Esta historia não me pertence e muito menos as personagens.

História de Marion Mckenna e personagens de Rumiko.

Achei a historia muito gira e decidi que talvez ficasse bem no mundo de Inuyasha por isso comecei a passa-la. Espero que gostem. No final deste capitulo direi os nomes que estão no livro referente a cada personagem do anime.

Nesta história não existiram Youkais ou Hanyous, apenas humanos, logo o Inuyasha tem cabelos negros e olhos castanhos como quando é humano.

PAIXAO CIGANA

Capítulo 3 e 4

-Onde estiveste, Kagome? – Perguntava a senhora Higurashi á filha sete anos antes, quando a vira chegar em casa em bicos de pés.

-Por ai, mãe – respondera Kagome com o seu habitual tom de voz doce.

-Outra vez com más companhias? Pedi-te para chegares cedo. Tens de me ajudar com os convites para a tua festa, filha.

Kagome suspirou. A mãe insistira em lhe organizar uma festa de quinze anos, digna de uma princesa.

Mas escrever á mão, um a um, os cem convites era o cúmulo: «A menina Higurashi tem o prazer de convidar para a sua apresentação em sociedade, a realizar-se no dia dez de Junho às nove horas, na mansão Higurashi. Agradece-se a confirmação da sua presença.»

-Tenho trabalhos de casa para fazer.

-Pois vais fazê-los mais tarde, agora é preciso acabar os quarenta convites que faltam, caso contrario não vão chegar a tempo.

-Onde vamos alojar os familiares, mamã?

-Bem, arranjaremos lugar nos quartos de hóspedes. Ou, se for preciso, alugamos quartos no hotel.

-Isso vai ficar uma fortuna.

-É para teu bem. Uma menina da sociedade deve ser apresentada aos quinze anos. O jornal ate vai publicar a tua foto.

-Isso custa muito dinheiro.

-Não te preocupes tanto, querida. Não tua idade só deverias pensar em vestidos e não em dinheiro.

-Vou tentar.

-Precisamos falar de outra coisa.

-Estou a ouvir.

-Sei que desejas que todas as tuas companheiras estejam presentes, mas eu preferia que a Sango ficasse em casa.

-Já falamos sobre isso, mamã. Eu quero que a Sango esteja comigo.

-E se vem vestida de cigana? Que vergonha!

-Não vem.

-Tens a certeza?

-Absoluta.

-Espero não me arrepender por te dar autorização para a convidares.

-Tem calma, mamã. – Foram as palavras de Kagome enquanto beijava a senhora Higurashi.

-Está bem, mas trata dos convites. Vou a cozinha para tratarem do jantar do teu pai.

-Ele vem comer?

-Com ele nunca se sabe, mas espero que sim.

O senhor Higurashi dedicava-se ao comércio, mas ninguém sabia ao certo que tipo de produtos ele comprava e vendia. Na verdade a sua ocupação era fazer de herdeiro. Tinha recebido seis propriedades do pai e era com as rendas que sustentava a família.

As duas famílias, para ser mais exacto, pois aquele cavalheiro tivera a cerca de oito anos um filho da sua amante.

Kagome não conhecia esta faceta do pai, e a senhora Higurashi se a conhecia, nunca o dera a entender.

Entretanto, o senhor Higurashi dividia-se entre os dois lares, já que tanto a sua esposa legítima como a sua amante o tratavam como um grande senhor.

A única pessoa no mundo em relação á qual tinha uma atitude diferente era com Kagome. Por ela era capaz de qualquer sacrifício. Amava-a e desejava vê-la feliz. A festa de anos, por exemplo, seria feita á custa de uma das propriedades mais pequenas.

O seu administrador opusera-se á venda, mas como as outras casas já estavam hipotecadas o banco recusava-se a fazer novo empréstimo.

-Ao menos, com o produto desta venda, resgata uma das hipotecas, Naraku. Aconselhava Jaken, o administrador.

-Metade da venda será para gastos familiares e a outra metade para uma eventualidade.

