Nota do James: O off-talk contém um festival de termos impróprios para menores e pessoas facilmente ofendíveis. Divirta-se ou não leia. ;D

E o FF. net está fazendo cu doce hoje e quase não deixou eu postar o capítulo. A culpa do atraso é dele! ò.ó


CAPÍTULO XL

DERROTE O CACHORRO LOUCO!

Depois de caminhar por um tempo consideravelmente longo, Koichi e Rumiko chegaram à conclusão de que o corredor em que estavam na verdade se tratava de um labirinto. Ele não era reto como os demais corredores até então, e nem tão pouco parecia ter fim. Depois de tantas curvas bruscas os dois haviam perdido completamente seu senso de direção, por isso não sabiam se estavam andando em círculos ou realmente indo para algum lugar.

- Acho que já vi essa rachadura antes. – Comentou Rumiko enquanto os dois passavam por um trecho do corredor particularmente escuro. A rachadura em questão ficava na linha dos olhos da garota em sua cadeira de rodas. – E acho que já vi mais de uma vez. Eu lembro porque esse risco enorme na parede me deu medo quando eu vi da primeira vez. Será que a gente está dando voltas e mais voltas sem rumo?

- Talvez. – Koichi parou de andar e os dois ficaram algum tempo em silêncio pensando no que fazer. – Rumiko, vamos lançar as nossas beyblades para fazer marcas nas paredes por onde passamos. Assim, se estivermos dando voltas, nós logo saberemos.

- Tudo bem! Você que manda, chefe! – Entusiasmada porque alguém finalmente tinha um plano, Rumiko pulou em sua cadeira, reclamando de dor ao mexer as pernas machucadas. – Ai, droga... Vamos lá, Fenki!

Fenki e Fenhir passaram a andar pelas paredes deixando marcas bem finas nas pedras ao passar. Koichi seguia os peões enquanto empurrava a cadeira de Rumiko, e a japonesa cada vez mais sentia-se dentro de uma corrida emocionante. Agora que restavam apenas ela e Koichi e faltava tão pouco para que eles finalmente enfrentassem Umeragi, a garota estava deixando a excitação tomar conta do medo. O corredor escuro já não a assustava, assim como sentir o vento batendo no rosto enquanto sua cadeira era empurrada em alta velocidade também não fazia com que ela gritasse por sua mãe.

Passaram-se cerca de quinze minutos, mas nada de encontrar uma saída. Eles continuavam caminhando pelo mesmo corredor sem fim, tentando entender para onde estavam indo com a ajuda das beyblades. Quando Rumiko já estava ficando cansada de olhar para as paredes riscadas, Fenki e Fenhir passaram por cima de uma pedra que não riscou. A garota alertou Koichi sobre a mudança e o garoto resolveu verificar.

O pedaço da parede que as beyblades não haviam conseguido riscar se tratava de um imenso bloco de pedra muito mais dura do que as ao seu redor. Examinando de perto era possível ver onde este bloco começava e até onde ia. Tinha a largura de uma porta, mas tinha pelo menos três metros de altura.

- O que será que é isso? – Perguntou Rumiko, intrigada pela descoberta. – Eu não lembro de ter visto uma coisa assim antes, será que ela só apareceu agora ou nós é que não notamos que ela estava aí?

- Ela sempre esteve aqui. – Respondeu Koichi, que achava ridícula a idéia de que uma pedra daquele tamanho poderia aparecer do nada e se instalar no corredor sem ninguém perceber. Em nome do bom espírito de equipe, no entanto, o líder resolveu não partilhar todos os seus pensamentos. – Mas é muito difícil de ser notada. Sem as beyblades nós provavelmente nunca a teríamos visto.

- Você acha que tem alguma coisa atrás dela? Já imanou se essa pedra for a saída? Eu quero sair daqui! – Rumiko começou a se agitar de novo, porém seu corpo dolorido logo mandou seu cérebro se acalmar.

- Não custa nada tentar. – Com um olhar, Koichi mandou que Fenhir perfurasse a pedra.

- Yes, eu estava certa!

Escondido pela pedra havia um outro corredor. Ele era ainda mais escuro do que o corredor em que a dupla se encontrava, e muito mais estreito, apesar de mais alto. Os dois se entreolharam e Koichi foi o primeiro a falar:

- Quer mesmo ir por ali?

- Sim! Vamos tentar ver se tem uma saída por lá! Os corredores daqui não parecem levar a lugar nenhum! Eu não quero ficar perdida aqui para sempre!

- A sua cadeira não cabe ali. – O garoto olhava da cadeira para o corredor calculando mentalmente a diferência do espaço necessário e do espaço disponível, chengado a conclusões não muito favoráveis. – Se decidirmos ir por este caminho, teremos que achar outro jeito de seguir em frente. Ainda assim você quer mesmo ir por ali?

Rumiko parou para pensar um pouco. Ela gostava da idéia de seguir por um caminho diferente e ver até onde ele os levaria. Agora que não estava mais com tanto medo de tudo e ansiosa para finalmente lutar ela sentia que poderia encarar qualquer desafio. Sua única limitação era a cadeira...

