Notas iniciais:
- Naruto não me pertence.
- Ruivo divo dando o ar da graça. 3
- Iria postar ontem à noite, mas minha viagem atrasou, tive alguns probleminhas em casa, enfim, sem mais delongas, boa leitura!
Capítulo O3 – O despertar
"Em minha vida,
Em meus pensamentos,
Em minhas lembranças
Por que sei que estás aqui, em meu interior..."
Sakura acordou assustada, no meio da noite. Desde a sua briga com Sasuke, há cinco dias, ela não dormira bem nenhuma vez. Sua mente era povoada por medo e insegurança. Medo do que ele poderia fazer com ela depois da discussão e do tapa. Medo de nunca mais conseguir conquista-lo.
Porém, nesta noite, o pesadelo foi um pouco diferente. Sonhou que Sasuke estava tentando matar ela e Naruto. Quando a jovem estava quase perdendo as forças, lutando contra o vingador ao lado de Naruto que já estava desfalecido aos seus pés, Sasuke foi envolto por areia e morreu. Ela sentiu braços quentes e fortes a amparando, antes de cair na escuridão.
Acordou assustada, sentindo o mesmo aroma que o do sonho. Amadeirado, adocicado, entre a canela, cravo e outra especiaria que ela desconhecia. Ficou alguns minutos rindo após relembrar o sonho tolo e surreal que tivera.
Resolveu sair da cama, já que não voltaria a dormir. Ainda era meio da noite. Então resolveu arrumar o quarto, tomar um banho demorado e relaxante, em seguida, fez um rápido desjejum e procurou um livro para ler enquanto não amanhecia o dia.
Com leitura, o tempo passa voando. Quando Sakura deu por si, estava quase se atrasando. Largou o livro na mesa de centro próxima ao sofá, dobrou a manta que trazia consigo, se espreguiçou e rumou ao quarto para se trocar.
- Hoje é um belo dia para salvar vidas. – Sorriu ao observar o sol, já forte e imponente no céu, sem nenhuma nuvem.
Após colocar roupas simples para o trabalho, guardar seu jaleco limpo em uma maleta, juntamente com o seu estetoscópio, esfigmomanômetro, termômetro, caderneta e utensílios, os quais carregava na maleta por precaução, rumou para o hospital.
Na rua passou por civis que a cumprimentaram com um sorriso no rosto, uma pequena criança a abraçou, o que a emocionou e deixou feliz. Em seguida encontrou com a amiga, Ino, no lugar combinado de sempre.
- Bom dia Sakura. – A loira sorriu.
- Ino. Bom dia. – Cumprimentou respondendo o sorriso e com um abraço rápido.
- Nossa, que cara é essa? Parece que não dormiu nada.
- Não dormi. – Riu. – Tive um pesadelo estranho, perdi o sono.
- E esse pesadelo envolvia um moreno, acertei? – Comentou, cutucando a amiga. Sabia que Sasuke era o motivo das olheiras da rosada. – Soube o que houve no quarto dele, mas queria saber de ti.
- Sim. – Sakura revirou os olhos, já estava esperando Ino abordar o assunto, pois ainda não tinha contado para ela. – Outro dia eu conto.
Logo mudaram de assunto e foram conversando até chegar ao hospital e ambas se separarem. Sakura estranhou Ino não insistir, do jeito que a amiga era curiosa, mas não perguntou nada.
Ao chegar ao consultório, Sakura colocou o jaleco, arrumou a roupa e a maquiagem leve nos olhos, estava organizando e lendo prontuários de consultas marcadas do dia, quando ouviu leves batidas na porta.
- Entre.
- Com licença. – A porta foi a aberta por uma cabeleira loira, Sakura sorriu ao ver a pessoa. – Bom dia Sakura.
- Bom dia Temari. – Sakura levantou, recebendo a amiga e a cumprimentando.
- Desculpa vir te incomodar. Você tem um tempo?
