Saudações de Tomoeda!!!
Depois de merecidas férias do inglês e do trabalho, estou de volta! Pena que ficar 1 mês longe do meu computador fez com que as idéias demorassem a voltar...
Esse capítulo já estava praticamente pronto quando postei o anterior, mas eu não conseguia pensar no pedaço que faltava. E quando consegui escrever, ainda revisei várias vezes até achar que ficou aceitável.
Espero que gostem. Boa leitura!!!
Jump27
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O lobo e a cerejeira
Cap. 05 – Treinamento
A casa da família Kinomoto estava silenciosa naquela noite de sábado. Fujitaka só voltaria no dia seguinte de uma excursão com seus alunos de Arqueologia e Sakura já tinha subido para o quarto há muito tempo. Sozinho na sala, Toya esfregou os olhos cansados e depois olhou pra o relógio na parede. Marcava mais de 22:30hs.
O rapaz fechou os livros sobre a mesa e se espreguiçou demoradamente. Adorava as aulas de Química quando estava no colegial, mas na faculdade tudo era bem mais complicado! E a prova de Mecânica que ele teria na segunda-feira era uma das piores dentro do 2º ano de seu sonhado curso de Engenharia Química.
Sonolento, ele guardou o material na mochila e subiu para o seu quarto. Ao chegar no corredor escuro do segundo andar, notou um pouco de claridade saindo por baixo da porta da irmã. No mínimo Sakura dormiu deixando o abajur ligado, ele pensou. Levou a mão à maçaneta e abriu a porta com cuidado para não acordá-la, mas encontrou Sakura olhando pela janela.
- Sakura! O que faz acordada tão tarde?
A menina se virou, assustada. Depois juntou as mãos na frente do corpo e se curvou, pedindo desculpas timidamente. Toya entendeu o verdadeiro significado daquele gesto. Não precisava de seus antigos poderes para saber quem ela era.
- Então é você... Desculpe, não queria te assustar. – falou ele calmamente, como sempre fazia com aquele ser a sua frente – Onde está a minha irmã?
- Ela saiu com o descendente... – respondeu ela, um pouco receosa.
- O moleque??? Mas o que ela está fazendo com aquele moleque a uma hora dessas?
Toya estava furioso, o ciúme de irmão mais velho nitidamente estampado no rosto. A Carta Espelho riu, o doce riso de Sakura, e se sentou na cama da garota.
- Não precisa ficar assim. - ela disse sorrindo – A mestra e o descendente se gostam, mas eles estão treinando magia.
- Treinando magia? – perguntou Toya, muito surpreso.
O reflexo de Sakura confirmou com a cabeça. Toya então sentou-se na cama da irmã, ao lado dela, que corou imediatamente.
- Depois que o tal Clow criou um monte de confusão para a Sakura mudar aquelas cartas, tudo aqui em Tomoeda voltou ao normal, não é? Então, por que esse treinamento agora? Aconteceu algum problema que eu não pude perceber?
- Não, não há perigo no momento. – a menina respondeu serenamente - Mas um mago precisa sempre estar praticando. Depois que nos transformou em Cartas Sakura e venceu o nosso criador, a mestra quase não usou mais magia, e por isso o seu poder não cresceu. O descendente percebeu isso e resolveu ajudá-la a treinar, para que ela se aperfeiçoe. – Espelho fez uma pausa, olhando para o vazio - Além do mais, nunca se sabe quando pode surgir algum problema.
Um breve silêncio se formou entre eles enquanto Toya assimilava as informações.
- Então foi por isso que o Yuki não veio hoje... Ele e o bicho de pelúcia estão com ela agora, não é?
- Na verdade não... – Espelho respondeu com certa hesitação, que a repentina raiva no rosto de Toya logo justificou – Uma das exigências do descendente foi que ninguém interferisse no começo do treinamento.
- O QUÊ? Ora, aquele moleque... Isso deve ser só uma desculpa para ele poder ficar sozinho com a Sakura! – bufou o rapaz, se poder se conter.
A menina fechou os olhos brevemente, e continuou a explicar a situação com calma.
- Nós convivemos com o descendente enquanto éramos capturadas e transformadas pela mestra, por isso sabemos que o jovem Li é responsável. Confiamos nele. Esse é apenas o seu modo de forçar a nossa mestra a usar magia sem depender da proteção dos guardiões. Porém, isso será bom para Yue e Kerberos também, uma vez que a força deles é bastante influenciada pela magia da mestra. Quanto mais forte ela se tornar, mais forte eles serão. Mas se isso servir para lhe tranqüilizar, basta que ela fique um pouco mais forte do que agora e o descendente logo permitirá a presença dos guardiões também.
