Amores, capitulo MARAAAAAAAAAAAA....... espero que gostem...... é o meu preferido........ amuhhhhhh Ed em ação.......... ele fica uma coisa.......(N\A juro que tento ficar o mais impessoal possível mais quem pode com esse Ed......)
Capítulo 13
Nem sequer tiveram a meia hora que Edward tinha esperado.
Soou o telefone, e ele o levantou.
— Compreendido —disse ele, e pendurou o telefone. Ficou de pé e foi onde estava Bella. — Estão se movendo —disse ele, levantando-a da cadeira com uma mão implacável. — Vai para outro andar.
Estava afastando-a para evitar problemas. Ela ficou rígida contra a pressão de sua mão, e afundou os pés. Ele se deteve e se voltou para enfrentá-la, logo colocou sua mão sobre seu ventre.
— Tem que ir —disse ele, sem um brilho de emoção.
Estava em modo de combate, com seu rosto impávido e seus olhos frios e distantes.
Ele tinha razão. Pelo bebê, ela tinha que ir, colocou uma mão sobre a sua.
— De acordo. Mas tem uma pistola extra que pudesse ter... só no caso de?
Ele duvidou um momento, logo caminhou para o dormitório em busca de sua bolsa. A arma que tirou era um revolver compacto de quatro tiros.
— Sabe como usá-lo?
Ela rodeou a culatra com sua mão, sentindo a suavidade da Madeira.
— Já fiz tiro ao alvo, mas nunca usei um revolver. Arrumarei-me isso.
— Não tem uma câmara vazia nem trava —disse ele à medida que a escoltava para a porta. — Pode atirar do percussor antes de disparar, ou pode usar um pouco mais de força e só atirar do gatilho. É muito simples, apontar e disparar. Tem um calibre trinta e oito, assim tem poder de parada — ele caminhava depressa para as escadas enquanto falava. Abriu a porta da escada e começou a empurrá-la para ela, seus passos ecoavam no piso de concreto. — Vou te colocar em um quarto vazio no vigésimo terceiro andar, e quero que permaneça lá até que James ou eu venhamos. Se alguém mais abrir a porta, dispare.
— Não sei como James é —disse ela.
— Cabelo loiro, olhos cor avelã. Alto. Tão atraente que vai começar a baba quando o vir. Isso é o que fazem as mulheres, segundo ele.
Chegaram ao vigésimo terceiro andar, Bella estava só um pouco sem fôlego, Edward não estava cansado. Quando caminharam pelo silencioso corredor atapetado, ela perguntou:
— Como sabe que esses quartos estão vazios?
Ele tirou um dos cartões eletrônicas de seu bolso.
— Porque alguém do pessoal de James registrou o quarto ontem à noite e me passou o cartão enquanto estávamos jantando. Só por precaução.
Sempre tinha um plano alternativo... só por precaução. Ela deveria ter adivinhado.
Ele abriu a porta do quarto 2334 e a fez passar ao interior, mas ele não entrou, ao invés disso a prensou na parede de fora do quarto a beijando como se não fosse mais vê-la, suas mãos passeavam por todo o seu corpo, de forma rude, primitiva.
— Ponha a trava e a corrente na porta, e fique aí —disse ele, logo deu a volta e caminhou depressa para as escadas. Bella permaneceu no corredor, observando-o. Ele se deteve e a olhou sobre seu ombro. — Estou esperando ouvir que a porta seja fechada —disse ele com suavidade.
Ela retrocedeu, pondo a trava e deslizando a corrente em seu lugar.
Permaneceu de pé no meio do silencioso quarto e com calma tratou de dominar-se.
Ela não podia suportar, Edward estava caminhado deliberadamente para o perigo... em seu nome... e não podia acompanhá-lo. Não podia estar lá com ele, não podia lhe proteger as costas. Por causa do bebê que crescia em seu ventre, ela estava relegada a este lugar seguro, enquanto o homem que amava enfrentava as balas por ela.
Sentou-se no chão, e se balançou para frente e para trás, seus braços cruzados sobre seu estômago, lamentando-se brandamente enquanto as lágrimas caíam por seu rosto. Este terror pela segurança de Edward era a pior coisa que já havia sentido, muito pior do que tinha conhecido nas mãos de seus seqüestradores, pior inclusive que quando lhe dispararam. Ao menos ela tinha estado lá então tinha podido ajudá-lo e tocá-lo.
Agora não podia fazer nada.
Um estouro agudo e profundo que soou como um trovão fez que saltasse. Exceto que não era um trovão; o céu do deserto era brilhante e espaçoso. Enterrou o rosto em seus joelhos, chorando mais forte. Mais tiros. Alguns soavam mais suaves e apagados. Um pigarro peculiar. Outro trovão profundo, logo vários em rápida sucessão.
