N/A: leiam ouvindo When I'm With You – Faber Drive *---------* (.com/watch?v=Jdobv1CtZLo). Mesmo esqueminha de sempre, digita w w w . y o u t u b e . (cole o link acima) e emocione-se *-*
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NOVE — DREAMER
(Sonhadora)
Alice's point of view
— Eu... Preciso.. Eu preciso ir. Está na hora. — ele disse desconcertado, olhando o chão e passando a mão pela nuca.
Suspirei profundamente, ainda tentando me recuperar do "quase beijo/amasso" que havia acontecido. Então, depois de alguns minutos eu processei a frase, e o pânico tomou conta de mim. Um pânico maior do que eu senti quando Anna se perdeu. Senti vontade de matar a alma que gritou o nome dele, enquanto eu estava em pleno êxtase. O olhei da maneira mais polida possível e tentei acenar duas vezes, mas o aceno só saiu na terceira vez.
— Até... Qualquer dia desses. — sorri amarelo, enquanto o via desaparecer entre as pessoas na pista de dançar.
Fiquei algum tempo ali parada. A mão pousada em meu pescoço. O que havia acontecido? Fiz uma brincadeira, e de repente sua boca estava na minha face no meu queixo, no meu pescoço. Tão... Mágico. Um conto de fadas. Destino! Nossa. Eu havia pedido um minuto, e havia ganhado um quase-beijo. Eu havia pedido apenas um minuto. Estou começando a achar que alguém ai em cima esta olhando por mim!
Seria minha vez de ser feliz, ou eu ainda teria que esperar muito, esbarrar muito com ele. Meu deus, o que isso fazia de nós? Quer dizer, o que de fato havia acontecido? O que eu diria da próxima vez que nos encontrássemos?
Por que ele não pode ficar só mais um pouco, só para explicações. Oh, a frustração, ela de novo. Acho que não vou conseguir dormir, não, eu definitivamente não vou conseguir dormir. Deus, ele me deixa acordada a noite inteira.
A casa estava tão silenciosa que eu cheguei a me perguntar se estavam todas vivas. Cynthia passara a noite inteira com um sorriso abestalhado nos lábios, e ele só aumentou (se é que era possível) quando doutor Connor, ou melhor dizendo, Richard, se ofereceu para trazê-la em casa. Ela me descartou feito uma qualquer! Fingiu que nem tinha vindo de carro e mais uma porrada de mentiras. No fim eu acabei trazendo o carro e Anna para casa. Eu acho que não foi prudente da parte de Cynthia me deixar trazer o carro, visto que eu havia bebido, tinha dezessete anos, uma criança de três estava nos bancos traseiros, eu ainda estava entorpecida pelo cheiro maravilhoso que Jasper deixara em mim.
É, resumindo, eu quase bati o carro uma três vezes, e sozinha. É, não precisei de nada mais do que um hidrante, uma árvore e um poste. Mas tudo bem, eu trouxe o Tucson vermelho e chamativo, inteiro e sem nenhum arranhão. Anna já dormia quando eu a tirei do carro, e ela nem reclamou quando tirei o seu tão odiado vestido e lhe coloquei seu pijama de carneirinhos. Ela resmungou alguma coisa ainda, antes de adormecer.
Eu passei algum tempo na cozinha, esperando minha irmã e fazendo de tudo para não ir tomar banho (para não perder o cheiro dele) e para não ir dormir (para não descobrir que tudo não passava de um sonho). Mas eu tive que me render. Cynthia não chegava e o sono era incontrolável. Me lavei, e hiperventilei quando ainda pude sentir o cheiro dele em minha pele. Coloquei uma camiseta qualquer e me deitei, primeiro fazendo o meu subconsciente acreditar fielmente que não havia sido um sonho, e que tudo era a mais perfeita verdade, antes de me entregar ao sono que me comandava no momento.
Eu tive sonhos. Muitos sonhos. Bem confusos para falar a verdade. Jasper entrando em seu Corvette e saindo dos limites da cidade, Jasper desaparecendo por uma floresta negra e densa, Jasper parado em frente a um prédio de no máximo quatro andares, de tijolos a vista... E o mais perturbador de todos, Jasper se encontrando com uma garota que não aparentava mais de dezesseis anos, usando roupas esfarrapadas e um sorriso largo no rosto. Uma garota tão linda quanto suas irmãs.
