A/N: NÃO VOCÊ NÃO ESTÁ SONHANDO, É MESMO UM NOVO CAPÍTULO! Como prometido
OMG vocês foram incríveis, eu tive tanto medo de que tanta informação junta provocasse cansaço, e fizessem vocês desistirem da fic, tipo: Ah fala sério a nelluca surtou e tá inventando coisa pra encher lingüiça, EU JURO, que tem todo um propósito por trás de cada informaçãozinha.
VOCÊS SÃO DE LONGE OS MELHORES FÃS DO MUNDO TODO!
Agora vamos voltar na casa dos Clearwater, divirtam-se.
Bos vindas: Michelli
Fê, essa é pra você ;)
Útimo Problema em Forks
Capítulo 7
"A filha"
POV Sue
Entrei em casa envolta no lençol, meu rosto ainda estava molhado eu não me importei em secar as lágrimas, eram como lembranças que eu queria guardar, do momento mais feliz e mais triste da minha vida ao mesmo tempo, ter oportunidade de falar com ele, ou de tocá-lo, mesmo que como lobo era mais do que eu podia esperar pra o resto da minha vida.
Subi as escadas contando cada degrau, prestei atenção pra ouvir os roncos de Seth, mas então me lembrei, que se Leah estava no quarto, e Jacob muito provavelmente devia estar tentando apagar a euforia de Renesmee, embalando os presentes pra mudança ou coisas do tipo, Seth devia estar escalado para patrulhar aquela noite.
Um arrepio subiu pela minha espinha quando lembrei da profecia, mas então me lembrei também de que os Volture só pensariam em fazer algo depois de saber da união de Jacob e Renesmee, e pelo que sei ele ainda é um irmãozão protetor pra ela.
Abri a porta do meu quarto, entrei e joguei a vara em cima da cama, que nunca parecera tão enorme e vazia, e a primeira coisa que vi quando me virei para o espelho e tirei o lençol dos meus ombros, foi a tatuagem gravada em meu peito entre os seios, no lugar do coração, era igual a dos lobos, mas tinha uma rosa enroscada, reconheci no mesmo momento, as rosas que subiram pelo meus punhos na momento do ritual.
Pude notar alguma coisa nos traços do meu rosto, eram exatamente os mesmos, mas trazia uma certa sabedoria, diferente da sabedoria da idade, um ar diferente, eram como os traços de Jacob mudaram quando resolveu torna-se Alfa de sua própria matilha, As bochechas rosadas e redondas do menino de estavam ali, mas seu rosto trazia um ar de quem podia ser pai de alguém, ao ponto de eu confiar meu filho de quinze à um garoto de dezesseis.
O mesmo ar, que fazia de Billy um líder majestosamente respeitado, e nunca um velho índio numa cadeira de rodas, igual ao Jovem Dr. Cullen, que faz seus filhos parecem um bando de pirralhos perto dele.
Mas eu também podia ver que minha maternidade estava em cada traço, meu desejo e acima e tudo meu dever, de por minha família em ordem, Harry confiara em mim, os espíritos confiaram, era minha missão, como poderia eu cuidar de um tribo inteira se meus filhos estavam tão fora de controle, minha filha me enfrentando com total desrespeito e meu filho me enganando bem debaixo do meu nariz.
Eu pensei em tomar um banho e enfrentar tudo de manhã, mas quando estava me vestindo ouvi, um barulho de choro vindo do quarto de Leah.
Talvez fosse o melhor momento pra eu mostrar a ela que tinha uma mãe.
Fui até o seu quarto, e entrei sem bater, ela tinha vestido uma calça xadrez de flanela que ela adorava pra dormir e uma camiseta branca, estava de costas pra porta.
Parecia tão frágil, eu pensei que seria a hora de tentar alcançar seu coração sem ter que apelar pra uma surra.
"Leah, querida? Você está bem?"
"Eu que ficar sozinha."
Ela murmurou no travesseiro.
Eu já fui adolescente e conheço bem essa história de 'quero ficar sozinha', é exatamente o contrário, se os pais ouvem essas palavras e realmente os deixam sozinhos, passam a mensagem de que não ligam, não se importam o suficiente pra insistir.
"Meu bem, precisamos falar sobre o que está havendo, quanto mais adiarmos pior será pra todos nós... por que está chorando?"
Insistir ainda com carinho e paciência, mas a resposta veio rude dessa vez, não era mais um sussurro abafado pelo travesseiro, era uma resposta malcriada atravessando dentes serrados.
"Eu estou chorando de raiva de vocês! TODOS VOCÊS!"
Ela começou entre os dentes e terminou num grito medonho.
Meu queixo caído pesou de desgosto, ainda estava tentando fechar minha boca quando algo ainda mais espantoso aconteceu, ela se virou pra me encarar e gritou no mesmo tom de voz!
"SAIA DAQUI!"
