Oie meu povo e minha pova, voltei depois deu um tempinho em hiatus. Tive muita coisa pessoal para resolver, mas voltei pra os braços dos meus amados leitores. Quero agradecer as rewiews que eu andei recebendo... Lembrando que a Sailor Moon, o Darien e o Seiya (aiaiaiaia, esses dois ainda poderiam ser meus) Não são meus, mas da Naoko T. ma essa estória é minha...

*escagort- caracol em francês. Na verdade é uma variedade de caracol que é comestivel, e que é um prato caro e dito como sofisticado ( por mim não como nem pagando pra mim. tenho nojo desse bicho)


Serena

Havia esquecido como era tão bom e quentinhos os braços do Darien, Assim que eu ouvi aquele trovão horroroso, me escondi atrás da minha mãe, para divertimento de todos os presentes (¬¬). Mas o vi se aproximar e me abraçar, e dizer docemente que não era pra ter medo que ele estava ali e não deixaria nada de mal acontecer comigo. Apesar de eu estar um pouco aborrecida e decepcionada com ele, era bom se sentir segura nos braços dele.

Para a minha maior tristeza, o Charles-kun disse:

- Meninas, devemos agora antes da chuva, porque quando chove, as avenidas e autopistas de Paris ficam em estado de calamidade e sem falar dos horríveis engarrafamentos.

Só foi ele abrir a boca e caiu mais um raio e começou a chover feio. E eu me agarrando como podia no Darien, que parecia que estava gostando do agarramento. Dava pra ver isso na cara dele. Eu corei só de ficar olhando pra ele. Que cara de Pau esse Darien !!!

Vendo a tempestade de verão que caia naquele instante, Pierre nos convidou a ficar no castelo até passar a chuva.

- Charles, você sabe melhor que ninguém como são as autopistas durante as tempestades de verão. Se a chuva não passar, vocês estão mais que convidados a passar uma noite na minha humilde casa.

-Mas, Pierre, não queremos incomodar – grunhiu o Charles

-Obaaaaa, podemos ficar aqui hoje tia Ikuko?- Mina perguntou enquanto "secava" minha mãe com estrelinhas nos olhos.

- Meninas, não podemos ficar, O Pierre já está sendo tão gentil em nos deixar ficar até passar a chuva. Seria muito abuso da nossa parte ficar alem disso.- argumentou mamãe.

- Não seria abuso nenhum e fico muito feliz em receber as senhoritas e o meu bom e velho amigo Charles aqui, afinal eu quase não recebo visitas..- Pierre contra-argumentou

Eu ficava observando todos em silencio, abraçada ao Darien. Parecia que a que aquela conversa ficava cada vez mais distante e que meu quase ex e eu estávamos entrando num mundo a parte, enquanto a chuva caia lá fora. Eu sentia ele acariciar meus cabelos, tentando me tranqüilizar. Coisa que estava meio impossível, já que trovejava muito e eu O-D-E-I-O trovões e raios. Tenho verdadeiro pânico deles.

Todos saíram do hall de entrada do castelo, E Pierre juntamente com a senhora, que eu fiquei sabendo que era chamada de tia Collie, arrumou um quarto para cada um., caso passássemos a noite por lá.

E a noite caiu, e nada da chuva parar. E cada um foi para um canto. Darien, Amy, Pierre e Rey foram para a biblioteca. Lita, tia Collie foram pra cozinha com minha mãe, que ficou curiosa para saber como era um jantar típico francês. Mina e eu ficamos na sala da televisão vendo a um filme romântico.

Já se passava das oito da noite. Quando a velha governanta chamou todos para o jantar. Se a mesa do lanche era mara, o jantar era um banquete e a única coisa que quando olhei e quase botei os bofes para fora, mas me segurei, foi um prato cheio de escargots* com umas folhinhas de coentro e molho com vinho tinto (ecath). Fora o prato pra lá de exótico, fiquei extasiada só de olhar as outras coisas da mesa. Todos sentados a mesa, Celine foi a ultima a chegar. Sempre vestida com uma roupa preta e sua carinha triste. Todos comiam em silencio, e a menina foi a primeira a terminar, pediu licença aos presentes e saiu da sala.

