Gente, desculpa não ter postado nada esta semana!

Minha internet deu pau e fiquei quatro dias sem!

Mas aqui está, mais um capitulo pra vcs!

beijos e até breve!


CAPITULO XXXIV

Isabella havia acabado de colocar a pequena Nessie na cama, estava exausta e tudo que queria era um banho e cama. Depois da exaustiva discussão com seu marido, onde se viu obrigada a contar a verdade a todos, ainda teve que aguardar a vinda de Carlisle, Esme e Jacob.

A discussão foi longa e as opiniões divergiam sobre o responsável pelas ameaças e as malditas ligações, em sua mente só havia uma pergunta agora, o que aconteceria? Viu a preocupação estampada no rosto de cada membro da família, e sabia que ela era o motivo... Carlisle e Esme passaram por tanta coisa e nunca tiveram problemas com a agência, e, no entanto, agora o trabalho de uma vida de dedicação estava ameaçado por sua culpa... Porque alguém havia descoberto a verdade e estava usando isto para afastá-la deles, e principalmente, para afastá-la de Edward.

Odiou o modo como ele havia falado com ela, mas o compreendia bem, vinha agindo estranhamente e não poderia culpá-lo por se preocupar. Nunca o tinha visto tão furioso, tinha que admitir que sentiu medo em alguns momentos, e raiva, muita raiva por seu marido não compreender que somente estava tentando protegê-lo. Será que Edward não via o quanto era importante em sua vida? Que se algo lhe acontecesse ela não seria capaz de sobreviver sabendo que foi por sua culpa, única e exclusivamente por sua culpa.

Afundou-se na banheira sentindo o peso do mundo em suas costas, desejava mais que nunca estar na ilha, na paz e tranquilidade daquele lugar maravilhoso. Por um tempo viajou nas lembranças dos momentos vividos naquele lugar, nas descobertas que fez, no quanto ele lhe ensinou e acima de tudo, no quanto o amava.

Pensou em sua pequenina, e no seu filho que estava por vir, se perguntava até quando eles pagariam pelos seus erros, pelas suas decisões equivocadas... Não que se arrependesse de ter conhecido Edward, ou os Cullen, em absoluto, mas desde que o fizera vivia em um risco constante e o que é pior, os colocava em risco também, sem sombras de duvidas estariam melhor sem ela... Sobreviveram... Como quando desaparecera daquela vez. Eles sofreram, ma aos poucos refizeram suas vidas, seguiram com suas vidas, seguiram em frente.

Sua mente vagou nas possibilidades, se não os tivessem reencontrado em Volterra, Edward provavelmente ainda estaria envolvido com Victória, ou com alguma outra de suas amigas... Os Giotto não seriam afetados, e sua pequena não levaria o estigma de ser filha de quem é.

Saiu de seus devaneios pelo som do piano que vinha da biblioteca, desde que se casou Edward só havia tocado uma vez para ela... Era a coisa mais linda de se ver e ouvir, Isabella terminou seu banho ao som daquela linda melodia, secou os cabelos os deixando presos em uma trança, vestiu uma das camisolas que ganhara de sua irmã, era confortável e muito sexy.

De repente o som de outra melodia soou e Isabella tomou coragem e desceu, queria vê-lo tocar, nem que fosse para ficar espiando de longe, ao cegar a biblioteca o viu sentado ao piano, deslizando seus longos dedos pelas teclas de marfim. Ele vestia uma calça de agasalho e uma regata, parecia tão concentrado no que fazia, que provavelmente não notara sua presença ali. Sentia falta dele, daquelas mesmas mãos tocando seu corpo, daquela boca na sua, em sua pele, somente a lembrança fez com que estremecesse e um arrepio percorresse todo seu corpo, a deixando completamente excitada.

Depois de toda aquela confusão e discussão, a cabeça de Edward estava a mil, entendia o medo de Isabella, o desespero em tentar protegê-lo, proteger a família, a todos. Mas se o tivesse avisado desde o início, agora não estariam correndo contra o tempo, precisava protegê-la, mantê-la segura, a ela e sua filha.

Estava furioso com ela, mas ao mesmo tempo queria envolvê-la em seus braços e jamais soltar, tinha medo que algo lhe acontecesse... Sentia-se um animal, por ter gritado com ela daquela forma, por ter agido de forma tão impulsiva movido pelo medo e o desespero de saber que algo a afligia e não poder fazer nada a respeito.

Subiu depois de trancar tudo, ela havia colocado Nessie na cama e ido para o quarto, Edward entrou e pelo silêncio deduziu que Bella usava a banheira, decidiu ir tomar banho no quarto de hóspedes apesar do desejo de entrar naquele banheiro e juntar-se a ela.