Eu sei o que você deve estar pensado, que eu surtei, que eu parti pra cima dela e a fiz calar a boca, que mostrei a ela com quem estava falando, talvez fosse o que qualquer pessoa faria, mas eu não era qualquer pessoa eu era a mãe dela, então não desci ao nível dela tentando gritar mais alto.
Eu finalmente fechei a boca, e toda calma e concentração estava no meu rosto, eu a encarei nos olhos com firmeza suficiente pra fazê-la perceber o tamanho da burrada que acabara de fazer, foi inevitável que ela desviasse os olhos.
O silêncio era gelado, deixava claro que o limite tinha sido atravessado, então com calma eu me pronunciei.
"Eu vou sair sim, mas eu vou voltar e você vai se arrepender tanto de ter me mandado pra fora, porque quando ouvi você chorando, eu vim de mão vazias, disposta a apenas conversar com você, mas agora eu vou buscar a vara que eu peguei pra te bater, pois está claro que é o que você precisa, mocinha!"
Quando usei o termo mocinha, me senti mais mãe do que eu tinha me sentido a um bom tempo.
Pude ver seu rosto mudar para respeito e preocupação num instante, ela sabia que eu estava no controle da situação, eu não estava gritando nem descontrolada, nem chorando magoada, eu estava no total comando da minhas emoções, o que deixa qualquer pai ou mãe muito mais apavorante do que em qualquer outro momento.
"Mãe, espere... eu... me desc-!"
Ela ia dizendo quando eu saia pela porta, mas eu me virei e ela foi cortada severamente pelo meu olhar.
"Não peça desculpas agora, você teve sua chance, hoje eu vou por um fim a esse seu comportamento nem que seja a última coisa que eu faça."
Minha voz era baixa e calma, mas firme.
Eu saí sem bater a porta, e ouvi o baque dela sentando-se na cama, eu podia imaginá-la com as mãos no rosto, tentando se recuperar emocionalmente e se arrependendo, mas meu trabalho estava apenas começando.
Eu peguei a vara e senti meu corpo tremer, olhei no espelho e disse a mim mesma:
"Você pode fazer isso."
Quando eu entrei no quarto dela, eu a vi dar um salto da cama como se tivesse como fugir ou adiar alguma coisa, os olhos fixos na vara, que mais parecia um galho, eu nunca bati nela depois que entrou pra matilha, ela devia estar contando com uma vara como as que Harry e eu usávamos, ela sabia que Seth apanhava mesmo depois da transformação, mas eu sempre batia nele de cinto, o couro é sempre uma opção, já que não arrebenta, pelo que entendi mais cedo, nem na pele de vampiro.
Eu puxei a cadeira da escrivaninha para o meio do quarto e apontei pra ela, deixando a vara em cima da mesa.
"Sente-se!"
"Estou bem assim!"
A quem ela queria enganar com aquela postura durona, estava morrendo de medo, eu podia sentir, sua expressão era dura, mas seus olhos oscilavam toda vez que encontravam os meus, eu a encarava com frieza sem querer descer a uma discussão, eu dera uma ordem e estava esperando ser obedecida.
Ela cruzou os braços num sinal típico de que não ia ceder.
Eu fiz exatamente o contrário descruzei os meus e desisti da conversa.
"Se você não quer conversar, podemos passar pra outra parte."
Eu me virei pra pegar a vara, antes que colocasse a mão nela, Leah já estava sentada na cadeira.
O que eu tinha pra dizer a ela, antes de qualquer coisa, não podia ser naquela postura, eu queria que acreditasse em mim, de coração e não que fosse coagida a acreditar.
Então me sentei na cama, o quarto era pequeno, a cadeira no meio não criara uma distancia tão grande entre nós, meus olhos se encontraram com os dela, eu podia ver o ressentimento neles, algo me dizia que não era por estar sendo obrigada cumprir uma ordem, ou pela vara que volta e meia chamava sua atenção em cima da mesinha.
Eu sabia bem o que era, então não perdi mais tempo.
"Desculpe por bater no seu rosto, eu não devia ter feito aquilo, não tenho o direito e prometo de coração que nunca mais vai voltar a acontecer."
Primeiro os olhos dela se arregalaram, depois se encheram de água e então ela virou o rosto, talvez fosse pra não demonstrar fraqueza em suas lágrimas, mas senti meu pedido de desculpas sendo negado, eu não ia desistir, peguei o queixo dela trazendo seu rosto de volta com carinho, mas seus ainda me evitavam.
"Filha, me perdoa, eu não... tenho como explicar, não tem explicação, o que sei é que sinto muito, e que me dói só de pensar que algo assim tenha acontecido entre nós."
Seu silêncio ainda era duro como pedra, então disse o que já devia ser dito muito tempo, assim que pensei nas palavras, pude de repente perceber, que já não vinham sendo ditas há um longo tempo.
"Eu amo você..."
Eu disse com tanto amor que foi impossível não receber um retorno, seus olhos molhados encontraram os meus, e as lágrimas não podiam mais ser contidas, nem as dela, nem as minhas.
