Esta historia não me pertence e muito menos as personagens.

História de Marion Mckenna e personagens de Rumiko.

Achei a historia muito gira e decidi que talvez ficasse bem no mundo de Inuyasha por isso comecei a passa-la. Espero que gostem. No final deste capitulo direi os nomes que estão no livro referente a cada personagem do anime.

Nesta história não existiram Youkais ou Hanyous, apenas humanos, logo o Inuyasha tem cabelos negros e olhos castanhos como quando é humano.

PAIXAO CIGANA

Capítulo 5 e 6

Era meio-dia em Shikon. Mas para Kagome Higurashi, sentada em frente ao rio, era meia-noite.

Recordava o seu último encontro com Inuyasha, os festejos junto a Sango e ao seu amado, e o que tinha acontecido depois.

Imaginou os irmãos saindo furtivamente de casa. Atravessaram a aldeia e passados poucos minutos chegaram ao bosque, nas margens do rio. Graças ao luar intenso não precisaram de acender lanternas.

Estenderam uma manta e Inuyasha fez uma fogueira.

-Esta chama é que vai custar a apagar de um sopro. – Comentou ele para a irmã, na brincadeira.

-Pois eu já pedi os meus desejos, de modo que ta cedo, pois penso que deves ter muita coisa a pedir á Virgem.

-Que mais poderia pedir? Já tenho o que preciso.

-Casar-te com ela, palerma. Ficarem juntos para sempre.

Logo que pronunciou estas palavras, Sango arrependeu-se. O rosto do irmão pôs-se sombrio, como se uma nuvem lhe tivesse toldado os olhos.

-Pois por agora isso é impossível.

-Claro, mas quando ela for maior poderá escolher.

-Ainda falta muito tempo e talvez ela mude de opinião.

-Não, meu irmão, digo-te que não.

-Como podes ter tanta certeza?

-Perguntei ao tarô – afirmou a ciganita.

-O que andaste a perguntar? – Perguntou Kagome, que se aproximava.

-Por vocês – respondeu Sango

Kagome aproximou-se da amiga e deu-lhe uma prenda: uma caixa de madeira pintada á mão, que no interior tinha belos e caros cosméticos.

-Que maravilha! Mas o meu pai mata-me se a vê; ele não quer que eu me maquilhe.

-Também pensei nisso – disse Kagome, retirando do bolso uma chave. – Como vês, o estojo tem fechadura. Guarda-o bem que ninguém descobrirá.

-Parece-te mal, Inuyasha? – Perguntou a rapariga, enquanto tirava um lápis da caixa e pintava os lábios.

-Não – respondeu ele – E mesmo que parecesse não vos ia estragar a festa.

Estava uma noite muito fria. Brindaram, cantaram, comeram e acabaram a olhar o rio, as duas amigas de mão dada e Inuyasha abraçado á sua jovem noiva.

Sentia-a tremer sob os seus braços e sabia que, se insistisse, ela seria sua, mas preferia esperar e respeitar a sua inocência.

Recordava o primeiro beijo que lhe dera na primeira vez que se tinham encontrado a sós.

Tinha-a rodeado com os seus braços morenos e beijara-a suavemente, separando-lhe pouco a pouco os lábios com a sua doce língua. Ela encostara-se a ele, oferecendo-lhe a sua boca húmida.

Depois daquela tarde todos os dias se repetia a mesma cena. Ambos abraçados, de pé, junto a uma arvore, acariciando-se durante horas ou olhando o rio, de mãos dadas, falando sobre os seus pais ou sobre a infância sem nunca se atreverem a falar do futuro. Se ela tivesse sido cigana, talvez Inuyasha lhe tivesse proposto casamento depois de fazer amor com ela pela primeira vez, ali mesmo.

Mas Inuyasha preferia não deixar a sua marca naquela rapariga. Sabia que ambas as famílias se oporiam á união e tratava de ocultar o seu desejo e esperar.

