Olá amoreees!
Nem demorei tanto assim pra postar um capítulo novo né?!
Todo mundo com ódio da Renée!o/ Ela merece, ô mulherzinha chata e ignorante! E todo mundo adorando o Charlie! Ele é tudo de bom mesmo!
Agora sobre a Rose... só no próximo capítulo, porque nesse nós vamos ver o sofrimento do Edward...*chora*
Eu odeio fazer isso com ele, mas faz parte da história!
Aaaaah, já ia me esquecendo boas vindas aos leitores novos e mil desculpas pra leitorA MrSouza Cullen, super achei que o Mr fosse mister! *cilios
Vou deixar vcs lerem e parar de falar!=D
Nos vemos lá embaixo!
Capítulo XVI: It's gonna hurt bad before it gets better
Trecho da música Tonight I wanna cry – Keith Urban
Edward POV
A casa nunca pareceu tão sem vida como agora. Tudo estava tão quieto, tão morto. Nada parecia mais fazer sentido para mim, eu sabia que eu tinha que seguir em frente mesmo sem ela aqui, mas isso era simplesmente impossível nesse momento.
O buraco que estava em meu peito desde que ela se foi estava consumindo todas as minhas energias, meu corpo estava só demonstrando o que estava acontecendo com meu interior. Eu estava acabado.
Esses dias eu só tentava ocupar minha mente para que tudo não viesse a minha mente e me derrubasse novamente, mas isso era tão inútil quando tapar o sol com a peneira. Todas as noites eu pensava nela, eu lembrava de como era estar com ela. De tê-la em meus braços.
Minha família também estava abalada com a repentina separação, ninguém esperava que Bella quisesse se separar. Eu ainda não acreditava, todos os dias em que acordava sozinho em minha cama eu pedia para que eu acordasse desse terrível pesadelo.
Esse pedido nunca foi atendido.
Mais um dia eu estava aqui, sentado na sala de casa olhando tomando uma bebida. Essa era uma coisa que se tornou constante em minha vida. Batidas na porta me tiraram dos devaneios.
Com um suspiro levantei e fui até a porta para me deparar com Alice, sorridente. Ela nem esperou que eu a convidasse e logo entrou saltitante.
- Edward, chega dessa melancolia, eu não agüento mais ver você desse jeito. – Alice murmurou – Você precisa superar isso, Edward. Já faz uma semana que ela se foi e você está parecendo um zumbi.
- Alice, você não entende. – resmunguei – O que você faria se Jasper a abandonasse? – seus olhos passaram a dor do pensamento e eu dei um sorriso fraco a ela – Então, é desse jeito que eu me sinto, Allie. Não que eu queria ficar assim, mas é inevitável, é como se algo estivesse faltando.
- Edward, eu não imagino nem um pedacinho da dor que você deve estar sentido por causa da partida dela, mas eu não quero ver você desse jeito. Eu quero meu irmão de volta, até Carlisle está preocupado com você. – sibilou – Você só trabalha e estuda o dia todo.
- Alice, esse foi o jeito que eu achei de manter minha cabeça ocupada, porque se eu paro um instante meus pensamentos voam até ela, mesmo sem que eu queira. – minha voz era apenas um sussurro.
- Oh, meu irmão. – ela disse se aproximando e me abraçando – Eu sinto tanto, primeiro Emmett e Rosalie, agora você e Bella, está tudo desmoronando, mas eu prometo que vai melhorar eu estarei sempre do seu lado. – uma lágrima escorreu pelo seu rosto e meus olhos estavam marejados.
- Obrigada Alice. – murmurei, acariciando seu cabelo – Eu sei que está sendo difícil para você também, Bella era sua melhor amiga e agora você ficou sozinha, mas saiba que eu também estarei aqui para o que você precisar.
- Eu te amo, Ed. – ela sussurrou.
- Eu também te amo, baixinha. – falei, sorrindo.
