Naruto™ não é meu, mas os outros personagens são ò.o
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N/A: Antes de começar, duas explicações: A sakura mora na Holanda! E as falas que estiverem em Itálico são em inglês. All right?
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V
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EUA, Setembro de 1987.
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- Anda logo, Sasuke, acorde. – Falou enquanto sacudia o moreno que dormia na sala. Ele andava dormindo demais e não sabia o por quê disso. Talvez por que ele estivesse naquela faze da aborrecência que os aborrecentes só querem saber de dormir, a que eles crescem mais.
Mas Sasuke já estava com um metro e setenta e seis. E tinha apenas treze anos.
Ele não precisava crescer mais.
- Hmmm... – Ele resmungou abrindo os olhos sonolentos. Piscou e se revirou, colocando uma das almofadas em cima da cabeça.
- Anda, acorde, nós vamos nos atrasar para o vôo. – Disse sacudindo-o mais forte.
Ouviu ele bufar.
- Que vôo?
Jane rolou os olhos.
- Para a Holanda. Ande, Sasuke, não enrole, o vôo é daqui a duas horas, por favor, acorde. Eu já separei a sua roupa e... Ah, qual é, Sasuke! Pára de fingir que está dormindo!
- Ah. – Ele resmungou, se levantando enquanto se espreguiçava. – Chata. – Disse baixinho, enquanto andava em direção ao banheiro.
Jane esticou o pescoço, estreitando os olhos.
- Eu ouvi, okay? – Ela disse. Ouviu ele resmungar de novo e bater a porta do banheiro. A ruiva suspirou, sacudindo a cabeça. – Aborrecentes...
Passou a mão nos fios encaracolados. Havia pintado o seu cabelo recentemente. Mudara de vinho para vermelho sangue. E Sasuke não havia gostado nem um pouco. Hm, estava pouco se lixando para o que ele gostava ou deixava de gostar.
Ouviu o chuveiro ser ligado. Sua sorte era que ele não era de demorar no banho, e como a roupa dele já estava separada, iriam sair dali rapidinho.
Respirou fundo.
Caramba, eles iam para a Holanda! Ho-lan-da! Sua mãezinha querida vivia lá, junto com todos os amigos que havia deixado para trás para ir estudar dos Estados Unidos.
Sorriu.
E no dia do velório havia conversado com a Sakura um pouquinho, havia descoberto algumas coisas da escola que ela estudava, e onde ela morava. Por coincidência e para a felicidade de Sasuke (o ex-moreno para ela) era o mesmo local onde sua mãe, Nonna, morava. E era onde eles iriam morar.
Ouviu o chuveiro ser desligado e a porta ser aberta. Sasuke apareceu na sala, com uma toalha enrolada na cintura. Seu cabelo pingava e grossas gotas de água escorriam pela sua perna, molhando o chão da sala. Jane o olhou com raiva. Quantas vezes ela já não tinha falado que não era para ele aparecer na sala molhando o chão? Poxa, aquele piso dava trabalho e manchava! Sem falar que aquele apartamento já estava vendido.
Ai meu Deus, ele não poderia manchar o chão!
- Sasuke, vai se secar!
Ele sacudiu o cabelo, espalhando mais água pelo local. Jane se levantou revoltada.
- Onde está minha roupa? – Ele perguntou calmo.
- Está em cima da cama e vai se secar agora! Você está molhando o chão todo!
Ele rolou os olhos.
- Ta, ta... Estou indo.
Jane agora teria que secar a poça de água que Sasuke tinha formado. Andou até a lavanderia, pegou um dos panos de chão e jogou em cima da poça. Aquele garoto não tinha jeito. Era o aborrecente mais aborrecente que já conhecera. Ele adorava irritar as pessoas, mas não tinha paciência para ser irritado.
E ele era realmente rápido nas coisas.
