Capítulo 09
Quando o telefone tocou, Ida acabara de colocar o último copo na máquina de lavar pratos. Pegou o aparelho da parede.
-Fazenda Cullen.
-Alô, Ida.
-Bella? –Ida não estava acreditando. Era a primeira vez que Bella ligava desde que fora internada. Certamente queria falar com Esme, que estava arrumando as malas para viajar para a França no dia seguinte. – Como está, querida?
-Tirei o soro e comecei a comer regularmente. Estou começando a me sentir melhor.
-É a melhor notícia que temos desde há muito, muito tempo.
-Obrigada, Ida. Você e Jesse têm sido maravilhosos para mim. Obrigada pelas flores lindas e as palavras cruzadas, e a camisola nova e os livros.
Ida sentia a sinceridade da jovem mulher, e sentiu lágrimas nos olhos. Só gostaria que o agradecimento incluísse Edward. Era com ele que Ida e Esme estavam começando a se preocupar agora. Jesse também se preocupava, só que falava a respeito.
-Era o mínimo que podíamos fazer.
-Foi demais. Mais do que mereço depois da forma como agi.
-Querida, você estava sofrendo. Devia ver como fiquei após a morte de minha mãe. Jesse quase me deixou.
-Verdade?
-Se não me acredita, pergunte a ele.
O comentário fez Bella rir de leve, pela primeira vez após tanto tempo. A caseira queria ouvir a irmã de Rosalie rir novamente, quanto antes, melhor.
-Ida –chamou Bella, num tom sério – Edward está em casa?
A caseira agarrou o aparelho com as duas mãos, excitada.
-Não. Ele foi levar uma ordem judicial, mas tem telefone no carro. Quer anotar o número?
Houve uma breve pausa.
-Acho que ele vai se aborrecer se eu o incomodar?
Ida quis dizer umas poucas e boas para Bella Swan. Àquela altura, porém, estava agradecida demais com a quebra do silêncio para desencorajar a tímida reaproximação entre Bella e Edward.
-Imagine! Está anotando?
-Sim.
Ida lhe deu o número.
-Se ele não atender de imediato, significa que parou para um café. Continue tentando e vai falar com ele.
-Entendi. Obrigada. Como lhe disse no dia em que cheguei à fazenda, você e Jesse são uns anjos. Vejo vocês em breve.
Assim que recolocou o fone no gancho, Ida foi apressada para a garagem, onde Jesse estava consertando a caminhonete. Não podia esperar para lhe contar as boas novas.
Edward conduziu a caminhonete pelas estradas tortuosas entre os pinheiros até avistar a saída para o chalé Burton. Bem antes de tomar a estradinha, viu Taylor, o vizinho, no telhado fazendo os reparos anuais antes que a próxima tempestade chegasse, levando neve às regiões mais baixas.
No ano anterior, ele caíra do telhado, mas o acidente não o impedira de realizar a tarefa novamente. Edward não conhecia outro homem que trabalhasse tanto, ou que tivesse tanto gosto pelo trabalho.
Assim que viu Edward, o ancião acenou.
Edward parou o carro e saiu.
-Não sabe quando é hora de parar? Mais alguns minutos e terei de voltar meus faróis para você.
A risada de Taylor ressoou pela floresta, espantando uma família de esquilos.
-Não vou descer enquanto não acabar. O que o traz aqui? E aliás, como tem passado? – perguntou ele. – pensei que talvez quisesse sair um pouco, ir pescar ou algo assim.
Edward pensara naquilo também. Mas não podia ir a lugar algum, não com Bella à beira de um ataque nervoso, recusando-se a ver todo mundo, exceto Esme, e com Esme partindo no dia seguinte. Senhor! Temia o dia seguinte e o que aconteceria a Bella quando soubesse que a madrasta fora lhe dizer adeus. No fundo, crescia o medo de que Bella pudesse nunca deixar o hospital.
Jamais enfrentara uma situação assim.
-Decidi que é melhor me manter ocupado –declarou.
-Está aprendendo. Então, o que é que há?