Alice ficou em casa por algum tempo e nós mantemos uma conversa superficial, nenhum dos dois tocando em assuntos que remexessem no passado de alguma maneira. Ainda naquele dia Esme me chamou – de novo – para jantar junto com eles.
Eu nunca aceitava, sempre dizendo que tinha que estudar para alguma prova. O fato é que eu queria me isolar, mas hoje depois da conversa com Alice eu percebi que me afastar da minha família era algo muito egoísta da minha parte.
Então eu decidi que hoje eu jantaria com minha família. O jantar foi tenso, as conevrsas não estavam fluindo naturalmente, todos mediam suas palavras antes de dizê-las. Evitando tocar no nome de Bella perto de mim.
Quando finalmente acabamos, eu pedi licença e me despedi de Esme que me abraçou forte como se eu fosse fugir dela e depois beijou meu rosto dizendo que tudo ficaria bem. A convicção de Esme me dera uma centelha de esperança afinal de contas.
Peguei meu carro e fui para o hospital hoje era meu dia de ficar no turno da noite. Para mim não havia muita diferença entre turno da noite ou da manhã. Qualquer coisa que me mantivesse ocupado era bom.
Cheguei no hospital e Melissa estava lá sorridente. Ela era muito especial para mim, quase como uma segunda mãe. Ela sempre me ajudava em qualquer coisa que eu precisasse.
- Olá gatão. – ela murmurou, anotando alguma coisa na agenda.
- Oi Mel. – respondi, pegando algumas fichas de pacientes que estavam sobre o balcão – Algum recado para mim?
- Na verdade sim. – ela murmurou, pegando um envelope e me entregando – Chegou hoje cedo, está endereçado a você.
- Obrigada, Mel.
Fui para minha sala onde eu podia ler em paz a carta. Nem fazia ideia do que podia ser, ainda uma quarta que fora entregue aqui no hospital ao invés de minha casa.
Rasguei o envelope e li o conteúdo da carta.
A carta viera de Los Angeles, onde um professor que me dava aula recentemente na faculdade e havia mudado para trabalhar num hospital por lá. Ele me convidava para ir até lá já que estavam faltando bons médicos na clinica onde ele trabalhava.
Eu aceitaria, com certeza. Tudo o que eu precisava era me afastar desse lugar que me lembrava de tantas coisas que eu queria enterrar e não mexer nunca mais. É claro que eu aceitaria.
Quando o dia estava clareando no inverno rigoroso de Londres eu pude ir para casa tentar tirar um cochilo antes de ir para a faculdade. Cheguei em casa que permanecia do mesmo jeito que eu deixara quando saí: fria e sem vida.
Deitei no sofá mesmo, estava cansado e qualquer lugar onde eu podia dormir estava bom. Ah, a quem eu estou querendo enganar? Eu não dormia no quarto por sentir o perfume de morango dela impregnado nos lençóis, no travesseiro... em tudo.
Tudo naquele lugar me remetia a Bella e aquilo estava me matando, uma troca de ares era tudo o que eu precisava. Eu sabia que essa era uma coisa radical a se fazer, mas o que eu podia fazer? Ir atrás dela para ter meu coração despedaçado ainda mais? Quantas vezes um coração podia ser partido e continuar batendo? O meu já não conseguia mais, eu precisava de um tempo para poder me acostumar com a ausência dela.
Por isso eu decidi que me mudar seria a melhor opção nesse caso. Em algum momento perdido em meus devaneios adormeci profundamente.
- Bella, volte aqui. – eu gritava, vendo o vulto correr para longe de mim – Por favor, não se vá...
- Tarde demais. – a voz dela era tão clara e límpida que eu podia jurar que ela estava aqui do meu lado e quando eu acordasse eu a teria em meus braços.
Acordei suando em bicas, estava ofegante. Olhei no relógio e eu tinha dormido um pouco mais de meia hora.
- Droga. – murmurei, me levantando.