Tomou uma ducha repassando tudo que foi discutido entre seus pais e seus irmãos, perguntou-se se Rosálie estaria certa em sua teoria? Mas quem faria algo tão terrível? Precisava espairecer, limpar sua mente, para colocá-la no lugar. Depois do banho desceu evitando encontrá-la, não sabia como agir depois do que houve no escritório e Bella mal havia trocado algumas palavras com ele antes de subir com Nessie, praticamente o ignorara enquanto decidiam o que fazer.

Foi para a biblioteca e sentou-se ao piano, há muito não fazia aquilo, dedilhou as teclas de marfim e uma antiga melodia preencheu não somente a sala, como a casa, perguntou-se se ela estaria ouvindo? Enquanto tocava, lembranças dos momentos vividos na ilha lhe vieram à mente, de como aquela garota, maluca e destrambelhada o havia arrebatado completamente... Ela o tinha no momento em que caiu em seus braços, naquela bendita recepção, no exato momento em que seu olhar encontrou aquele par de olhos castanhos... Aqueles olhos que expressavam tanto medo, ainda assim, naquele mesmo olhar, havia certo encantamento. Quem poderia imaginar que aquela garota assustada se tornaria sua esposa, a mãe de seus filhos, a razão de sua vida.

Precisava dormir, estava exausto, mas ainda não estava pronto para subir e encará-la, não depois do modo como a tratou. Voltou a dedilhar as teclas de seu piano tentando encontrar uma forma de mantê-la segura, assim como uma forma de se desculpar por ser um completo animal! Ele dedilhava os acordes finais da musica quando a viu, por pouco não perde algumas notas, ela estava encostada no batente da porta.

Seus cabelos estavam presos um uma trança, Bella vestia uma camisola de malha e renda em um tom de azul marinho que se destacava lindamente em sua pele, era de bojo o que valorizava seus belos seios e caia solta pouco acima de suas belíssimas coxas. Estava descalça e mordia o lábio inferior de forma tentadora.

"Deus, como pode ser tão linda?" – se perguntou ao percorrer seu corpo com um olhar faminto, desejoso.

- Desculpe, te acordei? – disse sem tirar por um segundo os olhos dela.

- Não... – ela deu alguns paços em sua direção, mas parecia hesitante em fazê-lo. – Estava no banho quando ouvi você tocar, desci para dar uma espiadinha, desculpe atrapalhá-lo.

- Você nunca atrapalha Bella!

-É tão lindo ouvi-lo e vê-lo tocar, fica tão concentrado, tão...

- Me ajuda a espairecer, a pensar e...

- A relaxar... – concluiu por ele. - Eu sei, você me disse uma vez. – disse dando de ombros, deslizando a mão pelo piano, aproximando-se cada vez mais, Edward já podia sentir o cheiro de morango que exalava de seus cabelos, assim como aquele perfume tentador que vinha de sua pele.

- Edward, eu...

- Bella, eu... – eles falaram juntos, Edward sorriu meneando a cabeça. – Pode falar primeiro. – a jovem aproximou-se ainda mais tocando seu rosto, acariciando-o, deslizando a mão até seus cabelos escovando-os para trás.

- Diga você. – sua voz não passou de um sussurro, ele a tinha puxado pra si, e Bella estava de pé, entre suas pernas, com o piano a suas costas. Suas narinas foram tomadas pelo perfume envolvente dele, misturado ao cheiro que sua pele exalava, era uma combinação perfeita. Seu olhar percorreu aquele rosto, aqueles olhos verdes que tanto amava, aquela boca tentadora por um momento esqueceu até de respirar ao ver o desejo e a luxuria brilharem naqueles orbes verdes. – Bella? – arrepiou-se ao ouvir aquela voz levemente rouca e extremamente sexy.

-Hã? O que? – Edward sorriu. – O que queria me dizer? – sussurrou em seu ouvido, roçando levemente seus lábios por sua pele macia e extremamente cheirosa.

- Eu... Eu queria me desculpar... - disse entre arfadas, sua mão agarrava forte seu cabelo, enquanto a outra estava agarrada em sua camiseta. – Pelo... Oh Deus... –ele sorriu contra sua pele. - Pelo meu comportamento... Sei que venho agindo de forma... Estranha e... – ela não pode concluir, já que os lábios dele cobriam os dela, sua língua invadiu a boca dela em um beijo intenso e voraz, cheio de desejo, paixão, amor e outros tantos sentimentos que os envolvia naquele momento.

Isabella soltou um leve gemido entre o beijo, tamanho prazer que sentira, sentou-se sobre ele que aprofundou ainda mais o beijo, a jovem voltou a gemer ao sentir o quanto estava excitado e aquilo a excitou ainda mais.