Terminei o jantar e fui direto para o quarto que me indicaram, pra poder escovar os dentes. Subi as escadas e vi um corredor. Então eu caminhei pelo corredor e vi um papel com meu nome colado a um par de portas de madeira pintados de branco. Abri e vi que ali deveria ser uma saleta que fazia a vez de ante sala.. Pois tinha uma escrivaninha linda em madeira escura e estava fechada. Tinha um par de sofás com cara de ser bem confortáveis que era cor de rosa, , uma mesinha com um abajur grande e ao invés de um vaso segurando a cúpula era um casal de anjinhos segurando. Na mesma sala tinha uma lareira grande com um relógio cuco com detalhes dourados e com cara de caro. Tinha uma mesinha de madeira com uma tv, um dvd e um radio. No mesmo ambiente tinham mais dois pares de portas no mesmo estilo da anterior e eram separadas pela lareira, e mais um par de portas perto da janela

Abri o primeiro par de porta; era um closet, amplo, com prateleiras brancas, um espelho que cobria uma parede inteira, e caberia a roupa de toda minha família e sobraria espaço pra dedeu e cheirava a tutti-fruit. Sai daquele cômodo e me dirigi a segunda porta. Era um banheiro lindão *------------------*. Era todo branquinho, assim como do hotel onde estava hospedada, mas tinha um box com um chuveiro elétrico e uma banheira enorme. Tinha um balcão enorme com pia e um espelho grandão também e com luzes iguais a de um camarim de artista. Os puxadores das portas e gavetas eram dourados. E tinha todos os potes, tapetes, toalhas e o roupão em cor de rosa. Cara, definitivamente aquele banheiro era projetado para receber mulheres, porque até tinha prateleira para cremes de rosto e porta pinceis de maquiagem (?).

Mas diário eu ainda não tinha visto tudo.... Faltava o quarto. Quando abri a terceira porta quase tive um treco. Nem em meus delirantes sonhos jamais imaginei um quarto como aquele. Será que meu no futuro, se caso eu me tornasse rainha teria um quarto tão bonito como aquele?

Ele era majestoso e enorme, cor de rosa bem clarinho, em tom pastel. Tinha uma cama grande, que era show, daquelas que só se vê em filme antigo. Era em madeira escura, com alguns detalhes em forma de rosa e anjos com detalhes que pareciam se de ouro, esculpidos na cabeceira e nos pilares. Ela tinha um dossel cor de rosa suave e as cortinas eram amarradas com fitas de cetim da mesma cor. O restante dos moveis que eram uma penteadeira com toucador, duas cômodas grandes e uma mesinha acompanhavam o mesmo estilo vitoriano da cama e reparei que em cima da cama tinha varias almofadas de capa de cetim com babados. A colcha de seda acompanhava a estampa das cortinas, que era de um floral miudinho e muito bonito. Tinha nas paredes lindos quadros antigos com motivos femininos. Nem o hotel tinha tamanho luxo. Eu literalmente babei. Esfreguei meus olhos para ver se eu não estava sonhado. Quando eu vi que era real eu dei um gritinho.

