Uhuuu! Agora sim, vamos ao último capítulo desta fic! Espero q estejam gostando e q estejam empolgados com este último capítulo! Hj veremos, de uma vez por todas, qual era nossa missão, quem viemos resgatar, pq, o q isso tem a ver c/ o Ikki e, claro, se a pessoa em questão vai querer deixar p/ trás o mundo perfeito do pós morte num paraíso p/ voltar ao mundo cheio de catástrofes, tristezas, problemas e preocupações da Terra. Mas é claro q a Terra naum é só isso, enfim...

E claro! Vamos tb ver como é o paraíso de q tanto falamos nestes últimos capítulos, né? Afinal de contas, ninguém de nós esteve lá ou, se esteve (p/ quem, como eu, acredita em reencarnação) ñ se lembra como é. Óbviamente q isso aqui ñ é, necessariamente a realidade, mas como eu acho q deve ser, pelo menos uma parte de lá, pq eu acho q cada um vai p/ um tipo de paraíso q mais lhe convém (se merecer, claro XD) afinal, cada um tem um tipo de gosto, né? XD

Então vamos em frente! Ao último capítulo, espero q gostem! Boa leitura! ^-^v

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Elas caminharam por pouco mais de um minuto até a luz começar a ficar mais amena. Pouco depois já podiam enxergar normalmente de novo. Era um lugar maravilhoso. Haviam montanhas verdejantes por todos os lados, de onde corriam rios e caiam cachoeiras enormes de águas brilhantes. O sol era ameno, não fazia frio, não fazia calor, mas aquele sol parecia aquecer os corações de quem quer que estivesse por ali. Cães de todas as raças e sem raças também brincavam com crianças e jovens, gatos descansavam em galhos de árvores e no colo de sus donos, crianças corriam por todos os lados fazendo todos os tipos de brincadeiras e jogos e os adultos conversavam ou se juntavam aos mais novos. Havia pessoas treinando artes marciais ou Yoga, ou meditando, ou fazendo qualquer coisa de que gostasse. Casinhas bonitas e aconchegantes, se estendiam nas bordas de ruazinhas ledeadas de grama e flores de todas as cores. Uma rio passava adiante, com suas águas muito brilhantes, em volta havia um grande gramado, com jardins os mais lindos que puder imaginar, árvores frutíferas por todos os lados e de todos os tipos. Tinha quem subia nas árvores ou em pedras, para pegar frutos ou brincar, aves de todas as formas e cores conhecidas e desconhecidas dos vivos passavam pra lá e pra cá, cantando e deixando cair suas penas perfeitas, borboletas e abelhas pairavam sobre as flores. Em um quiosque, um grupo de pessoas risonhas fazia um cheiroso churrasco. Uma garota nos chamou.

- Olá, meninas! Novas aqui?

- Ahm... - Stella não sabia bem como explicar – Estamos só de passagem...

- Hahaha – riu um homem – Claro! Todos estamos. Mas não vão reencarnar tão já, né? Pelo menos um churrasquinho para conhecer o pessoal! Afinal, morrer não é tao ruim!

- Acho que tem razão... - Nala dizia ainda olhando todas as coisas maravilhosas em volta. - Mas ainda não morremos.

- Não? - brincou Stella – Você morreu, sim! Só que o patinho te levou de volta!

Nala riu também. As pessoas olharam como se entendessem completamente. Pŕovevelmente, pensavam as duas, as pessoas dali sabiam do que se passava na Terra, ainda mais sobre o que fosse importante, afinal, teriam de voltar para lá um dia.

- Ah... Vocês são as famosas Amazonas de Athena? - pergunta uma outra mulher.

- É... - respondem as duas.

- Então sejam bem vindas! Tomem um hidromel! - chama um jovem muito alegre.

- Na verdade não podemos... - Nala se adianta – Estamos em missão. Athena nos pediu para buscar uma pessoa que é muito importante para alguém. Ela meditou, e foi permitido que ela voltasse à sua vida antiga.

- Ah, certo... Mas não era mais fácil ela nascer de novo como todo mundo?

- Bom... Daí Ikki não ficaria feliz, né? - disse Stella – Ele não saberia que era ela, e não se sentiria no direito de ficar com ela quando ela crescesse. E ele tá precisando de amor. Mas só aceita ela, entende?

- Puxa... Vocês vivos são tão complicados! - brincou o homem.

- Você já foi vivo também! - caçoou a mulher.

