Oi povos e povas como vão? Depois de um hiatos do tamanho de um elefante africano, estou de volta a fic. Minha vida andou atribulada durante 2012, que quase não escrevi nenhuma linha da estória. Acredito que posso receber talvez nenhum review, mas como sou uma virginiana teimosa, vou continuar aqui e tenho uma surpresinha para vocês: já estou escrevendo a continuação dessa fic, que publicarei assim que terminar esta, e estou com dois projetos: lançar meu site, onde terei um espaço para as fics e adaptar um livro da Barbara Cartland para o mundo S.M., quem já leu um "Um Clarão nas trevas " sabe o quão aquele livro é delicioso de ler. Um prato cheio para as leituras de romances " de banca de jornal" Ah e por ultimo, menos importante, a fic "Cinderela, meu amor" será cancelada.
Então deixo com vocês mais um capitulo da nossa fic. Relembrando: Sailor Moon não me pertence e sim a Naoko T/ Toei Animation, mas a fic é minha e neste capitulo terá um pouco de lemon (mas não será cenas muito pesadas de fato), então fica mais que sobre-entendido que não é recomendado a cardíacos, menores, moralistas, yokais, gremilins... Boa diversão e não me joguem pedras e nem sabres de luz e nem tiaras lunares, please...
26º Capitulo de Uma nova oportunidade para Serena –
Praia, sol, sentimentos e confusões? –Parte1
Pov – Serena:
Nada melhor, após uma viagem atribulada até Saint- Tropez, do que uma colocar os pés na areia branquinha da praia e observar a lua e as estrelas no céu escuro. Chegamos à casa do Pierre antes das oito horas e assim pude, fugi da casa cheia em direção a praia para caminhar. Acho que andei pelo menos durante quinze minutos, não sei ao certo, até que o dono dos meus atormentados pensamentos veio por trás de mim e me abraçou com uma ternura que é tão própria dele e que mexe com meus sentidos de uma maneira que não poderia explicar. Bem até poderia, mas teria que ter nas recomendações (proibido para menores, ok nem tanto assim , mas que ele provoca um tsunami de reações em mim isso ele provoca.)
Darien geralmente é uma pessoa introspectiva ( eita palavrinha difícil de escrever), calada e muita das vezes rude. Mas eu pude ver um outro lado do meu namorado que poucas vezes se é possível notar: um cara doce e tímido, que teve que enfrentar um mundo pouco afetuoso, apesar da esposa (atual ex) do ex- tutor dele ter tentado ser como uma mãe para ele, até que ele tivesse idade suficiente para ser mandado a um colégio interno.
Porém esta viagem e a nascente intimidade que surgiu entre a gente mostrou um lado dele que eu sinceramente não conhecia: o misterioso lado carinhoso do meu namorado. A viagem e a ameaça de me perder fizeram Darien se reinventar (kkkkk). Depois de um tempo, minha mãe foi nos chamar para o jantar. Antes de entrarmos, vimos que haviam sons e luzes no final da praia.
- Será que é uma festa na praia? - Indaguei a Darien depois que entramos na casa e fechamos a porta.
- É o que parece – Simplesmente respondeu.
-É o festival anual de verão de Saint-tropez , dura uma semana e acho que chegamos no ultimo dia - Respondeu o sempre simpático e sorridente Pierre e ele continuou- Se caso não estiverem cansados,que tal darmos uma passada por lá? As meninas vão e sua mãe disse que você pode ir se assim quisesse.
-Obaaaa ! – disse animada, mas ao ver a cara de quem comeu pudim de cenoura e não gostou do Darien, minha alegria minguou.
- Darien, você não vai?- Perguntei a ele. Pierre e eu ficamos olhando para a cara dele com curiosa apreensão.
- Ok, ok vocês ganharam! Eu vou com vocês. – Ele disse meio que com grunhido.
- Então os espero as nove e meia na porta. – Pierre nos disse, subindo em seguida para seu quarto.
- E o que o senhor pretendia fazer se não fosse com as meninas e eu, Sr. Chiba? – perguntei em tom zombeteiro.
- Poria minha leitura e meus estudos em dia. Sendo Rei de Tokio de Cristal ou não, devo preocupar-me com meu futuro e você deveria fazer o mesmo...
- Algo mais que o senhor queira falar, papaizinho? - Retruquei a velha ladainha. Que o futuro e os estudos me preocupam sim, mas ali não era hora e lugar de se lembrar desses assuntos chatos!
-Pare já com isso de me chamar de papaizinho, só tento te alertar para as coisas realmente relevantes.- ele argumentou
- Mas é por isso que eu te chamo de papaizinho, parece um velhinho que esqueceu de viver o presente e vive ansioso pelo futuro- Continuei a argumentar – Você e a Amy pensam que a vida só se resume em estudo, responsabilidade e futuro. Existe momento para tudo e agora é viver este instante, porque ele jamais voltará, papaizinho...