- Nossa que lindo, eu queria um quarto desses. Ahhhhhhhhhhh

Conti meu deslumbramento e continuei examinado o quarto quando eu vi mais um par de portas perto das janelas. Eu abri e dei de cara uma magnífica varanda de pedra. Pierre era um cara que sabia aliar o antigo com o moderno. O castelo era uma prova disso., mas voltando ao assunto, eu fui até a porta da varanda e pude contemplar os lindos vasos e floreiras repletos de rosas vermelhas, mescladas com rosas menina brancas e jasmins em flor. De fundo dava para ver o parreiral, o jardim, o labirinto, um bosque e bem ao longe o rio Senna. Como estava chovendo, mas tinha parado de trovejar, fiquei mais calma. Percebi que a varanda era contígua a outra e sendo separadas por um pequeno muro e alguns vasos de plantas, era decorada com o mesmo estilo da que eu estava e ambas tinham uma mesinha, com duas cadeiras e uma espreguiçadeira dobrável, todas feitas em bambu e tecido. Uma coisa que eu reparei era a cor do tecido das cadeiras e das espreguiçadeiras que as que estavam na varanda do quarto era rosa e a da varanda vizinha era azul. Era tudo tão bonito e tão bom gosto que eu não me cansava de olhar. Voltei para dentro e fui escovar os dentes, me perguntando quem era a pessoa que ocupava aquele quarto.

Assim que sai do quarto, fui para a salinha do quarto e liguei a televisão. Aproveitaria para aprimorar o meu francês vendo um filme sem legenda, como um que passava naquele momento, acho que era o romeu et julieta com o Leonardo de Caprio( aiaiaiaia, que filezinho).

Sabe, meu velho amigo, que ao ver aquele filme, lembrei da minha estória com o Darien. Que mas parecia uma estória como aquela. Vi aquele filme até o final e percebi que já se passavam das 11 da noite. As meninas e minha mãe já deveriam ter se recolhido. Eu ia dar um jeito de ir no quarto da Lita para pegar uma camisa com ela para eu poder dormir

De repente me deu uma vontade imensa de ir até a varanda. Fui e percebi que a chuva tinha parado. Sai e vi que o céu estava lindo! Estrelado, com a lua cheia que reinava soberana, e comum tom azul como os olhos... e realçado pela luz da varanda apagada e que a luz da lua se encarregava de iluminar tudo e dar um ar poético e etéreo a aquele lugar. Senti o aroma das rosas e dos jasmins que perfumavam o ar . Foi ai...

Foi ai que me dei conta que não estava sozinha, virei o meu rosto e percebi que Darien estava na varanda vizinha. Ele estava destraido com algo que via no notebook. Estava lindo! Ele estava sentado sobre o parapeito da varanda oposta ao muro que dividia as varandas. Estava vestido com uma calça de moletom preto e havaianas brancas. E só.

Ao vê-lo tão a vontade meu rosto corou e comecei a sentir um calor, porque era a primeira vez que o via sem camisa. Era a visão do paraíso. Seu peitoral sem pelos e forte, os músculos dos braços esculpidos a malhação que ele fazia todas as manhãs. Nossa que homem lindo e por sorte ainda era meu. Não conseguia parar de olhar-lo. Fiquei tão detraída que eu não vi uma pedrinha e chutei-a, fazendo-a se chocar com um vaso no chão e fazendo um barulhinho.

Quando os olhos do Darien me viram, o rosto dele corou, ele se desequilibrou e acabou caindo dentro da varanda e o notebook caído em cima dele Eu dei uma risada abafada com a mão, enquanto ele se punha de pé. Depois dessa cena engraçada, ele se aproximou da mureta e com uma carinha malandra disse:

- Ora, ora vejam só! Vou ser vizinho de quarto da cabecinha de vento, esta noite!

- Não sou cabecinha de vento, seu idiota!- repliquei dando-lhe língua. Enquanto isso eu ouvi o meu toque de celular...

- beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee – o meu bom e velho toque da ovelha que denunciava quem ligava.

Num movimento rápido, tirei o meu celular do bolso e atendi. O Darien me olhou com uma cara de surpresa e indignação. Havia "esquecido" de dizer a ele que eu agora tinha um celular...

- Fala Mina – eu falei a pessoa do outro lado da linha

- Sere-chan, você precisa ver o quarto que eu estou! É todinho branco, igual a de um filme antigo de rainha. Puxa, pena que é tarde. Se não te chamava para ver ele.

- Eu imagino – disse a ela contendo o riso e vendo o Darien ajeitar os vasos para deixar um espaço grande entre eles.

- Puxa, é muito mais bonito que o do hotel! Se for sonho por favor não me acorde...