-Sua esposa ligou para o xerife. Ela quer que você ligue para Salt Lake. Já que tinha um serviço na fazenda Reardon, me ofereci para trazer o recado.
-Obrigado, Edward sim que acabar, pego o jipe e vou telefonar.
-Não, obrigado. Vou continuar trabalhando ainda mais um pouco.
- Quer que segure aquilo que chama de escada enquanto desce?
Edward.
-Cuide-se, Taylor.
-Você também. Quando minha esposa vier me ajudar a fechar o local, chamamos você para um cordeiro.
-Vou cobrar –murmurou Edward entrando no carro.
Deu ré até a estrada na floresta, os pensamentos tão atormentados que quase bateu num porco-espinho que vagava no meio do caminho. Teve de frear brusco para evitar um acidente.
O motor morreu, e esperou um minuto, antes de tentar novamente. Não pegou. Quando ouviu o telefone do carro, pegou o aparelho, praguejando porque afogara o moto.
-Cullen falando.
-Ed... Edward? –indagou uma voz feminina, meio rouca, hesitante.
Surpreso, ele exclamou:
-Bella?
-Sim. Está ocupado? Se estiver interrom...
-Bella – Ele a cortou impaciente, sentindo a adrenalina subir. –Que ocupado!O que foi? Deve ser sério para estar me procurando.
Ela era a última pessoa que esperava que chamasse, especialmente no telefone do carro. Jesse ou Ida deviam ter dado o número. Passou a mão pelo cabelo, prevendo o pior.
-Aconteceu alguma coisa com você? Com o bebê?
-Não. O bebê está bem. Estamos os dois bem. Estou telefonando para dizer que o médico me tirou do soro e...
-Isso significa que começou a comer – interrompeu ele, mal acreditando no que estava ouvindo.
-Sim. E, desde que não saia do carro, ele permitiu que fosse com você quando levar Esme ao aeroporto amanhã.
A mudança na voz, na atitude, o deixou atônito.
-Quando ele lhe disse isso?
-Esta tarde. – Bella parou para respirar. – Disse que me liberaria pela manhã, desde que voltasse para a fazenda, e ficasse lá até o bebê nascer. Acha que pode me agüentar tanto tempo?
A pergunta pareceu remover uma pesada carga que ele nem sabia que estava carregando.
-É o que mais quero, Bella. Somos uma família.
-Somos – confirmou ela, com a voz trêmula. – Se puder me perdoar por ter sido tão desagradável, gostaria de recomeçar tudo e que fôssemos amigos.
Ele mal podia acreditar na mudança.
-Digo amém.
-Edward... Percebo que nao nos conhecemos na melhor das circunstâncias, o que é uma vergonha, pois quis conhece-lo assim que Rosalie me falou sobre você. Ela lhe contou que me telefonou do quarto de motel na noite em que vocês se conheceram num bar qualquer em Jackson?
Ele sentiu um nó na garganta.
-Não.
-Bem, ela ligou. Acordou-me às quatro da manhã para me dizer que encontrara o homem com quem se casaria.
-Aconteceu rápido. –Pela primeira vez em quase um ano, era bom recordar.
-Sabe, Rosalie e eu costumávamos ter essa fantasia sobre dois xeiques do deserto, bonitos e poderosos, irmãos naturalmente, entrando em nossas vidas e nos arrebatando para suas tendas no Saara. Moraríamos lado a lado e criaríamos nossas famílias e seríamos extremamente felizes para sempre. Foi um grande choque para nós duas quando o xeque que roubou seu coração se transformou num tipo que usava botas e caubói e andava armado e morava em Montana.
Edward riu alto.
-Entre outras coisas, Rosalie me contou o quanto gostava de ouvi-lo rir. Agora entendo por quê. Dizia que seus olhos ficavam com a cor mais linda...
Ele balançou a cabeça.
-Devo me atrever a perguntar sobre que mais conversaram?
-Se está intrigado. Bem – ela disse –vou fazer uma citação: "Rômulo, estava sentada no bar ouvindo uma ótima banda, quando esse deus entrou. Não pude acreditar. Minha fantasia em carne e osso! Tinha tanto medo que ele desaparecesse que fui em sua direção; assim, ele não poderia deixar de me notar".