-Já disse pra você parar de me chamar de papaizinho, cabecinha de vento !Eu já sei disso tudo que você falou, mas é importante pensar também no futuro, responsabilidade e estudos. – Retrucou enojado
- Então esqueça essas coisas e aproveite a viagem pra descansar e se divertir, seu bobão! – encerrei meu discurso dando-lhe a língua numa careta infantil. Ele não se fez de rogado, me agarrou e me beijou com vontade. ( Ui me deu até calor agora, diário).
-O que foi isso – Perguntei a ele depois que nosso beijo terminou.
- Estou seguindo seu conselho, cabecinha de vento.- Ele disse indo ao seu destino e me deixando muda.
Depois da nossa conversa, fui ao "meu quarto"( na verdade ia ser um quarto coletivo, já que na casa do Pierre só tinha cinco quartos. Um ficou para minha mãe, outro para tia Collie e sua filha, um para Celine , um pra as garotas e eu e um para os meninos), tomei um banho e troquei meu vestido por uma blusinha de alcinha com o desenho do coelho da Alice do País das maravilhas e uma mini-saia jeans . Calçaria umas havaianinhas brancas que eu comprei a uma pechincha em uma lojinha de brasileiros em París. Em Toquio, o mesmo par não sairia a menos de oito mil ienes. Depois de refrescada e vestida, deixei que meus cabelos se secassem ao ar livre.
Desci para jantar e fui a ultima a chegar a mesa. Todos já comiam e o menu foi comida leve: sopa de tomate e ervas finas com croutôns e de sobremesa sorvete de chocolate. Uma vez todos saciados e já prontos ajudamos a Tia Collie com a louça e foi divertido, anedotas, risadas e gritinhos encheram a cozinha de sons, exceto de Celine, que continuava sentada isolada do mundo num cantinho da copa apenas observando aquela situação.
Assim que deixamos a cozinha em ordem, nos dirigimos a porta e curiosamente Celine nos seguiu. Como o tempo estava agradável e a lua linda de se ver, decidimos ir a pé. Zoamos de montão, fizemos muita festa no meio do caminho, e Darien como sempre serio e adulto até demais, só rindo de algumas coisinhas e Celine presa no mundo dela.
Finalmente chegamos ao festival. Tudo tão cheio, de gente, de musica, de cores! Não é que o Japão não tinha esse tipo de coisa, mas ao contrario da alegria comedida e tímida, típico comportamento da população japonesa, os franceses eram mais soltos e eu podia sentir a alegria deles, quase tocando-a com a minha pele.
Luzes multicoloridas brilhavam meio briguentas com o céu estrelado . Havia no local um parque de diversões enorme com a maior roda gigante que eu já tinha visto. E o carrossel era lindo! Com seus cavalinhos brancos e dourados subindo e descendo conforme tocava uma singela musica de caixinha musical. Diversas barraquinhas com coisas interessantes e diferentes. Tantas pessoas jovens e velhas. Crianças corriam e cantavam pelo local, assim como havia um gigantesco palco em um canto um pouco afastado do parque.
Sabe diário, aquele parque me lembrou a ultima vez que eu fui em um. E tinha ido com o Seiya, que se mostrou um tremendo companheiro, e não me criticou , chamando-me de infantil por gostar de estar ali. Fiz coisas que jamais tinha feito com alguém, pude ser eu mesma, voltar ao meu estado anterior a de sailor.
Darien nunca havia me levado a um parque de diversões, e sim a outros lugares, menos movimentados. Eram outros ambientes com um pouco mais de requinte, de certa forma mais adulto tal como o comportamento dele . Mas adultos também se divertem, certo? Lugares mais requintados também sua diversão não é mesmo? Mas no caso dele a diversão era sempre mínima e para não me fazer de deselegante, apenas me portava de maneira agradável a ele, embora quisesse muitas vezes agir de outra maneira, mas tudo bem já passou. Quase nunca fomos a lugares que ele gostava de fato, que se sentisse realmente a vontade de verdade. Você acredita que ele chamou a Rini a um restaurante fino e não a mim? Tudo bem que eu não era o modelo de finesse e ele estava querendo saber sobre o suposto garoto que a garota-chiclete gostava, mas era eu a namorada dele. Sei muito bem que somos muito diferentes no geral. Ele da elite e se comportava como tal, eu do povão e gostando de coisas menos requintadas e mais vibrantes que ele.
