N/A: leiam ouvindo Keep you hands off my girl – Good Charlotte *-----* (.com/watch?v=R3NsGx8-sEc). Mesmo esqueminha de sempre, digita w w w . y o u t u b e . (cole o link acima) e emocione-se *-*
Os: as fantasias estão no meu perfil. Fiz o melhor que pude, mas nada saiu como eu realmente queria. .___.
-
-
TREZE – KEEP YOUR HANDS OFF MY GIRL
(Tire suas mãos da minha garota)
Jasper's point of view
Antes de chegarmos a Londres eu achava que era completo, eu achava que tudo estava bem. Mas depois daqui, eu sei que nada nunca mais vai ficar bem, e que eu não sou completo. Era como se faltasse algo em mim, do lado esquerdo do peito. Onde o meu coração deveria ficar. Mas ele não estava mais ali. E eu não tinha nada.
Era sábado, 31 de outubro e a estúpida irmandade da qual Emmett fazia questão de fazer parte iria dar uma festa, na qual ele convocou todos nós. Bella passou. Esme e Carlisle tinham um jantar importante para ir, e ela iria ficar com Reneesme. Ela quase me fuzilou com o olhar quando me ofereci para ficar com ela. Eu sabia que aquilo era mais que a verdade, também era uma maneira de fugir da estúpida festa a fantasia que Emmett tanto adorava.
Ele estava vestido de viking, e foi impossível não rir quando ele desceu as escadas. Rosalie protestou zilhões de vezes alegando que não queria ficar com aqueles humanos, mas acho que a chance de ser admirada dentro de uma fantasia de coelhinha — que, diga-se de passagem, era exatamente igual aquelas roupas que as coelhinhas da playboy usam — foi mais forte. Emmett apelou para o ego e vaidade dela, e Rosalie se rendeu. Eu só não consigo entender como eu aceitei ir a esse ritual humano ridículo. Isso não existia no meu tempo, graças a deus!
Tudo que eu sei é que agora eu estou encostado na lataria de meu Corvette em frente a mansão da fraternidade de Emmett vestido de Drácula — vai pode rir, isso é mesmo irônico — enquanto convenço a mim mesmo a não sair correndo para casa e magoar profundamente os sentimentos de Emmett.
— Vamos, vai ser divertido. — ele disse alegremente, enquanto puxava Rose pela mão.
Rose revirou os olhos nas órbitas e puxou pela minha mão.
— Não vou fazer isso sozinha. — ela murmurou para mim, e eu me rendi, rindo.
A musica alta fazia as paredes da casa antiga vibrarem, e as pessoas dançavam — a maioria bêbada — em qualquer canto da casa, assim como também se agarravam em qualquer canto da casa. Havia cerveja e outras bebidas derramadas pelo chão, e um vaso quebrado perto do canto que eu escolhi para ficar. Emmett e Rosalie haviam desaparecido no meio da multidão que dançava ao ritmo de uma batida eletrônica enjoativa.
— Olá. — uma garota fantasiada de Branca de Neve, só que com o vestido muito mais curto que o da verdadeira, se aproximou de mim. Obviamente bêbada, as pessoas tinham por instinto não se aproximar de mais de nós.
Eu realmente não entendia a necessidade dessas garotas de usarem fantasias tão decotadas e curtas, quando deveriam conquistar pelo que são e não pelo corpo que tem.
— Olá. — sorri educado, e ela escorou as costas ao meu lado, levou o copo de bebida uma vez a boca e depois riu.
— Nossa, você também não adora essas festas? — seus olhos castanhos encontraram os meus. Ela não estava raciocinando nem um pouco e eu não sabia dizer realmente o que ela estava sentindo.
— Na verdade não. — tentei dar respostas curtas, para ver se ela ia embora. Eu não precisava de mais confusões com mais uma humana.
— Ah, fala serio! — ela disse rindo mais ainda, como se eu tivesse dito um absurdo. — Eu adoro Halloween, é muito bom. Quando eu era pequena adorava os doces, e agora.. bem, existem outros doces deliciosos. — ela falou com malicia e riu novamente.
Eu sorri e dei de ombros encarando a festa. Ela fez o mesmo e ao ver alguém conhecido gritou.
— John! — ela riu, e deixou o copo cair da mão. — Ops, fiz de novo. — e saiu correndo na direção do tal John. Revirei os olhos e comecei a achar que já havia ficado tempo de mais ali. Foi ai que a porta principal se abriu, bem na hora que a musica eletrônica era substituída por um rock dançante. E lá estavam quatro pessoas, mas eu só conhecia uma. A mesma que eu evitava há muito tempo.
