N.t.:É... twilight não nos pertence!
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Saya traduziu este capítulo.
Sem mais,
Doce ou Travessura
Me levou três dias para conseguir falar com a minha médica. Tudo bem, eu admito que também havia o pequeno detalhe de que estava quase morta de medo do que ela tinha para me dizer. Na minha cabeça, a única razão pela qual ela estaria ligando para mim era para me dizer que tinha um problema com meu bebê. Eu imaginei mil cenários sobre o que poderia estar errado com ele, cada um pior do que o outro.
No fim, eu descobriria que não era algo nem de perto tão ruim quanto eu havia pensado. A Dra. Swanson me disse que eu tinha o que era chamado de placenta prévia. Ela disse que isso era algo a se observar, mas que provavelmente não seria um problema. Eles fariam outro ultra-som em algumas semanas para assegurar que a placenta tinha se movido para o colo do útero como deveria. Se tivesse se movido, não haveria nada para se preocupar, se caso não se movesse até lá, então ela discutiria as implicações comigo no momento.
É claro, eu me conhecia mais do que bem, e eu podia garantir que se houvesse potencial para um problema, então definitivamente seria um problema.
Quando eu meio que mencionei isso para Ângela, ela me repreendeu e me disse para não ser tão pessimista. Ela obviamente não me conhecia a tempo o bastante pra saber que a Lei de Murphy e todos os seus corolários eram no que minha vida era baseada. No entanto, eu tinha que admitir que desde que tinha ficado grávida, eu havia encontrado meu ponto de equilíbrio. Talvez minha sorte estivesse realmente mudando para melhor.
Não que isso importasse a essa altura de qualquer forma, era simplesmente mais fácil colocar meus problemas de lado e tirá-los da minha cabeça.
Era uma sexta, 24 de outubro, três semanas depois do meu último ultra-som, e eu tinha outra consulta médica antes de ir para o escritório às dez. Eu rapidamente discuti com ela meu desejo por uma amniocentese e os motivos para isso. Ela me disse que eu podia marcar uma se eu realmente quisesse fazer isso, mas ela queria esperar até que o próximo ultra-som fosse feito. Ela começou a balbuciar sobre os riscos e benefícios e como um exame de DNA pode ser feito com sangue do cordão umbilical, então dessa forma ninguém tinha que ser picado com uma agulha. Eu olhei seus panfletos e disse a ela que iria pensar e que a informaria. Tudo que eu sabia era que o quanto antes eu tirasse Edward do meu encalço, mais rápido eu poderia verdadeiramente respirar.
Por que tudo isso tinha que ser tão difícil? Não era como se eu tivesse ido até ele e exigido que assumisse a responsabilidade. Eu simplesmente contei a ele. Isso era a coisa certa a se fazer; eu tinha certeza disso. E quando eu refletia sobre o assunto, não podia evitar pensar em quem mais tinha me aconselhado a isso... Dr. Cullen.
Eu teria feito isso de qualquer forma. No momento em que eu percebi que iria manter o bebê, eu tinha tido uma urgência intensa para achar Edward e contar ele, eu honestamente acho que teria seguido esse caminho com ou sem o conselho do Dr. Cullen. Eu não seria burra o bastante para acreditar que Edward ficaria feliz com a notícia, e eu sabia que ser informado disso no casamento do seu irmão foi ruim... mas eu também não esperava que ele fosse tão horrível sobre o assunto.
E isso magoava.
Eu era uma romântica de coração. Bem, não no sentido tradicional. Não era como se eu esperasse flores e um pedido de casamento; isso seria completamente ridículo. Mas eu tinha uma visão insana de dois pais para o meu filho. Eu queria um final de contos de fada, mesmo que fosse um conto de fadas moderno e oposto aos clássicos. Infelizmente, esses pensamentos foram riscados quando Edward apareceu no restaurante depois do meu ultra-som.
O único pensamento que cruzava minha mente depois disso era que eu faria o que fosse necessário para proteger meu filho dessa dor. Eu não queria que meu filho tivesse a mesma sensação de rejeição que eu tinha com meu próprio pai.
Como que para confirmar o sentimento de rejeição, eu não ouvi mais uma palavra da mãe de Edward. Não que eu a culpasse; depois de tudo, ela não apoiaria o filho dela? Porém, quando eu passei aquelas poucas horas ao seu lado, eu pensei que nós tínhamos ficado um pouco ligadas e que ela não guardaria as opiniões do filho dela a meu respeito. Eu supus que isso significava que eu não precisava me preocupar sobre Esme e o Dr. Cullen agindo em qualquer competência como avós para o meu filho.
Falando de cadeira, eu sabia que crianças ficavam bem sem avós. Eu tive uma avó até os dez anos de idade. E foi isso. Eu sobrevivi. Eu meu filho teria Renee. Não importava se ela morasse na outra ponta do país; Renee ainda estaria lá quando eu precisasse dela.
Eu não preciso dos Cullens pra nada.
"O quê foi isso?" Uma voz perguntou me arrancando dos meus pensamentos.