Agora me pergunto como o refinado e maduro Darien Chiba estaria em um lugar tipicamente digamos assim, mais extrovertido e vibrante como um parque de diversões, acompanhando segundo ele mesmo muitas vezes me descrevia: uma a menina imatura e infantil, quando poderia estar fazendo coisa condizente ao nível dele? Esse questionamento não saía da minha mente.. Ele nunca foi dado a me levar para passear com frequência como a maioria dos casais costuma fazer e posso contar nos dedos as raríssimas vezes que isso aconteceu. E assim do nada ou talvez não tão do nada, mas de uma forma um tanto inesperada vem a contra-gosto? Aí ao olhar novamente aquele parque, me deu um sentimento... de saudades...
Então ao voltar a pisar em um parque de diversões era como voltar a uma lembrança feliz, como aquele dia com o Seiya ou até melhor , quando ia com meus pais e meu irmão. Época que eu apenas era a pequena e irrelevante Serena Tsukino. E não um simples recipiente , uma reles mortal que carregava a alma de uma princesa morta, a quem a todo custo tentavam ressuscitar. Para Luna e Artemis, Serena Tsukino não passava de uma simples casca, um alter ego que deveria desaparecer para que sua ama que deveria tornar a viver e fazer com que Tokio de Cristal não fosse apenas um sonho utópico. Mas com a maturidade que adquiri na ultima batalha, entendi que o futuro é apenas uma folha branca em que devemos escrever algumas linhas no presente para que vire um texto mais tarde. E foi isso que decidi para mim. Tenho apenas dezessete anos e uma vida pra cuidar pela frente, e com inúmeros arranjos e combinações interessantes a fazer e nada ainda definitivamente escrito.
Mas voltando ao assunto do festival, olhava o local com o encanto de uma criança ao mesmo tempo que Darien me conduzia pela mão no meio das pessoas procurando não perder o nosso grupo de vista. Pierre achou um bom ponto e ficamos ali , entre o palco e o parque. Ficamos naquele local, e eu que já estava com fome novamente, tive a visão do paraíso. Foi quando...
...Quando vi uma barraquinha de algodão doce, com deliciosas nuvens doces coloridas presas por palitos , não pensei duas vezes e dei um jeito de meu namorado me soltar. Fui correndo ligeira a barraca e fiquei babando feito cachorro em frente a frangueira de padaria. Não resisti e comprei um algodão doce cor - de - rosa tamanho extragrande que lembrava um pouco o penteado daquela pequena insuportável mas que eu tenho imenso amor, por aquela pequena dama pentelha...
Estava tão distraída apreciando aquele momento mágico e delicioso do algodão doce em meus lábios, que eu não percebi tocarem meu ombro. Na verdade só notei quando deram uma sacudidela em mim. Era Darien e pela sua cara ele tinha ficado uma mistura de preocupação e vergonha.
- Serena Tsukino, que cena foi aquela? Não precisava sair correndo, deixando todos preocupados, por causa de algodão doce. Isso é uma infantilidade da sua parte...
- Ah, sério? E se eu dissesse que queria fazer, eu não seria tachada de criancinha do mesmo jeito? – Falei sarcasticamente em tom baixo.
-Mas Serena, tenta entender... – Calei a boca dele com um pouco de algodão doce. E para começo de conversa, olhei o rosto dele enquanto mastigava o doce e a cara de susto dele deu lugar a outra , a de que esta gostando do que comia.
- Tente entender você Darien, estou de férias, e estou pouco me lixando para o que as pessoas pensam sobre meu comportamento. Chega de ser boazinha demais. Quero mais é me divertir. E é o que basta. –Disse a ele comendo meu algodão.
-Ok, não se fala mais nisso – ele encerrou o assunto, roubando-me um pedaço do meu doce, e colocando o braço sobre meus ombros.
- Nossa esse algodão doce está delicioso. Onde o comprou, Serena? Fazia um bom tempo que não comia um tão bom desse jeito.- ele me perguntou
- Ah, você gostou, hein? Agora não pode me chamar de infantil por comer algodão-doce... - disse –lhe fazendo uma brincadeira.
- Ah esse assunto de novo, não! – ele me retrucou com uma virada de olhos propositalmente teatral. Eu sabia que ele estava brincalhão.
- Então vamos, fica por ali... – O levei até o doceiro e ele comprou um azul para ele e não ficou só no algodão doce; vieram maçãs - do- amor, pipocas e até paramos na barraca de tiro ao alvo onde conseguimos uns brindes. Era apenas acertar os patos que rodavam por meio de uma maquina. Tínhamos três fichas por partida de jogo então, comprei duas partidas e o Darien uma. E começamos a jogar. Meu namorado acertou duas de três e eu só uma vez, nas duas jogadas.