Ele riu, as meninas perguntaram pela pessoa que procuravam, e eles a conheciam bem. Ela era famosa, uma pessoa de um coração puro e meravilhosamente bondoso, estava sempre brincando com as crianças, deveria estar no meio delas. Nala e Stella agradeceram muito e foram procurar, e logo a encontraram. Um garotinho havia caído enquanto brincava e se machucado (era estranho pensar que isso acontecesse ali no céu, mas perece que as coisas não teriam graça depois de um tempo sem nenhuma adversidade, por menor que fosse. Uma garota cuidava dele, ela estendia sua mão para a perna de onde escorria um pouco de sangue, e este logo estancava e sumia com o brilho da energia que vinha da menina. Era loira, de cabelos longos e usava um vestido simples e curto, com sandálias em estilo grego, tinha uma energia acolhedora e pura.

- Olá! - disse Stella para ela.

A garota se virou e sorriu, era linda, de olhos muito verdes e brilhantes.

- Ora... Amazonas! - ela reconhecera as armaduras. - Vocês morreram?

Parecia a coisa mais casual do mundo as pessoas falarem de nossa própria morte para nós mesmas, mas levando em consideração onde estávamos e o fato de que morrer é a coisa mais natural do mundo, é claro que isso fazia muito sentido.

- Posso mostrar o "Nosso Lar" para vocês!

- Ah! Muito obrigada mas... Na verdade... Nosso lar? - Só agora Nala se dera conta de como ela chamara o lugar.

- Sim... É nossa colônia. Existem infinitas delas no plano espiritual, e eu vim pra cá. São lugares maravilhosos essas colônias, onde podemos ajudar pessoas do mundo espiritual e do mundo dos encarnados, onde podemos nos recuperar das coisas ruins da vida que tivemos, descansar, preparar nossa próxima missão e nos divertir, claro... É fantástico!

- Parece mesmo. - Nala estava pasma – Mas... Na verdade... Estamos vivas, e viemos em missão.

- Missão? Que tipo de missão?

As três se sentam juntas, o pessoal do quiosque lhes trás um pouco de sua comida, à que elas agradecem, estava a coisa mais deliciosa que já haviam provado. Então contam a respeito da missão. Athena havia meditado e pedido a Deus que pudesse trazer uma certa pessoa de volta à vida, mas não reencarnada, à vida que esta pessoa tinha antes, para que pudesse reencontrar quem ela amava. Essa pessoa que ela reencontraria também tinha o mesmo sentimento, e estava muito triste e sozinha, por isso a Deusa pediu uma chance para o relacionamento dos dois. Assim, a menina que tinha morrido também poderia conhecer o lado bom da vida nesta mesma encarnação, e não na próxima, ou só se lembrar de encarnações anteriores em que fora feliz. Deus havia aceitado, com a condição de que ela mandasse Cavaleiros ou Amazonas para atravessar adversidades no Mundo dos Mortos e passar pelos testes dos anjos, mostrando serem dignas de entrar no mundo espiritual ainda vivas. Elas haviam conseguido, mas havia outra condição imposta, e essa era bem óbvia: A pessoa que elas foram buscar deveria querer voltar à Terra neste momento e para a mesma vida de antes, com a missão de aprender um pouco mais do outro lado da Terra, e de ficar ao lado de seu amado.

- Ikki vive triste por todos os lados porque sente sua falta... Ele a ama demais.

- Nala-chan tá certa. Todas as pessoas precisam de alguém ao seu lado, e nesse momento ele tá precisando desse seu amor, mas não só dele presente em espírito.

- É... - a garota dá um sorrisinho – Eu sei disso. Estou sempre olhando por ele e rezando para que esteja bem, mas acho que ele não devia ficar sozinho. Não nesta vida...

- Então... Você virá? - pergunta a Amazona do Anjo Negro.

- Se me foi permitido... Eu vou sim!

- Você sabe das dificuldades que temos em morar na Terra, né? - advertiu Nala.

- Claro! Eu me lembro bem. Mas mesmo assim, quero estar ao lado ele outra vez.

As três sorriram, a missão estava completa com sucesso total. A menina foi se contar o que acontecera aos seus amigos e se despedir deles, e todos ficaram felizes por ela, desejaram-lhe muita sorte. Ela as seguiu, mas antes de saírem, o jovem alegre com quem conversaram as chamou.

- Levem isso! É um presente para vocês. Só não bebam demais!

Todos riram muito, elas aceitaram e agradeceram pela garrafa de hidromel que deveria ser a bebida mais fabulosa de todas. Voltaram pela estrada pela qual vieram, enquanto os outros se despediam alegremente, e logo a luz ofuscou tudo de novo, e as três perderam a consciência.

Acordaram sobre um chão de pedra escura, dura, fria e irregular, Nala e Stella chamaram pela garota, acordando-a. Ela olhou em volta, perguntando mudamente onde estavam, era um lugar escuro e de energia muito carregada.

- Aqui é o castelo Heinstein. Foi onde Hades fez sua base na última guerra santa, alguns anos atrás. Agora só sobrou escombros e essa energia horrível. - explicou Nala.