"Ângela, eu não ouvi você entrar."
Ela debochou. "Não, não ouviu. O que está acontecendo?"
Eu comecei a remexer os papéis na minha mesa numa tentativa inútil de parecer ocupada.
"Nada" Respondi incapaz de encarar seu olhar.
"Bella, eu tenho tentado não me meter nos seus assuntos. Sério, eu tenho. Eu entendo que nós não nos conhecemos muito bem, e que não somos de fato amigas próximas, mas eu venho esperando..."
Meus olhos se levantaram arregalados. "Do que você está falando? É claro que você é minha amiga."
Ela suspirou e se sentou na cadeira do lado oposto ao meu. "Por favor, não fiquei zangada pela minha pergunta, mas o que está acontecendo entre você e os Cullens?"
"Não é nada, Ângela."
Ângela me olhou por um momento antes de negar com a cabeça. "Eu não acredito em você. Eu apenas não entendo o que eu estou perdendo aqui."
Tudo que eu consegui fazer foi olhar para ela.
"Escute," ela começou antes de inspirar profundamente. "Eu tenho as minhas suspeitas."
"E quais são elas?" Mordi meu lábio.
Eu realmente não queria saber.
Eu verdadeiramente não queria saber.
"Esse seu misterioso cara eventual é um dos Cullens." Ela disse depressa enquanto mexia a cabeça. "A razão pela qual eu não disse nada é porque honestamente me assusta que exista a ainda que remota possibilidade de que ele não seja o Edward."
Eu suspirei. "Não se preocupe e pense demais sobre as coisas, Ângela" Falei, tentando despistar sua conclusão.
"Isso explicaria tudo, inclusive porque Edward pareceu tão furioso com você, ou porque Alice Cullen está na recepção agora mesmo querendo ver você, ou como eu ouvi claramente você dizendo que não precisava dos Cullen para nada. Eles não são do tipo de pessoa que se ocupam com fofocas ou que tentam se intrometer nos assuntos alheios. Eles só agem assim se é importante para eles."
"Era o Edward."
"Por que você não disse alguma coisa antes?"
"Como você tão eloqüentemente afirmou, ele está furioso comigo."
Ela bufou. "Por que?"
"Eu não sei! Porque… Porque ele acha que eu sou uma prostituta imunda que só está tentando dar o golpe do baú ou conseguir uma pensão alimentícia, ou algo do gênero."
"Huh. Isso realmente não parece com o Edward que eu conheço." Ângela negou com a cabeça.
"Então obviamente você não o conhece muito bem."
Ela olhou curiosamente para mim por um momento. "Bem, Edward sempre foi o mais dramático dos três." Disse baixo, como que para si mesma. "Então, você me ouviu? Alice Cullen está lá fora na recepção, querendo ver você."
"É mesmo? O que ela deseja?" Isso era… interessante.
"Ela disse que quer ver você, e ela me disse firmemente que não aceitaria não como resposta," Ângela falou com uma risada. "Sério, mesmo assim, Alice é bem legal. Você vai gostar dela."
Eu me sentia bem insegura quanto a isso. Eles estavam todos me perseguindo agora ou algo assim?
"Então, todos eles sabem sobre o bebê?"
Dei de ombros. "Bem, obviamente o Dr. Cullen sabe. E Esme veio para a consulta do ultra-som comigo."
"Ela veio?" Ângela perguntou com um sorriso.
"Sim."
"Esme é um doce. Ela ajudou a criar Kate e as irmãs dela – ela te contou isso?"
"Não"
"A mãe delas morreu de câncer de mama quando as garotas eram pré-adolescentes."
"Oh. Isso é horrível."
"Ela interveio e ajudou."
"Ela parece que seria esse tipo de pessoa."
"Eles todos são ótimos, Bella. Eu achei que eles iriam receber você de braços abertos."
Eu não tinha certeza se era isso que eu queria, mas não importa o quanto meu lado lógico me dissesse para mandar a Srta. Cullen catar coquinho, eu não conseguiria fazer isso. Eu tinha me resignado a lidar com o que quer que essa confusão implicasse. Pelo menos por um pouco mais de tempo.
"Mande ela entrar, por favor."
"É claro. Eu já volto."
Ângela voltou logo, trazendo uma mulher miúda que eu prontamente reconheci do casamento. Alice Cullen saltou para dentro do meu escritório e praticamente se atirou sobre mim. Envolvendo seus braços firmemente a minha volta, ela me contou que sabia que seríamos as mais próximas das amigas.
"Oi," Eu respondi com cautela, uma vez que tinha conseguido me equilibrar novamente.
Senhor amado, ela está quicando?
Alice sorriu e pegou minha mão, começando a me levar para a porta. "Está na hora no almoço. Vamos comer."
Lancei um olhar preocupado para Ângela, que parecia terrivelmente divertida. Eu nunca tive chance contra Alice.
"Am. Tudo bem?"
Ângela apenas riu para mim enquanto me estendia meu casaco e bolsa, no meio tempo em que Alice continuava me arrastando porta afora.