Eu dei um abraço nela puxando-a para a cama comigo, senti seus braços subindo com cautela até retribuir o gesto.
"Filha, me perdoa?"
Ela disse sim com um som esganado entre a dor, eu sabia que tinha tanta coisa em sua garganta, tanta culpa pela forma que ela vinha conduzindo as coisas, usando a sua própria dor pra atropelar a tudo e a todos inclusive a mim, sua própria mãe, e mesmo assim estava ali aceitando o meu pedido de perdão.
Esme tinha razão, eu jamais poderia discipliná-la sem resolver aquilo, eu poria tudo a perder se unisse a vara à todo esse ressentimento.
Ficamos ali abraçadas por um tempo, até que senti que estava na hora, que o elo mãe e filha estava novamente estabelecido.
Eu peguei seus ombros e a afastei o suficiente pra olhar em seus olhos, mas ela colou o queixo no peito, pois eu tinha restabelecido meu lugar como mãe, e ela como filha tinha uma conta enorme pra acertar, a começar pela forma que ela tinha tido a audácia de gritar comigo e a terminar pela enorme confusão que causara na festa de Nessie.
"Olhe pra mim Leah, por que você tem agido assim?"
"Eu nã-..."
"Eu disse, Olhe. Pra. Mim."
Ela começou a falar ainda olhando para as próprias mãos, eu a cortei com autoridade, ela tentou manter o olhar no meu, mas embora seu rosto estivesse de frente pra mim, a pupilas dos seus olhos oscilavam em todas as direções, enquanto eles piscavam freneticamente.
"Eu não sei ok? Eu só não suporto mais todo mundo esfregando suas vidinhas felizes na minha cara, tá bom?"
Ela disse levantando com ímpeto, parte pra fugir do meu olhar, parte pela agitação que aquela declaração causou nela, eu mesmo inocente em achar que sua submissão duraria até o final disso.
"O que você quer dizer com isso Leah?"
Eu perguntei dando a ela a chance de se explicar, é claro que a essa altura eu já estava de pé com as mãos no quadril.
"Primeiro, Sam com Emilly esfregando seu imprimiting na minha cara."
Ela apontou amarga na direção da casa deles.
"Quando eu consegui fugir da maldição de ficar ouvindo seus pensamentos felizes, eu planejei com Jacob, partimos daqui e dividirmos a nossa dor, não éramos os melhores amigos do mundo, mas pelo menos a rejeição nos fariam companheiros de alguma forma, daí ele teve um imprimiting com a aberração e fica passando aquele sorrido devotado na minha cara o tempo todo."
Eu entendi porque Harry disse que não deviam ser entregues profecias, a menina que pra mim era só uma criança interessante, de repente ganhou meu respeito de forma diferente, imagino o quanto a vida de seu filho seria afetada se todos soubessem, eu não sei bem por que, mas senti necessidade de corrigir a expressão da minha filha não apenas pelo palavreado inaceitável, mas por que a magia contida na menina me trazia algum tipo de reverência.
"Aberração não é um termo apropriado Leah! Meça suas palavras, você já esta encrencada o suficiente!"
Eu disse ainda mantendo o máximo da minha compostura, eu queria mesmo era pegar aquela vera e cortar a bunda dela, mas era minha oportunidade de ouvir.
"Mas é isso que ela é, uma aberração, ela e toda sua família de sangue sugas nojentos."
Ela estava começando a ficar abusada de novo, eu sabia que era o momento de avisar o limite chegando.
"Leah Cleawater! Eu disse pra medir suas palavras!"
Ela como sempre ignorou o aviso, e eu permitir que fosse em frente pra ver até onde ela iria.
"Ah sim, vossa majestade os Cullen, tem mesmo que ser respeitados, tem todo o direito de vir aqui esfregar na minha terra o quão felizes eles são, enquanto eu não passo de um cão de estimação."
Eu tentei trazer um pouco de clareza aos pensamentos ressentidos dela, era minha vez de ouvir, embora o tom não me agradasse, era a primeira vez que ela se abria comigo depois de sua mudança repentina de personalidade.
"Sabe que não é assim, você está na matilha de Jacob por que quer, e você não protege apenas os Cullen e sim metade da região, sabe que depois dos Volture e todas as alterações depois de Renesmee, toda a região de Forks, pra não dizer o estado de Washington, precisa de proteção."
O que eu disse pra ajudar, na verdade ofendeu.
"Por que eu quero! Parece piada, eu não tenho querer aqui, eu fui pra outra metade pra fugir dos pensamentos felize de Sam, eu tenho que conviver com os de Jacob, mas pelo menos nunca fui apaixonada por ele."
Ela engasgou um pouco e depois continuou.
"E quanto à proteção, a quem estamos querendo enganar? É a eles quem estamos protegendo, a matilha dava conta muito bem de tudo antes da princesa Bella decidir virar tudo de cabeça pra baixo."