Nem nos meus sonhos eu tenho mais sossego. Peguei meu celular e liguei para Alice que atendeu na primeira chamada.
- Olá Edward. – disse animada.
- Oi Allie, preciso da sua ajuda. – falei, enchendo uma taça de vinho.
- Aconteceu algo? – perguntou, preocupada.
- Não, é que eu preciso de alguém que me ajude a vender a casa.
- O quê? – ela gritou – Você não pode vender a casa. Onde você vai morar?
- Alice, calma. – murmurei – Eu recebi uma proposta de emprego em Los Angeles e eu aceitei, estou indo para lá na semana que vem, então, eu achei que seria uma boa vender esta já que eu não pretendo voltar para cá. – expliquei.
- Mas Edward... – ela hesitou respirando fundo – Tudo bem, Eddie, espero que você saiba o que está fazendo.
- Alice, eu não vou sumir ou morrer. – falei, tentando dissipar a tensão – Eu ainda serei seu irmão mala, eu prometo te ligar todos os dias. Ei, porque estamos nesse papo meloso por telefone? Você está em casa?
- Você é irritante e eu vou cobrar a ligação todos os dias. – sua voz estava carregada – Estou aqui em casa sim, venha tomar um café comigo. E aproveite para contar a Esme, ela vai surtar. – gargalhou, mas sua voz ainda estava pesada.
- Estou indo. – avisei e desliguei em seguida.
~~*~~
O resto da semana foi mais tedioso quanto pôde. Mal tive tempo para encaixotar algumas coisas para a mudança já que estava fazendo algumas horas extras no hospital. Alice estava engajada em arrumar a casa perfeita para mim.
Hoje eu estava livre à noite e ela disse que me ajudaria a arrumar algumas coisas "essenciais" que eu não podia esquecer de jeito nenhum. Alice estava exagerando, como sempre, com certeza, ela faria dez malas e ainda acharia pouco.
Cheguei em casa, morto de cansaço, mas Alice apareceu alguns segundos depois de eu ter chegado, cheia de caixas de papelão e com um enorme sorriso no rosto.
- Oi. – falou alegre, só faltava estar saltitando – Vim ajudar na mudança. – sorriu mostrando todos os dentes brancos e perfeitos.
- Tá bom. – dei de ombros – Vou tomar um banho, já volto. – murmurei cansado e subi as escadas.
- Vai lá, seu chato. – resmungou – Vou ver o que posso aproveitar por aqui. – murmurou, observando cada canto da sala.
Parecia que ela estava em uma venda de garagem com uma grande mesada para gastar.
Subi tomei meu banho e quando estava saindo do quarto a pequena subia com uma caixa maior que ela, mas ainda sim mantinha a pose. Eu gargalhei e fui ajudá-la com a caixa.
- Nossa, pensei que tinha morrido no banheiro. – Alice sempre muito carinhosa.
- Não foi isso. – suspirei, a vendo entrar no meu quarto – Eu adoro te irritar mesmo. – ela me olhou com raiva e fechou a porta na minha cara.
– Babaca. – resmunguei, abrindo a porta e entrando.
- Ai meu Valentino lilás, que blusa é essa Edward? – Alice teve um pequeno surto ao ver uma camisa que eu não usava há séculos.
Era muito feia mesmo, tinha que concordar com a pentelha.
- Alice, eu não uso isso. – falei enquanto ela olhava desconfiada – Eu juro.
- Oh, tudo bem. – reclamou, começando a jogar as roupas no chão - Qualquer lixo que você vista acaba ficando aceitável em você. - havia um traço de inveja em suas palavras.
Eu sentei na beirada da cama e fiquei olhando Alice organizar tudo na mala. Uma coisa na caixa aberta ao meu lado chamou-me a atenção. Abri a caixa totalmente e peguei um livro de capa dura que eu conhecia muito bem.
Morro dos Ventos Uivantes.
