Olá amores!
Antes de mais nada, MIL desculpas por toda essa demora para postar, mas eu acabei arrumando um emprego nas férias... de babá!¬¬ Então não sobrava tempo nenhum de escrever ou postar, mil desculpas!
As opiniões ficaram um pouco dividas sobre a Alice, huh? Ela não mesmo a criança por inumeros motivos e também pq ela está meio depressiva, mas ela prometeu ao Jasper que se esforçará e todos vão ajudá-la, claro! E quanto à Claire, bom, não posso contar "qual é a dela" pq seria um spoiler, rs... Mas a Alice realmente não tem pq agir dessa maneira com ela, ela deveria dar uma abertura para poder conhecê-la melhor, mesmo Claire meio que ter arrastado suas asinhas para o Jasper, mas enfim, Alice sempre teve tudo nas mãos e sob controle e quando as coisas começam a se perder ela perde o controle de si mesma e acaba fazendo esse tipo de coisa... E como sempre o Jasper foi muito carinhoso com ela, amo esse lado dele!*o*
Muuuuuito obrigada por todas as lindas reviews, amei todas elas e queria responder devidamente a todas!
Boas vindas aos leitores novos!
Bom, vou deixar vocês lerem pq eu já falei demais!
Nos vemos lá embaixo!
Capitulo XXVI: But I can't stop loving you.
Trecho da música Half of My Heart – Jonh Mayer ft. Taylor Swift
Bella POV
Depois de escutar tudo o que a Alice disse eu não conseguia mais fica no meio recinto que ela, definitivamente aquela mulher não era a Alice que eu conheci há muito tempo atrás, definitivamente aquela não era a minha Alice.
Saí do quarto mal enxergando meus próprios pés, as lágrimas desciam pelo meu rosto. Meu peito estava apertado e eu sentia uma angustia tomando conta de todo o meu corpo, eu nunca quis ver Alice daquele jeito, eu nunca pensei que a veria daquela maneira. A maneira fria como ela me olhava, como seus olhos brilhavam conforme ela ia jorrando palavras rudes e afiadas como navalhas que me faziam sentir cada vez pior, eu nunca pensei em tal coisa.
Antes que eu pudesse perceber braços firmes já estavam em volta do meu corpo, me aconchegando contra seu corpo. Edward resmungava algumas coisas sobre ficar calma e parar de chorar, mas eu simplesmente não conseguia. As palavras de Alice martelavam em minha cabeça.
Edward me arrastou para algum lugar e me colocou sentada em seu colo e nós ficamos assim por alguns minutos. As lágrimas escorrendo pelo meu rosto e ele sussurrando palavras confortáveis em meu ouvido, às vezes me fazendo sorrir.
- Você está melhor? – Edward perguntou, sua voz calma e límpida.
- Estou. – murmurei, escondendo meu rosto na curva de seu pescoço enquanto ele continuava acariciando minhas costas – Alice está tão diferente... e isso é culpa minha também, eu não deveria ter deixado ela daquela maneira, ela sempre foi tão boa comigo, Edwad. – falei, minha voz ficando embargada novamente.
- Bella, a culpa disso não é sua. – Edward falou, segurando meu queixo e levando meu rosto para que pudesse me olhar nos olhos – Alice está depressiva e com os sentimentos à flor da pele por muito motivos. – explicou e eu continuei com o sentimento da culpa sobre meus ombros – Ela não aceita que o holofote não esteja sobre ela, Bella, ela simplesmente quer a atenção de todos o tempo todo. – sua voz agia como um calmante.
- Mas eu fui tão egoísta, Edward. – resmunguei, não me conformando com todo esse conformismo de Edward – Com ela, com você, com toda a sua família. Eu fui uma vadia e eu reconheço isso e me mata, lentamente. – minha voz agora estava cheia de raiva – E Alice foi a única que teve coragem de me dizer tudo o que eu tinha pra dizer, nem você, nem sua família me trataram mal em momento algum desde que eu cheguei aqui esta noite. – eu não estava mais nos braços de Edward – Esme foi tão bondosa, como se eu não tivesse afastado-a de sua neta por sete anos, Carlisle como sempre muito educado e não mostrou nenhuma hostilidade... – parei para respirar.
