Desclaimer: Naruto não me pertence e-ponto-final.
- Desculpem os erros de português, não tenho Beta.
- Quaisquer semelhança do título e/ou texto, é mera semelhança!
- E logo escrevo que, não peço reviews, mas... considerem o esforço dessa humilde e principiante ficwriter...
- Aviso, na fic terá cenas e dialógos não indicados a menores, não será minha responsabilidade a influência do mesmo aos leitores.
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COMO VIVER ETERNAMENTE
Capitulo um – Desespero
Algumas semanas depois...
- N...Neji... – sussurrou Hinata em meio aos aparelhos, seu primo, saiu imediatamente da poltrona do quarto para pular em sua cama e pegar suas mãos.
- Hinata-sama! – disse apavorado – Oh meu Deus, obrigado! Obrigado! – repetia o moreno, agradecendo o atendimento de suas preces – Como você está? Quer que eu chame o médico?
- N...Ne...Neji... o... o que, o que es...está ha...haven...do? – sussurrava quase mudamente por causa da mascara de oxigênio – o que...
- Shh – levou os dedos aos lábios, para ela não mais falar – você precisa descansar Hinata-sama, falaremos disso depois, vou chamar o médico – disse, saindo, mas não antes de lhe sorrir e dizer – Cuidaremos de vocês.
Hinata ignorou o plural utilizado na frase, pensando ser sua alucinação, olhou a imagem quase embaçada do primo, não conseguiu lhe retribuir o sorriso, suspirou pesadamente e virou o rosto para a direção da janela quando o primo saiu. "O que esta acontecendo?" pensou, não lembra de estar ali, a ultima coisa que se lembra e de estar saindo da casa de Sasuke, desesperada... "Ah, sim... ele e aquela ruiva, juntos..." lembrou-se. Sasuke e uma ruiva... seu choro... ele gritando... o carro... a ruiva saindo na porta assustada... e mais nada. Sentindo seu estado incapaz, começou a lagrimejar, vindo de soluços violentos até sentir uma forte pontada na barriga, se sentia inchada, "Por causa do acidente" concluiu. Sentiu-se sonolenta e dormiu.
~o~
- Foi um milagre estar tudo em ordem. Mais alguns dias de observação e poderá ir tranquilamente pra casa, com algumas receitas, claro – disse o jovem médico, de cabelos cor platina para Hinata, se levantou em direção a Neji, que estava na porta – contou a ela? – sussurrou.
- Vou contar agora que você sair – respondeu no mesmo tom de voz – vou ser bem direto, não poderemos mais esperar, está avançado demais para que ela não perceba logo.
- Ok, mas cuidado, emoções fortes podem atingi-los – falou serio a Neji, arrumando seus óculos redondos, e se virou a morena – até mais querida! – simpaticamente se despediu.
- Até Doutor! – mais recuperada, e já sentada, sorriu também se despedindo, Hinata percebeu o olhar vazio de Neji em sua direção – o que ouve Neji-nii-san?
- Hinata-sama eu... – olhou para o ventre da moça, com um certo volume já visível – você sabe que ficou em coma por semanas, e vai ser difícil lhe explicar mas... – receou, não sabia como explicar a prima.
- O que o médico disse? – perguntou angustiada.
- Você está grávida Hinata-sama – declarou olhando para o chão.
- O...o que? – surpresa, isso não estaria acontecendo, Neji olhou agora para a janela, evitando o olhar interrogativo de Hinata.
- De quadrigêmeos – Hinata ficou surpreendida e seus perolados orbes, se expandiram como duas luas.
- N...não, não! – cerrou os punhos no lençol.
- Não tem como negar Hinata-sama, lembra-se quando foi sua ultima relação? Sim, antes de viajar não é? Quase três meses – disse ainda olhando a janela, forçando uma cara despreocupada, mas seu rosto de expressão desgostosa não passou despercebido por Hinata.
- Mas eu... Mas eu me preveni! Não tem como estar certo! Não pode, não posso! – disse dando ênfase na ultima palavra, e começando a chorar descontroladamente – Oh Deus! O que farei agora? – soluçando colocou as mãos no rosto num impulso.
