Gina

Eu tenho certeza que se fosse eu a me agarrar com alguém no baile da escola como Harry havia feito, ele não me perdoaria. Porque ele é muito ciumento, muito mesmo.

Era segunda-feira e ele não falava comigo desde sábado por um motivo idiota: eu tinha beijado alguém que não era ele. Entendia perfeitamente que Harry ficasse chateado ou até mesmo que demorasse a entender a situação, mas ele estava exagerando! A única coisa que fazia era ficar enfiado no quarto, calado e emburrado. Era típico dele se retrair ao ficar zangado.

Talvez eu devesse ter agido com mais cautela ao contar para ele, mas não resisti em provocá-lo um pouquinho. E olha que nem contei tudo em detalhes!

Na verdade, provavelmente nada teria acontecido se Harry não fosse tão ciumento. Foi ele quem colocou na minha cabaça que talvez Nicholas estivesse a fim de mim, e a cena que ele fez me deixou tão furiosa que saí para espairecer. Acabei pegando uma chuva daquelas e me encharcando toda, mas por fim encontrei, por uma grande coincidência, Nicholas. Acabamos nos abrigando em um salão de jogos totalmente abandonado e enquanto conversávamos ele, do nada, me beijou.

Minha primeira reação foi afastá-lo, mas depois a curiosidade tomou conta, então o deixei me beijar. Não foi só um beijo, como disse a Harry, mas vários, por um longo tempo. Foi tão estranho! Beijar Harry me causa comoção, euforia, é uma sensação única, mas beijar Nicholas foi tão tranquilo. Não que tenha sido ruim.

Eu tentei conversar sobre isso com Harry no sábado e novamente no domingo, porém tudo que consegui foi piorar a situação. Ele me perguntou por que eu tinha deixado Nicholas me beijar e quando respondi que foi porque quis, ele ficou muito bravo.

- Então não foi só para me provocar? – perguntou então.

- Não – repeti -, foi porque eu quis.

Todavia, eu não estava preocupada com essa discussãozinha – estava mesmo era achando graça da reação dele. Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, Harry voltaria para mim. Ele não ia aguentar muito tempo, eu mesma já estava com saudade dele.

E foi para ver se ele já estava disposto a fazer as pazes que bati na porta do seu quarto ao voltarmos, em um silêncio sepulcral, da escola na segunda. Ele não falou que eu podia entrar, mas fiz isso mesmo assim.

Ele não estava em nenhum lugar à vista, o que me fez concluir que estava no banheiro. Colei o ouvido à porta e escutei o barulho do chuveiro.

Sentei-me à escrivaninha para esperar Harry sair do banho. O notebook dele estava ligado e a tela exibia o programa de mensagens instantâneas, aberto numa janela de conversa com Rony Weasley.

Marquei no relógio: Harry demorou exatos 52 minutos no banheiro. Apesar de ter uma idéia, nem queria saber o que ele estava fazendo lá dentro.

Quando saiu e me viu em seu quarto, ele respirou fundo e me ignorou, agindo como se eu não estivesse ali. Fiquei esperando alguma reação dele, que não falou nada.

- Vai me ignorar por muito tempo? – perguntei, ao que ele não respondeu – Cuidado, Harry, eu posso me cansar disso e ir procurar o Nick.

Me segurei para não rir com o olhar que ele me lançou.

Levantei e fui até ele, que trocava de roupa em frente ao armário. Encostei na porta e fiquei observando-o. Depois de um tempo, ele bufou e esfregou as mãos no rosto.

- Às vezes eu te odeio, Gina. Sabia?

- É, eu sei.

- Eu não acredito que você fez isso comigo.

- Eu também não acreditei quando te vi com a Cho na festa de primavera.

- Já vai começar com esse assunto, né? – meio vestido, meio despido ele se sentou na cama com os cotovelos apoiados no joelho, a cabeça entre as mãos.

- Eu não quebrei nosso trato – garanti. – Eu não fiz nada com ele que já não tivesse feito com você.

- Trato, Gina?! Não tem trato nenhum! Só essa sua idéia absurda! Relacionamento aberto... Até parece!

