Esta historia não me pertence e muito menos as personagens.

História de Marion Mckenna e personagens de Rumiko.

Achei a historia muito gira e decidi que talvez ficasse bem no mundo de Inuyasha por isso comecei a passa-la. Espero que gostem. No final deste capitulo direi os nomes que estão no livro referente a cada personagem do anime.

Nesta história não existiram Youkais ou Hanyous, apenas humanos, logo o Inuyasha tem cabelos negros e olhos castanhos como quando é humano.

PAIXAO CIGANA

Capítulo 7 e 8

-Quem é? – Atendeu uma voz feminina com um sotaque estrangeiro.

-Desejo falar com o senhor Inuyasha Taisho.

-De parte de quem?

-Uma amiga – respondeu a jovem, aliviada porque a sua interlocutora era uma velha e nao uma das 10 amantes do seu antigo amor.

-Qual delas?

-Chamo-me Kagome Higurashi.

-Que prazer! Não a esperava tão cedo.

-Como diz?

-Conhecemo-nos no sábado.

-Nós?

-Olha que a tua memoria é tão má como a tua reputação, rapariga.

-Não sei do que está a falar, senhora.

-Inuyasha está a dormir. Telefona à tarde.

E aquela pessoa desligou o telefone sem esperar resposta. Kagome pensou, pensou, mas não conseguia recordar ninguém com aquela voz.

Às duas da tarde tentou novamente. Desta vez foi o próprio Inuyasha quem atendeu.

-Estou.

-Olá. Sou a Kagome.

Fez-se um desagradável, doloroso e longo silencio.

-Julguei que terias a decência de não voltar.

-A minha mãe morreu…

-Eu sei.

-E os teus pais?

-Debaixo de terra – respondeu ele, brutalmente, como se a quisesse agredir com palavras.

Quero que nos encontremos.

-Para quê?

-Gostaria de te contar o que se passou, aquilo que passei durante estes anos – disse Kagome, à beira das lágrimas.

-Já não me interessa.

-Não queres saber porque me casei?

-Os motivos são o menos. Faltaste à tua palavra e ponto final.

-De qualquer maneira, preciso de falar contigo.

-Queres que te devolva a hipoteca?

-Sim.

-Foi o que supus.

-É pelo meu pai. Perder a casa vai mata-lo.

-Não percebo porquê. Quando jogou ao póquer isso não lhe importou.

-Está doente.

-Que tem?

-Está mentalmente doente.

-Pois digo-te que esse é um mal incurável. É melhor esqueceres isso e voltares para o Canadá.

-Não tenho para onde ir.

-Julguei que te tinhas transformado numa viúva rica e que me ias oferecer uma boa quantia pela casa dos teus antepassados.

-Pois estás enganado. O meu marido deixou o dinheiro todo à irmã.

-Deves ter sido muito má esposa.

Kagome calou-se. Recordou por instantes as últimas semanas de Onigumo, as noites que passara acordada a tratar dele, as agressões que tinha recebido dele.

-Tens razão, Inuyasha, fui uma má esposa, mas não sou má filha. – Foi a resposta que Kagome deu.

-Pois eu não te vi no funeral da tua mãe, embora pouco me importa o que fazes. Tens com que pagar a hipoteca ou não?

-Não tenho dinheiro, mas poderia trabalhar para te pagar.

Foi então que uma ideia macabra assomou à mente do homem.

-Poderia interessar-me.

-Deixas-me pagar em prestações?

-Veremos. Vou mandar alguém buscar-te daqui a uma hora e conversaremos em minha casa. Talvez cheguemos a um acordo.

O coração da rapariga começou a bater furiosamente. E se Inuyasha a matasse?

"Seria melhor para ti que eu morresse agora mesmo", dissera-lhe ele. E para Kagome aquelas palavras haviam sido uma espécie de ameaça velada: o seu pai seria capaz de tudo, até de se suicidar se fosse para a rua.

-Daqui a uma hora estou ai. Não precisas de mandar ninguém.

