N/A: leiam ouvindo Wonderwall – Oasis (a musica que deu origem a essa fic) *-----* (.com/watch?v=6hzrDeceEKc). Mesmo esqueminha de sempre, digita w w w . y o u t u b e . (cole o link acima) e emocione-se *-*
Os: as fantasias estão no meu perfil. Fiz o melhor que pude, mas nada saiu como eu realmente queria. .___.
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QUATORZE – WONDERWALL
(Muro das maravilhas)
Jasper's point of view
Estava ainda parado em meu canto. Cheirando a cerveja. Vendo Alice ser arrastada por aquele ser desprezível, aquele troglodita, aquele... Ok Jasper, acalme-se ou você vai fazer alguma besteira. Lembre-se: não interfira na vida de Alice.
Repeti o mantra algumas vezes, de olhos fechados, e quando os abri novamente não achei ela. Eu não iria interferir na vida dela, só iria cuidar para que ela saísse viva dessa festa esta noite. Eu não podia ficar com ela, o que não significa que eu não poderia protegê-la. Ela precisa de mim, humanos bêbados podem ser muito vulneráveis. Olhei por cima de toda a festa e não a encontrei. E eu não podia ler mente para tentar encontrá-la. Tudo que eu podia usar eram as emoções ao meu redor. O que os humanos costumam sentir em festas? Alegria? Empolgação? Euforia? Atração?
Fechei os olhos e me concentrei o máximo que a preocupação deixava. E os sentimentos foram passando. Alegria, euforia, atração, desejo, felicidade, agitação, animação, perversão... Tudo tinha naquela festa, mas nenhum sentimento em particular me fez sentir como se pudesse ser Alice. Até que eu senti. Algo que não se sente em uma festa. Não normalmente. Medo, pânico, horror. Não era uma sensação espalhada, como se viesse de varias pessoas, era algo concentrado, vindo de apenas uma. Comecei a caminhar pelas pessoas, esbarrando em varias que reclamavam quando eu o fazia. A sensação ia crescendo dentro de mim, eu via o pânico e o medo, e o terror e horror. E eu sentia o que ela estava sentindo. Eu sabia que era ela, só podia ser ela. Ela era a única que me fazia sentir seus sentimentos com tamanha intensidade. Sai do meio da pista de dança e me deparei com uma parte mais escura. Os canhões de luzes não alcançavam ali, a escada criava uma sombra. Levei algumas cotovelas — não que isso tenha me incomodado — das pessoas que dançavam próximas a sombra. Elas pareciam atraídas pela luz, ninguém queria ficar longe dela.
E ai eu vi. Claro como água, porque você sabe, a nossa visão é muito melhor do que a de um humano. Ela estava lá, apavorado, amedrontada, impedida de falar ou se mover. E ele estava lá, aquele ser desprazível, suas mãos por todo o seu corpo. E aquilo ferveu dentro de mim. A fúria me subiu a cabeça, e eu não consegui controlar os tremores do meu corpo. E eu fui pra cima dele. A idéia inicial era acabar com ele, quebrar seu pescoço. Mas eu não poderia fazer isso, no instante eu nem pensava que isso poderia custar a minha existência, eu só pensava no trauma emocional que causaria a pequena que eu tanto... Amava.
"Existem muitas coisas que eu gostaria de dizer para você,
Mas eu não sei como...
Porque talvez,
Você vai ser aquela que me salva...
E no final das contas,
Você é o meu muro de maravilhas"
Então eu mudei de plano. Não que eu estivesse vendo muita coisa a minha frente. Tudo que eu sei é que meu punho foi de encontro ao rosto dele, e que eu usei o mínimo de força possível, mas que mesmo assim quebrou o nariz dele. E dessa vez o cheiro de sangue não me incomodou. Baratas não deveriam ter sangue.
