Harry

Melhor do que um fim de semana de férias era um fim de semana de férias sem Lily ou James em casa. E foi isso que eu e Gina conseguimos naquela terceira semana de julho. Nossos pais haviam resolvido passar alguns dias em Londres, onde James tinha - como sempre - assuntos do trabalho para resolver.

Quando eu e Gina nos vimos sozinhos, resolvemos aproveitar. Aquele provavelmente era nosso último tempo juntos, porque a partir de segunda-feira Lily também estaria de férias. Ou seja, não poderíamos mais ficar um com o outro nem mesmo durante as tardes, quando normalmente tínhamos a casa só para nós.

Eu esperava que, assim que James e Lily sumissem de vista, Gina corresse para os meus braços, mas não foi isso que aconteceu. Depois que eles saíram, no começo da noite de sexta-feira, tudo que Gina fez foi subir para o quarto resmungando que arrumaria o armário. Isso só podia significar duas coisas: ou ela estava totalmente desinteressada na nossa situação para o fim de semana ou estava aprontando algo. Como a primeira opção era absurda, me perguntei o que ela estava planejando.

Não demorei muito para descobrir. Quando ela apareceu na porta do meu quarto vestindo um penhoar fino e transparente... Era a tentação em pessoa!

Cheguei a pensar que aquela noite seria a definitiva, que enfim transaríamos, porém procurei não alimentar muitas esperanças. Gina acabava sempre me dando a mesma resposta: não. Aquele dia, entretanto, ela me deu uma resposta diferente:

- Hoje não.

- Hoje não? Então amanhã...?

- Não, nem amanhã, mas talvez um dia desses, quando eu estiver preparada. Pode ser até mesmo nessas férias. Quem sabe, Harry?

Seu comentário me intrigou mais do que animou. Gina, sempre esquiva, enfim me dava um prazo, na falta de palavra melhor. Aquilo era resultado de uma das muitas mudanças que havia ocorrido nela nas últimas semanas? Não que eu estivesse reclamando, muito pelo contrário. O fato dela estar tão... apaixonada me agradava. Ou melhor, agradava em parte. E se ela resolvesse bancar a femme fatale com alguém mais, como Draco ou um outro cara qualquer? A ideia me aborrecia de verdade, por isso tentava manter meus pensamentos longe dessa possibilidade. Mas era inevitável não pensar, assim como era inevitável não achar uma merda Gina ficar com mais alguém além de mim. O que, entretanto, eu podia fazer? Apenas aceitar.

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Na manhã de sábado, abri os olhos para me deparar com a claridade quente do sol iluminando o quarto. A janela estava aberta, a luz da manhã entrava e atrapalhava meu sono. Devia ser cedo ainda, por volta das 10h.

Tentei levantar da cama, mas algo me impedia. Era Gina, que dormia recostada em mim. Afastei-a com cuidado, e ela se remexeu esticando o corpo nu. Minhas mãos coçaram pela vontade de tocá-la...

- Mas ainda é cedo, ela merece dormir.

Saí da cama e, com agradáveis lembranças da noite anterior, vesti o penhoar de Gina que estava jogado no chão. Até que a peça ficou bem em mim.

Faminto, me dirigi à cozinha, onde engoli qualquer coisa. Resolvi que levaria o café na cama para Gina. Cozinhar não era meu forte, então ela teria de se contentar com qualquer coisa que já estivesse pronta, ovos e salsinhas. Era melhor do que nada.

Estava preparando ovos mexidos quando senti, mais do que ouvi, um movimento atrás de mim. Logo em seguida um par de braços me agarrou.

- Bom dia – murmurou Gina.

- Bom dia. Dormiu bem?

- Maravilhosamente. À propósito – ela riu -, você está ótimo assim.

- Cozinhando?

- Não, usando meu penhoar – virei e encarei-a. - Super sexy.

- Hum - minhas mãos desceram até a barra da blusa de Gina –, acho que não posso dizer o mesmo de você com essa camiseta velha...

- É sua camiseta.

- Exatamente. Mais um motivo para você arrancá-la.

A peça foi tirada de Gina com facilidade. Ela não usava mais nada.

- Você fica muito melhor assim – falei.

- Não duvido que você ache isso – ela sorria, como eu.

