N.A.: Beeem, ta aqui o primeiríssimo capítulo, espero que gostem!Boa leitura! E caso seja necessário,vejam isso: youtube(ponto)com/watch?v=9jnWZYESN44
Pode ajudar a entender o jogo ;D (fica dica).
Capitulo 1
Meu despertador tocou alto, ecoando pelo meu quarto. Estiquei o braço e dei um tapa nele, depois voltei a dormir. Poucos minutos depois ele tocou de novo. Dessa vez eu dei um soco nele, mas fiz com que ele batesse no retrato da minha família. Resultado: o retrato foi ao chão.
Levantei-me e vi que não tinha quebrado. Isso era ótimo. Apenas um pequena rachadura perto do rosto do meu avô, Edward. Ele não parecia um avô já que sua aparência era a de um menino de 17 anos. Você deve estar confuso com o fato de que meu avô tem 17 anos, então vou explicar.
Todos na minha família são vampiros, menos meu pai, que é um transfigurador (que muda de forma que, no caso, é um lobo) e minha mãe, que é uma meia-humana-vampira. Eu sei, complicado de entender, mas eu tenho um jeito fácil de ver isso. Meu bisavô, Carlisle Cullen, foi transformado em vampiro há mais de 300 anos e começou a formar a nossa família. Transformou a minha bisavó Esme, meu avô Edward e minha tia Rosalie. Ele e Esme ficaram juntos e, depois de um tempo, acharam meu tio Emmett, que se uniu a Rosalie. Tio Jasper e tia Alice se uniram a família depois, graças à uma visão da minha tia (esqueci de falar que minha tia prevê o futuro) e, algum tempo depois, meu avô encontrou minha avó, Bella, quando esta ainda era uma humana .Eles se apaixonaram e acabaram casando e o fruto desse amor é a minha mãe, Renesmee. Jacob, meu pai, era um amigo da minha avó e teve um imprinting (que é como se fosse um amor a primeira vista mais forte. Coisa de transfiguradores) com minha mãe ainda criança. Eles se apaixonaram e estão juntos até hoje. E, finalmente, o fruto do amor deles sou eu, Luna Cullen Black.
Coloquei o retrato no lugar e fui até o meu guarda-roupa porque apesar da minha família não ser como as outras eles me obrigavam a ir na escola. Peguei a primeira roupa que vi e fui até o banheiro. Depois de um banho e de me trocar, fui até a cozinha. Meu pai, Jacob, estava sentado na mesa. Minha mãe estava ao lado dele e minha tia Alice estava na frente deles. Quando eu cheguei eles me encararam.
"Bom dia." eu disse.
"Bom dia!" Alice disse primeiro vindo me abraçar. Ela era do meu tamanho, aproximadamente. Tinha o cabelo preto bem curto e espetado ,um rosto de fada e um ótimo gosto para roupas. "Quando sairmos amanhã eu compro um despertador novo pra você." eu fiz uma careta,e ela riu.
Fui até minha mãe e dei um abraço nela. Ela era bem mais alta que eu, tinha a pele clara, olhos castanhos (um tom próximo ao chocolate, como os meus) e o cabelo cor de bronze que ia até a sua cintura.
"Bom dia, Lua." ela usou o meu apelido, que só quem é da família podia usar.
"Bom dia, mãe." eu disse,me afastando dela e indo até o meu pai.
Ele se levantou e me deu um abraço de urso, me erguendo no ar.M eu pai era o maior cara que eu já tinha visto. Ele era bem musculoso, tinha o cabelo curto preto, a pele morena além de um ótimo bom humor.
"Hey!" eu disse, rindo. "Bom dia pra você também!"
Ele me soltou e me deu um beijo na testa.
"Bom dia, Lua." ele disse.
Tomamos café rápido, por que já estávamos atrasados.
"Bem, espero todos lá essa noite." Alice disse,animada.
"Pra quê?" perguntei, encarando-a.
"Está vindo uma tempestade." ela disse. Eu sabia o que significava.
"Dessa vez eu não vou ficar assistindo!" eu anunciei.
Alice riu.
"Dessa vez não. Essa é uma ótima maneira de nos despedir de Forks." Alice disse.
"Concordo." eu disse.
Ficamos conversando sobre o jogo por um tempo, nos esquecendo do relógio. Esse seria o melhor jogo de beisebol que os vampiros já tiveram. Eu não treinei esse tempo todo pra nada. Eles iam ver só.
"Mais um atraso, senhorita Cullen." o diretor disse,a ssim que eu cheguei na porta da escola.
"Sinto muito, senhor. Não vai se repetir de novo." eu disse com a cabeça baixa.
"Você sempre diz isso e acaba se atrasando. Ande, vá pra sua sala antes que eu mude de idéia." ele não precisou repetir.
Corri até a minha sala, pedi licença ao professor e entrei, sem fazer barulho.
