Olá! Desta vez naum faltei heim! Vamos postar o terceiro capítulo então. O primeiro desafio está p/ começar! Mas o q serão essas coisas...? o.o
Bom... Primeiro vou responder ao coment do Nando-kun ^^ - Bem, obrigada por deixar um coment, nando, eu sempre adoro eles! E o q posso dizer... Vc enrolão? Magina xD Mas naum posso dizer nada, pq naum li Fúrias de Ártemis 3 até agora! T_T Bem q eu queria, mas eu tb tô num rolo só _ E bom, eu tb sei o q é sentir solidão... uff É triste! T_T Por isso q eu resolvi ajudar u.u E naum sei sobre ser uma das mais tristes, afinal estamos em missão p/ ajudar o rapaz, naum? Acho q td tende a melhorar, espero... xD E espero q vc consiga continuar acompanhando tb! Bjinhus! ^^
Agora sim... Vamos à mais um capítulo. E naum estranhem por estar faltando certos seres p/ bagunçar o coreto aqui, afinal de contas, já q demos as costas e fomos pro submundo sozinhas sem aceitar ajuda de ninguém, meu irmão tah meio chateado u.u E o Camus e Hyoga tão segurando ele p/ naum vir aki dar piti de novo =P Bom... Mas vamos logo c/ esse capítulo, né? Boa leitura!
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- Nala-chan? O que é aquilo?
- Eu... Não sei. Não tinha nada parecido com isso quando estive aqui.
As sombras se aproximam um pouco, deixando suas formas mais evidentes. De um enorme corpo dinossáurico saía a cabeça de lagarto, com dentes afiados e protuberâncias parecidas com chifres, os olhos podiam brilhar vermelhos, dourados, prateados ou negros, e das costas brotava um enorme par de asas membranosas como as de um morcego, mas com escamas em lugar de pêlos. As patas tinham garras fortes e afiadas, enquanto a cauda longa parecia um poderoso chicote.
- Não acredito...! – Nala não sabia se estava mais espantada ou maravilhada – São dragões!
- Dragões? Isso é problemático.
Elas haviam parado para observar, mas as criaturas finalmente as percebem e se lançam furiosamente contra elas. Stella começou a elevar poderosamente seu cosmo, de uma forma ameaçadora, mas os monstros não pareciam se preocupar, mesmo aquilo sendo tão absurdo. Mas Nala repentinamente puxou a menina para cima, colocando-a junto de suas costas.
- Não vai querer encarar todos numa investida dessas, vai?
- O que fazemos então?
- Se segura e prepara pra luta!
Nala sorriu em desafio, os dragões se aproximaram muito rápido, ela abriu as asas com mais força e avançou.
- Você é doida? – disse Stella de olhos arregalados.
- Só percebeu agora? – brincou a outra.
Os monstros começam a lançar raios de fogo, gelo, eletricidade e energia negra de suas bocarras, deviam ser cerca de quinze deles, e a Amazona começa a fazer acrobacias pelo ar, numa incrível agilidade, desviando dos ataques. Os bichos tentam acertá-las com as patas e caudas quando elas estão entre eles, mas Nala novamente desvia de cada um com estilo. Estão do lado oposto aos agressores agora, quando Stella finalmente concerta o queixo caído.
- Que demais!
- Não pense que eu faria isso se não confiasse no seu taco, heim. E aí? Vamos para o ataque?
O cosmo da menina brilhou e ela esboçou o mesmo sorriso confiante de Nala.
- Que estamos esperando?
Avançaram novamente, e os gigantes respondem, voltando a avançar e atacar. As águas do Aqueronte começam a girar enquanto Nala continua as manobras como se fosse um caça de força aérea. Stella evoca seu poder.
- Águas do submundo, atendam ao meu chamado!
Vários redemoinhos surgem e sobem em gigantescos pilares d'água, derrubando cinco deles. Agora é Nala quem vibra.