Darien me deu um coelho vestido com a camisa do Paris Saint- Germain preto grande e um porta-retratos em forma de um casal de coelhos brancos vestidos a moda francesa segurando o compartimento de foto que era um coração grande. Eu havia conseguido um ursinho pooh com um pote de mel na minha única tentativa certeira de tiro de rifle nos patinhos que rodavam no alvo. O urso não era pra mim, era para uma pessoa em especial. E havia ganhado um premio de consolação pelas outras tentativas. Era um simpático sapinho vestido de príncipe azul. O sapo daria ao meu ogro querido.
- Darien, isso é para você.- dei o sapo com a cara mais inocente do mundo. – Lorde Edmundy, vai com o papai.
-Ei está me chamando de sapo, cabecinha de vento? – Ele disse falsamente zangado
- Não, só estou dizendo que todo sapinho encantado pode se transformar em um belo príncipe assim como ao contrario, meu belo sapinho encantado- disse com um sussurro no ouvido dele e o beijei no rosto. O rosto dele adquiriu um tom meio rosáceo nas bochechas.
- Assim como as princesas tem o seu dia de sapinhas, minha princesa encantada. – Ele retrucou baixo, beijando minha mão e pegando o sapinho.
Sorri ante o jeito meigo que ele me dirigia e resolvemos voltar para onde estavam os outros. Quando chegamos lá, só estavam Amy e Celine. E pelo jeito era a conversa da calada com a muda, onde não saia nenhum som. Aproximei-me da Loira depressiva e dei um pequeno sorriso assim que ela percebeu minha presença.
-Ei Celine- Puxei assunto.
- Oui ?- Ela respondeu monossílaba.
-Eu queria te dar ... Um presente. – Disse apreensiva.
-Pourquoi? – Ela me perguntou
- Porque eu queria te ver sorrindo – acabou fugindo dos meus lábios. Dei o ursinho pooh a ela. E ela timidamente olhava a mim e ao urso. E no final acabou sorrindo fracamente.
- Merci – foi a única palavra acompanhada do sorriso que eu vi da parte de Celine.
-De rien! – respondi
Meu olhar voltou-se a meu namorado, e vi que ele não estava sozinho. Pierre e as outras nos olhavam e estavam surpresos com a atitude da loira francesa, Pierre me agradecia pela atitude que tomei com o olhar risonho.
Voltei para lado do meu moreno e ele me deu a mão na qual eu segurei-a. Ele pediu licença aos presentes e então decidimos dar uma volta pelo parque. Fomos à roda-gigante, onde descobri que meu namorado tinha um "leve" medo de altura (rsrsrs), e apesar do medo, nos beijamos lá e quando paramos no alto tiramos algumas fotos com o celular das paisagens que conseguimos visualizar e também nossas. Depois andamos de carrinhos bate-bate, até no carrossel fomos, até porque tinha muito adulto andando nele. Quando resolvemos andar no túnel do amor, e é aí que começou a parte ruim da viagem.
Assim que tínhamos entrado no túnel, ficamos olhando por uns cinco minutos as cenas lindas de filmes românticos que eram projetados nas paredes do túnel, e quase estávamos nos beijando, quando escutamos os gritos vindo do final do túnel e pessoas correndo desesperadas em nossa direção, jogando água em nós . Mais que de repente saímos do barco e andamos contra a população ensandecida. Pelas características era um novo monstro atacando.
- Maldito desmancha-prazeres- foi o que surgiu em voz baixa de meus lábios ao reclamar do acontecimento enquanto me escondia com Darien atrás de uma pedra grandona que se encontrava perto da coisa.
O monstro parecia-se com um ursinho-cupido gordo marrom, com um grande coração vermelho na barriga, tinha olhos vermelhos e disparava flechas com ventosas e tocava uma musiquinha melosa irritante. E atacava loucamente tudo que via pela frente.
- Serena você já sabe o que tem que fazer – Darien me disse baixinho quando percebeu que estaríamos seguros naquele ponto. Ao mesmo tempo em que ele saia em busca de alguma pessoa ferida ou perdida para socorrer.
- Certo. – Respondi a ele ao mesmo tempo que pegava meu broche eternal. E gritei- ETERNAL SAILOR MOON TRANSFORMAÇÃO!
- Como ousa acabar com a tranquilidade dos casais apaixonados que procuram este refugio para serem felizes! Sailor Moon vai te castigar em nome da Lua! – disse ao bicho. E os monstros feios, como sempre nunca entendem meu lindo discurso. (affe)
E como sempre, o monstrinho era o primeiro a atacar. Jogou umas de suas flechas em minha direção. Ela pegou em uma pedra próxima, de dentro dela saiu uma faixa com a palavra bang e explodiu. E eu como sempre apanhei um pouco antes e esquivava ate que uma flecha do urso ia em minha direção e vi algo rápido que acertava a arma, desviando-a de sua trajetória. Era a rosa de Darien. Tuxedo Mask apareceu para me salvar com a rosa encantada. Lançou outra que atordoou bicho horroroso. E sem o discurso filosófico dele, foi direto ao ponto.