Inclusivamente deixava que ela provocasse a sua pronunciada virilidade nos momentos em que a excitação parecia enlouquece-la, geralmente quando ele lhe mordiscava os seios.

-Continua, Inuyasha, continua.

-Que fazes se eu parar?

-Amarro-te á arvore, tiro-te a roupa e provoco-te até não conseguires resistir-me.

-Experimenta.

-E tu deixavas?

-De boa vontade. Mas teremos tempo para isso, Kagome – retraia-se ele, consciente do perigo de tal situação.

Nem sequer se permitiu fazer amor com ela naquela noite em que a despiu e beijou cada centímetro da sua pele.

-És belíssima. Devias ficar assim sempre, sem roupa, como uma selvagem – dissera-lhe.

-E eu gostaria de estar assim sempre para que tu me olhasses.

-É incrível, mas não tens vergonha nenhuma.

-Deveria ter?

-Não sei, nunca despi nenhuma jovem neste sítio.

-E noutro? – Perguntou Kagome.

-Pois claro, sou homem.

-E fizeste amor com muitas? – Perguntou ela.

Ele fechara os olhos, tentando controlar a sua excitação. E, a seguir, beijando-a com doçura, ajudara-a a vestir-se.

Tudo isso recordou Inuyasha nessa noite no rio, abraçando-a e olhando para o fogo.

Pensava quanto mais tempo conseguiriam resistir os dois àquela paixão.

Ninguém soube se tinham passado minutos ou horas quando Sango suspirou e se pôs de pé.

-Que fazes irmã? Combinamos esperar os três pelo amanhecer.

-Estou cansada. Recordarei sempre esta noite, mas agora preciso de estar sozinha.

-Estás triste, ou é impressão minha? – Perguntou Kagome.

-Não estou nada – respondeu Sango, que, vagamente, intuía que algo de mal os aguardava, depois de tanta felicidade.

-E se formulasses mais algum desejo, perante a Lua, enquanto o fogo arde? – Propôs Kagome.

-Mais que pedir um desejo, tinha pensado noutra coisa.

-Em quê? – Perguntaram os enamorados ao mesmo tempo.

Então a moreninha começou a falar numa língua estranha, dirigindo-se ao irmão.

-Não, Sango, recuso-me.

-Mas que mal tem?

-Nenhum, mas a Kagome desconhece estes costumes.

-Se fosse cigana já lho terias pedido.

-Com certeza, mas não.

-Pedido o quê? – Perguntou Kagome.

-Um pacto – respondeu Sango, apesar do olhar de desagrado do irmão. – É como uma promessa, mas eterna. Aqueles que se amam unem o seu sangue e os seus corações para que nada os possa separar.

-Então é como um casamento. – Comentou a jovem.

-É mais sagrado do que um casamento, Kagome – disse a amiga com voz triste. – Quem romper o pacto está a atraiçoar Deus.

-Então deveríamos faze-lo Inu – Pediu Kagome. – Assim ficamos unidos para sempre. Como se faz?

-Posso ao menos, explicar-lhe? – Pediu Sango ao irmão.

-Explica, mas parece-me uma ideia perigosa.

-Tem de haver uma testemunha, mas além dessa testemunha mais ninguém deve conhecer o segredo. Os namorados fazem um pequeno golpe no pulso e pedem ao Criador que os converta num só ser.

-Estou disposta a correr esse risco. – Disse Kagome, convencida de que nunca amaria outro homem como amava Inuyasha.

-Pois para sempre é demasiado tempo para ti, rapariga.

-Acho que tu é que não te queres unir a mim.

-Estás enganada.

-Então corta-me – desafiou Kagome, colocando as palmas da mão para cima.

-Não tenho navalha – Mentiu ele.

Então a rapariga agarrou na faca com que tinham partido o bolo, foi ao rio lavá-la e estendeu-a a Inuyasha.

