Eu voltei, a fic está caminhando para o fim. Espero que aproveitem o capi! ;)

Teddy sorriu quando saiu do trabalho e encontrou Dimitri esperando-o fora do Ministério. O lobisomem mais jovem abriu os braços e deu um caloroso abraço no mais velho, era seu mentor e sem ele certamente não teria chegado onde estava.

- Isso mesmo, mostre o quanto sentiu minha falta. Sei que sou assim, irresistível. – Brincou o alfa.

Teddy deu um soco de leve no braço do outro e sorriu.

- Eu estou feliz porque sou um jovem bem sucedido e ativista atuante na área do estudo e controle das criaturas mágicas. – Teddy disse, pomposamente.

- Citando as palavras daquele artigozinho minúsculo que saiu no jornal? O que a vaidade não faz…

Teddy deu de ombros.

- Posso ser vaidoso quando sou assim tão perfeito.

- Um ômega muito exibido é o que você é, eu deveria te dobrar nos meus joelhos e te ensinar boas maneiras. – Dimitri ameaçou, de brincadeira.

- Se tocar muito mais do que já está tocando, temo que vou ter que cortar seus braços.

A voz de James era modulada e calma, mas seus olhos eram duas pedras de gelo quando chegou perto de Teddy e Dimitri. O alfa soltou os braços de Teddy e deu dois passos para trás, em uma demonstração de paz. Ele não tinha ido lutar pelo ômega.

- James! Isso foi rude, é só o Dimitri. – Teddy brincou.

- Você é quem gosta de jogar no um a um amor, não pode reclamar se não quero dividir agora. – James retrucou, sem tirar os olhos do alfa a sua frente.

Dimitri sorriu.

- Esse é o espirito! – Dimitri disse, aprovando, para logo espetar: – Claro que seria mais contundente se você simplesmente completasse o vínculo. – O alfa espetou.

- Estamos treinando arduamente para isso, pode ter certeza. – James disse, arrogante.

Teddy corou quando Dimitri começou a rir.

- Vocês dois são impossíveis, por que não vamos almoçar como pessoas civilizadas e assim os dois podem me contar o que estão fazendo aqui?

Os dois convidados deram de ombros e seguiram o ômega em direção ao restaurante.

T J C

Draco gostava de estar grávido, era ótimo ser mimado e ter Harry pulando a cada palavra sua, mas seu pai era outra história. Ele ainda não tinha dito uma palavra sobre o nome que escolheria para o bebê e Draco já estava entrando no nono mês de gestação.

- Papai? – Chamou o loiro com voz dengosa.

- Sim? Precisa de alguma coisa?

- Como vai chamar meu bebê?

- Com certeza não vai ser Albus. – Lucius disse, sorrindo.

O veela deu um suspiro cansado.

- Vou esperar, mas se escolher um nome muito horrível vou fazer Harry te cruciar.

- Como se ele tivesse coragem. – Desdenhou Lucius.

- Sim, se eu pedir com jeitinho. – Draco disse, sorrindo. – Teddy e James vem jantar hoje, aquele Dimitri talvez venha também. Ele chegou na semana passada e ficou para ajudar o Teddy com o novo projeto.

- Ele fez o impensável, conseguiu um cessar fogo com os lobisomens desgarrados com a ajuda do Controle de Criaturas Mágicas. Uma reunião na Floresta Proibida vai permitir que os lobisomens encontrem companheiros e comecem novos clãs, além de torná-los cientes das regras para viver na Inglaterra Mágica.

- Sim, mas ainda acho um péssimo lugar para o Teddy ir.

- Um ômega sem marcação vai ser tentador para tantos alfas, mas acho que James vai controlar bem a situação.

- Sim, porque a ideia do meu filho lutando contra uma horda de lobisomens famintos pelo Teddy é muito calmante. Obrigada papai. – Draco disse.

- Eles vão ficar bem, acredita em mim? – O mais velho disse com a aura calmante que tinha adquirido depois de ter aprendido mais sobre suas visões.

- Sim, eu acredito. – Disse o loiro sorrindo. – Cassandra mandou notícias?