Ela ainda soluçava baixinho, talvez com medo de abrir os olhos. E eu encarava aquele ser — porque ele não merecia o titulo de pessoa ou humano — caído no chão. Algumas pessoas nos olharam, com as bocas abertas em um O, e uma garota se ajoelhou ao lado dele. Ele me olhava com raiva. Eu não consegui controlar mais nada. Até respirar, que era apenas um habito, estava difícil. Meu peito subia e descia rápido e irregular, e eu não consegui conter as palavras.
— Nunca mais chegue um centímetro se quer perto de Alice! — ordenei e agarrei firmemente a mão de Alice.
Com a mão livre ela cobriu o enorme rasgo que, provavelmente, ele havia feito em sua fantasia. Eu a puxei para fora daquela festa. A idéia de matá-lo ainda estava na minha cabeça, e eu tinha vontade de fazer isso. Ele não merecia viver. Ele não dava valor a isso. Mas eu não podia fazer isso. Não com Alice, tão frágil Alice. Eu não poderia abandoná-la para ir matá-lo. Ela precisava de mim agora. Talvez em uma outra oportunidade. Eu não esquecerei o rosto dele. Chegamos ao lado de fora e passamos pelo portão.
— Aqui. — disse com frieza, sem poder controlar meu tom. Arranquei a capa da ridícula fantasia que eu usava e tirei o paletó entregando a ela. — Vista. — ordenei com raiva. Eu queria tanto ver ele sem vida. Eu precisava disso. Precisava vingá-la. Mas não podia deixá-la. Olhei por cima dela para a porta da casa, esperando que ele viesse atrás de mim e eu tivesse uma chance de enfrentá-lo mais uma vez. Mas isso não aconteceu.
Fechei os olhos e respirei fundo, tentando me recompor para poder tratar Alice da maneira que ela precisava. Eu nem havia parado para reparar se ela estava machucada. Digo fisicamente, pois emocionalmente eu sabia o quanto ela estava abalada, mesmo que eu tentasse acalmá-la com meu poder. Eu não sentia cheiro de sangue, pelo menos não do dela, então ela não deveria estar machucada. Mas ela estava em silencio. Ela não parecia o tipo de garota que ficava muito tempo em silencio. A olhei e vi que ela encarava os próprios pés.
— Você está bem? — perguntei colocando o indicador sob seu queixo e erguendo seu rosto, fazendo seu olhar se encontrar com o meu.
— Defina bem. — ela pediu baixinho, com uma voz embargada.
— Ele machucou você? — soltei seu rosto, mas sustentei seu olhar. Ela balançou a cabeça negativamente.
Silencio. Mais uma vez. E então soluços.
— Obr.. Obrigado por ter me salvado. — ela sussurrou entre lagrimas, e eu senti meu coração, há tanto tempo parado, se apertar.
—Não precisa me agradecer, eu fiz o que qualquer um que tenha bom senso faria. — respondi, mas não pensei que isso iria causar o choro dela.
Seu corpo pequeno e delicado, um corpo de fada, se chocou ao chão. Ela ficou ali, sentada sobre as panturrilhas por alguns segundos, até encostar a cabeça no muro de pedras atrás dela.
— Por que você se importa se nem mesmo gosta de mim? — ela perguntou entre lagrimas e eu me abaixei ao seu lado.
— Você não vê? O problema de tudo é isso. Eu gosto de você, mas não deveria... Gostar. — falei a olhando, ela apertou os braços em volta do corpo frágil e fungou.
— Por que não? Eu não sou tão frágil assim, eu posso agüentar isso. — ela falou sem me olhar. Ela parecia ter medo de me olhar.
Eu ri. Era engraçado vê-la dizer que não era frágil quando eu a via totalmente partida, e quando ela dizia isso perto de mim. Logo de mim, eu que posso quebrá-la ao meio, eu que posso pretender lhe fazer carinho e esmagar seu crânio.