Inuyasha agarrou na faca, queimou a ponta até ficar cor de fogo, submergiu-a em água e, olhando para a Lua, fez um pequeno corte no pulso. Tomou a mão esquerda da noiva e repetiu a operação. Finalmente, unindo as duas feridas, disse em voz solene:

"O teu sangue nas minhas veias, o meu sangue nas tuas veias. Um mesmo rio que ninguém conseguirá secar. Nem a distancia, nem a morte. Não conheceremos traição, nem distancia, nem morte."

Depois lambeu a ferida de Kagome e fê-la lamber a sua, olhando-a fixamente.

Ambos souberam que passariam juntos aquela noite. E também o soube Sango a quem foram levar à porta de casa.

-Sejam cuidadosos – Recomendara ela.

Mas eles, esquecendo essa advertência, tinham cometido a loucura de entrar no quarto de Kagome pela janela.

Inuyasha, fora de si, tinha tomado a noiva nos braços e despira-lhe a roupa. Colocara-a então sobre os lençóis e beijara-lhe o sexo. A rapariga, a princípio algo tensa devido ao risco da situação, foi-se descontraindo pouco a pouco. Ele, sabiamente, acariciava-lhe o monte de Vénus e beijava-lhe o sexo como se fosse uma boca. Com medo de gritar, ela abraçara com força a almofada e depois suplicara àquele homem que a fizesse sua.

-Tira a roupa, deita-te comigo, meu amor.

-Ainda não…

-Estou farta de te ouvir dizer isso – comentara ela.

-Lembra-te que acabamos de fazer um pacto. Isso quer dizer que nos casaremos, Kah. Não gostarias de ser minha na noite de núpcias? – Perguntou-lhe Inuyasha. – Quero-te vestida de branco.

-E que me farás na noite de núpcias? – Insistira ela.

-Pois, em princípio, o mesmo de hoje…

-E depois?

-E depois eu deito-me e tu despes-me.

-Maravilhoso. Continua…

-Eu ficarei muito, muito quieto e tu virás para cima de mim.

-Óptimo, como se fosse eu a possuir-te.

-Exactamente. E depois saberás quando parar.

-E se me farto de estar sobre ti?

-Nesse caso damos a volta.

-Serás meigo comigo?

-Claro.

-É que tenho um pouco de medo.

-Eu sei.

-Gostava que experimentássemos agora mesmo.

Então o rapaz, para satisfazer, levara-a novamente ao êxtase. E também ele chegara ao clímax, mas tendo o cuidado de não a penetrar.

Kagome, exausta, tinha adormecido nos braços dele. E ele adormecera também. A fatalidade fizera o resto, pois a senhora Higurashi, intuindo algo estranho, irrompeu pelo quarto da filha ás quatro da manha.

Naraku Higurashi chegara a casa ás três da manha, completamente bêbedo e furioso porque não o tinham deixado entrar na casa de jogo de Shikon.

-Maldito bastardo – dissera ele ao espadaúdo segurança que lhe tinha barrado a entrada. – Foi neste sítio que deixei toda a minha fortuna e agora não sou senhor de beber um copo e de me sentar a uma das mesas.

-Tenho ordens, senhor Higurashi. – Havia sido a breve resposta do homem.

-Quem lhe deu essas ordens? O estupor do seu patrão? Esse ladrão que me roubou a minha casa?

Como resposta estava para levar um murro na cara, mas quando o segurança se preparava para atacar, uma mão firme agarrou-o, ao mesmo tempo que uma voz viril murmurava, para que o senhor Higurashi, não ouvisse:

-Deixa-o ir Bankotsu. Ele não está bom da cabeça.

O homem então, imperturbável, tinha ouvido durante meia hora os maiores impropérios daquele senhor, que no passado fora, sem dúvida, um cavalheiro. Quando Naraku Higurashi se fartou de insistir, foi-se embora, arrastando os pés.

No primeiro andar da casa de jogo Sengoku Jidai, um homem, envolto numa densa nuvem de fumo, viu-o partir. Era Inuyasha e não apreciara nada a vingança.

Planeara com cuidado durante dois anos: destruir por completo os Higurashi e apoderar-se de tudo o que lhes pertencia.