- Como sempre, ela está tendo dificuldades com os feitiços de construção. Não sei porque ela insiste em saber como construir um prédio se só vai supervisionar os operários. – Lucius reclamou.

- Eu não sei… penso que nosso pai pode ter dito algumas milhares de vezes sobre ter que saber todos as etapas de algo para poder coordenar com eficiência.

- Claro que eu pensava que meus dois filhos iam fazer algo menos proletário que arquitetura mágica… medimagia já foi ruim o bastante, mas arquitetura? – O loiro disse, com desgosto.

- Ainda reclamando sobre as escolhas da nossa filha? – Severus perguntou, chegando de uma aula na França.

- Vou estar na minha cripta e ainda vai ouvir sobre isso, culpo seus genes ruins, sabe disso, não é? – Ele perguntou.

- Claro, tudo que ela faz e você não gosta é culpa dos meus genes.

- Fico feliz que tenha entendido, odiaria ter que te transformar num sapo de novo.

Severus revirou os olhos e focou suas orbes negras no afilhado.

- Ela perguntou do bebê na última carta.

- Ela faz isso sempre, mas continua devolvendo minhas cartas fechadas. Ela está me deixando de castigo, já entendi. – Draco disse, dando de ombros.

- Eu te avisei pra não ser tão aberto sobre o assunto. – Severus disse.

- Claro, porque mentir pra ela é tão malditamente fácil. – O loiro reclamou.

- Ela vem para casa nos próximo feriados. – Lucius disse, sorrindo.

- Foi o que ela disse na páscoa, e nas férias. – Draco disse.

- Mas dessa vez eu a fiz fazer um juramento mágico, ela não viu quando saquei a varinha. – Lucius disse, sorrindo.

- Isso foi muito traiçoeiro da sua parte papai. – Draco disse, orgulhoso.

- Eu sou assim, a epítome da perfeição. Sorte a sua que herdou esse meu traço.

Draco assentiu vigorosamente e Severus achou melhor não tirar nenhum dos dois loiros de seus delírios de grandeza. Draco estava grávido e ele poderia terminar convertido num sapo por semanas.

T J C

Teddy estava cansado, ele tinha passado o dia todo se desvirando em mil para dar conta dos últimos detalhes da reunião que ocorreria no dia seguinte. Era exaustivo lidar com os ânimos dos alfas irritados, era como tentar manejar várias facas ao mesmo tempo, sendo que ele facilmente poderia se machucar, ou machucar os alfas claro. Ele tinha se sentido tentado a usar feitiços de castração em mais de um quando começaram a rosnar em vez de falar, mas pelo bem de seu emprego, ele tinha se controlado. Por esses e outros motivos de cansaço e estresse, o lobisomem não percebeu o vulto que o seguiu para dentro do apartamento até que braços fortes o rodearam, fazendo-o soltar um gritinho de susto.

- Pensei que um lobisomem fosse mais difícil de surpreender. – A voz provocativa de James o acalmou, junto a seu ouvido.

- Cobra sorrateira. – Teddy reclamou, se movendo para se livrar dos braços poderosos que o prendiam.

- Não adiante me elogiar, não sei se quero te soltar.

- Se não me soltar vou… vou…

- O quê? – James perguntou. Ele segurava as duas mãos do namorado com apenas uma das suas, e com a outra remexeu nas roupas de Teddy até ter a varinha dele em sua posse. – O que pode fazer comigo se eu te tenho imobilizado, e sem varinha?

Teddy podia sentir seu coração retumbando no peito. James sempre conseguia deixá-lo numa posição delicada. Mas ele sabia o que podia fazer para deslocar o mais novo. Relaxou nos braços do ruivo e deixou seu corpo relaxar de encontro ao do namorado.

- Posso te oferecer algo muito satisfatório em troca da minha liberdade. – Disse, insinuante, ao mesmo tempo em que encaixava seu traseiro na virilha do namorado.

- Mesmo? E o que seria? – James se fez de desentendido, passando a ponta da varinha de Teddy no pescoço do ômega, provocando-o.