Beijá-la era sempre uma pequena viagem ao paraíso, e daquela vez não foi diferen...

- A frigideira, Harry!

Ela desligou o fogo apressada, evitando um possível incêndio. Depois voltamos ao nosso beijo. Gina era magra, então foi fácil erguê-la e levá-la novamente para fora da cozinha.

Ficamos no meio do caminho para nossos quartos, no carpete da sala. Era um desperdício de tempo subir quando podíamos nos divertir ali mesmo...

ooOoOoOoOoOoo

Nos isolamos naquele fim de semana. Mal comemos, não ligamos a TV, só respondemos aos telefonemas de Lily e James. Deixamos todas as janelas, exceto as que davam para pontos onde ninguém poderia nos ver, fechadas. Assim não precisávamos nos vestir - a gente acabava sempre tirando as roupas novamente (pena que não para fazer exatamente o que eu queria).

Só no domingo à tarde tomamos banho – separados, para garantir que seria um banho decente. Quando saí do chuveiro, fui atrás de Gina, que estava deitado em seu quarto, lendo.

Eu podia ter passado horas só observando-a virar as páginas com seus dedos molhados de saliva; observando as expressões que ela fazia no decorrer da leitura, como se a história lida fosse a dela; observando como ela torcia a ponta dos cabelos quando ficava incomodada com qualquer coisa que acontecia no livro. Mas em vez disso eu fui ler também. Peguei meu livro favorito, que já conhecia de cor e salteado, e me encostei à cabeceira da cama de Gina. Ela se apoiou em mim e nós dois ficamos ali, juntos e distraídos.

Muito, muito tempo se passou até eu ouvir um barulho que reconheci como o da campanhia.

- Quem pode ser? – Gina perguntou, lendo meu pensamento – São mais de dez da noite.

- Será que James e Lily voltaram mais cedo?

Ela empalideceu por um momento, então falou com certo alívio:

- Não são eles, eles têm a chave. Vou atender - Gina deixou o livro de lado e vestiu seu velho e infantil roupão do Peter Pan. – Vai vestir alguma coisa, Harry, rápido.

- Não deve ser ninguém importante, só um vizinho pedindo açúcar emprestado ou algo assim – mas eu não estava muito certo disso, então corri para o meu quarto para me vestir.

Desejei que fosse uma pessoa qualquer na porta e que não demorasse. Não queria que ninguém atrapalhasse aquela última noite antes do retorno de Lily e James. Mas quando ouvi uma voz levemente familiar entre risos e saudações, esses temores ficaram de lado. Será que a pessoa lá embaixo era...? Não, não era possível. Ele estava fora do país.

- Harry, desce aqui! – a voz de Gina era alta e animada – Adivinha quem está aqui?

Curioso e já vestido, desci em um instante. Lá estava meu padrinho Sirius Black, parado na sala ao lado de Gina.

- Rapaz – Sirius me cumprimentou -, você virou um homem!

Não nos víamos havia dois anos, eu sentia sua falta. Trocamos um abraço saudoso em meio a perguntas minhas e de Gina. O que Sirius fazia ali? Quando chegou? Por que voltou da sua viagem? Ele não estava trabalhando na Austrália?

- Resolvi votar, ué.

- Assim, de repente? – Gina perguntou.

- Resolvi fazer uma surpresa!

- Foi uma surpresa – garanti contente. Deparar-me sem mais nem menos com ele no meio da minha sala, às 22h de um domingo, era uma surpresa enorme -, uma ótima surpresa.

- Onde estão Lily e James? – Sirius continuou.

- Foram passar o fim de semana em Londres – respondeu Gina -, voltam amanhã. Você vai ficar por quanto tempo?

- Na Inglaterra? Voltei definitivamente, creio. Seus pais estão em Londres? Se eu soubesse! Eu estava em Londres há poucas horas.

- Eu vou ligar para eles agora, aposto que amanhã cedinho já estarão aqui. Papai vai adorar te rever, Sirius!

- E Lily também – afirmei enquanto Gina saía para contatar nossos pais.