Toya entendeu, a contragosto, e teve que admitir em pensamento que Shaoran se preocupava muito com sua irmã e que isso seria bom para Sakura, o que só o deixou com mais ciúmes. Mas, ao invés de demonstrar isso, afagou os cabelos da garota ao seu lado, despedindo-se.
- Obrigado por nos ajudar a cuidar dela. Agora eu posso dormir tranqüilo. Boa noite.
- Boa... Boa noite! – respondeu Espelho, corando novamente diante daquele gesto carinhoso.
Enquanto isso, no Parque Pingüim, um casal de adolescentes se empenhava em uma estranha batalha. A menina chorosa dos primeiros dias de treino estava aos poucos se tornando uma aluna bastante esforçada. Treinava duas ou três vezes por semana há quase dois meses, e nesse tempo Sakura progrediu mais rápido do que Shaoran tinha imaginado, fato que o deixava intimamente orgulhoso. Graças a isso o mago chinês começou a ser um pouco mais gentil com ela, o que não significava necessariamente que seus treinos ficaram mais fáceis.
- AREIA!
Sakura estava dentro do pátio de areia em volta do Rei Pingüim e fez uma grande nuvem de poeira se levantar na direção de Shaoran, que não se abalou.
- FENG HUA! (Flores do Vento) – gritou ele, usando a magia para empurrar a nuvem contra Sakura tão logo ela foi formada.
A menina tossiu e sentiu os olhos arderem. Sem visibilidade nenhuma, pegou rapidamente outra carta.
- VENTO!
A nuvem se dissipou, mas a Card Captor não parecia contente.
- Isso não é justo! Eu não consigo usar minhas cartas tão rápido assim!
- Com esforço um dia você me alcança. – respondeu orgulhosamente o descente de Clow – Por enquanto, Sakura, a sua sorte é que eu ainda não dominei a técnica de conjurar magia em silêncio. – disse ele, se aproximando - Pelo menos meus golpes mágicos você pode ouvir e tentar se preparar para rebatê-los.
- Não ajuda muito. Eu não entendo nada de chinês! – respondeu ela, desanimada.
O rapaz balançou a cabeça em desaprovação.
- Sakura, você me vê usando magia desde o primário! Mesmo que não entenda chinês, você pode deduzir o tipo de golpe vou usar. Basta prestar atenção nas minhas palavras que logo vai conseguir identificar a maioria de minhas magias.
A Card Captor não se animou com isso. Tudo o que ela queria agora era ir para casa e descansar em sua cama até o dia seguinte.
- Shaoran-kun, será que não podemos parar por hoje? Já está bem tarde!
O jovem chinês olhou seu relógio de pulso. Marcava quase 23hs.
- Tem razão, Sakura. Vamos fazer apenas um último combate e voltamos para casa, está bem?
- Promete? – a menina perguntou sorrindo.
- Prometo! – ele sorriu de volta, antes de ficar sério novamente - Agora... PREPARE-SE!
Shaoran empunhou sua espada e partiu velozmente na direção da amiga, que mal teve tempo de escapar.
- SALTO!
A garota saltou para longe do rapaz, mas não pôde manter a distância entre eles por muito tempo. O jovem chinês avançou rapidamente para ela tentando acertá-la com golpes de espada. Foi com muito custo que Sakura consegui pegar outra carta entre um pulo e outro que ela dava na tentativa de se esquivar do seu adversário.
O barulho de metal se chocando ressoou ao redor deles no momento seguinte. A Card Captor parou o golpe de Shaoran com seu báculo transformado em espada e tentou revidar o ataque, que foi bem defendido por ele. Mas pelo menos agora estavam em pé de igualdade.
Shaoran era um excelente espadachim, mas conhecia bem o poder da Carta Espada. Foi a primeira que viu em ação depois de conhecer Sakura. Poderiam ficar horas duelando, até um deles ser vencido pelo cansaço. Decidiu então mudar de estratégia e recuou a uma distância segura.
- Fu Pu... (Passo Flutuante)
Usando a magia para andar sobre a água, Shaoran ficou em pé sobre o lago do parque. Por maior que fosse a habilidade que a Carta Espada desse a Sakura, ela não poderia atingi-lo sem se aproximar o suficiente para isso. Ela teria que usar outra carta para atacá-lo agora.
- ALADA!
Asas mágicas se formaram nas costas da menina e Shaoran sorriu levemente. Sakura ainda tinha muito que melhorar, sem dúvida! Algumas vezes ela era extremamente previsível em seus ataques. Só foi preciso esperar que ela se aproximasse o suficiente da água e...