Sentei na última carteira da fileira perto da janela, como o de costume. Eu não era muito social. Só tinha dois amigos: Samire e Diego. Samire era meio gótica, meio punk. Diego era mais um purpurinado nesse mundo lutando pelos direitos dos gays. Eles eram os melhores amigos que eu poderia ter, pois não faziam muitas perguntas sobre minha família ou sobre mim, o que era ótimo.
"Hey, atrasada." ouvi Diego me chamando. Olhei para o lado e o vi.
"Hey, Dih. Bom dia." eu o cumprimentei.
"Bom dia, atrasada. Será que algum dia você chega na hora?" ele perguntou com sarcasmo.
"Acho que não. Onde a Sami está?" perguntei, sentindo falta dela.
"Ela matou aula com o grupinho gótico dela. A desculpa dela foi que precisavam fazer um ritual gótico importante e blá, blá, blá." Diego não gostava nada do estilo de Samire, mas nunca dizia isso à ela. Ele não queria perder a amizade dela. Já tinha tão poucos amigos...
"Duvido. Devem estar tomando cerveja e curtindo." eu disse, tentando distraí-lo. "Ela vai repetir de ano de novo." eu comentei.
"Com certeza." Diego disse.
O professor de história entrou na sala e nos calamos enquanto ele dava a sua aula. Eu quase peguei no sono naquela aula, era muito tediosa. Quase no final na aula eu peguei no sono. Comecei a sonhar, mas vi que não era um sonho.
Eu estava em uma campina e eu corria muito. Mas algo me fez cair,e quando eu fui olhar...
"Srta Cullen?" ouvi o professor me chamar.
"Hm?" perguntei, sonolenta.
"Poderia prestar atenção, por favor?" ele pediu,irritado.
"Não prometo nada." eu disse baixinho, mas ele não ouviu. "Sim senhor." respondi a ele.
Ele me encarou por um momento, depois voltou a explicar a matéria. Depois de outras aulas a turma foi dispensada pro almoço. Quando eu e Diego fomos para o refeitório meu estômago deu voltas quando eu senti o cheiro da comida. Não sei por que, mas agradeci por ter um banheiro feminino perto. Quando o cheiro me atingiu eu já corri pro banheiro, empurrando o que estivesse no meu caminho. Apesar de ser meio vampiro eu ainda tinha características humanas, como enjôo. Depois de alguns minutos eu me senti melhor. Lavei minha boca e voltei para o refeitório.
"Que foi, Luh?" ele perguntou, preocupado.
"Não sei. Só senti enjôo quando senti esse cheiro. Estou meio tonta." eu disse.
"Ok, espere na enfermaria. Eu vou pegar uma água pra você. Consegue ir até lá?" era por isso que eu gostava tanto do Diego.
"Sim." eu disse.
"Ok, me espera lá." Diego correu até o refeitório.
Fui até a enfermaria e me sentei em um banco de madeira que estava encostado na parede. A enfermeira estava no horário de almoço, por isso a sala estava estomago estava melhor, mas eu ainda estava tonta. Não sabia o por que, mas parecia que tinha alguma coisa errada comigo. Coloquei a mão na minha testa. Espera. Eu estava com febre? Diego entrou na sala com a garrafa de água nas mãos, me distraindo.
"Meu Deus .E eu achando que você era branca. Está mais agora." ele comentou, abrindo a garrafa e me entregando. Bebi a garrafa inteira, mas ainda sim eu me sentia mal.
"Acho que vou ir embora. Dá uma desculpa furada pra qualquer um que perguntar, ok?" eu pedi.
"Sim senhora. Vem, não deve ter ninguém nos corredores agora." ele me ajudou a levantar e me levou até a porta da escola, me mandando esperar lá.
Depois de um tempo ele apareceu com a minha mochila.
"Valeu, Dih. Fico te devendo uma." eu tirei meu celular da bolsa e liguei para meu avô .Ele sempre me resgatava. Mas quem atendeu foi minha avó.
"Luna?" ela perguntou, surpresa.
"Hey, Bella." eu disse. Não poderia chamá-la de vó na frente do Dih. Seria estranho. "Pode vir me buscar na escola? Não estou me sentindo bem." eu disse.
"Em cinco minutos estou ai. Fique onde está." ela desligou. Minha avó era a única que tinha passe livre pra dentro do tratado, já que minha mãe vivia fugindo pra cá quando tinha a minha idade.
"Ela é o que mesmo sua? Tia?" Diego perguntou.
"Tia." eu disse.
"Ok. Melhor eu entrar." ele disse.
"Ok. Valeu Dih." eu o abracei.
"De nada, Luh. Amigos são pras essas coisas." ele disse, afastando-se de mim e correndo para o refeitório.
