EU PENSEI EM ENTRAR E DEIXAR SATISFAÇÕES SOBRE O QUE TINHA ACONTECIDO, MAS NÃO O FIZ POR DOIS MOTIVOS.

PRIMEIRO PRA NÃO DEIXAR TODO MUNDO EM PÂNICO, EU NÃO TINHA SALVO NO PEN DRIVE AINDA E PERDI TUDO COM UM PROBLEMA NO HD, ENTÃO UM AMIGO DO MEU TRABALHO LEVOU PRA VER SE CONSEGUIA RESTAURAR, EU NÃO QUERIA DIZER ATÉ QUE TIVESSE UMA RESPOSTA, BOM AQUI ESTÁ. ELE CONSEGUIU PARA NOSSA ALEGRIA.

O SEGUNDO MOTIVO FOI QUE DETESTO QUANDO ESTOU ANSIOSA PRA LER O PRÓXIMO CAPÍTULO DE UMA FIC, ENTÃO ENTRO TODA EMPOLGADA E É SÓ UM RECADO DO AUTOR, ENTÃO NÃO QUERIA FAZER ISSO COM VOCÊS, AINDA MAIS DEPOIS DE JÁ TER QUEBRADO MINHAS PRÓPRIAS REGRAS E FEITO AQUELE PEDIDO DE DESCULPAS, COMO JÁ ESTAVA A TANTO TEMPO SUMIDA PENSEI QUE NÃO SERIA TÃO RUIM POSTAR UM PEDIDO FORMAL PREPARANDO À TODOS PRA VOLTAR A VISITAR A PAGINA, MAS DESSA VEZ FOI SÓ duas SEMANAS E EU QUIS DAR SATISFAÇÕES JUNTAMENTE COM UM CAPÍTULO, QUE É O QUE REALMENTE INTERESSA.

UFFA! ESSA FOI POR POUCO... NUNCA MAIS EU DEIXO DE FAZER CÓPIAS SEGURAS DO MEU TRABALHO, CHOREI BALDES DE LÁGRIMAS QUANDO VI QUE TINHA PERDIDO TUDO, QUEM ESCREVE SABE, QUE REESCREVER NUNCA É A MESMA COISA.

EU REALMENTE RECEBI A GARANTIA DE QUE O PC FICARIA PRONTO NO SÁBADO PASSADO, INFELIZMENTE NÃO CUMPRIRAM COMIGO POR ISSO NÃO PUDE CUMPRIR COM VCS, NÃO FOI FALTA DE CONSIDERAÇÃO, NEM MINHA INTENÇÃO DEIXÁ-LOS CHATEADOS

ÀS VEZES NEM TUDO SAI COMO PLANEJAMOS...

~X~

A/N: Essa foi a quebra do bloqueio, escrita com cada fibra do meu ser, não gere expectativas, mas se estas forem superadas, ou pelo menos alcançadas deixem-me saber.

Boas Vindas : Sofi, flvia

Ultimo Problema em Forks

Capítulo 20

Paradoxo

POV Rose

Eu estava com tanta raiva que podia sumir no mundo, só eu e minha Ferrari, ela me lembrava de quando eu ainda era importante pro meu pai, de quando eu não tinha que dividi-lo com pessoas que eu se quer suportava, ele me dera essa belezinha assim que o carro fora lançado, eu fui umas das primeiras a possuir uma.

Eu só tinha que compartilhar o meu pai com Edward, mas então veio Emmett, que não era ruim pois ele era meu, depois tive que dividi-lo com Alice e Jasper, foi difícil não ser mais a única menina dele, mas depois que veio a Bella, que eu não gostava e meu pai preferiu ficar do lado dela, virou moda, ninguém mais se preocupa comigo naquela família, é um entra e sai de gente que eu detesto.

"Ninguém está nem aí comigo, duvido que qualquer pessoa que eles detestem tenha permissão pra entrar lá em casa, mas se a Rose detesta? Noooo, não tem problema algum ela detesta todo mundo."

Seu estava com tanto ciúme que nem conseguia raciocinar direito.

"Meu pai diz que me ama do mesmo jeito de quando éramos só Edward e eu, mas a verdade que ele nem presta mais atenção em mim, a menos que eu faça alguma coisa ruim, aí ele lembra de esquentar a minha bunda!"