- Sailor Moon, Agora!- Ele me disse.
- starlight honeymoon therapy kiss – Joguei meu golpe e ele pouco surtiu efeito. O monstro se feriu gravemente e estava se recuperando. Então me surgiu uma idéia. Já que estávamos num túnel do amor e o monstrengo era um cupido, teríamos que unir forç ai que Tuxedo viu uma coisa que eu não tinha visto. Um ponto fraco no monstro.
- Sailor Moon , o urso tem um ponto fraco. É o coração desenhado na barriga dele . Espere ele atirar e ataque.- ele me gritou.
- Tuxedo Mask, atire outra rosa nele – pedi a ele.
- O que?- ele me perguntou consternado.
- Vamos, atire a rosa, já – Gritei a Tuxedo, que havia entendido meu plano.
-Certo - e ele atirou outra rosa. E eu juntei a rosa outro golpe e dessa vez surtiu o efeito esperado. O ursinho malvado tinha virado poeira cósmica com a rosa encravada no enorme coração que tinha desenhado na barriga.O monstro se transformou em poeira brilhosa e que sumiu instantaneamente.E assim que terminamos, as meninas apareceram transformadas.
- Ei o que houve aqui? – Sailor Marte perguntou.
-Um ataque surpresa de um monstro – Disse Tuxedo Mask que estava a meu lado e havia colocado a mão no meu ombro. Eu estava tremendo de nervoso.
-Um monstrengo horroroso estragador de férias filho de uma fruta. - respondi a Marte chorosa. Estava chocada com o acontecimento. Minhas amadas férias estavam arruinadas por causa desse nojento!
-E onde ele está? – Perguntou Sailor Mercury.
-Já foi derrotado, Mercury – Disse Tuxedo ao ver que eu ainda estava em estado de choque.
- Como é que ele foi derrotado? – Sailor Jupiter questionou.
-Se vocês não se importam, não quero falar sobre o assunto! Só quero sair daqui. – Disse ainda chocada e com um fio de voz.
- E Pierre e Celine, como estão? – Tuxedo perguntou às meninas.
- São e salvos, perto do palco. Assim como todos que estavam aqui dentro. Ninguém ferido.– Disse Sailor Venus.
-Poxa, perdemos a diversão meninas. – Disse uma Jupiter tentando descontrair o ambiente.
-Isso é bom, vamos destransformar e se misturar a multidão. – Disse Darien já destransformado e atrás de mim, esfregando meus ombros e braços numa tentava de me tranqüilizar.
Todas seguiram o conselho e ainda em estado de choque sai daquele lugar desconsolada. Todos iam à frente e eu ficando para trás, chorando de nervoso. Meu namorado percebeu meu atraso em seguir os demais e viu meu estado de animo, ele parou ao meu lado e me abraçou.
- Coração, o susto já passou. Ele já foi derrotado. – Ele me disse com a voz baixa.
-Eu sei, Darien. Mas ele acabou com minhas férias. – Disse molhando a camisa dele com minhas lagrimas.
- Quem disse a você que ele acabou de fato com suas férias? Estamos ainda indo para o meio delas, coração. – ele me disse carinhoso.
- Bebê, mas quem garante que não virão outros para acabar de vez com elas.
- Fica tranquila, Serena. Sobre esse assunto não posso te afirmar , porque não sei prever o futuro. – Ele me disse enquanto caminhávamos abraçados em direção a onde estavam nossos amigos.
- Darien, me faz um favor. Leve-me para casa. Por favor. –pedi.
-Mas por quê? Ele me questionou
-Por favor, não me pergunte, tá?
-Ok. Vou falar com Pierre. - Ele me garantiu.
-Tenta convencer a ele e as meninas ficarem. Não quero ser o desmancha-prazeres deles.
- Tudo bem, já volto. – Ele me disse ao me deixar perto da saída do parque.
Foram dez minutos mais torturantes da minha vida- o tempo que ele levou entre a ida e a volta.
Saímos ao mesmo tempo em que ouvimos a musica dos Three Lights tocando. Eles estavam começando a fazer o show de encerramento do festival. Eu senti meu namorado respirar aliviado ao sentir que havíamos alcançado certa distancia do evento.
- Serena, foi a melhor decisão que tomou desde que começou essas férias. – Disse ele me olhando.
-Qual? – perguntei.
- Ter pedido para sair do evento. Depois de enfrentar um monstro difícil, ainda dar de cara com aquele abusado do Seiya te devorando com os olhos? Não ia dar certo! – Disse um pouco agitado. Ele conseguiu que eu risse um pouco do ciúme dele, fazendo que me acalmasse um pouco.