Logo, silêncio.
Ela se acalmou e engatinhou ao canto mais longe do quarto, atrás da cama. Sentou-se com as costas contra a parede, apoiando os braços sobre os joelhos, e a pistola apontando para a porta. Não via como alguém além de Edward ou James poderia saber onde estava, mas não apostaria sobre isso. Não sabia nada sobre isto, ou quem era seus inimigos, salvo pelo Mack Prewett, provavelmente.
O tempo passava lentamente. Não tinha relógio de pulso, e o rádio relógio na mesa que estava ao lado da cama estava longe dela. Não se levantaria para revisar a hora. Simplesmente se sentaria aí com a pistola em mão e esperaria, e morreria um pouco mais com cada minuto que passava sem a presença de Edward.
Ele não retornou. Ela sentiu a frieza do desespero crescer em seu coração, estendendo-se até encher seu peito, a pressão dela quase deteve seus pulmões. Seu coração pulsava lentamente em um ritmo pesado e doloroso. Edward. Não podia sequer permitir-se pensar na palavra morto, mas estava aí, em seu coração e em seu peito, e não sabia como podia continuar.
Houve um breve golpe à porta.
— Isabela? —chamaram brandamente, uma voz que soava cansada e familiar. — Sou Art Sandefer. Tudo terminou. Mack está sob custódia, já pode sair.
Supunha-se que só Edward e James sabiam onde estava. Edward lhe disse que se alguém mais abrisse a porta, atirasse. Mas ela conhecia Art Sandefer por anos, conhecia e respeitava o homem e o trabalho que fazia. Se Mack Prewett tinha sido sujo, Art estaria por trás disso. Sua presença aqui tinha sentido.
— Bella? —O bracelete da porta soava.
Ela começou a levantar-se para deixá-lo entrar, logo se afundou de novo no piso. Não. Não era Edward nem era James. Se ela tinha perdido Edward, o menos que podia fazer era seguir suas últimas instruções ao pé da letra.
Seu objetivo tinha sido sua segurança, e ela confiava nele mais do que tinha confiado em outra pessoa em sua vida, incluindo seu pai. Definitivamente confiava nele mais que no Art Sandefer.
Não esteve preparada para o peculiar e pequeno som. Logo, a trava da porta explodiu, e Art Sandefer abriu a porta e entrou. Em sua mão tinha uma pistola com um grosso silenciador ajustado no extremo do canhão. Seus olhos se cruzaram através do quarto, os seus eram cansados, cínicos e muito inteligentes. E ela soube.
Bella apertou o gatilho.
Edward esteve lá só momentos, segundos, mais tarde. Art tinha caído sentado contra a porta aberta, sua mão pressionava o buraco em seu peito e seus olhos a olhavam com comoção. Edward afastou de uma patada a arma da mão estendida de Art, mas essa foi toda a atenção que pôs no homem ferido. Caminhou sobre ele como se não estivesse aí, cruzando rapidamente o quarto onde Bella estava sentada e encolhida no canto, com o rosto branco e banhado de lagrimas. Seu olhar era estranhamente distante e desfocado. O pânico rugiu através dele, mas uma rápida inspeção não revelou sangue. Ela parecia ilesa.
Ele se agachou a seu lado, retirando com suavidade o cabelo do rosto.
— Querida? —perguntou ele com um tom suave. — Já terminou tudo. Está bem?
Ela não respondeu. Ele se sentou no chão ao seu lado e a pôs em seu colo, mantendo-a perto e apertada contra o calor de seu corpo. Ele seguiu murmurando de forma tranqüilizadora, um gentil som de consolo. Ele podia sentir o batimento de seu coração contra ele, o ritmo era forçado e alarmantemente lento. Apertou-a mais forte, afundando seu rosto contra seu abundante cabelo.
— Ela está bem? —perguntou James, enquanto caminhava também sobre o Art Sandefer e se aproximava do irmão e de sua nova cunhada. Outras pessoas estavam entrando na habitação, pessoas que atenderam ao homem ferido. Mack Prewett era uma delas, olhando com olhos agudos e duros a seu ex-superior.
— Ela ficará bem — murmurou Edward, levantando a cabeça. — atirou em Sandefer.
O olhar dos irmãos se encontraram em um momento de compreensão. A primeira vez era a mais dura. Com sorte e cuidados, Sandefer sobreviveria, mas Bella sempre seria uma daquelas que sabiam o que era apertar do gatilho.
— Como ele soube qual era o quarto? —perguntou Edward, mantendo sua voz calma.
James se sentou na cama e se inclinou para frente, apoiando os antebraços em seus joelhos. Sua expressão era bastante agradável e seus olhos eram frios e pensativos.