O livro preferido de Bella. Que eu mesmo havia dado a ela em seu aniversário, claro que ela tinha uma cópia desse livro, mas esse era especial. Era uma das primeiras edições do livro, as folhas amareladas mostravam a antiguidade do livro.
A única coisa não original desse livro era a capa dura que eu havia mandado colocar já que a capa original não agüentaria por muito tempo. Abri o livro e a dedicatória que eu mesmo havia feito fez meu coração disparar.
"Para minha amada Bella, te amarei até os fins dos meus dias.
Do seu Edward."
Respirei fundo quando senti meus olhos marejados. Eu não podia chorar na frente de Alice, ela ficaria triste e começaria a chorar junto comigo. Fechei meus olhos enquanto fechava o livro e o colocava de volta na caixa.
Alice continuara tagarelando e ainda bem não percebera o que havia acabado de acontecer. Depois de um tempo, ela conseguiu terminar minha mala e para mim era realmente a única coisa que importava já que comprei uma casa já mobiliada para evitar problemas.
Alice fora embora reclamando de algumas coisas que eu deixaria na casa, mas tampouco quis ficar com alguma dessas coisas. Alice era estranha demais para tamanho dela. Suspirei cansado e fui até o meu quarto para terminar de arrumar a bagunça de Alice.
Amanhã eu partiria deixando tudo para trás. Essa ideia de alguma maneira estava me deixando reconfortado, ela me dava a ilusão de que tudo simplesmente apagaria de minha memória sem mais nem menos, mas eu sabia que não seria assim.
Antes de melhorar isso ainda doeria muito.
Mas eu preferi acreditar na mentira nesse momento a ficar pensando no pior. Deitei na cama após arrumar tudo que Alice deixara fora do lugar. Suspirei, olhando para a janela grande que mostrava a neve caindo rigorosamente do lado de fora.
Senti um cheiro conhecido de morangos vindos do travesseiro de Bella e puxei o travesseiro para meus braços. Aspirei o perfume, inalando toda aquela essência que era o meu inferno particular.
O cheiro me atingindo como um tiro acertando bem no centro no alvo. Minha cabeça rodou meus pensamentos fugindo do controle enquanto todas as lembranças dela transpassavam o muro – agora já demolido – que eu havia feito em torno delas.
E fiquei lá sentindo o cheiro tão familiar com muito medo de lembrar, mas com mais medo ainda de esquecer. Meu dilema interno me levara a um sono profundo.
Naquele dia meu sonho tinha sido diferente de todos os outros. Eu estava sonhando com o dia do nosso casamento. Mais especificamente na hora que eu a chamei para dançar pela primeira vez durante a festa, aquela não havia sido a dança oficial dos noivos, mas para nós aquela era a qual ficaria em nossas mentes.
Ela estava tão linda naquele dia. Seus olhos estavam brilhantes e seu sorriso era tão sincero que me fazia ficar hipnotizado. Era tudo tão real que ficava difícil de crer que aquilo era apenas um sonho.
Quando nossos lábios se chocaram eu pude sentir a eletricidade que sempre passava por nós quando nos beijávamos daquele modo. Paramos quando estávamos sem ar, o rosto dela corado era algo com o qual eu sentia falta.
- Eu te amo. – ela disse.
- Eu também te amo, volte para mim. – eu dizia no sonho.
- Um dia eu voltarei. – ela sorriu acariciando meu rosto.
Acordei suando, apesar do frio. Olhei pela janela coberta de neve e o dia já estava clareando. Tinha sido tão real, tudo tão nítido. Tentei me acalmar e olhei no relógio. Eu estava atrasado para pegar meu vôo.
Levantei correndo para pegar tudo e ir para o aeroporto. Não podia me esquecer de me despedir de Esme que já havia feito o discurso por seus filhos estarem abandonando o ninho. Alice tinha a quem puxar todo o drama.