Ela parecia outra pessoa, invejosa, mesquinha, não parecia a filha que Harry e eu criamos com tanto carinho, e ensinamos a se importar com os outros.
"É tudo muito injusto, eu não tive escolha alguma, nem quem ser, nem a quem amar, nem meu pai a vida deixou comigo enquanto ela podia brincar de uni-dune-tê, e adivinhe só, ela escolheu uma vida e ficou com as duas, ficou com Edward e manteve Jacob por perto, escolheu Carlisle e manteve o Charlie, casou com um vampiro, mas formou família! Não bastasse eu ter que engolir tudo isso de goela abaixo, eles vem comemorar aqui? Quer saber? Eu não me arrependo nem um pouco de jogar na cara delas a única coisa que eu tenho e elas não?"
Chegou o momento de perguntar o que decidiria o destino daquela vara.
"O que foi que você jogou na cara delas pra causar uma briga daquelas?"
"Eu disse à Loira burra que elas têm um útero seco, morto, incapaz de gerar qualquer forma de vida..."
Os olhos dela era estranhos pareciam estar saboreando uma vingança fria e calculada.
Eu fiquei gelada, eu não podia acreditar que a crueldade e a frieza no coração de minha filha chegara tão longe.
Eu sabia que nada era um assunto mais delicado na casa dos Cullen do que a maternidade, Esme perdera um filho e nunca mais poderia gerar, embora fosse mãe adotiva de 6 adolescentes e ter tido a oportunidade de ajudar na criação de Nessie, ainda era uma ferida incurável em seu coração, ferida ainda muito mais aberta no coração de Rosálie que nem mesmo tinha o que Esme possuía, eu sabia da amargura de Leah, mas não pensei que chegaria a tanto.
"Eu não posso acreditar que você fez isso, você tem noção de quanto feriu aquela menina?"
"Ela mereceu, o assunto era entre Bella e eu, ninguém mandou ela se meter! Ela que sempre odiou Bella, ficou toda ofendidinha por que Bella começou a chorar, só porque eu falei do Charlie, ela trocou de pai descaradamente e ainda se sente ofendida?"
Ela deu um sorriso irônico com que disse, e eu mais uma vez fiquei mortificada, a pior coisa que Bella teria de enfrentar, seria a morte de Charlie e todos sabiam que era um assunto mais que delicado, que todos tentavam evitar.
"Ela não matou o seu pai e nem trocou o pai dela, você não tem nada a ver com isso! Não pode continuar ferindo as pessoas só porque a vida não te deu o que você quis!"
Ela cruzou os braços cheia de razão.
"Será que não? Meu pai sofreu um ataque cardíaco enquanto caçavam Victória, se não fosse todo o circo que Bella e os Cullen criaram, meu pai podia muito bem estar aqui, me ajudando com essa porra toda de matilha e imprimiting e sabe se lá mais o quê!"
Ela começou a derramar lágrimas amargas quando falou do pai, eu devia repreender por mais uma palavra horrível, mas ela começou chorar e eu permiti que desabafasse.
Foi um progresso, ninguém a vira chorar e por pra fora a dor da morte dele, desde do momento em que aconteceu, ela só se fechou e ficou trancada por dias, nunca mais falou com ninguém com gentileza, e mandava todo mundo que queria falar com ela sobre Harry, calar a boca.
"Nós não sabemos disso Leah, o coração do seu pai já estava fraco, e mais cedo ou mais tarde falharia por algum motivo, poderia até mesmo ser o resultado do campeonato de baseball."
Eu quis ajudá-la ofereci um abraço, mas ela não retribuiu, mesmo assim mantive meus braços a sua volta e disse com sabedoria.
"Ponha tudo pra fora Leah, você precisa se livrar dessa dor ao invés de descontar em tudo e em todos."
Minhas mão ainda faziam círculos nas costas dela quando senti o empurrão.
"Eu não me arrependo de nada, estou feliz que vão embora, quero mais é que se ferrem!"
"LEAH!"
Eu disse ressentida com o a atitude e marcando o limite que tinha chegado à borda.
"Quem me atacou foi Alice, eu só me defendi, ou eu tinha que apanhar no quintal da minha casa também?"
Eu estava confusa, há poucos minutos atrás ela parecia tanto com a minha garotinha, parecia arrependida e tudo mais, pelo menos por me tratar de forma rude, mas me empurrar foi ainda mais inaceitável do que gritar comigo.
Eu tinha passado do limite aquela noite também, mas já tinha me redimido e atravessado de volta, é como Esme dissera, agora que eu já tinha me livrado da culpa e estava dentro dos limites novamente, eu podia trazê-la de volta, e sabia exatamente como fazê-lo.