Edward soltou uma risada profunda.
-Era impossível deixar de notá-la.
-Obviamente – declarou Sílvia, num tom divertido que ele não reconheceu. Na verdade, tinha dificuldade em relacionar aquela mulher desinibida à Bella que levara para a emergência depois de um desmaio, havia duas semanas. –Vou contar outro segredo.
Ele ainda sorria.
-Qual é?
-Ela nunca tinha andado a cavalo antes de conhecer você. Então, quando você marcou um encontro para cavalgarem no dia seguinte às dez, ela providenciou uma aula particular com um professor local às sete, assim, não o decepcionaria.
Ele riu novamente, encantado em saber que Rosalie chegara àquele ponto para agradá-lo.
-Já que estou falando há tanto tempo, vou contar mais um segredo e deixar o resto para outra ocasião.
-Sou todo ouvidos. – Edward não queria que a conversa acabasse.
-Ela jurou que extrairia uma proposta de casamento de você dentro de quarenta e oito horas após o passeio a cavalo.
-Na verdade, levou vinte e quatro. Ela subestimou o poder que tinha sobre mim.
-Estou tão contente. Ela ficaria arrasada se você não correspondesse aos seus sentimentos. Você era sua grande passion.
Ele respirou fundo.
-Obrigado por partilhar. Não sabia o quanto precisava ouvir isso.
-Oh, há muito mais que poderia lhe contar – atiçou Bella, maliciosa. – No futuro, quando estiver com ar melancólico, vou lembrá-lo de quanto ela o amou e citar outras passagens.
Ele ficou emocionado e por um momento não conseguiu falar.
-A que horas devo estar pronta amanhã? –perguntou ela.
Ele limpou a garganta.
-Oito e meia. Esme precisa estar em Idaho Falls às nove e meia. O avião parte às dez e vinte. Bella... sei que vai sentir falta dela.
-Terrivelmente. Mas sempre há o telefone. Sei que não vai me deixar pagar a hospedagem, mas tenho dinheiro suficiente para cuidar das contas de telefone. Pelo menos, me permita isso.
Conforme previsto, houve uma tempestade de neve durante a noite, muito típica no meio de outubro em Montana. Edward dirigia com mais cautela do que o usual, pois não queria preocupar Esme; como resultado, chegaram a Rexburg atrasados em relação ao esquematizado. Assim que deixaram a floresta, entretanto, a neve caía quase como chuva e ele poderia tirar o atraso até Idaho Falls.
Estacionou na entrada principal do hospital, onde alguém da equipe de enfermeiras traria Bella numa cadeira de rodas. Pedindo a Esme para que permanecesse no carro, entrou apressado levando uma capa de chuva de Rosalie.
-Edward? Estou aqui.
Ao ouvir a voz de Bella, Edward estacou e voltou-se.
Não estava preparado para a visão que o aguardava.
Nem seu coração bateu contra o peito, e a dor recomeçou.
Sabia que ela não fizera de propósito. Nem estava usando um dos vestidos de Rosalie. Mas o cabelo ruivo-dourado brilhante que ele tanto amava caía sobre seus ombros exatamente do mesmo jeito. Os mesmos olhos lindos refletiam a cor do vestido, um vestido que insinuava a forma espetacular de seu corpo.
O mesmo sorriso que o deixava trêmulo de desejo.
Fechou bem os olhos, mas nada podia bloquear a lembrança daquele sorriso, daquela boca, do gosto, da maneira com que respondia a seus beijos...
Desde o telefonema de Bella na noite anterior, ele conseguira ter sua primeira boa noite de sono em meses, talvez no ano. Acordara pela manhã com um novo senso de direção, algo que perdera havia muito.
Mas, olhando para ela, via duas mulheres. Uma delas, que, numa noite de verão havia mais de um ano, mudara sua vida para todo o sempre. A outra era a mulher grávida que encontrara em sua cama três meses antes, uma mulher sensacional que, de algum modo, penetrara em sua pele e estava lá para ficar. E agora, que Deus o ajudasse, não sabia o que fazer.