As mãos dele antes em sua cintura, agora estavam espalmadas em sua bunda a apalpando com gosto, movendo o quadril dela de encontro ao dele, em busca de fricção, arrancando outro gemido dela. Seus lábios abandonaram os dela, para percorrer a pele exposta, enquanto uma das mãos permanecia na bunda dela a outra foi em direção ao seio esquerdo. Ela jogou a cabeça para trás, tamanho prazer que sentira, dando mais acesso a ele, que removeu a alça da camisola, capturando um de seus mamilos o sugando como um bebe faminto.

-Ohh... Edward... – seu nome saiu entre um gemido, agarrou ainda mais os cabelos dele quando sentiu a língua macia e molhada brincar com ele, enquanto lhe acariciava o outro.

Edward agilmente desfez a trança deixando seus longos cabelos soltos, ergueu Isabella colocando-a sentada sobre o piano livrando-se da camisola, deixando sua esposa somente com uma minúscula cacinha. Voltou a beijá-la, mas logo deslizou os lábios por sua mandíbula, descendo cada vez mais.

Beijou-lhe os seios, dando devida atenção a cada um, sentindo sua esposa se contorcer de prazer, soltando palavras sem nexo. Desceu por sua barriga demorando-se um pouco mais em seu ventre, distribuindo beijos por ele, livrou-se de sua calcinha voltando a beijar seu ventre descendo para as coxas encontrando sua intimidade, perdendo-se completamente em seu gosto de mulher, a sua mulher.

- Edward... – novamente ouviu seu nome sair entre arfadas, às mãos dela estavam em seus cabelos, ela estava completamente entregue a suas carícias, aos seus toques. Sentiu o corpo de Bella dar sinais de que o fim estava próximo, outro gemido romper de seus lábios quando atingiu o orgasmo. Ergueu-se admirando a perfeição daquele momento, sua esposa completamente nua sobre seu piano, entregue ao prazer que ele lhe proporcionara. Jamais tinha visto algo tão lindo.

Livrou-se se sua camiseta assim como de sua calça, juntamente com a boxer, voltou a pegá-la trazendo-a pra si. Sentou-se a colocando sobre seu colo, com as pernas ladeando seu corpo, tomou-lhe os lábios em um beijo voraz enquanto lhe invadia lentamente. Gemeram juntos ao estarem completamente conectados, Isabella o cavalgava enquanto distribuía beijos pelo seu pescoço, mandíbula, mordiscava seu queixo. Deliciando-se com os sons que ele soltava, a cada beijo molhado, cada roçar de dentes, cada lambida.

Cada beijo, cada toque, cada investida de seu corpo contra o dela, era carregados de amor, paixão e desejo... E o que começou na biblioteca se estendeu até o quarto, onde um perdeu-se no outro e fizeram amor com a mesma intensidade com que se beijaram noite adentro.

Na manhã seguinte...

Isabella despertou sentindo os fracos raios de sol adentrar pelas fretas da cortina, sorriu ao sentir a mão de Edward espalmada em seu ventre, e seu rosto afundado em seus cabelos. Adorava adormecer envolvida por seus braços fortes, sentia-se tão protegida ali, como se nada nem ninguém pudesse lhe atingir.

Virou-se delicadamente para não acordá-lo, mas Edward parecia estar dormindo pesado, a mão que antes estava em seu ventre agora repousava em seu traseiro. "Safado!" – pensou sorrindo, enquanto admirava beleza daquele rosto adormecido.

-Vai ficar me analisando? – disse ele com a voz rouca e sonolenta, sem ao menos abrir os olhos.

- Pensei que estivesse dormindo seu idiota!

- Senti que estava sendo observado! – Edward abriu os olhos e um lindo sorriso.

- E eu não estava te analisando, e sim admirando, é diferente. – a jovem retrucou com um bico emburrado, estreitou os olhos ao sentir o aperto em seu traseiro se intensificar, trazendo seu corpo cada vez mais para perto dele. - Qual o seu problema com o meu traseiro? – seu marido soltou uma risada deliciosa.

-É o mais lindo que já vi! – disparou automaticamente com aquele sorriso que a fazia arfar de tão lindo. – Não resisto a ele, é tão fofo, tão perfeito... – dizia delineando sua forma. – É empinadinho e muito, mas muito gostoso.

- Como você é safado!

- Você me deixa assim... – Edward moveu seu quadril de encontro ao dela, fazendo com que sentisse sua evidente ereção. – Duro... Excitado... Louco de tesão... Tesão por você minha cara esposa. – concluiu tomando seus lábios em um beijo intenso, a puxou pra si, afastando-lhe os joelhos e perdeu-se nela uma vez mais.

Isabella arqueou as costas ao ser preenchida por ele, montou sobre ele sem romper o beijo, cavalgando-o vendo estampado em seu rosto o prazer que lhe proporcionava. Deus! Como amava aquele homem, como amava fazer amor com ele.