- Hinata-sama... – Neji iria explicar sobre a falha dos preservativos, mas vendo o desespero da prima, a observou, sua razão dizia que devia ficar ali, mas seu coração falou mais alto, e fez o que lhe veio na mente. Ajoelhou-se do lado da cama e puxou a morena para um abraço.
- O que farei Neji-nii-san? Que decepção para papai, sua herdeira mãe solteira! Sou uma estúpida, uma imbecil, uma inútil mesmo! – dizia enlouquecida ainda abraçada ao primo – Se era um estorvo, quem dirá agora com essas crianças!
- Agora seria um momento perfeito para mostrar a ele e seu pai, que você é capaz Hinata – disse com certo tom de ira ao comentar sobre Sasuke, percebendo que estava se aconchegando demais a Hinata, voltou-se com seu tom formal – sama...
- Neji-nii-san – Hinata pegou o pulso do primo antes que ele saísse de perto de si – Me ajude, por favor... Me... Me ajude... Nos ajude...– fungando, Hinata tentava cessar seu choro, e depositou sua mão tremula na não muito volumosa barriga.
Neji se voltou para ela, sentada naquela cama, seu pálido e pequeno corpo ferido, seu rosto cheio de ataduras, com o cabelo bagunçado e uma perna engessada. E seu ventre... a pequena forma que surgia e incrivelmente quatro vidas se gerando ali. Sentiu um aperto no peito ao ouvir o desespero do pedido de Hinata, que aparentemente o via como o único refugio de segurança no momento.
- Hinata-sama... Não precisava pedir – se limitou a um pequeno sorriso, que foi grande para Hinata – Sempre, em qualquer ocasião, estarei do seu lado – disse beijando a testa e a barriga da morena, depois a abraçando.
- Te amo Neji-nii-san... – falou ao se aconchegar no abraço do primo, Neji sabia que era um amor diferente que ela sentia por si, não passava de um sentimento de irmandade.
- E eu a você...
Sussurrou tão baixo que Hinata não o ouviu, nem seu tom apaixonado. Apesar de saber que Hinata, alem de tudo que passou com Sasuke ainda o amava, não iria desistir tão cedo de compartilhar uma felicidade com ela, ainda mais com a proposta que iria lhe fazer quando voltassem para casa. Hinata, ficou mais calma, e começou a acariciar relutantemente sua barriga, Neji, em um ato precipitado, também levou sua mão à barriga da morena, esperando uma reação negativa. Mas, por surpresa, Hinata enlaçou sua mão com a sua e as depositou em seu ventre, e assim ficou até ela novamente adormecer.
- Mas puta que pariu Sasuke! – berrou um loiro, chacoalhando o moreno em um movimento irritado – como pode ser tão idiota?
- Aquela... Aquela vadia me drogou, merda Naruto! Me solta! – dizia também irado, tentando inutilmente se soltar – Mas também não tiro sua razão... – Naruto o soltou, Sasuke estava mais melancólico que o normal.
- Desculpa cara, mas sei lá, como foi cair numa idiotice destas? Você que nunca caiu nos papos furados dos outros – falou se explicando – Mas e Hinata-chan? Como ela está? – perguntou preocupado.
- Está melhor, fui vê-la enquanto dormia, e quando seu estúpido guardião lanchava – olhou para o Naruto, com uma expressão tristonha – Eu... Eu pensei que ela ia... ia...
- Não pense em uma coisa desta – interrompeu o loiro – sabe como Hinata-chan é dura na queda – disse num tom brincalhão – E o que foi feito daquela... Alias, quem é ela? – o olhou interrogativo.
- Não sei, mas acho que já a vi em algum lugar – franziu as sobrancelhas
- Tem lembrança de como ela é mais ou menos?
- Ruiva, usava roupas casuais, óculos, seus olhos eram negros – falou sem emoção nenhuma.
- Heeey! – exclamou Naruto, como se tivesse acabo de descobrir algo – seu nome não seria Ka... Kauni... Keyli... Katy...
"É um enorme prazer conhece-lo pessoalmente Sasuke-kun, pode me chamar de Karin."
