REEEEEEEEED JOHN
FIGHT!
auhSASUhasuhAS ok, parei.
Eli, bichina gravid sim. É, tensidão.
Red Jane, com certeza você não é a única que pensa assim. E quanto a Lisbon não saber do estupro, se for ler de novo, vai ver que ela não ouviu quase nada do que a Kristina falou. UShasuh se vestir de Red John é uma boa. Bora fazer flash mob red John (y)
Tamara, posto hoje sim. Hahaha é, a Kristina tá provocando as fãs Jisbon, e essa é uma turminha perigosa USHAsuh
Cap. XVII – RoyLá pelo meio da semana, Richard Dent havia recebido sua sentença: pena de morte.
Lisbon não falava com Jane. Ao menos não mais do que o estritamente necessário. Parecia evitá-lo a todo custo. Por isso ele sequer teve oportunidade de contar sobre o encontro com Kristina. De qualquer forma, ele estava disposto a manter isso em segredo. Tinha seus próprios planos.
E estava bastante contente com eles, a propósito. Animado, ele cantarolava pelos corredores. Para a equipe, o motivo era óbvio: Kristina. Não tinha como não ser. E Lisbon também tinha essa idéia da felicidade de Jane. Não compreendia, entretanto, como ele pretendia se encontrar com ela num futuro próximo. Não sabia do último contato dos dois, então pensava que a mulher ainda era foragida.
E ele parecia feliz demais para perceber que Lisbon estava furiosa. Raiva para esconder a tristeza humilhante que se apoderava dela.
Mais para o fim da semana, Jane começara a ficar cada vez mais ansioso com o encontro, que seria no sábado.
Na sexta, Lisbon decidiu, de uma vez por todas, perguntar o motivo de tanta felicidade.
"Um recomeço, Lisbon. Um recomeço. Tudo vai ficar mais fácil. Você não vai precisar arriscar seu emprego por mim."
E nem se dava ao trabalho de dizer que agora as coisas não dariam certo mais. Não pra ela. Que se exploda o emprego, não foi ela quem disse que se importava mais com ele?
Mas a pior parte da semana foi quando Lisbon o ouviu conversando com Kristina.
Primeiro veio o choque, e aquela contração no estômago. Depois ela pensou em ir até ele e dizer que ia rastrear a chamada. Mas quando percebeu do que estavam falando, não foi capaz de ter uma mínima reação.
- Kristina, eu quero esse filho. Eu tenho direito. Esse seu filho é a minha chance de pôr um fim ao meu sofrimento. Eu quero te apoiar, vou te proteger. Ele tem direito de ficar com a mãe, claro. Farei o possível para que tudo fique bem.
Lisbon chorou naquela hora e chorou mais durante a noite. Noite a qual não dormiu.
Ele sequer se dava ao trabalho de falar com ela.
No sábado, Jane sumiu. Lisbon tentou não dar importância a tal fato. Ele sequer viera trabalhar. Mas isso não era muito anormal. Não era a primeira vez. Ele costumava só aparecer nos sábados em que havia casos abertos, e o de Morris já estava fechado.
Então, no fim, só ela tinha algo pra fazer.
Ficar sentada em frente seu computador, digitando os dados do processo.
Ela reviu cada pista que haviam seguido, cada detalhe do caso. Anotou passo a passo no formulário.
Então ela leu, quase no começo, o depoimento da mãe de John Morris. Ela dizia que era segredo que o filho seria contratado pela emissora.
Era segredo que seria contratado, e provavelmente muito mais segredo que, na verdade, tinha recusado. Só quem sabia disso era o pai de Morris, o dono da companhia de teatro e o próprio John. Não Richard Dent.
Lisbon fechou todos os arquivos e saiu correndo de seu escritório. Não disse a ninguém onde ia, simplesmente correu.
Subiu no carro e dirigiu à velocidade que Jane dirigiria.
Foi direto à prisão municipal, onde Dent estava.
Mostrou seu distintivo e pediu para ver o preso. Os guardas a levaram à cela particular onde ele aguardava a pena de morte.