- Bem, mas é uma "idéia absurda" que tem funcionado para você. Porque, pelo que sei, você ainda tem um encontro marcada para sexta com Cho Chang, não? – ele não respondeu – Não tem, Harry?

- Até já tinha esquecido disso. Ia desmarcar, mas agora... – deu de ombros.

- Agora que eu beijei outra pessoa você vai sair com ela. E se pisar na bola de novo, como fez no baile, vai ter uma desculpa esfarrapada para o seu erro.

- Eu não ia dizer isso.

- Claro que não! – desdenhei – Imagina!

Harry podia me cansar com facilidade quando começava a ser chato.

- Olha – continuei depois de sentar ao seu lado -, vamos fazer as pazes. Eu sinto sua falta.

Ele ergueu os olhos e me encarou. Percebi que Harry estava quase chorando.

Meu coração se encheu de ternura. Abracei-o forte, mas ele não retribuiu o gesto. Estava estático como uma pedra sob meus braços.

Afastei-me o suficiente para olhá-lo.

- Harry, não chora. Seja homem – brinquei.

Consegui fazer com que ele risse, mas foi um riso fraco. Logo Harry estava sério de novo, porém, então, já estávamos tão perto um do outro que foi fácil beijá-lo. Foram só nossos lábios se tocarem que ele pareceu ganhar vida. No minuto seguinte já estávamos embolados um no outro sobre a cama.

ooOoOoOoOoOoo

Se eu disser que estava tranquila com o encontro de Harry e Cho, estaria mentindo. Eu estava inquieta e tinha motivos para isso, afinal Harry já havia pisado na bola uma vez e podia facilmente cometer outro erro.

Todavia, desejava que ele saísse com ela para me provar que eu podia sim confiar nele de novo. Ao mesmo tempo não desejava, por ciúme e inveja – ela o teria em público, seguraria sua mão e o beijaria na frente de todos, coisa impossível para mim. De qualquer forma, na sexta-feira fiz questão de ajudar Harry a se arrumar e a escolher a roupa para sair, o que exigiu esforço, mas essa era a prova da minha tolerância. Eu também queria mostrar consideração por ele com esses gestos, a mesma consideração que esperava ele provar ter por mim.

- Você sabe – comentei enquanto Harry escovava os dentes -, só pode fazer com ela o que já fez comigo, o que significa que só pode beijá-la e dar uns amassos de leve, assim como ela...

- Só pode me beijar – ele completou depois de cuspir toda a espuma da boca. – Eu sei, Gina, já disse isso mil vezes.

Eu estava ficando mais agoniada a cada instante. Quando ele acabou de escovar os dentes, lhe abracei forte.

- Não faça nada errado – pedi com o coração na mão -, por favor. Eu não vou poder te desculpar dessa vez. Não vou conseguir.

Harry me fez encará-lo.

- Eu ainda posso desmarcar, Gina. Eu posso...

- Não. Você vai nesse encontro e vai me provar que posso confiar em você de novo. Além do mais, se você desmarcar a essa altura vai ser muito estranho. A gente tem que disfarçar, não é? Temos que sair com outras pessoas.

Levei-o até a porta de seu quarto, onde nos beijamos. Depois disso nos separamos: eu fui ver TV na sala e ele saiu.

No segundo seguinte que ouvi o carro se afastar, me arrependi por tê-lo deixado ir. A preocupação e a ansiedade me consumiram e tentei não pensar no que ia acontecer. Fiquei na sala fingindo assistir a um filme, mas na verdade divagando sobre Harry e Cho.

Ah, como eu detestava Cho Chang! Ora queria esganá-la, ora minha raiva diminuía. Mas eu tinha que ser tolerante com ela para que Harry fosse tolerando comigo quando a situação se invertesse. Sem contar que eu precisava provar para mim mesma que conseguia deixar Harry sair com outra pessoa. No fim ele vai voltar para mim, pensei, No fim ele vai voltar para mim. A frase se tornaria um mantra que repetiria a noite toda.

Quando mamãe chamou para jantar, desliguei a TV e desci.

- Seu irmão já foi, Gina? – ela perguntou assim que entrei na cozinha.