O pensamento fez meu estômago revirar, se eu fora a única que não apanhei em meio a toda aquela confusão, eu não ia escapar de uma surra histórica quando voltasse pra casa.

Só se eu não voltasse...

"Ah vamos lá! Rose... À quem quer enganar? Todos nós sempre acabamos voltando, somos vampiros de família, nunca seriamos capazes de viver sem os outros."

Meu pai jamais desistiria de me encontrar, ele tinha a eternidade pra isso, e passasse quantos anos fossem, eu ainda seria uma fedelha de dezoito anos merecendo uma boa surra.

Em algum momento eu teria que voltar, mas antes eu iria onde eu quisesse, eu estava cheia disso.

"Deixa eles lá mimando seu novo bebê, ninguém ali precisa de mim... Aposto que se quer estejam pensando em me procurar. Meu pai deve estar lá parado segurando um cinto, só esperando eu passar pela porta."

Eu perdida em meus pensamentos comecei a chorar de raiva.

Tudo que eu tinha à minha frente era uma estrada vazia, eu podia pisar no acelerador e sentir o vento nos meus cabelos, sei que parece muito clichê, mas era o que eu precisava.

Eu olhei no retrovisor e percebi que dois carros vinham atrás, resolvi reduzir um pouco pra não chamar a atenção, eu já estava encrencada não precisava de ninguém chamando a polícia pra mim, nem seria necessário anotar a placa, era só dizer que tinha uma Ferrari correndo acima do limite na estrada principal e pronto, meu pai ia ter que me buscar na delegacia, e explicar o que fazíamos ali em Washington com a mesma aparência de sempre.

Acredite, não seria divertido.

Eles estavam correndo um pouco também, talvez no limite máximo da rodovia, eu reduzi à mesma velocidade mantendo assim uma distancia segura para não ser reconhecida caso eles se lembrassem de mim.

Tudo estava sobre controle, quando do nada apareceram três figuras diante de mim, na verdade três vampiros, uma garota de mais ou menos treze anos entre dois de 17, pareciam gêmeos com uma irmã mais nova, não tive tempo pra analisar mais que isso, eu tentei frear meu tesouro para não estragá-lo, meu pai me mataria se eu se quer arranhasse um presente tão caro.

Mas não houve chance, eles bloquearam a passagem, eu pulei pra não correr o risco de uma explosão e acabar morrendo queimada.

Eu ainda estava no ar quando eu vi os dois carros que vinham atrás colidindo na minha belezinha.

"Droga como eu vou explicar isso? Lá se vai o modelo Enzo que eu pedi de natal."

Enquanto eu me preocupava com meu carro se transformando em uma bola de aço, sem esquecer das pessoas que provavelmente estariam mortas ou morrendo nas ferragens, eu percebi um motivo ainda maior pra me preocupar.

O trio de olhos vermelhos rosnou em posição de ataque, eu não sei exatamente o porquê, mas eles queriam me atacar, eu provavelmente não saberia, além de em maior número eles pareciam bem alimentados, eu seria feita em pedaços sem nem mesmo saber o motivo.

Eu me arrependi amargamente por ter desobedecido aos meus pais, mas eles nunca saberiam disso.

Eu me coloquei em posição de ataque, eu não seria destruída sem mostrar a eles tudo que meu irmão Jasper me ensinara.

A menina estava me encarando quando os meninos pegaram nos braço dela fazendo-a recuar, a cara deles era de medo e fugiram como um passe de mágica.

Eu senti o fedor do Jacob e o perfume do Emmett, eles iriam me levar de volta pra maior surra da minha vida, mas eu não podia estar mais feliz.

Antes que eu pudesse agradecer a eles por salvarem literalmente o meu pescoço, o cheiro de sangue me atingiu em cheio, então ouvi dois corações ainda pulsando.

Emmett e Jacob fizeram menção de perseguir os vampiros, mas eu os atentei para o detalhe.

"Ouçam! Estão vivos, temos de salvá-los."

Eu podia sentir meus olhos ardendo, eles me olharam com preocupação, era muito perigoso, eu podia ver as pupilas de Emmett ficando escuras, não sabíamos se Jacob seria capaz de nos deter como ele fez comigo no parto da Nessie, Emm é muito forte, mesmo quando não está com sede.