Nada que qualquer pessoa pudesse ter sequer me dito teria me preparado para o furacão que era conhecido como Alice Cullen. Ela era fofa, esperta, ousada e cheia de tanta energia que eu sabia que nunca seria capaz de me equiparar a ela.
O almoço foi uma aventura. Alice me levou a uma delicatessen a menos de meio quarteirão de distância do meu escritório. Na qual eu nunca entrei, mas reconheci o nome imediatamente como um local de que Ângela trazia comida de vez em quando. Eu fiquei insegura primeiramente, mas descobri que era fácil conversar com Alice, e depois de uma hora que eu havia passado com ela, percebi que ela estava certa, nos definitivamente poderíamos nos tornar amigas.
É claro, eu disse "poderia" por ainda haver o problema sobre o irmão dela, e eu realmente não via como eu poderia verdadeiramente manter uma amizade com Alice, ou qualquer um dos membros da família dele, com as coisas como estavam agora.
Alice passou a maior parte da nossa refeição tagarelando e tagarelando... e falando sobre a butique que ela possuía. Era uma loja classe A no centro de Seattle, e ela tinha sonhos de começar sua própria linha de roupas. A mulher obviamente amava roupas. Pela nossa conversa era fácil de perceber que suas duas grandes paixões eram as compras e o amor de sua vida, Jasper. Ela falou de Jasper como se ele fosse um deus grego que havia descido do monte Olimpo apenas para ficar com ela.
Alice não pressionou para que eu falasse de mim mesma, ou me acusou de ser uma vagabunda interesseira pelo que eu fiquei grata. Quando ela me levava novamente para o meu escritório, eu não pude deixar de perguntar.
"Alice, o que sua família pensa a meu respeito?"
Ela me dirigiu um olhar curioso, como se eu a tivesse pegado completamente de surpresa.
"Me desculpe. Eu não devia ter sido tão abrupta. Eu só..." Suspirei. "É só que sua mãe disse que queria dar uma passadinha novamente, e eu não tenho notícias dela, e eu tenho certeza que Edward já informou sua opinião sobre mim. Depois você aparece hoje, e sendo bem sincera, me assusta até as últimas. Então, eu só estou tentando entender o que está passando na cabeça de vocês."
"Você não tem nenhuma dificuldade em dizer o que pensa tem?" Alice disse com uma risada curta.
"Eu tendo a disparar quando estou nervosa."
"Bem então, respire fundo e relaxe, Bella. Não é nem de perto tão ruim quanto você está provavelmente imaginando."
Eu fiz como ela disse e esperei por sua resposta.
"Ninguém disse muito sobre qualquer coisa. Eu acho que os meus pais estão esperando na verdade que Edward diga alguma coisa, o que até aqui ele não fez. Exceto pelo dia em que mamãe encontrou o seu cartão com a data da consulta. Eles discutiram naquele dia, e eu acho que o papai conversou com ele aquela noite também, mas eu não sei o que ele disse. Edward é realmente mais o tipo de pessoa que internaliza as coisas. Ele e eu somos normalmente muito próximos, mas ele não me disse uma palavra sobre isso. Ainda assim, eu estive em Nova York pelas duas últimas semanas também."
"Ele e sua mãe devem ter conversado depois que ela apareceu na minha consulta."
"Ele só apareceu para jantar duas vezes desde então," ela disse com um suspiro. "Eu pensei que a mamãe saberia melhor do que tentar armar pra cima dele desse jeito." Ela murmurou baixinho.
"O que? Armar pra cima dele?"
"Mamãe disse a ele para encontrá-la para almoçar. Ela esperava que pudesse juntar vocês em um local neutro. Eu acho que ele chegou justo quando você saiu para o banheiro, mas sabia que você estava lá. Nem é preciso dizer, Edward não ficou feliz."
Eu bufei.
"Eu sei que meu irmão tem sido um bundão, mas ele apenas ainda não teve tempo para realmente processar isso tudo ainda."
"Ele teve seis semanas."
"Sim. Eu sei. Ele tem sido um canalha. Edward sempre teve uma tendência a exagerar. Ele é tão dramático. E mamãe não ligou para você ainda porque ela quer te dar espaço e não sufocar você. Ela se sente mal por interferir – ela sabe que só tornou as coisas piores."
"Ela podia ter me dito isso," Eu disse, esfregando minha testa. "Obrigado por me contar."
"Tudo vai se acertar, Bella. Não se preocupe. Eu sei essas coisas." Ela falou, dando um tapinha na cabeça.
Eu não consegui evitar rir dela. Alice passou alguns minutos do nosso almoço tentando me convencer que ela era psíquica.
"Oh, não ria de mim. Você vai ver logo, logo."
"Se você diz, Alice." Aplaquei.
"Okay. Eu tenho que voltar ao trabalho. Eu me diverti Bella. Você se importa se eu vier algum dia semana que vem?"