- Não é incomodo, imagina. Tenho sim. Está tudo bem?
- Comigo, tudo. Mas eu estou preocupada com o Gaara. – Via o receio e tristeza nos olhos da irmã Sabaku.
- Entendo. O estado do Gaara não é simples, mas logo ele vai melhorar. Ele é forte. Temos que confiar no Gaara. – Sorriu doce, confortando a amiga.
- Ele vai acordar, não é?
- Vai. O estado dele é grave, mas está estável. Eu induzi o coma para que ele pudesse se recuperar melhor e completamente. Hoje está marcado outro exame mais complexo, para avaliar o estado e a recuperação.
- E se estiver tudo bem? – Ela perguntou ansiosa.
- Ele vai acordar. – Sorriu a ninja da folha. Esperava a recuperação de Gaara há dias, mas todos os exames nunca eram completamente satisfatórios.
- Que horas vai ser? – Questionou animada.
- A tarde, logo depois do almoço. Mas não podem estar presentes no quarto. No entanto, eu deixo você e o Kankuro ficarem a espera no corredor, se tudo correr bem vocês entram. – Sorriu.
- Certo. Vou falar com o Kankuro. Obrigada Sakura.
- Imagina. Vocês querem almoçar comigo? Já os coloco a par de tudo e colocamos a conversa em dia também. – Sorriu cúmplice para a loira, fazia dias que não conversavam, mas eram amigas e haviam se aproximado ainda mais no período em que o ruivo estava internado.
- Vamos adorar. – Respondeu a outra.
Após se despedirem e combinar o almoço, Temari saiu e Sakura voltou aos seus afazeres. A manhã transcorreu bem. Almoçaram calmamente, a rosada esclareceu todas as dúvidas dos irmãos, conversou com Temari sobre as vilas e Shikamaru, Kankuro comentava algo uma vez ou outra. Eles se davam bem e sentiam-se confortáveis em companhia do outro.
Depois de voltarem ao hospital, Sakura foi até o quarto do kage de Suna. Avisou as enfermeiras para que lhe ajudassem, e deixassem os irmãos no corredor.
A rosada iniciou os exames com o exame físico geral, constatando que o ruivo já possuía um bom estado geral. Mesmo comatoso, sua aparência era boa. Sinais vitais estavam dentro do normal. As lesões, cortes e machucados estavam todos curados. Nenhuma hemorragia, nenhuma lesão sangrando. Em seguida, realizou o exame neurológico, onde os reflexos estavam bons. Respiratório, cardiovascular e digestório estavam bem, a princípio. Sorriu, feliz, ao constatar que a recuperação, ao que podia ser visto agora, foi completa.
Era a hora. Ela sabia. Retirou o soro do acesso venoso no antebraço esquerdo de Gaara, removendo assim a medicação que lhe permitia o estado de coma. Observou a janela com as persianas abertas, e os irmãos a olhavam ansiosos, provavelmente prendendo a respiração.
Sakura esperou alguns poucos minutos e vislumbrou o ruivo abrindo os olhos. Sakura ficou surpresa, não lembrava de que os olhos do ruivo eram tão lindos. Jade profundos a fitavam intensamente. Sakura sentiu a areia movimentar-se pelo quarto, em seguida, rapidamente, as enfermeiras reclamando que estavam presas. Ela surpreendeu-se quando viu que estava na parede, com areia a prendendo o corpo inteiro. Aconteceu tão rápido que sequer notou.
Gaara estava parado, em pé, a milímetros de distância de si. Olhava-a curiosamente, mas ao mesmo tempo assustadoramente. Ele emanava uma aura poderosa, mesmo sem o Shukaku dentro de si.
- O que fizeram comigo? – Perguntou baixo, fazendo com que só ela escutasse.
- Vejo que está bem e recuperado, já que está em pé e prendendo sua médica. – Sakura brincou. O ruivo não a assustava. O que era ridiculamente estúpido e perigoso da parte dela.