Acordei arfando para a bela manhã gelada e ensolarada que me aguardava ao lado de fora. Olhei para o despertador em cima do criado mudo e os números digitais e vermelhos marcavam nove e quarenta e oito da manhã. Eu havia dormido tão pouco. Deixei meu corpo cair novamente na cama, mas não dormi. Eu tive receio de o fazer. Tive medo de sonhar novamente com ele. De sonhar aquelas coisas aonde ele vai embora, de sentir aquele pavor e angustia que tomaram conta do meu corpo.
Quando me levantei a casa estava toda gelada. Acho que Cynthia deve ter desligado a aquecimento central sem querer. Corri até ele e tratei de ligar no máximo, estava gelado. Não que eu não gostasse, era bom e reconfortante, mas eu vestia apenas uma blusa, e isso era frio de mais. Fui até o quarto de Anna e ela ainda dormia abraçada a seu ursinho. Ela estava tão serena que nem de longe lembrava a rabugenta Anna. Não me arrisquei a ir checar Cynthia, eu tinha medo do que podia encontrar, afinal de contas, o que ela e o Dr. Connor ficaram fazendo que as quatro da manhã ainda não estavam em casa? É, você não gostaria de ver as imagens que começavam a se formar na minha mente. Um arrepio subiu o meu corpo, e lhe garanto que não era frio. Nojento, pensei comigo mesma.
Abri todos os armários da casa em busca de pão, coloquei duas fatias na torradeira e o leite com chocolate para ferver. Fui até meu quarto e vesti uma calça de flanela xadrez rosa e minha pantufas da Hello Kitty, voltando em seguida para a cozinha, e... Tchanãnã meu café da manhã já estava pronto. Me sentei em frente a televisão, coloquei no canal dos desenhos animados e fiquei ali, fazendo meu café. Meio hora depois Anna acordou, preparei uma tigela de cereais para ela e ficamos as duas na nossa rotina de sábado, a maratona de desenhos animados. Passava desde os favoritos de Anna (O clube das winx e baby loney tunes) até os meus preferidos (Betty Boop e Padrinhos mágicos). Nós rimos das coisas idiotas dos desenhos e reclamamos durante as propagandas. O bom de ficar com Anna era que ela não era um bebê irritante como a maioria parecia. Não chorava a cada cinco segundos, se satisfazia com uma tigela de cereais e televisão, e adorava ficar comigo, nem que seja em silêncio. Eu realmente amo essa monstrinha, e não sei o que faria se não fosse sua babá em tempo integral. Ficar com ela fazia a sensação de vazio não ser tão forte, fazia o buraco no meu peito ser apenas uma picada, e eu gostava disso.
As horas foram passando e quando me dei conta o meio dia já batia no relógio, e Anna reclamava de fome. A olhei, com preguiça. Eu não queria levantar e ter que fazer a comida, e eu também tenho certeza que ela não comeria algo que eu fizesse, no máximo se fossem ovos mexidos com bacon.
— Tem fome do que? — perguntei com a preguiça presente até na minha voz. Acho que foram aqueles sonhos estranhos.
Ela resmungou algo, mas não disse com certeza e depois soltou um McDonalds.
— Se você comer fastfood hoje de novo, sua mãe não me deixa mais cuidando de você. — eu ri e ela emburrou. — Vamos lá, que tal pedirmos comida chinesa? Você adora!
— Yeah, chinesa. Mas você tem que trazer coca-cola. — eu ri quando me levantei para buscar o telefone.
— Você está ficando viciada! — falei rindo e ela não responde, os comerciais haviam acabado.
Cruzei com Cynthia pelo corredor. E acrescentei mais um pedido quando telefonei para o restaurante chinês na esquina do bairro.
— Me diz que temos remédio para dor de cabeça em casa. — ele disse bem baixo, com as mãos na cabeça indo em direção a cozinha.
— Remédios não curam ressaca, maninha. Glicose cuida, quer que eu ligue para o hospital? — perguntei sarcástica. Eu não ligaria para o hospital e diria para um dos internos dela "Hey sua residente esta com ressaca, traga glicose para cá!". Mas seria engraçado.