- Já.

- Nossa, ele nem me deu tchau.

- Cadê o papai? Ele não vai vir comer?

- Não, disse que está sem fome.

Nós duas comemos sozinhas na varanda, onde nos sentamos num dos bancos e ficamos observando o quintal escuro e céu estrelado.

Mamãe me perguntou de Cho, se Harry estava saindo com ela há muito tempo. Eu disse que não sabia, até porque o que ele dizia aos nossos pais não era problema meu. Então ela perguntou de Nicholas e eu fingi não saber do que ela estava falando.

Depois do jantar juntei-me ao papai. Ele estava no bar, mexendo em suas bebidas.

- Tenho umas coisas novas aqui, Gina – ele falou com entusiasmo -, quer experimentar?

- Pode ser.

Provei alguns drinques e quando mamãe se juntou a nós, consegui esquecer Harry e Cho por um tempo.

As horas passaram rápido. Quando papai subiu para tomar banho, mamãe comentou:

- Esse curso de barman do James vai acabar deixando todo mundo nessa casa em coma alcoólico um dia desses – ela, assim como eu, havia sido intimada a provar os coquetéis do papai

- É curso de coquetelaria – ele gritou do segundo andar -, não de barman!

- Dá no mesmo – falamos ao mesmo tempo eu e mamãe.

Nós ficamos conversando até que o assunto voltou a Nicholas. Suspirando, deixei-a no bar e subi para o meu quarto. Mal havia me atirado na cama e ela apareceu atrás de mim.

- Eu só quero saber o que está acontecendo entre vocês dois, Gina – mamãe disse.

- Não quero falar sobre isso.

- Por que não?

- Porque você é minha mãe.

- Mais um motivo para conversarmos, meu bem. Se você não conversar comigo, vai conversar com quem?

A questão é que mamãe e eu não costumávamos falar muito sobre rapazes. Sempre que tocávamos no assunto era sobre alguém indefinido – um rapaz, os homens, eles -, não sobre uma pessoa em particular.

- Eu sei que aconteceu alguma coisa entre vocês do aniversário da Donna – ela continuou. – Vocês sumiram juntos, depois apareceram juntos, ambos com cara de quem aprontou...

- Não aprontamos nada, só...

- Só...?

- A gente só se beijou, mãe, só isso. Não foi nada demais. Nem foi grande coisa.

- Ah, Gina – ela deitou ao meu lado, arrancando o livro que estava em minhas mãos -, ele é um rapaz adorável! Que tal se eu o convidasse para almoçar aqui um dia desses?

- De jeito nenhum! Que mico!

- Posso chamar Donna e Thomas também.

- Não! Eu nem quero nada com ele.

- Você não quer nada com ninguém, não é?

- O-o quê?

- Você não quer nada com ninguém. É tão difícil de agradar!

- Sou mesmo – era mais fácil dizer aquilo do que a verdade.

- É igual ao Harry: exigente. Em 18 anos, é a primeira vez que eu fico sabendo que ele está saindo com alguém, mas com certeza já aprontou muito por aí. Não é porque é meu filho não, mas ele é muito bonito.

É verdade, Harry é muito bonito.

- E o que uma coisa tem a ver com a outra, mamãe?

- Ué, um monte de garotas deve dar em cima dele.

- Não necessariamente. Elas dão mais em cima do Draco.

- O filho dos Malfoy?

- É.

- É, ele também é bonito. E muito lisonjeiro, admito. E você?

- Eu o quê?

- Você dá em cima dele?

- Do Draco? De jeito nenhum, mamãe! Ele é bonito demais, a beleza dele é para se admirar, não para se ter. Não para eu ter, pelo menos.

- Você é bonita, Gina. É bonita para ele.

- Não quero nada com o Draco.

Ela me observou com um olhar tão atento que me incomodou.

- Quem é ele, Gina? – perguntou por fim – Quem é esse rapaz que você esconde da gente?

Não encontrei minha voz para responder qualquer coisa. Ela às vezes me chocava com a facilidade que tinha de me ler, ou a Harry ou a papai, como um livro aberto.