Menos de 5 minutos mais tarde, um Volvo prata atravessou o estacionamento e parou na minha frente. A porta do carona se abriu, e eu vi minha avó no volante. Entrei e ela pisou no acelerador, saindo rapidamente do estacionamento. Minha avó tinha a aparência de uma adolescente de 18. Pele clara (bem clara, assim como todos os vampiros) olhos cor de topázio, cabelos castanhos lisos que iam até um pouco acima da cintura.
"Hey,você está mesmo mal." ela disse, colocando a mão na minha testa. "Melhor te levar pra casa. Bom que o Carlisle foi dispensado hoje." ela disse.
"Ok." eu tombei minha cabeça na janela e fechei meus olhos.
Chegamos pouco tempo depois na mansão dos Cullen.
Bella me levou pra dentro, me deitando no sofá. Carlisle apareceu meio segundo depois.
"Que houve, Lua?" Carlisle perguntou, colocando a mão na minha testa. "Puxa." ele disse assustado.
Depois de me examinar, ele viu que era apenas um mal-estar. Carlisle não achou nada de diferente em mim. Me recomendou ficar fora do jogo de hoje, mas eu recusei. Eu queria jogar, e disse que se eu não estivesse bem não jogaria. Não discuti. Ele teve que atender a um caso de emergência no hospital depois disso. Percebi que a casa estava silenciosa demais. Apenas Bella estava perto de mim e eu vi que ela assistia a um programa de TV.
"Vó, onde foi todo mundo?" me encarou.
"Foram caçar ontem a noite, mas devem voltar de noite." ela disse.
"Posso então instalar um vírus no computador do tio Emmett?" perguntei, esperançosa. Ele tinha feito isso com meu notebook uma vez de brincadeira.
Bella riu.
"Pode sim. Mas não deixa ele descobrir." ela piscou.
"Pode deixar!" eu pulei do sofá e corri até o quarto dele.
Estava fechado, mas não trancado. Abri a porta e entrei devagar, esperando alguma armadilha. Depois de analisar a área vi que ela estava limpa. Fui até o notebook do tio e abri, ligando-o. Estava em uma página de mitologia, o que eu estranhei. O que meu tio estava fazendo nesse site? Olhei um resumo do conteúdo, que estava em russo. Abri o Google Tradutor e coloquei o texto lá. Pouco tempo depois a tradução apareceu.
"Sugadores de sangue descontrolados, os Wolf-Vampire. Alguns dizem que nasceram da mistura de lobisomens com vampiros, ou por uma experiência genética que não deu certo. O conteúdo desse site pode fazê-lo se assustar, mas por precaução tenha uma estaca de prata por perto."
Aquilo era besteira. Eu era a mistura de um lobisomem (na verdade, um transfigurador) e uma vampira (na verdade uma meia-vampira) mas não era descontrolada muito menos uma experiência genética que deu errado.
De repente fiquei com raiva. Tio Emmett estava vendo isso por quê? Ele achava que eu era um Wolf-Vampire? Dei um soco no monitor, e vi que meu punho atravessou a tela. Bem, isso era melhor que um vírus. Desci e fiquei vendo TV com Bella, sem ter o que fazer. Mandei mensagens de texto pros meus pais explicando por que eu matei as últimas aulas e pedi que minha mãe pegasse meu bastão de beisebol quando viesse pra cá.
Não demorou muito pra que a tarde chegasse e depois, perto das 7 da noite, horário do jogo, todos os outros Cullen já tinham chegado. Meu tio Emmett, que era enorme e tinha o cabelo curto; Tio Jasper que tinha o cabelo loiro escuro até os ombros; tia Rosalie era linda, com seu cabelo loiro caindo pelas suas costas; Bisavó Esme, que tinha cabelos castanhos e aquele olhar de mãe hiper protetora e meu avô Edward (dono do Volvo em que minha avó foi me buscar hoje) com seu cabelo cor de bronze desgrenhado. Minha mãe e meu pai apareceram pouco tempo depois, agora sim o time estava completo. Minha mãe me entregou minha roupa, e eu fui até o banheiro me trocar. Eu estava quase pronta, mas de repente, eu cai.
Meu pé estava pegando fogo. Eu tirei meu tênis, imaginando que Emmett teria colocado alguma coisa de prata nele. Eu tinha alergia a prata e a rubi, o que era bem estranho.
Quando tirei meu tênis, não achei nada de prata nele. Mas, no lugar onde meu pé deveria estar,estava uma pata preta com garras enormes.
N.A.: Ok,desculpe parar aqui mas é querem saber o que vai acontecer com Luna e o que ela é,não deixem de deixar um review pedindo mais! Ok,acho que até o próximo capítulo se vocês quiserem!
N/B: Ei, Gal! O que estão achando da fic? Larissa muito má por parar nessa parte, né? Sinto que este capitulo foi uma apresentação e uma forma da gente saber como é a Luna e essas coisas. Deixem amor em uma review *-* HIAJSOKAS; Guta.