- Vamos dar um jeito! Tem que ter um jeito de nós dois passarmos ali! Tem que ter!

Os dois ficaram novamente em silêncio, até que Koichi teve uma idéia:

- Rumiko, suba nas minhas costas. Eu vou dobrar essa cadeira para que ela passe pelo corredor.

Rumiko concordou na hora, apesar de sentir uma pontinha minúscula de receio. Ela confiava em Koichi, sabia que o garoto não a deixaria cair (não depois de ter tido tanto trabalho para salvá-la do buraco em primeiro lugar) e sabia que suas idéias sempre eram boas e sempre davam certo, ao contrário das suas. Se alguém tinha que achar uma solução para este problema, que fosse Koichi e não ela.

Como Koichi precisava usar uma mão para conduzir a cadeira, Rumiko teve que segurar muito firme para não cair. O corredor era longo, mas a saída logo tornou-se visível, facilitando a caminhada. Ao menos desta vez a dupla sabia para onde estava indo.

O único grande problema que eles tiveram foi ter que abrir a porta que provavelmente levaria para a próxima sala. A maçaneta redonda estava coberta de afiados espinhos prateados. Depois de pensar um pouco de gastar um tempo considerável re-posicionando Rumiko em seu colo para evitar grandes danos, o líder dos Taichi derrubou a porta toda com um chute e venceu este último obstáculo.


- Rumiko, preste atenção. – Parados diante da porta, Koichi recolocou Rumiko em sua cadeira e se ajoelhou para falar com ela cara a cara. – Nosso próximo adversáro é com certeza Yuriy Karasimov. Eu estou esperando para enfrentá-lo desde antes dele roubar Ceres. Esta luta vai ser minha, e você vai seguir em frente para pegar o Umeragi.

- Mas eu não consigo empurrar essa cadeira sozinha! Ela é muito pesada!

- Consegue, sim. Vai ter que conseguir. Nós perdemos tempo demais com todos aqueles corredores, e eu não quero que ninguém interfira com a minha luta. Pode ser perigoso.

Rumiko sentiu um arrepio correr por sua espinha após a fala do amigo, mas tentou permanecer séria mesmo assim. Ela não gostava nada da perspectiva de ter que se virar sozinha com a cadeira dali para adiante, mas o que Koichi estava dizendo fazia sentido. Eles já haviam perdido tempo demais.

- Tudo bem, Koichi, eu vou tentar.

- Lembre-se que o Umeragi gosta de manipular as pessoas. Não deixe que ele te confunda e tudo ficará bem.

- Certo!

Koichi se levantou e, sem trocar mais nenhuma palavra com a companheira, passou a empurrá-la para dentro da sala. À princípio tudo estava escuro, porém logo a dupla foi saudada por um show de luzes artificiais tão bem montado que dava a impressão de que eles estavam todos de volta à superfície. O "cenário" da luta também logo se tornou claro.

- Wow, isso é...

- O coliseu.

Rumiko deixou seu queixo distender-se completamente ao completar a magnífica obra de engenharia que se encontrava diante de seus olhos. Eles estavam em uma das arquibancadas superiores do anfiteatro mais famoso do mundo, na região de curvatura mais estreita, de frente para a arena. O lugar estava tomado pelo mais absoluto silêncio, não havia sinal de Yuriy ou de ninguém mais. Com cuidado (e com Koichi tendo que descer a cadeira de Rumiko degrau por degrau) os dois foram até a arena.

- Finalmente você chegaram! Achei que tinham desistido no meio do caminho!

Uma voz que para Koichi era muito familiar ecoou de algum lugar acima de suas cabeças assim que a dupla se posicionou no centro da arena. Olhando para cima, os Taichi descobriram Yuriy deitado em um sofá à moda romana na tribuna de honra, o camarote do imperador.

- Desça e venha logo para luta. – Foi o único comentário de Koichi. Rumiko observava tudo impressionada.

- Como quiser, eu já estava cansando de ficar aqui esperando sem fazer nada mesmo...

Yuriy se levantou e pulou de seu camarote direto para o chão. O tilintar metálico das inúmeras correntes presas às suas roupas pretas ecoou por todo o estádio.

- E mostre a saída para a Rumiko. Nós não precisamos de ninguém interferindo com a nossa luta.

- Em alguma coisa eu até concordo com você. Sabe que... – Yuriy se aproximou dos dois Taichi e assumiu o controle da cadeira de Rumiko. Os três começaram a caminhar na direção do camarote onde Yuriy antes estava. – ...eu quero mais é que o Chefinho se exploda. Eu e Jing só estamos aqui para lutar contra vocês. Por mim aquele moleque e os experimentos dele podem ir todos pro inferno que eu não me importaria. Isso significa... – e aqui ele parou para poder encarar Rumiko de frente - ... que eu não tenho nenhum motivo para odiar você ainda, menina. E se bobear eu sou capaz até mesmo de torcer por você agora, só pra ver a cara de bunda que o Chefinho vai fazer quando for vencido por uma pirralha. Então eu vou te dar uma dica: o Chefinho é um maníaco depressivo que quer dominar o mundo. Não deixe que ele te deprima também ou vai ser o fim da luta. Acho que pensamentos positivos vão ser a melhor arma contra ele. Agora vai lá e aproveita porque até a sala dele só tem rampa!