- Foi por onde chegamos ao Submundo, para de lá chegar ao portal do mundo dos espíritos. - completou Stella – Mas vamos sair logo daqui. Não vejo a hora de chegarmos!

Ela estava muito animada. Não tardou para sairem de perto daquele lugar, foram até a cidade e encontraram, em suas bolsas, o dinheiro que haviam levado. Como a menina que traziam não era uma guerreira, teriam de viajar da forma tradicional, de avião. Pegaram o primeiro vôo da cidade mais próxima para Atenas, onde chegaram em pouquíssimo tempo. Quando chegaram ao Santuário, foram direto para o Salão do Grande mestre, onde depararam com uma verdadeira bagunça.

- Vocês vão mesmo ficar a noite toda aqui? - dizia Shion no limite do tédio.

- Escuta aqui! Tá certo que você é o Grande Mestre e coisa e tal! - dizia Milo já rouco – Mas não justifica mandar minha irmã e Stella praquele lugar horroroso!

- Você não confia mesmo nelas, né?

- Não é o caso! Só que... Só que... Minha irmãzinha... E Stella... Eu...

- Pare de choramingar e vamos pras nossas casas, por favor, Milo – tentava a voz de Camus, aparentemente pela milionésima vez.

- Mas mestre Camus! E se acontecer alguma coisa! - se desesperava Hyoga – Elas deviam ter ido com algum reforço e...

- Olá, Hyoga... - Nala disse num grande sorriso ao entrar na sala.

Todos ficaram mudos, Hyoga correu para abraçar Nala, mas Milo o segurou pela gola e o tacou longe, abraçando Nala e Stella ao mesmo tempo com uma força que poderia destroncar um cavalo.

- Qual é, Milo? - protestou Hyoga.

- Cala a boca seu pato assanhado! Você fica bem longe da minha irmãzinha!

- Do que você tá falando, seu psicopata?

Milo solta as duas, seu olhar é mortal.

- Como se atreve seu projeto de franga do gelo depenado!

Ele começa a tentar bater em Hyoga, que revida com respostas de como ele é ciumento, incoerente, psicótico, violento e mais um monte de coisas inintendíveis, porque Milo estava fazendo um grande barulho atirando agulhas pra todo lado.

- E lá vamos nós de novo... - Camus dizia cansado.

- Vocês vão arcar com a limpeza disso! - gritou o Grande Mestre, fazendo os dois pararem e se desculparem pelas infantilidades.

- Eles são sempre doidos assim... - resmungou a garota ao lado das Amazonas, pasma com tudo o que estava acontecendo.

- Ou pior. - respondeu Nala.

- Hoje até que estão comportados... - completou Stella, as duas com cara de tédio.

Finalmente todos puderam botar reparo na nova cara que estava ali dentro do Salão. Shion se aproximou das duas, e finalmente sorriu.

- Vejo que correu tudo bem.

- Perfeitamente, Grande Mestre! - disse Nala animada.

- Prazer... - Shion beijou a mão da garota – Eu sou Shion, o Grande Mestre do Santuário, e aquela, disse apontando para uma jovem de cabelos lavanda que atravessava as cortinas cor de vinho no mesmo momento – É Athena. Foi ela quem mandou Nala e Stella para a missão. Desculpe pelos nossos desordeiros...

- De modo algum. - respondeu ela – Achei todos muito engraçados. - ela sorria.

- E afinal de contas, quem é essa? - perguntou Milo.

- Não vai interessando não, Milo – avançou Stella, meio brava.

- Mas que ciúmes... Só pedi para me apresentarem... - ele fingiu estar ofendido.

- Esta é Esmeralda – respondeu Nala – ela vivia com Ikki na ilha da rainha da morte quando ele treinava e era quem o ajudava e dava apoio. Esmeralda... Esse maluco é Milo de Escorpião, meu irmão.

Esmeralda riu, Nala apresentou o mestre e Hyoga, e nesse momento mais alguém batia à porta.

- Parece que ele chegou – disse Athena com seu costumeiro sorriso doce.

A porta se abriu, Shun entrava com o irmão, que ainda estava emburrado, perguntando qual era o motivo de tanto suspense e daquela convocação tão repentina ao local sendo que tudo parecia em perfeita paz. Shun também não sabia o que estava acontecendo, mas insistia em dizer que, apesar de não saber, Saori lhe dissera que conseguira resolver o problema de seu irmão.

- Eu já disse que não tenho problema algum, Shun, estou perfeitamente... - ele olhou para a frente e deu de cara com os olhos verdes de Esmeralda, com seu sorriso doce e juvenil – Bem... - estava praticamente sem voz

- Ikki... Eu tomei a liberdade de lhe preparar uma surpresa... - disse Saori.

