Oi amores... de novooo!
Depois de tantas reviews em tão pouco tempo eu tive que voltar rápido, não?
Obrigada por todas as reviews, eu sempre leio todas elas, só não tenho tempo pra responder uma de cada vez, mas eu leio!
Queria saber uma coisa... por que tanta raiva do Jake coitado?! Ele é bem legal - aqui nessa fic pelo menos - acho que vocês deveriam dar uma chance a ele. *-*
Gente, todo mundo sempre pede Edward e Bella juntos novamente, então vou dizer pra vcs não ficarem bravos, eles só voltam a se reencontrar no capítulo vinte e um, isso mesmo daqui a alguns capítulos vcs terão Edward e Bella novamente! \o/
E bom, vai passar um tempinho na história... mas como isso não acontece agora vamos deixar pra discutir depois, =D
Ah, o nome da criança não será Renesmee, pelo amor de Deus, Renesmee não, rs, ela terá outro nome que vocês descobrirão em breve!
Boas vindas aos novos leitores e melhoras pra leitora Ana Claudia que quebrou o tornozelo, tadinha, melhoras amore!
Agora vou deixar vocês lerem!
Nos vemos lá embaixo!
Capítulo XVIII: Pregnancy and Firewalls
Bella POV
Rosalie e eu estávamos na sala de espera do consultório da Dra. Sarah Willians, que seria a médica que acompanharia toda a minha gestação. Rosalie estava do meu lado lendo sua revista de fofocas tranqüila enquanto eu estava uma pilha de nervos.
Eu queria ver meu bebê pela primeira vez e queria saber como ele estava, eu queria saber tudo. Eu comia minha unha já pequena enquanto minha perna balançava freneticamente, um claro sinal de que eu estava muito nervosa.
- Ei, sua perna vai acabar caindo desse jeito. – uma voz conhecida falou enquanto Rosalie praguejava baixinho ao meu lado – Olá Rosalie. – Jacob cumprimentou Rose enquanto ela nem se deu ao trabalho de tirar os olhos da revista – Oi Bells. – ele se dirigiu a mim, sentando ao meu lado.
- Oi Jake que bom que você resolveu entrar, estou ansiosa pra ver o bebê. – comentei sorrindo e ele acariciou minha perna.
- Calma, desse jeito o monstrinho não consegue descansar aí dentro. – Jacob disse sorrindo.
- Seu bobo. – estapeei sua mão que estava sobre a minha perna – Meu bebê não é nenhum monstrinho. – resmunguei.
- A Nessie não liga não é? – Jake estava falando com a minha barriga, era estranho.
- Nessie? – eu quase gritei e a secretária fez sinal para que eu falasse mais baixo – Jacob Black...
- Isabella Cullen? – a secretária chamou para que eu entrasse no consultório.
Eu levantei e Rosalie fez o mesmo, me acompanhando e Jake para minha surpresa veio atrás da gente.
- Motorista, você não precisa entrar. – Rosalie provocou.
- Olha aqui, sua loira aguada... – Jake disse sorrindo – Não é porque eu te trouxe até aqui que eu vou te levar embora... – o rosto de Rosalie ganhou uma cor avermelhada, ela bufou e se dirigiu para o consultório.
Apenas sorri e a segui para a minha consulta. Quando entrei no consultório vi a dra. que para minha surpresa era bastante bonita e jovem, ela se levantou e veio me cumprimentar, Rose se sentou em uma das cadeiras enquanto Jake ficou ao lado da porta, deixando a cadeira livre para mim.
- Pode sentar, Isabella. – a Dra. disse.
- Só Bella, por favor. – falei tímida – Então você já tem o resultado do exame de sangue? – perguntei, curiosa.
- Ah sim, acabou de chegar do laboratório. – ela disse pegando um envelope branco – Então vamos descobrir o sexo do bebê, - murmurou, rasgando o envelope e olhando minha cara que provavelmente não era das mais pacientes – é uma menina, mamãe. – falou sorrindo.
- Eu disse. – Rosalie comemorava.
Não conseguia falar nada, apenas estava tão feliz que podia gritar. Depois da euforia a Dra. Sarah começou a falar sobre como eu me sentiria em alguns dias, pois estava entrando no segundo trimestre de gestação. De acordo com meus cálculos estava totalmente certo, eu estava na décima terceira semana, o que significava que eu tinha ficado grávida no Brasil...