-Mas fá-lo-ei porque sou um cavalheiro – dissera ele, com sarcasmo. – Então, até logo.

Ás quatro da tarde, o Mercedes vermelho de Inuyasha estacionou em frente da mansão Higurashi.

Um motorista de farda branca bateu na porta e foi atendido por uma rapariga de cabelos negros como a noite, vestida com um sóbrio fato cor malva. Uma vez no carro, encolheu-se num canto temerosa e começou a massajar as têmporas pois parecia que a cabeça lhe estalava.

Cerca de vinte minutos depois, o Mercedes detinha-se em frente a um portão de ferro, que rodeava uma gigantesca propriedade privada.

O motorista fez um gesto ao rapazito que estava de vigilância para que levantasse as barreiras e seguiu pelo caminho que conduzia ao edifício. Tratava-se de uma casa de pedra, muito sóbria, semelhante a um pequeno castelo medieval. O motorista abriu a porta do automóvel, ajudou-a a descer e acompanhou-a até á porta. Ali, uma jovem com uniforme rosa, conduziu-a directamente ao escritório do proprietário.

O silêncio era absoluto. Dava a impressão que na casa todos dormiam. E assim era, já que ás dez jovens habitantes da mansão costumavam fazer a sesta nos seus quartos. O escritório, no rés-do-chão, estava impecavelmente arrumado.

A rapariga sentou-se numa poltrona e esperou.

-Boa tarde. – Disse uma voz nas suas costas.

Era ele. Mais corpulento, com alguns cabelos brancos, impecavelmente vestido.

-Prazer em ver-te. Inuyasha – disse Kagome.

-Deixa de lado as formalidades. Senta-te e ouve.

-Estou a ouvir. – Respondeu ela, magoada com a frieza.

-Vou devolver-te a hipoteca.

Os olhos de Kagome brilharam de alegria. Aquilo iria devolver ao pai o gosto pela vida.

-Mas só ta devolvo se assinares este contrato.

-De que se trata?

-Disseste que estavas disposta a trabalhar para cancelar a divida de Naraku Higurashi.

-Assim é.

-Pois estou a oferecer-te um emprego.

A jovem empalideceu. Lembrou-se do clube nocturno que Inuyasha estava para abrir em Shikon.

-Que tipo de trabalho?

-Lê.

Ela tentou ler mas estava tão nervosa que tinha a vista toldada. Então começou a entender.

-Parece-te bem?

-Ainda não acabei.

-Pois eu resumo-te. Serás a minha governanta durante um ano. Cumprindo esse prazo poderás levar a hipoteca e não nos voltaremos a ver.

-Não me parece que seja um bom negocio para ti, poderias conseguir uma governanta por muito menos.

-Mas não teria o grande prazer de te ter ao meu serviço. De vez em quando posso dar-me ao luxo de fazer um mau negócio.

-E que tipo de tarefas inclui o contrato?

-Nenhuma que te possa dar prazer, rapariga. Para isso já tenho quem o faça nesta casa.

Então era verdade, aquele homem tinha ali o seu harém e ia obriga-la, durante um ano, a presenciar as orgias que tinham lugar todos os dias.

Esteve prestes a atirar-lhe à cara aquele contrato, mas logo se lembrou dos anos terríveis que passara junto ao marido e chegou à conclusão de que, para ela, aquela provação era uma brincadeira de crianças.

Era evidente que Inuyasha queria vingar-se, faze-la sofrer. Então deixa-lo ter esse prazer não era um preço demasiado elevado se fosse para evitar o sofrimento do seu pai. No entanto, havia um problema.

Que diria Naraku Higurashi se soubesse que a sua filha estava ao serviço daquele pervertido?

-Trabalharei para ti, Inuyasha, mas não quero que o meu pai saiba. Aliás não quero que ninguém na terra saiba.

-Temes pela tua reputação – Comentou ele.

-Talvez.

-Nem as minhas raparigas nem eu diremos nada sobre a tua presença aqui. Inventa uma desculpa qualquer para o teu pai e diz-lhe que aos domingos poderás visita-lo. Será o teu dia de folga. De acordo?