Viu-o aparecer na sua frente com a calça jeans e uma blusa verde. Calçava os tênis que ela havia separado para ele. Sorriu. Pelo menos ele não havia escolhido outra roupa, usara a que ela mesma havia escolhido. Mas ele não estava usando o casaco, na Holanda fazia frio e ela sabia disso. E sabia que aquilo era um grande passo de confiança que ele estava começando a ter nela. Por que ele era teimoso até para usar as roupas que ela escolhia para ele.
Pelo menos nisso ele havia cooperado.
Jane acabou de secar a poça. Colocou o pano de chão no seu devido lugar e voltou para a sala.
- Pegue as suas malas, que eu pego as minhas. O taxista já está lá em baixo nos esperando. E pegue o casaco, lá faz frio. – Disse segurando a alça de uma das malas gigantes.
Sasuke pegou a sua maior mala, ignorando o último comentário dela. Estavam se mudando para a Holanda. Se não se enganava, Holanda era onde Sakura morava. Aquela garota linda de olhos verdes. Estava torcendo para estudar na mesma escola que ela e... Criar uma amizade verdadeira, ou algo mais. Ela era muito encantadora.
O que havia sentindo em relação a ela na primeira vez que a vira não fora atração ou amor a primeira vista, mas sim algo mais forte. Se sentia como um anjo da guarda que não sabe qual é o seu protegido, e depois de tanto tempo, havia descoberto-o. Sim, sim, era essa a comparação. Ele era o anjo da guarda e ela a sua menininha.
Talvez fosse ao contrário... A necessidade que sentia de ser protegido por ela era maior do que a de protegê-la.
Sacudiu a cabeça, confuso. Era tudo tão confuso... Sua cabeça era confusa demais.
Entrou no táxi, agora, uma nova vida se iniciava.
.:.:O#O:.:.
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Holanda, Novembro de 1987
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Esticou os braços, alongando o corpo magro. Finalmente estava se esticando. Nunca havia passado tanto tempo sentada, olhando literalmente para as nuvens. E Sasuke havia dormido mais da metade do tempo que estavam viajando. Aquele excesso de sono dele estava muito estranho.
Olhou para o garoto que estalava os dedos das mãos. Ele olhava para o nada, com os olhos inchados de tanto dormir. Viu-o espreguiçar, e olhar para ela.
Jane sorriu, e voltou a olhar para a frente.
A mudança física das pessoas era notável. Os olhos e cabelos claros eram bem mais notáveis do que nos Estados Unidos.
E ele tinha um olhar um tanto assustado. Viu-o encolher os braços, em um ato de se esquentar. Isso que dá ser teimoso. Não quis levar o casaco, agora estava ali, com frio. Ela sabia que na Holanda era frio, mas ele não quis ouvi-la, e foi sem casaco mesmo. Resultado da ópera: Sasuke passando um frio infernal dentro do avião e fora do avião.
Iria dar um tapa na cabeça dele se não tivesse sido interrompida.
- JAAAAY!
Virou-se, sem evitar os olhos encharcados. Conhecia aquela voz muito bem.
- MÃE! – Gritou. Estava muito emocionada, e, há quanto tempo que não via sua mãe...! Uns oito anos, talvez. Deixou a bagagem de mão cair no chão. Estendeu os braços, e correu em direção a senhora de olhos azuis que também tinha os braços erguidos.
As duas se abraçaram.
Sasuke observava toda a cena, com os olhos duros. Mãe e filha se reencontrando depois de anos. Será que isso algum dia iria acontecer com ele? Iria se reencontrar com a sua mãe e abraçar tão forte - ou mais - do que Jane estava abraçando a sua?
E aquele pensamento fez com que, contra a sua vontade, a imagem de uma mulher risonha com cabelos e olhos negros invadissem a sua mente. E isso era o que ele mais tentava evitar em todos esses anos que estava longe dela. Por que as lembranças de sua vida passada eram muito dolorosas.
Sacudiu a cabeça, tentando espantar aquelas imagens. Pensou na Sakura. Nos sorrisos que ela dava, e no jeito tímido de conversar. No vermelho que ele fez intencionalmente atingir as bochechas dela.
Sorriu, lembrando-se da cena. E do beijo estalado. Ele queria dar mais beijos estalados nela, ou fazer coisas mais profundas.