Ao lado de um rapaz moreno vestido de Clyde, uma garota loira vestida de Bonnie e uma garota morena vestida de anjo — mais uma das que achava necessário usar vestidos curtos de mais — estava ela. Vestida em uma fantasia rosa, com sapatilhas nos pés, asas cor de rosa e uma varinha de condão na mão. Lá estava Alice, perfeita como uma fada de verdade deveria ser.
Seus olhos dançaram pelo salão, mas não se encontraram com os meus. Dois rapazes se aproximaram dos quatro e os cumprimentaram. A musica estava alta de mais e eu não estava conseguindo me concentrar o suficiente para ouvir a conversa, mas a anjinha saiu de cena com um dos rapazes em direção a tigela de ponche, e o outro rapaz estendeu a mão, convidando Alice para dançar. Foi impossível não sentir aquela fúria dentro de mim e o desejo de acabar com a vida miserável dele. Ela era minha oras, deveria ser minha. Era a mim que ela chamava quando tinha pesadelos, e era eu que velava seu sono. Ele não tinha o direito, mas me forcei a lembrar que eu também não tinha o direito. Ela deveria ter a chance de ter uma vida normal. Eu não deveria intrometer.
Fechei as mãos em punhos e me encostei contra a parede, me controlando para não voar sobre o rapaz.
Alice's point of view
Eu conhecia Michael desde que havia chegado em Londres. Quando comecei a estudar em St. Candence ele estava de saída de St. Patrick. Ele é um rapaz muito agradável, apesar de às vezes exagerar e ser completamente idiota. Apesar disso eu gostava dele. Ele tinha os cabelos escuros lisos e muito bem arrumado com gel, seus olhos eram do mesmo castanho claro que os olhos de Tom, ele tinha o porte grande e atlético, como todos os outros caras da fraternidade. Ele estava fantasiado de cowboy, e isso me lembrou ele. Mas eu não me deixei abalar.
Michael estendeu a mão em minha direção e me convidou para dançar. Eu dei de ombros e aceitei. Ele era uma pessoa agradável, ainda mais quando bebia. É, sóbrio ele podia ser idiota quando bem entendesse. Quando chegamos ao meio do salão, ele me fez girar ao som de Good Charlotte, que era o que tocara desde que havíamos chegado. Eu girei e o salão girou junto comigo, e eu me deparei com ele. O mesmo a quem eu não me permitia pensar, nem mesmo no nome. Agora eu via o rosto, e uma vontade súbita de chorar veio aos meus olhos, e um nó se formou na minha garganta. Eu precisava deixá-lo de lado.
— Então, não tem cerveja aqui não? — eu ri olhando Michael.
— Não acha que é muito nova para beber? — ele me perguntou arqueando uma sobrancelha.
— Não acha que como um bom cavalheiro deveria me oferecer uma? —rimos e ele deu de ombros.
— Seu desejo é uma ordem. — ele disse, como os gênios das lâmpadas mágicas diziam nos desenhos, e eu ri.
Antes que a musica acabasse ele já havia voltado com dois copos de plástico vermelho e grande, cheio de cerveja. Me entregou um, eu dei um grande gole.
— É isso ai, esse é o espírito baixinha.
— Alice. — rosnei o olhando. — Me chame de Alice ou eu não vou atender.
Ele riu e levantou as mãos em defesa. Eu ri também. Eu era fraca para bebidas. Começamos a dançar, e cada vez que eu rodopiava, meus olhos cruzavam com os dele no salão. Ele me encarava, não muito feliz. Acredito que eu estava estragando sua festa, e me senti mal. Mas me senti bem ao mesmo tempo. Ele estragava todos os meus dias, a minha vida. Por que eu não poderia estragar a sua estúpida festa?
Os copos com cerveja foram e voltaram varias e varias vezes, e eu só notei que o tempo estava passando pelas musicas que trocavam constantemente. Estávamos em uma roda, eu, Tom, Izzie, Michael, Sara e um amigo de Michael que eu realmente não lembro o nome. Sean? Shanon? Eu não consigo lembrar. A certa altura da festa, quando ambas — eu e Izzie — já estávamos muito passadas, ela me abraçou. Me abraçou bem forte. "Bem vinda de volta aonde nunca devia ter se afastado" ela sussurrou para mim. Mesmo bêbada eu parei para pensa. Ela estava feliz porque eu estava feliz? Deus do céu, só estou realmente feliz, porque ele está totalmente miserável, encostado no canto perto das bombas de cereja.
Mas tudo bem. Não vou culpá-la por não me entender. Acho que não sou mais tão superficial quanto costumava ser.
— Copos vazios! — gritou Sarabeth elevando seu copo sobre a cabeça. O garoto, Sean ou Shanon, o que eu não sabia o nome, pegou o copo de minha amiga.
— Que tal wisk? — perguntou, mas não foi uma pergunta apenas para Sara, era para todos.