-De acordo.

-Espero-te amanha ás oito.

-Aqui estarei.

Kagome assinou o contrato, pensando que lhe doía mais aquela caneta sobre o papel do que o golpe na pele que Inuyasha lhe fizera havia anos.

Aquele tinha sido um pacto de amor e este era um pacto de ódio.

A diferença era que ela agora ia cumprir a sua parte do trato e, assim, talvez que o compromisso que outrora houvera entre os dois se desfizesse para sempre. Saiu da mansão no mesmo Mercedes que a tinha levado. Ás cinco em ponto da tarde saiu do automóvel à porta de sua casa. Sem sequer se despir, estendeu-se sobre a cama e desatou a chorar.

Eram oito em ponto da manha quando a menina Kagome Higurashi se apresentou na estância Taisho para ocupar o seu novo posto de governanta.

Não tivera dificuldade em sair de casa sem ser vista já que, a essa hora, o seu progenitor dormia, depois da habitual bebedeira nocturna. Deixara-lhe uma nota sobre a almofada: "Querido Papá: Quando acordares não me vais encontrar em casa. Fui até Tiffany, a localidade aqui ao lado para começar a trabalhar como governanta de uma família muito agradável, os Chester.

Agrada-me poder ganhar algum dinheiro e também conhecer gente nova.

Alem disso, creio que isto servirá para reflectirmos sobre tudo o que aconteceu durante estes anos.

Pela Mamã, desejo que haja paz entre nós.

Se concordares, virei visitar-te todos os domingos.

Desejaria que, ao menos, pudéssemos ir juntos à igreja e almoçar em casa como nos velhos tempos.

Trata de ti. A tua filha que te ama, Kagome"

Mentir não agradava muito à rapariga, mas estava certa que Deus lhe perdoaria porque era por uma boa causa.

Tinha ido a pé até ao seu novo emprego, pois sabia que se alugasse um táxi no dia seguinte toda a gente na terra estaria a comentar.

Levava pouquíssima bagagem, apenas três vestidos, roupa interior e o conjunto de toucador com banho de prata que pertencera à sua avó.

Para ela era quase um ritual todas as noites escovar o cabelo centenas de vezes com a antiga escova que pertencera a Kaede Higurashi.

Que diria a avó ao vê-la naquela triste situação?

Mas a avó já não estava ali para lhe indicar o bom caminho. Tão-pouco ali estava a sua mãe que provavelmente teria preferido vê-la morta do que criada do "cigana", como ela chamava a Inuyasha.

Ela, no entanto, só sentia dor face á situação. Tanta dor que se comparava como um autómato.

Inuyasha Taisho era seu inimigo e durante um ano queria vê-la sofrer, humilha-la, despertar os seus ciúmes, destrui-la.

Ao chegar ao portão, o segurança pediu-lhe a identificação. Quando chegou à porta não precisou de tocar à campainha pois esta abriu-se.

-Entre, entre – disse com amabilidade a rapariguita que a recebera no dia anterior. – Sou Kirara e trabalho com o senhor há seis meses. Este é um bom sítio, vai ver que se habitua – acrescentou com gesto cúmplice e desapareceu na cozinha.

Uma vez que parecia que não havia ninguém para se ocupar dela, Kagome deixou a mala na entrada e começou a percorrer as divisões do rés-do-chão. Primeiro admirou a ampla e luminosa sala de jantar. Os móveis de cedro, o lustre de cristal, o piano e os cortinados faziam pensar que aquela divisão pertencia a um respeitável casal de velhos de boa família.

Kagome transpôs outra porta e viu-se na sala de estar. O contraste com a divisão anterior era notável.

Ambas as divisões pareciam pertencer a duas casas distintas. Julgou estar numa casa das Mil e Uma Noites, no salão de algum sultão. O lugar era gigantesco. Estava completamente rodeado por biombos de vidro biselado que davam para o jardim. O soalho estava coberto de almofadas muito ornamentadas.