Com essa última exclamação Yuriy soltou a cadeira de Rumiko. Os dois estavam já na porta de saída. A cadeira foi descendo a rampa cada vez mais rápido, e o russo riu gostosamente ao ouvir os gritos assustados de Rumiko. Quando Koichi olhou feio para ele, o garoto decidiu avisar a japonesa que ela podia se segurar nas barras laterais postas no corredor para controlar sua velocidade. Sem saber se ela tinha ouvido seu conselho ou não, Yuriy fechou a porta e fez sinal para que Koichi o seguisse para a arena.


- Pronto para começar ou quer fazer uma última declaração antes de perder tudo? – Perguntou Yuriy, sarcástico.

- Melhor você fazer um pronunciamento enquanto ainda puder falar. – Respondeu Koichi no mesmo tom.

- GO SHOOT! – Gritaram os dois ao mesmo tempo, lançando as beyblades com o máximo de força possível. A luta começou com choques violentos, faíscas voando para todo o lado, e com o magnífico cenário do coliseu em seus dias de maior glória sendo aos poucos destruído. O chão da arena logo ficou cheio de buracos, e as paredes, as arquibancadas e até mesmo algumas estátuas de bronze espalhadas pelo local sofreram danos consideráveis. Enquanto isso os beybladers permaneceram imóveis, observando atentamente cada movimento de suas beyblades em silêncio. Foi somente quando Fenhir decepou a cabeça de uma das estátuas e Ares passou por uma pilastra que os lutadores decidiram passar para o próximo nível de confronto:

- Sabe, Yuy, eu e você somos como dois gladiadores. Nós lutamos pelo prazer de lutar, treinamos duro para sermos os mais fortes e mostrar a todos a nossa força. Nós queremos a perfeição máxima, e por isso não há lugar melhor para nos enfrentarmos se não este símbolo do império mais grandioso da civilização ocidental. Você consegue sentir, Yuy, consegue ouvir o barulho das multidões pedindo por sangue e morte nesta arena? Consegue ouvi-los? – Realmente, não era difícil imaginar uma multidão lotando aquele coliseu. O local havia sido construído para imergir os lutadores na atmosfera vibrante, feroz e sanguinária dos jogos de vida ou morte, e as vozes da multidão pareciam mesmo ecoar pelo estádio vazio. Koichi podia entender o que seu adversário estava falando, mas não precisou dizer nada para que Yuriy percebesse. – Nós precisamos satisfazer a vontade deles. Ares, Novae Voiná!

Pequenas explosões passaram a desfigurar ainda mais o chão do coliseu, que agora era tão irregular quanto uma superfície montanhosa. Fenhir não foi atingido por nenhum ataque, porém.

- Em que você está mirando? – Provocou Koichi, já desconfiado deste ataque aparentemente aleatório. – Você parecia ser um lutador bem mais competente da última vez que lutamos.

- Da vez que eu ganhei a fera-bit do seu irmãozinho querido? – Devolveu Yuriy, sorrindo ao lembrar-se da luta no beco. – Daquela vez em que eu fiz ele gritar e desmaiar e perder seu amiguinho adorado? Ora, Yuy, esta luta está apenas no começo! Ares, Novae Voiná!

Depois de uma série de ataque que não visavam tirar Fenhir da luta, Koichi começou a desconfiar que o objetivo de Yuriy era mesmo mudar o terreno, torná-lo mais irregular para dificultar uma eventual fuga de sua beyblade. Entrentato, Koichi não se lembrava de nenhuma técnica que o rival usasse que pudesse se beneficiar deste plano. Por garantia, Koichi achou melhor atacar também:

- Fenhir, Final Storm!

A tempestade do pégaso levantou poeira e acabou mais ou menos consertando os desníveis feitos por Ares. Yuriy não ficou muito contente.

- Oh, então você não vai mesmo deixar eu fazer o que quero por aqui, não é mesmo? Tudo bem então, eu mudo de tática.

A luta voltou a depender de ataques diretos de beyblade contra beyblade, porém os novos ataques eram ainda muito mais poderosos do que os anteriores. Fenhir e Ares derrubaram algumas fileiras de arquibancada, destruíram todas as estátuas que ainda estavam inteiras e quase fizeram a construção toda desabar ao lutar perto das vigas de sustentação. Como em seu primeiro combate, Koichi e Yuriy tinham um nível de poder equivalente e era difícil obter uma vantagem considerável por pouco mais de alguns segundos.

Apesar do ódio por Yuriy ter roubado a fera-bit de seu irmão, Koichi quase não se lembrava da missão original de resgatar as feras-bit. Sinceramente, ele pouco se importava se Hehashiro, Ann, John e Shinji havia perdido suas feras-bit. Desde o começo o que o líder dos Taichi queria era enfrentar e derrotar este rival que entrara em sua vida de uma hora para outra e em pouco tempo causara tantos estragos. Em Yuriy ele via um rival digno, um oponente capaz de fazê-lo liberar todos os seus instintos de lutador, aqueles que ele vinha aos poucos suprimindo desde que entrara para os Taichi. Contra Yuriy ele podia voltar a ser o Koichi Yuy das eliminatórias japonesas de 2003.