- Porque tem que ter alguém – ela continuou. – Você anda aérea, sorridente, de bom humor... Só espero que não seja nada errado. Ele não é casado, é?

- Mamãe! – minha voz saiu engasgada – Que ideia absurda! Não existe ninguém. Ninguém!

Ela começou a falar as coisas mais loucas sobre o meu hipotético namorado secreto. Depois falou da juventude dela, do quanto ela era namoradeira, mas consegui escapulir antes que o interrogatório recomeçasse. É, a coisa toda do Nicholas havia mesmo deixado-a desconfiada.

Fui tomar um banho (usei o banheiro do corredor) e, embaixo da água quente, me lembrei de Harry. Ele tinha saído antes das oito e já eram mais de onze horas. Quando estaria de volta?

Procurei me distrair da agonia causada pela ausência de Harry e pela estranha conversa com mamãe. Ao voltar pro quarto, encontrei-o vazio. Então me vesti e deitei para esperar Harry chegar.

ooOoOoOoOoOoo

Consegui terminar quatro capítulos do livro que eu estava lendo antes que Harry voltasse, o que só foi acontecer bem depois da meia-noite. Eu estava deitada, concentrada na leitura, quando senti uma mão subir por minha perna ao mesmo tempo em que o colchão afundava às minhas costas.

- Como foi? – foi a primeira coisa que perguntei a Harry, me virando.

Ele não respondeu, em vez disso me beijou.

- Senti sua falta – falou.

Era difícil me concentrar na conversa que queria ter quando ele ficava beijando todo o meu corpo.

- Harry, responda – empurrei-o e me sentei na cama. – Como foi?

- Foi tudo bem.

- Me dá os detalhes.

- De novo? Acabei de relatar tudo para a Lily. Ela me cercou e só me deixou em paz depois que contei tintim por tintim.

- Verdade? Ela também me cercou hoje. Cismou que tenho um namorado secreto.

Harry deu de ombros.

- De cerca forma você tem.

- É. – Então preocupei-me: - Acha que estamos dando muito na cara, eu e você?

- Não... Estamos sendo mais discretos do que nunca. Mas, de qualquer forma, talvez precisemos disfarçar melhor.

- Por falar nisso, você trancou a porta?

- Tranquei, Gina.

- Então para de me enrolar e conta como foi com Cho.

Ele começou sua narração. Disse que a pegou em casa, depois foram num fast-food e, em seguida, ver um filme antigo no cinema.

- Mas não passa filmes antigos nos cinemas daqui – comentei intrigada. - Abriu algum cinema novo na cidade?

- Não, nós fomos naquele cinema em Basildon.

- Como?

- Eu a levei naquele cinema em Basildon que só passa filmes antigos. Por isso demorei, o lugar é meio longe, você sabe.

Filho da mãe!

Filho da mãe!

- Eu não acredito que você levou essa garota no nosso cinema!

- Qual o problema?

O problema era que aquele era um lugar só nosso, como um porto seguro. Era uma traição ele levar a namoradinha lá, no nosso lugar, e Harry sabia que eu não ia gostar nem um pouco disso! Mas eu tinha certeza que ele só havia levado-a lá para se vingar da história do Nicholas. Então, em vez de fazer um escândalo, como ele certamente esperava, eu respirei fundo e disse:

- Nenhum, Harry, nenhum. E o que aconteceu depois?

- A gente saiu do cinema e eu a levei em casa.

- Só isso?

- O que mais você queria que acontecesse?

- Vocês não se beijaram nem nada?

- Está com ciúme? – ele perguntou risonho.

- Estou curiosa. Vocês se beijaram ou não?

- Sim. Quando a peguei, durante o filme e quando a deixei em casa – os olhos dele brilhavam em provocação; esperava que eu ficasse zangada.

- Foram só beijos? As mãos dela permaneceram bem comportadas dessa vez?

- Sim, Gina.

- E as suas?

- Comportadíssimas – ele estava tão perto de mim agora que eu estava começando a perder o foco na conversa. – Palavra de escoteiro.

