Os personagens de Naruto não são meus, mas os outros são. E se alguém se ousar a roubá-los, eu mato.
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II
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EUA, Julho de 1987
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Olhou-se no espelho. Passou as mãos no cabelo,bagunçando-o. Soltou um suspiro. Pegou sua mochia e o dinheiro da passagem do ônibus e saiu de seu quarto.
-Estou indo, mãe. - Falou para a mulher para no fim do corredor.
-Tchau, querido.- Disse. -E, ah! Toma cuidado na hora de atravessar a rua! - Disse enquanto via o moreno descer as escadas. -E não esquece de comprar o brinquedo do teu irmão que eu pedi!
-Pode deixar, mãe. - Disse dando um meio sorriso. Sara havia se tornado sua mãe oficialmente depois de defendê-lo com todo o corpo, apanhando do Michael em vez dele. Sasuke passou a olha-la com outros olhos. Passou a olha-la como alguém que faria de tudo para defendê-lo. Exatamente como uma mãe faria para o seu filho.
Fechou a porta da sala, andando apressado. Tinha que ter a aula particular, fazer algumas comprar no supermecado e comprar o caminhão de madeira que Sai tanto queria. Tinha que admitir, o pirralho era bastante persistente. Estava enchendo todos naquela casa por causa do bendito caminhão.
Suspirou cansado, fazendo sinal para o ônibus. Sentou-se na cadeira dos fundos. Véspera de a família viajar e ele não ia, já que havia ficado de recuperação. Era impressionante como a sua capacidade de tirar dez havia se esvaído completamente.
Ele sempre fazia todos os deveres, nunca faltava às aulas, estudava pelo menos 3 horas por dia (!), e mesmo assim, tirava zero. Como? Ele achava que era o nevorsismo. O medo de tirar nota baixa e apanhar era tão grande que ele acabava erradno tudo e tirando zero.
Fez sinal para descer no ponto de ônibus. Agradeceu ao motorista e desceu bem em frente à faixa de pedestre. Aproveitou que o semáforo estava vermelho, e atravessou olhando para os dois lados. Alguns carros começavam a ultrapassar o sinal, mesmo ele estando vermelho, por isso, precisava ficar bem atento. Mas não viu quando uma garota da sua idade andava na mesma reta que ele, só que na direção contrária.
POF!
- Aiiii!- Ouviu uma voz feminina na sua frente, enquanto caía no chão.
- Desculpe... - Falou enquanto se levantava. Viu a garota se levantar, desajeitada, de cabeça baixa
- Quer ajuda? - Ofereceu ele.
- Não, não, obrigada... - Falou em quanto ficava de pé. Sasuke viu a garota erguer os olhos devagar. Tomou um susto ao ver os olhos dela. Verdes, verdes, verdes, verdes! Tão verdes, que fez os pêlos de seu braço se arrepiarem.
-Eu tenho que ir. - Falou a menina indo embora. Sasuke queria ficar olhando para ela pelo resto da vida, mas infelizmente, não podia. Ela tinha que ir para a sua aula particar e ela tinha que fazer as suas coisas.
Suspirou desanimado, fazendo o seu caminho inicial. Mas os verdes intensos não saíam de sua cabeça.
- Meu filho vai ter aqueles olhos... - Sussurrou pensativo. Afinal, qual era o nome da dona daquele verde? Olhou para trás, desejando ver a garota. Era possível vê-la ainda, andando de costas. Seu longo cabelo cor de areia se movia a favor do vendo. Seu corpo era magro, mas suas pernas chamavam atenção. Seu quadril ainda era estreito, ela deveria ter uns... Onze anos, talvez...
Ela dobrou a esquina. É, agora mesmo que não veria os olhos de novo. Sorriu ao vê-la voltar atrás, olhando para ele. Encantou-se mais ainda ao receber um largo sorriso da mesma. Mas o sorriso morreu ao vê-la se virar, e voltar para o seu caminho inicial.
Agora, realmente teria que voltar para o seu caminho. Teria que fazer sua maldita aula de matemática. Ele só não sabia como esqueceria aqueles olhos...