— Devo ter uma fuga em meu grupo —disse ele como um fato realista. — E sei quem é, porque só uma pessoa sabia o número deste quarto. Encarregarei-me disso.
— Faça-o.
Bella se moveu no abraço de Edward, enroscando seus braços ao redor de seu pescoço.
— Edward —disse ela, com voz débil e estrangulada, tremendo.
Apesar de tudo ele se sentia da mesma forma, escutou o pânico em sua voz, e o desespero.
— Estou bem — sussurrou ele, beijando as têmporas. — Estou bem.
Sacudiu-a um soluço, que controlou rapidamente. Ela estava em combate. A emoção cresceu no peito de Edward, uma grande borbulha dourada com tal força que ameaçava deixá-lo sem respirar e sem que seu coração pulsasse. Ele fechou os olhos para conter as lágrimas que ardiam neles.
— Oh, Deus —disse ele com a voz ainda mais rouca. — Pensei que tinha chegado muito tarde. Vi o Sandefer entrar antes de que pudesse rodeá-lo e logo escutei o disparo.
Ela apertou seus braços em forma convulsiva ao redor de seu pescoço, mas não disse nada.
Edward pôs uma mão em seu ventre, respirando fundo enquanto tratava de recuperar o controle. Estava tremendo, observou ele com uma surpresa distante. Só Bella podia fazer picadinho de seus nervos.
— Quero o bebê —disse ele, com voz ainda trêmula. — Mas nem sequer pude pensar nele. Tudo o que pude pensar era que se te perdesse... — quebrou-se, incapaz de continuar.
— Bebê? —perguntou James.
Bella assentiu com a cabeça, movendo-a contra o peito de Edward. Seu rosto seguia enterrado contra ele, e não olhou para cima.
— Bella, este é meu irmão James —disse ele.
Seu tom seguia sendo áspero e intranqüilo.
Às cegas, Bella estendeu sua mão. Divertido, James a estreitou gentilmente, logo voltou para pescoço de Edward. Ele ainda tinha que lhe ver o rosto.
— Prazer em conhecê-la —disse ele. — Também estou feliz pelo bebê. Isso desviará a atenção de mamãe por um tempo.
O quarto estava cheio de gente: segurança do hotel, polícia de Las Vegas, médicos, sem mencionar Mack Prewett e o FBI, que estavam controlando tudo com calma. O pessoa de James tinha desaparecido, fundindo-se nas sombras às que pertencia, onde melhor operavam. James tomou o telefone, fez uma breve ligação, e logo disse a Edward:
— Estão cuidando dele.
Mack Prewett se aproximou e se sentou na cama, ao lado de James. Seu rosto estava agitado enquanto olhava a Bella, agarrada firmemente nos braços de Edward.
— Ela está bem?
— Sim —disse ela, respondendo por si mesmo.
— Art está crítico, mas pode viver. Economizaria-nos um montão de problemas se não o fizesse —a voz de Mack era plana e sem emoção.
Bella se estremeceu.
— Nunca tivemos a intenção de te envolver, Bella —disse Mack. — Comecei a suspeitar que Art estava jogando em ambos os lados, assim pedi a seu pai que me ajudasse a descobrir se era realmente verdade. A informação tinha que ser legítima, e o embaixador conhece mais gente, tem acesso a mais informação interna, do que se pode acreditar. Art foi pelo anzol como um peixe faminto. Mas logo pediu algo realmente crítico, o embaixador ficou paralisado, no instante que soube foi que tinham te seqüestrado. Seu pai quase ficou louco.
— Por isso, estes bastardos em Benghazi sabiam que estávamos chegando —disse Edward, com olhos frios.
— Sim. Arrumei para mudar um pouco a hora, quando dava a informação ao Art, mas isso foi o mais que pude fazer para ajudar. Não esperavam que vocês chegassem tão cedo como fizeram.
— Não posso acreditar. Art Sandefer, de todas as pessoas —disse Bella, levantando a cabeça para olhar Mack. — Até que vi seus olhos. Pensei que você era o sujo.
Mack sorriu torcidamente.
— Imagino que compreendeu tudo o que estava passando.
— Papai me avisou. Ficava muito assustado cada vez que saía de casa.
— Art te desejava —explicou Mack. — Ele tomou com calma por um momento, ou teríamos fechado isto semanas atrás. Mas não era só informação. Art te desejava.