- SHUI LUNG CHAO LAI! (Dragão da Água)
Um muro denso e líquido surgiu no caminho da Card Captor, empurrando-a para trás. Com o susto, Sakura caiu sentada na grama. O jovem chinês caminhou calmamente sobre o lago até a calçada próxima de onde Sakura estava, esperando que ela se levantasse. Então empunhou novamente sua espada.
- HUO SHÊN! (Deus do Fogo)
Ainda usando a Carta Alada, Sakura desviou por poucos das chamas, enquanto Shaoran conjurava outra magia. Agora que ele sabia como fazer isso sempre que queria sem ter que usar os ofudas, seus ataques ficaram mais velozes e Sakura precisava ter cuidado redobrado.
- LEI CHI!! (Ataque relâmpago)
Ataques elétricos eram muito rápidos. Não adiantaria simplesmente voar. Empunhando seu báculo mágico, Sakura usou outra carta.
- ESCUDO!!!
Mas o jovem chinês havia sido mais rápido do que ela. Antes que a carta Escudo envolvesse Sakura completamente, os raios a atingiram, derrubando-a sobre os arbustos abaixo.
- SAKURAAAA!!!
Shaoran correu até onde ela estava, muito preocupado.
- Você está bem???
- Estou, mas acho que me machuquei na queda. – respondeu Sakura, fazendo um careta e levando automaticamente a mão ao local machucado.
Observando o gesto dela, Shaoran percebeu o tornozelo inchado e com uma marca de queimadura, indicando onde o choque a atingiu. E se ajoelhou ao seu lado, com uma expressão muito triste.
- Desculpe, não queria ter te machucado...
- Está tudo bem! – sorriu Sakura, tentando animá-lo.
Ele passou o braço pelas costas dela, para ajudá-la a se levantar.
- Você consegue andar?
Sakura tentou apoiar o pé machucado no chão, mas não conseguiu esconder a dor.
- Não posso!
- Então vou ter que levar você para casa...
Dizendo isso, Shaoran pegou delicadamente a menina no colo.
- Shao... Shaoran-kun! Já está tarde, e eu posso voltar usando a Alada! – ela falou, entre surpresa e encabulada.
O descendente de Clow a encarou com uma expressão muito séria.
- Você pode ter asas menores do que Kerkeros e Yue, mas ainda assim terá dificuldades para entrar pela janela do seu quarto nesse estado. Além do mais, precisamos fazer um curativo aí...
Sakura se calou, ainda olhando Shaoran com surpresa. Ele começou a andar rumo a casa dos Kinomotos, e tudo o que a garota pode fazer foi se aconchegar nos braços dele. O rapaz sentiu o movimento e olhou para ela com ternura. A Card Captor estava sorrindo suavemente, de olhos fechados e com as faces ainda rosadas. Ele a trouxe para mais perto de si, ao que Sakura respondeu com um sorriso mais amplo e se segurando com mais firmeza na camiseta dele.
- Precisa melhorar sua esquiva, Sakura. – falou Shaoran calmamente, voltando a olhar o caminho – E isso independente das cartas!
- Tem razão... murmurou ela, abrindo os olhos antes de fitar Shaoran – Acha que, se eu treinasse artes marciais como você, isso me ajudaria?
- Sim, isso melhoraria seus reflexos. Agilidade e flexibilidade você já tem, por isso é uma boa ginasta. Mas saber combinar perfeitamente essas duas qualidades para usar em uma luta requer outro tipo de treinamento. Podemos pensar nisso no futuro. Primeiro quero ver como você vai se sair com os guardiões juntos. Do contrário, Kerberos vai me deixar louco! Se eu tivesse certeza que ele não abriria a boca para o seu irmão, nunca teria deixado o bicho de pelúcia dormir na minha casa nos dias que em treinamos. Além de falar demais, ele acaba com toda a comida que faço!
Sakura riu, fechando novamente os olhos. Estava muito cansada e acabou adormecendo. Quando os dois chegaram ao seu destino, Shaoran precisou acordá-la contra sua vontade.
- Sakura!!! Se você não me ajudar, não vou poder colocá-la no seu quarto!
Shaoran falava baixinho, enquanto Sakura graciosamente bocejava e coçava um olho antes de ser posta no chão com cuidado pelo amigo.
- Feng Hua Shao Lai! (Conjuração das Flores do Vento) – murmurou ele, conjurando sua magia de vento para fazê-los flutuar até a janela.
Quando os dois alcançaram o quarto, o rapaz abriu a janela com cuidado e entrou. Depois segurou Sakura para ajudá-la a passar. Ouvindo o leve barulho e o murmúrio de vozes, Espelho acordou e acendeu o abajur, sentando-se na cama com a mesma expressão sonolenta e graciosa de Sakura.
- Bem-vindos! – saudou ela, levantando-se em meio a um bocejo.
