Parte 2.
Era injusto fazer aquilo com o detetive; ele a amava! No entanto, mesmo considerando e reconhecendo o certo e o errado, Cuddy apenas entregou-se aquele sentimento devastador que a tomava como uma corrente elétrica defeituosa provocando a falta de controle sobre seu corpo. Em segundos, ela não conseguiu refletir sobre nada a não ser sobre como estava verdadeira e extremamente feliz por estar aos braços de seu único e eterno amado: House.
Acalmando o ritmo acelerado de seus beijos ardentes, Gregory abriu lentamente os botões da camisa vermelha de manga comprida da mulher enquanto, utilizando as próprias coxas, aninhava-se nas pernas da endocrinologista para posicionar-se entre elas. A fim de aumentar o contato de seus sexos, o infectologista agarrou as coxas da médica e puxou-a rispidamente para próximo de seu corpo e, como estavam com as bocas coladas, ela acabou mordendo sem intenção o lábio do homem. House encerrou o beijo e passou a língua em seu beiço, sentindo o gosto de sangue. O gesto foi exageradamente sensual, fazendo Lisa sussurrar um gemido.
O suave som daquele gemido sedutor fez a excitação de House ascender consideravelmente pressionando ainda mais o sexo da mulher. Ainda lambendo seu lábio ferido, o médico afastou um pouco a cabeça para contemplar os seios seminus tão desejados. Emitindo um grunhido misto de surpresa e admiração, Gregory tomou-os em suas mãos, massageando-os com rapidez. Lisa sorriu e colocou a cabeça para trás enquanto envolvia o quadril do infectologista com as pernas, permitindo que a excitação dele incitasse seu clitóris latejante por um contato maior e livre de todas aquelas roupas.
O médico abaixou a alça direita do sutiã da endocrinologista e, com ela, o bojo do mesmo lado, liberando a mama esquerda; o contato do mamilo rosa escurecido com o oxigênio frio tornou-o mais rijo, deixando indecifrável até que ponto aquele robustecimento significava frio ou era simplesmente conseqüência de uma exacerbada libido há muito tempo aprisionada.
House afagou o seio a mostra com a mão direita, colocando o mamilo entre seu dedo indicador e o médio e pressionando-os um contra o outro para sentir o bico roçar em sua pele. Lisa apoiou-se nos cotovelos, deixando seu corpo ficar um tanto deitado na mesa; a camisa aberta escorregou pelos seus braços até encostar-se ao móvel. Contemplando a maravilhosa visão, o homem desabrolhou o fecho do sutiã, liberando as costas do contato com o tecido, e tirou as duas alças fazendo a roupa íntima cair sobre mesa emitindo um pequeno som do ferro contido nas pontas da peça sobre o mármore do móvel.
Apoiando-se sobre a mesa, Gregory aproximou seu peitoral até a barriga da mulher, cerrando-os, e com um olhar penetrante tomou o seio esquerdo em sua boca enquanto continuava a sedutora massagem na outra mama. Lisa arfou em resposta ao contato da quente saliva sobre seu mamilo enquanto sentia a excitação escorrer pelo seu sexo ao encontro do fino tecido de sua calcinha; instintivamente, ela apertou suas pernas ao redor do homem, aumentando a pressão em suas genitálias.
Cuddy tentou deitar todo o seu corpo sobre mesa, no entanto sentiu alguns mantimentos impossibilitá-la de tal ato. Com um movimento rápido, a mulher empurrou os produtos com o braço e colou suas costas quentes sobre o frio mármore do móvel ao passo que se desgarrava do infectologista com suas pernas; um arrepio percorreu por toda extensão de sua pele devido ao choque térmico sofrido com o contato. Impedido de continuar deliciando-se com o saboroso seio da mulher devido à nova posição da mesma, House iniciou um caminho de beijos desde um pouco abaixo da mama esquerda até o umbigo, fitando-o. Com um sorriso sensual, o médico iniciou movimentos rápidos com a língua entrando e saindo do local antes observado enquanto acariciava as coxas da mulher ainda cobertas pela calça de seda preta.