- Bella, pare com todo esse drama. – Edward resmungou, suspirando longamente – O que você quer que eu faça? – perguntou, ainda calmo – Que eu fique reclamando disso para o resto de vida e sempre jogando na sua cara o fato de você ter sentido medo? Porque se isso te fizer sentir melhor eu posso fazê-lo. – falou com um sorriso cínico e mostrando que não estava dando a mínima para o que eu estava dizendo – Você acha que eu quero transformar o resto de nossas vidas num inferno particular? Você acha que depois de sete anos separado de você eu quero ficar perdendo nosso tempo precioso com brigas idiotas que não nos levarão a lugar nenhum? – ele suspirou longamente, de novo.
- Eu queria que você deixasse de ser tão perfeito, Edward. – resmunguei, emburrada – Qualquer outro homem teria dito muitas verdades, me agredido, até. Mas você continua calmo e ainda me amando. Qualquer homem teria feito de tudo para me ver no fundo do poço, tiraria a criança de mim e me deixaria na merda, mas você além de ter ficado com raiva no início, ainda sim me amou e disse que nunca mais queria me largar. Você quer que eu volte pra você e quer que criemos uma família. – meus olhos já estavam marejados novamente.
Ele atravessou o quarto, acabando com a distancia que havia entre nós. Seus braços se enlaçaram em volta de minha cintura e ele colou sua testa na minha, nossas bocas a centímetros de distancia, eu podia sentir seu hálito quente em meu rosto, eu podia quase sentir o gosto de seus lábios sobre os meus. Então, como se não houvesse ninguém além de nós dois na face da Terra, ele me beijou e foi exatamente assim que eu me senti, como se existíssemos nós dois e nada mais fosse nos atrapalhar e que nós poderíamos ficar em nosso mundinho perfeito para todo o sempre.
Tão majestoso como veio, o beijo terminou. Edward beijou meu pescoço e eu pude sentir sua boca se arrastando até minha orelha, eu podia sentir um sorriso em seus lábios, eu podia sentir suas mãos quentes em minhas costas acariciando e mandando centelhas de eletricidade para todo o resto do corpo. A tensão entre nós, no ar, era quase palpável. Edward não precisava de muita coisa para que eu me rendesse em seus braços.
- Eu não sou qualquer um. – sussurrou por fim, sua voz estava rouca e fez cada pelo em meu corpo se arrepiar – Eu sou seu. – o murmúrio dele veio acompanhado de um gemido que escapou de minha garganta sem que eu notasse.
- Edward.... – eu sussurrei, minhas mãos indo direto para o cabelo emaranhado cor de bronze, meus dedos sentindo a maciez enquanto meu olfato se encarregava de entorpecer os outros sentidos, aspirando o perfume de Edward.
E tão rapidamente como aquele ambiente se tencionou com toda a eletricidade que estava percorrendo no corpo dos dois, ele sumiu, assim que escutamos a voz de Vanessa nos chamar do lado de fora do quarto, aparentemente nos procurando.
Edward gargalhou do meu suspiro e colou nossas testas novamente.
- Ela é sempre assim? – perguntou com um sorriso maroto.
- Se você quer dizer estraga prazeres, sim, sempre foi desse jeito. – falei, suspirando.
- Essa é minha menina. – Edward falou, orgulhoso e logo após selando nossos lábios com um beijo suave.
Não demorou nem um minuto e Vanessa adentrou o quarto feliz e saltitante. Logo quando nos viu abraçados uma gargalhada gostosa saiu de seus lábios e logo ela veio até Edward que a pegou no colo.
- Estou interrompendo de novo. – ela reclamou – Quando vocês vão deixar de serem melosos? Não, porque eu posso ficar morando aqui o tempo que vocês precisarem, eu amei essa mansão, é tão... grande. – suspirou, como se aquilo fosse entendiante.