Voltei minha atenção à doutora que receitava algumas vitaminas que iam fazer bem ao bebê. Fiquei muito feliz com a noticia de que em breve seria impossível esconder minha barriga que já estava bem saliente.
Também descobri que meu sono excessivo ainda continuaria por algum tempo, em compensação minha disposição – que não era das melhores esses dias – aumentaria e os enjoos diminuiriam.
Depois ela me levou para a sala de ultrassom. Minhas mãos tremiam e suavam frio, era a primeira vez que eu veria meu bebê. Deitei na maca enquanto ela passava o gel gelado em minha barriga e ligava a máquina.
Ela começou a capturar algumas imagens que iam congelando e ela digitava algo. Rosalie que estava ao meu lado, agora parecia tão apreensiva quanto eu.
- Então, essa é a pequena. – a dra. disse virando o monitor para que eu visse - Pode ser meio díficil de ver no começo, mas eu vou te explicar. - ela disse apontando o monitor - Aqui são as perninhas dela, esses são os braços e aqui está a cabeça dela. - a cada palavra dela eu podia escutar um soluço abafado de Rosalie
que chorava ao meu lado.
- Ela é perfeita. - comentei emocionada.
- Claro que ela é, você está fazendo um ótimo trabalho. - a Dra. incentivou - Quer escutar o coraçãozinho dela? - ela sorriu e eu acenei - Aqui está... - então todos fizeram silêncio e as batidas frenéticas do coraçãozinho dela puderam ser ouvidas.
Eu já não via o rosto de nenhum dos presentes na sala, pois as minhas lágrimas tomavam conta do meu rosto e eu não conseguia parar. Depois de tanto tempo eu estava tendo um momento de felicidade, realmente.
Depois de mais algum tempo falando com a doutora sobre tudo que aconteceria comigo até a próxima consulta Jake nos levou embora. Ele estava quieto.
- Jake, qual é o problema? - perguntei, acotovelando seu estômago de brincadeira - Você nunca fica quieto desse jeito.
- Nada. - respondeu, pensativo.
- Qual é lobinho, até eu sei que tem algo errado com você. - Rosalie murmurou, ironica - Não soltou nenhuma das suas piadas ridículas até agora. - gargalhou.
- Rose! - repreendi.
- Deixa ela. - Jake murmurou - Quando chegarmos em Forks nós precisamos conversar, a sós. - fez questão de enfatizar e deixar Rose de fora da conversa.
- Tudo bem.
O resto do caminho foi tranquilo.
Chegamos em Forks e a chuva caía serena, molhando a paisagem verde. Rose desceu assim que Jacob estacionou e eu fiquei dentro do carro esperando que ele começasse a falar sobre o silêncio dele.
- Eu vou embora.
- O quê? - eu gritei e ele me olhou, sério.
- Eu preciso voltar para minha vida, Bells. - murmurou, sem olhar em meus olhos - Faz muito tempo que eu estou aqui, preciso voltar para Nova York, Bella. - explicou.
- Mas... eu... - gaguejei.
- Eu quero te fazer um convite, Bella. - Jake me interrompeu - Eu estou lhe convidando para ir comigo, não pense que estou te pedindo em namoro ou algo assim, eu sei sobre seus sentimentos. - suspirou - Só estou pedindo que você vá, lá você poderá terminar sua faculdade de jornalismo. - sugeriu.
- Mas Jake, eu acabei de achar uma obstetra que é simplesmente perfeita e me trata muito bem, eu não posso sair assim. – falei – Não posso deixar Charlie, ele foi tão compreensivo com toda essa situação, eu não posso...
- Você não pode ou não quer, Bella? – Jacob sibilou, olhando em meus olhos – Eu te conheço muito bem, Bella, eu sei que você não quer apenas por isso. – ele estava prestes a entrar no assunto que eu não queria conversar.
- Jake, eu não quero brigar com você por causa disso. – murmurei, olhando nos olhos dele – Você sabe muito bem como está sendo... complicado, então não me faça escolher, não force isso. – sibilei – Não estrague tudo, não agora.
- Tudo bem, Bells. – ele suspirou, derrotado – Eu não vou insistir, mas isso não significa que eu vou ficar, eu preciso mesmo ir. – explicou – Eu sei que vou estar quebrando minha promessa de ficar ao seu lado, mas já que você não pode ir não posso fazer nada. – sua voz era triste.
- Não vou mais discutir isso, Jake. – estava começando a ficar irritada com a insistência dele – Você não precisa ficar me protegendo o tempo todo, não sou uma criança posso muito bem me cuidar sozinha, eu vou ficar bem, você pode voltar pra sua vida. – resmunguei e sai do carro – Faça uma boa viagem. – falei e bati a porta do carro.