"Isso seria…" Eu não sabia o que isso seria, mas algo parecia certo sobre isso. Eu gostei dela, ela era sincera, se não muito ousada para o seu próprio bem. "Isso vai ser bom, Alice." Respondi. Ela me abraçou e se virou, voltando para o elevador.
Quando entrei no escritório, Ângela sorriu. "Você se divertiu?"
"Alice é definitivamente uma figura." Respondi com um aceno da minha cabeça.
Justo quando eu ia andando para minha sala, Mike me apareceu no corredor e veio até mim. "Hey, Bella! Voltando do almoço?"
"Sim, Mike."
"Me avise a próxima vez que você sair. Eu me preocupo com você e meu filho, sabe." Ele disse.
Revirei meus olhos para ele. Eu me irritei com a sua provocação, exceto pelo fato de que ele estava sinceramente preocupado comigo. Quando disse que se preocupava, ele verdadeiramente quis dizer isso. Nós nos conhecíamos há muitos anos, eu suponho. Há duas semanas atrás, ele entrou na minha sala e disse com toda sinceridade que se casaria comigo se eu quisesse que ele fizesse isso.
Eu bufei e perguntei a ele, "Você entende que é fisicamente impossível que essa criança seja sua, certo?" Ele riu de mim, alisando meu cabelo, e disse que é claro que sabia disso, mas isso não significava que ele me abandonaria tampouco.
Depois desse dia ele começou a se referir ao bebê como dele. A essa altura, eu acho que o resto do pessoal estava começando a acreditar que era verdade, mesmo que eu tenha negado isso sumariamente.
Na próxima terça-feira, Alice apareceu novamente para almoçar. Ela trouxe Esme com ela dessa vez. Nós três fomos a um lugar melhor do que a delicatessen, embora eu tivesse ficado mais feliz com o simples e barato. Esme e Alice, por outro lado, não ouviriam isso. Além de Esme se desculpando profundamente por Edward ter aparecido durante nosso almoço e jurando não interferir daquela forma novamente, nenhuma de nós disse uma palavra sobre Edward, e eu não perguntei. Era mais fácil assim. Nós nos despedimos com ambas prometendo voltar na próxima terça, eu combinei um encontro para fazer compras com Alice no sábado.
Na sexta-feira, eu tinha acabado de chegar ao meu edifico vinda do trabalho, meu telefone começou a tocar.
"Alô." Eu disse sem nem olhar para o identificador de chamadas.
"Bella? É Kate."
"Oi, Kate. Como você está?"
"Estou desesperada. Você tem algum plano para essa noite?"
Eu ri imediatamente da pergunta. "Você pode não me conhecer há muito tempo, mas você me conhece melhor do que isso."
"Bem, é a noite de Dia das Bruxas, então eu não tinha certeza."
"Do que você precisa, Kate?"
Eu ouvi ela suspirar. "Minha babá me deixou na mão no último minuto."
"Hoje?"
"Sim. Garrett tem uma festa da companhia pra ir, e ele está tentando fazer sociedade com a empresa, então quer fazer tudo que puder para impressionar."
"E isso significa chegar com a sua adorável esposa nos braços."
Ela riu. "Sim, algo do gênero. Então, você pode dar uma olhadinha na Ashley hoje, por favor?"
"Ninguém mais pode?" Eu perguntei, mordendo meu lábio. Eu adorava a filha de Kate – ela era adorável – mas eu tive uma semana longa, e eu tinha que acordar cedo no dia seguinte para o meu encontro com Alice.
"Não. Eu liguei para todo mundo. Todos eles tem planos."
"Então você pensou porque não pedir para a mulher solteira e grávida?"
"Muito engraçado."
"Você tentou falar com a Ângela?" Perguntei, esperando que ainda houvesse uma última pessoa que ela poderia procurar.
"Eu tentei, mas ela tinha alguma reunião de solteiros pela igreja."
"Ah, é. Eu esqueci disso." Depois que foi deixada plantada pelo último idiota que ela namorou Ângela decidiu que queria tentar conhecer pessoas pela igreja, os encontros eram as segundas-feiras a noite, mas aparentemente eles também tinham festas e algo assim para as datas especiais.
"Minha irmã pode ficar com a Ashley mais tarde, mas ela está ocupada por mais algumas horas e Garrett não quer se atrasar hoje à noite." Kate respondeu, pedindo.
Eu suspirei. "Tudo bem, Kate. Me deixe trocar de roupa e eu já chego aí."
"Obrigada Bella! Você está salvando uma vida."
Levei vinte e cinco minutos para trocar de roupa e dirigir até a casa de Kate e Garrett. Eu podia ver o estresse em seu rosto no momento em que ela abriu a porta. Isso foi quando a ficha finalmente caiu para mim sobre a presente data. Eu não me preocupava muito com o fato de ser um feriado. Um feriado do qual as crianças geralmente gostavam.
E como eu suspeitei, quando adentrei a porta eu fui recebida por Kate e Garrett completamente arrumados, vestidos como se eles estivessem indo a alguma festa temática do anos 1950. E então tinha a pequena Ashley, que estava vestida com um vestido rosa de babados, com asas nas costas e uma coroa prateada na cabeça. Ela tinha até mesmo purpurina nas bochechas. A garotinha estava a mais adorável princesa de contos de fada que eu já tinha visto.