Edward inverteu as posições entrando e saindo dela cada vez mais rápido, sua boca ora estava na sua, ora em seus seios, sua língua brincando com seu mamilo a levando ao êxtase. Enquanto Bella pedia por mais e mais, ele prontamente atendia aos seus pedidos, a cada investida, ela sentia uma onda de prazer lhe tomar e à medida que se intensificavam, as ondas eram cada vez maiores, mais potentes. Até que Isabella entregou-se aquela sublime sensação gozando forte, sendo acompanhada por seu marido.

- Bom dia! – disse ofegante ainda sobre o impacto do orgasmo que acabara de ter.

- Oh, mas é um excelente dia senhora Cullen... – ele também estava ofegante. – E acredito que deveríamos acordar assim, todas as manhãs, o que acha?

- Acho que você é um safado, isso sim!

- Eu? Se bem me lembro, foi você quem me seduziu ontem na biblioteca. – a boca da jovem abriu e fechou algumas vezes antes que a voz saísse.

- Como é que é? – Edward rompeu em uma gargalhada deliciosa.

- Eu to brincando sua boba, vem aqui. – pediu a puxando pra si. – Não pode me culpar, eu tenho uma esposa linda e deliciosa, que me deixa completamente louco de desejo... De paixão... De amor. –disse voltando a beijá-la.

Diferente das ultimas semanas, Isabella ostentava um imenso sorriso, cumprimentou Mary com um beijo estalado ao descer para tomar seu café. Claro que antes passou pelo quarto de sua pequenina que dormia tranquilamente. Edward não estava muito diferente da Bella, mas ainda precisava ter uma conversa com ela e principalmente, se desculpar.

- Vai sair? – perguntou ao entrar na cozinha, sua esposa não tinha o hábito de usar a sala de jantar, somente para o jantar, as outras refeições costumavam fazer na cozinha mesmo. Ela estava vestida de forma diferente, geralmente ficava em casa bem à vontade.

- Vamos! – respondeu soltando um longo suspiro. – Vamos passar o domingo em família, na casa dos seus pais, todos juntos, os Hanson também estarão lá, o que acha?

- Acha mesmo que este é o momento? Porque disso? – ela estranhou sua reação.

- Não vejo problema algum, segundo sua mãe já havia marcado com Dora e achou desagradável desmarcar de ultima hora, portanto, termine seu café e apronte-se.

- Desde quando ficou tão mandona?

- Aprendi com você! – retrucou indo em direção à porta.

- Mas eu pensei que pudéssemos ficar em casa e conversar. – ela franziu o cenho.

- Conversar? Sobre o que?

- Sobre o que está acontecendo, sobre o que houve ontem.

- Podemos falar sobre isso depois, hoje vamos somente curtir nossa família e amigos, tá bem? - ele revirou os olhos assentindo.

- Ótimo! - Bella sorriu jogando um beijo no ar. – Vou ver aquela dorminhoca.

Horas depois na mansão Cullen...

- Desculpem o atraso, foi difícil tirar esta dorminhoca da cama. – Bella disse ostentando um imenso sorriso, o que deixou a todos confusos, afinal ontem mesmo ela estava tão calada, tão estranha.

- Uau! O que você fez com a minha irmã? – Alice perguntou a Edward, tirando risos de todos.

- Tá na cara o que rolou Alice, olha o tamanho desse sorriso, os olhinhos brilhantes, a noite deve ter curta pra estes dois. – Isabella colocou a pequena Nessie no chão revirando os olhos.

- Vovô! – a pequena disse correndo para Carlisle.

- Porque a felicidade de uma pessoa tem que estar especificamente ligada ao sexo? Só acordei de bom humor, qual o problema?

- Esse é o ponto, você raramente acordada de bom humor Isabella! – sua irmã acusou a encarando.

- Acordo sim, não é? – disse encarando o marido que estava atrás de si.

- Prefiro me abster. – Isabella estreitou os olhos.

– Traidor! – a gargalhada de Emmett ecoou na enorme sala e a pequena o acompanhava.

Edward e Bella babaram um pouco no sobrinho, Dylan estava cada vez mais esperto, deixando seu pai orgulhoso. Conversou bastante com Dora e Phill, falaram sobre o bebê que estava a caminho e sobre Nessie, que estava cada vez mais linda.

Sua irmã tentou abordar o assunto dos telefonemas, mas Bella se negou a falar sobre isto, foi o mesmo com Rosálie, Jasper e Carlisle. Não insistiram no assunto, e o almoço decorreu tranquilo, já Edward se irritou com a atitude da esposa, se perguntava por que estava agindo daquele jeito? Não conseguia entender o porquê de sua esposa se negava a falar com ele ou com os outros sobre o que havia ocorrido no dia anterior.

Ao chegarem em casa, Bella levou a pequena Nessie para o quarto, lhe deu um banho e a deixou aos cuidados de Claire a babá. Sabia que o marido estava bravo com ela, durante todo o caminho não abrira a boca, e assim que chegaram, foi direto para a biblioteca se trancando lá. Achou melhor tomar um banho e esfriar a cabeça, tudo que não queria era discutir com ele novamente, e ao sair do banho o viu sentado na beira da cama com as mãos nos cabelos.