— Oh, desisto então. — ela disse virando uma garrafinha de 500 ml de água.
— Então, você demorou ontem. O que aconteceu?
— Prefiro não comentar. — ela respondeu rindo e tomando fôlego após acabar com a água. — Quer dizer, você não tem idade para essas coisas!
— Eca! Eu sabia. — falei com cara de nojo afastando aquelas imagens perturbadoras da minha mente. — E como assim "você não tem idade pra isso"? É claro que eu tenho! — informei indignada.
— Já fez? — ela perguntou, e eu torci o rosto. É claro que não, e ela sabia. — Então não sabe o que opinar. — ela riu voltando a tomar água. — O que vamos comer hoje?
— Chinesa. — falei com mau humor.
— Deus, estou morrendo por um burrito de carne e muito queijo. — ela se entregou. Essa era a "comida de ressaca" dela desde que morávamos em Tulsa.
A comida foi entregue, e a tarde passou rápido com as três assistindo a maratona de desenhos. Eu não estava ligada a hora, eu nunca estava ligada a hora, só havia percebido que do lado de fora, o sol já não existia, e a escuridão tomava conta do lugar. Não me lembrei dos meus compromissos, até a campainha tocar.
Me levantei quase me arrastando para atender a porta, e quase pulei para trás ao ver Sarabeth e Izzie paradas na porta. Sarabeth vestia um vestido tomara que caia e tubinho que ia até a metade das coxas preto, com botas da mesma cor e os cabelos castanhos muito liso solto sobre os ombros. Izzie vestia uma calça jeans mais larga com um top esverdeado e sandálias da mesma cor. No seu cabelo havia uma tiara bordo que combinava com seu casaquinho, e seus cabelos loiros sempre bem ondulados. Eu as encarei por um segundo, tentando lembrar aonde iriam tão produzidas.
— Você não vai de flanela! — Sara falou horrorizada — Muito menos com uma camiseta da Hello Kitty!
— Ir aonde? — perguntei, então tudo caiu como uma bomba na minha cabeça. — Ah, droga. Eu esqueci completamente.
— Então vamos logo arrumá-la! — Sarabeth disse me empurrando para dentro do apartamento e me seguindo, com Izzie em nossos calcanhares.
Elas cumprimentaram Anna e Cynthia e me carregaram até meu quarto. Me jogaram sobre a cama e começaram a procurar pelo meu guarda-roupa.
— Hey, hey! O que estão fazendo? Parem com isso! Não, Izzie, cuidado com meu Manolo Blahnik! — corri até ela, tirando meu scarpan vermelho de suas mãos, antes que ela jogasse por sobre o seu ombro como fazia com os outros sapatos.
— Precisamos deixá-la linda! — Sara informou.
— Para? — perguntei curiosa.
— Você anda tão... Estranha ultimamente. — Izzie começou de um jeito doce, segurando minhas sandálias Gucci em suas mãos, e apertando contra seu peito.
— E nós achamos que você pode estar deprimida, sabe. Nós duas temos namorados perfeitos e você é a vela amargurada da amizade... — Sara foi falando casualmente, sem escolher as palavras.
Eu quis gritar o que havia acontecido na noite passada, mas eu acho melhor não fazer alarde, e nem criar expectativas a respeito. Quer dizer, pelo menos não até vê-lo novamente.
— E vocês querem me animar jogando meus sapatos pelo chão? — fuzilei Izzie e ela sorriu tímida, abaixando meu Gucci no chão sussurrando um "Desculpe".
— Na verdade, queremos lhe arranjar um encontro. — Sara continuava casual. — Eu gostei desse. — ela disse tirando meu guarda roupa uma mini-saia jeans com um top branco.
— Ficou louca, ta frio lá fora. Pode parar, eu sei o que vou vestir. — disse tomando a sua frente e tirando de lá uma calça jeans skiny, um blusão rosado e procurando pelo meu par de sapatilhas brancas da Chanel.
— Isso não vai te deixar sexy. — Sarabeth reclamou.
—Eu não quero ficar sexy. — continuei, andando em direção ao meu banheiro com as roupas na mão.