-Sabes muito bem que daqui a três meses não te restará nada. Que farás então? Vais continuar a vender tudo o que tens?

-Não, não vou.

Durante uns tempos Naraku cumpriu a sua promessa.

Ate que uma nova casa de jogo se instalou em Shikon, três anos depois do casamento de Kagome.

Foi a perdição daquele homem que deixou nas mesas de póquer o pouco que lhe restava da herança familiar.

O resultado foi desastroso.

A mulher ficou doente do coração e morreu passados sete meses.

E ele, ao querer recuperar a hipoteca pagando em dinheiro parte da divida, ficou a saber que alguém já a tinha adquirido para lhe ficar com a casa.

Essa pessoa era o dono do casino, o maldito cigano que tinha dado cabo da vida da filha.

Para que quereria ele a casa?

Tudo se podia esperar daquele monstro, e Naraku Higurashi maldisse o momento em que esse homem pisara pela primeira vez o chão da sua casa e seduzira Kagome, na noite de apresentação á sociedade.

Ele e a irmã nunca deveriam ter cruzado a porta da mansão Higurashi.

Mas o dano estava feito e o homem, para afogar as mágoas, voltou a servir-se de um copo de uísque que bebeu de um só trago.

-Tens me deixar ir – implorava a pequena Sango ao pai, com o rosto banhado em lágrimas, dois dias antes da festa em casa dos Higurashi.

-É para o teu bem, Sango, prefiro que não te mistures com eles.

-Então por que me mandaste para a escola? Diz-me pai. Foi porque querias uma vida melhor para nos. E agora que estou prestes a ser aceite pelas pessoas da minha idade, tu atravessas-te no meu caminho. Queres que viva ressentida com as pessoas como o Inuyasha?

O pai de Sango era severo e autoritário, mas também sabia reconhecer quando alguém dizia a verdade.

-És capaz de ter alguma razão…

-Eu prefiro agradar-te, pai – apressou-se a dizer Sango, com meiguice. – Mas fica a saber que ficarei cheia de pena de não ir a festa da minha amiga. Vocês não gostam dela porque não a conhecem o suficiente.

-Não gosto que te mistures com esses novos-ricos com pretensões a nobre – disse o homem – mas esta bem, podes ir mas com duas condições.

-Quais são?

-Uma é que vás de trança e não te maquilhes…

-Mas, pai…

-Não há mas. Sango. Não quero que andes a provocar os homens.

-E qual é a segunda condição?

-Levas o Inuyasha que tomará conta de ti.

-Sabes bem que o Inuyasha detesta festas. Nem sequer me vai deixar falar com os meus companheiros.

-Melhor. Estará morto por se vir embora e não te perderá de vista durante toda a noite.

-Primeiro tenho que perguntar a Kagome se posso levar mais um convidado.

-Então pergunta que eu depois falo com o teu irmão.

-Ao menos diz-lhe que me deixe dançar umas vezes. Senão fico sentada á mesa como uma estátua.

-Eu digo-lhe.

-Obrigada, pai.

-Espero que saibas comportar-te e que não me venha a arrepender desta decisão.

-Prometo, pai.

E foi assim que no sábado, às nove em ponto, uma adolescente e um rapaz de 20 anos e de pele morena tocaram á porta dos Higurashi.

Eram Sango e Inuyasha. Ambos irreconhecíveis, segundo as pessoas presentes.

Elegantíssimos, com aquele andar orgulhoso que os distinguia, o cabelo brilhante e ambos de azul.

«Belos como a noite», diria Kagome depois na escola. «As duas pessoas mais belas que já conheci.»

Kagome Higurashi havia sempre de recordar a noite dos seus quinze anos como o momento em que tinha dito adeus á meninice.

Para ser mais preciso poderia dizer-se que esse adeus foi dado quando foi receber a sua amiga Sango e deparou como olhar de Inuyasha.

-Feliz aniversário, menina Higurashi – dissera ele, estendendo-lhe a mão em vez de a beijar, como os restantes homens presentes na festa.

-Obrigada, Inuyasha. Á muito tempo que não nos víamos.