- Precisamos conversar Isabella! – seu tom deixava claro que não havia margens a discussões.

- E sobre o que exatamente você quer conversar Edward? – ele notou a irritação em sua voz.

- Sobre o que houve Isabella! Sobre o fato de você ter me escondido que alguém a ameaçava... Ameaçava nossa filha, nossa família! Deus! Eu quase enlouqueci tentando entender o que estava acontecendo com você, o porquê de estar agindo daquela forma, e confesso que cheguei a pensar que estivesse perdendo o juízo! – disparou em um fôlego só, ela pode ver seus olhos faiscarem de irritação, ficou calada encarando a expressão irritada do marido.

- Me diga uma coisa Edward, se a situação fosse contrária, me diria algo? – disse em um tom extremamente calmo, o que não era comum dela. – Pois eu duvido muito que o teria feito.

- A situação é completamente diferente Isabella! Eu sou um agente, sou treinado para situações como estas, sou eu quem tem que protegê-la e não o contrário!

- Desculpe, mas esta é a sua opinião e não a minha! – ele bufou irritadiço. – Sei que errei, que deveria ter dito assim que recebi o primeiro telefonema, mas eu tive medo... Eu mal acabo de me recuperar de um maldito sequestro... Deus do céu Edward, ameaçaram você, Nessie, toda a nossa família... – ela levou as mãos aos cabelos, andava de um lado para outro. – Eu fiquei apavorada, pois não sabia se era coisa do tal Caius, ou se era somente alguém tentando me atormentar... Seja lá quem for, sabe sobre vocês, sobre a Angel e tudo por minha culpa!

- Não diga isso meu amor, não é sua culpa, uma hora ou outra isso iria vazar, por mais cautelosos que sejamos, provavelmente alguém andou nos investigando. – disse dando de ombros.

- Mas por quê? Com que intuito? Por favor, Edward não queira amenizar as coisas, tenho plena consciência de que desde que esbarrei em você naquela festa os coloquei em um problema seguido de outro.

-Não se esqueça de que a nosso pedido, denunciou Aro Volturi, fomos nós que a envolvemos nisso Isabella, jamais deveríamos ter te exposto tanto. Olha por tudo que você já passou por nossa culpa, você não tem que me proteger Bella, e sim eu é que tenho que protegê-la, mantê-la segura, a você e Nessie. Este é o meu trabalho, esta é a minha função!

- Você é meu marido! Não me peça para eu não me preocupar com você, não proteger você ou a nossa família! Por Deus Edward! Se... Algo lhe acontecer... Eu... ´02Eu não posso me arriscar a te perder outra vez... – sua voz falhou. – Eu não suportaria... Não sou tão forte quanto você e os membros de nossa família, eu...

- O que quer dizer com isso? – ela pôde ver a confusão em seu olhar e meneou a cabeça.

- Quando nos perdemos... Quando fui levada, você seguiu em frente, levou algum tempo, mas seguiu, assim como todos os outros... Enquanto eu tentava sobreviver sem você, dia após dia e não tem a ínfima ideia do quanto foi dolorosa a sensação de que o havia perdido pra sempre. Sei que também sofreu, que todos sofreram, mas você superou, seguiu em frente, você...

- O que quer dizer com isso? Eu jamais te superei, jamais esqueci, eu...

- Não? Tem absoluta certeza disto? Você pode ter me guardado em algum lugar ai dentro... – disse apontando para o peito dele. – Não estou dizendo que deixou de me amar, mas superou, seguiu em frente, seguiu com sua vida, se envolveu com outras mulheres...

- O fato de ter estado com outras mulheres, não significa que me envolvi com elas.

- Se envolveu com Victória! Tiveram um caso e não ouse negar! – disse com o dedo em riste. – Se deixou envolver por ela, compartilhou de sua cama com ela, confiava nela, então não me venha dizer que foi só sexo e toda aquela palhaçada.

- Aonde quer chegar com tudo isso? – seu tom foi frio, Isabella bufou revirando os olhos.

- No motivo que me levou a esconder de você e de todos o que estava acontecendo... – seus olhos cravados aos dele ao dizer aquilo. – Seja quem for que esteja fazendo isso tem razão quando diz que... Olha Edward, por mais que eu te ame, e ame nossa família, sei o quanto a minha presença é prejudicial a vocês...

- Nunca mais repita uma sandice destas, Isabella! Nunca mais. - Edward praticamente rugiu.

-Estive pensando e... Se não tivéssemos nos reencontrado na Itália, nada disto estaria acontecendo... – o olhar de Edward encontrou o dela. - Você provavelmente estaria com Victória, ou provavelmente outra, sei lá! – disse dando de ombros. – Estariam vivendo suas vidas tranquilamente, sem ameaças constantes e toda esta confusão que eu trouxe para a vida de vocês.