- Posso te oferecer a oportunidade única de assistir o meu banho relaxante.

- Parece interessante, temos um trato. – James concordou com um mordisco no pescoço de Teddy.

Quando foi solto, o ômega sorriu e estendeu a mão para recuperar sua varinha para preparar seu banho, mas James ergueu o braço e colocou o objeto fora do alcance do ômega.

- Desculpe lobinho, mas sua varinha não estava na nossa barganha. Se a quiser vai ter que trabalhar. – James disse, num sorrido ladino.

- Isso é trapaça! – Teddy reclamou, cruzando os braços.

- De jeito nenhum, você me ofereceu deleite visual em troca da sua liberdade, você está livre, mas sua varinha nunca entrou na equação. – James disse.

- Cobra. – Teddy acusou.

James deu de ombros e girou a varinha do namorado, provocativo. Teddy suspirou e se dirigiu ao banheiro de forma resignada. Tirou as roupas, sabendo que James ainda estava na sala, já que podia ouvi-lo escolhendo um dos discos e logo o som de saxofone enchendo a casa, dessa forma, quando o ruivo chegou no banheiro, encontrou-o de roupão felpudo, preparando o banho.

- Pensei que tínhamos combinado um espetáculo. – James reclamou.

- Eu ainda não estou no banho. – Teddy respondeu, piscando para o namorado.

James se recostou no batente da porta e parecia despreocupado e casual enquanto via o namorado esperar a banheira encher e revirou os olhos quando Teddy jogou um bocado de sais de banho e logo outro tanto, sem parar para saber se era uma boa combinação. Seu namorado era assim, desligado e desleixado. E ele adorava isso, os dois eram tão diferentes e tão próximos ao mesmo tempo. Viu como o ômega mexia a água, formando alguma espuma e logo, se levantava da beirada de mármore.

Teddy se virou de frente para James e olhando diretamente para o namorado, balançou os ombros, fazendo com que o roupão escorregasse, mostrando sua pele levemente bronzeada enquanto o roupão ia caindo. O ômega sorriu quando James passou a língua pelos lábios e engoliu a seco, ele gostava de ter o ruivo saindo de sua frieza habitual. Sem pressa, o lobinho colocou um pé na água e depois outro, se recostou na banheira preguiçosamente, como se estivesse sozinho no banheiro. Pegou sua esponja e começou a esfregar suas pernas com lentidão, dando atenção as áreas tensas, suspirando por poder finalmente relaxar. Ouvindo a alteração no ritmo da respiração de James, ele foi subindo, esfregando a barriga, braços e peito. Quando terminou, se deitou com a cabeça apoiada numa almofada e fechou os olhos. Usou a espuma para esfregar novamente seu peito, deixando os dedos resvalarem em seus mamilos, rodeando os pequenos botões de carne com os dedos, suspirando de prazer quando eles endureceram. Teddy gostava de brincar com seus mamilos, eles sempre tinham sido sensíveis, mas depois que começou a entrar no cio sentia-os como pequenos botões de prazer, que o faziam ter espasmos de excitação e enchiam seu membro, já desperto. Ele beliscou os mamilos e os puxou, deixando-os mais escuros e chamativos, o ômega girou a cabeça para ver o namorado, que o fitava com fome nos olhos verdes. Sem deixar de olhar para o ruivo, ergueu uma das pernas, apoiando-a na beira da banheira, sabia que James não podia vê-lo se tocar por causa da espuma, mas mesmo assim esmerou-se ao acariciar seu pênis, deixando-o totalmente duro, logo delineou seus testículos, massageando-os suavemente e gemendo. Sentindo-se puramente devasso, Teddy girou na banheira, ficando de barriga para baixo, numa posição meio ajoelhada. Logo, usou a esponja para esfregar a parte de trás de suas coxas e logo as bochechas de seu traseiro, sabia que essa limpeza cuidadosa daria a James uma visão privilegiada de sua entrada. Sorriu de lado ao ouvir o namorado soltando uma respiração áspera e sentiu-se agradavelmente poderoso quando viu como o ruivo tinha um volume considerável aparecendo em suas calças. Não demorou muito para que James se aproximasse da banheira, ele deixou Teddy se ensaboar como queria, e logo, reuniu água nas mãos em conchas e jogou sobre as coxas e o traseiro redondo de Teddy, assistindo de perto a pele aparecendo rosada e úmida sob seu olhar atento. Quando o ruivo deslizou a mão provando a maciez de suas nádegas Teddy fez um barulho de desaprovação.