A ação do médico fez Lisa sorrir; os movimentos com a língua provocavam nela uma sensação especial de cócegas mista de desejo proveniente da atuação de um delicioso sexo oral. Prosseguindo seu ato libidinoso, Gregory escorregou as mãos das coxas até a virilha da mulher; massageou o clitóris dela por questão de um segundo e subiu até o botão da calça, abrindo-o. Tirando sua atenção do umbigo, House cessou as lambidas e iniciou estaladas beijocas até o pé da barriga da médica. Estimulada, Cuddy segurou a cabeça do infectologista e forçou-a para baixo, fazendo assim um pedido silencioso. Ele riu e, em resposta, agarrou o zíper da roupa com os dentes e desceu-o; a endocrinologista encostou a cabeça na mesa enquanto mordia o lábio inferior e abafava um gemido ansioso.
Gregory apertou as coxas da endocrinologista com voracidade e segurou o tecido o qual a cobria, puxando-o com rispidez para baixo a fim de livrar-se da calça; a seda roçou nas pernas da médica, deixando-a arrepiada. Após livrar-se da peça, o homem pôde contemplar a renda vermelha em combinação com o sutiã já retirado; o minúsculo e macio tecido era a única coisa que o separava de sua fonte de satisfação. Sedento por um contato maior, House passou os dedos por cima da calcinha desde o períneo até o clitóris, no entanto, ao chegar à entrada do sexo dela, o médico pode notar o umedecimento do pano devido à excitação da mulher. Seu membro latejou em reação aos seus pensamentos; imaginar penetrar Lisa a ponto de sentir os anéis vaginais da médica pressionando toda extensão de seu pênis até a completa invasão de seu órgão na genitália quente e aconchegante de Cuddy fazia-o perceber uma explosão interior de desejos ansiosos para serem realizados.
O alto gemido de Lisa trouxe o homem à realidade, no entanto quase o levava novamente para os seus pensamentos libidinosos; para afastá-los, House balançou a cabeça e levantou-se repentinamente. O infectologista esperou aquele dia por décadas, e não o apressaria; não queria estragar todo um dia de puro prazer por não conseguir controlar seu tesão exacerbado! Confusa com o afastamento súbito de seus corpos, Cuddy sentou-se na mesa cobrindo seus seios com um braço e jogando sua blusa sobre seu sexo ainda coberto.
- House? – Murmurou timidamente.
O homem não respondeu e apenas deu as costas a ela, andando até a pia.
- Greg? – Insistiu com um pouco de apreensão na voz.
Ao ouvir seu nome, o infectologista sorriu ainda de costas, impossibilitando a visão desse ato para a mulher. Ouvir seu primeiro nome sair dos lábios dela seria sempre um ótimo motivo para ficar feliz com as lembranças de alguns dias os quais ocorreram há vinte anos. Discretamente, ele pegou o prato cheio de morangos e virou-se com o sorriso ainda nos lábios... Porém seu riso não era apenas de felicidade, mas sim de desejo, e estava repleto de malícia. Lisa riu.
- O que pretende fazer com isso? – Indagou fitando os olhos marotos dele.
O médico caminhou em direção a endocrinologista encarando-a e parou em frente a ela, entregando-a o prato. Ele retirou a blusa a qual cobria o sexo dela e jogou no chão da cozinha, fazendo-a descansar os morangos sobre o próprio colo.
- Se for pra esconder com algo, use os morangos... Assim posso imaginar muitas coisinhas antes de por em prática. – Abaixou-se para pegar o chantilly em spray jogado anteriormente chão pela mulher.
Observando o que havia sido pego no chão, Cuddy soltou uma gostosa gargalhada.
- Não quero nem imaginar o que está passando na sua cabeça nesse exato momento, mas a resposta é não! – Tirou os braços dos seios para melhor segurar o pesado prato de cerâmica.
- E quem falou sobre eu estar pensando em alguma pergunta? – Riu enquanto caminhava lentamente até a mulher. - Não quero respostas... Elas são insignificantes diante do que farei... – Concluiu segurando-a pelo queixo e beijando-a veementemente.