- Vanessa, querida, nós temos a nossa própria casa, lembra? – Edward disse, piscando pra ela – E eu amo sua mãe não vamos deixar de ser melosos nunca. – disse, fazendo com que eu gargalhasse e o rosto de Vanessa ganhasse uma expressão de nojo.
- Tudo bem, só não fiquem se amassando na minha frente, ok? – resmungou fazendo um bico, Edward a abraçou forte e beijou seu rosto.
- Que história é essa de casa nossa? – perguntei, curiosa – Eu sei que vocês estão aprontando alguma coisa. – murmurei, vendo os dois trocarem olhares culpados – Eu ainda vou descobrir.
Não sei o que aconteceu, mas Vanessa e Edward começaram a sussurrar um na orelha do outro, me deixando totalmente de fora da conversa e ainda sem entender nada eu me afastei deles, bufando.
- Se vocês não se importam nós precisamos ir pra casa, amanhã você não vai escapar da aula, mocinha. – falei vendo Vanessa resmungar – Podemos ir? – sugeri, saindo do quarto.
Edward me seguia com Vanessa empoleirada em suas costas. Quando passamos na porta do quarto de Alice eu pude escutar Jasper falando alguma coisa para ela, mas eu não queria ficar bisbilhotando a conversa deles e logo segui para escada. Lá embaixo, na sala, o resto da família ainda mantinha uma conversa animada e pelo visto Claire, a irmã recém descoberta de Edward, tinha ido embora.
Esme estava abraçada com Carlisle ambos sentados num dos sofás da sala enquanto Emmett estava esparramado no outro sofá com Urso que dormia profundamente. Observando Urso era claro que ele já estava bastante velho, era até velho demais para um cachorro desse porte, eu me sentia triste por tê-lo deixado para trás, assim como tantas outras coisas...
- Já vão? – Esme perguntou, se levantando.
- Sim, Vanessa tem aula logo pela manhã. – expliquei, enquanto Esme dava um abraço em Vanessa que já tinha descido dos ombros de Edward.
Depois de se despedir de Esme, Vanessa foi se despedir de Emmett e Carlisle. Esme ainda estava parada em minha frente, me olhando com os olhos marejados. Então, subitamente, ela me abraçou forte e eu não tive outra opção a não ser abraçá-la de volta.
- Obrigada por fazer minha Alice acordar, Bella. – Esme murmurou, beijando minha testa – E eu não guardo nenhum rancor por você, eu sei até onde o instinto materno vai para proteger sua cria. Não se martirize mais por essa escolha, se ele te perdoou, apenas siga em frente. – a voz de Esme era apenas um sussurro entre as gargalhadas de Emmett e Vanessa – Ele te ama mais do que tudo nessa vida e vocês merecem ser felizes. – sibilou por fim, soltando-me do abraço.
Só fui perceber que meus olhos estavam marejados quando senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto. Esperei até que Edward se despedisse dos pais para que pudéssemos ir.
- Vamos pegar um dos carros de Carlisle, cansei de andar de táxi. – Edward murmurou, quando nos saímos na noite fria de Nova Iorque, ele estava com Vanessa quase adormecendo em seu colo – Ela é tão linda. – comentou, observando nosso pequeno diabinho em seus braços.
- Ela puxou você. – falei entrando no carro enquanto ele a punha no banco detrás, deitada.
– Você fala isso como se você não fosse bonita. – Edward resmungou, dando a volta e entrando no carro, sentando-se no banco do motorista – Você é tão linda, Bella. – ele murmurou, passando a mão em meu rosto.
Virei meu rosto e beijei a palma de sua mão. Nós dois trocamos sorrisos e ele deu a partida no carro, nos levando para o meu apartamento. Ele colocou a sua mão sobre a minha que estava repousada em minha perna, acariciando-a.
- Bella, eu comprei uma casa para nós. – ele disse, sorridente – Vanessa já foi vê-la comigo hoje pela manhã e adorou, quero que você venha morar comigo, nós três. – explicou – Hoje se puder, nós passamos na sua casa e pegamos algumas coisas para que vocês possam dormir lá e depois nós vemos como faremos o resto. – ele disse num fôlego só.