Havia no centro uma salamandra e um grande samovar de prata. Nem quadros, nem cadeiras, nem artefactos eléctricos.

Embora ali houvesse luz artificial, dezenas de velas e lamparinas davam um toque mágico àquele lugar encantado. Até ao momento aquele era o único canto que evocava um lar de ciganos.

Continuou a andar e contou três quartos de banho, uma espectacular biblioteca, o escritório onde estivera no dia anterior e um compartimento fechado à chave.

Este último era diminuto mas tinha um pequeno quarto de banho privativo. Era o quarto de Inuyasha tinha reservado para ela, longe dos quartos principais, mas também a boa distância da ala dos criados.

No andar de baixo não havia mais nada para explorar excepto a cozinha, claro. Pensou que era o momento de conhecer a cozinha. Aproximou-se da porta e viu três pessoas a trabalhar.

A jovenzita que a recebera não se encontrava entre elas. O lugar cheirava a fritos e a especiarias.

-Bons dias. Sou Kagome Higurashi – Apresentou-se – a nova governanta.

Duas das pessoas presentes corresponderam à saudação. A terceira, uma mulher vestida de negro que estava de costas, deu meia volta e sorriu-lhe.

-É a segunda vez numa semana que lhe dou as boas-vindas – Disse, com um sotaque estranho.

Kagome não conseguiu evitar um grito.

Era a mesma velha que encontrara na estação dos comboios, na noite da sua chegada.

Pensou ver um ar de satisfação malévola naqueles pequenos olhos negros e tremeu ao pensar que seria obrigada a conviver durante meses com aquela estranha criatura.

A velha estendeu-lhe a mão e disse, com sarcasmo.

-Trata-me por senhora e lembra-te que aqui quem manda sou eu.

-Encantada, senhora – obedeceu Kagome, apertando a mão fria daquela desconhecida.

-Para começar, podes distribuir o pequeno-almoço pelos quartos. Algumas das meninas acordam cedo para comer e depois continuam a dormir.

-Só preciso que me indique o caminho.

-Então leva isto ao primeiro andar, a terceira porta à direita. Não há que enganar, pois é a única onde encontrarás á porta vários pares de sapatos.

-Muito bem, senhora. – Foram palavras de Kagome, enquanto carregava uma pesada bandeja que continha bolos, café, ovos com bacon e frutos que chegavam para alimentar um batalhão.

Degrau a degrau, Kagome foi-se aproximando do seu objectivo. Quando chegou á porta do quarto suspirou aliviada. Ninguém respondeu. Voltou a bater e ouviu uma voz infantil.

-Entra, entra. Cuidado que podes acordar as outras e elas ficam aborrecidas contigo.

Uma miudinha com cerca de 12 anos, em cuecas e com um xaile de cores pelos ombros, abriu-lhe a porta e apontou para uma mesa num canto.

Os seus eram tão pequenos que parecia um rapazito, mas a sua cabeleira azeviche e o seu rosto delicado pertenciam a uma miúda que mais tarde se iria tornar uma mulher maravilhosa.

Tinha os olhos maquilhados e era obvio que não estava habituada a desmaquilhar-se antes de se deitar.

-Põe tudo ali. Quem quiser que se sirva. Se faltar alguma coisa, eu chamo-te.

A cena que observou naquele quarto espantou a nova governanta.

Umas 8 ou 9 rapariguinhas, entre doze e os vinte anos, dormiam semi-despidas sobre os colchões colocados no chão.

Kagome imaginou o belo Inuyasha a dormir entre aquelas beldades precoces, e uma onda de fúria percorreu-a dos pés á cabeça.

-Vai-te embora, mulher. Já te disse que te chamamos se nos faltar alguma coisa.

-A que horas almoçam? Sou a nova governanta – explicou Kagome, que desejava saber mais sobre todas aquelas pequenas.

-Bem, algumas á uma, outras ás duas. À medida que vão acordando, vão lá abaixo buscar qualquer coisa à tia Kagura.

-E depois que fazem? Estudam, trabalham?