- O nosso acordo foi sobre olhar… se quer tocar, vai ter que negociar James. – O ômega provocou, usando as armas do namorado contra ele.

- Sua varinha de volta? – James ofereceu, rapidamente.

- Me parece um bom negócio, pode tocar agora. – Teddy disse, empurrando os quadris para cima, na direção das mãos de James.

O ruivo adorava a bunda do namorado, sem demoras, agarrou os quadris de Teddy, acariciando as curvas cheias e macias, fazendo o ômega gemer, mas sem se aprofundar na brincadeira. James estava dolorosamente duro, a visão de Teddy nu e molhado era demais para ele, ele tinha tido fantasias assim há algum tempo já. Com decisão, o ruivo de inclinou até o ouvido do namorado e ordenou:

- Saia dessa banheira.

Teddy estremeceu. Ele amava aquele tom de voz demandante de James, era o mesmo tom que ele usava para mandá-lo abrir mais as pernas para fodê-lo com os dedos ou para lamber sua entrada até enlouquecê-lo. Então, agindo no modo automático, o ômega saiu da banheira e seguiu o namorado para o quarto, enxugando-se distraidamente numa toalha felpuda. Quando chegou no quarto, viu que James tinha deixado a luz apagada, e tinha acendido apenas algumas velas, que flutuavam ao redor da cama, deixando o local numa meia luz agradável aos olhos. O que Teddy não esperava é que seu namorado o agarrasse pelos braços e o jogasse na cama, logo que o teve perto o suficiente, coisa que o agradadou. Ficou ali, deitado de costas e ofegante enquanto via James tirar a camisa primeiro, para logo despir peça por peça da roupa que usava. Teddy estremeceu quando o ruivo se deitou sobre ele, os dois se encaixaram perfeitamente, suas pernas abraçando os quadris do ruivo e o corpo maior aprisionando o seu de encontro ao colchão. James mordeu-o num dos mamilos, uma mordida deliciosamente torturante. O ruivo lambeu as pequenas feridas que seus dentes tinham deixado na pele de Teddy para logo voltar a mordiscar a pele branca, fazendo uma trilha de mordiscos, que passou pelo pescoço do ômega até que chegou aos lábios carnudos de Teddy.

- Você é perfeito, sabe disso? – James perguntou, roçando seus lábios nos do namorado.

Teddy sorriu, e beijou o namorado, sentindo como James capturava sua língua e a sugava sensualmente, enviando arrepios de prazer por sua espinha. O ruivo se dedicou a provocar Teddy, beijando-o como se ele fosse o último homem na face da terra. Quando se separam em busca de ar, James voltou a sorrir de forma predatória para o namorado.

- Tenho um presente pra você. – Ele disse, movendo-se, de forma que sua ereção e a Teddy se esfregassem.

- Posso ver que sim. – Teddy disse, gemendo.

- Mas não é esse meu presente. Vire-se. – James demandou, saindo de cima de Teddy.

Teddy obedeceu sem hesitar, colando sua barriga aos lençóis e abraçando um travesseiro junto ao peito. Ele ouviu James se movendo e logo sentiu em suas costas o contato gelado de contas, ele estremeceu, imaginando o que James faria a seguir. Sem precisar receber o pedido, Teddy abriu as pernas, aproveitando para roçar sua ereção nos lençóis macios, gemendo de prazer.

- Bom menino, mas preciso que abra mais. – James pediu, deleitado com a visão.