Só que... Ele era novo demais para pensar nisso, não? Treze anos! Ou então... Eram os hormônios. Argh, que confusão.
- Sasuke! – Ouviu Jane chamar.
Ele olhou para ela, sentindo o olhar de quem deveria ser a Nonna sobre ele.
- Venha cá, Sasuke! Venha cumprimentar minha mãe. – Disse com um sorriso na cara maior do que deveria ser.
A frase dela fez seu estômago se corroer. A vontade de ser ele quem estava abraçando sua devida mãe era gigante, mal cabia em seu peito. Fazia-o desviar os olhos e desejar sair dali.
Estava invejando-a com todas as suas forças.
E o pior era que não conseguia se controlar.
- Então você é o Sasuke, hein? Jay falou muito de você para mim. – Falou a senhora sorrindo. Mas ele não sorriu, nem falou nada, somente permaneceu com a expressão dura e um pouco confusa.
Os olhos azuis e atentos analisaram a expressão do jovem adolescente.
Não deixou de perceber os traços de homem que começavam a surgir na face dele. Era claro que ele estava na faze rebelde da adolescência, por isso a ausência de resposta. Ou talvez fosse por outro motivo...
Ele permanecia com a expressão de "o que você falou?".
- Jane... Como eu falo "eu não sei falar essa língua estranha", em holandês? – Finalmente ele falou alguma coisa. Percebeu ele olhar para a Jane como se pedisse ajuda, como se não estivesse entendendo nada do que ela falava.
-Er, mãe, ele não sabe nada de holandês. – Disse soltando a senhora. – Eu acho que... Você vai ter que voltar a praticar seu inglês. – Ela sorriu, estendendo a mão para o cabelo dele, bagunçando-o. Pelo nariz franzido dele, Nonna percebeu que ele não gostava desse gesto.
Ela era muito observadora e logo de cara percebeu que ele também não gostava de Jane, nem do modo como ela o tratava.
- Jay, pare de mexer no cabelo dele. – Disse séria. Respirou fundo, e com um sorriso, falou. – Você não gosta disso, estou certa? – Observou o canto da boca dele se curvar ligeiramente para cima.
Ele assentiu.
Ela percebeu também que ele estava com uma cor não muito natural na pele, mas resolveu não falar nada.
- Prazer, Nonna.
- Sasuke.
Aquela mulher de cabelos grisalhos e olhos azuis havia ganhado, com tão poucas palavras, a simpatia e confiança de Sasuke.
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Passou as mãos nos fios rosados presos em uma trança na lateral do rosto, arrumando algumas mechas teimosas que caíam no seu rosto, atrapalhando a sua visão.
Anotava tudo o que o professor baixinho de história falava. Era sempre bom anotar. Aquele homem tinha um ar de psicopata e praticamente toda semana dava um teste surpresa. Bufou. Aquele cara era doido.
Levantou a cabeça, olhando para os outros colegas de classe, todos escreviam com atenção o que o psicopata falava.
Até ouvirem uma batida na porta.
-Entre. – Falou o baixinho.
A porta foi aberta lentamente. Uma mulher de olhos cinzas e cabelos laranjas entrou na sala de aula, parando de frente para a turma. Ela observou com os olhos sorridentes as faces curiosas dos jovens, e falou.
- Pessoal, a partir de hoje vocês vão ter um novo colega de turma. – Logo em seguida, estendeu a mão gorducha para a porta, oferecendo para o novo aluno. – Entre, querido.
Uma mão pálida de dedos longos segurou a mão da mulher. Todos os alunos prenderam as respirações.
Um garoto, maior do que a mulher fofinha e o professor psicopata, entrou na sala. Ele era bem mais alto que os dois, e tinha o olhar confuso. Não estava entendendo nada do que ela havia falado, o holandês era, definitivamente, um idioma muito estranho.
- Diga o seu nome. – Falou a mulher ruiva, para a total confusão dele.
- Hm... Desculpe, mas... Eu não estou entendendo o que você... - Começou a falar em inglês. A mulher observou-o com os olhos cinzas e deu um tapa na própria testa.