Saí correndo debaixo da chuva e entrei em casa batendo a porta. Rosalie estava sentada no sofá olhando uma revista e conversando com Leah que pintava as unhas das mãos. Quando me viram as duas se silenciaram esperando alguma explicação minha.
- Jacob é um idiota e eu não quero conversar sobre isso. – falei subindo pro meu quarto.
Rosalie gargalhou e Leah ficou me olhando curiosa. Subi as escadas e fui pro meu quarto. Só quando me joguei na cama que lembrei que hoje eu tinha descoberto o sexo do meu bebê. Passei a mão na minha barriga, acariciando.
- Tudo bem aí dentro lindinha? – era estranho falar com minha barriga, mas ao mesmo tempo era uma válvula de escape para o meu estresse – Desculpa a mamãe ter ficado brava, deve ter sentido né? – eu devia estar com um sorriso bobo no rosto.
~~*~~
Depois da briga naquele dia Jake nunca mais me ligou ou veio procurar, Rosalie estava adorando isso, ela odiava Jacob. Leah tentou me convencer a falar com ele, mas eu estava irredutível, não gostei do jeito que ele falou comigo e não seria eu a primeira a dar o braço a torcer, afinal não precisava dele.
Havia combinado com Rosalie de sair para as comprar o enxoval do bebê, nem seria tão difícil já que Rosalie disse que não haveria nada que não fosse rosa no quarto do bebê, às vezes, eu fico com medo dela. Coitada da minha Vanessa que teria que agüentar a madrinha louca.
Ah sim, eu decidi que o nome do bebê seria Vanessa em homenagem à Rose que queria que seu bebê se chamasse Vanessa. Ainda não tinha contado a ela, mas hoje eu contaria, espero que ela goste.
Leah, agora, ia para todos os lugares conosco, ela queria ser uma irmã pra mim, havia dito exatamente isso há alguns dias. Era bom ter irmã, nunca tivera a experiência já que Charlie e Renée nunca mais quiseram filhos depois que eu nasci, talvez fosse culpa minha.
A contra gosto de Rosalie, tivemos que pegar minha velha caminhonete vermelha para irmos ao shopping, segundo ela, andar naquela lata velha era uma ofensa ao seus Jimmy Choo, depois de ameaçar deixá-la pra trás ela entrou no carro fazendo cara feia.
Chegamos em Port Angeles e fomos direto às compras. Momentos de compras sempre me faziam lembrar de Alice, às vezes, eu tinha vontade de ligar pra ela, mas com certeza ela correria até ele e contaria tudo. Rosalie pegando um monte de roupinhas rosas fizeram os pensamentos sobre ele.
- Olha que coisa mais fofa, Bella. – Rosalie disse com uma voz irritante, fazendo Leah gargalhar.
- Imagina a nossa sobrinha aí dentro Rose. – Leah disse animada.
- Vanessa vai ficar linda com esse vestido rosa. – comentei pegando o vestido.
- OMG. – Rose quase gritou – Você falou sério?
- O que? – me fiz de desentendida – Ela vai ficar linda no vestido, tenho certeza.
- Não isso, sobre ela se chamar Vanessa. – seus olhos estavam marejados – Isso é sério? – eu assenti e ela me abraçou – Oh, Bells, você não poderia ter escolhido nome melhor, muito obrigada por me fazer ser a segunda mãe dessa pequena. – ela murmurou, passando a mão em minha barriga.
- Rose, você é a única pessoa que eu confio o suficiente pra ser a segunda mãe do meu bebê. – murmurei enquanto ela limpava as lágrimas, em vão – Eu sempre estarei aqui pra te ajudar, querida, nós vamos superar isso juntas. – agora eu estava chorando também.
- Obrigada, Bella. – ela sorriu entre as lágrimas.
- Ok, vamos parar com a choradeira, você se amam e eu não quero chorar também. – Leah disse fungando – Vamos voltar às compras? – sugeriu.
Nós gargalhamos e voltamos para as roupinhas.
No fim daquele dia nós voltamos pra Forks com o carro lotado de coisas pro bebê, Rosalie fez questão de usar o cartão de crédito de emergência, dizendo que aquilo com certeza era uma emergência.
