A viúva Lady Bartlett levantou os olhos da bandeja de seu café da manhã e disse:

- Por que não há um criado nessa casa que consiga seguir uma simples instrução? Pedi um ovo poché, e o que me trazem? - levantou o ovo marrom com sua colher de prata e, para ilustrar o que dizia, bateu-o de encontro à bandeja que continuava em seu colo. - Escutem isso – disse ela. – Completamente duro. Não acham que, se eu quisesse um ovo duro, teria pedido um?

Bella ficou hesitante. Sabendo que a mãe não se sentira bem na noite anterior, esperou até de manhã para perturbá-la com más notícias. Mas parecia claro que aquela também não era uma boa hora. Será que haveria um bom momento para dizer à mãe que quinhentos convites de casamento tinham de ser anulados? Provavelmente, não. Bella suspirou profundamente e disse:

- Mamãe, aconteceu uma coisa horrível.

- Mais do que meu desjejum estragado? Nem consigo imaginar.

Embora ela estivesse recostada na cama enorme que dividia com o marido até ele ter sido levado por um acidente vascular cerebral, Lady Bartlett não se mostrava mais temível que o habitual. Sempre fora uma mulher bonita, e mesmo agora, nos seus quarenta, ainda chamava bastante a atenção, e não necessariamente só por causa de suas posses. A fortuna que seu amado marido deixara para ela e os filhos era considerável, mas havia muitos cavalheiros que, mais do que por sua herança, se sentiam atraídos por seus penetrantes olhos azuis, que apesar das leves rugas que exibiam nos cantos, ainda eram considerados os mais belos olhos da Inglaterra.

Lady Bartlett, no entanto, nada tinha a ver com esses cavalheiros. Ela afirmava isso porque ainda não havia superado a morte do conde, dois anos antes, mas Bella suspeitava que a mãe preferia representar o papel de viúva rica.

- Bem... - disse Lady Bartlett, estreitando aqueles belos olhos para a filha, que lamentavelmente não herdara nem sua pele branca, a de Bella tendia para um leve bronzeado, nem os olhos azuis. Os dela tinham aquela sombra desgraciosa do marrom, sem nenhum toque interessante de mogno ou ferrugem. - O que é?

Bella estava ali de pé, girando o anel que James lhe dera, que pertencera a avó dele. Era lindo, todo de ouro e com uma grande safira no meio, tão azul quanto os olhos de James. Bella sabia que agora teria de devolvê-lo a ele, e não estava tão triste por isso como achava que devia estar. O anel era muito antigo e valioso, e ela estava com receio de que pudesse perdê-lo, o que costumava ocorrer com seus próprios pertences.

- Trata-se de Lord Winchilsea - disse Bella, incapaz de enfrentar o afamado olhar direto e penetrante de Lady Bartlett – Receio que ele esteja me traindo, mamãe.

O olhar de Bella se desviou para o vidro de sais à cabeceira da cama. Ela estava perfeitamente preparada para usá-lo no momento em que a mãe perdesse os sentidos. Mas Lady Bartlett não desmaiou. Em vez disso, muito calmamente, pôs-se a passar manteiga numa torrada. Bella ficou pensativa.

- Oh, minha querida - disse Lady Bartlett, depois de dar uma boa mordida na torrada. - Bem, que infortúnio!

Bella não tinha certeza se ouvira bem o que a mãe havia dito e repetiu, levantando um pouco a voz:

- Infortúnio? Foi isso que disse, mãe?

- Não precisa gritar, Isabella. E já pedi a você e a seu irmão que não me chamem de mãe. Você sabe como isso soa vulgar. Tudo bem que falassem assim quando vivíamos em Cheapside, mas agora... – disse,estremecendo ligeiramente - E realmente penso que é um infortúnio, sim. Achava que o marquês teria mais bom senso, não lhe atirando isso no rosto – disse, espalhando geléia na torrada. – Também pensei que você tivesse mais juízo, Bella, não se aborrecendo por algo tão banal.