Ela ficou de frente para ele, que estava deitado na cama, abatido.
- Senhor Dent?
Ele levantou a cabeça e olhou para ela.
- Meu nome é Teresa Lisbon, sou do CBI.
- A equipe responsável por me colocar aqui? Muito prazer.
- Você matou um homem. Você se colocou aí.
- Diga logo o que quer.
- Quero saber quem te falou que John Morris ia recusar o emprego na emissora em troca do seu papel.
- E o que eu ganho com isso?
- Se for comprovado que você foi levado a cometer o crime, talvez eu possa recorrer da sua pena de morte.
Ele se levantou de imediato e olhou diretamente para Lisbon.
- Roy! – ele bradou – O nome dele é Roy!
- Roy…? Do que?
- Roy Tagliaferro!
Em outras palavras, Red John.
Lisbon, como policial, não devia, mas usava o telefone enquanto dirigia. Ligava insistentemente para Jane. Tocava, mas ninguém atendia. Na quinta tentativa, o xingou e desistiu. Decidiu ir procurá-lo em sua casa.
No caminho, ainda ligou para Joe Morris, o pai do morto, que já havia sido liberado pela polícia.
- Senhor, eu gostaria de saber como tinha tanta certeza de que o senhor Tyler tinha matado seu filho.
- Um homem tinha me ligado, na época. Disse que meu filho estava morto e que o assassino era Tyler.
- Disse o nome?
- Precisei insistir, mas disse. Roy Tagliaferro.
Na sua cabeça não restava dúvidas do envolvimento de Kristina com Red John. Tudo era muito óbvio: ela usaria do filho que esperava de Jane para atraí-lo. Quem sabe, nesse momento, o consultor já não estivesse indo atrás dela.
Mas ela rezou para que ele tivesse usado de sua inteligência para perceber a armadilha. Desejou encontrá-lo em sua casa. Bem, e perguntando o por que da visita num sábado. Ainda que estivesse brincando com seus sentimentos, ainda que não tivesse tido coragem suficiente pra dizer que ia ter um filho com Kristina.
Ela parou em frente à casa de Jane. Tocou a campainha três vezes, cada vez mais apreensiva.
Que se exploda as regras, aquilo era uma emergência.
Lisbon chutou a porta com a arma em punho. A casa estava completamente apagada. De certo, Jane não estava ali.
Ela acendeu as luzes e procurou qualquer indício de seqüestro. Porém nada encontrou.
Tentou ligar para o celular dele de sua própria casa, pra ver se, pelo menos achando estranho o número, atendia, mas não houve resposta.
O único meio de comunicar-se com Jane que Kristina dispunha era o telefone. Então não custava nada olhar a caixa postal do consultor.
A luz vermelha acesa sobre a mesma indicava que havia mensagens. Ela apertou um dos botões e aguardou.
"Senhor Patrick Jane, sua encomenda será entregue na quarta feira, como combinado. Obrigada pela preferência."
Ela ficou um tanto quanto frustrada, mas continuou ouvindo.
"Jane, é a Kristina." Lisbon congelou " Liguei pra marcar o local e o horário para nos encontrarmos. Edifício Luther, em São Francisco, às três da tarde. Décimo andar, apartamento 1025".
Lisbon olhou no relógio. Era uma da tarde. Precisava correr se quisesse chegar no tal prédio antes que Jane. Era a única forma de salvá-lo.
Aliás, pela mente de Lisbon também correu a idéia de Kristina ser simplesmente inocente e, às três horas, ela o esperar por uma tarde de sexo.
Nas duas hipóteses Lisbon estava disposta a correr para salvá-lo.
No caminho, discou para o número de Jane outras tantas vezes, mas ele parecia simplesmente ignorar o toque.
Na décima tentativa, ela começou a chorar, pois admitira a possibilidade dele já ter encontrado Red John.
A parte do "Nas duas hipóteses Lisbon estava disposta a correr para salvá-lo" foi uma piadinha marota UhasushaushASUH.
Ok, agora o negócio esquenta e só para no fim : )