Vendo Sakura apoiada em Shaoran, Espelho ficou preocupada.
- O que aconteceu?
- Eu feri a Sakura durante o treinamento... – murmurou chateado o jovem descendente de Clow, enquanto levava a menina até sua cama.
O reflexo de Sakura abriu os belos olhos verdes, completamente desperta com aquelas palavras, e se aproximou de sua mestra.
- Você está bem?
Vendo a preocupação da carta, Sakura respondeu sorrindo.
- Não se preocupe, não foi nada. Só está doendo um pouquinho!
Shaoran olhou o quarto semi-iluminado, procurando alguma coisa.
- Sakura, você tem algum estojo de primeiros-socorros por aqui?
- Tem um na gaveta do meu guarda-roupa. Pode pegar para mim? – perguntou ela para Espelho.
A carta fez sinal que sim, e Shaoran sentou-se beirada da cama da menina, apoiando a perna ferida dela sobre as suas, e agradeceu a outra Sakura por lhe trazer o estojo.
- Seu irmão me mataria se soubesse que eu fui o causador disso... – murmurou o jovem mago chinês, preocupado.
- Realmente, vai ser difícil explicar isso para ele e o papai... – lamentou a Card Captor.
O descendente de Clow deu um suspiro resignado, e começou a massagear o local.
- Isso vai doer um pouco, mas deve ajudá-la a andar amanhã...
De fato, enquanto o rapaz corria os dedos pelo tornozelo machucado, tomando todo o cuidado para não tocar na queimadura, Sakura realmente sentiu dor, fazendo com que ele parasse por uns instantes a cada gemido baixo que ela dava. Mas logo a dor deu lugar a um calor agradável e relaxante, e a menina contemplou o amigo, simplesmente encantada em descobrir mais uma habilidade dele. Sentia-se bem, confortável, protegida. Shaoran, entretanto, estava alheio a tudo isso, concentrado apenas no que fazia. Ao fim dessa etapa, ele tratou da queimadura e enfaixou o local.
- Espero que você melhore com esse curativo que fiz... – falou ele, se levantando da cama e olhando o resultado final.
- Muito obrigada, Shaoran-kun! – sorriu-lhe Sakura – Você é um garoto muito bonzinho e prendado!
- Eu? – perguntou ele, muito surpreso - Por quê?
Sakura e seu reflexo riram diante da expressão do garoto chinês.
- Porque você é responsável, inteligente, cozinha muito bem, é super organizado... Até gosta de matemática! E zela pelas pessoas com muito carinho e cuidado! – falou a Card Captor, com um sorriso maior ainda.
Shaoran corou violentamente.
- Isso... não é verdade... Não sou… assim não...
Sakura riu em silêncio, e Shaoran se dirigiu para a janela, com cara de bravo e ainda vermelho. Mas, antes de sair, olhou carinhosamente para Sakura, e depois para o reflexo de menina.
- Por favor, cuide bem dela por mim. – pediu o menino, com um sorriso quase imperceptível.
Espelho assentiu, silenciosa, e ele se voltou novamente para a janela.
- Boa noite para as duas! – despediu-se baixinho.
- Boa noite!!! – responderam as duas Sakuras, ao mesmo tempo.
Shaoran pulou facilmente para o gramado logo abaixo quase sem fazer barulho. Acenou para a Carta Espelho, que olhava pela janela, e correu para a rua a caminho de sua casa. Da janela do seu quarto, Toya também observava a cena, e não parecia muito feliz com isso.
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Notas da autora:
1- Decidi deixar os golpes do Shaoran em chinês porque é assim que ele usa no mangá, e as traduções são as mesmas usadas nos quadrinhos em português. Pena que não aparecem muitos golpes dele assim na história original. Tive que trabalhar esse capítulo só com o pouquinho que achei...
2- "Ofudas" são aqueles talismãs de papel que o Shaoran usava para conjurar magia, com ou sem a ajuda de sua espada.
Agradecimentos:
- Obrigada a vic pereira, Katryna Greenleaf Black e Mimica Chan pelos comentários, e também a todos que leram o capítulo anterior sem comentar. É legal quando a gente recebe comentários, mas ninguém é obrigado a deixá-los quando lê uma fic, né? Eu mesma leio bem mais fics do que comento, e isso não significa que não gostei da história.
- Aproveitando para responder os comentários da Katrina e da Mímica, para acalmar os ciúmes de uma e para decepcionar a outra, informo que vão aparecer cenas mais românticas conforme eles forem ficando mais velhos dentro da fic, mas que não devo colocar cenas "quentes". Isso nunca fez parte dos meus planos, e creio que não mudarei isso no decorrer da história. Prefiro trabalhar o amor dos dois apenas pelo lado kawaii do sentimento deles.