Eu senti meu estômago se encher com medo da idéia de levá-la para pegar doces. Andar por uma vizinhança desconhecida no escuro e no frio não era exatamente minha idéia de um bom momento, e eu silenciosamente fiz uma prece agradecendo por não estar chovendo.
Kate imediatamente percebeu meus nervos e agiu para me acalmar. "Vai ser tranqüilo. Ashley só vai a algumas casas. A lista está aqui," Ela disse me passando uma folha de papel. "Esses cinco são apenas nossos vizinhos." Ela fez uma descrição geral de cada casa, dizendo de quem era qual. "São todos casais de velhinhos, cujos filhos se mudaram, e adoram Ashley absolutamente, então se prepare para que mimem ela sem parar."
Eu ri do comentário antes de olhar para o resto da lista. Com as poucas na vizinhança eu não tinha nada para me preocupar, mas o próximo local me incomodou. "Você leva Ashley para pegar doces na casa dos Cullen?" Perguntei, tentando não transparecer o pânico em minha voz. Eu não sabia se Kate sabia. Ela sabia? Olhei para o seu rosto e tentei julgar pelos seus olhos, mas tudo que encontrei neles foi confusão.
"É claro. Eles perguntaram se Ashley poderia passar lá antes das oito por que eles vão sair e querem tirar fotos." Meu rosto ficou pálido. "Está tudo b..." Ela começou antes que seus lábios formassem um pequeno "o" quando ela percebeu.
"Não se preocupe. Eu liguei para Alice há pouco tempo atrás. Edward não está lá, se é com isso que você está preocupada. Ele trabalhou no hospital hoje, e desde que todos os outros tem planos, ele não vai aparecer na casa deles. Ele normalmente vai direto pra casa. Sério, vai dar tudo certo. Está tudo bem?" Ela perguntou preocupada.
"Sim. Vai ficar tudo bem," Respondi incerta. Meus olhos foram para Ashley que estava dançando na sala de estar cantando sobre ver a vovó Esme. Eu suspirei. "Então, seus vizinhos e a casa dos Cullen, depois você quer que eu leve Ashley para a casa da sua irmã?"
"Por favor. Tanya vai tomar conta dela essa noite. Ela apenas teve uma reunião tarde e não poderia ficar com ela por uma hora ou duas, e nós precisamos sair antes disso. A mala da Ashley está bem aqui." Kate apontou para um canto na entrada, onde estavam um travesseiro e uma pequena mala.
Eu assenti enquanto mordia meu lábio, ainda me perguntando sobre a parada nos Cullen.
"Bella? Você está se sentindo bem? Você parece um pouco verde."
"Eu estou bem. Mesmo. Não se preocupe."
"Se… se for muito ir até a casa do Carlisle e da Esme, apenas me diga. Eu vou ligar para eles e..."
Eu olhei para Ashley que imediatamente parou de dançar e olhou para sua mãe com um olhar preocupado no rosto. Eu neguei com a cabeça. "Não. Se você tem certeza de que ele não vai estar lá. Eu apenas não quero encontrá-lo hoje."
"Alice me garantiu." Ela estudou meu rosto por mais um momento em questionamento antes de assentir com a cabeça em resposta. "Tudo bem. Nós precisamos ir saindo. O jantar está pronto – está na cozinha. Os telefones de todo mundo estão na geladeira."
"Parece bom. Acho que vamos ficar bem." Eu disse com um sorriso forçado. Eu não achava que ia ficar bem de modo algum, mas eu sobreviveria a noite sem nenhum arranhão. E talvez fosse uma boa medida se eu queria ser alguma vez capaz de levar meu filho para ver seus avós alguns anos à frente.
Kate me deu um beijo na bochecha. "Obrigada." Então ela e Garrett pegaram seus casacos e foram para a garagem pegar o carro.
"Certo, Ashley vamos jantar e então podemos ir pegar os doces."
Ela uivou e correu para a mesa, e eu a segui de perto.
Nós rapidamente comemos o bife e os rolinhos que Kate havia preparado. Então eu limpei tudo enquanto Ashley se sentava para assistir Bob Esponja na televisão. Uma vez que isso estava feito, eu ajudei Ashley a lavar a boca e as mãos antes de pegarmos sua sacola para os doces e nossos casacos então nos poderíamos ir até as casas dos vizinhos.
Levou cerca de quarenta e cinco minutos para irmos até as cinco casas no quarteirão que Kate havia especificado. Justo como Kate tinha previsto, eles todos mimaram Ashley, tirando fotos e exclamando que a garotinha era a princesa mais bonita que eles já tinham visto. Quando paramos na entrada da quinta casa, eu olhei para o relógio, debatendo se não devia apressar Ashley pra irmos, no intento de chegar a casa dos Cullen antes das oito ou se devia usar os Jensen como desculpa para não ir até de lá de forma alguma.