Ainda assustada e processando todas as informações, lentamente. Minha cabeça deu um nó e eu só pude assentir positivamente para ele que abriu um largo sorriso, levando a minha mão até sua boca e beijando-a suavemente. Durante todo o caminho até meu apartamento ficamos em silêncio, as ruas estavam cheias e o trânsito estava um pouco congestionado.
Edward parou em frente ao meu prédio e logo estava saindo, veio diretamente abrir a porta do carro para mim, às vezes o cavalheirismo de Edward era algo inacreditável se eu não estivesse vendo com meus próprios olhos. Escutei Vanessa resmungando e não demorou muito e ela já estava levantando, completamente acordada. Parecia até que tinha colocado uma pilha nova.
Edward passou os braços por cima de meu ombro e nós seguimos Vanessa que correu escada acima. Quando entrei no apartamento estava tudo silencioso como sempre, Rosalie parecia não estar por aqui, acendi as luzes e pude ver mais flores em cima da mesa de centro que havia na sala, peguei o bilhete que havia nelas, eram de Royce.
- Rosalie, você está em casa? – perguntei, indo até o quarto dela que estava com a porta trancada – Rose, você está aí dentro? – falei, forçando a porta.
Não demorou muito par Rosalie abrir a porta com uma cara de quem acabara de acordar. Ela olhou surpresa para mim e abriu um pouco mais a porta, mostrando que estava acompanhada, ela saiu e veio conversar comigo na sala.
- Eu pensei que você não ia voltar hoje. – murmurou – Por isso eu deixei que ele dormisse aqui, mas se você quiser eu posso mandá-lo embora...
- Não precisa, eu passei só pra pegar algumas coisas, não vou dormir aqui hoje. – comentei, vendo Rosalie agindo estranhamente – Está tudo bem? Eu vi que Royce trouxe mais flores para você, o que está acontecendo entre vocês dois? – perguntei, desconfiada.
- Não é nada, Bella, foi só uma briga boba e ele quis se desculpar. – falou, ensaiando um sorriso que não veio – Não se preocupe, estou bem. – afirmou, me abraçando.
- Qualquer coisa você sabe que é só me ligar. – sussurrei em seu ouvido e ela sorriu.
Depois disso, ela voltou para o seu quarto. Vanessa pegava suas coisas enquanto Edward esperava ansiosamente na sala, aproveitei para ir até o meu quarto e pegar algumas roupas para mim também. Peguei roupas o suficiente pra uma semana, eu sei que até lá Edward já teria feito eu ficar de vez na casa, mas levei mesmo assim. Quando eu voltei pra sala, Edward falava ao celular, sua voz estava baixa e calma. Logo quando me viu ele sorriu para mim.
- Te ligo depois. – informou à outra pessoa que estava ao telefone com ele e desligou o aparelho.
- Quem era? – perguntei quando ele me rodeou com seus braços.
- Ninguém importante, coisas do hospital em L.A. – disse, beijando minha testa – Podemos ir? Estou ansioso para te mostrar a casa. – ele disse, mordendo o lóbulo de minha orelha, me fazendo sorrir.
Vanessa voltou com várias bolsas, provavelmente colocando tudo que lhe pertencia dentro das malas e fez Edward carregar todas elas. Após acomodar tudo no carro, nós seguimos para a nova casa que até mesmo eu estava ansiosa para ver. Vindo de Edward provavelmente era uma casa tão grande quanto a de sua família. Entramos em um bairro nobre da cidade, onde só haviam casas lindas e esplendorosas.
Ele estacionou o carro em frente à uma casa linda. Era tão majestosa e ao mesmo tempo tão acolhedora, parecia um castelo, não pelo tamanho, mas pela beleza, com certeza, aquela era a casa onde muito desejariam morar, era tão mágica. Percebi o sorriso bobo de Edward ao me ver praticamente babar na construção em nossa frente.