Yuriy não era muito diferente. Conhecia Umeragi porque seu pai trabalhava para a ShinTec (e antes de trabalhar para a ShinTec já havi trabalhado para empresas na Rússia, no Egito, no Reino Unido, na Itália e em Hong Kong, onde a família Karasimov encontrou Jing Mei pela primeira vez), mas não gostava do garoto. Não o suportava, para ser mais exato. Só concordara em participar do plano porque os campeões mundiais estavam envolvidos e ele poderia lutar contra oponentes realmente fortes. Yuy foi o primeiro dos Taichi a chamar sua atenção, e desde então destrui-lo ser tornara sua maior obcessão.

Em outras palavras, o confronto era pessoal.


'Mestre, esta luta está ficando muito longa, vamos acabar logo com isso! Nós

podemos acabar logo com isso!'

'Ainda não, Fenhir. Devemos esperar Yuriy atacar primeiro, eu não quero cair em nenhuma armadilha.'

Apesar de não gostar dos Kita no Ookami, Koichi prestara atenção em tudo que eles haviam dito sobre as feras-bit e seus mistérios. Já há algum tempo ele vinha se comunicando com Fenhir – desde que aprendera a controlar sua nova beyblade – por isso a voz grave falando de dentro dele já não era mais uma surpresa. Tanto ele quanto Fenhir estavam completamente focados em vencer esta luta.

Porém Koichi se esqueceu de que quanto maior a ligação com a fera-bit, mais o beyblader sente os danos causados à beyblade. Durante uma onda de ataques particularmente violenta de Yuriy, o líder dos Taichi sentiu suas costas praticamente se estraçalharem quando Ares atacou a beyblade roxa por trás. Koichi ainda conseguiu revidar, apesar do choque, e ficou satisfeito em constatar que Yuriy também pareceu sentir os efeitos do ataque em seu próprio corpo. Até mesmo neste aspecto os dois eram iguais.

- Agora eu estou realmente gostando disto aqui! Ares, Esplosione del Fuoco!

Enquanto a grande bola de fogo se formava acima da beyblade de Yuriy, Koichi ordenou que Fenhir não ficasse parado num mesmo lugar por muito tempo, mudando de direção após poucos segundos, o que dificultaria a mira de seu oponente. Lembrando-se de sua última luta, essa estratégia talvez bastasse para escapar do ataque. Yuriy percebeu o que ele estava tentando fazer e tratou de tirar-lhe as esperanças:

- Acha que só isso chega pra deter Ares? Sinto muito, mas eu andei aperfeiçoando os meus ataques, ficar só se movendo de um lado para outro não vai adiantar muito.

Mesmo não tendo Fenhir na mira Ares disparou a enorme bola de fogo. Para a surpresa de Koichi, ela não seguiu uma linha reta, mas ficou parada no chão, e após alguns segundos partiu para o ataque e atingiu a beyblade roxa em cheio. A ligação com a fera-bit fez com que Koichi também sentisse o golpe. O garoto foi ao chão e se levantou com alguma dificudade. Suas roupas estavam um pouco chamuscadas.

- Gostou? – Perguntou Yuriy, encarando o adversário com um olhar de irritante superioridade. – Como eu agora estou muito mais forte, Ares consegue ler os movimentos dos meus oponentes e decidir onde e quando atacar! Ninguém pode escapar de mim agora, Yuy, nem você. Que pe...

- Fenhir, Final Storm!

Koichi pegou o adversário de surpresa ao atacar antes que ele pudesse terminar seu discurso. A tempestade de Fenhir acabou lançando Yuriy e Ares pelos ares, deixando-os no camarote em que estavam antes da luta começar. Demorou um pouco para que o ruivo se levantasse.

No mesmo instante em que o topete ruivo apareceu, dezenas de flechas de fogo, as mesmas que haviam destruído a beyblade de Yoshiyuki, caíram dos céus. Foi por pouco que Koichi conseguiu se desviar de todas. A beyblade de Yuriy também apareceu de surpresa, recomeçand os ataques em massa. Enquanto Koichi estava ocupado observando os peões, Yuriy pulou em cima dele e levou-o ao chão:

- Para que esperar as beyblades decidirem quando nós podemos cair na porrada aqui e agora?

- Porque eu sou o atual campeão de karate do Chuugakko no Japão e tentar me enfrentar no combate corpo a corpo não é uma boa idéia.

O plano de Yuriy tornou-se um fracasso quando Koichi conseguiu inverter as posições e ficar por cima do rival pressionando-o contra o chão. Sua reação foi tão rápida que foi impossível para Yuriy acompanhá-lo em seu estado de burrice induzida pela sensação de triunfo absoluto.

- Tudo bem então, hora do plano C, Ares, Inu, Tora, Kuma!