- Médica? – Gaara não teve tempo de falar, pois os dois irmãos entraram no quarto. Mesmo que enfermeiras tentassem o impedir, não conseguiram.
- Gaara! – Temari ralhou. – Solte já a Sakura.
Gaara olhou confuso para a irmã e o irmão, que sorriam felizes e aliviados na porta. Soltou, involuntariamente, a médica e as enfermeiras – essas saíram rápido do quarto.
- O que aconteceu? – Perguntou, confuso. Não lembrava de nada. Só de ter sido atacado pela Akatsuki em Suna, e não sentia mais Shukaku dentro de si. Estranhou e se assustou.
- Calma. Vamos te explicar tudo. – Kankuro falou.
- Primeiro, eu sou sua médica, e preciso fazer alguns exames para constatar que você está bem e saudável, se não vou ter que te medicar e tratar. Tudo bem? – A rosada se pronunciou, fazendo Gaara prestar atenção nela. Sakura, claro. Ele sentiu-se estúpido.
- Certo. E desculpe por antes. – Murmurou, tímido, o kazekage. Todos no recinto chocaram-se com o pedido de desculpa do ruivo, mas ninguém comentou.
- Imagina. – Ela sorriu afável. – Podes deitar na cama?
Gaara dirigiu-se a cama, obedecia prontamente aos comandos que a médica lhe dava. Ele leu o nome "Haruno Sakura" no jaleco, então se lembrou de quem era ela, de como haviam se aproximado tanto por Temari quanto pelo jovem imperativo de Konoha que era seu amigo. Ela era a jovem que ele havia tentado matar, e mesmo assim ela o salvara. Tratava-o tão bem. Tocava-o com tanta delicadeza que ele não achou ser possível. Sabia da força destruidora da kunoichi, e mesmo assim seus toques eram suaves e delicados.
Sakura se sentiu intimidada pelo jovem, pela sua imponência e beleza, ele era absurdamente lindo e educado. Agora, com os olhos abertos, ela constatou que ele possuía uma beleza exótica. Vermelho em contraste com jade, pele alva, músculos bem definidos – mesmo com o tempo no hospital. Ela realizou todos os exames em silêncio, enquanto era observada pelos irmãos de Suna. Manteve o foco no lado clínico e nos exames, ignorando a queimação no seu corpo cada vez que tocava a pele alva e clara do jovem. Por fim, ao termina-los, sorriu.
- Bom, sua recuperação foi completa e não apresenta sequelas. – Ela disse calma. – No entanto, ainda ficará no hospital. Eu vou prescrever remédios se tiver dor, ajustar sua dieta, já que antes era alimentado apenas por sonda.
- Obrigado. – Ele respondeu. Não sabia o porquê, mas a jovem o desarmava. Não sabia se era porque não tinha mais o Shukaku, mas não sentia vontade de matá-la. E agora, devia sua vida a ela. Era muito grato a médica, não sabia o que havia acontecido ainda, mas sentia isso, respeito e gratidão. Mesmo ele a atacando, ela não sentia medo e o tratava bem. Isso causou espanto no kage.
- Agora eu vou deixar que vocês contem tudo a ele. – Ela respondeu, dirigindo o olhar a Temari e Kankuro. – Não pode abusar e se cansar, Gaara-sama.
- Muito obrigada Sakura. – Temari sorriu feliz, agradecendo.
- Obrigado, Haruno. – A voz gutural se fez presente, Sakura chocou-se, mas não deixou de sorrir.
- Podem colocá-lo a par de tudo, contar o que houve e conversar um pouco, mas não demorem muito. E se alguma enfermeira perguntar sobre o porquê de estarem aqui fora de horário de visitas, digam que eu permiti e para falar comigo. – Finalizou amável, fechando a porta.