- Ah, claro, desculpa! Me esqueci que você não sabe holandês. Eu pedi para você falar o seu nome. – Sorriu amarelo.
- Meu nome é Sasuke. – Disse. Olhou para as pessoas sentadas na sua frente, a maioria com um ar de confusão no rosto.
Não conseguiu esconder a surpresa ao ver a menina dos olhos verdes sentada, olhando-o com a boca escancarada. O ar por um momento faltou em seus pulmões, e uma vontade imensa de abraçá-la o invadiu.
E quase fez isso, se não fosse pelo fato dela ter se levantado primeiro.
Não conseguiu deixar de reparar nos pequenos seios que antes não estavam ali. E na cintura que começava a se formar, sem falar que as pernas alvas pareciam ter engrossado.
Ela estava linda.
Todos na sala olharam espantados para ela.
- Sasuke! – A voz feminina se fez presente. – Sasuke! É você! – Disse abrindo um imenso sorriso. Toda aquela ação dela era completamente incompreensível para todos, até para a própria. Mas a verdade era que não conseguia controlar as suas ações.
Correu até o próprio, abraçando-o como se ele fosse algum namorado antigo, que finalmente havia aceitado o seu perdão.
O sentimento de necessidade de proteção era muito forte nele.
Os braços compridos em volta de sua cintura eram confortantes demais. E, meu Deus! Ele estava estudando na sua escola, e na sua sala de aula! Ela o veria todos os dias, ouviria sua voz, olharia nos seus olhos...
Caramba, do jeito que pensava, realmente parecia que ele finalmente havia aceitado o seu perdão!
Quando na verdade, ele só era alguém que havia conhecido enquanto andava distraída pela facha de pedestre.
- Tudo bem, Sasuke? – Perguntou ela agarrando o casaco que ele vestia. – Você ficou bem depois daquilo? – Sua voz era gentil, como se reconfortasse-o mesmo depois de tanto tempo.
- Sim, eu acho. – Deu um meio sorriso ligeiro.
Sakura se virou, olhando para a turma. Ela não era muito tímida, então poderia fazer as apresentações por ele, já que ele não sabia falar nem um "a" em holandês, isso era claro.
- Gente, esse é Sasuke Uchiha. – Começou. – Ele morava nos Estados Unidos então... Não sabe falar em holandês. – Sorriu. – E eu acho que... Vou ser a tradutora dele nessa sala, né? - Voltou a olhar para o garoto atrás de si. Ele olhava para o teto, enquanto uma de suas mãos pálidas permanecia em seu ombro.
- O que você falou? – Falou baixinho.
- Que eu vou ser a sua tradutora. – Riu.
Eles viram alguém levantar uma mão, falando logo em seguida.
- Eu acho que ele vai ser um bom modo de se praticar inglês. – Falou – Eu acho que você consegue entender o que eu estou falando... É Sasuke, né? – Falou um menino de cabelos cor de grafite, com belos olhos azuis espertos.
- Sim. – Ele falou. Se curvou um pouco para murmurar do pé do ouvido de Sakura. – Onde eu vou me sentar? – Perguntou, observando que na sala não tinha cadeiras vagas.
A mulher de olhos cinza entendia tudo o que ele falava, pois havia morado nos Estados Unidos por mais de dez anos.
- Você pode se sentar ao lado da Sakura. – Sorriu. Ele assentiu, e andou até o local indicado. Sakura foi atrás dele.
Não sabia o que ele estava sentindo, realmente. Um misto de felicidade, tranqüilidade, harmonia, medo, angústia e saudade. Ele não entendia mais os seus próprios pensamento. Ele só sentia que tudo iria ficar bem dali para frente.
E ela sentia que talvez algo ficaria como as estrelas.
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EUA, Novembro de 1987.
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Coçou a cabeça.
Onde estava, afinal? Era uma rua, movimentada e moderna. Nova York. Claro.
Mas, onde estava?