A beyblade marrom e preta criou uma cópia exata dela mesma. A primeira reação de Koichi foi pensar que esse golpe era semelhante aos dos gêmeos Motomiya, porém a beyblade duplicada cresceu até ficar com o dobro do tamanho da outra, gerando mais uma duplicata, que também cresceu até ficar com o dobro do tamanho da "original".

- Vamos ver quanto tempo você aguenta, Yuy! Inu!

A menor das três beyblades foi a primeira a atacar. As duas beyblades grandes impediram que Fenhir fugisse, e assim todos os ataques do cachorro atingiram o alvo. Apesar de sentir a dor dos golpes e de ver pequenos cortes em seus braços, o líder dos Taichi não se mexeu.

- Isso não é o suficiente? Então sinta a força do Tora!

A beyblade do meio atacou. Suas investidas eram rápidas e vinham de todos os lados. A força dos golpes na beyblade foi finalmente suficiente para derrubar Koichi, permitindo que Yuriy se levantasse. O líder dos Taichi já contava com inúmeros cortes nos braços, pernas e rostos e um filete de sangue escorria por sua boca. Mesmo assim Koichi logo se colocou de pé, recusando-se a encarar o adversário por baixo.

- Bem, Yuy, se você acha que esses dois ataques até agora foram doloridos, eu temo que o próximo vai fazer você mudar de idéia... Kuma!

O que Koichi sentiu foi uma patada de urso contra sua cabeça. Fenhir foi mandada longe e ele caiu de costas no chão, desta vez ficando ali. Havia sangue escorrendo por seus olhos também, o mundo estava girando e ele estava cansado.

'Mestre, vamos virar o jogo! Vamos atacar! Nós temos que atacar!'

Uma coisa que Koichi já havia percebido sobre sua fera-bit é que ela era muito mais animada do que ele. Apesar de contar o mesmo espírito de luta que seu mestre e a mesma vontade de destruir seus inimigos, Fenhir às vezes lembrava Yoshiyuki em seu modo de agir. Talvez isso não fosse por acaso. Talvez esse fosse o segredo da interação entre eles, a razão pela qual eles formavam uma dupla tão boa.

'Você ainda consegue?'

'Mas claro! Levanta daí, vamos derrotar esse chato de galocha e sair daqui! Você quer derrotar esse chato, não quer? Então vamos derrotar esse chato pra depois podermos partir para o seu pai!'

A fala da fera-bit fez Koichi abrir os olhos. Hajime Yuy ainda estava foragido, ninguém tinha notícias dele desde o fim do campeonato mundial. Mesmo assim, o homem ainda era o objetivo maior de Koichi. Por mais que ele quisesse vencer Yuriy e destrui-lo, no fim tudo não passaria de treino para quando – "quando", não "se" – eles se encontrassem novamente.

'Mestre, se você não conseguir derrotar o Yuriy agora, não vai ser capaz de derrotar seu pai depois.'

Koichi já havia falhado uma vez. Em 2003 ele não tinha a força necessária para pará-lo, não conseguiu impedir que ele fugisse. Para as coisas serem diferentes no próximo encontro, ele precisava melhorar, precisava encontrar rivais fortes que propiciassem um desafio a altura. Vencer esses desafios era parte do caminho para vencer Hajime Yuy, por isso ele não podia se dar ao luxo de perder para Yuriy.

'Mestre, vamos lá! Vamos derrotar esse cachorro juntos e vamos ficar mais fortes!'

Yuriy já estava dando a vitória como certa, porém o fato de que a beyblade de seu adversário continuava girando mesmo com ele aparentemente desacordado o intrigava. Seria possível que Koichi ainda não havia desistido da luta?

- Você é mesmo insistente, Yuy, é melhor eu acabar logo com isso...

Yuriy se aproximou de Koichi, decidido a atingir a beyblade através do lutador, porém assim que suas mãos começaram a chegar perigosamente perto do pescoço do rival, Koichi acordou, agarrou as mãos que tentavam atacá-lo e prendeu Yuriy contra o chão. Quando o ruivo olhou para cima percebeu que uma estranha luz arroxeada envolvia seu rival. Koichi permaneceu um longo tempo parado na mesma posição impedindo que Yuriy se soltasse, era possível perceber que durante aquele tempo todo ele não estava prestando muita atenção na luta.

'Mestre, deixe-me ajudá-lo agora.'

A luz roxa passou a envolver Koichi por completo, e o que pareciam ser pequenas asas de penas roxas começaram a brotar das costas do garoto. O fenômeno não durou muito, porém. A luz roxa logo desapareceu, assim como qualquer traço de que alguma mudança física tivesse acontecido no líder dos Taichi.

'Eu sei que você quer me ajudar, Fenhir, mas eu preciso fazer isso sozinho. Eu tenho que ser capaz de vencê-los com as minhas próprias forças.'

Koichi havia propositalmente parado o que parecia ser a inevitável transformação do beybladers ao atingir o estado de extrema sincronia com sua fera-bit. O líder dos Taichi não queria perder o controle ou ganhar uma força inexplicável sem mais nem menos. Para que a sua vitória pudesse valer alguma coisa, ele deveria vencer como Koichi Yuy, e não como um híbrido humano-monstro. Era isso que ele pensava, pelo menos.