Teddy estremeceu e obedeceu, logo, sentiu os dedos de James provocando sua entrada. Ele adorava a habilidade de James para fazê-lo gozar usando só os dedos, gemeu quando o ruivo ficou ali só provocando, delineando a entrada enrugada e esfregando a carne palpitante. Praticamente uivou quando o namorado enfiou dois dedos dentro dele e lutou por ar quando James começou a fodê-lo com força, usando os dois dedos para alargar seu canal. Sentiu-se ficar mais e mais molhado, a medida com que James movia os dedos, fazendo-o ondear os quadris para acompanhar o ritmo. Quando o ruivo tirou os dedos de dentro dele, sentiu-se vazio, mas logo sentiu como o namorado usava uma das contas para esfregar sua entrada palpitante, melando a esfera com sua lubrificação natural. Teddy gemeu, o contato da esfera era gelado e o fazia sentir-se ainda mais excitado, ele virou a cabeça e viu que James segurava um fio de contas, cada esfera negra do tamanho da metade de um ovo. Ele mordeu os lábios, mal podendo esperar para tê-las dentro de si, claro que seu namorado cuidadoso preferiu continuar provocando sua libido, com batidinhas suaves da primeira esfera em sua entrada, fazendo-o sentir-se mais molhado e palpitante antes de deslizar a primeira conta dentro dele. Teddy já tinha levado coisas maiores em seu interior, os dois tinham brincado com vibradores e plugues por meses, principalmente em seu cio, mas isso não significava que ele não amasse cada minuto da atenção de James. O ruivo tinha introduzido a primeira conta e derramou um fio de óleo lubrificante em sua entrada, para logo voltar a usar dois dedos para esticar mais a entrada do ômega.

O coração de Teddy pareceu parar quando sentiu outra coisa sondando sua entrada. Ele não tinha tentado forçar James a completar o vínculo, mas tinha deixado claro que queria ser tomado quando e onde o ruivo decidisse. A ponta inchada e dura do pênis de James entrou nele junto com a conta, empurrando o objeto mais para dentro do seu canal, a medida que o membro endurecido e túrgido do ruivo se enterrava nele até a base. Teddy perdeu o ar e afogou um grito de júbilo ao ter seu escolhido dentro dele, sentiu o peito de James colado em suas costas e a voz rouca e sexy, provocando-o.

- Respire pequeno ômega, eu ainda nem comecei a me divertir. Acho que vou usar meu pau e essas contas para te deixar aberto e marcado, acha que aqueles alfas amanhã vão poder saber que te fodi bem duro e gostoso hoje?

Teddy responderia, mas só podia gemer ao sentir seu namorado se movendo. James recuou até quase sair de dentro dele e voltou a investir com força, deslizando seu membro e a esfera dentro dele, abrindo-o e enchendo-o de uma maneira tão prazerosa que era quase insuportável. James repetiu o movimento mais algumas vezes até ter Teddy ofegante e gemendo inarticuladamente debaixo de si, quando sentiu que o lobo iria gozar, o ruivo saiu de dentro dele totalmente, deixando-o insatisfeito e ansioso. James era um provocador, por isso, começou a esfregar a ponta de sua ereção na entrada violada de Teddy sem pressa, esperando que o lobo saísse da excitação louca em que estava. Sem pressa, voltou a mover o fio das contas, puxando a esfera para fora e voltando a inseri-la dentro de Teddy, dessa vez, acrescentando uma segunda. Teddy moveu os quadris de forma inquieta, achando que James continuaria brincado com as contas, por isso, gritou de surpresa quando o ruivo voltou a entrar dentro dele, com as duas contas deslizando mais para dentro de seu canal, provocando-o, abrindo-o ainda mais. Teddy se sentia quente, quente e pronto para explodir, seu lobo interno uivava, ele queria que James fosse mais rápido, que o fodesse sem piedade e que derramasse a semente que selaria o vínculo para sempre.

- Por favor James… termine. – Ele implorou, erguendo-se nos cotovelos.

- Terminar, o quê? – James incitou-o, agarrando-o pelos cabelos e dando um impulso particularmente profundo, que acertou-o justo naquele ponto que o fazia derreter.

Teddy gritou, girando os quadris e movendo-se de encontro ao membro de James.

- Por favor… goza pra mim.

- Mas eu queria todas as contas dentro de você. – James provocou. – Elas fazem meu pau latejar dentro de você, não sente?