Cuddy concentrou-se naquele beijo tornando-o mais intenso ao massagear toda a extensão da língua do homem com a sua e agarrando-o pela nuca para pressionar seus lábios com mais força. Apenas parou o ósculo ao sentir o prato começar a escorregar de suas pernas, segurando-o segundos antes de cair no chão. House ajudou-a a sustentar o prato firmemente sobre as pernas trêmulas de excitação e, fitando-a nos olhos, ele acariciou os seios dela antes de agitar o chantilly e colocá-lo sobre o mamilo. Lisa riu.
- Hum... Adoro chantilly. – A mulher falou passando o indicador sobre o próprio bico de sua mama, retirando quase todo o creme e levou-o até os beiços, melando-os. Sensualmente, ela percorreu toda extensão dos lábios com a língua, saboreando o ingrediente enquanto fitava o homem.
House sentiu seu membro latejar de excitação e, incomodado com o aumento excessivo do órgão, necessitou abrir a calça rapidamente para livrá-lo do apertão proporcionado pela roupa. Cuddy riu ao perceber seu poder sobre o homem. Ela colocou o prato sobre a mesa e puxou-o pela camisa, acariciando todo o seu peitoral por baixo da peça. Gregory segurou a mão dela e levou-a até seu sexo ereto.
- Está do mesmo jeito que eu me lembro de ter deixado da última vez! – Lisa riu enquanto acariciava o membro dele por baixo do jeans, porém por cima da cueca.
- Aparentemente... – Murmurou no ouvido dela. – Porque na verdade, ele mudou muito desde aquela noite. – Beijou e passou a língua pelo pescoço da mulher. – Melhorou consideravelmente! – Concluiu segurando em sua própria camisa e tirando-a rapidamente para jogá-la em algum canto da cozinha.
Um sorriso malicioso nasceu inevitavelmente na face da médica; aquele peitoral, ainda musculoso apesar da idade, exposto a sua frente fez um frio percorrer sua barriga em contraste com o calor exalado pelo líquido escorrendo por seu sexo. House pegou novamente o spray e colocou o creme nos dois mamilos da mulher e no umbigo; Lisa riu. Aproximando-se lentamente, o médico segurou na cintura dela e passou a língua ao redor do bico esquerdo, retirando uma pequena camada lateral do chantilly; repetiu o mesmo ato no direito. Cuddy deliciava-se com a cena; vê-lo saboreando a doçura adicionada ao seu corpo apenas como pretexto para lambê-la despertava a excitação cada vez mais visível em sua genitália.
House esticou o braço para pegar um morango no prato e limpou o mamilo direito completamente com a fruta, levando-a em seguida até a boca; devorou-a. As finas linhas de açúcar ainda no seio da mulher incomodaram-na, fazendo-a desejar tirar a sujidade. No entanto, quando aproximou a mão da mama o homem impediu-a segurando-a pelo pulso e aproximando-se para limpar com sua língua molhada e sedenta. As lambidas começaram singelas, porém em segundos o médico abocanhou metade do seio para sugá-lo com veemência enquanto incitava o clitóris da endocrinologista por cima da fina renda vermelha. Lisa apoiou-se em seus braços e jogou a cabeça para trás apenas aproveitando as sensações.
Sem cessar a massagem, Gregory tirou sua atenção do seio direito, passando para o esquerdo. Com a língua para fora, o homem lambeu apenas o bico, deixando a aureola da mama coberta de chantilly. Lisa mordeu o lábio em um sorriso ao senti-lo tocar tão sensualmente uma das partes mais sensíveis de seu corpo. Com um olhar sedutor, House passou a língua um pouco abaixo do seio até o mamilo, abocanhando-o como fizera minutos antes com o outro; a contração de seu músculo bucal sobre o seio, sugando-o e mordiscando-o, fez a mulher soltar um demorado gemido enquanto forçava o quadril em direção a mão dele que massageava o clitóris da médica.