"Se seu pai estivesse aqui ele ficaria tão desapontado, porque eu estou, e uma coisa eu vou te dizer, senhorita amarga, ele não está mais aqui, mas eu estou, e eu ainda espero o melhor de você, você é minha filha, e é importante pra mim, eu ainda quero ver você ter um imprimiting e ser uma boa mãe e um bom exemplo para os membros dessa tribo, uma história de superação, uma loba que dá orgulho ao seu alfa, sua vida está apenas começando, eu sou sua mãe estou com você nesse caminho e não vou permitir que você que saia dele como tem feito, nem que eu tenha que te dar uma surra toda vez que você se desviar dele como fez essa noite."
Com essa palavras, eu peguei a vara.
Ela ainda estava muito agitada pelo que houve e não demonstrou nenhuma reação defensiva, na verdade teve uma reação de ataque.
"Você não pode desfazer o que está feito, nem me guiar à parte alguma eu não sou mais criança."
Foi minha vez de dar uma risada irônica, eu agarrei o seu braço com força, ela tentou se soltar mas arregalou os olhos quando percebeu que não podia, ela tinha se esquecido por um instante que sua força de lobo não significava nada pra mim já que eu também fui uma.
Eu joguei a vara na cama e a agarrei pelo outro braço também puxando-a pra perto de mim.
"Você vai saber do que estou falando quando tiver seus filhos, filhos sempre serão crianças para os pais, o tempo passa tanto pra vocês quanto pra nós, sempre estaremos á anos de distancia de vocês."
Eu sentei na cadeira no meio do quarto e ela sabia bem o que ia acontecer.
"ME SOLTA!"
Ela gritou e eu ignorei seu protesto jogando de bruços no meu colo.
Pus a mão no elástico da calça e ela jogou a mão pra me impedir de puxá-la, eu agarrei o punho dela e prendi nas costas, e puxei tudo até os joelhos, e enchi a mão com uma palmada forte pra fazê-la parar de lutar.
PLAFT!***
Ela não emitiu nem um som, mas a senti inspirar o ar e travar os lábios segurando a dor, mas eu não ia desistir até que ela cedesse e reconhecesse que não passava de uma garotinha precisando de bons modos.
PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** AHaaaaaaaa!
Eu já tinha passado de 15 palmadas cada uma mais forte do que a outra, quando ela finalmente cedeu, então decidi que era hora de começar de verdade.
PLAFT!****** PAraaaaaaa! Ok?
"Estou me fazendo entender Leah?"
PLAFT!*** PLAFT!*** PLAFT!*** AAAAArraaaaaiiii!
PLAFT!*** PLAFT!*** Táaaaaaaah!
"Nunca mais diga isso pra mim! PLAFT!***NUNCA! PLAFT!*** NUNCA! PLAFT!*** MAIS! PLAFT!*** Desculpaaaa! Tá boooom eu não falo maaaaaiiis
PLAFT!*** PLAFT!*** PaaaaaaaaaaaRaaaaa!
Eu agarrei o braço dela pondo-a de pé!
Ela já estava chorando e soluçando, minha garotinha estava de volta, ali no meu domínio, totalmente vulnerável, chorando com o traseiro vermelho e em chamas, estava pronta pra aprender a maior lição de sua vida.
"Isso foi pra você aprender que eu sou sua mãe, e você sempre será minha menina, não importa quão alto você pensa que pode falar comigo."
PLAFT!***AAAAAAAAAiiii!
"Entendeu?"
Ela se encolheu o traseiro colocando a mão como se tivesse 7 anos de idade, quase caiu com a calça prendendo seus joelhos.
Eu soltei o braço dela e automaticamente ela usou as duas mãos pra esfregar o traseiro vermelho.
Eu peguei a vara determinada.
"Agora isso aqui!"
Eu falei mostrando-a pra ela, provocando um olhar de terror no seu rosto.
"É pra você aprender a respeitar a dor das pessoas e deixar de ser má, deixar de ser rude."
"Mas..."
Ela começou, mais eu não queria ouvir mais nada dela.
"Mas nada Leah! Agora tira essa calça e deita de bruços na cama!"
Ela me conhecia o suficiente pra não discutir comigo quando eu estava com uma vara um cinto ou um chinelo na mão.
Ela tirou a calça se atrapalhando com os pés, eu podia vê-la tremer e se arrepender quando ela olhava para a vara firme na minha mão e minha cara de quem não tinha a menor chance de mudar de idéia.
SUISH!***
Eu desci a vara com força assim que ela deitou, seus joelhos estavam no chão, eu a vi pular com o primeiro golpe, que riscou seu traseiro com um vergão.
"HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!"
Ela deu um grito que doeu na minha alma, mas a lição estava apenas começando.
Dei mais duas varadas seguidas e comecei o discurso.
SUISH!*** SUISH!*** AARRAAaaaaaaaaaaaaiiii!