- Banal? - Bella explodiu – Banal? Eu o segui! Vi meu noivo com... com outra mulher! Não quero ser indelicada, mas eles estavam... bem, compartilhando um momento. – A mãe de Bella era uma mulher organizada, não gostava de desordem e achava que o corpo humano era uma coisa muito suja. Por isso, falava de suas várias funções o mínimo possível, e principalmente evitava qualquer referência a funções desempenhadas na intimidade de um bodoar. Em respeito a isso, Bella não elaborou nenhuma referencia àquilo que vira o noivo fazendo. Para ela, bastava afirmar significativamente: - Um momento, mamãe.

- Oh, querida - disse Lady Bartlett, afundando novamente nos travesseiros. - Minha pobre Bella! - Então, como para reanimar-se, ela disse - Bella, querida. Sei que você deve estar muito magoada, mas está na verdade levando isso muito a sério. Não pode achar que um homem como o marquês não teria uma amante.

- Uma amante? – repetiu Bella. Lágrimas, que haviam sumido por muito tempo de repente pareciam brotar todas de uma vez e em grande quantidade, que era quase como se para compensá-la pelo tempo perdido, inundando sua visão e mergulhando-a numa sensação desagradável, como se estivesse se dissolvendo. - Uma amante? Não, eu nunca pensei que James tivesse uma amante. Por que deveria? E por que teria? Para que ia querer uma amante quando tinha a mim?

Ao dizer "a mim", Bella desabou completamente e atirou-se na cama da mãe, fazendo balançar o café que estava na bandeja. Lady Bartlett levantou a xícara para evitar que os soluços da filha o derramassem na cama

- Agora, querida - disse Lady Bartlett, enquanto com a mãe livre alisava carinhosamente o cabelo da filha, que havia se desarrumado – Não leve isso tão a sério. Sei que para você deve ter sido um choque, e me culpo por isso. Simplesmente achava que você sabia. Não tinha idéia de que fosse tão inocente, Bella. Mas veja, querida, é assim que homens como o marquês fazem as coisas. É o que todos esses nobres fazem, sabe? Mantêm as amantes à parte.

- Papai não era assim - disse Bella, nervosa, sob o acolchoado.

- Bem, é claro que seu pai não fazia isso, Bella. Ele me amava - Lady Bartlett disse isso como se a filha ainda não estivesse em condições de perceber. Mas é claro que ela entendia tudo perfeitamente bem. O pai de Bella era completamente devotado a sua pequena família, mas em especial à esposa, que ele sempre afirmava ter disputado com seus pretendentes. Por que ela o escolhera, Lord Bartlett sempre cismara nisso, ele não podia adivinhar, embora Bella estivesse absolutamente certa de que os olhos de sua mãe eram não apenas bonitos, mas também muito sábios. Ela sabia perfeitamente que o jovem Charles Swan estava destinado à grandeza. E ele não a desapontara, exceto talvez por não ter vivido tempo o suficiente para ver os netos... Se ela ou Jasper viessem a ter algum filho, o que a essa altura Bella estava começando a duvidar.

- Amantes não eram absolutamente a questão em Cheapside – disse Lady Bartlett. – Seu pai era diferente, Bella. Ele recebeu seu título um tanto tarde na vida. Não havia nascido nobre, como o seu marquês. E aí está a grande diferença: ter nascido nobre.

- Ele não é "meu"marquês – disse Bella ainda mais nervosa, deitada ali ao lado da mãe. – Não é mais.

- Não seja ridícula - disse Lady Bartlett - Lord Winchilsea continua sendo seu, Bella.

- Não é verdade - Bella respondeu - Eu não o quero.E você sabe que ele só me quer por causa de meu dinheiro, mamãe.

- Bella, como pode dizer isso? Depois do que ele fez por seu irmão...

Bella levantou o rosto banhado em lágrimas e disse:

- Sei o que ele fez por Jazz, mamãe! Como poderia esquecer? Sou lembrada disso toda vez que olho para Jasper. Se não fosse por James...

