- Confesso que essa é uma visão perturbadoramente sexy. – A voz de Cassandra não o assustou, mas o fez sentir um menino pego numa travessura.
Ele estava sentado numa cadeira, observado a imagem conjurada numa parede, que agora mostrava um close da bunda de Teddy. Cassie deixou uma cesta no chão e inclinou atrás dele.
- Talvez eu devesse te ajudar a liberar a tensão, não quero você fodendo o lobinho por causa de uma ereção frustrada. – Ela disse, abrindo as calças do namorado habilmente e segurando a potente ereção de James.
- Sou um adolescente, você se livra dessa e tenho outra em três minutos. – Ele provocou.
Ela riu, e deu a volta na cadeira para cair de joelhos na frente do namorado.
- Olhe para ele, mas sinta a mim. – Ela disse antes de levar toda a extensão do membro de James em sua boca, começando a chupa-lo sem hesitação.
James gemeu profundamente, quase cedendo ao impulso de ir mais e mais fundo na garganta da loira. Já tinha sido imobilizado pela loira para aprender sobre controle e não ia cometer o mesmo erro uma segunda vez. Sua paciência foi recompensada pela língua habilidosa de Cassie, que massageava sua ereção pulsante, acompanhando os movimentos ritmados da boca da loira, subindo e descendo rapidamente em sua ereção. Ele podia ver claramente Teddy adicionando dois dedos em seu buraco molhado, começando a foder ele mesmo e essa visão combinada com a boca de Cassie o fez explodir num orgasmo glorioso, sem prévio aviso. Ainda sem fôlego, ele podia ouvir as lambidas de Cassie, limpando-o e acariciando a carne pulsante de seu pênis.
- Vocês dois vão ser minha morte. – Ele reclamou.
- Um só meu amor, não se esqueça de que o lobo não quer dividir.
- Vou castigá-lo pelo egoísmo. – James brincou.
- Acho bom, nada desse seu pau pra ele, certo? – Cassie disse, se levantando, limpando os últimos rastros de sêmen de seu rosto delicado. – Eu trouxe comida e as poções revitalizantes do vira-lata, meu pai que mandou, salvei sua pele evitando a visita dele, não fica agradecido?
- Sim, vou mostrar o quanto hoje a noite.
- Desculpe querido, mas já estou indo aproveitar a oferta do Fabriccio para ser meu brinquedinho, algo me diz que ele tem uma língua fabulosa. – Ela disse maliciosa.
- Não o traumatize. – James pediu, rindo.
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Quando James voltou para perto de Teddy, tinha usado um feitiço para tirar qualquer cheiro dele, um truque de aurores que seu pai tinha ensinado. O ruivo encontrou Teddy deitado de costas, parecia cansado e excitado, coisa que fez James lamber os lábios, o lobo era delicioso.
- Você demorou. – Teddy protestou.
- Nada mais do que deveria. – James respondeu, deixando a cesta no chão. – Acho que agora já podemos te fazer feliz.
Teddy tentou não se iludir e pensar que James ia tomá-lo ali mesmo, duvidava que o ruivo criaria o vínculo tão rápido. Por isso, quando o mais jovem se ajoelhou a seu lado, seu coração deu um salto, sentiu como ele passava os dedos por seus mamilos inchados e duros, fazendo-o chiar de prazer.
- Sensível? Será que consigo te fazer gozar te provocando aqui? Ou será que preciso brincar por aqui também? – James perguntou deslizando a mão pelo corpo de Teddy e enfiando o dedo médio dentro dele.
Teddy não respondeu, só gemeu alto. James se posicionou sobre ele, entre suas pernas muito abertas, e abocanhou um de seus mamilos, sugando e mordiscando, ao mesmo tempo em que girava o dedo dentro dele, fazendo o vibrador ir mais fundo, encostando-o a sua próstata e fazendo Teddy ver estrelas. O ômega sentiu os anéis restritivos saindo de seu corpo ao mesmo tempo em que James usava o dedo para fodê-lo duramente e sugar com violência seu mamilo maltratado. Não levou mais do que três golpes duros do dedo intrusivo dentro dele e da bica provocadora para Teddy gozar num gemido alto, muito parecido com um uivo, manchando a calça e a camisa de James no processo. O lobo não queria, nem podia resistir ao estupor e ao sono que um orgasmo tão intenso causavam, adormeceu sentindo seu pênis palpitar no mesmo ritmo que seu canal, de onde James tirava o vibrador cuidadosamente.
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Quando Teddy acordou um par de horas depois, estava limpo e coberto com uma manta. James lia um livro deitado perto dele e quando viu seus olhos abertos, sorriu.
- Melhor? – Perguntou o ruivo, enternecido.
- Bastante, não vai ficar em problemas por estar aqui tanto tempo? – Teddy perguntou, sem fazer âmago de se levantar.
- Não, eu já disse que ela não é assim. – Disse James nem se incomodando em fingir não saber do que Teddy falava.
- Ela é uma tola, então. – Teddy disse, fazendo bico, ele odiava que James achasse sua rival tão malditamente perfeita.
- Não seja manhoso, estou aqui, deixando você me seduzir. Aproveite seu tempo em vez de ficar amuado com a Cassie.
- Você tem razão, mas é você quem tem que mimar porque fez de mim o que quis agora há pouco.
- Você gostou, que eu sei. Agora beba suas poções para que o Severus não me mate.
Teddy obedeceu e esvaziou os recipientes sem reclamar. E, foi incrivelmente natural para ambos que o ômega se aconchegasse nos braços de James para comer depois das poções, da mesma forma que a conversa sobre as pesquisas de Teddy e seus planos de trabalhar no Ministério fluiu. O dia passou sem que os dois se dessem conta, muito ocupados em si mesmos para perceber que o mundo lá fora não parava para que se conhecessem mais a fundo. Quando viu que já era noite, James se deu conta de que podia dizer de cor a posição das pintas nas costas de Teddy, do mesmo jeito que podia dizer sobre as pintas em Cassie. Fabriccio tinha razão, quanto mais perto de Cassie, mais parte dele o ômega fazia e isso não estava caminhando como ele queria, mas ele era incapaz de abrir mão de um ou de outro, então, se limitou a beijar os cabelos azuis de Teddy e ansiar pelos braços de Cassie na cama deles em Slytherin.
E então? O que acharam? Me contem, estou curiosa. Apesar de que queria esclarecer que por mais que eu ame receber comentários isso não quer dizer que eu vá mudar o enredo para agradar todo mundo, eu não ia parar de reescrever se fosse assim.
Beijos.