Tinha comprado roupas, acessórios e tudo mais. Só não sabia onde eu colocaria tanta coisa dentro da pequena casa de Charlie. Provavelmente quando o bebê nascesse eu precisaria procurar uma casa para mim. Rose já tinha oferecido pra morar na casa dela, mas também era pequena e mal caberia o berço do bebê.
Por enquanto eu daria um jeito com o que eu tivesse.
~~*~~
Mais uma consulta com a doutora Sarah. Depois de algumas semanas minha barriga enorme já me obrigava a usar roupas de gestante. Agora com meu tamanho eu já até sentia dificuldade de respirar.
Estava sentada na sala de espera com Rose, como sempre. Ela lia sua revista enquanto eu olhava pra cada canto do ambiente, observando os mínimos detalhes. Vanessa provavelmente estava animada com a consulta, ela chutava sem parar e se mexia bastante. Ainda me lembro do escândalo que Rose fez quando a sentiu chutar pela primeira vez, foi muito engraçado.
Entramos no consultório e a doutora estava como sempre linda e radiante. Me impressionva ver como ela conseguia trabalhar tanto e mesmo assim continuar estoteante.
- Boa tarde, mamãe, como vai a pequena. – cumprimentou passando a mão em minha barriga – Olha já está até chutando. – disse ao sentir o chute potente de Vanessa.
- Minhas costelas que o digam. – brinquei e ela gargalhou.
A consulta foi bastante animada, como sempre Sarah nunca deixava de explicar nada. Cada detalhe para ela era importante para o meu bem estar e o do bebê. Me aconselhou a tomar mais leite – daqui a pouco eu precisaria comprar uma vaca – porque o bebê nessa fase precisa de muito cálcio para ficar forte.
Também me falou para ingressar num curso para gestantes que poderia me ajudar com coisas simples da gestação. Então ela explicou que Vanessa deveria estar com aproximadamente 26 centímetros e 360 gramas e, agora, ela começava a escutar os ruídos externos que era importante falar com ela nessa fase.
Depois da consulta Rose disse que precisava dar uma saída e fiquei em casa. Não havia ninguém em casa para minha surpresa. Isso era um milagre já que nunca a casa fica vazia. Mal havia deitado no sofá e a campainha tocou. Levantei bufando e fui até a porta.
Levei um susto quando abri a porta e vi um monte de tulipas. Depois Jacob apareceu atrás delas sorrindo para mim.
- Ainda lembra de mim? – perguntou, tímido.
- Entra. – murmurei, ainda surpresa.
Ele sorriu e entrou.
- O que você faz aqui, Jacob? – perguntei, cruzando os braços em frente ao corpo.
- Eu vim aqui pedir desculpas, Bella. – ele falou – Eu sei que já faz tanto tempo que você talvez nem aceite minhas desculpas, mas eu não consigo viver sabendo que você está brava comigo, Bells.
- Jake, eu nem sei o que dizer. – suspirei, passando a mão no cabelo – Eu fiquei muito magoada com você, você duvidou da minha palavras Jake, você não respeitou meus sentimentos, não sei se posso te desculpar. – murmurei.
- Bella, olha eu sei o que fiz e sei que foi imperdoável. – ele agora já tinha colocado os flores em algum canto e suas mãos seguravam as minhas – Por isso que eu estou aqui, se você quiser eu fico de joelhos, mas por favor, não desista de nós.
- Jacob, nunca houve nós, esse é o problema. – expliquei, tentando me desvencilhar de suas mãos – Você sempre soube dos meus sentimentos, você sabe que eu sempre vou amá-lo, não importa o que aconteça, mas você estava entrando num caminho sem volta você se deixou apaixonar, você interpretou tudo errado, Jake. – sibilei – E eu sinto muito por isso, eu não posso brincar com você, eu não posso brincar comigo.
- Bella, eu sei que a culpa foi minha, mas não vamos nos separar por causa disso. – era quase uma súplica – Nós podemos começar do zero, esquecer o passado, deixá-lo bem enterrado. – sugeriu – Vamos nos esquecer de tudo o que aconteceu, eu te amo, Bella. Eu não posso fazer você esquecê-lo, mas eu posso fazer você gostar de mim. – ele disse e depois capturou meus lábios num beijo terno e carinhoso.
No começo eu fiquei paralisada e não consegui fazer nada só esperei que ele terminasse. Ele se afastou e olhou em meus olhos, os olhos castanhos de Jake estavam brilhando de felicidade. Seu sorriso também era grande.
- Viu? Não foi tão ruim. – brincou.
- Jake eu não posso.