Mas, Ashley sabia onde nós devíamos ir e isso significava que ela insistiria em ver o Dr. Carlisle – como ela o chamava – e vovó Esme. Então, eu me resignei quando a apressei Ashley na visita a residência dos Jensens e a levei para casa, onde nós pegamos sua mala e o travesseiro para ela dormir na casa da sua tia, depois partimos.
Eu encostei na casa dos Cullen e minha boca se escancarou. A vizinhança era uma dessas onde os terrenos tem pelo menos dez acres por lote com... e esculpidas paisagens que alcançavam toda a propriedade. Eu meio que esperava que a casa tivesse um portão elétrico, mas fiquei grata, pois não era. Eu não tinha desejo algum de anunciar minha chegada por um interfone.
Estacionando meu carro na pista circular, eu recostei minha cabeça nas costas do meu assento e fechei os olhos, respirando funda e lentamente no intento de clarear minha mente e relaxar.
"Srta. Bella," chamou Ashley. "Podemos entrar agora?"
"Sim, querida. Vamos." Eu soltei meu cinto de segurança e saí do carro, então abri a porta de trás e ajudei Ashley a sair. Ela até mesmo agia como uma princesa, nós tivemos que desamassar as possíveis marcas em seu vestido por estar sentada no carro, e ela queria olhar no espelho para ter certeza de que sua coroa estava no lugar certo. Eu tive que segurar o riso enquanto a ajudava a se certificar de que seus anéis de fada estavam certinhos também. Na realidade, tudo isso era fútil, mas eu estava me dando outra coisa para focar quando meu estômago estava revirando de nervoso. Antes que eu percebesse o que estava acontecendo, Ashley correu para a porta e tocou a campainha.
Tudo que eu poderia fazer era seguir.
Eu fiquei alguns passos atrás assim não seria a primeira a ser vista. O todo tempo em que nós esperamos para que a porta abrisse, eu não conseguia deixar de pensar que se Edward tinha me acusado de tentar cair nas graças de sua mãe quando ela apareceu sem ser convidada na minha consulta da ultra-sonografia, então ele certamente teria algo a dizer quando eu aparecesse sem convite na casa dos pais dele.
A porta abriu, e eu dei um pequeno suspiro de alívio enquanto dava um passo a frente. O homem que abriu a porta sorriu e se agachou, ficando no mesmo nível dos olhos de Ashley. "Bem, olá Srta. Ashley" o homem com um leve sotaque do sul disse, sorrindo para ela e levantando levemente seu chapéu. Seus olhos então se ergueram até mim. "E quem você trouxe está noite? Essa certamente não parece a Sra. Carmen."
Ashley gargalhou. "Não. Essa é a Srta. Bella."
As sobrancelhas do homem se curvaram enquanto ele se levantava. Ele me olhou de cima abaixo e pareceu estar silenciosamente me fazendo uma pergunta. Em resposta, eu abri meu casaco então minhas roupas e principalmente minha barriga, eram facilmente vistos. Ele assentiu e voltou sua atenção para Ashley. "Bem, mocinha, vamos ver o que vovó Esme e tia Alice tem pra você na cozinha."
Ela olhou novamente para mim, e moveu a cabeça apontando para dentro da casa, claramente indicando que eu devia seguir. Eu respirei fundo novamente enquanto andava os últimos poucos passos para a porta e então para dentro da casa, somente soltando o ar quando não vi sinal de mais ninguém na sala de estar. Eu tirei meu casaco, o apoiando sobre meu braço e segui o homem e Ashley em direção do que assumi que fosse a cozinha, quando ouvi passos soando atrás de mim nas escadas.
"Bella!"
Eu me virei para ver Alice descendo o quão rápido ela podia em seus movimentos. Ela estava em um vestido cinza de mangas compridas que descia até seus tornozelos e com uma tira branca em volta dos pulsos e da gola, então um avental branco com uma cruz vermelha na frente, e uma boina de enfermeira retrô. Alice parecia recém saída de um livro épico sobre a guerra civil. Enquanto eu esperava que ela fizesse o final do caminho na escada, meus olhos continuamente procuravam por sinais de Edward. Embora, eu não estivesse sendo nem um pouco sutil, eu pensei que sim. "Você está preocupada de novo. Edward não está aqui." Alice disse. "Onde está Ashley?"
"Na cozinha com um rapaz."
"Loiro, vestindo um uniforme de soldado confederado?"
"Uh, sim." Eu não tinha notado as roupas dele quando eu entrei, de tão distraída pelos meus medos.
"Esse é Jasper."
"Oh!" Eu tinha ouvido bastante sobre Jasper, levando-se em consideração que ele era um dos assuntos favoritos de Alice numa conversa.
"Vamos, eu vou apresentar você." Ela disse, pegando minha mão e me levando até a cozinha.
Nós entramos e encontrando Ashley sentada na bancada de mármores com uma colher enorme de glacê. Jasper estava em pé próximo a ela sorrindo, enquanto ela tentava convencê-lo a provar um pouco do doce rosa.