- O que está acontecendo? – Perguntou Yuriy, intrigado como show de luzes e a sua falta de resultados espalhafatosos.

- Nada demais. Só a sua destruição. – Apesar de não ter se transformado, Koichi ainda podia desfrutar do poder resultante de sua sincronia com Fenhir. O garoto pisou em cima das mãos de Yuriy para impedi-lo de se libertar e ficou de pé. – Tem uma pessoa que eu preciso derrotar, e para fazê-lo eu devo começar destruindo seres como você.

- Tem certeza mesmo que quer fazer isso? – Perguntou Yuriy, de repente passando a sorrir demais para quem está prestes a perder. – É melhor pensar um pouco mais antes de vir com tudo para cima de mim, viu? Seu irmão não ia querer que você agisse precipitadamente...

- O que você quer dizer com isso? – Koichi pisou mais firme, sentindo os ossos da mão de Yuriy estalerem e se partirem sob de seus pés. Mesmo assim o sorriso de Yuriy não diminuiu.

- O bit-chip de Ceres está comigo. Me ataque, e você vai destrui-lo. Assim seu querido irmãozinho jamais verá a sua adorada fera-bit novamente...

O primeiro impulso de Koichi foi pensar que se tratava de um blefe, uma jogada desesperada de Yuriy para dar a volta por cima. Entrentanto essa hipótese foi logo colocada de lado. Era possível perceber que o russo não estava mentindo apenas olhando dentro de seus olhos.

O líder dos Taichi respirou fundo, tentando se acalmar para pensar melhor. Em sua situação, se atacasse Yuriy para vencer a luta, perderia a fera-bit que estava tentando resgatar. Sua prioridade deveria ser Ceres, pois teoricamente essa era a razão pela qual todos haviam ido até a mansão naquele dia. Vencer Yuriy era uma obsessão que pouco tinha a ver com esse desafio absurdo, por isso vencer Yuriy também significaria colocar suas vontades na frente de inúmeros sacrefícios feitos por seus amigos desde a entrada da mansão até aqui. Vencer Yuriy significaria que ele ficaria satisfeito, mas seu irmão perderia uma parte dele para sempre.

Por outro lado, não atacar e perder a luta significaria que Ceres também seria perdida para sempre. Por mais que Koichi odiasse ver seu irmão triste e sem energia, ele não tinha outra escolha. Yuriy havia conseguido criar uma situação em que Ceres estaria perdida de qualquer maneira.

Sendo assim, só restava a Koichi satisfazer suas vontade pessoais.

'Vamos lá, mestre! Vai dar tudo certo!'

- Eu sinto muito, Yuriy, mas não é como se eu tivesse muita escolha. Fenhir, Chama da Amizade!

Nem Ares, nem Yuriy foram capazes de desviar do ataque mais forte dos Taichi. A beyblade de Yuriy se desentegrou com a força do ataque. O grito de seu mestre, que também podia sentir tudo que se passava com a beyblade, ecoou pelas ruínas do coliseu muito tempo depois de Yuriy cair desacordado. Quando o ruivo desmaiou, o bit-chip de Ceres escorregou de seu bolso e caiu do chão, partindo-se em vários pedaços. Koichi havia finalmente vencido a luta, mas pagara um alto preço por isso.

- Desculpe, Yoshiyuki, mas eu não tive escolha. – Disse ele enquanto juntava os pedaços do bit-chip. Sua beyblade veio até ele e parou de girar ao seu lado. Quando o garoto se levantou para ir atrás de Rumiko, uma forte dor em seu peito o derrubou novamente. Os ferimentos acumulados durante a batalha, juntamente com o cançaso por ter lutado junto a Fehnhir, provaram-se demais até mesmo para ele. Sua missão naquele lugar estava cumprida, não é como se ele tivesse muito mais com o que se preocupar de agora em diante...


Yoshiyuki: Ceres! T.T Ceres! T.T Nii-chan, você destruiu Ceres! T.T Eu não vou te perdoar! T.T

(Yoshiyuki vai correndo para o cantinho angst do off-talk)

(uma mão segura o Yoshiyuki pela gola da camiseta roxa de uniconiozinhos fofinhos)

Franklin: (é, ele era o dono da mão) Não se desespere, Yoshiyuki. Eu tenho uma idéia que pode te animar.

Yoshiyuki: E o que seria essa idéia? XD

Franklin: É o… (aparece um letreiro luminoso com letras gigantes atrás do Franklin) FESTIVAL DO PALAVRÃO!!! ò.ó

Erik: Por alguma razão, isso não me deixa nenhum pouco surpreso... ¬¬''

Rumiko: O que seria esse Festival do Palavrão? O.õ

Franklin: Simples: como somos um cast multilingual que por alguma razão obscura consegue se entender perfeitamente bem durante a história, eu sugiro que a gente faça um festival em que cada um diga palavrões em sua língua nativa e todos passem a xingar uns aos outros até o mundo explodir de tantos xingamentos!