- KARIN! – gritou Sasuke em lembrança do nome.
- É, isso, Karin – pensando, Naruto elevou seu indicador na boca em sinal de tentar se lembrar de algo – ela não trabalhava naquela boate... Droga, como é o nome mesmo?
- The Book Red¹ - disse Sasuke levando as mãos ao rosto – como poderia ter me esquecido dessa vagabunda... – foi mais uma advertência própria do que uma pergunta.
- Ela tava se oferecendo para o Neji-san na despedida do Shikamaru-chan² não é mesmo? – perguntou inocentemente Naruto, fazendo levantar uma duvida sobre o assunto.
- Se ela e Neji já se conheciam... É isso! – gritou a ultima frase.
- É isso o que teme? O que tem demais os dois se conhecerem? – confuso, levou a mão ao seu queixo.
- Não percebe? É obvio! – disse, pegando o colarinho de Naruto exaltado. Sua expressão, por um breve momento se iluminou e uma ponta de esperança surgiu – Se Neji morre de amores pela prima, e conhecia uma vagabunda de beco como a Karin, o que acha que ele deve ter feito?
- Sei lá, manda ela cata coquinho depois do que fez com a Hina-chan?
- Pare de dizer asneiras! – disse perdendo a paciência - Estou falando que, uma ruiva aparecer na minha casa, levantando algo que não sabia sobre minha namorada, e me dar um coquetel de drogas, só pode ter sido a idéia do Neji!
- Mas acho que Neji-san não faria uma coisa dessas e...
- Pense comigo Naruto! – gritou, interrompendo o loiro – O que faria se o Sai namorasse a Sakura? Concerteza você destruiria seu inimigo para consolá-la depois. E a garota machucada, poderia aceitar seus sentimentos! Céus! Como fui tão idiota em não se prevenir de uma coisa dessas?
- Concerteza tentaria separa-los, mas não seria cruel para envolver os sentimentos da Sakura-chan na briga toda. Se você estiver certo, Neji-san seria capaz de machucar a Hinata-chan para separá-los? Não... Acho que Neji-san ama tanto a ela, que não seria de capaz nem de fazê-la chorar para que os vissem separados, e muito menos causar o coma dela.
- Talvez não estivesse em seus planos o acidente... - Sasuke ficou pensativo por um momento – Se tivesse um jeito de convencer Hinata, que tudo for parte de um plano.
- Ela está com tanto ódio de você assim? – arqueando uma sobrancelha, Naruto perguntou.
- Alem de ter demonstrado, vi o olhar amargurado e enojado dela. Concerteza não será fácil convence-la – bufou e se jogou na poltrona escura no centro da sala – espero que Neji já não tenha executado seu plano antes de eu tentar explicar a ela o que realmente aconteceu.
- Quantos dias ainda terei que ficar presa nessa cama? – perguntou uma morena angustiada.
- Até que a senhorita recupere totalmente as forças – respondeu o médico, em um tom divertido.
- Mas estou forte, consegui até ir ao saguão hoje!
- Conseguiu, mas sem ordens não é mesmo? – rindo, advertiu-a – Mas agora seriamente, acidentes de gestantes tem que ter o máximo de cuidado e repouso possível Hinata-san, ainda mais esperando quatro, como você.
- Estou angustiada aqui, queria ir pra casa, ver Hanabi, e talvez conversar com papai... – disse com uma pontada de tristeza na voz.
- Se eu te contasse algo que você se surpreenderia?
- O que? – curiosa, sentou-se na cama.
- Seu pai, todos os dias em que você estava em coma, vinha aqui até terminar o horário de visita – Hinata ficou boquiaberta – perguntava toda hora, quando iria acordar, e ficava aqui, onde estou, rezando por vocês.
- V...vocês? – Hinata sentiu que iria chorar de emoção – e...ele sa...sabe... ?
- Sim Hinata-san, tinha que ver a cara que ele fez quando soube que seria avô – riu.
- E...ele n...não... ele não disse nada repreendedor ao meu respeito?
- Não que tenha escutado, nunca vi um senhor tão empolgado em ser avô, ainda mais de quadrigêmeos – Hinata começou a lagrimejar – O que aconteceu Hinata-san? Disse algo que não devia?
