Esta historia não me pertence e muito menos as personagens.
História de Marion Mckenna e personagens de Rumiko.
Achei a historia muito gira e decidi que talvez ficasse bem no mundo de Inuyasha por isso comecei a passa-la. Espero que gostem. No final deste capitulo direi os nomes que estão no livro referente a cada personagem do anime.
Nesta história não existiram Youkais ou Hanyous, apenas humanos, logo o Inuyasha tem cabelos negros e olhos castanhos como quando é humano.
PAIXAO CIGANA
Epilogo
Era uma manha de verão. Na cidade, metade da população saia da igreja. Quatro adultos, duas crianças e um cão preto avançavam pelo caminho que dava para o rio. Os homens com canas de pesca na mão e as mulheres, uma loira e outra muito morena, com as cestas de alimentos.
-Ash, abriga-te do sol, querido – Disse uma das mulheres para a criança mais velha, um morenito dos seus quatro anos, vestido de encarnado.
-Eu gosto do sol, mamã.
-Eu sei, mas daqui a pouco já estás a tomar banho e poderás tirar a roupa.
-E a mim, deixas-me tomar banho? – Perguntou o outro miúdo, de cabelo negro e olhos azuis à mulher morena.
-Claro meu amor. O teu pai irá nadar contigo.
-E tu vais pescar como sempre, mamã?
-Acho que não – Riu-se a jovem, enquanto acariciava o aveludado ventre que provavelmente já lhe permitia fazer grandes esforços.
-Estás bem, querida? Queres sentar-te? – Perguntou um dos homens, olhando-a com ternura.
-Não, Inuyasha, já te disse que ainda faltam uns dias para o parto.
-Se tu o dizes… podíamos pedir à Sango que consultasse o tarô. Que dizes, irmã?
-Não trago as cartas, mas também não fazem falta. Lembra-te de que a tua mulher previu com um mês de antecedência o dia em que o Shippo nasceria.
-Sim. Às vezes parece mais cigana do que nós.
-E a nossa menina herdará esse dom, querido.
-Será menina?
-Aposto contigo cem dólares.
-Nada de apostas, lembra-te, Kagome.
A mulher sorriu com doçura para o marido que logo depois de se casar tinha cumprido a promessa que fizera quando ela lhe dera o sim. Ao ouvido, no altar, ele tinha jurado fechar o casino no dia seguinte.
E logo havia reiterado a sua promessa ao toma-la nos braços para entrar em casa e descobrir, com um estremecimento, que ela não levava roupa interior, tal como ele uma vez havia sonhado.
Inuyasha comprometera-se formalmente a fechar as casas de jogo e a ganhar a vida com um trabalho mais respeitável.
Ao princípio não soubera bem o que havia de fazer com os dois imponentes edifícios vazios que tinham constituído o centro de reunião dos apostadores. Mas logo, graças a uma inteligência sugestão da mulher, tinha transformado as casas de jogo em salões de baile e entretenimento para a juventude.
"Basta de usura, basta de casinos, basta de vícios. A cidade precisa de alegria, alegria sã e dar-lhe-emos isso. Assim, quando os nossos filhos crescerem não quererão deixar esta terra", dissera ele.
O negocio resultou e , com efeito, atraiu muita juventude às desoladas ruas da localidade.
Naraku Higurashi, seu sogro, foi encarregado de conduzir esse negócio, trabalho que permitiu ao velhote estar rodeado de gente jovem e alegre, como ele gostava e, ao mesmo tempo, dedicar-se a uma tarefa útil que lhe fizesse desaparecer a depressão que tinha estado a ponto de lhe custar a vida. Mas a sua obra não terminou ali. Também criou um hospital de pediatria dirigido pela sua irmã Sango. Tinha três andares, unidade de terapia intensiva e uma ala anexa onde se albergava as mães das crianças que estavam internadas e viviam longe da cidade.
Parte do capital para a construção daquele complexo hospitalar e também a ideia haviam sido de Sango que, alem de ter ganho a causa em que era acusada de negligência, se tinha tornado famosa na América devido aos seus livros de medicina natural. Não tinha sido fácil para ela enfrentar a justiça.