Ann: Nada contra os palavrões, mas eu com certeza gostei da parte que a gente destrói a Terra... ò.ó

Fenrochi: Posso queimar a Terra então?

Todos: NÃO!!! Ò.Ó

Fenrochi: Ah, droga, nunca deixam eu fazer nada legal! Pra que raios eu virei um personagem se eu não posso nem queimar a Terra? Assim eu vou pedir pra voltar a ser só mais um nome que volta e meia é mencionado em uma luta e é vagamente associado com poder, fama e glória. E fogo, claro. u.ú

Ken: Ah, coitado dele, gente! Vocês tinham que tratar o Fenrochi melhor agora que ele já teve seus quinze minutos de fama!

Fenrochi: Oh, Mestre! Você veio me apoiar mesmo depois de tudo que eu fiz pra você! Oh, eu estou tão feliz! (Fenrochi abraça o Ken emocionado)

Ken: (grita e se desvencilha do Fenrochi) SAI PRA LÁ, SEU MONSTRO!! Ò.Ó

Fenrochi: (chorando lágrimas de dragão por ser rejeitado por seu mestre) BUÁÁÁÁÁÁÁ, você me chamou de monstro! Você vai ver só, mestre! Eu ainda vou me vingar!

(Fenrochi sai voando do off-talk fazendo cara feia)

Franklin: Ótimo, nos livramos daquele inconveniente draconiano. Agora que aquele filho da puta saiu, nós podemos finalmente começar nosso festival, certo?

Felipe: Poder, podemos, só que como esse off-talk foi escrito em português, 'cê já começou a história roubando as nossas falas!

(Cinco Brasil Blade parados na frente do Franklin fazendo cara feia)

(Alice junto dos Brasil Blade fazendo uma cara muito fofinha de quem está ansiosa para ver o quebra-pau que vai rolar em poucos instantes)

Franklin: Hey, hey, vamos negociar um pouco... Não vamos partir para a violência... (Franklin recuando para se distanciar dos cinco Brasil Blade e da Alice) Não vamos...

Elizabeth: (Aparece na frente do Franklin segurando um bastão de beisebol em chamas) Não tema, companheiro linguístico! Eu vim aqui para te ajudar!

Franklin: É ruim, hein? Nossas línguas são bem diferentes, a minha é muito mais bonita...

Elizabeth: Você é que pensa! Mas se eu fosse você, não ficava falando mal daqueles que podem te salvar...

Cathy: (Aparece fazendo a piro cara de braba dela) Isso é verdade! ò.ó

Ann: English-Speaking World, UNITE!!! Ò.ó

(Ann, John, Franklin, Elizabeth, Cathy, Gaby, Lily, David, Mario, Emy, e William formam uma fila pra peitar os brasileiros e a portuguesa)

English-Speaking World: (Ou seja, todos esse aí que foram citados na linha de cima) FUCK YOU!!! Ò.Ó

Franklin: Bloody hell, go fuck your mother, mother fucker! ò.ó

David: Bastards! Let us live your fucking lives in peace! ò.ó

Felipe: (No meio da fila do time dele e da Alice) Tá, nós entendemos o que vocês querem fazer...

O mundo que fala português: (É, os Brasil Blade e a Alice) VÃO À MERDA, SEUS FILHOS DA PUTA!!! ò.ó

Luiz: Vão dar a bunda lá na esquina!

Felipe: (Se intromete na fala do Luiz) Tem certeza que 'cê não está falando contigo mesmo, não?

(Porradaria começa entre o Felipe e Luiz)

(Alice é fofinha demais pra continuar insultando o English-Speaking World)

(Cristiano é ingênuo demais pra falar palavrão)

(Carlos ficou cansando com o primeiro grito e foi dormir na rede)

Ann: Ahahaha! Eu sabia! Ninguém aqui tem peito pra nos enfrentar! MWAHAHAHHAHAHAHAHA!!

Ken: Alto lá, kuso-yarou!

(Taichi, Kita no Ookami, Umeragi, Aiko, Yoshiyuki e Hehashiro fazendo pose de fodões)

Takashi: Nós ainda não terminamos com vocês! Ookisewada! ò.ó

Osamu: Kuso wo tabero, baka!! ò.ó

Hehashiro: Onara Atama! ò.ó

(Blue Fish e Jing Mei aparecem e se juntam aos Taichi)

Jun: E não se esqueçam da gente! Da Bien!

Len: Lui Mang!

Toshihiro: Chao ni niang de zhu zong shi ba dai!!

Yoshiyuki: Meu deus, quantos xingamentos! XDD E a melhor parte é que eu entendo tudo! XDD

Isaac: Então traduz pra gente, estamos boiando...

Yoshiyuki: Tá! XD Eles estão dizendo basicamente... Yob tvoiu mat', yob, kooshite govno ee oomeeite, k choorto... XDD

(Yoshiyuki fazendo carinha de santo sorridente enquanto fala todos os palavrões e xingamentos)

Isaac: Ah, agora entendi... x.n

Erik: PERKELE!!! (Aparece do nada abanando uma bandeira da Finlândia) PERKELE!!! (Bandeira da finlândia vira da Suécia) FAN!! FAN!!!