Ela resmungou mais alguma coisa que eu não ouvi. Entrei no banheiro e tomei um banho rápido. Eu havia acabado de descobrir que o vazio só existia quando eu estava só em pensamentos, quando eu precisava trabalhar para ser criativa e responder a gracinhas, ele se tornava um furo incomodo. Sai do chuveiro e troquei de roupa, voltando para o meu quarto em seguida. Ajeitei meu cabelo e me maquiei, calcei minhas sapatilhas enquanto Izzie falava com Thomas no telefone, e quando ela disse que Tom já nos esperava, peguei um sobretudo para sairmos de casa.
— Boa festa meninas, divirtam-se. — Cynthia desejou da porta, enquanto se despedia de nós.
Embarcamos no carro e o caminhou foi só besteira. Sarabeth insistia que o banco traseiro do Corsa Sedan acinzentado de Thomas não era o local mais limpo e adequado, visto que ela não tinha certeza do que os dois faziam ali. Tom e Izzie se defendiam e Sara só acusava, e eu ria da situação, começando a imaginar que talvez o vazio fosse algo inútil que eu tivesse inventado durante um dia ruim. Durante um dia em que eu podia pensar em Jasper, visto que agora eu não tinha esse direito.
Chegamos a grande casa na Grand Strass, onde havia muitas pessoas do lado de fora, e vários carros espalhados pela rua. A musica que tocava era contagiante, e lá dentro encontramos com Brian, que me apresentou seu queridíssimo amigo Kyle, um garoto de cabelos castanhos cortado em um falso moicano, alto e grande, assim como a maioria dos jogadores de Lacrosse do colégio, seus olhos eram de um mel que me lembrava muito Jasper. Acho que esse foi o grande motivo que me levou a permitir que ele dançasse comigo, ou até mesmo que me fizesse falar com ele.
A noite passou rápido e quando percebi já passava das três da manhã. Sarabeth e Brian haviam desaparecido, e eu tentei me lembrar se o carro do garoto havia um banco traseiro. Izzie e Tom ficaram de procurá-los, mas pela demora eu preferia ir andando para casa. Sai de dentro daquele lugar barulhento e cheio de pessoas vomitando a torto e a direito, para o ar gelado e "puro" que fazia do lado de fora. Caminhei até o carro de Thomas e fiquei feliz por vê-lo vazio, os dois realmente procuravam por Brian e Sara. Me encostei no muro e joguei a cabeça para trás, deixando que Jasper voltasse ao meu pensamento. Levei a mão até o meu pescoço e foi impossível não esboçar um sorriso ao lembrar de seu toque. Eu busquei em minha memória tudo que me lembrava ele. Eu busquei seus olhos cor de mel presos aos meus, sua pele branca linda, seu cheiro entorpecente, suas palavras, sua voz aveludada, o sorriso tímido lindo que ele tinha. A maneira de se desculpar, seu toque gelado, seu toque gelado em minha cintura, seu hálito, sua forma... Eu deixei que tudo me invadisse, me cortasse os sentidos, me tirasse do chão. Eu realmente sentia que podia voar.
Voltei tão abruptamente para o mundo real que isso quase me doeu fisicamente. E lá estava ele, com seus olhos cor de mel, que apesar de lembrarem meu príncipe, não emanavam o mesmo brilho, suas feições não chegavam nem perto de sua perfeição, e seu cheiro de cerveja, nem de longe lembrava aquele cheiro doce e embriagante que Jasper tinha.
— No mundo da lua? — Kyle perguntou risonho e eu sorri desgostosa. O mundo da lua era muito melhor que esse.
— Ultimamente ele tem sido como a minha casa.
— É perigoso, alguém poderia tirar proveito disso. — ele alertou, ainda risonho e eu me perguntei se ele estava, como a maioria daquela festa, bêbado.
— Não vejo porque iriam querer se aproveitar de alguém que está sóbria quando sua casa está cheia de garotas lindas e bêbadas. — o lembrei. As festas ultimamente não eram mais as mesmas, ninguém mais vinha para elas por diversão, vinham porque seus hormônios estavam a flor da pele.
— É, você tem razão. — ele se encostou na parede ao meu lado, e eu voltei a encarar o céu. Na verdade, eu queria que ele fosse embora. — O que tanto olha?