Não SUISH!*** Quero SUISH!*** Mais SUISH!*** Saber SUISH!***
De Você SUISH!***Sendo Grosseira SUISH!***
Você Vai SUISH!*** Usar SUISH!***
A Educação SUISH!***Que Nós SUISH!*** Te Demos SUISH!***
Quer SUISH!*** Você SUISH!*** Queira SUISH!*** Ou Não! SUISH!*** aRRaaaAAAAAAAAAAiiiiiii!
Ela gritava enquanto eu batia, urrava de dor, mas eu estava disposta a ajudá-la por tudo pra fora, a dor, a culpa, a raiva, estava disposta a fazê-la se arrepender e poder começar tudo de novo.
Enquanto gritava, ela dizia coisa desconexas como promessas de um melhor comportamento, mas todo filho grita essas coisas na esperança de parar uma surra.
SUISH!***" Eu prometo por favoooooor eu promeeeetoooo!"
"Eu é que te prometo Leah, que nunca mais você vai se esquecer disso!"
SUISH!*** SUISH!***
!
Ela não agüentou mais, ela já estava esperneando como qualquer criança, a dor não permitia nenhum orgulho que lhe fizesse ficar parada ou calada.
SUISH!*** AAAAAAAaaaaaaaa
SUISH!***ArrAAAAAAAAAiiiiiii
SUISH!*** OOooooouuuuuuuu
SUISH!*** aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii Mamãaaaaaaaae
SUISH!*** SUISH!***PAAAAAraaaaaaaaa
SUISH!*** AAAAAAAAêeeeeee
SUISH!*** SUISH!*** Paaaaaaaaaaraaaaaaaaaaa
Ela levantou se contorcendo e tentou fugir de mim, ela olhou para a janela, mas não era uma alternativa, ela até poderia até pular pela janela só de camiseta e se transformar num lobo, mas uma hora ela precisaria voltar pra pegar roupas, do contrário ficaria numa situação complicada, como poderia voltar a ser humana estando nua, sem voltar pra casa? E tanto ela quanto Seth sabem que fugir não é uma boa idéia, pois sabe que não importa quanto tempo demorar pra voltar, a surra será muito pior.
Então ela tentou fugir da vara ali no quarto mesmo, mas não importa pra onde ela corria ou pulava, a vara a alcançava.
SUISH!*** SUISH!*** PARA Mãe Paaaaaraaaaa
SUISH!*** SUISH!*** AiAi aiiiiiiiiiiiiiiiiii!
SUISH!*** SUISH!***Aaaaaaiiiiiiiiii!
SUISH!*** SUISH!*** AiAiAi Mãaaaaaaaaaae!
SUISH!***AaaaaaUUUUUUUUU
SUISH!*** AAAAaaaaaaRRaaaai
SUISH!*** SUISH!*** AiAiAi Mãe Paaraaaaaaa!
SUISH!***Paaaara Mãeeeeeee
SUISH!*** SUISH!*** Eu não aguento maaaaaaaaiiiiiiiis
Até que num golpe de sorte ela entrou no canto entre a parede e do guarda roupa, ela colou as costas no canto, e tentou proteger as pernas com os braços e a mãos.
"Saia daí menina! Se eu tiver que te tirar daí eu juro por DEUS!"
Eu não precisei terminar a ameaça, ela saiu tremendo do canto e implorando.
"Por favor mamãe... eu vou para com isso, eu vou ser gentil, mas não me bate mais não."
Eu não tinha ouvido a palavra mamãe da boca dela já fazia tanto tempo, é incrível o efeito que uma boa surra pode provocar.
Ela saiu de lá e eu não podia deixar essa estratégia funcionar, eu sinceramente não queria mais bater nela, mas ela não podia ser recompensada por se esconder, então eu peguei o pulso dela e dei mais cinco varadas
Quantas SUISH!*** Vezes SUISH!*** Eu Já Disse SUISH!*** Pra Não SUISH!***Fugir? SUISH!***
Você vai à casa dos Cullen antes que eles se mudem e pedir desculpas à Rosalie, à Bella, à Alice e aos Pais dela.
O ditado 'quem cala consente', geralmente não se aplica à Leah, eu não ouvi nenhuma resposta à minha ordem, e sabia o que significava, era um grande e redondo não, que não tinha coragem de sair.
Eu parei por um instante diante dela, esperando um resposta.
Então tive um idéia, larguei a vara, abri o guarda roupa dela e vasculhei por um cinto, eu estava blefando, mas naquela altura do campeonato, como ela iria saber?
"É assim que vai ser?"
Eu dobrei o cinto na mão e levantei, ela fez xixi nas pernas de tanto medo, cobriu o traseiro e me deu a resposta que eu esperava.
"Sim senhora! Eu peço! Eu peço!"
"Se eu tiver que mandar de novo, você vai arrastada e debaixo de cinto! Está me ouvido?"
Ela balançou a cabeça num frenético movimento de sim.
"Agora vá tomar um banho e volte aqui pra gente conversar."
Ela saiu de cabeça baixa e constrangida, fez menção de pegar toalha e roupas, mas eu mandei que fosse logo e eu cuidaria disso.