Ajudei Sirius a subir com suas malas para o quarto de hóspedes. Ele sugeriu ir para um hotel ou para a casa dos Lupin, e parte de mim julgou essa uma boa ideia, mas Lily nos mataria se não abrigássemos Sirius, que era praticamente da família. De qualquer forma, eu estava realmente feliz por tê-lo de volta, apesar da minha noite com Gina ter sido estragada.

As coisas entre nós três, todavia, ocorreram muito bem. Nos divertimos, estávamos contentes. Meu padrinho estava de volta depois de passar mais de dois anos trabalhando na Austrália. Provavelmente algo havia dado errado por lá, mas Sirius insistia que não, que só voltou porque já era hora. Eu não me importava com o motivo que o fez voltar, o importante era que ele estava ali.

ooOoOoOoOoOoo

Lily e James chegaram em casa bem cedo na manhã da segunda-feira. Eu ainda dormia quando eles voltaram, mas foi impossível continuar de olhos fechados com a barulheira que James fez ao rever Sirius. Eles que não me levassem a mal, eu estava feliz de ver novamente meu padrinho, mas agradeceria se pudesse dormir pelo menos até às dez horas.

Pensei que aquele dia seria mais um de muitos, mas a rotina foi toda mudada por causa de Sirius, que ficaria conosco por alguns dias até encontrar um flat. James não foi trabalhar, ficou em casa e resolveu que todos deveriam almoçar juntos como uma família feliz.

Sentar-me a mesa era cada vez mais difícil. Encarar Lily não era tão complicado, mas James... Gina era sua pupila, sua menina dos olhos. Se ele soubesse, se até mesmo Lily soubesse!

O almoço, porém, não foi o pior. O pior foi ficar o dia inteiro longe de Gina. Não encontrei uma brecha para lhe dar um beijo, e à noite Lily a puxou para um canto e não a largou mais.

Terça-feira foi um dia infernal. Logo pela manhã, quando desci para tomar café, entreouvi uma conversa entre Lily e Sirius. Ao escutar meu nome parei de imediato, fora de vista, para descobrir do que falavam. O assunto era Gina também.

- ...mas eles - Sirius argumentava – são próximos demais. Ou pelos menos eram, dois anos atrás.

- Sirius, o que você está insinuando? – era claro pelo seu tom que Lily não dava importância alguma àquilo, mas eu dava. Meu coração disparou de medo.

- Não estou insinuando nada. Eu só perguntei se eles são tão próximos quanto eram há algum tempo atrás.

- Até mais. Além de irmãos, aqueles dois são grandes amigos, Sirius, como você e James.

- Como eu e James? – depois de um instante de silêncio, ele suspirou - É, é, devem ser.

Ouvi passos, mas quando dei por mim Sirius já estava na minha frente. Por um milésimo de segundo eu o encarei com sobriedade, então sorri, como se nada estivesse errado.

- Bom dia – por dentro eu tremia. Ele sabia. Como ele sabia?

- 'Dia – Sirius estava tão tranquilo como sempre, inalterado. - Dormiu bem, Harry?

- Muito.

Sirius se foi, e ele era novamente o padrinho que eu conhecia, divertido e alegre, totalmente diferente do homem preocupado que questionou Lily. Cheguei mesmo a duvidar se eu realmente havia ouvi-o perguntar aquelas coisas à minha mãe. Ela, aliás, comia tranquilamente na cozinha, como se nem se lembrasse do que estivera conversando com Sirius. Talvez Lily de fato já tivesse esquecido, mas eu não.

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- Não é verdade – Gina tentou se convencer quando lhe contei da conversa que havia ouvido -, não é verdade. Você está fazendo uma piada. Está tentando me enganar.

- Eu não brincaria com isso, Gina – estávamos sentados em um canto isolado da lanchonete Três Vassouras. Eu precisava sair de casa um pouco para respirar e falar com Gina, então usei a desculpa de que almoçaríamos fora, apesar de não ter fome alguma.

- Eu vou vomitar – ela levantou apressada, correndo em direção aos banheiros. Eu devia ter falado com Gina antes que ela comesse, então não teria o que pôr para fora.

Ela voltou pálida e nervosa, quase cuspindo as palavras de tanta afobação:

- Mas ele disse exatamente "Eles estão tendo um caso" ou algo assim?

- Eu já disse que não, Gina, mas...