Franklin: Que? Tá mandando a gente ter "fun"? Isso não é um fucking insulto! ò.ó

Erik: Paskiainen, "fan" não é o mesmo que "fun", embora algumas pessoas aleguem que sejam sinônimos... (Erik olhando sugestivamente pra Jing Mei e pro Yuriy)

Alice: Então o que significa "fan"?

Jing Mei: Hum, acho que eu sei... Yuriy, let's "fan" somewhere more private…

(Jing Mei e Yuriy somem em uma nuvem de fumacinha vermelha com musiquinha sexy tocando no fundo)

Erik: É, é por aí... FAN!! ò.ó

Christie: Eu me recuso a falar palavrões em polonês. Eu me recuso a falar polonês agora que moro na minha magnífica mansão em Oxford! u.ú

Laura: (alguém lembra dela naquela fic sobre o Luiz e o Felipe?) Mommy, se você não quiser fazer isso, pode deixar comigo! SPIERDALAJ!!! GÓWNO!! PIERDOL SIE KURWO!! SKURVYSYN!!! Ò.Ó

Christie: (Desmaiando) Oh, meu Deus! O que eu fiz pra merecer isso? A minha filha que nem nasceu ainda, sangue do meu sangue, sabe falar polonês! E sabe falar palavrões em polonês também! Oh, o que vai ser de mim depois de saber disso? Como poderei retornar à minha vida normal depois de saber do futuro que me aguarda?

(Christie desmaia)

Erik: Aí, gostei dessa garota! Mal posso esperar para ver a Laura nascer!

(Erik e Laura "high five")

James: (aparece do nada aproveitando que os personagens não tinham muito mais o que fazer) Olá a todos! Em meio a esse caos de palavras muito feias e proibida para criancinhas, eu trago muito boas notícias para todos!

(Alguma coisa explode atrás do James e o cenário do off-talk se transforma em uma grande festa)

James: EU TERMINEI!!!! EU TERMINEI DE ESCREVER ATÉ O CAPÍTULO 44!!!! (James sai pulando por todo o lado e abraçando todo mundo que encontra)

(Histeria do James contamina o Yoshiyuki, a Alice e a Aiko e os três saem pulando e abraçando todo mundo também)

Osamu: (Dá porrada no James quando ele se aproxima para abraçá-lo) Terminou a história, mas não a nossa parte! Aliás, nem começou ainda... ò.ó

James: Eu vou começar hoje, eu juro! (Com dentes quebrados e olho roxo por causa da porrada) E vou fazer vocês ficarem com menos cara de quem está com a mente saturada de Naruto, eu juro! E vou tentar postar o próximo capítulo na quarta! Eu juro!

Osamu: Ótimo. É melhor mesmo...

(James sai correndo com medo do Osamu)

Rumiko: Viu só, Yoshiyuki, apesar de ter perdido a fera-bit hoje o seu dia até que não foi tão ruim! n.n

(Yoshiyuki pára de pular e fica depressivo ao ouvir a fala da Rumiko)

Yoshiyuki: Ceres! Ceres! T.T Nii-chan foi mau! Mau! T.T Você vai ver só! T.T

(Yoshiyuki apanha uma barra de chocolate some do off-talk)

Koichi: ¬¬''

Umeragi: O que foi, Yuy, não vai comentar sobre o egoísmo mostrado no capítulo de hoje? Ah, e os fãs achavam que você era um cara legal...

Koichi: Eu não tive escolha. O escroto foi o Yuriy. Fora que eu acho que não vai demorar muito para o Yoshiyuki aparecer de novo...

(Torre de fogo surge no meio do off-talk)

(Aparece o Yoshiyuki montado em Fenrochi)

Yoshiyuki: É isso aí! XD Agora que Ceres não está mais aqui eu achei um outro amiguinho pra me fazer companhia! XDD Fenrochi, vamos queimar todo esse off-talk! XDDD Mete fogo neles! XDDDD

Fenrochi: Com prazer, Mestre! XDD

(Fenrochi começa a tacar fogo em todo o off-talk)

Ken: Hey, peraí! Fenrochi era a MINHA fera-bit! Isso não é justo!

Yoshiyuki: Disse muito bem, "era"! XDD E vai continuar "erando" até eu ter Ceres de volta! XDD

Ken: Chikushoo!

(Yoshiyuki e Fenrochi queimam todo o cenário do off-talk)

(Beybladers fogem do cenário queimado)

(Yoshiyuki e Fenrochi queimam toda a Terra e ela explode)

Fenrochi: É isso aí! Destruimos o mundo! XDD

Yoshiyuki: E agora nós dizemos tchau e torcemos para até quarta o mundo já estar de volta para que a gente possa ver o próximo capítulo! XDD

Yoshiyuki e Fenrochi: Até a próxima, pessoal! XDDD

(Yoshiyuki e Fenrochi acenando com as cinzas da Terra ao fundo)

OWARI