-A terra é pequena, mas às vezes as pessoas não se encontram – respondera ele com voz séria.

-Pois é. De qualquer forma, a Sango fala muito de ti.

-Espero que diga coisas boas.

-Diz que és um maravilhoso desportista – comentou Kagome, com medo de parecer tonta diante daquele homem mais velho que ela.

-A minha irmã exagera.

E, arrogante, desviou a vista de Kagome, dando por terminada a conversa.

No entanto, aquela rapariga não lhe tinha sido indiferente, bem pelo contrário.

Kagome parecera-lhe extremamente bela. Era delicada como uma boneca de porcelana e ao mesmo tempo muito sensual, com aquele vestido decotado que deixava entrever os seios pequenos.

Então Inuyasha lembrou-se de Kanna, a rapariga com quem se encontrava todos os domingos para desafogar os seus instintos masculinos.

As pernas de Kanna eram grossas e os seios, generosos. Quando a tinha nua nos seus braços, queria sempre ocultar o rosto nesses seios, mas Kanna deixava bem claro que lhe cobraria o dobro para satisfazer esse capricho.

Kagome, pelo contrario, era mais inglesa que o chá. Nada nela fazia lembrar as mulheres que habitualmente o excitavam. Entretanto, Kagome não levara a mal a reserva daquele atraente convidado. Sabia por Sango que Inuyasha era extremamente tímido com as mulheres. Só de olhar de soslaio, Kagome sentia o sangue aflorar-lhe ao rosto.

A boca de Inuyasha era muito sensual e foi essa boca o que mais encantou Kagome. Voltou a olha-lo e encontrou fogo nesses olhos. Não pode evitar desviar a vista até á boca dele, enquanto, inconscientemente, passava a língua nos lábios.

Nessa noite não houve troca de beijos nem carícias. E talvez não tivesse chegado a haver nada entre eles se os seus corpos não tivessem entrado em contacto durante a dança. A culpada tinha sido Sango que os obrigara a dançar flamenco, enquanto os convidados batiam palmas á volta dos dois. No entanto, naquela noite, Kagome ainda ignorava as provocações que teria de passar antes de se unir aquele homem.

Tudo acontecera muito rapidamente. Depois de terem dançado outros ritmos durante grande parte da festa, um dos convidados tinha proposto dançarem flamenco.

Sango entusiasmou-se e comentou que o irmão era um grande dançarino.

Ninguém sabia que Kagome gostava de flamenco e costumava praticar sozinha no seu quarto, em frente ao espelho. Mas nunca tinha dançado em público nem com um cigano por par.

Por isso, quando as amigas a empurraram para a pista e a deixaram frente ao seu companheiro de dança, esteve a ponto de começar a chorar.

Ele, apercebeu-se da situação, agarra-lhe na mão e dissera-lhe: «Calma, que vamos mostrar-lhes que somos o melhor par que há na festa.»

E ela tinha-se deixado guiar por ele, fascinada pela harmonia que se ia criando entre eles.

Talvez por isso a timidez transformou-se em audácia e começou a dançar como se estivesse em transe.

Só tinha olhos para Inuyasha, para o seu corpo moreno que se agitava como uma chama cada vez mais ardente. Então soube que seria daquele homem.

Ambos souberam.

Ninguém se deu bem conta disso excepto Sango que recordou com uma mistura de alegria e pânico o rei de copas que saíra á sua amiga no tarô.

«Moreno, sensual, apegado á terra e rancoroso.» Mas porque então é que o tarô anunciara que Kagome se encontraria com a Torre? Qual era a dolorosa separação que aguardava a amiga?

Sango pensou em voltar a consultar os naipes quando chegasse a casa, mas por medo não o fez e só voltou a pegar neles muitos meses depois, quando o dano já estava feito.

Quando os amantes foram obrigados a dizer adeus.

Era um domingo esplêndido e cheio de sol. A menina Higurashi, supostamente descendente de nobres ingleses, vestia uns calções e tinha o cabelo apanhado atrás, pois a tarefa de por em ordem aquela enorme casa não podia ser levada a cabo vestida de cerimónia.