- Ele não pode ter certeza! Não tem como ele ter certeza absoluta disso! Quer dizer, ele não tem provas, só deve desconfiar. Não é? – eu dei de ombros – Diz alguma coisa, Harry!

- Dizer o quê?!

- Qualquer coisa!

Mas eu estava tão perturbado e irritado com Sirius que mal podia encontrar as palavras. Só temia que ele contasse a James, porque se fosse contar a alguém com certeza seria a James.

- Ele disse que desconfia de nós há dois anos? – Gina continuou com suas perguntas, me irritando e deixando ainda mais nervoso – Desde antes de ir viajar?

- É, Gina, é.

- Então a gente precisa fazer com que ele mude de idéia, que essa desconfiança seja encarada como algo sem fundamento.

- Ah, é, gênio? Não me diga!

- Não é hora para ser sarcástico, Harry, é hora de pensar! Precisamos achar uma solução.

Solução? Já estava tudo ferrado! Morrer era a única solução. Ou talvez a gente pudesse fugir antes que Sirius conversasse com...

- JÁ SEI! – Gina berrou fazendo algumas pessoas nos olharem, e logo abaixou a voz novamente: – Convida a Cho para ir lá em casa, deixe bem claro para o Sirius que vocês estão juntos e se amam loucamente, então eu convido o Draco ou qualquer...

- Vai parecer armado, Gina!

- Não vai.

- Vai sim!

- Harry, é a nossa única chance! Olha para mim – foi com esforço que a encarei. Vi que Gina estava tão desesperada quanto eu – Tudo vai dar certo. Tem que dar. Além do mais, se não der... Sirius nunca falaria claramente das suspeitas dele para os nossos pais. Ou para mais ninguém.

- Eu não tenho tanta certeza assim – e sabia que Gina também não tinha, ela só falava aquilo para me tranquilizar.

- Eu tenho. Ele não estragaria nossa família. Ele nos ama.

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Em vez de ir ao cinema com a Cho na sexta, como estava combinado, resolvi sair com ela naquela terça à noite mesmo. E na sexta ela viria à minha casa (tinha de ser lá em casa, para mostrar a Sirius como eu estava feliz com a minha suposta namorada) para fazermos qualquer coisa.

Era tudo ideia da Gina, e eu tinha certeza de que as coisas iam dar erradas. Eu nem conseguia disfarçar meu temor! Toda hora que me via, Gina - que dissimulava tão bem que merecia um Oscar - ficava me mandando falar, sorrir, agir normalmente...

- E normalmente, Harry, não inclui mal olhar para Sirius. Minta direito!

Eu tentei, tentei de verdade, e fiz o melhor que pude, torcendo para ser suficiente. O melhor plano para mim ainda era simplesmente desaparecer. Se James ou Lily descobrisse sobre eu e Gina, se alguém descobrisse, se Sirius chegasse a ter certeza de algo e falasse, eu desapareceria para nunca mais voltar - esse era o único fato certo em meio à tanta incerteza.

Não só era difícil fingir que estava tudo bem, mas era difícil também ignorar Gina. Estávamos nos evitando, talvez até mais do que seria normal para dois irmãos, porém eu queria mesmo era abraçá-la e arrastá-la comigo para fora dali. Só não desejava isso mais do que desejava que Sirius voltasse para a Austrália.

Uma ponta de lucidez na minha mente, que analisava a situação friamente, dizia que eu estava exagerando. Sirius só achava que éramos muito próximos, ele realmente não podia ter certeza de nada, como Gina havia dito. Se fizéssemos nossa parte direito, ele se convenceria que éramos bons irmãos e nada mais.

Eu lutava para me convencer disso.

À noite, quando deu a hora de eu me encontrar com Cho, fiz questão de me despedir de Sirius. Vou sair com a minha namorada, falei da porta de seu quarto, a gente se vê.

- Namorada? – ele perguntou e eu estanquei, torcendo para que Sirius não notasse minha inquietação - Não sabia que estava namorando.

- Já faz algum tempo.

- Já comeu ela?

- Várias vezes – era uma grande mentira, mas e daí?

- Então vai lá encontrar sua garota.

Quando eu estava no patamar da escada, ele voltou a me chamar.

- O quê?