Teddy sentia, a sensação era quase enlouquecedora.

- Eu faço o que você quiser… mas faça agora… por favor. – Teddy implorou, choramingando de prazer.

James riu e segurou os quadris do namorado com firmeza, usando as mãos para afastar ainda mais as nádegas roliças de Teddy, expondo o buraco aberto e preenchido do ômega a seu olhar, com um rosnado quase animal, o ruivo voltou a investir contra o namorado violentamente. Ele queria o lobo marcado, queria que ele fosse dele e que todos soubessem disso, queria-o assim: aberto e trêmulo para ele. Deslizou uma das mãos até a ereção de Teddy e com rápidos toques teve o lobo gritando de prazer e derramando-se na sua mão, o orgasmo de Teddy o fez contrair seu canal em espasmos rítmicos, praticamente ordenhando o pau de James, que finalmente cedeu e deixou-se gozar longamente dentro do seu ômega.

Teddy estava tão cansado e satisfeito que poderia morrer e se sentiria feliz, sentia o pênis de James palpitando dentro dele e jorrando a semente que tanto tinha ansiado. Quando o ruivo deixou-se cair sobre ele, fez seu melhor para esconder as lágrimas que tinham escorrido por seu rosto.

- Eu te amo. – James disse.

Era a primeira vez que o ruivo dizia isso e Teddy sabia que ia guardar esse momento para sempre.

T J C

Draco mal podia acreditar em seus olhos. O parto tinha sido exaustivo e sua gravidez muito movimentada, e seu bebê, seu pequeno filhotinho tinha tido a cara de pau de se parecer com Potter. O pequeno tinha cabelos negros desordenados e as feições do pai, o loiro nem podia acreditar.

- Isso é um absurdo, fique o senhorito sabendo! – O loiro reclamou novamente e com voz suave para o bebê em seu colo.

- Sim, que audácia a do bebê ser a cara do pai. – Lucius zombou. – E o nome do meu neto é Lucian Severus.

Draco revirou os olhos.

- Seu ego não tem limites papai! – Draco reclamou.

- Nem o seu. – Lucius retrucou. – Quem foi que azarou o marido porque o bebê se parece demais com ele?

- Potter mereceu, tenho certeza que ele fez de propósito!

- Claro Draco, isso é muito possível. – Teddy disse, entrando no quarto.

- Olá filhote, pensei que não vinha nos ver. Você e James andam sumidos.

- Imagino que andam aproveitando o vínculo, mas você tem razão filho, eles já deveriam ter parado de transar loucamente, afinal já faz mais de um mês.

- Como diabos você sabe disso? – Teddy perguntou escandalizado.

- Ah, alguns alfas ficaram revoltados pelo ômega bonito ter aparecido vinculado e cheirando a sexo na reunião do mês passado… boatos correm Teddy. – Lucius provocou-o.

Teddy ficou da cor de um tomate. James tinha obrigando-o a ir para reunião com as contas dentro dele, todas elas, isso claro depois de terem sido inseridas minutos depois de James gozar dentro dele, pelo menos isso os alfas não podiam deduzir pelo cheiro.

- Oh, eu conheço essa cara… ele anda fazendo coisas pervertidas com você. – Lucius continuou provocando-o.

- Já chega papai, deixe meu filhote vir conhecer o bebê. Sente aqui Teddy, é bom ir treinando para os seus.

Dessa vez Teddy corou porque era exatamente isso que queria logo que James terminasse a faculdade, mas ainda tinha que convencer o ruivo, coisa que não achava muito difícil se envolvesse propostas indecentes. Estava conversando com Draco e segurando o bebê suavemente quando viu como os dois ficavam apreensivos.

- O que foi? Invasores? – Perguntou preocupado. Sabia que os Malfoy sentiam as proteções da casa.

- Não, só Cassie chegando para o feriado. – Lucius disse, com voz calma.

Teddy engoliu a seco, afinal, James estava na sala bebendo com Harry e Severus. Como os dois reagiriam nesse reencontro?

E então? O que acharam? Me digam!