O trabalho árduo pusera-a de bom humor e cantarolava uma melodia da infância, ao mesmo tempo que colocava sobre a mesa um monte de pratos que tinha acabado de lavar.

O pai saíra cedo e ainda não regressara. Mas ela não estava preocupada pois conhecia bem os hábitos erráticos do pai.

Muito cedo fora á missa, tentando passar despercebida. Provavelmente, Miroku Houshi já tinha posto a correr a notícia da sua chegada, pois, á saída da igreja, muitos dos seus antigos companheiros aproximaram-se para lhe dar as condolências, e inclusivamente as mulheres mais velhas que tinham conhecido e respeitado a sua mãe abraçaram-na, dando-lhe as boas-vindas.

-Estás muito bem – fora o comentário da senhora Sheridan, sua antiga professora.

-Obrigada, professora Sheridan.

-Pois agora és uma mulher viúva, soa mal que me trates por professora. Basta dizeres senhora Sheridan.

-Obrigada senhora Sheridan. Nos últimos meses não tenho ouvido muitas palavras bondosas.

-Os homens são cegos no canada?

-Conheci muito poucos – Disse Kagome, rindo-se.

-Pois se não soubesse como és tímida, não acreditaria nisso. Assim os jovens de Shikon vão agradecer a pouca audácia dos canadianos. Se ficares aqui uma temporada, garanto-te que acabas casada com um dos rapazes da terra.

Kagome corou. Talvez a velha professora ignorasse que ela tinha sido a "amante do cigano". Pelo menos a mãe contara-lhe que aquele era o comentário que tinha corrido.

-Nunca percebi porque te mandaram para um colégio tão longe de casa – continuou a senhora Sheridan – Alguns diziam que tinhas ficado noiva de Inuyasha Taisho, mas… que mal pode haver nisso?

-Pensei que todos me condenavam – Disse Kagome.

-Condenar-te? Fica a saber que nunca ninguém te condenou esse amor. Talvez se hoje fosses a mulher de Inuyasha te condenassem porque esse rapaz transformou-se num demónio. Trouxe o vicio para este lugar e maior parte das pessoas detesta-o por isso.

-Duvido que o detestem aqueles que deixam dinheiro nos seus salões.

-Claro! Mas as mulheres desses pervertidos seriam capazes de matar o senhor Taisho com as próprias mãos.

-E vão muitos homens a esses sítios?

-Demasiados. Novos e velhos. Alguns não apostam mas ficam no Sengoku Jidai a beber grande parte da noite. As mulheres têm entrada proibida e eles sentem-se a salvo ali.

Esta conversa tinha aliviado Kagome. Era evidente que a mãe lhe tinha mentido e que ninguém na terra sabia que a tinham encontrado na cama com Inuyasha.

Tinha medo de falar com o reverendo Mioga, o velho pároco que tantos sermões lhe havia dado durante o seu breve romance de adolescência.

Mas o velho religioso tinha sido transferido para outra paroquia e no seu lugar estava o padre Kouga, um napolitano. Era uma pessoa extremamente sensível que a escutou com atenção durante meia hora.

-Agora deves concentrar-te em ajudar moralmente o teu pai, pois as boas acções devem ser concretas e geralmente Deus coloca-as ao nosso alcance – foram as suas palavras quando Kagome concluiu o seu relato – Eu não sou daqueles que acreditam que a culpa ajude, e se deves arrepender-te de alguma coisa na vida é de não fazeres o que consideras correcto em cada momento.

-Receio que seja difícil ajudar o meu pai. Perdeu as ilusões e só pensa em beber.

-Com paciência e fé ajudá-lo-ás a recuperar.

Fora um grande consolo falar com ele. E também com Miroku Houshi que , delicadamente, se oferecera para a acompanhar ao cemitério para que Kagome visitasse a sepultura da mãe.