- Incrível! Tá, minha vez.
E gira rapidamente contra dois que parecia não ter percebido. As cinco garras brilham no ar, cortando a ambos de uma só vez. Stella sorri.
- Cruel...
- Kalitzo!
Ela prendera mais três antes que a menina pudesse perceber, e desviou rapidamente dos ataques dos outros.
- Detona eles, Stella-chan!
- Demorou...
A temperatura cai, os redemoinhos explodem em cristais de gelo grandes e pontiagudos, criando uma tempestade de gelo, e os três são congelados instantaneamente, desabando no rio infernal. O cosmo do Tigre brilha na outra garota e uma poderosa rajada é liberada, destruindo rapidamente os restantes, e repentinamente o submundo parece ser novamente engolido pelo silêncio. As duas então continuam até a margem do rio, de onde seguiriam através das antigas prisões. As duas se entreolham e começam a rir.
- Que loucura! – dizia Stella – Dragões!
- Isso não é nada... Pior é a gente dando uma de bombardeio aéreo.
- Nunca pensei que isso aconteceria.
- Nem eu... Mas nos saímos bem.
Elas riram de novo, pondo-se a subir as escadas em direção ao local onde, antes, os mortos eram julgados e condenados. Nala então comenta:
- Parece que este lugar não vai estar tão vazio quanto pensei, né?
- Pelo jeito não. Também achei que isso aqui tava abandonado depois que vocês venceram Hades e os Espectros.
- Os monstros deviam estar escondidos, ou afastados. Agora que não tem mais ninguém eles se espalharam. Tipo uma colonização.
- Até parece jogo de RPG. – brincou Stella.
- Ainda bem que já temos nível épico. – respondeu Nala no mesmo tom.
Elas se aproximaram cautelosamente da primeira prisão, observando o local. Parecia que grandes sombras se esgueiravam por lá, sombras estranhas, que pareciam humanas da metade para cima, mas com a parte de baixo disforme. Elas se olharam novamente, e agora seus sorrisos eram de ironia.
- É... Parece que foi colonizado mesmo. – comenta a Amazona do Anjo Negro.
- Pois é. Não vamos passar por aqui numa boa.
- Ah... Mas se passássemos, também, ia ser muito sem graça. – animou-se.
- Então vamos colocar eles pra correr.
Nala voltou a sorrir desafiadoramente, e Stella também o fez. As duas seguiram juntas e se esgueirando escondidas entre as rochas até chegarem perto o bastante para distinguir o que eram aquelas sombras estranhas. E seus olhos se arregalaram de espanto ao se depararem com a forma daqueles seres.
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As duas olharam por entre as rochas na direção da primeira prisão, sorrindo desafiadoramente para os novos inimigos que enfrentariam. Stella então cochichou com a amiga, sem perder o tom de ironia.
- Parece que as górgonas perderam os maridos.
- Será que eles não agüentaram a feiúra delas? – Nala tirou sarro.
Eram homens da cintura para cima, com ar brutal, verdadeiras montanhas de músculos de cara barbada e olhares bravios. E para baixo tinham uma grossa cauda de serpente. Pareciam tão fortes quanto seus braços e certamente podiam atacar poderosamente com esta parte do corpo.
- E aí... Como a gente faz? Enfrenta de peito aberto?
- Ah, isso a gente faz sempre... Quer brincar de ninja?
- To gostando da idéia.
Elas combinaram os passos e se separaram, esgueirando-se por entre as pedras. Tão silenciosas são, que os monstros sequer notam suas presenças, e continuam a andar por ali calmamente. Haviam doze deles, Nala e Stella se posicionam em lugares exatamente opostos, e com gelo, criam pequenas lanças, do tamanho de agulhas de crochê, Nala então toma posição numa pedra mais alta, e observando os adversários ela chama por Stella em sua mente.
"Pronta?"
"Pronta!"
"Então... Agora!"