Após saborear todo açúcar sobre a doce pele da mama dela, House puxou a cadeira mais próxima, colocou-a frente a mulher e sentou-se; seu olhos encontravam-se na direção do umbigo da mesma. Forçando um pouco a cabeça para cima, o médico segurou as coxas da endocrinologista, puxando-a para mais perto, e lambeu toda extensão melada com o creme de uma só vez. Ele passou o umbigo sobre a cavidade, certificando-se de ter retirado todo o açúcar, e chupou o mesmo. Aproximando-se novamente, Gregory roçou sua barba mal feita sobre a barriga da mulher e escorregou sua face até a calcinha de renda dela; o tecido do lingerie desfiou-se após o contato. Lisa riu com os desacordos das sensações experimentadas; como poderia arrepiar-se por um frio nascente no estômago ao senti-lo chegar perto de seu corpo e queimar antes mesmo do toque ser iniciado?
House parou a massagem e colocou um dedo indicador em cada lateral da pequena calcinha e pôde sentir Lisa tremer ao fazê-lo. Sim, ele ainda conseguia enlouquecê-la, e um sorriso satisfeito nasceu em seu rosto. Se conseguia perceber a médica responder involuntariamente é porque, como já havia descoberto, o relacionamento insano dos dois não havia acabado... E caso dependesse de Gregory, aquele dia marcaria o recomeço de um tão prometido romance.
Enrolando seus indicadores no fio lateral, Gregory desceu a calcinha lentamente aproveitando para sentir a macia pele da mulher sobre seus dedos enquanto vislumbrava a beleza do sexo da mesma. Quando nova, Lisa comentara na melhor noite da vida de ambos como odiava pêlos; até elogiara o cuidado dele com o corpo sempre aparado. House riu ao perceber a não mutação daqueles pensamentos ao contemplar um único caminho de cabelos formando um fino moicano na genitália da mulher. O médico aproximou-se e roçou sua barba no local, sentindo os poucos pêlos atritarem levemente em sua face.
O contato fez o corpo de Cuddy ferver e liberar mais excitação pelo sexo da mesma. Sentindo a quentura das partes livres dos cabelos da genitália, House finalmente percebeu o quanto a mulher desejava aquilo; talvez até mais que ele... Impossível, nenhum desejo no mundo superava o anseio de possuí-la. Gregory iniciou beijos no caminho de pêlos e segui-o aproximando-se do clitóris avermelhado e intumescido pela incitação da massagem feita pelo médico minutos antes. A cada centímetro percorrido, mais o olor da libido da endocrinologista podia ser sentido por ele, levando seu membro a latejar numa excitação exacerbada.
Ainda sentado, House puxou outra cadeira para perto dele e pegou o prato, colocando-o sobre o móvel. Lisa sorriu maliciosamente e balançou a cabeça em negação enquanto mordia os lábios. O médico, por sua vez, acenou afirmativamente e pegou um morango, levando-o até os beiços dela, roçando-os provocativamente. Quando a endocrinologista abriu a boca fazendo menção em devorá-lo, Gregory umedeceu a fruta na língua de Cuddy e retirou-a de lá, comendo-a em seguida. A mulher riu.
House pegou o spray que jazia sobre o chão da cozinha, ao lado do pé de sua cadeira, e colocou um pouco do creme no clitóris da médica. Lisa fez uma falsa expressão de espanto e decepção, colocando as duas mãos na cintura.
- Agora o senhor terá de limpar toda essa bagunça! – Utilizou seu tom mais mandão.
- Sim, senhora! – Respondeu com um olhar malicioso.
House pegou mais um morango do prato, passou no chantilly - aderindo boa parte desse – e levou-o até a boca, mordendo-o no meio. Com a metade da fruta em seus dedos, ele novamente utilizou-a para limpar o creme do local; a mistura do suco da frutilha com o açúcar na pele da médica dissolveu um pouco o chantilly, tornando-o menos doce. Ao invés de comer novamente, Gregory levou o morango até a boca da mulher, quem o devorou em segundos. Antes de conseguir afastar sua mão em busca de outra fruta, o médico sentiu seu pulso ser agarrado; imaginando o que viria esboçou um sorriso malicioso.