Era agonia numa outra dimensão. E, a julgar pelo modo como ela alterou a expressão dos olhos, confusa, sabia que arruinara a oportunidade de um recomeço.
-Não esperava encontrá-la pronta e aguardando a nossa chegada. – Ele podia ouvir a própria voz. Parecia distante e pouco amistosa mesmo a ele, mas não conseguia fazer nada para melhorá-la.
Bella tomou uma expressão indiferente.
-O dr. Harvey queria deixar toda a papelada em ordem antes de você chegar, assim, poderia me liberar mais rápido.
-Estou contente. O tempo está ruim. –Ele firmou a cadeira enquanto ela se levantava, então, ajudou-a com o casaco. –Vou procurar alguém para levá-la até o carro.
Estava começando tudo novamente e nem tinham saído do hospital.
Bella explicara ao psiquiatra, o dr. Meyers, como era difícil ignorar a dor de Edward toda vez que ele olhava para ela. Podia afirmar que ele desejava que Rosalie fosse a sobrevivente. Era o mesmo olhar que ele lhe lançara no velório.
O médico a aconselhou a não reagir, prometendo que, com o tempo, isso aconteceria com cada vez menos frequência.
Em teoria, ela sabia que ele tinha razão. Depois da conversa ao telefone com Edward, ficara mais otimista em relação ao futuro. Mas, naquele momento, ele a fazia sentir vontade de se esconder num buraco e desaparecer.
Com o canto dos olhos, observou que ele trazia o enfermeiro até a porta, onde ela estava. O rapaz se aproximou da cadeira de rodas sorrindo.
-Bom dia. Vejo que está pronta para sair. –Olhou-a apreciativamente. –Acho que não quer ficar aqui mais um pouquinho, não é? –gracejou o rapaz.
Ele precisaria ser cego para não perceber que ela estava grávida, o que fez a brincadeira parecer ridícula e ela deu um sorriso torto. Mas, aparentemente, Edward não achou graça nenhuma. Franziu o cenho abertamente.
-Estamos com pressa, então, se não se importa...
-Não, senhor.
Bella baixou o olhar, imaginando como o "senhor" se adequava bem a Edward, e se sentiu despachada do hospital.
Felizmente, Esme conseguiu dispersar um ponto da sobriedade de Edward durante o trajeto até Idaho Falls.
Não chegaram muito cedo ao aeroporto. Bella saiu do carro para abraçar a madrasta, beijando-a nas faces. Mas a barriga ficou entre elas, motivo de muitos risos.
-As roupas de grávida são muito elegantes, como você.
-Obrigada, minha querida Esme.
-Mon palisir, chérie. –Sem hesitar, Esme deu tapinhas na barriga de Sílvia. –Esse é o tipo de ganho de peso que gosto de ver. – Os olhos âmbar percorreram Bella com orgulho materno. – Você está magnifique. Melhor do que eu mesma esperava.
-Minha pressão baixou.
-Grace à Dieu. – Fez o sinal da cruz. – Então, não faça nada para que ela suba novamente, certo?
-Ela não vai fazer – interrompeu Edward, num tom que não permitia contra-argumentação. – Vou cuidar disso.
-Então, posso partir tranqüila. Obrigada do fundo do meu coração por tudo o que tem feito. – Esme ficou na ponta dos pés para beijá-lo em ambas as faces, e então, virou-se novamente para Sílvia.
-Mon ange, só mais quatro meses e estaremos juntas. Estarei com um quarto preparado para nosso petit enfant.
Bella assentiu e agarrou as mãos da madrasta.
-Por favor, não deixe que Paul descubra onde está – implorou. – Quero que seu divórcio ocorra sem problemas.
-Não se preocupe. Meu advogado é excelente, um amigo de seu pai. Ele não vai deixar que nada aconteça comigo.
-Prometa me telefonar assim que chegar ao hotel em Paris.
Ela acariciou a face de Bella.
-Naturalmente. Telefonar-lhe será minha prioridade.