Alice voou até ele e depois de cumprimentar Ashley com um beijo, ela se virou para o namorado. "Jasper, essa é Bella. Bella, Jasper."
"Oi."
Jasper ofereceu sua mão pra que eu apertasse. "Eu ouvi muito sobre você, Bella."
Eu ri sombriamente. "Tenho certeza que sim."
"Você quer beber alguma coisa?" Alice perguntou.
E neguei com a cabeça justo quando Ashley gritou. "Eu quero!"
Alice riu enquanto abria o armário e pegava um copo pequeno. "Leite?"
"Sim, por favor."
Alice encheu o copinho com leite e o entregou para Ashley, então me acenou para que eu fosse até ela. Guardou o leite e quando fechou a geladeira apontou para a única coisa que estava imantada na porta.
"Isso é…" Eu coloquei meu casaco no centro da mesa, antes de dar um passo para mais perto.
"Sim. Mamãe disse que ela pendurou aqui no dia em que ela te conheceu."
Eu sorri enquanto corria meu dedo pela foto do ultra-som, um gesto tão simples, mas fez meu coração derreter. Esme queria isso. Estava claro. Se todas as palavras de Alice não tinham me convencido, isso certamente tinha.
"Sim, exceto pelo fato de que Edward faz uma carranca toda vez que ele tem que abrir a geladeira."
Meus olhos pularam para Jasper bem a tempo de ver Alice estapear seu ombro. "Isso não ajuda em nada." Ela disse entre os dentes.
"Vocês dois estão brigando de novo?" Uma voz veio da entrada.
Eu sorri amarga quando vi Esme entrar na cozinha com Dr. Cullen logo atrás dela.
"Vovó Esme!" berrou Ashley da bancada. Ela colocou a colher agora limpa de lambidas na bancada e estendeu os braços para Esme.
"Princesa Ashley! Você está linda, pequena!" Esme exclamou, andando até lá e levantando a menina nos seus braços.
"É bom ver você de novo, Bella." Seu marido disse atrás dela.
"Olá, Dr. Cullen."
"Apenas Carlisle, por favor."
Eu sorri e assenti em resposta, embora eu me sentisse mais desconfortável nesse momento. Estar na cozinha dos Cullen parecia muito mais íntimo do que comer em um restaurante eventual. O bebê pareceu perceber isso também, por ele começar a se fazer presente chutando. (Bom isso foi uma explicação bem mais idealista para dizer que ele simplesmente sentiu meu próprio nível de ansiedade.)
Então eu ouvi um suave click eletrônico e vi um flash de luz.
Alice tinha pegado a câmera e estava tirando fotos. Sempre a baixinha mandona, ela disse para Esme levar Ashley para o outro cômodo então ela poderia tirar mais fotos que tinham "um plano de fundo decente." Jasper rapidamente seguiu, me deixando na cozinha sozinha com Carlisle.
"Eu fico contente de ver que você está indo bem, Bella."
"Obrigada."
"Eu sei que Esme já falou com você algumas vezes, mas eu também queria expressar para você, minha alegria de que você esteja sendo aberta a nos ver. Eu espero que você continue a nos deixar entrar na vida de vocês dois." Ele disse. Seu tom e linguagem corporal eram tão calmos, tão serenos, tão incrivelmente genuínos que eu podia sentir o impacto emocional nas fibras do meu coração.
Eu inspirei. "Aposto que você nuca teria imaginado que quando me disse que eu estava grávida, de que se tratava do seu próprio neto."
Carlisle riu. "Não, esse foi o pensamento mais distante da minha cabeça, na verdade." Ele me estudou de perto por um momento. "Você realmente não sabia que tinha uma ligação ali?"
"Não. Edward e eu nunca trocamos sobrenomes."
Ele suspirou, correndo seus dedos pelo seu loiro e desbastado cabelo – deve ter sido de onde Edward adquiriu esse hábito – e eu senti a necessidade de esclarecer as coisas. Todo esse calvário nos fazia parecer tão frívolos, irresponsáveis, e... "Você não enten... não foi assim." Eu exalei bruscamente. "Eu não consigo explicar isso direito."
"Você não tem que me explicar nada, Bella."
"Eu sei, mas eu não quero que você pense que o Edward é algum cara sórdido que sai por aí catando qualquer garota que ele puder, ele diz que não é assim, e eu não posso dizer se é verdade porque eu não o conheço realmente... E eu não quero que você pense que eu sou alguma vagabunda que..."
Carlisle levantou sua mão para me interromper. "Eu gosto de pensar que posso avaliar as pessoas melhor do que isso, Bella. Eu talvez não aprove como meu filho está lidando com essa situação agora, mas eu gosto de pensar que eu o conheço melhor do que isso." Ele mexeu a cabeça e fechou os olhos por uma fração de dois segundos antes de continuar. "E eu falei com você no meu consultório, isso você vai lembrar. Pela sua reação, eu não acho que poderia possivelmente ter a impressão de que isso é típico do seu comportamento tampouco. Eu não conheço você, Bella, mas eu acredito em você." Ele respirou fundo.