Lisa guiou a mão do homem até seu sexo, fazendo o dedo indicador dele umedecer com sua excitação e subir até o clitóris, absorvendo o pouco açúcar ainda existente, e aproximou-o de seus lábios. Ela depositou um singelo beijo na ponta do dedo melado e fitou-o; House encarava-a com um olhar ansioso. Cuddy então colocou a língua para fora e passou sobre a ponta do indicador, escorregando-a até o final do dedo e, em seguida subindo novamente; a mulher abocanhou o indicador, chupando-o, enquanto dentro de sua boca a língua massageava-o. Gregory sentiu sua excitação chegar ao máximo, juntamente com a necessidade de possuí-la; tornando insuportável imaginar aquela mesma ação em seu órgão em um delicioso sexo oral, ele se viu precisado de um toque urgente.
O homem levou a mão livre em direção ao seu pênis tirando-o de dentro da cueca e massageando-o enquanto fechava os olhos e emitia um gemido abafado. Lisa sorriu de lado ao ver a reação do mesmo com a sua encenação. Ainda chupando sensualmente o indicador do médico, a mulher levou a mão livre até seu próprio sexo, onde melou dois de seus dedos em sua excitação e, depois de absorver aquele líquido, guiou-os até os lábios do infectologista. Antes de conseguir encostá-los na boca de House, esse agarrou o punho da endocrinologista e chupou os dedos rapidamente, saboreando-os. Imediatamente Cuddy sentiu a quente libido escorrer pela sua genitália.
Gregory colocou uma mão sobre a barriga da mulher e pressionou-a levemente para baixo, forçando-a a deitar completamente sobre a mesa. Com um semblante sério e um olhar penetrante, ele agarrou os calcanhares da médica e apoiou-os sobre a beirada do mármore; subiu as mãos até os joelhos e, apertando-os, movimentou-os em direções opostas, fazendo com que as pernas ficassem completamente abertas. Com uma gargalhada mista de incredulidade e desejo, Cuddy cerrou os olhos a fim de imaginar um futuro bem próximo repleto de prazer e levou suas mãos até seus seios, onde massageou lentamente os mamilos rijos devido à incontrolável excitação.
House percorreu seus dedos levemente por toda a perna da mulher, fazendo-a arrepiar-se; iniciou a carícia no tornozelo e caminhou até a virilha, retornando rapidamente. Segurando o calcanhar esquerdo dela, o médico ergueu o delicado pé da endocrinologista; aproximou-o de seus lábios e depositou alguns doces beijos. Com um sorriso extremamente malicioso, Gregory colocou a língua para fora e lambeu entre os dedos da médica enquanto apontava com os olhos a genitália completamente exposta da mesma. Lisa apoiou-se nos cotovelos para levantar a cabeça; assim que contemplou a expressão cômica, porém sedutora, do infectologista, ela riu e deitou-se novamente esperando pela realização de seus mais secretos anseios os quais apenas ele era capaz de efetivar.
Gregory descansou o pé da mulher novamente sobre beirada da mesa e esticou o braço a fim de pegar outra fruta. Fitando todo o corpo nu da mulher mais desejada por ele, o infectologista passou o morango lentamente pelas coxas da médica, traçando um caminho imaginário sobre a delicada pele das penas dela. Ao alcançar a genitália, House levou a frutilha até o clitóris de Cuddy, incitando-o com a fruta. A sensação provocada pelo ato foi avassaladora; a pressão foi suave pela macia textura do morango e, simultaneamente, provocou um prazer crescente pela estimulação exótica. Lisa mordeu os lábios para tentar abafar alguns gemidos, no entanto, desistiu de escondê-los no momento em que sentiu a fruta escorregar de sua clitóride até a abertura de seu sexo.
House introduziu a frutilha até a metade na genitália da mulher, fazendo um rápido movimento circular a fim de cumular o máximo de libido sobre o alimento, levando-o até a sua própria boca. Lisa ergueu a cabeça para contemplar o infectologista passando a língua sensualmente ao redor da fruta; ele não mordeu, mas sim sugou até a última gota da excitação da médica. Perdida na sensação de prazer manifestada através de um frio arrepio interno, a endocrinologista segurou o seio direito com a mão do mesmo lado e com a esquerda pressionou seu clitóris numa ansiosa e necessária incitação. Gregory riu com a ação e lembrou-se de quão torturante ela havia sido minutos antes; ele iria revidar. Sorrindo, o médico penetrou-a lentamente com a fruta enquanto o mesmo fechava os olhos e deliciava-se com o som dos gemidos emitidos por Cuddy.