- Como pode dizer uma sandice destas? E quanto a Nessie, você... E quanto a nós Isabella? Pensei que estivesse feliz com o nosso casamento e...

- Eu estou... Estou muito feliz, Edward... Você... - sua voz saiu embargada. – Você me faz muito feliz.

- Então porque Bella, porque tá dizendo isso? Porque está pensando assim?

- Me desculpa... – um soluço rompeu de seus lábios. - Só foi algo que... Foi somente algo que pensei. – Edward foi pra junto dela envolvendo-a em seus braços, Bella afundou o rosto em seu peito e o choro veio com tudo.

- Shh... Não chora Bella, você estava tão feliz, tão sorridente, por favor, não chore. – pediu acariciando seus cabelos. -Nunca mais pense em uma coisa destas... – disse segurando o rosto da jovem em suas mãos. – Eu fui um idiota! Um fraco que não soube lidar com a perda e me deixei levar, mas em momento algum eu desisti Bella, eu sempre tive a esperança de reencontrá-la... De tê-la novamente em meus braços, ao contrário do que pensa... – ele tentou secar seu rosto inutilmente. Eu passei um inferno sem você... Eu não suportaria ficar sem você outra vez, quando te levaram, quando foi sequestrada quase enlouqueci... Eu te amo, te amo. – concluiu tomando seus lábios em um beijo intenso e completamente apaixonado.

- Então pode compreender o medo que sinto de perdê-lo? De que o tirem de mim somente para me atingir...

– Me perdoa,fiquei tão desesperado que a tratei daquela forma rude, jamais deveria ter falado com você daquele jeito, mas fiquei tão apavorado, tão assustado que...

- Isso já não importa Edward, vamos esquecer tudo isso tá bem e vamos seguir com nossas vidas, infelizmente agora só nos resta aguardar.

- Será que um dia vai conseguir me perdoar por ter cometido o erro de me envolver com ela? – a jovem puxou uma respiração profunda encarando aqueles olhos verdes.

- Se não o tivesse perdoado, acha que estaríamos casados? Mas o fato de tê-lo perdoado não significa que esqueci... Doeu demais saber que... Ainda dói só de imaginar que esteve com ela... Que a beijava, como me beija e que a tocava como me toca, que...

- Não, não, não... Eu jamais a beijei como beijo você, jamais a toque da mesma forma, eu jamais fiz amor com ela, o que tínhamos era somente sexo, eu juro Bella.

- Faz amor comigo. – pediu com seus olhos cravados aos do marido. – Preciso te sentir meu, somente meu. – Edward nada disse, tomou seus lábios em um beijo intenso e a amou com devoção.

Jasper ainda tentava descobrir de onde vieram as benditas ligações, ele e sua equipe estavam trabalhando arduamente nisto. Carlisle alertou o FBI e a Interpol sobre as ameaças, e as agências trabalhavam com a hipótese de ser alguém de dentro, talvez alguém infiltrado.

Isabella voltou ao trabalho e agradeceu mentalmente por Adam não enchê-la de perguntas, desculpou-se pelo modo como vinha agindo, Adam aceitou bem, apesar de ter culpado a gravidez por tudo é claro.

Uma semana havia se passado e não houve mais nenhuma ligação, os Cullen haviam sido convocados para uma reunião com o secretário de segurança nacional, e amigo particular de Carlisle. Rosálie deixou sua licença maternidade para assumir o comando da Angel enquanto os pais, os irmãos e o marido estivessem fora. Edward estava relutante em ir, mas infelizmente não pode se recusar, pediu para que a esposa ficasse com Alice, Rosálie e Dylan na mansão Cullen que estava fortemente guardada pelos homens de extrema confiança dele e de Carlisle. Claire era responsável por Nessie e Dylan neste período, ela tinha a ajuda de Mary, que havia ido para a mansão junto com Bella e a pequenina.

Também tentou convencê-la de ficar em casa nos dias em que estivesse fora, mas foi totalmente em vão, pelo fato de que Adam Mondavi teve que se ausentar da enoteca devido a um encontro de vinicultores em Napa, deixando Isabella responsável pelo lugar. Edward insistia que Bella deveria ficar em casa para sua maior segurança, e a jovem tentava fazê-lo compreender que aquilo não era possível, uma vez que ela era a responsável pela enoteca. A discussão entre os dois foi longa, e ele foi viajar contrariado e muito, mas muito irritado com a esposa. Isabella não estava muito diferente dele, às vezes tinha vontade de torcer o pescoço de seu marido, por sua teimosia e seu jeito mandão. Edward ligou avisando que chegou a Washington DC, como tinha costume de fazer quando viajava, mas eles mal se falaram.