Chegamos à casa do Pierre, as luzes da varanda e do quintal estavam acessas enquanto as de dentro estavam apagadas. Seguindo as instruções do nosso amigo entramos pelo portão dos fundos, já que este não era barulhento como o da frente. Vimos uma bela piscina com vários degraus solo a dentro decorada com motivos marítimos e uma área com churrasqueira e um pequeno jardim. E perto do jardim tinha alguns bancos feitos de cimento e dois deles isolados do resto do quintal estavam em meio a um breu. Então foi aí que Darien me levou até onde estavam esses bancos, se ancorou em uma das paredes do muro que separavam os quintais e me puxou para seu abraço. E eu por sua vez, encostei a cabeça no peito dele, já que eu estava de costas para ele.
Ficamos por alguns instantes em silencio, contemplando o belo céu estrelado e a lua que se escondia em algumas nuvens. Olhávamos o firmamento, até que ele começou a me fazer cafuné, e com isso eu me acalmei e me senti amparada.
-Amor, não se preocupe mais com o que aconteceu. Eu sempre estarei com você. Nunca duvide – Ele me sussurrou ao ouvido fazendo- me estremecer.
-Eu sei que estou em boas mãos. – Eu disse, virando-me para abraçá-lo. Darien acariciou meu rosto e o ergueu , segurando pelo queixo suavemente.
-Eu te amo, minha coelha. - Ele me disse olhando nos olhos afetuoso. E continuou – Sempre te protegerei e cuidarei de você, Serena. - Concluiu a pequena declaração de amor e encostou o nariz no meu ao mesmo tempo que me erguia do chão, num abraço apertado.
-Eu também te amo, bebê. Sempre te protegerei e cuidarei de você, Darien.- Disse ele ao sentir seus lábios sobre os meus. Foi um beijo parecido com que trocamos no hotel e na boate.
Senti sua língua tocar a minha como se experimentasse uma delicia exótica. Delicioso, caloroso e mágico, que por desencanto tínhamos que parar para poder respirar.
Seu corpo pressionado ao meu, musculoso e atlético eram uma deliciosa tortura. Ele usava naquele dia um jeans azul escuro de grife, uma regata branca e uma camisa de botões com estampa xadrez verde-água. E usava uma sandália birkken. Aquele homem era um banquete aos olhos de uma mulher e era ainda meu.
Seu sorriso branco como a lua naquela noite, me hipnotizava. Ficamos nos olhando durante um breve período e começamos a nos beijar novamente. Então eu timidamente comecei a explorar o peito dele por cima da regata dele, fazendo os círculos que sempre eu fazia com a ponta do dedo e sabia que ele gostava disso. Então terminamos o beijo novamente e ele se agachou um pouco, devido ele ser bem mais alto do que eu. Afastou as mechas de cabelo que caiam soltos no meu pescoço, e começou a lamber suavemente o baixinho, deliciada com aquilo. Sentia cócegas no pescoço com a respiração de Darien e senti as mãos deles nas minhas costas. Eram mornas e me massageavam suavemente. Fiz a mesma coisa com ele.
Novamente nos beijamos e minhas mãos entraram por dentro da regata dele, fazendo que a roupa mostrasse um pouco da barriga tanquinho dele. Era delicioso sentir a pele dele quente e arrepiada. Meu namorado, deixou as costas para acariciar meus braços e ombros. Tirei as mãos de dentro da regata e tirei a camisa xadrez deixando-o com a peça branca e de calç ós esse ato, olhei encantada meu Darien. Ele estava bem mais musculoso do que antes da viagem e com essa roupa que ele usava, convertia numa tentação impossível de se resistir. Superava com facilidade esses modelos de propaganda da TV.
Diante do meu olhar indagativo sobre seu corpo ele simplesmente disse:
-Amor, eu malho numa academia perto da faculdade, três vezes por semana, quando dá para isso. – Sorriu daquele jeito que eu adorava nele, sabe de lado. E continuou a falar e sem me deixar de acariciar.- Pela sua carinha, acho que fiz bem em malhar um pouco. Queria estar bonito para você.
-Amei – Disse sem ter palavras para descrevê-lo e meu moreno não deixou que eu falasse, pois depois de um beijo breve ele empurrou com os dentes a alça da minha blusa e começou a lamber meu pescoço e depois o ombro. Eu tateava seus sedosos cabelos cor de azeviche, deleitando-me com as sensações que eram desconhecidas por mim. Estava com a pele arrepiada e sensível.
Sabe diário, me senti estranha naquele dia. Meus seios, mais precisamente ficaram mais sensíveis. Qualquer roçada que o Darien dava sem querer fazia-me gemer e ficar ansiosa. Não me atrevi a dizer isso. E a muito menos a falar que eu me sentia molhada no meio das minhas pernas, como quando eu tinha sonhos adultos com ele.