.:.:O#O:.:.
Mas que garoto lindo era aquele? E, meu Deus! Ele era alto, tão alto... Ela deveria ser uns três palmos mais baixa que ele. E nunca havia visto olhos tão negros. Onde morava, a maioria das pessoas tinham olhos claros, eram poucas com olhos escuros. Já havia visto olhos escuros sim, mas não negros.
Sem falar que era a primeira vez que via cabelos negros, também. Naturais! As pessoas sempre pintavam para ficar daquela cor. Tão escuros, que chagavam a ter reflexos azulados.
E foi tão emocionante que seu coração começou a bater acelerado.
E ele era lindo! O sorriso também... Meio triste, mas bonito.
Não poderia mais voltar na esquina para vê-lo. Já tinha retardado o seu percurso. Avistou a loja que compraria alguns muitos M&M's e chicletes para Stephanie. A sem-graça não pudera ir nessa viajem por causa da escola, mas em compensação, havia pedido de lembrança três quilos de chiclete, cinco sacolas de M&M's, e sete barras de chocolate.
"...Ah, claro, e se vocês forem na Disney, podem comprar pra mim aquelas orelhinhas da Minnie? Ah, qual é, Sakura. Não faça essa cara. Nos Estados Unidos é tudo baratinho! E eu quero que você compre pra mim. Sabe por que? Você é a minha irmã predileta!"
Como se ela tivesse outra irmã.
Stephanie era, definitivamente, muito folgada. Passou as mãos nos cabelos, cansada.
- Boba... - Sussurrou.
.:.:O#O:.:.
- Ei, psiu, Sasuke! - Chamou a mulher estalando os dedos. - Focaliza na equação, e não na sua namoradinha!
- Eu não tenho namorada. - Falou voltando a fazer a conta. - E o resultado é "x é igual a raiz de quarenta e três mais dois"
A mulher olhou atrás do livro, conferindo o resultado.
- Parabéns, Sasuke. É o seu trigésimo acerto seguido. - Sorriu a mulher. - Moreno, eu não te entendo. Sempre acerta todos os exercícios, grava todas as regras num piscar de olhos e mesmo sendo tão inteligente, tira zero na hora da prova! Me diz, moreno, oque acontece contigo? É o nevorsismo? Fala pra mim, moreno.
- Não sei. - Falou somente. Apoiou o cotovelo na mesa, suspirando cansado. - São que horas? - Perguntou cansado. Não aguentava mais ver letras e números na sua frente.
- Cinco. - Falou a professora arrumando os livros de matemática. - Moreno, você agora pode ir se encontrar com a sua namoradinha.
- Eu já falei que não tenho namorada - Grunhiu.
Jane estava desconfiada dele, e era visível pelo seu olhar estreito. Então oque ele dizia do fato de ter ficado com o olhar aluado a aula toda? E o fato de acionar o modo "automático" na hora dos cálculos? Só tinha uma explicação: Uma namoradinha!
- Então oque você me explica disso aqui? - Perguntou erguendo uma folha repleta de contas.
- Foram os cálculos que eu fiz. - Falou erguendo uma das sobrancelhas.
- Eu estou falando disso aqui! - Falou apontando para o canto da folha, onde tinha um par de olhos claros desenhado com perfeição. - Uau! Você desenha bem, hein? Nossa, como os olhos da sua namorada são lindos! Eu imagino o resto. Ui ui, hein morenão! Se deu bem! - Disse dando uns tapinhas no ombro dele.
- Você não sabe de nada, fica quieta.
- Oh! - Falou em um susto fingido, botando a mão na boca. - É essa a educação que seus pais te dão?
Sasuke estreitou os olhos. Mesmo ele sabendo que Jane adorava fazer brincadeirinhas irônicas, aquela o havia chateado. Não gostava que falassem mal de sua família, nem mesmo de Michael. Tá certo que ele as vezes batia nele sem motivo, mas em raros momentos de gentileza sabia ser um bom pai. A prova disso foi quando o levou para a Disney em uma viajem surpresa de aniversário de sete anos (seu primeiro aniversário naquela casa).