- Não fale nada, Bella. – me abraçou – Apenas pense, não estou forçando nada, vou lhe dar o tempo que desejar, um dia nós vamos nos acertar. – prometeu.
Eu não disse nada, apenas continuei ali, abraçada com ele. Eu não fazia idéia de como lidar com essa situação. Talvez o tempo me dissesse como fazer isso.
~~*~~
- Vamos acordar, aniversariante. – alguém me cutucava – Hoje é seu dia Bells, não pode ficar aí na cama dormindo o dia todo, vamos. – era Leah – Sue disse que vai fazer um almoço especial para comemorarmos.
Abri os olhos e dei de cara com uma Leah muito animada e sorridente. Levantei resmungando, precisava de pelo menos mais umas doze horas pra acabar com esse meu sono. Tomei um banho rápido, troquei de roupa e desci.
Charlie já me esperava na escada com um embrulho na mão. Pelo visto ninguém respeitou meu pedido de não gastarem comigo. Depois de me dar um abraço forte ele entregou o embrulho.
- Pai, eu disse que não precisava. – murmurei.
- Filha, desde quando eu te escuto? – brincou – Vamos abra, espero que você goste.
- Seu bobo. – esmurrei seu braço sem força.
Abri o embrulho e percebi que era um álbum para o bebê. Daqueles que você coloca cada coisa que acontece com o bebê. Folhei algumas páginas e depois abracei Charlie.
- Obrigada, é lindo. – murmurei, provavelmente corada.
Ele sorriu e eu fui pra sala onde estava Leah, Seth e Jake que agora era uma presença constante nos fins de semana. Cada um veio me dar um abraço, Jake veio por último.
- Feliz aniversário, Bells. – sussurrou em meu ouvido – Quer seu presente agora ou depois? – perguntou sorrindo cinicamente pra mim.
- Eu disse que não queria presentes. – reclamei – Seu traidor. – murmurei enquanto ele gargalhava e tirava uma caixinha do bolso – Espero que não seja uma aliança, Jake. – ameacei.
- Não é. – sibilou – Ainda não é. – reformulou a frase só para me deixar irritada.
Peguei a caixinha sem vontade e abri, dentro tinha uma chave solitária. Olhei para ele confusa.
- Quando a Nessie nascer – riu da minha careta ao escutar o apelido do meu bebê – Você vai pra Nova York comigo, você já tinha prometido, então, nada melhor do que um apartamento grande o suficiente pra você acomodar o bebê. – explicou.
- Mas isso deve ter custado uma fortuna, eu não vou aceitar. – falei, devolvendo a chave.
- Bella, deixa de ser boba, se você não aceitar eu vou deixar o apartamento lá às moscas. – ameaçou.
Ele não faria isso... ou faria? Jake é louco e sabe como ser convincente, além do mais, eu ia morar com ele quando fosse pra Nova York, um apartamento só para o bebê e eu não seria nada mal.
- Tudo bem, mas Rosalie vai comigo. – falei e ele fez uma careta.
- Se quer levar a loira azeda tudo bem, fique à vontade.
Ele riu e voltou para o sofá.
- Você não consegue ficar sem mim, pode falar, lobinho. – Rose surgiu da cozinha com um prato de comida na mão – Toma. – quase jogou o prato nele e depois veio me cumprimentar – Amor, parabéns. – me abraçou forte.
Pelo visto Rose fora a única que respeitou o que eu disse sobre sem presentes. Ficamos ali na sala, todos conversando animadamente, exceto Jake e Rose que sempre se provocavam enquanto Sue estava preparando o almoço.
De repente senti uma pontada na barriga e depois senti a água escorrendo pela minha perna e encharcando o sofá da sala. Todos estavam falando ao mesmo tempo, ninguém percebeu nada.
- Ei. – eu gritei com toda a força e, então tudo ficou no mais perfeito silêncio – Acho que entrei em trabalho de parto.
Agora a falação voltara com toda a força enquanto todos corriam para me ajudar.
OMG, a Vanessinha vai nascer! =D
E então, o que acharam do capítulo?
Gostaram do nome? Uma homenagem muito linda pra Rose e pro Emmett... =~~
Muito lindo o ultrassom do bebê, Bella super emocionada!
E o Jake? Tadinho, ele queria ajudar... o que vocês acharam do presente dele?
Adoro a relação Jacob/Rosalie eles se amam... *ironia*
Comenteeem sobre tuuudoo!
Beijos, May
P.S.:Qnto mais reviews mais rápido vem o próximo capítulo!