As agulhas são lançadas em velocidade supersônica, cravando nos pescoços de quatro deles. Eles gemem, o frio começa a percorrer seu sangue e eles não podem se mexer muito. Dos restantes, alguns vão ver o que aconteceu com eles, enquanto outros olham ao redor para tentar saber de onde vinha o ataque. Um passa pela frente de Stella, ela observa, escondida, e quando ele lhe dá as costas...
- AGULHA ESCARLATE!
Todos tornam suas atenções para lá, e Nala aproveita para se atirar sobre outro com suas garras cintilando.
- DENTES DE SABRE!
Eles estão assustados, tentam atacar as duas, dois dos seus estavam mortos e quatro feridos, um se atira contra Stella, que pisca, teleportando-se e aparecendo atrás dele. Um chute repleto de cosmo o atira longe e ela atira um raio cósmico em sua direção, terminando com ele. Nala paralisa os que tentavam se erguer após as agulhadas no pescoço com a barreira, e parte para cima dos que vinham em sua direção. E com o golpe de seu irmão derruba mais dois.
- AGULHA ESCARLATE!
Stella evoca o poder da terra e faz tudo tremer. As rochas se erguem com telecinese, tomando uma forma pontiaguda, e num comando de sua mente cravam nos quatro paralisados, que terminam por morrer.
- Hei! Deixa um pouco pra mim! – Brincou Nala partindo para cima dos últimos.
Eles tentam atacar com a cauda ou socos, mas de nada adianta. Nala desfere golpes muito rápidos e suas esquivas são ágeis. Ela se põe ao centro dos três, que confiantes se jogam sobre ela. Num rodopio, a Amazona libera o poder cortante de suas garras. Stella a vê com os braços erguidos após o ataque, e os três caírem com os corpos retalhados.
- Cruel... – diz a garota.
De repente ouvem gritos insanos que só ouviam em filmes de guerras de bárbaros ou espartanos, e uma chuva de flechas em sua direção. Stella usa seus poderes mentais para criar um campo de força pelo qual as flechas não passam. Se entreolham, e com um sorriso nos lábios elevam juntas seus cosmos, desferindo um poderoso raio contra o rochedo sobre o qual estavam os atacantes. De lá de cima, toneladas de rochas e centenas de homens serpentes despencam e são soterrados. Outro pelotão vem por baixo, correndo insanamente contra as meninas. Nala dá uma risada para Stella.
- Bater em retirada?
- Beleza. – disse a outra também entre risos.
E colocaram-se a correr o mais rápido que podiam. Elas sabiam que poderiam enfrentá-los se quisessem, mas não estavam dispostas a perder tanto tempo com isso. Nala então correu na frente, pois já conhecia o caminho, e guiou Stella até a ponte do Vale da Ventania Negra. Atravessaram-na e Nala parou, voltando-se para trás. Stella estranhou.
- Nala-chan! O que vai fazer? Achei que a gente queria ganhar tempo!
- Mas vamos! – respondeu ela rindo.
E com um poderoso soco repleto de cosmo contra a ponte, Nala a fez desabar. O abismo era muito longo para os monstros pularem de um lado para o outro, por isso eles nada podiam fazer. Stella riu, olhou para as caras cheias de raiva dos homens serpentes e mostrou-lhes a língua.
- Hahaha! Ótimo Nala-chan! Agora vamos dar o fora daqui.
Mas de repente o chão começou a tremer e um vento mais forte soprou do abismo. Elas novamente se entreolharam, e Nala concluiu.
- Acho que ainda não dá pra dar o fora...
Centenas de corvos negros e gigantescos alçavam vôo do fundo do desfiladeiro, raivosos como nunca haviam visto, nem em filmes de terror "trash" de corvos assassinos. Tinham nove olhos que brilhavam vermelhos em tom flamejante, e gritavam com os enormes bicos abertos, fazendo sons monstruosos que elas jamais haviam ouvido, graves, roucos e muito altos.