E falando nele, diário. Ele me beijava os ombros e as orelhas e eu sentia minhas bochechas formigarem. Era muito curioso que quando eu passava as mãos sobre o peito do Darien, ele gemia, e ao ouvir seus gemidos, meu corpo se esquentava, aquilo parecia a melhor musica do mundo para meus ouvidos. Sua respiração tão ofegante como a minha e os nossos gemidos era o som que concorriam com os cri-cri dos grilos do jardim.
Então foi ai que eu levei um susto. Ele tirou a regata e ficou com aquele torso de deus grego nu na minha frente ( para noooossa alegria rs). Acho que ele se tocou que tinha me assustado com aquela atitude e me abraçou suavemente, dizendo.
- Coração, não se assuste. Eu tirei a camisa por que estava muito calor. Se quiser eu coloco de volta... – ele me disse um tanto corado.
- Amor, não precisa colocar a camisa de volta. Está muito melhor assim. - disse deliciada com imagem daquele peitoral maravilhoso e apesar da minha timidez e vergonha, comecei a beijar aquela muralha de músculos sem pelos. Lambi os pequenos mamilos um tom mais escuro que a pele dele. Era simplesmente deliciosa a descoberta que eu estava fazendo.
Ele por sua vez me acariciava as pernas e o bumbum. E subia de vez em quando para minhas costas. E como gemia.
-Amor, eu to te machucando? –perguntei preocupada pelo fato de dele estava gemendo um pouco mais alto.
- Não coelhinha. Isso é bom. - Ele me disse no pé do ouvido.- Amor, devemos controlar um pouco o nosso volume para não nos pegar.
- ok- Eu disse beijando o pescoço dele, enquanto ele me acariciava as pernas. Então de repente ele me empurrou delicadamente contra o muro e encostou a cabeça na minha. Ele olhava para o decote da minha camiseta e fiquei cheia de vergonha. Estava sem sutiã e meus mamilos estavam "acesos" fazendo dois montinhos por debaixo da blusa.
-Coelhinha, posso te fazer uma pergunta indiscreta? – Ele olhava intensamente para meus seios.
-Pode. – eu disse já mais ou menos sabendo que ele ia perguntar.
-Você ta usando sutiã? - O pobre me perguntou vermelho feito tomate.
-Não, por quê? Não combina com essa blusa de alcinhas finas.
- Porque você pôs essa blusa? Não tinha outra não. Uma que pudesse usar sutiã? – perguntou em um tom estranho. Juraria que ele estava com ciúmes.
-Porque estava muito calor e eu estaria com o MEU namorado. – disse destacando o meu, para que ele tranqüiliza-se e continuei- Por que, Darien? Não gostou dela?
- Claro que eu gostei. Mas me prometa – que vai usá-la só comigo. Não gosto que outros cobicem o que é meu. – Ele disse colocando umas das mãos em forma de concha sobre meu seio direito e o apertou delicadamente e calou meu gemido que ira sair alto com um beijo.
O beijo terminou e apesar do lugar está semi escuro, por a luz da lua estava iluminando brandamente, deu para perceber um fiapo de saliva saindo das nossas bocas. Estávamos ofegantes e nos olhamos. Seus olhos tinham ganhado um tom mais escuro e brilhavam intensamente ao mesmo tempo que suas bochechas estavam coradas.
- Amor não se preocupe. Quando eu me vesti para sair, me vesti para te agradar. – disse acariciando a barriga dele e em seguida aquele lindo bumbum que ele tinha.
- Ah, bem. - Ele disse-me com a voz rouca ao mesmo tempo que passava as mãos de leve sobre meus seios, por cima da blusa. Ele alisava o bico com tanta delicadeza, que aquilo me fazia me agarrar no muro para não cair e a gemer feito uma louca.
-Ah então você gosta disso, hein? – Me perguntou com uma voz rouca linda enquanto observava minhas reações as suas caricias. Não satisfeito ele começou a acariciar meus seios totalmente. Passava o dedo em cima no relevo que meu mamilo formigante formava debaixo da blusa ao mesmo tempo em que beija meu pescoço. Aquilo estava acabando comigo. Gemia ofegante e começava a tremelicar. Ele gemia e tremia ao mesmo passo que eu passava as mãos por todo seu maravilhoso toso nu, e suas lindas costas.
- A- Amor, acho m- m-melhor paa-parar - Disse um Darien ofegante e curiosamente gago. Estava tentando nos frear.
- Mas porque- Perguntei num tom triste.
-Porque se eu não parar agora não sei o que serei capaz de fazer. –disse num tom sério, embora ofegasse muito.