Era final de expediente e Isabella já havia dispensado os funcionários, terminava de fechar tudo quando seu celular tocou, desatenta, o atendeu sem olhar no visor.

- Alô?

"Pensou que eu estivesse esquecido de você, Isabella?" – a jovem sentiu seu sangue gelar, olhou em volta a procura de uma dos seguranças, mas não viu ninguém. "Soube que seu maridinho está fora, sabe Isabella, eu mudei de planos já que você se mostrou uma garota desobediente. Eu disse que era para desaparecer em dois dias, e, no entanto, olha onde você está!"

- Quem é você? Eu não tenho medo de você seu desgraçado! – praticamente berrou, estancou ao ver o corpo de um dos agentes inerte no chão.

"Desta vez não terá os Cullen para te salvar minha cara, adeus Isabella!" – a jovem se encolheu ao ouvir disparos, desligou o telefone e correu para o carro, procurou pelos seus seguranças, mas não viu mais nenhum e se perguntava se estariam vivos? Preocupou-se já que se tratava de homens altamente treinados, o que significava que quem estava por detrás disto sabia exatamente o que fazia. Uma vez dentro do carro, travou as portas, já que o mesmo era blindado e rapidamente discou o numero de Jacob que atendeu no terceiro toque.

"Bella?"

- Jake, Jake eu preciso de ajuda!

"O que? Mas onde você está criatura?"

- No estacionamento da enoteca, os seguranças... Eles... Eles foram mortos Jake, acabo de receber outra ligação...

"E o que disseram desta vez?"

- Que havia mudado de planos, porque desobedeci a suas ordens e que os Cullen não poderiam me salvar desta vez.

"Onde está Edward?"

- Em Washington DC, Rose está no comando da Angel e... – novamente a jovem se encolheu ao ouvir disparos contra o carro desta vez.

"O que foi isso Bella?"

- Estão atirando em mim Jake, o que eu faço?

"Está com seu carro?" – ela somente assentiu com um grunhido. – "Menos mal, estou do outro lado da cidade, mas darei um jeito de chegar o mais rápido possível ai.".

Uma Blazer preta veio com tudo na direção dela, se chocando contra a traseira de seu carro, Isabella deu a partida e saiu desesperada sem um rumo certo.

"Bella? Bella? O que foi isso?"

- Bateram no meu carro Jake, eu sai de lá...

"Onde está exatamente?"

- Não sei Jake! Estou indo pro sul sentido Seneca st.

"Mantenha seu celular por perto, vou me guiar por ele, eu estou indo ao seu encontro Bella." – a jovem olhou pelo retrovisor e viu outro carro, se juntar a perseguição, Isabella entrou a direita na Madison st, pegando a terceira à direita para a 6th avenida.

A jovem pisou fundo, pegando a rampa que leva a Portland, com os dois carros em seu encalço, pensou em ligar para Edward, mas tinha que manter a atenção na estrada, não conhecia Seattle muito bem. Ela entrou na interestadual 90 em direção à Bellevue / Sponake, foi quando ouviu o som de um helicóptero e seu telefone voltou a tocar.

- Jake?

"Estou sobrevoando você, pra onde está indo?"

-Não sei, não consigo despistá-los Jake!

"Você vai sair dessa Bella, confie em mim, vou te ajudar, só tem que ficar calma! Você confia em mim Bella?"

- Isso lá é pergunta que se faça Jacob? – ralhou irritada.

'"Só estava checando, temos somente uma coisa a fazer Bells.".

-O que Jake?

Isabella ouviu atentamente ao amigo, e seguindo suas instruções acelerou ainda mais pegando a saída 3, que levava a Rainier Ave s. Seguiu um tempo por ela entrando à direita na S Genesee st, virou à direita na 51 st. Avenida em seguida à esquerda Genesee Way. Andou por mais alguns minutos entrando à direita na Lake Washington Blvd, na reta pisou fundo sendo seguida, virou a esquerda entrando na Lake Washington trail, uma vez nela seguiu para o norte.

Os carros estavam cada vez mais próximos e de repente começaram a disparar contra o carro da jovem à medida que se aproximavam. Um dos tiros atingiu o pneu traseiro fazendo com que a Bella perdesse o controle do carro, rodopiou na trilha completamente sem controle, rolando ribanceira a baixo antes de cair nas águas da baia Andrews.

Jacob mal podia crer no que vira, rapidamente acionou a policia local, os colocando na cola dos dois carros, ligando em seguida para a emergência. O helicóptero pousou o deixando próximo do acidente, ele olhou ainda incrédulo para baixo, onde o carro afundava, era muito íngreme e de difícil acesso. Sacou novamente o celular e discou rapidamente.

- Oi, sou eu, estou ligando pra lhe cobrar um favor, ótimo! Encontre-me na baia Andrews, traga seu pessoal. – disse desligando em seguida.