- É que... É que papai nunca se importou comigo... Se for verdade o que o senhor está dizendo... – soluçando, tentou em vão secar as lagrimas – minha vida pode se considerar muito mais melhor de agora em diante...
Hinata desabafou para o médico, todas as suas tristezas podiam quase que se esgotar com essa novidade, mas algo doía em seu interior, a guarda de um segredo que poderia destruir tudo, tanto a si como os outros, esperava que pudesse levá-lo adiante, até ter suas crianças crescidas, e quem sabe, ter um pai que pudesse cuidá-las. Entretida com o dialogo que mantia com doutor, ouviu uma batida na porta, e uma médica de cabelos desbotados entrar com um envelope e dizer:
- Os exames de sangue da Hinata-chan, Kabuto – Hinata se sobressaltou, "Exames de sangue? Como assim?" se perguntava.
- Já esta com toda essa intimidade com a paciente Sakura? – brincou
- Como se não soubesse que ela estudou comigo – disse revirando os olhos – e então Hina-chan, como está? - perguntou olhando na direção da morena.
- Estou bem Sakura-san – respondeu ainda com olhar interrogativo sobre os exames – Porque os exames de sangue? – perguntou em seguida.
- Pra ver se algo do acidente pode ter criado alguma doença ou vírus que possam prejudicar tanto a você quanto aos nenês – respondeu, entregando o envelope ao médico de cabelos platina.
- Hun, pelo que posso ver está tudo em ordem – Hinata relaxou em sinal de despreocupação, mas logo percebeu uma fina ruga na testa do médico quando pegou a outra folha com resultados finais – está mesmo correto isso Sakura?
- O que houve? – Hinata congelou, ao ver Sakura chegar perto dos papéis – Oh! – exclamou, depois olhando piedosa a Hinata.
- Vou refazê-los, cuide da Hinata-san ate que eu volte, e Sakura... – puxou a médica pra perto da porta, Hinata viu que discutiam algo sério, mas não conseguia ouvir, com os batimentos acelerados demais, desmaiou...
~o~
Acordou lentamente, estava amortecida, acordou e se viu sozinha no branco quarto, tentou se sentar e suspirou. Não podiam... Não poderiam descobrir! Ouviu a porta ser aberta com violência, surgindo ali não só Neji, mas para sua surpresa seu pai. Estaria sonhando ou o grande Hiashi estaria... Como poderia usar ironia nessa hora? Viu seu pai, pela primeira vez na vida, o viu chorando!
- Pa...papai? - esperando uma resposta para ter certeza que ele realmente estava ali, na sua frente derramando lagrimas.
- Hinata! – a abraçou com força, Hinata se sentia protegida e feliz com o primeiro abraço da sua vida que compartilhou com o pai – Minha filha, perdoe-me! Perdoe-me! – implorava pelo perdão da filha. Necessitava disto antes do que estaria pra acontecer.
- Sabe que sempre te perdôo papai – chorou junto ao pai.
- Te amo mais que tudo Hinata, não tive oportunidade de lhe falar isso antes, mas... te amo mais que a mim, me desculpe pelos erros filha...
- Oh papai... – novamente o abraçou, depois o olhando nos olhos – Eu... eu sei porque veio... Sakura-chan e Neji-nii-san te contaram não é? – disse tristemente.
- Não filha, eu já sabia o que você escondia de todos, sabia todo esse tempo e nunca te fiz feliz...
- Papai – interrompeu Hinata – alias, Neji-nii-san também – Neji chegou mais perto a prima – quero que me prometam uma coisa – pediu.
- Diga Hinata-sama.
- Não contem ao Sasuke, nem alguém que esteja ligado a ele, ainda não sabe disso...
- Uma hora ou outra ele saberá e...
- E será tarde demais Neji-nii-san – interrompeu novamente – ele não poderá saber do meu segredo, nunca, e de preferência dessas crianças – suspirou – ficaria comigo apenas por pena.
- Mas os médicos poderiam contar a ele.