Ela saiu, me deixando com minhas lágrimas eu estava tão cansada, cada vergão no corpo dela era uma ferina na minha alma, mas era o meu trabalho e de mais ninguém.
Eu olhei em volta, parecia que tinha passado um furacão ali, tive que me concentrar pra não me sentir um monstro.
Meu coração de mãe me levou a verificá-la, eu tinha de ter certeza de que tudo estava bem, a bagunça ficaria pra depois, peguei uma outra calça de pijama e uma camiseta azul bebê, que ela adorava vestir quando estava de folga, uma toalha limpa e um par de chinelos que ela não levara para o banheiro.
Quando entrei no banheiro ela ainda chorava baixinho, nem parecia choro, era como uma pessoa enfrentando o início de uma gripe.
O boxe estava fechado eu coloquei a toalha no cabide, as roupas na bancada da pia e falei com ela tentando disfarçar a minha voz de quem tinha chorado.
"Leah você está descalça? Eu trouxe seu chinelo sabe que não é seguro tomar banho com os pés descalços, pode escorregar no azulejo molhado."
Eu sempre tive preocupação com meus filhos, depois de entrarem para o bando, essa coisa de cura rápida, virou uma bela desculpa para imprudência, volta e meia o Dr. Cullen tinha de prestar serviços aos membros das duas matilhas.
"Estou bem, estou com os chinelos que Seth esqueceu no banheiro...de novo."
Lá se fora minha desculpa perfeita para dar uma olhada nela.
"Oh Sue! Pelo amor de Deus! Você é a mãe dela, não precisa de uma desculpa."
Pensei comigo mesmo.
"Leah abra o boxe eu quero te ver."
Ela abriu constrangida, não por estar nua, eu era sua mãe, já tínhamos visto uma à outra nua milhares de vezes, o constrangimento estava no tratamento infantil, além de levar palmadas no meu colo, apanhar de vara verde, eu ainda estava ali pra verificar seu bumbum? Mas são coisas que mães não podem evitar quando necessário.
É como ficar perguntando se o filho está comendo direito, como se eles não já não tivessem aprendido isso aos três anos de idade, como se fosse possível um ser humano morrer de fome se ninguém lhe dissesse pra comer, bebês já nascem gritando por comida.
Ela virou-se de costas pra mim, os vergões eram apenas uma sobra no traseiro rosado, muito provavelmente já deveria ter sumido completamente quando ela fosse dormir.
Eu passei a mão pra saber se não tinha nenhum calombo ou coisa assim.
"Mãaae, eu tô bem."
Ignorei seu protesto.
"Já terminou seu banho?"
Ela disse que sim, então eu peguei a toalha e pra envolvê-la.
"Mãaae..."
Ela começou, mas eu cortei mais uma reclamação.
"Eu disse que hoje eu iria te provar que ainda tem uma mãe, e isso também faz parte."
Eu a envolvi na toalha como quando era pequena, peguei roupa e a guiei até o quarto.
Quando entramos no quarto dela, eu me arrependi de não ter arrumado a bagunça primeiro.
Eu sentei na cama a ajudei a se vestir, peguei um pente em meio à maquiagem abandonada há anos, e desembaracei o seu cabelo.
"Filha, precisamos hidratar o seu cabelo, está muito maltratado, você não precisa ser como os meninos só porque é uma loba, você precisa retomar os hábitos femininos que você tinha, usar maquiagem, usar vestidos, mesmo no dias de patrulha você pode usar bermudas femininas e camisetas femininas."
Eu não queria bombardeá-la com tantas mudanças, não queria passar a ideia de que ela não era aceita como ela era, mas eu sabia que aquela versão amarga e masculinizada não era ela, lembro-me muito bem de Leah durante horas na frente do espelho do seu quarto, do carinho que ela tinha com Seth quando ele era bebê.
Eu continuei falando e falando, mas ela se mantinha em silêncio, sua expressão não era dura, era mais como quem ouve concorda, mas há não muito o que dizer.
Seus olhos ainda eram vermelhos como de uma criança chorona, mas eu senti que minha menina estava ali novamente, só o tempo iria dizer, mas aquele jeito mal humorado e irritado não estava mais ali, apenas tristeza.
Desisti de ficar falando, a deitei na cama com carinho, ela abraçou o travesseiro e deitou sobre o estomago, como qualquer garotinha que levou uma surra antes de ir pra cama.
Eu permaneci no quarto, colocando coisas no lugar, a vara quase destruída chamou minha atenção, eu olhei pra traz, e contemplei o trabalho bem feito, meu bebê parecia um anjo dormindo.
Minha mão estava no interruptor quando ouvi sua voz com uma doçura perdida há muito tempo.
"Mamãe?..."
"Filha?..."
Eu dei passos rápidos e sentei-me na beira de sua cama.
Enquanto eu passava as mãos em seus cabelos ela me perguntou.
