Eu sei que deve fazer uns 6 meses que não posto. Olha, sério, eu viajei nas férias, não tive tempo para postar, estou estudando das 7 da manhã até as 9 da noite no cursinho e até de sábado e domingo eu estudo. Eu não tenho tempo MESMO. Meu curso é difícil, se eu não for hiper bem de matemática e física num dá. Não é exagero, eu tentei escrever nas férias passadas, mas bateu a falta de inspiração e uma coisa incrível de não conseguir corrigir por cansaço. Quando eu puder, vou postar, sério mesmo. Desculpem mesmo seja lá se eu ainda tiver algum leitor. Obrigada pela compreensão de quem ainda ler. Obrigada mesmo.
Aliás, talvez ano que vem se tudo correr bem vou estar no Fanmixcon de Hermione (Se passar na faculdade que quero...). =D Podem me bater lá (Foi uma brincadeira, não levem ao pé da letra). Bye bye.
Disclaimer: Harry Potter não me pertence.
Capítulo 19. A pior de todas as noites
Era impossível manter-se em silêncio após um sonho tão desesperador. O coração de Agatha batia desesperadamente e o medo que preenchia seu corpo manifestava-se em seus dentes que batiam uns contra os outros em um ruído de dar eco. As gotas de suor escorriam por seu rosto e o pijama de algodão aderia a seu corpo suado como se fosse lycra. Seus braços e pernas tremiam tanto quanto seus dentes. Seus olhos estavam inundados de lágrimas. Seu cérebro não conseguia pensar em qualquer saída para aquela situação...
Com medo de que pudesse estar sendo observada, checou cada uma de suas colegas de quarto, que continuavam adormecidas, em seguida dirigiu-se a escadaria, fazendo o menor barulho que lhe era possível. Desceu cambaleante para o vazio salão comunal, enxergando tudo desfocado por trás do vidro de lágrimas que haviam sido formadas em frente a seus olhos. Em outra situação talvez tivesse ficado triste ao ver que estava sozinha naquela sala, entretanto nada poderia ser mais reconfortante no momento. Ela não queria ser vista daquela forma por qualquer outra pessoa, era ridículo demais. Sim, ela merecia ser ridicularizada pelo que havia feito e, principalmente, pelo que iria fazer, no entanto, se iria ser odiada, não era bom que a vissem chorando antes de ser desumana. Ela não queria perguntas, queria ser odiada por ser odiada, apenas isso.
Vasculhou toda a sala com os olhos, procurando algum lugar para se sentar, mas cada um deles trazia-lhe apenas mais lembranças, mais lembranças dolorosas das quais ela jamais se esqueceria. O sofá em frente ao fogo onde ela quase sempre se sentava com Remus. As mesas de estudo onde ele sempre a ajudava com todos os seus problemas. Todos os lugares onde já havia se sentado com ele... O lugar onde havia descoberto que ele sentia o mesmo por ela...
Desviou os olhos com dor. Era insuportável.
Fugiu para o parapeito da janela ao lado da escada... O único lugar no qual poderia de alguma forma esvaziar sua cabeça. Esvaziá-la tanto que era o lugar mais perfeito para observar a lua... Maldita lua! Tão odiosa lua branca que brilhava no céu! Se não fosse por aquela lua...! Se não fosse por aquela lua um ser humano jamais se transformaria em um lobo sanguinário e sem alma. Sem aquela lua não existiria aquele tipo de monstro sem a verdadeira consciência do certo e do errado, sem a consciência de si próprio... E principalmente: Sem aquela lua, não existiria um monstro que, na verdade, era o portador da alma mais maravilhosa do mundo.
Ela abraçou seus joelhos com força, como se eles fossem seus únicos amigos, e repousou a cabeça entre eles. Começara a chorar desesperadamente. Seus soluços altos ecoavam pela sala vazia e não havia mais ninguém ali que pudesse contê-la de sua tão insuportável dor. Nem ali, nem em qualquer lugar do mundo. Já bastava de sofrimento, não bastava? O que será que ela havia feito de tão ruim em sua vida para que tivesse que passar por tudo aquilo?