- Seu irmão estaria morto - Lady Bartlett terminou a frase pela filha - E agora você é ingrata o bastante para dizer que não se casará com ele, apenas porque ele cometeu um pequeno deslize...

- Ingrata não - Bella declarou, enxugando as lágrimas com as mangas do vestido. - Sou muito grata pelo que ele fez por nós, mamãe. Só não vejo... simplesmente não vejo por que...

- Além disso - disse Lady Bartlett, como se Bella não estivesse falando. – E mesmo se nós não devêssemos a vida de Jazz a ele, é muito tarde para desistir agora. Os convites já foram enviados

Bella respirou fundo e disse:

- Poderíamos pôr um anúncio no jornal cancelando o casamento.

Lady Bartlett depositou de novo a xícara de café na bandeja, sem muito cuidado, derramando um pouco mais de café.

- Pôr um anúncio no jornal? – ela repetiu. – Isabella, você perdeu o juízo? Não lhe ocorreu que se fizéssemos tal coisa, o marquês estaria no pleno direito de mover uma ação legal contra nós? E você tem alguma idéia do tipo de falatório que isso geraria? Meu Deus, todos nos considerariam as criaturas mais ingratas deste mundo...

- Ação legal? - perguntou Bella balançando a cabeça - Mas para quê? Ele é que estava com a língua na boca de outra pessoa, não eu.

Ao ouvir isso, Lady Bartlett teve um arrepio de desgosto, mas foi resolutamente em frente, como um soldado abrindo caminho num campo de batalha coberto por corpos de seus companheiros tombados. Então perguntou:

- E você está preparada para fazer tal afirmação diante um tribunal civil, jovem dama? Está preparada para se humilhar, ao admitir isso publicamente? Você imagina, minha querida, que qualquer garota que estivesse mal do juízo para admitir tal coisa algum dia receberia, de alguém respeitável, outra proposta de casamento?

Bella sentiu uma nova onda de lágrimas inundar seus olhos.

- Mas...

- Certamente não. Além de a acharem a jovem mais ingrata e dura, abandonando no altar o homem que salvou a vida de seu irmão, seria a garota mais ridicularizada de Londres. Nunca encontraríamos ninguém nem remotamente apropriado para você. Vai morrer uma solteirona.

Para Bella, isso não soou um destino tão terrível, considerando que a alternativa era casar com um homem que não tinha nem um pouquinho de amor por ela.

- Não deveria me importar com isso – disse ela. – Conheço algumas mulheres velhas... bem, solteironas, e muitas delas parecem levar uma vida plena, desenvolvendo bons trabalhos para os pobres e esforçando-se para acabar com os asilos* e...

Lady Bartlett estava pálida ao perguntar:

- O que, em nome dos céus, você andou fazendo, misturando-se com mulheres assim? Senhor, isso é coisa de Allie, não é?

Bella não estava nada satisfeita e disse:

- Isso não tem nada a ver com Allie! Você sabe perfeitamente que durante algumas manhãs assisto às palestras no...

- Nenhuma filha minha – disse Lady Bartlett, fixando em Bella um olhar muito severo - vai ficar solteirona! Bom Deus! Seu pai vai dar voltas no túmulo diante esse simples pensamento. Tivemos de economizar muito para educá-la, antes que ele fizesse fortuna, para hoje você ir a esses seminários de senhoras. Se você acha que vou deixar que tudo se perca... – a voz de Lady Bartlett se calou ameaçadora.

Bella não podia evitar a expressão muito zangada que exibia. Com certeza nunca pedira para ser mandada para escolas caras e exclusivas, uma insistência dos próprios pais, nem desfrutara o tempo que havia passado nelas. As outras garotas – uma delas Lady Victória Sutherland, que estava alguns anos adiante de Bella – não foram muito receptivas com a "nova-rica" de Cheapside, como todas a chamavam... exceto Allie, é claro, em quem Bella encontrara uma colega simpática.

Apesar disso, tinha de admitir que sua formação escolar, às vezes, havia sido útil. Ela agora sabia como dizer "por favor, pare de bater em seu cavalo" em cinco idiomas.