— Por favor! E energético. — ela pediu, e ele acentiu. Meu copo também estava vazio, e ele se ofereceu para buscar mais bebida para mim, mas eu recusei.
— Obrigada, mas eu não quero acabar vomitando por aqui. — sorri e me encaminhei para as bombas de cerveja. Um garoto que estava ali por perto me ajudou a encher meu copo, o que não adiantou muito.
Foi só eu me virar que dei de cara com ele. E lá se foi toda a minha cerveja. Toda entornada na fantasia ridícula de drácula dele.
— Droga! — falei vendo o liquido totalmente despejado na fantasia dele.
— Se estivesse menos bêbada teria me visto. — ele falou com raiva e eu o olhei, rolando os olhos.
Me lembrei de ter o cuidado de não olhá-lo diretamente nos olhos. Eu sabia que ele ainda tinha um certo efeito sobre mim.
— Se você estivesse mais bêbado talvez levasse na esportiva. — murmurei seca, colocando meu copo sobre a mesa. — Um grande desperdício de cerveja. — completei, e sai dali, esbarrando nele. Mas doeu mais em mim do que nele. Ele parecia duro como pedra.
Caminhei novamente para o meu grupo e de lá, me arrisquei a olhar por cima do ombro e a encará-lo. Ele ainda me olhava. E ele ainda estava com raiva de mim.
— Cadê sua bebida? — Michael perguntou assim que eu cheguei perto o suficiente deles para que sua voz pudesse ser ouvida. Eu sentia meus pés tremerem. A casa inteira tremia com a musica alta.
— Esbarrei em um rapaz e a bebida entornou toda. — falei dando de ombros e me forçando a desviar os olhos do olhar raivoso atrás de mim.
— Ah, mas não é festa sem bebida. Vou pegar algo pra você. — aquele tal de Sean ou Shanon falou, caminhando para longe de nós.
A conversa ao meu redor continuou, mas eu parei. A minha cabeça estava girando e eu sentia que ia cair no chão. Por alguma razão eu achei isso super engraçado e decidi rir. E eu ri, até que o garoto-que-eu-não-sei-o-nome voltou com a minha bebida, e eu tomei um gole grande dela, mesmo sem saber o que era. Eu ri de novo. Tudo começou a girar.
"E o disco continua tocando a mesma música antiga
Os caras
ficam me incomodando a noite toda"
— Vamos dançar! — Izzie gritou, jogando os braços para o ar e empurrando todos. Sarabeth sumiu mais uma vez com Shanon. Ou era Sean? Porque eu não lembro o nome dele? Droga.
— Vem, Alice. — Michael riu, e eu dei língua pra ele, mas aceitei sua mão e corri para a pista com ele. Dei mais alguns goles da minha bebida e vi tudo borrado.
Me segurei em Michael e o copo quase caiu da minha mão, ele me segurou pela cintura e me manteve de pé.
— Wow, acho que chega de bebidas para você por hoje. — ele riu, e eu juro que percebi a malicia na voz dele.
Fechei os olhos e encostei a testa em seu peito. Até de olhos fechados as coisas continuavam a girar. Eu sentia que ia cair, eu não conseguia raciocinar direito. As vozes estavam tão longe. Me forcei a abrir os olhos e o olhei.
— Não estou me sentindo bem. — falei torcendo a boca, e ele me calou. Ele me beijou. Do nada, ele simplesmente me beijou, com violência. E eu o empurrei, com todas as minhas forças.
— Que droga foi essa? — lutei para a minha voz sair, enquanto tudo ainda girava. — O que você colocou na minha bebida?
— Fica quietinha ok? — ele disse cínico, voltando a me agarrar com força e me prensando na parede.
— Me solta. — me debati em seus braços quando sua boca finalmente abandonou a minha. O que ele pensava que estava fazendo? Pelo amor de Deus, eu sou amiga do irmão dele, eu conheço ele há tanto tempo! — Michael me solta!
Eu podia sentir as lágrimas se formando nos meus olhos, e ele me empurrou com mais força ainda na parede. Estávamos em um lugar estratégico, escuro. Quem iria nos procurar por ali?
— Eu mandei você ficar quieta! — ele falou irritado e colocando a mão sobre a minha boca, de modo a abafar meus gritos e suplicas. Ele aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou. — Ou vai ser pior para você.
Michael voltou a beijar o meu pescoço e passou a mão livre pela minha coxa, entrando por debaixo da minha fantasia. Me debati em seus braços e deixei que as lágrimas escorressem livremente. Sua mão funcionou como um isolante perfeito sobre a minha boca, todos os gritos que eu dei a seguir foram abafados antes mesmo de deixarem meus lábios. Tentei lhe chutar, mas ele impediu o movimento.