A mulher pôde sentir o morango invadi-la lenta e suavemente; igualava-se a uma pluma passeando por sua pele e despertando uma espécie de tremor espasmódico repleto de desejos. House iniciou rápidos movimentos sensuais para dentro e para fora com a fruta, estimulando ainda mais a ânsia de um completo preenchimento esperado pela médica. Cuddy aumentou a pressão em seu clitóris, incitando-o com uma velocidade superior. O infectologista, por sua vez, ignorou tamanho anseio e rodou a fruta rispidamente no interior da endocrinologista e tirou-a, levando-a até sua própria boca e devorando-a em uma só mordida. Lisa contraiu os músculos de sua vagina e sentiu o vazio deixado pela retirada da frutilha; jogou a cabeça para traz e, em meio a um gemido, murmurou:
- Greg... Mais...
House sorriu satisfeito pelo pedido e, ainda mastigando a fruta, aproximou o rosto do sexo exposto da endocrinologista - quem ainda massageava seu próprio clitóris. O médico engoliu os últimos pedaços do morango quando seus lábios já roçavam a genitália e, respirando com intensidade, pôde sentir o delicioso e instigante cheiro da excitação da mulher. Lisa gemeu ao imaginar um contato maior; queria imediatamente ser possuída de alguma forma. Atendendo a esse pedido não feito, Gregory lambiscou rapidamente a entrada do órgão dela, enquanto acariciava gentilmente as coxas. A médica gemeu alto e colocou as pernas no ombro do infectologista, puxando-o para perto e fazendo-o penetrá-la com a língua em um movimento rápido e inesperado.
House sorriu de lado com a atitude da mulher e, ainda penetrando-a, rodou a língua em seu interior, podendo sentir toda a textura do sexo tão desejado e fazendo-a gemer em aceitação. O médico escorregou as mãos até as nádegas da endocrinologista e, apertando-as ergueu o quadril de Cuddy a fim de intensificar um novo movimento executado pelo seu músculo bucal; o famoso "vai e vem". Gregory introduziu sua língua completamente e retirou-a de forma rápida, simulando o tão esperado sexo. Lisa intensificou os movimentos em sua masturbação enquanto contorcia o corpo devido à incontrolável sensação de prazer proporcionada pela ação de ambos.
Gregory fitou os hábeis dedos da mulher sobre o sexo e abaixou o quadril dela, deixando-o sobre a mesa. Ainda contemplando o ato, ele percorreu, com sua mão direita, a coxa do mesmo lado até a virilha e segurou o pulso da médica, afastando a mão da mesma do local. Lisa olhou-o sem entender. House sorriu e, deixando de penetrá-la, lambeu todo o caminho até o clitóris intumescido e levemente avermelhado devido aos muitos movimentos. O médico sugou a clitóride, sentindo-a latejar em seus lábios. Com movimentos muito rápidos, o homem pressionava o pequeno órgão erétil com a língua e liberava-o, fazendo todo o corpo da mulher espasmar.
Aquela tortura sexual durou por pouco mais de segundos até o infectologista parar e lambiscar o períneo da mulher; desde o clitóris até o ânus. Assim que o homem chegou ao orifício e roçou sua língua nele, Lisa riu e afastou-se, sentando-se à mesa. Ele fez uma expressão semelhante a uma criança desejando muito um brinquedo e a médica riu.
- Chega de torturas, mocinho. – Lisa falou sorrindo ao ver o "bico" de um falso choro nascer na face do infectologista. – Agora é a minha vez! – Concluiu sedutoramente enquanto descia da mesa e ajoelhava-se de frente ao médico. Gregory riu satisfeito com o que o aguardaria.
Fim da Parte 2.