Horas depois, na mansão Cullen...

Rosálie havia chegado em casa e encontrou Alice aflita, pois havia tentado entrar em contato com Bella e nada. A loira ligou para um dos agentes que fazia a segurança de Isabella e não obteve resposta, ela pedia a um dos agentes que estavam a serviço para averiguar o que havia de errado quando o telefone tocou.

- Residência dos Cullen. – ouviu Mary dizer ao atender. – Oh meu Deus, só um minuto, por favor. – viu a mulher pedir com uma expressão apavorada. – É a policia senhora Rosálie. – a loira franziu o cenho pegando o telefone das mãos tremulas de Mary.

- Aqui é Rosálie Cullen, quem fala?

"Agente Hale? Aqui é o agente Jones, do FBI, precisamos entrar em contato urgentemente com Carlisle Cullen." – Rosálie sentiu sua espinha gelar.

- O que houve? Ele não se encontra no momento, do que se trata?

"É confidencial senhora!"

-Sou a responsável pela Angel, portanto desembucha de uma vez agente Jones!

"Estou ligando para comunicar que encontramos quatro de seus agentes, estão mortos...".

- O que? Onde? Como?

"Encontramos os corpos na enoteca Mondavi, no estacionamento, pelo que soubemos eram responsáveis pela segurança de Isabella Swan, certo?"

- Onde está Isabella?

"Não sabemos informar senhora, houve uma perseguição, ela praticamente atravessou a cidade e ao que parece, eles a pegaram na Lake Washington trail, seu carro foi alvejado várias vezes, e o pneu foi atingido."

- Como sabe disto?

"Houve testemunhas senhora, o agente Black a seguia com o helicóptero, viu quando perdeu o controle do carro caindo ribanceira abaixo. O carro caiu na baia Andrews, e já foi retirado, mas o corpo, o corpo ainda não foi encontrado."

- Corpo? – sua voz não passou de um sussurro, caiu sentada no sofá, sentindo os olhos queimarem.

"Senhora Hale?" – o agente Jones chamou preocupado. "Cessamos as buscas por hoje, e retomamos amanhã assim que o sol raiar, eu lamento muito senhora Hale."

-Irá lamentar ainda mais quando o agente Masen souber. – seu tom foi frio, ela desligou encarando Alice, sem saber o que dizer a cunhada e amiga.

- O que houve Rose? Aconteceu alguma coisa? Você está pálida, o que houve? – Alice disparou aflita.

- Tenho... Tenho que ligar para Carlisle...

- Rose o que está acontecendo? –sua cunhada voltou a exigir.

- Os seguranças de Bella... Eles... Foram encontrados mortos, os quatro... – os olhos de Alice praticamente saltaram. –Seu carro foi encontrado na baia Andrews, ao que parece ela perdeu o controle do carro que rodopiou na trilha, rolando ribanceira abaixo, caindo na baia.

-Não... Isso não pode ter acontecido... NÃO! MINHA IRMÃ NÃO ROSE! – gritou desesperada agarrando-se a cunhada.

Mary chorava e Claire desceu para ver o que acontecia depois de ouvir os gritos de Alice, ao saber não conteve as lágrimas. Depois que Mary ministrou um calmante para Alice e a acompanhou até seu quarto, Rosálie finalmente criou coragem e ligou para Carlisle.

"Rosálie?" – Carlisle atendeu sonolento, afinal o fuso horário era de três horas a mais. – "Há algo errado? Sinto sua voz um tanto abatida filha.".

-O senhor tem que voltar o mais rápido possível pai, aconteceu algo terrível.

"Você está me assustando Rose."

- Os agentes que faziam a segurança de Bella estão mortos...

"Deus do céu!" – ela ouviu o pai murmurar.

- E o agente Jones do FBI ligou avisando que o carro de Bella foi encontrado na baia Andrews, e que o corpo ainda não foi encontrado.

"Está me dizendo que... Por favor, Rosálie, tem certeza disto?"

-Foi o que disseram, eles cessaram as buscas por hoje e retomarão amanhã pela manhã.

"Mas como? Como isso foi acontecer?"

-Ainda não sei pai, Alice ficou arrasada, está em choque, estou assustada e não sei o que fazer, o que diremos ao Ed, pai?

"Confesso que não sei filha, seu irmão irá precisar de todos nós, estaremos ai o mais rápido que puder."

Enquanto isso em Washington DC...

- Algum problema Carl? – Esme perguntou vendo a tristeza nos olhos do marido, assim que entrou no quarto.

-Arrume as coisas Esme, vou fretar um jatinho pra que nos leve o mais rápido possível. – disse se pondo de pé.

-O que houve Carl?

- Não sei ao certo, Rose estava tão aflita, tão assustada...

-Por quê?

- Ao que parece Bella está morta!

/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*