1) Erro
- Me vê uma marguerita? – Bree pediu pro barman, entregando sua comanda.
- Fica por minha conta. – o rapaz loiro a dois bancos de distância ofereceu, sem tirar os olhos do guarda-chuvinha que brincava com os dedos. Ela olhou para ele surpresa e sorriu, se perguntando o porquê dos óculos escuros numa balada. Ele pulou graciosamente para o banquinho mais próximo de Bree.
- Obrigada. – agradeceu, pegando sua bebida.
- Qualquer coisa por uma garota bonita. – ele disse com sua voz de sinos. Bree sorriu encantada, ele era bem bonito. Era sobreumanamente bonito. – Como você se chama?
- Bree. – respondeu sem hesitar.
- É daqui de Seattle?
- Sou. Cresci e trabalho por aqui.
- Uma mocinha de família... – Bree riu.
- Na verdade, depois que meu pai morreu, minha mãe voltou pra cidadezinha dela em Indiana. Eu escolhi ficar por aqui, porque é aqui que a minha vida está.
- E você trabalha.
- Operadora de telemarketing. – disse, com desgosto. Não gostava muito do que fazia. – Mas espero subir de cargo logo. Eles sabem que sou influente e devem boa parte do lucro a mim.
Ele sorriu. Estava sendo mais fácil do que o imaginado saber tudo sobre ela.
- Quantos anos têm? Cadê suas amigas?
- Eu vim sozinha. Tenho dezoito. Minhas amigas foram pra faculdade, eu fiquei pra juntar dinheiro.
- Sempre fala de você livremente? – Bree riu. Realmente estava dando informações demais para um estranho. Algo dentro dela gritava em protesto, alertando que ele era perigoso, mas ele era tão lindo... Simplesmente não dava pra se afastar.
- Verdade, já falei demais. Qual seu nome? – disse, dando um gole da bebida sem tirar os olhos dele.
- Riley.
- E você é daqui?
- Sou do Texas, vim a negócios.
- Oh... – murmurou, terminando sua bebida.
Ia perguntar mais algumas coisas, mas antes de colocar seu copo no balcão, Riley a pegou pela cintura puxando-a para si e passou os dedos por seu rosto, afastando seu cabelo. Ele era gelado e seu cheiro era doce. Isso a assustou de inicio, mas acabou por ficar completamente confortável em seus braços.
- Que tal irmos para outro lugar? – ele sussurrou e Bree sorriu.
Foram no carro de Bree até a saída da cidade. Um lugar escuro – Riley que dirigiu, escolhendo o lugar – e pularam para o banco de trás, se amassando. Sem titubear, Riley rasgou a blusa de Bree, distribuindo beijos pelo colo da garota. Ele estava morto de sede, não sabia quanto tempo mais iria aguentar. Bree, por sua vez, distribuía beijos pelo rosto e pescoço de Riley. Ela o queria.
- Hey garoto... Você me quer. – ela sussurrou, olhando-o nos olhos e torcendo pra que ele a estivesse olhando nos olhos também. Riley se sentiu estranho, sentiu que a queria... Então ele soube: de alguma forma ela era boa, ela era influente. Não poderia matá-la. – Tire esses óculos, que tal?
Devagar, Bree tirou os óculos de Riley, mas ele fechou os olhos.
- Abra os olhos, Riley.
Imediatamente ele os abriu, revelando sua íris vermelha. Bree se assustou, tentando inconscientemente alcançar a maçaneta da porta. Olhos vermelhos não são exatamente normais. Mas ele não podia perdê-la, então segurou-a e sem demora mordeu-lhe a jugular, espalhando seu veneno. Ignorando os gritos e a sede, sentou no banco do motorista e dirigiu o mais rápido que pôde. Ela faria parte do bando. Não era hora de deixar uma oportunidade passar.
N/A: Olás!
Depois de mil anos, estou eu aqui atualizando a Bree.
Gente, eu amo essa minha ficzitxa surtada *-* Pena que as pessoas me abandonam :(
Mas eu queria agradecer à Loveblack Cullen e Luisa Evans Cullen que comentaram *_* Obrigadinha.
Espero comentários nesse capítulo. Deem uma chance pra essa fic, oks? Conto com todos vocês que leem :)
Até o proximo.
BL