Quando conseguira a hipoteca da mansão ficara muito satisfeito. Mas agora, vendo o velho completamente acabado, sentira uma pena tal que se lhe partia o coração.

"Eles não tiveram compaixão por mim quando lhes fui suplicar que não levassem Kagome", pensou.

Naquela altura, a orgulhosa Kaguya recebera-o na magnífica sala da sua mansão. Comunicara-lhe que já era tarde, que Kagome estava num internato de raparigas e que ela tinha melhores planos do que entregar a filha a um cigano.

-Eu amo-a, senhora. E ela ama-me.

-Que pode saber de amor uma criatura de dezasseis anos? – Perguntara a mulher. – Alem disso, a pessoas da nossa classe pouco interessa o amor. A minha filha casará com alguém de boas famílias, que lhe dê um apelido respeitável e filhos sãos. Você também não queria isto para uma filha sua?

E Inuyasha saíra derrotado desse encontro.

Com o passar do tempo foi-se convencendo de que aquela mulher tinha razão, que Kagome nunca o tinha amado, que ele apenas tinha sido o capricho para essa menina rica que nunca lhe escrevera uma carta.

Quando soube que a rapariga tinha casado com um milionário, pensou que morria. E foi então que jurou vingar aquela ofensa. Dedicou-se durante anos a ganhar dinheiro.

Era um grande jogador de póquer e organizou encontros clandestinos em que, literalmente, limpou alguns dos seus vizinhos.

Logo conseguiu autorização para montar uma casa de jogo. Mandou construir um edifício imponente nos arredores da terra, a caminho de Tiffany, uma cidade vizinha que tinha poucos locais de diversão.

E, em menos de um ano, passou a ser o homem mais rico do distrito.

Pouco depois associou-se a um prestamista que, no mesmo casino, emprestava pequenas quantias aos jogadores, cobrando-lhe juros milionários. Passado pouco tempo as quantias converteram-se em jóias, automóveis e títulos de propriedade.

Muitos haviam deixado todas as suas posses naquelas mesas. Entre eles encontrava-se Naraku Higurashi, pai da sua antiga noiva.

Agora era dono daquela mansão, mas não se tinha ainda atrevido a tomar posse dela.

Talvez se Kagome tivesse ficado no Canadá ele tivesse permitido que o velho se mantivesse na casa.

Mas a traidora tinha regressado, e Inuyasha queria ver Kagome arrastar-se tal como se arrastava o seu pai.

Dirigiu-se então para o escritório que o usuário ocupava. Sem bater á porta, entrou para conversar com ele. O seu nome era Jakotsu.

-Prazer em ver-te, Jacky. Quanto ganhamos hoje?

-Ainda pouca coisa, chefe. Aos domingos muitos homens ficam em casa.

-Tenho uma coisa para fazeres, Jakotsu.

-O que é?

-Lembras-te do velho Higurashi?

-Como não havia de me lembrar? Foi um grande cliente.

-Pois quero que amanha mesmo lhe envies um aviso de despejo. Tomarei posse da casa no espaço de trinta dias.

-Já o devia ter feito.

-Não o quis fazer antes da esposa morrer.

-E o chefe acha que a coisa se resolve facilmente ou que teremos de ir a tribunal?

-Suponho que iremos a tribunal. Vai-se demonstrar que ele falsificou a assinatura da mulher, mas…

-Mas o quê?

-O perito em caligrafia é um bom amigo da casa.

Inuyasha dirigiu-se á garagem e foi para casa no seu Mercedes cor de fogo, decidido a desafogar as mágoas nos braços de Kikyou, a sua ultima conquista.

Mas quando chegou a casa e viu a morena a dormir placidamente, resolveu ficar sozinho aquela noite e encerrou-se no escritório, dando duas voltas á chave.

Eram quase dez horas quando Kagome saiu da cama. Na noite anterior tinha esperado a chegada do pai e deitara-se às 3 da manha. O homem não tinha querido comer e encerrara-se no quarto.