Vanessa logo correu para dentro da casa, após Edward ter lhe dado a chave. Nós a seguimos enquanto eu admirava todo o exterior da casa que era muito lindo à noite. A entrada toda iluminada era um charme à parte. Entretanto o choque ficou para a beleza e sofisticação do interior da casa.
- Gostou? – Edward sussurrou em meu ouvido.
- Estou sem palavras. – murmurei, olhando em seus olhos verdes que estavam brilhando de felicidade – É perfeita, Edward, não há nenhuma palavra que possa descrevê-la melhor. – falei, ainda abobalhada pela perfeição daquela casa.
- Fico feliz que tenha gostado. – ele disse, beijando a ponta do meu nariz, me fazendo rir – Finalmente você está começando a gostar de presentes. – ele sorriu torto, exatamente daquele jeito que me deixava com as pernas bambas.
E naquele momento eu me senti há sete anos atrás quando nós dois ainda éramos jovens e nada nos impedia de fazermos o que queríamos. Quando Edward sorria para mim e eu quase derretia, quando cada poro do meu corpo exalava felicidade. E era assim que eu estava me sentindo nesse momento, feliz e completa.
- Eu te amo. – murmurei, colando nossas testas.
- Eu também te amo, Bella. – ele disse e eu sentia sua respiração em meu rosto.
Nossos lábios se uniram num beijo apaixonado e calmo, nossas línguas brincando daquele jeito que só nós dois sabíamos, era sexy e sedutor o modo como as mãos de Edward me pressionando contra seu corpo, firmemente. Seu cheiro estava me deixando completamente desorientada, eu só queria mais e mais, talvez eu nunca fosse enjoar de Edward, isso seria completamente impossível.
- Eu vou ali vomitar e já volto. – Vanessa resmungou, fazendo com que nós nos separássemos, mas ainda sim os braços de Edward me mantinham firmes perto de seu corpo.
- Ei, mocinha, espera aí. – Edward disse, fazendo Vanessa parar no meio de caminho e girar seu corpo lentamente, bufando e com uma cara entediada – Eu faço questão de te colocar na cama, preciso aprender a ser um bom pai. – ele falou e Vanessa gargalhou.
- Eu não quero que você seja aqueles pais caretas, continue assim, eu te amo desse jeito. – ela murmurou enquanto Edward a levava pela mão para um dos quartos – Mãe, boa noite. – ela falou, fui até ela e beijei sua testa.
- Boa noite, meu amor. – sibilei e eles subiram as escadas.
Aproveitei o tempo sozinha e fui olhar o resto da casa e não deixava nada a desejar. Edward como sempre esbanjando todo o dinheiro que tinha em cada mínimo detalhe da casa. Nada faltava naquele lugar e eu me perguntava como Edward conseguira tudo isso em menos de uma semana.
Subi até o quarto que deduzi ser o do casal, pois já haviam algumas roupas de Edward no guardarroupas, levei minha pequena mala e resolvi tomar um banho quente. A água quente deixava todo o meu corpo mole e relaxado, deixando toda a tensão daquele dia ir por água abaixo. Saí do banho e coloquei meu pijama, Edward ainda estava no quarto com Vanessa fui até lá e encontrei os dois espremidos na cama, a televisão ainda estava ligada, mas os dois dormiam tranqüilamente.
Apaguei o aparelho que fazia barulhos altos de explosões e os cobri com o edredom. Depois desliguei a luz e fui até a cozinha pegar algo para comer. Abri a geladeira e para minha surpresa estava abarrotada de tudo o que fosse comestível. Peguei apenas uma latinha de refrigerante que se abriu com "pshh" e depois tomei quase metade num gole só. Segui até a sala e sentei no sofá, ligando a televisão em qualquer canal e me acomodei, apenas admirando cada detalhe da sala, realmente era tudo muito lindo.
Tomei um susto com duas mãos molhadas em volta de mim, me abraçando. Edward estava todo molhado, pelo menos a parte que não estava coberta por sua calça de dormir. Seu peito totalmente nu, seus cabelos ainda escorrendo água, aquela visão me fez perder o controle que estava comigo o dia todo ao lado de Edward.