Longos minutos se passaram desde que ela descera para tentar se acalmar, mas mesmo depois de tanto tempo seu choro não cessava, as lágrimas escorriam como cachoeiras, transbordavam de seus olhos sem que fosse necessário esforço. As horas não corriam nunca. A lua continuava sempre a brilhar no céu na mesma posição, no mesmo lugar, como se fosse imutavelmente capaz de amaldiçoá-la, de brilhar por sua desesperança, querendo filmar o seu sofrimento, fotografar a sua dor e ilustrar a sua insanidade. Antes que percebesse, pegou-se tentando dar um soco no próprio estômago na tentativa de fazer a dor física amenizar a psicológica, mas, quando estava para se atingir, foi impedida por uma mão que segurou forte seu braço, impedindo-a de tal ato masoquista. Ele a olhou assustado, e chamou seu nome com dúvida e dor.
— Agatha?
A jovem deu um salto ao ouvir a voz dele e rapidamente lhe veio um grande medo de estar alucinando, mas ao se virar e ver que realmente havia alguém parado entre as sombras, percebeu que não era alucinação. Era real. Remus estava ali, parado ao seu lado, segurando o seu pulso com sua mão gélida... Sentiu saudades e dor.
Quando desceu para passar um tempo sozinho, Remus jamais teria imaginado que ela estaria acordada àquela hora da madrugada, muito menos que ela poderia estar tentando se esmurrar por vontade própria. Não conseguia entender porque ela estava agindo assim... Muito menos os olhos cheios de dor com os quais o olhara. Ele não suportava vendo-a passar por aquilo.
Remus deu um passo a frente, aproximando-se dela, saindo assim das sombras que cobriam parte de seu rosto. A luz do luar revelou seu rosto, um rosto cheio de cicatrizes do qual ela tanto tinha dó. Como poderia ser tão burra...? Tão egoísta...? A verdade nunca havia lhe parecido ser tão clara. Era tão clara que ela soube imediatamente que ignorou algo que já havia percebido há muito tempo, assim como seu pai dissera em seu sonho. Evitado algo tentando acreditar que, se ignorasse, pudesse transformar uma mentira em realidade. Pudesse poupar a infelicidade de dizer as palavras cruéis de que não queria continuar ao lado dele. Se dissesse que era uma promessa, pareceria absurdo, ainda mais por ter sido seu pai que a fizera prometer. Se contasse seu passado, o motivo daquela promessa com certeza assustaria a Remus e o tornaria ainda mais infeliz por aquela condição. Ela conseguia entender que ele conseguia ser feliz por causa de seus tão amados amigos mesmo sendo um lobisomem. Sabia que ele conseguia aceitar aquilo um pouco melhor por causa deles, então não daria a ele nenhum motivo a mais para se odiar sabendo que ele podia ser feliz.
— O que está fazendo? — perguntou ele, percebendo o choque que havia no rosto dela.
Agatha abriu a boca lentamente, tentando dizer algo, mas as palavras ficaram engasgadas no fundo de sua garganta. Ela não sabia nem ao menos o que dizer, não sabia por onde começar. Como iria dizer que havia descoberto? Como poderia ela saber dos sintomas para descobrir se uma pessoa era um lobisomem? Precisou de um grande esforço para emitir um som, que acabou saindo em uma voz rouca e estrangulada.
— Eu... Remus... — choramingou ela.
Ele ofegou. Odiava ouvir aquela voz engasgada, muito mais aqueles olhos cheios de lágrimas. Ele sentia ser o causador de tudo aquilo, se sentia um tolo. Será que ela estava daquela maneira porque ele a ignorara? Ou será que ela sabia? Eliza poderia ter contado... Não, ela não faria aquilo, ela sabia que era ele quem iria contar quando conseguisse reunir coragem. Agatha provavelmente não desconfiaria quando a maioria das pessoas não desconfiava.
— Desculpe, eu acho que fui um pouco... Insensível demais essa semana — respondeu ele, por fim, após algum tempo de silêncio. Acabava se culpando por tudo quando via aquela expressão tão destruída no rosto dela...