Mas nós éramos dois Cullen, bom...três...Não podíamos simplesmente deixá-los ali se ainda tinham alguma chance.

Eu não sabia o que o cachorro sarnento fazia junto com o meu parceiro, mas mesmo sem demonstrar, eu gostava da ideia de ter ajuda dele, não que isso nos faria irmãos mas por hora eu não queria arrancar a cabeça dele por assim dizer.

Infelizmente, antes que colocássemos as mãos nas ferragens o som parou primeiro o de um motorista o coração dele acelerou e desistiu subitamente.

No outro carro estava uma mulher de bruços seus batimentos desde o início frágeis, pararam ao lado de seu possível companheiro com a cabeça ensanguentada no volante, ele deve ter morrido na hora, pelo impacto no vidro.

"Precisamos nos afastar, pode haver uma explosão, vim buscar a filha de Carlisle, não quero voltar com as cinzas."

Jacob disse pegando um braço na altura do cotovelo. Era muita audácia.

"Tire as suas mãos fedorentas de cima de mim! Quer saber? Você é o único culpado, foi por sua cau-..."

"Pssssiu!"

"Não faça psiu pra mim, quem é você pra me mand-"

Eu fiquei furiosa com a coragem dele me interromper.

"Silencio Rosalie! Estou ouvindo algo."

Só então entendi que não fazia parte das nossas provocações corriqueiras, ele falava das vitimas, Emmett também atentou os ouvidos e concordou com ele.

"É a mulher seu coração ainda bate, o som está muito distante, mas é um batimento com certeza e vem do carro."

Ele disse isso já rasgando a lateral amassada do carro como se fosse uma embalagem plástica de um brinquedo.

"Ouçam, vem dela sim, pensei que tivesse ouvido seu coração parar."

Jacob a virou com cuidado enquanto Emmett segurava a lataria, foi então que vimos de onde vinha o som abafado de batimento cardíaco, ela tinha uma enorme barriga de gestante e uma pessoinha lutava pela vida ali dentro.

"OH DEUS! Liguem pro papai! Eu não trouxe o meu telefone!"

"Não há tempo Amor, se o quisermos tem que ser agora!"

Eu tremia dos pés a cabeça, eu que sempre sonhara em adotar uma criança, agora estava em frente à oportunidade de dar a vida a um, eu não sabia se seria capaz, o sangue queimava minha garganta e eu me lembrava bem de como quase matei a minha irmã Bella no dia em que a filha dela nasceu.

Pensar nisso me fez lembrar de quem foi o único capaz de me impedir, olhei pra ele com um olhar que implorava.

Ele não me fez implorar com palavras, nem mesmo pedir.

"Eu ajudo, vamos fazer isso!"

Não tínhamos nada pra ajudar, a mãe estava morta, eu não precisava me preocupar com nada além de tirar o bebê dali, a bolsa dela prendia o seu braço e tinha muita roupa à volta dela, Emmett fez uma bola de ferro com a lataria e lançou longe e depois rasgou as roupas dela em seguida pegou a bolsa pra ver o no me dela.

Janet Anderson.

"Eu estou à sua volta, faça ou pode ser tarde demais, você é a única que sabe o que fazer, não vai feri-lo, já é a mãe dele, uma mãe não é capaz de ferir o próprio filho."

Emmett me deu essa palavra de incentivo, então busquei no olhar de Jacob buscando segurança. Só ele poderia me impedir, a sede de Emmett faria dele um elo tão frágil quanto a mim.

Jacob fez um movimento forte com a cabeça, segurou minha cintura por trás, e então parei de respirar, rasguei a barriga com cuidado usando minha unha, o neném estava enroladinho e frágil lá dentro, não estava pronto pra sair dali, mas não podia mais ficar.

Eu o peguei com as mãos geladas, seu corpinho quente e indefeso, eu queria abraçá-lo e molhá-lo com minhas lágrimas, mas elas poderia danificar sua pele fina mal formada, eu não tinha leite no meu seio para oferecer a ele, nem mesmo calor no meu corpo, mas eu tinha tanto amor que poderia sufocá-lo, eu acabara de conhecê-lo e ele já era parte tão importante da minha vida que eu faria qualquer coisa pra salvar sua vidinha.