- Conversarei com eles papai – Hinata olhou para a triste expressão de Hiashi – tenho tudo que preciso, vocês dois – falou pegando nas mãos dos dois – e... Hanabi? Ela sabe? – perguntou receosa pela resposta que lhe dariam.
- Você sabe como ela é esperta – respondeu Neji.
- Você poderia esconder de seus amigos Hinata, mas da sua família nunca iria conseguir – falou Hiashi – você não esconderia a mesma doença que sua mãe tinha Hinata, estávamos acostumados aos sintomas.
- Mas pensei que...
- Não sabíamos? Um câncer não é como uma gripe Hinata – o velho a sua frente se encolheu e olhou para o chão – Nunca esqueceríamos o que é ver uma pessoa morrer aos poucos e não poder fazer nada... – Hinata viu o olhar de Hiashi, emocionado ao se lembrar do passado – Nunca esqueceríamos, como pode afetar o usuário, quanto quem está ao seu redor... Quando você ficou doente, todos nós ficamos tambem. Inclusive eu...
- O que poderei fazer papai? – soluçava a morena – Quanto tempo ainda tenho de vida? Um mês? Um ano? Uma década? E meus filhos? – chorosa, olhou ao seu pai.
- Será o suficiente para recuperarmos todo o carinho perdido destes anos todos Hinata, faremos da sua vida, a de uma rainha – disse o pai – e tentarei pagar todo essa ausência...
- E conseguirá papai... Com seus netos...
Rindo, Hinata levou a mão de seu pai a sua barriga. Tentaria aproveitar o máximo esses momentos antes que partisse.
Foi no inicio da primavera. Estava em meu quarto quando senti uma imensa fraqueza e desmaiei. Acordei no dia seguinte em um hospital. Rodeada de maquinas. Minha cabeça estava um turbilhão quando o médico chegou ao quarto e me entregou um envelope.
- Já li os resultados, depende de você querer saber o que tem ou não – falou secamente, concerteza já acostumado com diversas reações de pacientes – Seu pai ainda não sabe.
Puxei o conteúdo com cuidado, mas ao ler o resultado senti meu mundo desabar... Tinha leucemia em um estado mediano. O doutor disse que se demorasse demais o tratamento, poderia ter conseqüências piores. Dois dias depois voltei arrasada, com Hanabi e Neji ao meu encalço, tranquei-me no quarto e chorei. Estava nas mãos minha sentença de morte...
Não queria mais me apaixonar ou ter uma relação. Poderia destruir todos os meus planos. Mas, enfim... Minha idéia tinha mudado ao ir obrigatoriamente a uma festa da empresa. Conheci um moreno de deixar qualquer mulher sem fôlego. Mas como o destino é irônico...Apaixonamos-nos perdidamente... Namoremos dias, semanas e meses... Ele me fez esquecer os problemas, minha doença, minha sentença... Sentia-me imortal, poderosa ao seu lado. Decidi esquecer-me do câncer e problemas... Estava desesperada demais para tê-lo ao meu lado.
E foi ai, que realmente comecei a sentir que iria viver eternamente...
¹Tradução é Livro Vermelho, nome podre eu sei, mas é o que veio em minha mente na hora, e lendo pelo nome, já pode imaginar que tipo de boate é, citada na fic -Q
²Pra quem não sabe, o sufixo chan, usado em meninos, é para compor apelidos. Traduzindo, seria como chamar Shikamaru de Shikamaruzinho, Shikazinho e assim por diante.
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Hello Peoples! *-*
Está ai o primeiro capitulo :D Espero que tenham gostado Ouns *¬*
Mas tenho ainda que puxar a orelha de vocês! Que isso gente? -Q
Trabalho o dia inteiro, chego as 23 da escola, escrevo na madruga e... nem mandam reviews? D:
(Poxa, e eu toda empolgada no cap. anterior -qq)
Nem que seja pra me chingarem ou criticarem, me façam feliz! xD
Mas... como sempre tem gente de alma caridosa, agradeço demais a Akasuna no Luna, e como presente lhe ofereço o próximo cap. tá? *-*
Agradecimentos a quem leu e deu atenção a essa humilde fic.
Beijos,
Kishi Hana