Experimentando um forte senso de perda, Bella agarrou a madrasta, e se abraçaram uma última vez. Sentiu que Edward a observava. Não havia dúvida de que ele esperava que ela ficasse histérica. Sentiu prazer em desapontá-lo, mantendo os olhos secos.
-Desculpe, Esme – interveio Edward. – Se não se apressar, vai perder o avião.
-Tem razão. – A mulher mais velha suspirou e se afastou de Bella. –Volte para o carro. Vá. – Gesticulou com as mãos, não deixando alternativa a Bella, senão obedecer.
Antes de Edward fechar a porta de passageiros, Esme se inclinou e sussurrou:
-Quando chegar à fazenda, vá para a cama e fique lá. Vou rezar por você.
-E eu por você.
Edwars encarou Bella por sobre o ombro de Esme.
-Não vou me demorar – informou.
-É verdade, porque assim que fizer a checagem no balcão da empresa aérea, o mando de volta. A bientot, chérie. – Esme lançou-lhe um beijo e começou a se afastar.
Enquanto pegava as malas, Edward voltou-se para Bella.
-Se sentir frio, ligue o ar-condicionado. Deixei as chaves na ignição.
-Estarei bem.
Ela os observou até que desaparecessem no terminal.
Vou fazer o melhor, Edward, disse em silêncio, removendo as lágrimas com as costas das mãos.
Enquanto aguardavam a vez na fila curta junto ao balcão da companhia aérea, ela confiou a Edward:
-A terapia do dr. Meyers fez bem a Bella. Ela definitivamente fez progressos. Mas agora que saiu do hospital, tenho medo de que sofra um revés.
Edward se enrijeceu.
-Não vou deixar que isso aconteça.
-Obrigada pelo cuidado que está dispensando. Ela é a luz de minha vida. Sei que quatro meses parecem uma eternidade para você. Mas vão passar rápido e ela logo vai dar à luz. Vou aguardar seu retorno à França, ansiosa, onde a ajudarei a criar o bebê. Mande-a para mim, assim que for possível.
-Vamos ver – resmungou Edward, mais para si mesmo do que para a senhora, e percebeu que Esme não compreendera.
-O que quer dizer?
Ele ajeitou as malas.
-Só que nem você nem Bella sabem o que lhes reserva o futuro. Vamos ter que dar tempo ao tempo e ver o que acontece. Entendo a sua preocupação. Tem reserva quanto a meu marido, Paul. Deixe-me assegurá-lo de que estou tomando providências para que ele não se aproxime nunca mais. Não contei a Bella ainda, Mas assim que terminar meus assuntos em Paris, vou me mudar para Grasse no sul da França. Naturellement, precisarei tomar muito cuidado com o dinheiro, mas tenho o suficiente para alugar uma vila lá. O sol e o ar fresco serão excelentes para uma criança.
Decidindo que não era hora nem local para argumentar, Edward não fez nenhum comentário. No devido tempo, Esme saberia com o que estava lutando ao tentar se divorciar de Paul Beliveau. Poderia levar anos...
De acordo com as fontes de Edward em Paris, o homem não era estável e precisava de aconselhamento psiquiátrico. Edward já vira tipos obsessivos como ele antes. Apesar dos esforços da polícia e dos guarda-costas, continuavam ameaçando as ex-esposas. Em alguns casos, chegavam a mata-las.
De forma alguma permitiria que Bella e o bebê ficassem perto de Esme até ter provas concretas de que Paul Beliveau não constituía mais uma ameaça.
-Está tão quieto, Edward.
O comentário dela relembrou-o de que ainda estavam na fila.
-Estou pensando que, quando Bella for dar à luz, você deveria estar a seu lado. Vou enviar-lhe uma passagem.
Esme sentiu as lágrimas nos olhos.
-Deus o abençoe.
Vamos ao ponto
Mais um capitulo,como um intervalo menor de um dia.
Então ESTOU DE FÉRIAS
Como eu disse, com esse tempo livre vou poder postar todos os dia porem,contudo, entretanto, vcs terão de fazer sua parte comentando bastante!
Vou começar adaptar o 10 AGORA,
mas so posto com 60 comentários