- Pode deixar que não teacordo– a respondi enquanto via o Darien pulando a mureta que separava as varandas.

- Bom vou desligar, porque eu estou mortinha de sono. Bons sonhos e durma bem. Que eu vou sonhar com o Yaten aiai...

- Boa noite Mina! Durma bem você também - disse quase rindo ao ver a cara de impaciente do Darien, que estava parado na minha frente de braços cruzados. Desliguei o celular e deixei ele falar.

- Muito bonito, cabecinha de vento! Você anda cheia de segredinhos comigo. Primeiro é a viagem e agora é este celular. Assim não dá, né? È assim que você diz gostar de mim?

Eu que não sou boba nem nada, tirei uma foto da cara dele de bravo, que ele fica um tremendo gato assim. Acabei com o riso e comecei a me defender:

- Nossa sr. Chiba porque está tão brabo comigo? Esqueceu que estamos dando um tempo no nosso namoro?

- Depois do nosso beijo no hotel, pensei que tivesse ficado subentendido que tivéssemos voltado.- ele disse meio surpreso.

- Entendeu errado mocinho! – Eu retruquei pondo as mãos nas cadeiras e continuei- Pra me ter de volta vai ter que ralar muito.

- Eu to disposto a lutar por você, coelhinha, e estou falando serio. Ficou claro para você?

- Claro como água - eu disse com uma cara falsamente seria. – Ah! A propósito o celular foi presente de aniversario que meu pai me deu.

- Nossa que interessante... Passa ele pra cá – Num movimento rápido, ele pegou meu bichinho amado, digitou um numero e salvou na memória do meu celular.

O vi mexendo mais um pouco e vi ele tirar um celular daqueles ultra-modernos que o teclado é na própria tela e ele tem cara de ser caro do bolso da calça(que inveja i.i). Então ele digitou um numero ( que deveria ser o meu) rapidamente e salvou no celular dele. E ai me devolveu.

-Agora te acho mais fácil cabecinha de vento. – ele disse sarcástico.

- Você pegou meu numero sem minha autorização seu baka! Eu vou te ... – fui interrompida por um beijo inesperado. Que beijo, diário! Simplesmente maravilhoso. Senti o corpo dele se achegar mais ao meu e o coração dele que batia violento no peito como o meu estava naquele estado. Terminamos o beijo para respirar e quase cairia no chão, se ele não me segurasse nos braços.

Acabei ficando sem atitude com a ousadia dele. Ele me olhava com os olhos brilhantes e o rosto corado em tom carmim. Ele me pediu desculpa tímido...

- Olha, me desculpa pela minha atitude, nunca agi dessa maneira com uma moça, desculpa...-o pobrezinho não sabia onde por a cara, tamanha a vergonha e ele cobriu o peitoral com os braços cruzados.

- Que nada! Você não me fez nada. Bom com sua licença vou no quarto da Lita para ver se ela me empresta uma camisa pra eu dormir... – eu disse já ficando com sono.

- Ei, espera eu tenho uma coisa para você. Eu sei que não é a melhor hora pra isso, mas preciso te entregar. Já volto... – ele disse timidamente.

Não demorou nem cinco minutos e ele já estava de volta, vestido com uma camisa regata verde que realçava os músculos dos braços e com sacola grande.e me entregou.

- É para você. Comprei na faculdade como uma lembrança. Espero que goste...

-Ah muito obrigada...

Peguei a sacola e cuidadosamente abri os pacotes que consistiam em um boné, um casaco vermelho e branco do tipo daqueles que aparecem em filmes de líder de torcida e uma camisa que com certeza me cobriria ate as coxas. Todos com a logomarca de Harvard.

- Darien, muito obrigada pelo presente, viu... Amei!

-Que bom que gostou. – ele disse com um sorriso acanhado.

- Bom deixa eu entra, porque eu to com sono e preciso tomar banho.

- Posso ir com você? -ele me perguntou

- Mas é claro que não. Engraçadinho.!!

- Ei não precisa me morder não coelhinha, eu estava brincando...