Os irmãos tinham muito para falar. Ela sabia. Imaginava como estava a cabeça de Gaara agora. Era comum pacientes acordarem e não lembrarem de nada, ficarem violentos e não reconhecerem hospitais e os médicos. Mas de um estranho modo não sentiu medo do ruivo. Ela tentou não pensar muito em Gaara e nos efeitos dele sobre si, estava mais preocupada com o próximo quarto que teria que visitar.
- Com licença. – Exclamou a rosada, após dar três leves batidas na porta do quarto e ouvir um "entre" baixo de dentro. Cumprimentou com um aceno o anbu que estava de guarda na porta e entrou.
- É você. – O Uchiha disse. – Achei que não era mais minha médica.
Ele se referia ao pedido que Sakura fizera, de trocar com Ino. Agora quem visitava o moreno era a amiga, e não ela, desde a discussão. Porém, hoje ele receberia alta. Por isso ela quem devia assinar os formulários, avalia-lo, já que a troca não foi feita formalmente.
- Hoje sou. – Respondeu indiferente. Tentava não deixar transparecer tudo que o jovem a sua frente causava em si. Amor e ódio ao mesmo tempo.
Ele não respondeu. Apenas murmurava quando ela falava que iria fazer algo, obedecendo algum comando que ela dava para examiná-lo ou respondendo que não sentia dor à palpação.
A rosada fez os exames de rotina, constatou que o vingador já estava recuperado e pronto para ir embora. Não sabia para onde. Se ele seria julgado e preso, se voltaria ao antigo distrito Uchiha.
- Você está recuperado, Uchiha. – Ele estranhou a falta do seu nome, ainda mais do "kun" seguido dele, mas não falou ou demonstrou. – Terá sua alta assinada. Arrume suas coisas e anbus o levarão até o escritório da hokage. Sugiro que não apronte nada, Naruto já sofreu para que voltasse e para que fosse julgado de forma branda.
Ela se retirou do quarto não dando tempo para ele falar nada, não que fosse, realmente.
Saiu às pressas, ignorando todos no caminho, até o consultório. Não podia ter uma recaída a cada vez que tinha um contato com ele, mas era inevitável. Ele a afetava como ninguém mais. E apesar do ódio que emanava, da raiva, do desprezo, da indiferença, nada disso a fazia gostar menos dele. Mesmo que tentasse, achava ser impossível.
Segurou as lágrimas e arrumou o prontuário de Gaara e de Sasuke, anexando a folha da alta. Era forte, tinha que ser. Mandou avisar Naruto de que Gaara acordara, sabia o quanto ele ansiou por isso e ficaria feliz pelo amigo.
Já era noite quando Sakura terminou os atendimentos e saiu do consultório. No entanto, antes de sair queria ver como estava o paciente recém acordado. Não precisava e não tinha motivo real para isso, mas uma força invisível a puxava até o quarto dele. Bateu na porta e não obteve resposta, achou que ele estava dormindo e entrou. Surpreendeu-se ao encontrar o quarto vazio. Não havia Naruto, Temari, Kankuro, e muito menos Gaara. Desesperou-se a procura do ruivo. Será que a Akatsuki voltara? Antes que pudesse ter alguma atitude, ouviu a porta do banheiro sendo aberta.
Foi inevitável não olhar, e praticamente babar, sobre o Sabaku. Ele recém saia do banho, com apenas uma toalha branca enrolada na cintura. Ele percebeu a rosada no quarto, e sorriu divertido com a situação e olhar dela sobre si. Sakura parecia ter perdido a noção de espaço, foi encarava o ruivo fixamente, perdida entre gotículas de água e músculos.
Gaara controlou um riso. A médica era tão dedicada, forte e determinada, que achava ser impossível que ela estivesse em uma situação como essa ainda mais com ele. Sabia que ele era bem dotado fisicamente, algumas jovens de Suna mandavam cartas, mimos e eram suas fãs, mas não esperava reação assim da rosada. Gostou da sensação que isso lhe proporcionava.
- Acho que se tirar uma foto dura mais. – Falou, sério, mas por dentro achava tudo aquilo divertido.