Tinham sido meses de angústia, mas era uma Taisho e ganhara a causa graças à sua força de vontade, já que tinha percorrido quase todos os cantos do pais a relatar o seu caso, despertando desta forma uma polémica que agitou as instituições médicas americanas. Poderia a ciência ignorar a tradição?
Não era um preconceito condenar métodos curativos que os médicos desconheciam?
Por acaso o homem não se tinha curado durante séculos com plantas e outros elementos da natureza?
Por fim, após três anos, Sango Taisho conseguira que alguns médicos, os mais jovens, usassem os seus preparados quando era caso disso.
E a sua popularidade também havia beneficiado a cidade, pois todos os dias dezenas de pessoas viajavam até aquela pequena localidade para a consultar. Ela atendia-as a todas mas saía do consultório cedo e ia para casa pois Ash era pequeno e precisava dela.
Claro que não era só por Ash que corria para casa mas também por Miroku, seu marido, que se havia revelado um homem muito apaixonado, tanto que costumavam fazer amor todas as tardes, quando a criança dormia.
-Não tens de regressar ao trabalho? – Repreendia-a ela com ternura.
-Primeiro o prazer, doutora. A doutora mesmo disse que não há nada melhor para a saúde do que fazer-se amor com quem se ama.
-E mantenho.
-Então?
-Às vezes receio que fiques comigo para me agradar e que estejas preocupado com a loja.
-Confio nos meus empregados, querida. E daqui a uma hora volto para lá – Respondia ele, enquanto lhe beijava ternamente a nuca e lhe acariciava os seios. E Sango não resistia.
Inuyasha e Kagome havia tempo que tinha seguido aquele exemplo, embora ambos preferissem o abrigo da noite para desfrutarem da intimidade que dia a dia crescia entre ambos.
-Como mudaste nestes últimos tempos – Dizia-lhe ele. – És a melhor fêmea que já tive.
-Parece-lhe decente dirigir-se nesses termos á sua venerada esposa? – Repreendia ela, carinhosamente.
-Pois dizer o contrário seria faltar à verdade – Respondia ele, enquanto lhe tirava rapidamente a roupa e a deixava cair no leito amplo, disposto a possuí-la uma e mil vezes até ao amanhecer.
Em tudo isto pensava Kagome enquanto se dirigiam para o rio. E por isto esteve a ponto de derramar algumas lágrimas quando as crianças descalçaram os sapatos e enfiaram os pés na água, convidando os pais a imitarem-nas.
-Venham, venham connosco, assim podemos ir mais longe – Pediam os pequenos, aos gritos.
-Já vamos. Esperem um momento.
Então os homens descalçaram-se também, dispostos a brincar com os miúdos naquela água fresca e cristalina.
As mulheres sentaram-se à sombra.
-Que bom é vê-los divertirem-se assim. Connosco nunca fazem tantas travessuras.
-São todos varões e entendem-se.
-Por isso é que eu gostaria de ter uma menina… Devias imitar-me.
-Talvez já o tenha feito.
-Estás grávida? – Exclamou Kagome, abraçando efusivamente a amiga.
-Ainda não sei. Peço-te que não digas nada… não quero alimentar falsas esperanças ao Miroku.
-Agora que me dizes, noto que tens os olhos mais brilhantes – Disse a morena de olhos azuis, olhando a amiga nos olhos verdes.
-Em breve saberemos. Mas para já, cala-te. Eu vou buscar uns ramos para fazermos uma fogueira – Decidiu Sango, pondo-se em pé.
-Como nos velhos tempos…
-Como nos velhos tempos e como nos novos, amiga. Porque nada nem ninguém nos voltará a separar.
FIM
Bem como eu disse no principio esta historia não me pertence por isso vou agora por os nomes de algumas das personagens do livro.
Kagome Higurashi – Nicole Horton
Inuyasha Taisho – Adén Shamir
Sango Taisho – Rita Shamir
Miroku Houshi – Jimmy Evans
Naraku Higurashi – Mark Horton
Kaguya Higurashi – Betty Horton
Avó Yura – Avó Cármen
Kikyou – Minie
Kagura - Felisa
Onigumo Takeda – Raymond Evans (mas não tem nada a ver com a família de Jimmy Evans, o personagem Miroku)
Kanna – Nair
Koharu – Amira
Kuranosuke – Spencer
Ash – Peter
Mary - Shima