- Ah bom, mocinho!

-Ei Serena, antes de entrar preciso falar uma coisa com você....

-Até duas – eu disse um tanto risonha a ele.

Ai ele se encostou na mureta, enquanto eu fiquei sentada sobre a mesa e de frente a ele. Então ele me contou sobre o Pierre e o estranho pedido dele.

- Puxa Darien, é claro que eu quero ajudar com o problema da Celine. Mas tem um, porém...

- Sua mãe.- ele disse sem rodeios

- Sim, não sei como convencê-la a ficar aqui. E tem o hotel e o pessoal do concurso... Pede pro Pierre falar com ela.

- Com o hotel e a produção do concurso é mais fácil, o difícil vai ser convencer dona Tsukino e também aquele engraçadinho do Charles.

- Ah não fala assim do Charles. Coitadinho... – Eu disse quase rindo da cara de ciumento do Darien. Ele tava um fofo assim.

- O bom, que você saindo daquele hotel, aquele urubu do Seiya Kou não fica te secando.

- Que lindo!! O Darien-baka ta morrendo de ciúmes da Serena aqui. Uuuuuuuui!!!!!!

- Para de me zoar Serena!! Só to zelando pelo que é meu! Aprendi com a minha noiva a expressar meus sentimentos...

- Ei e desde quando sou sua, Sr. Baka?

- Desde o começo de tudo! Somos almas gêmeas! Esqueceu disso, cabecinha de vento?

-Não esqueci não. Bom deixa eu entrar...

- Ei cadê o meu beijo de boa noite? – Ele tava fazendo bico

- Você foi um menino mal e não merece beijo. Mas como eu estou boazinha hoje, vou te dar um no rosto.

- Ta bom – reclamou ele

Me aproximei dele e quando eu ia dar um beijo no rosto dele ele, me abraçou e me deu um beijo na boca, que no começo era quente e possessivo, me despertando o desejo adormecido e fazendo meu rosto corar e terminando doce e carinhoso, como só ele podia dar.

- Agora sim isso é um beijo de boa noite... – disse ele com um sorriso sádico no rosto.

-Darien, seu baka!!! – disse a ele e sai correndo da varanda, trancando a porta com o som ao fundo as gargalhadas roucas dele.

Fui direto para o banheiro, tomei uma ducha rápida e coloquei a camisa que ele me deu. Tinha o perfume de rosas dele irresistível e inesquecível na camisa. Eu ia dormir muito bem aquela noite. Só de sentir o cheiro do perfume dele, senti minha pele se arrepiar e um calor subir. Corei com um pensamento que se formava em minha mente e para me distrair, me sentei sobre a cama e comecei a escovar os meus cabelos, que desde a ida ao cabeleireiro cresceram um dedo mindinho. Terminei de escovar e me deitei sobre a cama. Que delicia, macia toda vida e os travesseiros não fica atrás... Adormeci abraçada a um travesseiro, sonhando com Darien e seus braços e beijos.


Oie gente, como vão todos? Assim como as cortinas de um teatro fecham a cada final de um ato, termina mais um capitulo da fic. Queria agradecer do fundo do coração as reviews que andei recebendo!

Neo Serenity Eternal - Menina que prazer revê-la aqui! Que bom que gostou. To tentando melhorar e bolar novas idéias alem das que já tenho para coloca na fic.

Sylvana Melo- Que bom que gostou da minha estória! Prometo-lhe fortes emoções (rsrsrsrs)

Nandinha82 - Que bom que gostou! Puxa quando eu escrevi o capitulo da visita ao castelo, a idéia de o Seiya ir também nem me passou pela idéia. Mas aguarde mais cenas de ciúmes do Darien e cenas engraçadas do "trio parada dura" (Serena, Darien e Seiya). Se bem que prefiro o Darien! (e se a Serena não quiser ele tem quem queira )

Leninhaa' que bom que você ficou curiosa com o capitulo. Ele ta ai para ser lido por você

Um big beijo a você e as outras !!!!