-Não. Sabemos ler e escrever – respondeu a rapariga com orgulho. – Isso é suficiente. Vamo-nos casando.

-Têm noivo?

-Claro. – Assegurou a rapariga, segura de si.

-Rin, cala-te ou arranco-te as tranças – gritou alguém debaixo de uma grossa manta.

-Avisei-te. Até logo. Talvez te peça que me faças as tranças. As minhas irmãs recusam porque dizem que passo o tempo a queixar-me.

-É só dizeres.

Um pouco estonteada, Kagome fechou a porta daquele estranho quarto. Quando se dispunha a descer as escadas, uma potente voz de homem ordenou de um quarto vizinho:

-Tu ai, traz-me o café. E despacha-te.

Kagome, obediente, foi buscar à cozinha a bandeja do senhor Inuyasha que a tal tia Kagura já tinha preparado.

-Leva já isso. Se fica de mau humor, vai-nos arreliar o dia inteiro. Corre.

A jovem, rezando para não tropeçar, subiu as escadas a toda a velocidade.

A bandeja continha unicamente um termo com café, dois torrões de açúcar e uma barra de chocolate.

Recordou com ternura que Inuyasha adorava chocolate. "Boquinha de mulata" era como costumava chamar-lhe enquanto desembrulhava uma barra de chocolate e lhe pintava os lábios com aquela pasta escura e doce, para logo a beijar e ficar também ele com a boca suja. Bateu à porta.

-Entra.

De olhos baixos passou o umbral.

Pôs a bandeja sobre a mesa, mas, quando se dispunha a sair, o homem agarrou-a pelo pulso.

-Costuma dizer-se bom dia. Quem te ensinou as boas maneiras?

As saúda-lo, olhou-o de frente. Estava descalço, sem camisa, vestido unicamente com umas calças de linho brancas.

No seu quarto não havia nada de nada, apenas um colchão grande e a foto dos pais numa moldura, no chão.

-Tens de me escolher a roupa de hoje, faz parte do teu trabalho. Vou tomar um duche, depois chegas-me a roupa. – Disse ele, apontando para um armário que ocupava toda a parede.

Nervosíssima, Kagome abriu as portas do armário e foi envolvida por uma requintada fragrância.

No guarda-fatos estavam arrumados dezenas de fatos, camisas, roupa interior e filas de sapatos.

Uma vez que ignorava a ocupação de Inuyasha para esse dia, optou por um discreto fato castanho claro de muito bom corte e por uma camisa de marfim. Meias e sapatos castanhos e roupa interior completaram o conjunto.

-Deseja que lhe chegue a roupa? – Gritou a jovem.

-Foi o que eu disse.

-Mas o fato poderia enrugar-se com o vapor do banho…

-Se preferires saio completamente nu e vou eu mesma buscá-lo.

-Claro que não.

Ofendida, Kagome atravessou a porta entrando num grande quarto de banho.

Pôs a roupa sobre um banco. Olhou para o recanto onde Inuyasha tomava banho. Era acrílico, com uma textura meio opaca, mas da porta da entrada conseguia distinguir a sua silhueta.

Continuava a ter o maravilhoso corpo de sempre.

Horrorizada, Kagome apercebeu-se de que se lhe humedecia o sexo e que os bicos dos peitos ficavam erectos sob a blusa. Pensou em sair dali mas estava como que hipnotizada, a pouca distancia do único homem que a havia feito feliz.

Então apareceu Inuyasha, nu, e ao vê-la ali regressou ao cubículo.

-Julguei que já tinhas saído. Desculpa.

E a rapariga saiu daquele quarto morta de medo e desejo. Era a primeira vez que o via nu. Na noite em que tinha dormido ele tinha mantido vestidas as cuecas. Ela tinha-lhe acariciado insistentemente o sexo, e ele ficara com uma enorme erecção mas não tinham ido mais longe, certos de que tinham pela frente todo o tempo do mundo. Infelizmente, enganavam-se. Hoje Inuyasha parecera-lhe tão masculino como no passado.

CONTINUA