- Cala a boca. – Disse entre dentes se lavantando da cadeira e indo em direção à porta, abrindo-a com agilidade.
- Ah, qual é, moreno! Você sabe que pode confiar em mim! Qual é o nome da sua namorada?
Ele saiu, e antes de bater a porta, gritou: - EU NÃO TENHO NAMORADA!
.:.:O#O:.:.
- Sakura, me responde! - Chamou a mulher que sacudia a filha sem parar.
Sakura parou de desenhar e olhou para a sua mãe.
- Quê?
- Nós amanhã vamos passear no parquinho.
- Qual?
- Aquele que você pediu pra conhecer no dia em que chegamos.
Sakura sorriu.
- Okay. - Suspirou, indo para o banheiro. Iria tomar banho e ir dormir.
.:.:O#O:.:.
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Japão, Julho de 1987
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Era absolutamente insuportável ficar naquela casa sem o seu otouto. Depois daquele dia, Mikoto havia entrado em depressão. E mesmo depois de melhorar, parecia que ela nunca tirava aquele ar de tristeza do rosto.
Olhou mais uma vez para a foto em mãos. Sentia vontade de chorar ao olhar para a última foto tirada dele. Estavam os três, Sasuke, Itachi e Mikoto. A mais velha tinha os olhos fechados enquanto sorria, tinha Sasuke sentado no seu colo, dando um de seus sorrisões. Itachi estava trás de todo mundo, fazendo chifrinho na sua mãe e no seu irmão com os dedos.
Aquela foto havia sido tirada um mês antes dele ser vendido. A sua vontade de chorar aumentava quando olhava para a imagem em mãos.
Levantou-se, andando em direção ao quarto de sua mãe. Abriu a porta devagar, se deparando com a mulher que apertava forte a camisa que era a predileta de Sasuke contra o peito.
- Mãe... - Chamou. A mulher ergueu os olhos úmidos, devagar. - Sasuke não está morto para você ficar assim...
- Quem te garante? - Perguntou deixando as gotas cristalinas pingarem. Itachi andou até ela, e secou as lágrimas. Odiava ver a sua mãe, que já havia sofrido tanto, chorar.
- Eu tenho certeza de que ele não morreu, e eu vou provar para você. Eu vou atrás dele, eu vou trazê-lo de volta. - Falou determinado - Vou trazê-lo, e você vai voltar a sorrir, como à cinco anos atrás. Você vai ver.
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EUA, Julho de 1987
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Saíram do táxi, Sakura estava animada para entrar no parquinho. Elas duas podiam ver a movimentação das crianças lá dentro, e dava para constatar que Sakura seria uma das mais velhas.
Ane pagou ao táxi, e entraram de mão dadas pelos portões de ferro. Foram recebidas por uma simpática jovem mulher de cabelos verdes.
"Verde?" pensou Sakura. "Pelo menos eu não sou a única com a cor do cabelo diferente por aqui."
O lugar era mesmo encantador. Era cercado por grandes árvores, e no centro, tinha um amontoado de laguinhos. Tinha também vários brinquedos, como: escorregador, balanço, casinhas... Várias barracas de doces e salgados se faziam presentes, indicando que aquele era o dia perfeito para o passeio.
- Venha, Sakura, vai ter corrida de barquinhos de papel! - Falou Ane arrastando a filha para perto de um dos laguinhos, onde tinha várias crianças sentadas à sua volta. As duas se sentaram, cansadas, na grama, perto de algumas pedras pintadas de rosa e azul. Estavam cansadas, haviam andado bastante para se exercitarem. E, quando, elas realmente estavam cansadas, pegaram um táxi.
Sakura passou a observar os participantes que dobravam os seus determinados barquinhos com hagilidade. Eram dois concorrentes para cada laguinho. Afinal, eles tinham que assoprar o barquinho pela lateral do lago. E em um dos laguinhos tinha um concorrente que estava ligeiramente atrapalhado.
Viu o garotinho virar e gritar para alguém lhe ajudar.