- Como, por exemplo?- Perguntei desafiante
- Isso! – ele segurou um dos meus seios e colocou na boca, mesmo coberto pela blusa. Gemi pelo susto e pela quentura que aquilo causava nas minhas partes baixas. Ele passava a língua no bico e às vezes o chupava e aquilo me deixa doida. Agarrei o cabelo dele e o mantive ali. Ele me olhava nos olhos – devorando-os e voltava para meus seios. Ele alternava entre os dois, fazendo que ambos sejam acariciados, lambidos e mordiscados. Eu os olhava e eles pareciam maiores e mais bicudinhos. Nunca os tinha visto desse jeito. O tecido da blusa naquela área já estava transparente de molhada pela saliva do meu namorado.
Meu corpo tremia ainda mais e meu coração batia tão rápido e forte, que eu tinha a impressão que fugiria do seu lugar a qualquer momento. Coloquei a mão sobre o peito do Darien e senti que o coração dele estava do mesmo jeito do meu, como se estivessem seguindo o mesmo ritmo. Ele se sentou em um dos bancos , me pôs sentada em seu colo, de frente para ele e me beijou descontroladamente. Assim que terminamos, peguei uma das mãos dele e a pus no meu peito, por dentro da blusa. Ele se surpreendeu um pouco com minha ousadia, tentou tirar dali, mas não deixei. Pus minha mão sob a sua, segurando-a.
-Quer que te toque ai? – Me perguntou me olhando um tanto assustado.
-Sim, eu quero. – respondi ansiosa por aquele carinho- Toque-me, Darien.
-Depois não diga que não tentei parar. – Ele disse com um sorriso de satisfação e fechou os olhos como se quisesse me sentir melhor.
- É tão macio, tão quente. –Ele disse em suas divagações mentais ao tocar e massagear meu peito. Soltei minha mão quando o senti me acarinhado e joguei minha cabeça para traz deliciada com aquilo.
Incrível é o que eu poderia dizer sobre as sensações que vagavam meu corpo naquele momento. Sentia minha entre pernas umidificar-se mais e a fiquei mais sensível ao toque de meu namorado. Suas mãos aventureiras brincavam com meus seios por debaixo da blusinha, fazendo me ter que morder seu ombro musculoso para calar meus gemidos, enquanto ele lambia meu pescoço, justamente onde tinha um ponto pulsante.
Não sei de onde saquei tanta ousadia para fazer uma coisa que talvez fosse escandalosa para os tradicionais valores familiares japoneses, mas permitir-me quebrar as regras. Com delicadeza desloquei a cabeça do meu namorado do meu pescoço ao meu peito.
A principio meu namorado ficou me olhando numa mistura de curiosidade, questionamento e desejo, e eu olhei-o nos olhos e sem palavras faladas consenti para que ele fizesse o que tínhamos em mente naquele momento. Foi a gloria sentir os doces lábios de meu gato em mim. Sua língua me lambendo e me acariciando foram a glória.
Foram momentos indescritíveis para mim (e espero que para Darien também). Mas como tudo que é bom acaba rápido, tivemos que parar o bem bom por causa da chegada do pessoal que só para contrariar passou pelo barulhento portão da frente, nos assustando e fazendo-nos nos ajeitar rapidamente e entrar correndo pela porta dos fundos, e em seguida ir para os quartos. Bom quando as meninas foram para o quarto, eu estava apagando meu fogo no chuveiro com uma água ESTUPIDAMENTE gelada.
Depois disso, os meninos e a Lita improvisaram um lanche para todo mundo: sanduíche de presunto e queijo e suco de uva. Terminamos com a ceia e fomos todos para sala jogar carta e conversa fora, exceto Celine que havia se recolhido. Acabamos dormindo na sala, em meio a cartas, pratos e copos vazios e eu abraçada a meu namorado, sendo embalados pelo som das ondas do mar.
Olá galeria, desculpem a demora em postar o capitulo, e muitíssimo obrigada aos lindos rewiews que recebi durante este tempo em que estive fora. E lamento por um que eu recebi, na qual a pessoa reclama das personalidades que eu atribui aos atores dessa fic. Primeiro de tudo essa estória é minha, e posso dar o rumo que eu quiser nela e não acho justo você atribuir a alcunha na Serena de periguete. Modifiquei um pouco a personalidade deles no que eu não concordo muito, mas em fim espero não ter acabado com a essência deles. Me baseei num Darién mais carinhoso, pelo que eu vi no mangá, já qu por lá ele realmente se comporta como namorado de fato.
Mas fora o meu mimimi, vamos ao que interessa: Nossas traduções.
- croutôns – torradinhas francesas que se servem sopas e outros pratos.
- Oui – Sim
- Merci – Obrigada
-De rien! –De nada!