"Aproveitando o ensejo, eu sinto que devo me desculpar pelo comportamento do meu filho. Ele tem seus motivos, mas eu certamente nunca o tirei pelo tipo de pessoa que age dessa maneira. Antes de qualquer coisa, ele deveria pelo menos ter ouvido suas explicações e esperado pelo teste de DNA se ele estivesse cético. Mas desconsiderar completamente você e seus sentimentos do jeito que ele fez..." Carlisle mexeu a cabeça em negação. "Eu diria que eu sei que ele não está pensando muito claramente no momento, mas eu não quero inventar desculpas para ele. Eu apenas sinto muito mesmo, Bella."
"Os atos do seu filho não são sua culpa. Diabos, eu nem mesmo o culpo por sua reação inicial. O que ele devia pensar quando eu apareço da forma que apareci? Não foi o ideal e certamente não o que eu pretendia."
"Ele vai se redimir."
Eu neguei com a cabeça. "Eu não posso... Eu não acho que posso esperar por isso." Eu não disse a ele que vinha considerando contatar um advogado para acertar as coisas, então assim Edward estaria livre para seguir seu caminho.
Carlisle olhou para mim com olhos tristes. "É claro, você tem que fazer o que é melhor para você e seu filho."
Meu coração se partiu, e eu não sabia mais o que dizer. Nós simplesmente ficamos ali, olhando um para o outro por alguns minutos, meus olhos marejando com lágrimas, até Esme voltar para o cômodo anunciando que estava na hora dela e Carlisle partirem. Eles tinham um jantar com alguns amigos do trabalho de Carlisle.
Esme olhou para mim por alguns momentos, mas eu dei a ela um sorriso fraco e a disse que tudo estava bem. Ela e Carlisle me deram um abraço caloroso antes de irem, e eu peguei meu casaco antes de ir procurar Ashley, então nós poderíamos ir para a casa de sua tia. Tudo no que eu podia pensar era chegar em casa e cair na cama para um choro muito necessário e dormir um pouco.
Alice beijou minha bochecha. "Se divirta na casa da Tanya" ela disse. "Eu acho que você vai descobrir que ambas tem muito em comum. Você vai gostar dela. E não esqueça, eu vou chegar linda e cedo amanhã de manhã então podemos fazer algumas compras."
Nos despedimos, guiei Ashley para o carro assim poderíamos partir.
Eu estacionei meu carro à frente da casa de Tanya quase dez minutos depois, surpresa alguns grupos pegando doces eu vi nas ruas. Abrindo a porta traseira, passei pelo mesmo ritual anterior com Ashley enquanto ela tirava os inexistentes amassos de seu vestido e ajeitava sua coroa. Entreguei a ela o prato com os bolinhos que Alice havia mandado para Tanya e ela comerem a noite. Assim, ela começou a andar em direção a porta em passos muito mais lentos do que quando nós chegamos à casa dos Cullen; Ashley não queria tropeçar e derrubar a comida.
Abrindo o porta-malas, tirei a mala de Ashley e olhei em direção à casa onde eu podia ver por uma das janelas da frente o que parecia ser a sala de jantar. A mulher era linda, com o cabelo loiro morango preso em um rabo de cavalo, e ela estava rindo, seus olhos focados em alguém que eu não podia ver por esse ângulo. Ela se levantou, e eu vi que ela estava visivelmente grávida, sua barriga apontando bem mais do que a minha. Ela tinha de estar bem em seu último trimestre a esse ponto, e eu me encontrei quase invejosa do fato. Parecia que Alice estava certa, Tanya e eu tínhamos algo em comum. Do meu lugar atrás do carro, eu podia a ver sorrindo e falando enquanto pegava a mão de alguém e colocava sobre sua barriga.
Dei um passo em direção à calçada e olhei novamente para a janela, para ver seu conseguia enxergar a outra pessoa um pouco melhor pela pequena mudança de posição, e eu engasguei, largando a mala no chão.
Ele estava sorrindo amplamente, sua face iluminada com deleite e reverente admiração, enquanto ele pousava sua mão sobre a barriga de Tanya, claramente maravilhado com a sensação dos movimentos do bebê através da fina camada de tecido e pele.
Meu corpo ficou tenso, meu peito se dilatou, e lágrimas começaram a queimar minhas bochechas quando eu reconheci a pessoa com o cabelo bagunçado, cor de bronze. Esse era o exato mesmo rosto, o exato mesmo par de olhos que pertenciam ao exato mesmo homem que, quando tinha tocado minha barriga há um pouco mais de um mês, havia saltado para trás em horror.
N.t.: wew!!
Tenso né?? *limpa o suor da testa e respira fundo*
Eu seeei que o Edward é um babaca de classe maior e não existem motivos pra vocês amaram-no como eu o faço, mas podem tentar confiar em mim quando eu digo que essa fic vai ter um final feliz?!
Porque vai.
=)
Digam-nos o que acharam desse capítulo, sim?
;)
Lou.