De repente eu entendia meu pai adotivo mais do que nunca.

Emmett tirou a camisa imediatamente para envolvê-lo, suas bochechas estavam molhadas como um pai babão na sala de parto.

"Está frio, vocês não podem sentir, mas ele pode não aguentar, ouçam sua respiração, seu coração está lutando pra continuar, precisamos levá-lo ao Carlisle! Dá ele aqui, vou mantê-lo quentinho."

Entregamos meu pequeno pedacinho de felicidade, nas mãos do seu tio, eu não tinha como ver Jake de outra forma, ele podia ser um estranho na minha vida ou na minha casa, mas na vida do meu filhinho ele estaria presente desde o começo, e seu papel de tio estava logicamente sendo cumprido com louvor.

"Vem cá com o tio Jake, vem coisinha minúscula."

Ele disse com tanto carinho que nem combinava com um rapagão daquele tamanho, eu tive vontade de rir, mas algo muito estranho e diria ruim aconteceu.

Eu relaxei com o desejo de sorrir e inspirei sem querem uma arfada de ar, o bebê estava seguro, Jacob, o lobo protetor e humanos estava impedido. Logo meus instintos indicaram à minha natureza que o caminho estava livre em meio a todo aquele sangue, livre do instinto materno e livre do lobo.

Eu me joguei sem exitar na direção de tudo, Emmett ainda com a respiração travada me puxou pra longe.

"Leve o bebê pro carro! ROSE! ROSE! Concentra!"

Ele segurava meus braços sem falar mais nada, pois gastara todo ar me gritando, não tinha mais nada no pulmão pra soltar um som se quer, então entrou na minha frente e se jogou contra mim.

Nossos corpos voaram pra longe atracados um ao outro, e antes que levantássemos do chão uma enorme bola de fogo formou-se levando qualquer evidência da existência do meu filho.

Os corpos dos Anderson carbonizados não pediriam assim uma satisfação do pequeno ser que ela carregava, seria dado como morto e pronto.

Entramos no carro enquanto a chuva começou a descer, diluindo o sangue do asfalto, acalmando fogo e lavando a tristeza daquele momento consigo.

Pois meu pequeno garotinho só traria alegria dali em diante, eu poderia estar comedo de que ele não sobrevivesse, mas eu tinha um herói em casa em quem eu depositava toda minha confiança, meu pai.

Eu estava ferrada é verdade, minha Ferrari foi pro saco, eu participei de um acidente por excesso de velocidade, depois é claro de violar o meu castigo. Eu não podia estar mais encrencada.

Ferrada, encrencada e feliz, muito feliz.

A chuva ainda insistia quando chegamos em casa, a sede queimava a garganta de Emmett assim como a minha, seus olhos estavam negros como a densa noite e eu podia senti que os meus também estavam na mesma situação.

Descemos do carro apoiando um ao outro, pois o bebê além de ter pulsação, ainda estava sujo de sangue.

Jacob curvou-se protegendo o sobrinho nos braços, da chuva que agora eram só respingos.

Então demos de cara na porta da frente com o meu pai...

"O QUE É ISSO MINHA FILHA! O QUE ACONTECEU? EMMETT O QUE HOUVE?"

A/N: Aí está, vamos voltar onde paramos então...Foi pequeno mas amei escrever.

Nada melhor que a vida pra nos ensinar a lidar com a morte.

Amo todos vocês...

~nelluca~

Desculpe-me se parece brincadeira, mas eu perdi tudo numa pane no meu pc e ele foi recuperado, eu não gosto de postar aviso no lugar de capítulos, as pessoas me pedem satisfações, mas se o login ñ tem jeito de responder.
Eu particularmente acho que mais frustante do que abrir a pagina e não ver alterações, é abrir, ver atualização e se dar conta que é só mais um aviso.

Também Fico P da vida quando isso acontece, ñ tiro razão de vcs, eu mesmo estou esperando há mais de ano a conclusão de varias histórias, e principalmente "Midnight Sun" da SM.

Espero não ter perdido vc q está lendo isso **~