—As estrelas. — respondi sem muita vontade. — Elas estão bonitas essa noite e me lembram... — eu iria falar o nome dele, mas não disse. Eu não iria dividir isso com o garoto bêbado ao meu lado.
— Te lembram?
Olhei para a direção dele e vi Thomas vindo mais a frente, com Izzie trazendo Sarabeth com a maquiagem borrada.
—Gente! — exclamei.
— Te lembram gente? — ele perguntou rindo no maior estilo bêbado.
— Te vejo segunda, Kyle. — disse me dirigindo aos meus amigos.
— Até a escola Alisson. — ele completou. Idiota, nem o meu nome ele lembra?
— O que aconteceu? — perguntei assustada, chegando mais perto de Tom.
— Longa historia. — Izzie falou, sensibilizada enquanto tranqüilizava os soluços de Sarabeth.
— Sara pegou Brian com outra. — Tom falou fazendo uma careta e tapando o ouvido no exato momento em que Sara voltara aos berros e choro.
Então, agora eu queria dividir minha sorte com Sara, ela era uma pessoa magnífica, e não merecia passar pelo que estava passando, e eu sabia que Brian não era uma boa pessoa. Me senti uma péssima amiga, não deveria ter deixado ela levar isso tão a serio, ter deixado ela se envolver tanto.
Acabamos todos dormindo na casa de Izzie. Com a correria entre consolar Sarabeth e impedi-la de pegar uma faca e correr atrás de Brian, não tive muito tempo para pensar em Jasper, e isso foi bom. Não tão bom quanto me desligar do mundo e pensa só nele, que nem na noite passada, mas bom porque eu não poderia ter pesadelos, ter aqueles sonhos aonde ele vai ao encontro de outra, sonhos que me perturbavam. O domingo passou rápido e de ressaca para dois de meus melhores amigos, e quando a noite chegou, eu deitei feliz em minha cama. Eu tinha quase certeza que o veria amanhã.
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N/A: genteeeeeeeeeeeee, valeu por todossss os comentários, de verdade. E, ahh sejam bem-vandas leitoras novas ;D
E, Loveblack Cullen: wow, mais uma com gostos idênticos? *-* to adorando isso. São realmente musicas importantes que me influenciam MUITO nessa fic, ainda bem que você esta gostando. E sim, eu quero uma Bella irritante. Quer dizer, pra ela sempre foi irritante '-' de alguma maneira. Mas eu gosto dela, e ela só quer que tudo de certo (Y)
Karolz: só eu posso consolar ele (se acha a ultima bolacha do pacote) OAKSOAKOASOK, mentira. Ah, claro. Meus projetos (tirando uma fic que eu estou reescrevendo é totalmente Emmett&Rosalie e duas one-shots que eu estou escrevendo delas) as outras duas long-fics são Jasper e Alice. Eu tenho uma queda (ok, é um tombo feio) pelos casais omitidos do livro. Bella e Edward tiveram suas historias contadas, e tiveram um final feliz, agora é hora dos casais omitidos *-*
Becca Donnely: eu imagino oJasper muito sexy de smoking e sem ele (6) OAKSOAKSOASOAS. Ah, obrigada por todos os elogios *-*
Jully: calma mulher, respira fundo! Eles vão se beijar logo, eu prometo. E vai rolar muita coisa aqui também. Eu vou fazer a fic bem fluffy, e bem rotina por um tempo, pra depois chegar todo o mistério (66'
Babisy: não que eu não goste do Jake (eu amo ele, em especial ele e a Leah. Eu amo o Jake cara G_G) mas o Jake nem em sonho. Talvez ele seja citado e tals, mas não aparece mesmo. Ele não vai acrescentar nada para essa fic. Sinto muito. :~
E obrigada por comentar e deixar uma review, e principalmente dizendo que estão amando, vocês inflam meu ego meninas, obrigada Milla Mansen Cullen, Lilly Nightfall, Gabriella Regina Cullen e Lina.
Acho que era tudo que eu tinha pra dizer, acho que eu falo demais. G_G em fim, quem quiser dar uma Olhadinha em PLEASE OPEN YOUR EYES, a fic do Emmett e da Rosalie que eu to postando, tem o link no meu perfil.
xo . xo
Bih.