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- Sasuke! - Gritava Sai. - Sasuke! Socorro!
Viu um menino consideravelmente alto para a sua idade aparecer carregando com um dos braços a sua irmã, Ino, de um ano. Ela os tinha cabelos loiros -Tão loiros que chagavam a ser esbranquiçados- amarrados em uma maria chiquinha com chuchinhas rosas. Colocou Ino sentada no chão, e pela oitava vez, ajudou Sai.
- Você dobra assim...
- Hn...
- Depois assim...
- Tá.
- Assim, assim, e pronto.
- Okay.
Sasuke viu Ino estender as mãozinhas, tentando tocar as águas esverdeadas do laguinho. Pegou-a no colo, secando as mãos dela com a própria blusa.
- Ino, não pode botar a mão no lago. Não pode.
- Sasuke, é assim? - Disse Sai erguendo um barquinho completamente desfigurado.
Sasuke já estava cansado de ter que explicar a Sai como se faz aquela maldita dobradura. Seria tudo tão mais fácil se fosse ele que tivesse dobrado... Mas não, a regra estúpida daquela competição dizia com clareza: "O próprio participante deve dobrar o seu barco de papel".
Bufou.
- UM MINUTO PARA COMEÇAR! - Anunciaram.
UM MINUTO? Nunca daria tempo de Sai dobrar seu barquinho de papel em um minuto!
Se bem que... Se ele dobrasse escondido, não poderiam desclassificar Sai...
- Me dá isso daqui. - Falou arrancando o papel da mão de Sai, se virando e dobrando com agilidade. Em menos de vinte segundos existia um barquinho dobrado com perfeição na mão de Sasuke.
- Toma, Sai. - Chamou entregando a dobradura. - Boa Sorte.
- Obrigado, Mano! - Falou. - Você é um ótimo irmão!
Sasuke sorriu discretamente, abaixando o olhar, pegando Ino e saindo dali.
Sentou-se na grama, um puco afastado de toda a movimentação. Observava as pessoas lá longe, até sentir a falta de alguém em seus braços. Arregalou os orbes.
Ai meu Deus... Ai meu Deus...
- INO! - Gritou. - INO!
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Quem era aquela linda menininha de grandes olhos azuis que aproximava de si com passos tortos? Ela era tão encantadora! O seu sorriso com dois pares de dentes que ela dava era tão fofo!
Viu a bebêzinha tropeçar e cair. Estendeu a mão, pegando a loirinha a tempo.
- Ino! - Ouviu um garoto chamar. Sua voz não era nem aguda, nem grosa. Estava claramente em metamorfose. - Finalmente eu te achei...- Sakura, que antes somente olhava para a bebê nos braços, ergueu os orbes, se deparando com aquele olhar negro de um dia atrás. Viu a loirinha estender os braçinhos para o garoto moreno. Estendeu a mão, entregando a pequena. -Obrigado. -Ouviu a voz de alívio.
Havia reencontrado o moreno lindo de ontem!
- Qual o seu nome? - Perguntou.
- Sasuke. E o seu?
- Sakura.
O moreno teve seu pescoço enlaçado pelos bracinhos de Ino.
- Prazer. - Falaram ao mesmo tempo. Sasuke estendeu as mãos, em um cumprimento. Apertou a mão dele, sentindo os calos que ele possuía. Provavelmente ele deveria escrever muito, já que um garoto de aproximadamende doze anos não deveria ter calos na mão. Olhou para a bebê que se agarrava ao pescoço de Sasuke.
- Ela é a sua irmã? - Perguntou Sakura.
Não de sangue, mas era.
- Sim.
- Ela tem quantos meses?
- Doze.
Os dois jovens olhavam para a competição que já havia começado.
- Para qual você está torcendo? - Perguntou Sasuke.
- Para aquele baixinho ali. - Apontou para um garoto que assoprava desesperado o seu barquinho. Sasuke deu um meio sorriso.
- É o Sai, ele também é meu irmão.
- Eu percebi.
- Percebeu?
- Sim, eu vi você dobrando o barquinho para ele.