- Surpresa...? - ele se tornou da cor das cortinas – Que espécie de brincadeira de mau gosto é essa?

- Ikki... - Esmeralda se aproximou, ele deu um passo atrás – Não e brincadeira. Nala e Stella se arriscaram numa missão para me buscarem... Para ficarmos juntos...

Ele olhou espantado para as duas Amazonas, Milo, Hyoga e Camus também estavam confusos, esperando explicações. Então Athena aproveitou para contar a todos o plano que tivera e seu pedido divino. Depois as duas garotas contaram toda a sua aventura e, por fim, Esmeralda contou como aceitara a proposta com alegria. Ikki ainda não podia acreditar que aquilo fosse verdade, mas racionalmente sabia que nenhum de seus amigos poderia estar mentindo para ele. Fênix fitava os olhos de sua amada, quase hipnotizado, sem saber o que dizer ou fazer, seus olhos transbordaram em lágrimas cristalinas, mas Esmeralda ficou na pontinha dos pés para beijar sua bochecha molhada, ele finalmente a abraçou, não queria soltá-la nunca mais. Ela retribuiu o gesto e todos ficaram, finalmente, felizes e satisfeitos com a história.

Saindo dali, Ikki a levou para um longo passeio, onde conversariam muito e, pensava Nala, se fossem espertos, trocariam pelo menos um beijo apaixonado. E voltando à casa de Escorpião, Nala, Hyoga, Camos, Milo e Stella se juntaram para o jantar e para experimentar a maravilhosa bebida que haviam ganhado, e conversar mais sobre o assunto.

- Então... Era isso que estavam tramando? - perguntou o dono da casa.

- Nem vem, Milo – espondeu Stella com energia – quem tramou foi Athena!

- Mas vocês bem que gostaram da idéia. - Camus dava um de seus raros sorrisos.

- Claro que sim! - era Nala quem se empolgava, agora – acha que íamos perder a chance de juntar mais um casal feliz nesse Santuário?

- Vocês podiam ter nos falado. - disse Hyoga – Por que não podíamos ajudar?

- Primeiro: Mestre Camus não demonstra bem sentimentos; Segundo: Meu irmão ia ficar irritadinho e dar porrada até onde não era preciso; Terceiro: Você... Ahm... Bem... - ela pensou por um instante, depois deu de ombros - Precisa confiar mais no meu taco.

- Em resumo... Era uma tarefa para a sensibilidade feminina!

- Hey! Isso é preconceito de gênero! - Milo contestou.

- Tá, pode até ser... Mas como a missão era trazer uma menina de volta, era melhor meninas para falarem com ela.

- Ele ainda tem razão quanto ao preconceito – disse Camus um pouco contrariado.

- Não sei como, mas eu também concordo com ele.

- Bom... Então vocês podem ficar com os argumentos de Nala-chan. - respondeu ela um pouco emburrada.

Todos riram. Alguns quilômetros longe dali, perto da praia, estavam Ikki e Esmeralda, sobre as pedras, sentados e observando o vasto oceano e o céu. O Cavaleiro pegou na mão da garota, muito tímido, (e algo que ele não costumava sentir era timidez) ela sorriu para ele.

- Está feliz que eu esteja aqui, Ikki?

- Claro! - respondeu – o que a faria pensar outra coisa?

- Bem... Faz tanto tempo...

- Tempo em que eu só queria te ver novamente e ter outra chance.

Ela sorriu, ele tomou seu rosto gentilmente e lhe deu um caloroso beijo sob as estrelas. Depois se abraçaram e ficaram ali, juntos, conversando e acariciando os cabelos um do outro por horas, sem querer se soltar mais. Ikki olhou para ela com uma alegria que jamais se vira no rosto do Cavaleiro de Fênix.

- Fica comigo, Esmeralda? Pra sempre?

- Sim, Ikki... Pra sempre.

FIM

E este é o fim de mais uma fic ligada à Além da Coragem; Com participação especial de Stella-chan, q eu agradeço imensamente e espero q ela tenha gostado da fic e de sua participação, espero q sua personagem tenha ficado c/ a personalidade certa e foda o bastante XD Espero q todos tenham gostado e q Ikki e Esmeralda sejam felizes para sempre juntinho! *-* Eles são tão fofos! Qdo será q vai ser o casamento? *-*

Bom... Espero q todos tenham gostado... Vou me despedindo por aki. Ainda naum sei qual será a minha próxima fic a ser postada aqui, mas tenho um palpite de q será uma saga no futuro q naum tem ligação c/ Além da Coragem. Chama-se O Despertar do Destino. Mas naum tenho certeza q será essa. Enfim... Até a próxima fic! E muito obrigada a todos q leram, gostaram e comentaram! Bjinhus!

Ah, sim... Comentem, onegai! ^-^v