Virei meu rosto e deixei que nossos lábios se chocassem e eu pude sentir um sorriso em seus lábios. Ele me pegou no colo e me subiu as escadas comigo, em momento algum separando nossos lábios. Suas mãos percorriam meu corpo fazendo com que cada toque fizesse a pele embaixo de suas mãos pegassem fogo.
Quando chegamos ao quarto ele me colocou no chão, minhas pernas estavam ficando cada vez mais fracas a cada toque dele. Minhas mãos passeavam por seu peito sem nenhum pudor, enquanto uma de suas mãos estavam segurando minha nuca e a outra já estava dentro de minha blusa e ele colocou-a em cima de meu seio, massageando lentamente e arrancando um gemido sôfrego de minha garganta. Ele me pressionava contra a porta, colando cada centímetro de nossos corpos, eu já podia sentir sua ereção em meu ventre.
Edward segurou em meus pulsos e levantou meus braços me deixando quase sem movimentos. Sua boca se deliciava em meu pescoço e aos poucos ia descendo, tão lentamente que eu já estava entrando em combustão espontânea. Minhas pernas estavam ficando moles e meu corpo todo estava excitado com aquela brincadeira.
- Apenas me deixe amá-la. – Edward sussurrou em meu ouvido, me deixando completamente rendida a o que quer que seja que ele fosse fazer – Eu quero amá-la como deveria ter sido todos os dias nesses sete anos que ficamos separados. – ele mordeu minha orelha.
Eu estava de olhos fechados e soltando gemidos baixos, estava deixando os outros sentidos me guiarem naquele momento. Jeito como sua boca corria sobre a minha pele me fazia ficar cada vez mais excitada, meu corpo todo estava recebendo correntes elétricas. Eu já me sentia totalmente preparada para ele, mas eu sabia que Edward ainda me torturaria antes de me dar o que eu queria.
Ele soltou meus pulsos e meu reflexo fez com que minhas mãos fossem direto para o seu cabelo já desgrenhado por elas mais cedo. Ele começou a tirar minha camiseta lentamente, suas mãos faziam quase uma massagem. Ele continuava me beijando, cada vez mais sedento, cada vez mais furioso e eu apenas o acompanhava. Em algum momento eu já estava sem a minha camiseta e Edward começou a brincar com meus seios. Sua boca mordicava, lambia e sugava, me deixando completamente entorpecida de prazer.
Eu arranhava suas costas conforme minhas costas se arquejavam de prazer e cada vez ele provocava mais, os nossos gemidos baixos agora não eram mais distinguíveis, estávamos tão concentrados no prazer do outro que não sabia mais qual era a voz do outro, eu mal coordenava as palavras ininteligíveis que escapavam de meus lábios.
Edward subiu, traçando uma trilha de beijos por todo o meu colo e pescoço até chegar em meu queixo e depositou vários beijos naquele local, em seguida beijou minha boca, lentamente. Minhas pernas se enroscaram em sua cintura e ele me segurou, suas mãos estava em minha bunda e eu pude perceber ele apertando-me com força, soltei uma risadinha e ele me acompanhou, nos levando para a cama enorme que ficava posicionada bem no centro do quarto.
Senti o colchão macio em minha costa e Edward sobre o meu corpo, nossos dois já estávamos ofegantes e com o corpo muito quente, a cada toque eu sentia cada vez mais quente, estava entrando em combustão. Senti a mão de Edward tirando minha calça do pijama e, logo depois a calcinha já tinha ido para o chão também.
Senti seus dedos acariciando meu sexo suavemente, fazendo um gemido escapar de minha garganta, ele estava com um sorriso cínico em seus lábios. Depois eu senti seus dedos me penetrando, minha costa se arqueou com o contato, pedindo por mais.