- Gina. Ela está saindo com alguém?

- Acho que com Draco. Mas não tenho certeza – fiz questão de dizer -, a gente não conversa muito sobre isso.

- Claro.

- É melhor James não saber que você está perguntando pela filha dele – nunca foi tão difícil simular um sorriso e fazer uma piada. – Não sei se ele aprovaria esse relacionamento, mas vocês têm a minha benção, se é que ela vale alguma coisa.

Sirius riu alto até que, aos poucos, parou.

- Engraçado – ele parecia falar consigo mesmo, não comigo - às vezes eu só penso merda. - Não havia nenhum resquício de riso na expressão de Sirius quando ele voltou a me encarar, pelo contrário, estava muito sério - Tenho a imaginação muito fértil, não é, Harry?

- Deve ter – eu sabia exatamente o quê ele estava me perguntando, e não era nada sobre imaginação fértil.

- Só imaginação, não é? É tudo só minha imaginação?

Abri a boca para dizer "sim", mas percebi que isso era exatamente o que ele queria ouvir. Por isso fiz minha melhor cara de confuso.

- Tudo o quê? O que é só sua imaginação? – ele não esperava aquela resposta – Não estou entendendo.

Os segundos que Sirius demorou para falar quase me mataram; ele me encarava com muita atenção, meu coração martelava no peito.

- Nada, Harry, nada – havia um traço quase imperceptível de surpresa em sua voz, que já não era irônica nem desconfiada. – Divirta-se.

- Valeu.

Depois que sumi de sua vista, saí de casa o mais rápido possível. Temi que Sirius perguntasse algo mais e eu me traísse. Eu havia ido tão bem que era melhor não correr o risco de estragar as coisas. Por isso, me enfiei no carro e parti.


Respostas as reviews:

ooo Anna Weasley Potter: Puxa, anda tudo bem corrido na minha vida. Eu estudo jornalismo sim, estou no 5º período e, graças a Deus, a semana de provas acabou de terminar.
"Só não entendi uma coisa nesse capítulo Lanni, quando o Harry diz assim:'- Não existe mais válvula de escape, Gina. A gente chegou num ponto no nosso relacionamento em que as coisas não têm mais volta. Nós fomos tão longe que não dá para frear ou retroceder, só dá para seguir em frente.' Qual é o mais longe que eles foram?" Essa parte é mais em relação aos sentimentos deles, já muito intensos para serem esquecidos. Beijo!

ooo Diana W. Black: Ah, essa fic é Harry e Gina, então a Gina nunca seria mas feliz com o Draco. Talvez tivesse uma vida mais calma com ele, mas nunca mais feliz. Beijo!

ooo Grace Black: O Draco nunca é sutil, ou raramente é, então não dava para esperar uma reação do tipo da parte dele. Algumas dificuldades vem por aí, mas nada sério, então sua ânsia por mais pode ser (ou não) aplacada logo. Beijo!

ooo Kellysds: As coisas entre os dois se acertaram, mas já surge algo novo (ou melhor, alguém) para atrapalhar a paz do casal. Vamos ver onde isso vai dar... Beijo!

ooo sophie caine: O que virá para o Harry e a Gina? Problemas e dificuldades, como sempre, mas talvez um pouco de alegria, em um futuro mais remoto mas não tão distante. Beijo!

ooo Patty Carvalho: Sim, sim. Obrigada pela review, continue acompanhando! Beijo!

ooo thamires: É, a Gina tinha de ser sincera com o Harry, até porque se ela não falasse tudo de uma vez, ficaria muito angustiada. Beijo!

ooo Blair: Puxa, obrigada, rs. Espero não ter demorado muito ou estragado as coisas quanto à trama. A fic saiu um pouco dos trilhos, mas logo volta (aos trilhos) de novo. Beijo!

ooo Pedro Henrique Freitas: Olá, Pedro! Agradeço pelas palavras tão gentis. Espero que esse novo capítulo não tenha desestruturado muito a fic, tornando-a cheia de reviravoltas sem fim. Bem, fico por aqui. Beijo!

ooo RaFa Lilla: Então somos duas, porque eu também andei sumida por um tempo. Mas estou de volta (e você também), então vamos continuar com E4P! Beijos!