— Você quer mesmo dificultar as coisas, não é mesmo? — perguntou colocando a mão livre no meu pescoço. Ele criou um nó — maior do que o que já existia ali — na minha garganta, fazendo com que ficasse difícil engolir. Tentei gritar mais, inútil. Era como se todos tivessem esquecido de mim. — Mais uma dessas e prometo que não serei nada gentil. — ele prometeu com um sorriso cínico nos lábios. Como se ele estivesse sendo gentil.
Ele ainda sorria, cínico, quando voltou a beijar meu pescoço, as mãos descendo pelo meu colo, passando sobre meus seios, e eu senti um puxão. E ele rasgou o top da minha fantasia. Fechei os olhos. Eu não conseguia fazer nada. Nada a não ser gritar abafado por sua grande mão, chorar e esperar que tudo acabasse. Ou que alguém me salvasse. Mas não, ninguém nem lembrava da existência de Mary Alice Brandon naquela festa. Por que lembrariam certo? Eu sou só uma garota dentro dos padrões, e em breve serei só mais uma estatística ambulante.
"Disse (ah-ha ah-ha)
Deixe suas mãos longe da minha
garota
Deixe suas mãos longe da minha garota"
E foi ao que me vi livre. E foi ai que eu não senti mais Michael grudado em mim. E eu podia respirar de novo, e eu podia falar de novo. Mas tudo que eu fiz foi abrir os olhos e chorar.
Michael estava no chão e parado bem ao meu lado estava ele. Raivoso, a fúria saia de seus olhos negros. Seu peito subia e descia rapidamente. Ele apontou para Michael caído no chão, que agora sangrava. Desejei para que tivesse quebrado o nariz.
— Nunca mais chegue um centímetro se quer perto de Alice! — ele ordenou, segurando firme a minha mão e me puxando dali.
Com a mão livre eu cobri o rasgo em minha fantasia e me apressei para alcançar os passos dele. Eu não via muita coisa, minha visão estava perturbada pelas lágrimas, mas de alguma maneira eu não sentia mais o pânico que eu sentia antes, eu não sentia mais medo. Eu me sentia segura com ele. Quando dei por mim, eu já havia saído da casa, aos trôpegos, visto que eu não conseguia enxergar direito o caminho. Mas eu estava fora. E o ar ali parecia ser muito melhor.
— Aqui. — ele disse jogando a capa de sua fantasia longe e tirando o paletó, me entregando ele. — Vista. — ordenou com raiva, e eu percebi que ele olhava por cima da minha cabeça para a porta da casa. Talvez estivesse arrependido de ser acusado por lesão corporal para salvar a mim. Logo a mim. Ele nem se quer gosta de mim.
-
-
-
N/A: HOHO³ o próximo cap eu achei tão fofo. E ele é toooooodo no POV do Jazz \o/ então vamos lá eu acho que mereço, no mínimo, umas 11 reviews para o próximo capitulo, certo? Bem, eu erealmente estive pensando em postar segunda e sexta \o/e well, se eu tiver 11 reviews até quinta, eu posto o cap na quinta (pq eu vou viajar sexat e volto só domingo) se não, infelizmente o cap 14 só no domingo '-' sorry, mas pra onde eu vou, não tem net ¬¬ (fimdomundoéfoda)
Becca Donnely, nunca mais me deixe, eu quase chorei (melodramática) OASKAOSKAOSK. Seio, amo reviews *-* ahh cara, eu quis fazer dessa fic um meio que Twilight saga para o Jazz e pra Ali, mas do MEU ponto de vista, como EU queria que as coisas tivessem acontecido :B eu me sinto meio Stephanie Myer quando escrevo isso (não chego nem pert dela u.u). Em fim, o cap está ai, o proximo é fofo *-* (pelo menos é o meu favorito) e eu realmente espero que você goste. Tudo por vocês 3.
Babisy, sinto, ele não estava vendo não. As vezes eu me apego a detalhes futuristas e acabo esquecendo de coisas que poderiam ser legais '-' mas espero que goste do desenrolar :D
Jully, é, mas pode apostar que o jasper vai descobrir logo logo que ela está muito mal. :D e, ahh cara esse capitulo foi meio terrível, até a musica foi ruim '-' OASKOAKSOAKSAOSK, prometo compensar. POR FAVOR, não coma sua mãe. Os caps já estão aqui. Se você comer ela como vai me deixar feliz com uma review? '-' e.. e.. eu também acho sexy o Jasper ter cicatrizes, é um dos pontos que eu mais gosto enle *-* e sim, ele vai mostrar pra ela, e vai contar toda historia, mas como ela vai fazer pra ele contar a verdade eu não vou falar, vai ter que esperar pra ver. ;)
Senti falta da, Allyson M. Black, LPM3 e da mmmbenevides no capitulo passado. Espero que seja a falta de tempo e não coisas piores. :D
xo . xo
Bih.