Seus dedos brincavam comigo, me deixando louca. Ele fazia um movimento de vai e vem enquanto sua boca cobria o resto do meu corpo com beijos, eu sentia seu perfume e aquilo só servia para me deixar cada vez mais louca de desejo. Com grunhidos eu pedia por mais e ele me dava o que eu queria, seus dedos indo cada vez mais rápido.
Já sentia os espasmos tomando conta do meu corpo inteiro, quando ele retirou seus dedos de dentro de mim. Gemi frustrada, mas antes que eu pudesse perceber Edward já estava com a cabeça entre minhas pernas, sua língua em meu sexo, me fazendo perder a cabeça totalmente, agora eu puxava seus cabelos e pedia por mais.
E, então, eu senti as paredes do meu sexo se contraírem e eu soltei um gemido aliviado enquanto Edward limpava todos os resquícios de meu orgasmo. Ele subiu beijando cada canto de meu corpo, apenas sorrindo e murmurando coisas ininteligíveis. Minhas mãos foram ágeis em tirar suas calças junto com a boxer que ele usava enquanto ele me beijava, um beijo avassalador.
Ele, já sem roupa, abriu minhas pernas, senti seu membro em minha entrada e ele ia entrando lentamente, realmente me torturando de tanto prazer. Eu já estava zonza de tanto prazer.
- Por favor, E-edward... – minha voz falhou conforme eu sentia seu membro cada vez me preenchendo mais, me completando.
- Você está muito afobada, minha Bella. – ele gemeu em meu ouvido, sua voz fazendo meu corpo inteiro tremer.
Eu já sentia alguns sinais de que estava chegando ao ápice novamente. Quando eu o senti dentro de mim, foi como se meu corpo estivesse explodindo de tanto prazer. Forçando meu quadril contra o dele, eu o sentia completamente, fazendo minha cabeça rodar.
Então ele começou com movimentos lentos e vagarosos que estavam me torturando. Comecei a provocá-lo movimento meu quadril rapidamente, fazendo com que ele perdesse toda essa calma que estava me irritando.
Edward começou a estocar mais rápido, o barulho do atrito entre nossos corpos se misturava com os nossos gemidos e murmúrios. Minhas pernas se apertaram em torno de seu quadril fazendo com que os movimentos dele ficassem mais prazerosos
As investidas ficaram mais rápidas e eu senti meu corpo todo sentindo o prelúdio de um orgasmo. Os espasmos tomaram conta de meu corpo e as paredes de meu sexo se contraiam em volta de seu membro, meus gemidos estavam entrecortados e minha respiração falhada. Após mais algumas estocadas senti o liquido quente escorrer por minhas pernas e Edward gemeu em meu ouvido, depositando vários beijos em meu pescoço.
Meu corpo estava todo relaxado e jazia lânguido sob o corpo de Edward. Ele saiu de cima de mim, puxando-me para o seu lado na cama. Aconcheguei-me entre seus braços e ele ficou brincando com meu cabelo úmido de suor. Eu estava com um sorriso bobo em meus lábios e Edward também estava do mesmo jeito.
- Eu te amo. – murmurei, olhando em seus olhos verdes.
- Eu te amo mais. – ele murmurou com meu sorriso torto em seus lábios.
- Estou com frio. – sibilei, me apertando contra seu corpo e ele puxou um edredom, mas ainda sim me cercou com seus braços.
E antes que eu caísse em um sono profundo eu senti sua boca em meus cabelos, seguidos de uma melodia que eu não escutava há muito tempo. Era a minha canção de ninar, aquela que ele havia feito para mim. Eu não quase não lembrava a melodia, mas a voz rouca de Edward murmurando aquilo fez meu coração inflar de felicidade, levantei minha cabeça e beijei seu queixo, vendo ele sorrir para mim e voltar a cantarolar a melodia.
E eu caí em um sono profundo em seus braços.
Nossa, quero um Edward desses pra mim! Ele é tão fofo! *o*
E vocês o que acharam da conversa deles?
E essa lemon? O que vocês acharam? Esses dois são bem fogosos! =D
Bom, falem tudo o que acharam desse cap lá nas reviews!
Beijos, May