- Me desculpa Kazekage! – Respondeu constrangida. Só com a voz rouca do jovem havia acordado do seu transe momentâneo. Não sabia onde enfiar a cara! Jamais esperava estar em uma situação dessas com ele. Nesse momento não havia Sasuke, não havia Akatsuki, só havia ela e o corpo maravilhoso a sua frente. Teve milhares de pensamentos a respeito do ruivo, por isso ficara encarando-o. Ele havia percebido, e era sua médica! Não podia pensar essas coisas. Se repreendeu mentalmente pela sua atitude, mas ainda com a vermelhidão em seu rosto. – Vim ver como estava. Me desculpe por isso. Bati e não houve resposta, então achei que estivesse dormindo.
- Tudo bem, Haruno. – Respondeu. Como ela falava! Mas estranhamente isso não o irritava. Andou calmamente até ela, parando apenas quando restava alguns dedos de distância entre eles. – Estou acostumado. – Finalizou sussurrando em seu ouvido e se afastando.
Ele, de fato, estava acostumado. Já havia tido várias mulheres em Suna. Era normal que todas tivessem a mesma reação ao observar seu corpo ou em noites passadas juntos. Apesar de frio e assustador, Gaara não era inexperiente com as mulheres, mesmo que nenhuma tenha o interessado a ponto de ser tida como namorada ou mesmo esposa dele. Não sabia o porquê de estar provocando a rosada, só sabia que gostou das bochechas rosadas dela e da surpresa, aceleração nos batimentos e pelos eriçados quando sussurrou em seu ouvido.
Gaara caminhou até o pequeno armário do quarto, sendo observado por uma Sakura aturdida, parada ainda no mesmo lugar. Ele retirou roupas limpas e uma cueca, Sakura tornou-se escarlate ao constatar que não havia nada por debaixo da toalha. Ele entrou no banheiro, fechando a porta logo em seguida. Retornou ao quarto após alguns segundos, enquanto a rosada ainda estava imersa em seus pensamentos.
Ele trajava roupas leves, brancas, adequadas ao clima e ambiente hospitalar. Caminhou até a cama, sentando-se em seguida.
- Gaara-sama, não sei o que dizer. Desculpe pela minha atitude, não foi profissional. – Murmurou envergonhada, Sakura.
- Para, Haruno. – Ele disse imponente. – Você é humana, apesar de tudo. E depois do que eu soube hoje, de tudo que fez por mim, você está longe de não ser profissional. Meus irmãos me contaram tudo. Obrigado por tudo que fez por mim.
Sakura sabia que ele era um homem de poucas palavras. Mas mesmo assim era educado e grato pelo que ela fez. Sentiu-se feliz e reconhecida. Não pensava mais no que acontecera momentos antes no quarto. Ficaram mais alguns minutos conversando, até Sakura o examinar. Sentiam-se bem na companhia um do outro. Ela, sorria feliz e falava sem parar, tanto de assuntos hospitalares quanto de coisas da vida, como de Naruto. E Gaara, imperceptivelmente, dava um sorriso de canto discreto, gostando da falação e companhia da rosada ao seu lado.
Nenhum dos dois percebera os olhos sharingan ativados no corredor, olhando pela janela que antes estavam Temari e Kankuro. O Uchiha havia chego na hora em que Gaara sussurrou no ouvido dela, e desde então não controlou mais seus atos ou olhos, ficou parado ali, sentindo raiva emanar em cada poro do seu corpo. Até que um anbu apareceu para leva-lo dali.
Notas finais:
Continua!
Capítulo um pouco menor, para dar a continuação que a história precisava.
Mais uma vez, desculpem por não postar ontem. Não deu mesmo. O próximo espero postar ainda essa semana.
Gaara divo 3 Um pouquinho alternativo, mas é necessário.
Desculpem qualquer errinho de português. Capítulo não betado.
Beijos e comentem!