Bella estava atônita pelo que Mack lhe estava dizendo. Ela olhou para Edward e viu que tinha as mandíbulas apertadas. Essa foi a razão do por que não a violaram em Benghazi; Art a tinha reservado para ele mesmo. Nunca poderia liberá-la, é obvio, se ela visse seu rosto. Possivelmente a tivesse drogado, mas o mais provável era que simplesmente a tivesse violado, mantido com ele por um tempo e logo a teria assassinado. Ela estremeceu, voltando uma vez mais o rosto contra a garganta de Edward. Ainda era difícil de acreditar que ele estava a salvo e ileso; para ela era difícil sair do escuro sedimento de desespero, apesar de que sabia que o pior não tinha passado. Sentia-se intumescida e doente.
Mas logo ocorreu um pensamento, um que teria tido mais logo se a preocupação por Edward não tivesse apagado todo o resto de sua mente. Ela olhou ao Mack de novo.
— Então meu pai está limpo.
— Absolutamente. Esteve trabalhando comigo desde o começo — ele encontrou seu olhar e se encolheu de ombros. — Seu pai pode ser uma dor no traseiro, mas sua lealdade nunca esteve em tecido de julgamento.
— Quando o chamei esta manhã...
Mack fez uma careta.
— Ele está aliviado de saber que o amava o suficiente para lhe chamar, apesar da evidência em seu contrário. Entretanto, ao abandonar o hotel, agitou um ninho de serpentes. Pensava que tínhamos tudo sob controle.
— Como?
— Por mim —interpôs James, e pela primeira vez Bella olhou a seu cunhado.
Não começou a babar, mas teve que admitir que era assombrosamente bonito. Vendo-o com objetividade, era o homem mais atraente que tinha visto. Entretanto, de longe preferia o rosto sombrio e marcado de Edward, com seus olhos anciões.
— Registrei-me em outro hotel com o nome de Edward —explicou James. — Não estava registrada em absoluto, mas Art sabia que estava com o Edward, porque revisou a matrícula do carro alugado e rastreou o aluguel até o cartão de crédito de Edward. Não queríamos fazer nada óbvio para ele, queríamos que desse o trabalho nos buscar, para que não suspeitasse nada. Entretanto, quando averiguou que se casou com Edward, deixou de ser tão precavido —James sorriu. — Logo saiu para dar um passeio esta manhã, e se armou o circo. O telefone público que escolheu estava justo na frente do hotel onde me registrei, e o pessoal do Art te viu imediatamente.
No outro lado do quarto, os médicos finalmente tinham preparado Art Sandefer para levá-lo a um hospital. Edward observou o homem que tinha começado tudo, logo olhou com olhos entrecerrados ao Mack.
— Se o tivesse sabido com um pouco de antecipação, a maioria disto poderia ter sido evitado.
Mack não se intimidou desse olhar glacial.
— Como foram as coisas, Comandante, não esperava que tivesse os contatos que tem... —olhou a James — ou que se movesse tão rápido como o fez. Estive trabalhando com Art por meses. Você fez que as coisas acontecessem em um dia.
Edward ficou de pé, levantando Bella em seus braços, sem esforço, enquanto o fazia.
— Isso já terminou —disse ele com determinação. — Cavalheiros, se me desculparem, preciso cuidar de minha esposa.
Cuidar dela envolvia conseguir um terceiro quarto, porque a suíte estava em más condições e não queria que ela a visse. Colocou-a na cama, fechou a porta com fecho, logo depois de despi-la a ela e ele, meteu-se à cama com Bella, mantendo seus corpos nus o mais perto possível. Ambos necessitavam do consolo de suas peles nuas, sem barreiras entre eles. Ele se excitou imediatamente, mas agora não era o momento para fazer amor.
Bella parecia não poder deixar de tremer, e, para assombro dela, tampouco Edward. Abraçaram-se, tocando-se mutuamente o rosto, absorvendo o aroma e a sensação do um ao outro em um esforço de dissipar o terror.
— Te amo —sussurrou ele, abraçando-a tão forte que doíam as costelas pela pressão. — Deus, estava morrendo de medo! Não posso me controlar quando você está envolvida, meu amor. Pelo bem de minha saúde mental espero que o resto de nossas vidas seja do mais aborrecido.
— Serão —prometeu ela, beijando o peito. — Trabalharemos nisso —e as lágrimas nublaram seus olhos, porque não tinha esperado tanto, tão rápido.
Finalmente, era tempo de mais. Com suavidade entrou nela, e permaneceram entrelaçados, sem mover-se, como se seus nervos não pudessem suportar um brusco ataque agora, nem sequer um de prazer. Isso, também, veio a seu próprio tempo... o prazer dela, e o dele.
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Gente, estou triste.... acabou..............................T.T
Ainda falta um epilogo que vou postar semana que vem.... sei que vcs vão adorar ele........
To meio sem tempo de postar por isso não vai da pra responder os comentários.........
Bjuxx pra todas.........