- Bella, o fato é que - prosseguiu Lady Bartlett, sem notas a carranca da filha -, como sempre, você está se preocupando por nada. Deveria é estar agradecida.

- Agradecida? – perguntou, chocada.

- Certamente. O fato de Lord Winchilsea ter uma amante significa que ele não vai lhe pedir que faça nada... bem... desagradável.

Bella estreitou os olhos, perguntando-se o que a mãe teria querido dizer e sabendo que seria inútil lhe perguntar. Lady Bartlett só desandaria a falar confusamente e ficaria vermelha, como costumava fazer sempre que Bella lhe fazia alguma pergunta sobre sexo. E uma mulher achava "desagradável" enfiar a língua na boca de alguém? Lady Victória certamente não parecia demonstrar que pensasse assim. E montar num homem e cavalgá-lo como se ele fosse um cavalo era "desagradável"? A aparência de Lady Victória era a de quem estava gostando imensamente daquilo.

Era por não fazer esse tipo de coisas com ela que Bella deveria agradecer a Lord Winchilsea?

- Agora – disse sua mãe, animada. -, recomponha-se, Bella. Recebi uma carta dos Newton, desculpando-se pela ausência, o que significa que podemos escolher alguém da lista B para pôr no lugar. Quem você prefere: os Call ou os Uley? Os primeiros devem lhe dar um presente mais bonito, mas os Uley possuem uma propriedade no campo onde o Príncipe de Gales se hospeda freqüentemente.

Não acreditando no que estava ouvindo, Bella encarou a mãe, horrorizada.

- Mãe - disse -, não posso me casar com um homem que só está se unindo a mim por causa de meu dinheiro. Você sabe que não posso.

Lady Bartlett, piscando os lindos olhos, disse um tanto indignada:

- Isabella Marie Swan, o que a faz pensar que o marquês só esta se casando por causa de seu dinheiro?

- Oh, não sei - disse Bella, nervosa - Talvez seja porque o vi na noite passada com as pernas de outra mulher em volta de sua cintura!

Lady Bartlett ficou pálida, e Bella se deu conta de que tinha ido longe demais.

- Isabella Swan! – gritou a mãe.

- Bem – disse Bella choramingando -, é verdade.

Recuperando a serenidade, Lady Bartlett disse, ocupada com seu robe:

- Eu podia pensar, Isabella, tendo em vista os romances que encontrei em seu quarto, que você, mais do que ninguém, dificilmente acharia tal cena muito chocante.

- Essa não é a questão, mamãe. James só quer se casar comigo por causa do meu dinheiro - disse Bella, entredentes. - Sabe disso tanto quanto eu.

- Se isso for verdade - disse Lady Bartlett -, só posso dizer que a culpa é sua, Bella.

- Culpa minha?– perguntou Bella, levantando a voz - Como é possível que isso seja culpa minha?

- Se ele não a ama, é comente porque você não se esforçou o suficiente para isso. Os homens não se apaixonam sem mais nem menos, Bella. Eles precisam ser estimulados. E não percebi você fazendo absolutamente nada no que diz respeito ao marquês.

- Mamãe...

- Você está apaixonada por ele?

- O que? – disse Bella, boquiaberta.

- É uma pergunta simples, Bella. Você está apaixonada pelo marquês?

Bella voltou a fechar a boca e engoliu seco, dizendo:

- Achei que estava. Quero dizer, até a noite passada. Como eu não estaria? Ele é... - sua garganta fechou, e ela não conseguiu prosseguir.

- Ele é muito charmoso - disse Lady Bartlett, astutamente. - E não apenas charmoso, mas bonito e incrivelmente corajoso. O modo como ele perseguiu aqueles assaltantes que atacaram seu irmão naquela noite...

- E impediu que Jazz se ferisse ainda mais – Bella murmurou. Ela já ouvira a historia tantas vezes, que chegou a decorá-la. – Com seu próprio lenço, evitou que ele sangrasse até a morte, esperando que o médico chegasse. E ficou conosco durante todo o tempo de recuperação de Jazz.