Ele sabia que Sasuke tinha ido morar ali, mas não sabia em qual cidade, qual casa, qual rua. E se ele perguntasse sobre a família "Hens"? Alguém deveria saber responder, claro.
Virou-se, fazendo sinal para o táxi que passava por ali. O carro amarelo parou, e ele sentou no banco de couro.
Os taxistas eram os caras que mais ouviam histórias, e, provavelmente, ele saberia esclarecer a sua dúvida.
- Er, por favor, você sabe me informar sobre a família "Hens"?
O taxista arregalou os olhos.
- Aquela que deixou um filho adotado órfão? – Ele perguntou.
- Como assim? – Falou estreitando os olhos.
- Eles eram donos da maior rede de hospitais, você provavelmente já deve ter ouvido falar no "H.S.", não é? Ah, e eles também eram donos da marca de carros "Yama". Eles morreram a cinco meses, e deixaram toda a fortuna com os parentes de sangue. Seus filhos biológicos morreram junto com eles no mesmo acidente de carro. O filho adotado que eles tinham foi morar com quem seria sua professora particular e melhor amiga da Sara Yamanaka. O garoto ficou sumido.
Itachi olhou para a janela.
- E qual era o nome do filho adotado deles?
- Sasuke Uchiha.
Ele arregalou os olhos. Como? Havia ouvido direito? Era o seu irmão?
- Sasuke Uchiha?
- Sim.
Sasuke havia perdido todo mundo! Deve ter sido horrível para ele.
Mas, sorriu, não deixando de sentir um alívio grande no peito. Estava perto de encontrar seu irmãozinho, era só descobrir onde ele estava morando e pronto! Ele voltaria para casa junto com ele, e tudo finalmente ficaria bem.
- E como você sabe de tudo isso?
- Tudo o que eu acabei de te falar passou em todos os noticiários que existem por aqui.
Itachi rolou os olhos. Era óbvio, já que eles eram tão importantes.
Então, provavelmente, o taxista também sabia onde seu irmão estava morando.
- Você sabe para onde ele foi morar?
O taxista piscou.
- Moço, você quer ir para onde?
- Você pode responder a minha pergunta?
- Ele foi morar na Holanda, pelo menos é isso o que os amigos da professora dele falou para os jornais.
Na... Holanda...
Caramba...
Ele teria que ainda trabalhar muito naquele país para conseguir dinheiro para ir para a Holanda.
Mas ele não se importava.
Iria atrás de seu irmão, nem que tivesse que se matar para conseguir vê-lo.
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Continua...
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N/A: Pronto, gente :D Valeu pelas reviews! Ah, Kurara, não fique chateada, NejiTen só vai ter no próximo capítulo ;*
Reviews Anônimas:
Thai Pipoka Uchiha-chan: Claro que eu lembro de você *-* Que bom que você apareceu por aqui! \o\ Então... Como eu disse láá em cima, a Sakura mora na Holanda... Bem, mas eu acho que você percebeu isso depois desse capítulo, né? XD Beijocas o/
Jacke Tequila: É, é lá que a Sakura mora \O/ A Nonna vai ser uma personagem muito importante nessa fic... Que bom que você está gostando dela XD Obrigada pelos elogios, querida *-* Beijocas o/
Aniinha Uchiha: Eu falei que esse drama todo foi necessário, xD Eu acho que você entendeu errado... Por que se eu não tivesse mostrado isso tudo, a fic simplesmente não faria sentido. Mas mesmo assim, obrigada por mandar review \o/ Beijocas o/
Aline: Nhá, minha fic está sendo recomendada *-* Ai, que emoção çç Obrigada pelos elogios i.i Ah, como deve u.u Mas acredite, vendas de filhos existem na realidade, já mostrou no Fantástico (é Fan-tás-ti-co!) e tudo ._. Mas eu espero que você tenha gostado desse capítulo \O\ Beijocas
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Gentee, obrigada, de coração pelas reviews! Até o próximo capítulo n.n
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Chane: Hm, Kurara, cadê o poema? e-e'
Kurara: Er... *sorriso amarelo*
Chane: *chuta* è.é