Mesmo que tentasse disfarçar, havia uma visível hesitação em seu olhar, o que a deixou ainda mais assustada. Não queria ouvir mais nada do que ele tivesse a dizer. Se fingisse ainda ignorar, poderia passar batida por seu pai. Mas valia mesmo a pena? Será que continuar mais tempo com ele não pioraria a situação para ambos mais tarde? Ela poderia ser capaz de se apaixonar ainda mais por ele? Gostava tanto daquele jeito responsável e ao mesmo tempo irresponsável que ele tinha... Gostava do modo como ele a olhava, do modo como ele sorria, do modo como ele falava. Gostava principalmente do modo como seu coração batia quando ele estava por perto. Será que seu pai simplesmente não entenderia? Uma vida onde teria que estar longe de Remus parecia tão ridiculamente insuportável! Mas... Se a mesma história se repetisse... Não seria ele a sofrer ainda mais do que ela? Ela estava tão ciente de sua própria fraqueza... Remus talvez merecesse uma mulher mais forte do que ela... Não. Ele certamente merecia uma mulher mais forte do que ela... Ele merecia muito mais do que ela...
Os olhos dele não a focavam em um minuto sequer. Sua mão gélida tremia tanto que ela não conseguia decidir-se se deveria pedir para que ele se acalmasse ou continuar quieta e apenas perguntar o motivo. Pareceria fria demais ao perguntar o motivo, já que ela já sabia, apesar dele desconhecer o motivo. E deveria ela encenar que era por ele ser um lobisomem e que ela tinha medo? Seria pior? Ou seria pior mostrar que estava tudo bem e dar-lhe as esperanças de que tudo daria certo no futuro? Talvez se ele não tivesse aparecido e ela pudesse ao menos falar com seu pai antes... Remus era diferente! Ela sabia que seria diferente! No entanto... Seu pai também era diferente, mas mesmo assim... Se ele sofresse ainda mais ao acreditar que a filha poderia acabar sendo morta... Talvez ele pudesse se quebrar completamente. Não queria nunca que isso acontecesse a ele, já bastava... Ela era a culpada e, como todo o culpado, ela tinha que pagar pelas conseqüências.
Eles continuaram em silêncio, evitando se olhar, e aos poucos ela começava a tremer junto com ele ficando cada vez mais fria de "medo".
Remus tomou fôlego e soltou a mão dela, olhando-a docemente. Ela soube naquele momento que ele iria dizer alguma coisa, no entanto ele a surpreendeu. Sem que percebesse, os braços dele já estavam em volta de sua cintura e sua cabeça repousava naquele ombro quente e aconchegante. Ele se sentou a sua frente e a segurou muito forte em seus braços, sempre sem dizer uma única palavra, mas demonstrando mil sentimentos em um simples ato. Seus braços tremiam levemente ao seu redor, apertando-a contra si com uma força que ela jamais sentira antes, algo desesperado, entretanto terno e aconchegante ao mesmo tempo, pois ele se preocupava a cada momento em não machucá-la com uma força exagerada. Pela respiração falhada e o movimento de seu tórax, ela sabia muito bem dizer que ele estava chorando, assim como ela, que deixava as lágrimas escorrerem silenciosamente, caindo sobre seu ombro e manchando o branco da camisa que ele usava. Ambos sabiam que o outro chorava, mas fingiam que desconheciam, pois sentiam a dor como se fosse deles próprios. Sabiam sem palavras o que o outro sentia e, assim, jamais precisariam de outro conforto.
Ela choraria todas as noites pela falta daquele abraço.
Demorou muito tempo até que ele afrouxasse seus braços e se afastasse dela. Talvez um dos atos mais contrariados que já fizera na vida. Mas ele não se afastou, continuou próximo, encostando sua testa levemente na dela e, sempre com os olhos fechados para não ter que encarar seus olhos, ele tocou seus lábios nos dela. Por um momento, sentiu como se aquele fosse o primeiro beijo que ele havia algum dia dado nela. Sentia medo, muito medo de que ela pudesse o empurrar para longe, odiá-lo, repugná-lo, mas ela correspondeu da mesma forma que havia feito da primeira vez. Tão tímida... Parecia o primeiro, assim como ele sabia que seria o último. Sabia...