- Isso mesmo - disse Lady Bartlett, entusiasticamente. – Ele salvou a vida de seu irmão. É claro que você está apaixonada por ele. Como poderia não estar? – estendeu o braço e deu uns tapinhas carinhosos na mão da filha. – Eu mesma não seria capaz de resistir a ele se tivesse sua idade. Assim, receio que você vai ter de enfrentar os fatos, Bella. Vai ter de lutar por ele.

- "Lutar" por ele? E exatamente como você sugere que eu faça isso, mamãe? Desafiando sua amante para um duelo?

Lady Bartlett franziu o cenho.

- Lembre-se do que eu disse sobre o sarcasmo, senhorita. Não há nada menos atraente numa dama. Com lutar por ele quero dizer: use as armas que Deus lhe deu. Seu cérebro, apesar das bobagens com que o tem alimentado, é bom. E seu corpo, que é igual ao meu quando tinha sua idade, do qual eu me aproveitava para segurar seu pai, que descanse em paz. Esses pequenos conselhos que estou lhe dando são muito importantes, Bella. Você deve registrá-los num papel. Não quer ir buscar uma folha de papel?

Caroline também franziu a testa para a mãe, dizendo:

- Não. Está dizendo que eu devo me atirar para cima dele?

- Meu Deus! - exclamou Lady Bartlett olhando para o alto. - Não, Bella. O que quero dizer é que você deve pôr em prática alguns truques femininos. Você sabe como.

- Eu...

- Você sabe como. Toda mulher sabe – então olhou para a bandeja de café e sorriu. – Sei que ele é bonito, Bella, e que é um marquês. Mas você deve ter em mente que, em tudo, é tão bonita como ele tem boa aparência. Bom, quase isso. E seu pai era conde.

- Mãe – disse Bella com impaciência -, papai só se tornou conde porque a rainha ficou agradecida por ele ter instalado um novo encanamento no palácio.

- Novo e revolucionário encanamento – Lady Bartlett lembrou à filha. – Que permitiu que a rainha tivesse água quente quando assim o desejasse, apenas girando a torneira, o que não foi uma façanha pequena num edifício tão velho como era o palácio. Isso não é coisa sobra a qual se fale com desprezo, Isabella. Seu pai era um gênio nessa matéria.

Bella olhou para o teto.

- Sei que papai era um gênio, mãe. Mas o titulo de papai e o de James são um pouco diferentes. Você deve admitir isso.

- Maçãs e laranjas, Bella. – disse Lady Bartlett dando os ombros. - Maçãs e laranjas. Agora vá. Tenho de me vestir. Oh, Bella!

Bella, que relutantemente se levantara da cama e fora até a porta, voltou os olhos para sua linda mãe, tão pequenina, tão sozinha e aparentemente frágil naquela cama enorme.

- Sim.

- Lembre-se de que a vida não é uma revista de contos. – disse Lady Bartlett com um sorriso radiante – Na realidade, finais felizes, como o nosso, de seu pai e meu, são na verdade muito raros.

Bella assentiu, mas no íntimo estava pensando furiosamente: "Vamos ver! Vamos ver exatamente como será isso, não vamos?".

. . . .

*- Abrigo para pessoas incapazes de se sustentar, onde os fisicamente aptos, adultos ou crianças, eram obrigados a trabalhar.


Desculpem a demora. Sei que eu prometi postar quase duas semanas atrás, mas meu boletim chegou e, bom, ele nao está lá muito bom. haeuaheuaehaeuhe e eu tive que ficar fazendo trabalhos de recuperação e estudando para a recuperação.

Então, como nessa semana eu vou estar fazendo as provas, provavelmente nao vou postar até sexta ou sabado. Mas posso fazer um esforço se voces cooperarem :D

Bom, falando do capitulo, espero que tenham gostado. Não é o meu favorito, mas é importante para a decisão da Bella.

O proximo é bem... diferente, no minimo. Então comentem! hauehauheuaeh

Beijos amorzinhos, falo com vces no final da semana.