Quando fui pegar a caixa de Alice sem querer acabei derrubando e muitas coisas caíram no chão. Entre todas coisas – na maioria, coisas de Bella – eu percebi uma coisa: um álbum com uma capa dura preta com algumas inscrições em prata. Letras desenhadas elegantemente informavam:
"Edward e Bella"
Era nosso álbum de casamento. Com uma atitude atrevida abri o álbum, logo na primeira foto havia uma de nós dois sorrindo um para o outro no jardim bastante enfeitado da minha casa em Forks.
Comecei a folhear o álbum me lembrando de cada momento daquele dia que mudou nossas vidas. Parei em uma foto especial que me fez rir entre as lágrimas. Bella lambendo meu rosto logo após me sujar com o glacê do bolo.
Quando terminei o álbum respirei fundo e comecei a colocar as coisas de volta na caixa, arrumando tudo porque provavelmente seria a ultima vez que colocaria as mãos naquela caixa novamente.
Antes de lacrá-la com fita adesiva, olhei para o anel de casamento em meu dedo. Como se estivesse puxando um caminhão, o tirei de meu dedo.
- Eu tenho que começar de algum modo. – murmurei como um consolo para o que estava fazendo - Apesar de tudo eu ainda te amo. – falei, guardando o anel na mesma caixa do álbum de fotos e lacrando a caixa.
A dor era grande, mas eu sabia que algum dia isso teria que passar. De algum modo isso ia passar. Peguei minhas coisas e desci, dei uma ultima olhada antes de abrir a porta tentando não me sentir tão culpado em fazer isso.
Abri a porta e levei as malas para o carro, sentindo a neve cair sobre mim. Aquela sensação estava sendo quase que libertadora. Claro que eu nunca a esqueceria, mas eu tinha que seguir em frente, senão por mim, que fosse por ela.
Quando eu virei a chave e escutei o barulho da porta se trancando sabia que estava virando uma página para meu destino incerto. Segui debaixo da neve fina para meu carro. Esme, Carlisle e Alice me levaram até o aeroporto.
Esme chorou junto com Alice e Carlisle afirmou que ficaria tudo bem. Minutos depois estava dentro o avião. No silencio dos meus pensamentos. Tentando descobrir como seria minha vida daqui em diante.
O vôo foi muito tranqüilo até consegui tirar alguns cochilos que sempre eram interrompidos por um menino pentelho que devia ter uns cinco anos. Ele estava adorando chutar minha cadeira na parte de trás.
Quando cheguei na ensolarada Los Angeles, peguei um táxi e segui direto para o meu endereço novo. Passeando pelas ruas o letreiro de Hollywood dava a paisagem um ar dos filmes blockbuster de Hollywood.
As casas eram todas bem lindas e suntuosas, chamavam a atenção de todos para a beleza e luxuosidade. O táxi parou em frente de casa, peguei o motorista, pegando minhas coisas e saindo do carro.
A casa estava no nível das outras casas da cidade, Alice sabia como gastar dinheiro. Sem mais delongas, entrei na casa largando minhas coisas na sala e comecei a andar pela casa analisando cada canto.
Decidi fazer meu jantar e, sinceramente, estava saindo uma bela porcaria. Nem Urso comeria aquilo. Por falar em Urso, Alice se prontificou a cuidar dele para mim. Isso me deixou um pouco menos preocupado. O único perigo era o cachorro usar perfume Channel e voltar pintado de rosa.
A campainha tocando me tirou de meus devaneios. Corri até a porta. Quanto abri tomei um susto ao ver uma mulher de mais ou menos uns vinte anos, loira e não muito alta parada em minha porta.
- Você deve ser o novo vizinho. – ela disse sorridente.
Então... ai que sofrimento! *chora*
Tadinho do Ed, mas isso vai começar a melhorar gente, prometoo! =D
Nova casa, novo emprego, tudo novo pra ele começar do zero...
O que vocês acharam do capítulo?
Quero muitos comentários!
Beijos, May