Ele jamais esqueceria daquele beijo.
Jamais encontraria substituta...
Não soube dizer o tempo que aquele beijo durou, mas em sua cabeça, não passara de um mísero segundo...
— Agatha... — começou a dizer ele, se afastando levemente, ainda contrariado demais para se por longe dos braços dela — Eu sei que... Deveria ter contado... Antes... — ele engoliu em seco e, visivelmente contra a sua vontade, se afastou totalmente dela, seu corpo rígido como pedra, como quem se prepara para uma grande surra — Para falar a verdade, sempre soube que esse momento chegaria, só não imaginava que poderia ser tão... Horrível...
O estômago dela se embrulhou. As lágrimas ainda escorriam sem parar de seus olhos e o gosto salgado das gotas que entravam por sua boca semi-aberta apagava a sua lembrança daqueles lábios ridiculamente tão doces. Ele afagou a sua cabeça levemente e contornou seu rosto com os dedos gélidos, deixando-a cada vez com um vazio ainda maior em seu estômago. Porque será que queria tanto ouvir? Será que ainda acreditava que podia não ser verdade e não passar de um pesadelo idiota? Aquilo não era um conto de fadas, para que ainda insistia em acreditar? Porque mereceria ela um final feliz? Remus merecia... Merecia tanto... Porque ela tinha que fazer aquilo com ele?
— Eu só quero... Acima de tudo... Que você tente não... Me odiar... —disse ele, com a voz rouca, engolindo em seco mais uma vez — Eu... Jamais poderei amar alguém tanto quanto eu amo você. Desde o primeiro dia... Desde que nós nos encontramos pela primeira vez, eu já...
Ele não conseguiu continuar quando a primeira lágrima finalmente brotou em seus olhos. Teve cobrir sua boca na tentativa de conter o soluço e engolir o choro para poder continuar a dizer o que queria, mas era impossível... Ele sabia que ela iria odiá-lo, sentia isso.
Agatha mordeu os lábios com força ao ver as lágrimas dele começarem a descer e, por mais que quisesse consolá-lo, sabia que aquilo não era o certo a fazer. Seria melhor que ela acabasse com tudo de uma só vez, que ela dissesse logo que já entendera antes que ele ficasse ainda pior imaginando que a reação dela seria o pior imaginado.
— Remus, você é... Um lobisomem, não é? — perguntou ela, quase em um sussurro.
Como já esperava que ele fizesse, ele assentiu.
Ela fechou os olhos com força para conter as lágrimas que ainda caiam e tentou enxugá-las. Seria muito pior se ela chorasse agora, agora que ele estava chorando, ela não podia dar-se ao luxo de chorar também, pareceria uma hipocrisia se continuasse a chorar e depois dissesse que queria terminar com ele. Engoliu em seco e colocou a mão no ombro dele, acariciando-o levemente como se o consolasse. Esperaria até que ele tivesse condições novamente de falar para dizer alguma coisa, dizer qualquer coisa.
Aos poucos o choro dele foi diminuindo, por não ver a explosão de raiva que havia esperado tanto, então finalmente após algum tempo, ele conseguiu conter alguns soluços para continuar:
— Como você soube?
— Acabei... Percebendo esta noite... — disse ela silenciosamente — No meu sonho — acrescentou ao ver seu olhar de dúvida — Desde quando é assim? Eu... Não acredito que tenha nascido assim...
— Desde meus oito anos, quando meu pai entrou em uma discussão com um lobisomem de nome "Fenrir Greyback"...
— Fenrir... Greyback? — repetiu Agatha, seus olhos faiscaram em ódio.
— Sim — ele confirmou, assustando-se com o rancor dela.
— E... O que você faz na lua cheia? — perguntou ela, após tomar um pouco de fôlego para se acalmar — As pessoas da escola não perceberiam? Se vissem um lobisomem pelos terrenos... Acho que Dumbledore estaria em grave risco, não?