Eu tive certeza absoluta que ele estava falando a verdade. Sabia quando Harry mentia, e ele estava sendo sincero. Então deixei que me beijasse, feliz por ele não ter se comportado mal no encontro com Cho e também por eu ter aguentado bem aquela noite. Talvez nosso relacionamento realmente funcionasse dessa vez.


Aos leitores:

Gostei desse capítulo. Ele ficou simples, tranquilo, mas gostei dele.
Viu como a atualização não demorou? Continuem comentando bastante que as próximas atualizações também não irão demorar.

Carinhosamente,
Lanni.


Respostas as reviews:

ooo Pedro Henrique Freitas: Sim, rs. A Gina mudou mesmo, mas o Harry não está gostando nada, nada disso. Eu garanto a vc que o acampamento não terá mt a ver com o 3x08 de Skins (acho que nada a ver, na verdade), mas esse evento está relativamente longe de acontecer ainda. Beijo!

ooo Grace Black: Será que o Harry vai mesmo "enxergar algumas coisas"? Acho que ele pode ser bem cego, assim como acho que "conhecer gente nova" é uma ótima experiência para a Gina - mas só para ela ter o gostinho de fazer suas próprias descobertas longe do H. Beijo!

ooo Anna Weasley Potter: A Gina liga do Harry ficar com a Cho, como vc deve ter notado nesse capítulo, mas ela está mais realista e com os pés no chão.
"Uma coisa que eu reparei, ela não disse "eu amo você" e sim "eu gosto de você". Pra mim isso é uma mudança!" Não tem nada a ver. Ela só escolher "gosto" em vez de "amo". Os sentimentos dela não mudaram por causa de um verbo.
"Por que o Harry e a Gina (mais o Harry no caso), nunca chama os pais deles por pai e mãe?" Só o Harry não chama a Lily e o James de mãe a pai, a Gina chama. O H não fiz isso porque ele tenta, de alguma forma, se "afastar das origens" para apaziguar sua culpa e remorso. Beijo!

ooo Oraculo: É verdade, rs, o Harry vai mesmo refletir se tem diferença ou não entre ser beijado e corresponder ou beijar. Obrigada pelo review, apesar do tempo apertado. Não suma, ok? Beijo!

ooo Lizaaa: Hahaha! O H merece mesmo uma dorzinha de cabeça. E a Gina está mais do que certa em fazer suas próprias descobertas e dar dores de cabeça ao Harry. Beijo!

ooo Carol Good God: A Gina até pode estar "pagando o Harry na mesma moeda", mas o objetivo dela não é se vingar nem fazê-lo sofrer. Ela só quer descobrir as coisas por si só.
Os capítulos tem saído cerca de 2x por mês, mas excepcionalmente nesse mês atualizarei com bastante frequência, então pode passar aqui toda semana. Beijo!

ooo Marininha Potter
: É, tbm acho que a Gina fez bem em ficar com o Nicholas. Assim ela vive um pouco longe do Harry. Ele a sufoca às vezes, apesar dela não se dar conta disso - quem faz essa afirmação sou eu, a autora, não é uma opnião dos personagens. Beijo!

ooo Yasmin Prado: É verdade, mas o Harry sofreu um pouco sim. Além do mais, essa coisa de romance com terceiros ainda vai dar muita confusão... Beijo!

ooo Patty Carvalho: Ah, rsrs, que isso, não precisa ter medo! * smile * A Gina é boazinha. Quanto ao Harry, ele sofreu um pouco sim, isso eu garanto. Beijo!

ooo fairy malfoy: Ah, o Nicholas é passageiro, não é alguém que vai ter importância na história. Pelo menos por enquanto é assim. Beijo!

ooo Yami Umi: Sim, sim, é verdade. O Harry precisa acompanhar a Gina nessa nossa visão sobre o relacionamento deles. Beijo!

ooo RaFa Lilla: "Teve uma hora q vc fez referência a música 'No air' que ficou ótima! hehe!" Eu fiz referência?! Isso pra mim é novidade, rs. A "referência" está onde? Beijo.

ooo Pati Black: É, rs, a Gina está andando pra frente e o Harry continua parado... Mas algo me diz que com o tempo ele vai acabar aprendendo a aceitar algumas coisas. Beijo!