"Você acha mesmo que um dia eu terei filhos também?"
Seus olhos pareciam os olhos de um cãozinho com fome.
"Oh querida... é claro que sim, por que a pergunta?"
Eu acariciei suas bochechas.
"Às vezes penso que sou um beco sem saída genético, meu ciclo não funciona mais, por isso que ninguém teve um imprimiting por mim, ou eu nunca tive por ninguém."
A compaixão uniu minhas sobrancelhas, eu não fazia idéia de quantas coisas ela tinha guardado dentro de si todo esse tempo.
"Você só precisa dar tempo ao tempo, abri seu coração, ter esperança nas coisas, acreditar na magia, sua vida só está começando, algumas coisas podem ter dado errado, mas se realmente acreditarmos que no final tudo vai dar certo, é o que acaba acontecendo."
Eu enroscava o dedo no seus cabelos, que perfeitamente lisos não sediam ao meu vão esforço de formar um cacho.
"Eu disse ao Jake como me sentia, ele disse que acha que se um dia eu parar de me transformar meu corpo voltaria ao normal."
Ela disse como se quisesse desesperadamente se agarrar a um fio de esperança.
"Jake é sábio, e está correto, a primeira coisa que me aconteceu quando parei de me transformar foi você."
Eu concordei, seus olhos brilharam como um diamante raro, há tanto que eu não via aquele brilho.
"E se ao invés de ter um imprimiting com alguém que me proteja pra que e possa sair da matilha, eu tiver um imprimiting com um bebê idiota?"
Eu ri do jeito que ela falou, ela não usou a palavra idiota com arrogância, ela falou com o mesmo desgosto daqueles que viam esse tipo de imprimiting.
"Primeiro, você não vai achá-lo idiota, ele seria o centro do seu universo, e segundo você adoraria protegê-lo assim como fazem Quill e Jacob, até o dia em que ele se transformaria em um imenso lobo capaz de protegê-la e vocês dois enxeriam uma casa de lobinhos, impetuosos como você, e que provavelmente irão dormir de bumbum vermelho um milhão de vezes, mas você vai amá-los como a própria alma e vai fazer tudo que estiver ao seu alcance para ajudá-los, e o que não tiver ao seu alcance, você vai tentar encontrar um meio de alcançar."
Ela deu um sorriso constrangido.
"Mãe, você me perdoa por ter sido tão malcriada e ter transformado tudo num inferno, eu devia tê-la ajudado a superar a morte do papai, mas só me preocupei com a minha dor, me perdoa por ser tão egoísta."
Eu a puxei num abraço desajeitado, não queria que ela se levantasse.
"Sim minha filha, você sempre terá meu perdão, meu carinho, minha atenção, minha disciplina, e acima de tudo, meu amor."
"Obrigada mãe, eu fui tão-..."
Ela começou falar no meu cabelo, mas eu a interrompi.
"Já passou, você já foi punida, já foi perdoada e terá bastante tempo pra refletir, pois os Cullen vão embora amanhã e você está de castigo por um mês inteiro, só vai sair daqui pra se desculpar com eles e voltar pra cá, eu não quero ver o seu nariz fora dessa casa, e só vai sair do seu quarto quando eu achar que deve, nada de TV, telefone internet ou música."
"Mas mãe!"
Ela protestou deixando a cabeça cair de volta no travesseiro.
"É isso mesmo!"
Ambos, Seth e Leah, sabiam muito bem que estas três palavrinhas encerravam o assunto.
Caminhei em direção à janela para fechá-la.
"Por favor deixe aberta, os sons da natureza me ajudam a dormir, aprendi na mata, é como calmante, posso ouvir o riacho ao longe, se me concentrar posso até ouvir as ondas se quebrando na praia de LaPush, foi a única beleza que encontrei na metaforfose."
Deixei a janela aberta apenas prendi as cortinas por causa do vento, puxei o cobertos sobre ela, seus olhos já estavam fechados, beijei sua testa então me dirigi à porta.
Antes de sair, me voltei pra vê-la mais uma vez, uma linda borboleta azul entrou pela janela e pousou delicadamente no seu cabelo depois na cabeceira de sua cama.
Pode ter sido Harry, talvez tenha sido uma simples borboleta, eu nunca vou saber, a única coisa que sempre vou saber, é que o coração de minha filha estava voltando ao normal depois daquela noite.
Eu saí dali, sentindo o que não sentia à muito tempo, a sensação de dever cumprido, é lógico que estávamos apenas começando, aquele mês de castigo ia ser um inferno, Leah já estava a seis anos vivendo mais como um livre lobo selvagem, do que como uma garota, mas eu sabia que finalmente eu estaria no comando agora.
Continua...
A/N: Ainda tem mais um pouquinho de Sue, eu só achei que seria um ótimo encerramento de capítulo.
O Próximo está pronto.
Assim que chegarem os reviews, finalizaremo s o POV Sue.