— Vou para a Casa dos Gritos, tem uma passagem secreta pelo salgueiro lutador... É para ninguém ir lá que dizem ser mal-assombrada — respondeu ele.
"Então... Aquela casa algum dia realmente teria a ver comigo, não é?" pensou ela, quase rindo da ironia. Deveria ter sido tão horrível para ele quando ela perguntara se ele achava que a o lugar era realmente mal-assombrado... E o modo como ele a compreendia... Não era possível que tivesse um passado cheio de flores.
— Mas você não se machuca estando lá sozinho? Não escapa? — perguntou ela, com grande compaixão. Tanto que ele não conseguia acreditar.
— Me machuco, é inevitável... — disse ele, distante — Mas é difícil escapar, por isso não há portas. Sirius, James e Peter conseguiram se tornar animagos pare me acompanhar e não deixar que eu fique sozinho, eu tenho até ganhado mais consciência durante as transformações depois disso — ele sorriu ao lembrar-se do "sacrifício" dos amigos. É lógico que omitiria a parte de que às vezes saíam escondidos para andar por aí, já que aquilo provavelmente a faria ficar roxa de raiva — Mas muitas vezes eu realmente acabo me machucando um pouco... Por isso nunca vou à aula no dia seguinte. É doloroso... — respondeu, tristemente.
— Eles não têm medo? — ela exclamou muito surpresa.
— Talvez um pouco... Mas eles são muito corajosos, meio que não temem o perigo... Eu não sei dizer.
— Fico feliz que você tenha tão bons amigos — sorriu ela amavelmente.
Ele piscou algumas vezes, fascinado com o sorriso dela. Do modo como ela agia, ele não conseguia acreditar como ela realmente podia dizer que odiava ou tinha medo de lobisomens. Será que ainda havia alguma chance?
— Agatha... Você... — disse ele, quase que esperançoso, entretanto ela o cortou rápido, dizendo:
— Não Remus. Você estava certo, nós não podemos mais ficar juntos...
— Como eu imaginava. Isso é um adeus...
— Sim... Saiba que... — ela parou, como se tivesse algo a dizer, seus olhos diziam isso para ele, mas com uma piscada rápida, eles haviam mudado totalmente de novo e ela era então fria como ele jamais vira antes — Não há mais nada a fazer. Não quero que me entenda, pode me odiar o quanto quiser, eu mereço qualquer coisa que quiser fazer contra mim. Só não consigo... Suportar um fardo tão pesado. Com licença. — Ela abaixou sua cabeça, como um cumprimento, e então subiu as escadas sem olhar para trás. Se olhasse para trás, sabia que não conseguiria suportar...
Ela realmente desejava que ele pudesse odiá-la. Ou que pudesse ser morta antes de qualquer coisa para pagar tudo o que fizera de ruim...
Fim do capítulo 19
Dressa: Meu Deus! Meu computador está escorrendo mel! Que capítulo meloso, será que fui eu mesma que escrevi? *assustada* Preciso de uma cessão de re-educação *vai assistir animes violentos* Sangue! *-* Agora me sinto melhor... Bwahahaha.
Justine: Até parece que você consegue ver sangue sem passar mal, sua idiota. Não se esqueça da cirurgia que fez no dente que quando viu seu sangue na hora da anestesia, você quase desmaiou, caiu até a pressão! -.-
Dressa: Justin, você é muito má comigo! i.i
Justine: Olha lá quem é verdadeiramente má com quem... ¬¬
Nota: Está bem, até que o capítulo não ficou tão melodramático. Só muito exageradamente dramático. Juro, eu também fico inconformada, mas também não há como a Agatha não fazer isso. Sem contar que a história tem que ter um fim, ela tem que aceitar melhor esse medo dela, então, bom, é isso. Podem odiá-la à vontade, só espero que leiam até o fim. Até que no fim ela faz algo bem legal... Quero dizer, se alguém ainda ler depois de tantos anos sem postar... Juro, vestibular é fogo, se vocês já passaram por cursinho, sabem como é. Se não passaram, saberão. Mas vamos lá... Engenharia da Computação, aí vou eu!
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