-Faz a tua vida, Kagome, e deixa-me em paz. Tu e eu somos dois viúvos, maiores de idade, que vivem sob o mesmo tecto, pelo menos até nos porem fora.

-Preocupas-me, papá. A continuar assim, vais ficar doente.

-Pois seria o melhor para ti. Se eu morrer antes que arrematem este sitio já não poderão tirar-to.

-Então que mo tirem. Ou julgas que eu ia trocar a tua vida por estas quatro paredes?

-São mais de quatro, rapariga. E eu, das mulheres espero qualquer coisa.

-Não sou uma mulher qualquer. Sou tua filha.

-E que tem? Não me deves nada. Eu ofereci esta casa a esse cigano.

-Que dizes?

-O que estas a ouvir. Agora este sitio pertence àquele tipo que dizia amar-te tanto. Talvez nessa altura ele já só pensasse na fortuna.

Foi como se tivessem cravado um punhal no coração de Kagome.

-Pensei que tinhas negociado com um prestamista.

-Um prestamista que trabalha para o cigano. Uma vez fui pedir a Inuyasha que me deixasse pagar a hipoteca de alguma forma, mas aquele asqueroso tem-me rancor pelo que se passou e tratou-me que nem um cão. E esta noite, para que vejas do que é capaz, mandou-me porem-me fora do seu clube de jogo.

-Tens a certeza? Inuyasha não seria capaz de tal coisa.

-Esse teu amigo destruiu nesta terra mais famílias do que a febre-amarela. Mas ainda vai ser pior quando instalar os clubes nocturnos.

-Clubes nocturnos?

-O homem farta-se de ter a mesma mulher todas as noites. Dizem que as vai escolher lindas, tão belas como as que vivem sob o seu tecto.

-Ele vive com mulheres?

-Umas 10 ou 12, todas europeias, jovens e dóceis. Um repugnante harém cigano.

-E o padre não faz nada? Como permite uma coisa dessas?

-O cura é um bom homem mas o juiz deixa-se comprar por pouco.

Então o velhote dera meia volta e subira as escadas que conduziam ao quarto que durante mais de trinta anos partilhara com a esposa.

Kagome ficara sozinha, chorando de por e impotência.

Que tinha acontecido a Inuyasha? Era possível que um jovem tão doce e puro se tivesse transformado num monstro? No fundo ela sabia que em parte era responsável por tal transformação.

E se lhe pedisse perdão? E se lhe contasse tudo o que tinha sofrido, suplicado e rezado durante aqueles intermináveis sete anos? Voltaria para ela?

Adormecera pensando naquilo e agora, á luz da manha, parecia-lhe fácil alcançar o seu objectivo.

Mas o optimismo durou pouco, pois, quando se dirigia à cozinha para tomar o pequeno-almoço, encontrou no vestíbulo um sobrescrito lacrado que deitou por terra as suas esperanças.

Estava dirigido ao pai, mas ela abriu-o. Tal como supunha, era uma ordem de despejo. Deviam sair da casa no prazo de sete dias.

Não havia duvidas: Inuyasha sabia que ela estava em Shikon e acabava de lhe dar as boas vindas. Se aquele homem queria guerra, ia tê-la. Mas antes iria falar pessoalmente com ele. Queria que ele lhe dissesse aquilo mirando-a nos olhos. Estava consciente do perigo que corria, do que significava ter quebrado o pacto de sangue, mas a culpa não fora sua. Ela até tinha aceitado casar-se para estar perto de Inuyasha.

Que sacrifício vão! Odiou a mãe, Onigumo Takeda e também o pai pelo que lhe haviam feito. Odiou Inuyasha por não acreditar nela. E odiou-se a si mesma por ter sido ingénua. "Irei pedir que me deixe em paz e ao meu pai", prometeu a si mesma.

Procurou o número do seu antigo noivo e tremendo, discou os números, pedindo aos seus santos que fosse ele a atender e não uma das suas queridas.

CONTINUA