Então cá estou eu, atualizando na segunda feira. Não tenho dinheiro nem pra comer, mas estou gastando na lan house yay (deixa a mamãe saber : )
O capítulo é bem curtinho mesmo. Na verdade aqui tem DOOOIS capítulos, que eu juntei num só, pra dar um pouco mais.
Tamara, muuuito obrigada pelo seu review! É mto bom ver reviews grandes assim : ) A música é a someday mesmo, esqueci de mencionar o nome
Red Jane, desculpe de novo pelos capítulos, até juntei dois num só pra compensar e já postei na segunda xD
Eli, você vai ver em breve que fim deu a Kristina : )
É isso!
Cap. XII – ContatoA compra fora feita de um comércio de pequeno porte em São Francisco. Jane sugerira que fossem até lá juntos no dia seguinte, mas Lisbon alegou que precisava continuar cuidando do caso do senhor Morris. O que era verdade, já que saídas desse tipo, sem falar aonde ia, não costumava apetecer Hightower. Ainda mais com um caso sem solução pra ser resolvido.
Assim, Jane fora sozinho, dirigindo seu Citroën e seguindo o endereço que a pesquisa de Lisbon lhe dera.
Oakland e São Francisco são separadas apenas por uma ponte, que atravessa a baía de São Francisco, então era pero. Cerca de duas horas depois que saíra de casa, já estava na cidade, vagando pelas ruas atrás do lugar correto.
E não foi muito difícil. Até porque, Jane era ótimo em encontrar coisas. Estar perdido não era muito normal para ele.
O número indicado no papel era de uma farmácia. Ele estacionou e não pôde evitar de olhar para os lados, pensando que talvez encontrasse Kristina vagando pelo local, o que não aconteceu.
Entrou e foi falar com uma atendente. Tinha mais facilidade em fazer mulheres cooperarem.
- Bom dia, meu nome é Patrick Jane e trabalho para a CBI. – ele mostrou algo que parecia um distintivo, mas era seu crachá de consultor – Há alguns dias, uma mulher entrou nessa farmácia e gastou trinta dólares com seu cartão de crédito. Eu preciso saber se isso confere.
A mulher ficou um tanto quanto assustada. Disse que não podia responder isso e que chamaria a gerência pra conversar com ele.
Patrick repetiu a mesma história para o gerente. O homem parecia desconfiado, e até pediu para ligar para os superiores de Jane. Mas ele soube sair da situação.
- O senhor está dificultando a investigação. Só estou pedindo para checar as fitas de segurança desse dia. Os agentes da CBI têm mais o que fazer do que dar satisfação pra gerente de farmácia.
O homem encolheu os ombros, demonstrando sua insegurança. Agora ele se achava um completo idiota por desconfiar de um agente federal.
- Nós vamos buscar as informações que o senhor precisa. – ele disse, saindo imediatamente.
Dali vinte minutos, Jane estava assistindo a fita de segurança do dia da compra. No registro de Lisbon, estava marcado também a hora. Então foi bastante fácil localizar o momento em que alguém passava o cartão de Kristina.
E era a própria. Jane gelou ao vê-la agindo com tanta naturalidade. Ela fora até o balcão, pediu por algo e pagou, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Como se não estivesse sendo perseguida pela polícia da Califórnia.
- O que ela comprou? – perguntou Jane.
O gerente buscou o registro no computador e imprimiu os dados da compra. Em seguida entregou a Patrick.
Era um único item.
O único item que faria o coração de Jane dar um salto.
Jane dirigiu muito mais rápido na volta do que na ida. Precisava mostrar aquele recibo pra Lisbon imediatamente.
Não demorou muito mais que uma hora para chegar à CBI.
Lisbon conversava com Rigsby, Cho e Van Pelt em sua repartição. Aparentemente, sobre o caso do senhor Morris. Ele entrou apressado, arfando, mostrando o recibo.
Lisbon o encarou com estranheza, mas a saber que provavelmente se tratava do caso Kristina, se assustou e foi até ele.
Mas antes que tivesse a chance de mostrá-lo, o telefone tocou. Ela se interrompeu para atender. Jane praguejou, mas esperou sentado.
Tudo que Lisbon disse foi um alô. Então, quem quer que fosse que estivesse do outro lado, a paralisou.
Os demais logo perceberam e foram até ela. A primeira reação de Lisbon, após o choque, foi colocar no viva-voz.
- Lisbon? Eu gostaria muito de falar com o Patrick.
Era Kristina Frey. Não havia a menor sombra de dúvidas disso.
Jane também ficou chocado demais para responder, por alguns segundos.
- Kristina?
- Patrick!
Lisbon sentiu algo contrair seu estômago. Percebeu que não seria capaz de ouvir aquela conversa. Então simplesmente fez seu trabalho e começou a trabalhar em localizar de onde a chamada estava sendo feita.
- Onde você está? – ele perguntou.
Os demais faziam um silêncio sepulcral.
- Não posso dizer isso, desculpe.
- Não acha que é arriscado demais ligar para o telefone da CBI?
- Peça a Lisbon para evitar o trabalho de tentar localizar a chamada. Se continuar, só vai chegar a alguma província na China. Não é que eu tenha feito algo errado, mas eu entendo que agora estejam atrás de mim.
- Kristina, você está com Red John?
- Não. Por Deus, não!
- Ele conseguiu te pegar depois que fugiu?
Ela não respondeu por um tempo.
- Não quero falar sobre isso. Não com o telefone no viva-voz.
- Kristina, eu preciso saber.
Novo silêncio.
- Sim. Ele me pegou. Eu… - a voz tremeu – eu fui estuprada. Mas fugi. Se era isso que queria saber.
Jane começou a respirar mais alto. Olhou para Lisbon, um tanto quanto aterrorizado. Mas ela não parecia ter ouvido o que foi dito. Ela estava concentrada em seu computador.
- Por que o contato repentino?
- Quero oferecer ajuda com o caso de John Morris.
- O que você pode saber sobre isso?
- Ligo amanhã pra saber se aceitam minha ajuda.
Ela desligou logo em seguida.
Ok, let's get this party started : )