- Epa... Acho que você destruiu alguns ninhos. – Stella riu sem graça e com uma gota de suor escorrendo pela testa.
- Alguns... – respondeu a outra com uma sobrancelha arqueada.
- Deixa esses comigo...
Stella elevou poderosamente o seu cosmo, e até mesmo os raivosos homens serpente se assustaram com tanto poder. Esferas negras a envolvem enquanto as aves demoníacas avançam contra ela, e quando estão bem perto, ela explode em poder, e as esferas negras se transformam em raios poderosíssimos que se expandem. Os corvos são atingidos em cheio, e nada sobra deles para contar história.
- Uhuu! Mandou bem, Stella-chan! – vibra a menina.
Mas é quando um outro desses monstros aparece, emanando um poder de si que deixa os homens serpente ainda mais apreensivos, e eles dão passos atrás. O bicho devia ter cerca do tamanho de pelo menos dez dos anteriores, com certeza era o líder do bando.
- Parece que esse vale por todos os outros... – brincou Nala.
Dessa vez, ela é quem suava frio com a cena, mas não de medo. Ela reconhecia o poder daquele monstro, mas a verdade é que estava eufórica por fazer sua parte depois da demonstração de poder estupenda de Stella.
- Posso fazer as honras...? – pediu ela em tom de brincadeira.
- Manda ver. – a outra abriu caminho.
Nala explode seu cosmo, e com isso os demônios da primeira prisão se afastam ainda mais. O turbilhão de cosmo a envolve poderosamente e numa velocidade incrível, fazendo tudo em volta brilhar. O mostro desfere uma poderosa rajada de energia contra ela, mas ao se chocar com a parede cósmica de Nala, mesmo tanto poder que se comparava ao dos mais poderosos Cavaleiros de prata se desfez.
- Minha vez. – proferiu num sorriso perigoso. – TEMPESTADE DE TYGRA!
Mesmo o maior dos monstros se desfez rapidamente com tamanho poder desferido diretamente contra ele. Stella riu novamente, com a mesma gota de suor em sua testa.
- Puxa... Acho que não precisava tanto... Até os homens serpente fugiram...
- Hehe... É... Devo ter exagerado... Mas é engraçado ver as montanhas de músculo correrem em desespero.
As duas caíram na risada. Realmente eles haviam corrido como diabo da cruz ao ver o estupendo poder das garotas, deixando para trás até mesmo suas pesadas lanças. Um enorme escudo girou algumas vezes no chão em terreno agora deserto, e caiu por fim. Elas continuaram então, em direção à segunda prisão, mas lá parecia estar tudo deserto. Pelo menos um lugar por onde poderiam passar sem tantos problemas. A próxima parada seria a terceira prisão, onde os luxuriosos rolavam pedras. Mas ao que parece, por aqui não seria tão fácil passar, o chão tremeu sob seus pés como se seres enormes caminhassem ali perto.
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Continua...
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Mais um completo! Bem, espero q tenham gostado das primeiras lutas. Eu sei q perece fácil, mas fui atrás de monstros mitológicos p/ essa fic, embora p/ elas isso seja brincadeira de criança (só os corvos q eu tirei do anime inuyasha, naum sei se algué, lembra dos corvos demônios do segundo capítulos, acho xD) Mas enfim... Acho q o mais importante nessa fic é a amizade das duas q nasce e vai se fortalecendo c/ a missão, a diversão de ver como nossos heróis são fortes e a ajuda q darão ao Ikki (acho q é algo bem nobre =P). E tb tem as idéias q eu espero retratar bem no final da fic c/ o aparecimento de personagens realmente fodas XP Mas isso é só p/ deixá-los curiosos! XD
Enfim... Espero q esteja interessante conhecer esses mostros mitológicos q coloquei e colocarei! Espero q continuem lendo ^^ Bjus e até o próximo capítulo! Comentem, onegai! ^-^v