Sasuke enrugou o nariz.
- Não era para ninguém ver.
- Por quê?
- Diz a regra que os próprios participantes devem dobrar os seus barquinhos.
- Hmmm....
- Na verdade, não era nem para ele estar participando dessa competição. - Bufou, olhando para o relógio de pulsos. - Daqui a pouco ele vai viajar.
- Para onde?
- Holanda.
- Ah! Eu moro lá!
- Sério?
- Sim! Sabe, lá é lindo! Tem vários parques de tulipas e, se ele for para a região onde eu moro, provavelmente ele vai se encontrar com a Steh. Ela é a minha irmã, tem dezesseis anos mas tem mentalidade de seis. Você vai adorar conhecê-la.
- Eu não vou.
- Não?
- Eu tenho que estudar, fiquei de recuperação em uma matéria. - Falou se sentando.
- Hm.. Que pena... - Disse se sentando ao lado dele.
Ane observava a toda aquela cena de longe, sentada em baixo de uma das árvores. Havia saído dali quando ele havia se apresentado como Sasuke.
Iria torcer com todas as forças para que Sakura namorasse com ele. Caramba, ele era lindo! Lindo lindo! E olha que ele era só uma criança, heein? Imagina quando crescesse?
Sakura tinha um ótimo gosto.
Percebeu uma euforia vindo de um dos laguinhos, onde um dos dois competidores pulava gargalhando. Viu o garotinho que provavelmete era o que havia perdido, interromper o momento do jovem casal, puxando Sasuke pela blusa.
- Vamos, Sasuke, Estou com fome... - Disse o garoto auto o suficiente para Ane ouvir. Viu Sasuke se levantar, aproximando o rosto do de sua filha. Na direção que ele se movia, iria dar um beijinho na bochecha. Mas, tomou um susto ao vê-lo dar um estalinho na boca dela. Na boca? Meu Deus! Como ele era ousado! Viu o mesmo levantar-se, e andar na direção do parquinho, carregando aquela bebê em um dos braços e segurando a mão do garotinho com a mão livre, com um fraco rubor no rosto, enquanto Sakura ficava vermelha, vermelha...
Levantou-se rapidamente, correndo em direção à garotinha que parecia sufocada.
- Respira Sakura! Respira!
- Eu... N-não... Ah!
Estava em pânico. Não era todo dia que você levava um beijo de um desconhecido. Um desconhecido muito fofo e lindo.
Ai meu Deus, Ai meu Deus...
Olhou para o menino que se afastava. Por que ele havia feito isso, hein? Por quê?
.:.:O#O:.:.
"Por que eu havia feito isso, hein?" Se perguntava. "Por quê?" O fato era: Não havia conseguido se controlar. Sentia que precisava beijá-la, que precisava se sentir feliz pelo menos uma última vez.
Última vez? Como assim última vez? Que pensamento é esse? Seria feliz pelo resto da vida, não seria? Claro que seria! Tinha que ser!
- Sasuke, você está bem? - Perguntou Sai.
- Por que não estaria?
- Você está suando e está gelado.
Só então Sasuke sentiu uma gota fria escorrer pela lateral do rosto, passar pelo seu queixo e pingar no chão.
- Seu rosto está vermelho.
- Está?- Perguntou dando um meio sorriso.
- Muito.
Então, o simples beijo hava surtido efeito nele também. Foi pequeno, foi curto, foi rápido, mas foi um beijo. O seu primeiro beijo. E foi de quebra com a garota de olhos verdes, que era linda. Definitivamente, eram aqueles olhos verdes que queria.
Continua...
N/A: EUUU TO POSTANDOO!!! Só Deus sabe o trabalho que eu tive para postar esse capítulo -.-' Mas, bem, espero que tenham gostado 8D Sabe, reviews me fazem continuar rapidãão :D
Kurara - Você não tem noção do que as pessoas fazem na vida real, então Shut Up, AMO FAZER ELE SOFRER! AMO AMO AMO AMO!!! Obrigada, fófis K3 Bjks
BJKS PESSOAL! :3