-O ano passado perdi a minha mãe e entendo perfeitamente o que sentes – dissera Miroku – sei que em crianças não convivemos muito mas agora gostaria que fossemos amigos. Muitos dos nossos antigos companheiros saíram da terra.

-Mas eu vi vários dos nossos antigos companheiros na igreja.

-É verdade, mas foram mais os que saíram do que os que ficaram aqui.

-A propósito, sabes alguma coisa da Sango? Era a minha melhor amiga mas a ultima vez que soube dela foi há dois anos.

-Pois acho que se dedicou á medicina, vive em Nova Iorque e tem um rapazinho.

-Um menino?

-Pequeno. Com meses.

-Quando se casou?

-Não se casou. Claro que a família nunca fala no assunto, mas em terras como esta sabe-se tudo.

-O pai é cigano?

-Claro que não. Disseram-me que é um médico divorciado.

-Pois eles não lhe perdoarão.

-A quem te referes?

-Aos Taisho. À família.

-Tu conhece-los melhor do que eu – disse Miroku.

-Sim, conheço-os e para eles será como se a Sango tivesse morrido. Espero que o seu companheiro seja boa pessoa e a saiba proteger.

-Dizes isso com tristeza.

-Não é fácil uma mulher estar longe da família.

-Não foi fácil para ti, pois não?

-Já passou.

-Ainda bem que conservas o optimismo. Bem deixo-te aqui.

Fazendo uma saudação, Kagome despediu-se e entrou no cemitério. Ao chegar junto da campa da mãe pôs-se de joelhos e contou-lhe tudo o que tinha passado nos últimos anos.

Quando saiu do cemitério, Kagome enfiou-se pelo bosque e quando chegou junto ao rio encostou-se a uma árvore relembrando tempos passados.

Via-se a si própria sentada na orla da água, com os pés descalços ao lado do pai que a ensinava a pescar.

E das lições de pesca passou rapidamente para a fatídica noite do seu pacto com Inuyasha, nesse mesmo sítio, ao luar.

Sango fizera quinze anos um mês e meio depois de Kagome. Para ela não houve festa, apenas um jantar familiar muito agradável e uma quantia de dinheiro que ficaria no banco até á sua maioridade.

-Olha, filha – dissera-lhe o pai. – Sabes que eu gostaria de te ver casada com um dos nossos. Mas os teus irmãos já me deram netos e eu estou disposto a aguardar mais algum tempo. Podes continuar a estudar e quando fizeres 18 anos logo veremos.

Inuyasha teve um sorriso cúmplice para com a irmã.

Aquele rapaz estava diferente. Noutra altura teria discutido com o pai por não respeitar as tradições da família, mas devia estar a acontecer alguma coisa para ele não insistir que uma jovem cigana devia casar com alguém da mesma raça.

Fisicamente também estava diferente. Emagrecera e cuidava mais da sua aparência. Sem duvida que se tratava de alguma mulher, foi o que pensou a sua mãe.

Havia semanas que o ouvia sair de casa e regressar silenciosamente de madrugada para dormir algumas horas antes de ir trabalhar. Quem seria a rapariga?

Tinha perguntado a Sango, mas esta fizera-se desentendida.

-Achas que ele tem uma noiva, mãe?

-Eu sei que tem, Sango. Os meus filhos não me enganam.

-Pode ser que desta vez os teus pressentimentos não estejam certos.

-Deves gostar muito dela…

De facto, Kagome era a sua melhor amiga.

No inicio, a ciganita ficara ciumenta com aquela relação.

Mas quando os dois lhe pediram ajuda, os sentimentos negativos desapareceram por completo.

Nessa noite, por exemplo, iam os três para o rio festejar. Tinham uma cesta preparada com doces, vinho e velas brancas.

Tencionavam ficar até ao amanhecer. Sango estava encantada com a ideia, que tinha sido de Inuyasha. Os irmãos despediram-se dos pais como todas as noites e, quando a casa ficou em completo silencio, umas suaves pancadas na porta deram a entender a Sango que eram horas de partir.

E lá foram, disfarçando o riso e levando a cesta.

CONTINUA