— Oh pequena, você não entende o quão frágil você é para mim. — falei afagando sua bochecha com cuidado. — Isso é errado, e eu não deveria fazer isso, mas... — deixei as palavras no ar. Eu não poderia explicar para ela o que eu era, e eu não queria colocá-la em perigo eminente. Mas é como eu disse, você pode viver sem algo que nunca teve, mas não pode viver sem algo que já teve. Que já ama.
— Mas? — ela me olhou com esperança, e soltou um soluço. Quando fiz mensão de tirar minha mão de seu rosto ela colocou a mão sobre a minha. A pele rosa, quente. A mão pequena e delicada. O sangue passando por suas veias.
Seu cheiro me invadiu mais uma vez. E foi descendo como ferro quente pela minha garganta. E aquilo doeu. Mas eu acho que não conseguiria viver sem essa dor. Não mais. Não depois de ficar perto dela. Não depois de querê-la tanto quanto eu quero.
— Mas eu estou desistindo. — confessei de cabeça baixa. Parei por uns instantes, derrotado, e a olhei de novo. — Eu não consigo ficar longe de você, por mais que eu tente ou por mais que eu minta para você e para mim. Eu não posso... Ficar longe de você. De alguma maneira, você está me salvando. — eu confidenciei. E ela riu. Uma risada gostosa, ainda que soasse um pouco triste.
— Você está me salvando. — o sorriso saiu de seu rosto, mas seus olhos, vermelhos e úmidos de lágrimas, emitiam um brilho alegre.
Ela suspirou, algo como um gemido de dor.
— Droga, eu sabia. Ele machucou você. — me levantei e estendi a mão para que ela se levantasse também. — Vou levá-la ao hospital.
— Não, não. Não precisa fazer isso. Ele não me machucou. Bem, não mais do que você viu. — ela sorriu de canto, um sorriso triste. — Minhas pernas doem. Essa não é uma posição confortável. — ela admitiu, corando levemente.
Alice segurou minha mão e se levantou. O corpo próximo ao meu. Não pude fazer mais nada se não encarar sua mão envolta na minha. Veludo contra mármore, fogo contra gelo, vivo contra morto. Isso ia contra as leis da física e contra qualquer ciência. Mas era o que era. Eu a amava, e não tinha nada no mundo que me faria ficar longe dela. Mesmo que ela dissesse que não me amava, eu ainda estaria em cada sombra cuidando para que ela ficasse segura.
— Eu sou tão estupidamente pequena. — ela murmurou, e foi quando eu percebi que ela também observava nossas mãos.
— Você é linda, pequena. — desviei o olhar de nossas mãos e encarei seu perfil.
— Odeio que me chamem de pequena. — ela disse, encontrando meu olhar. — Mas você pode.
— Eu posso? — perguntei curioso e divertido.
— Sim, pode. — ela sorriu. —Vindo de você soa... Carinhoso. — ela corou mais ainda.
Com a mão livre trouxe-a mais para perto e beijei-lhe demorado o topo da cabeça. Ela colocou a mão em meu pulso e quando eu me afastei vi que ela havia fechado os olhos. Abriu-os bem devagar.
— Acho que vou procurar Izzie e Tom, e Sara. Acho que eu deveria ir embora.
— Não vou deixá-la voltar para lá. — falei bravo, segurando firme sua mão. — Eu a levo para casa.
— Não posso. Meus amigos, vão me procurar por toda a festa. — ela falou preocupada e soltou minha mão, em seguida olhando-as separadas. Acho que ela se arrependeu de fazer isso.
— Acho que eles já devem estar sabendo do incidente. Acredite, eles ficarão bem. Permita-me que a leve até em casa. — pedi, lhe encarando. — Aliás, você não esta bem para andar por essa festa atrás de seus amigos. E se ele a encontrar.
Me arrependi do que falei assim que as palavras saíram de minha boca. O pânico voltou ao corpo dela e ela me olhou assustada.
— Vai ficar tudo bem Alice. — prometi e ela balançou a cabeça positivamente.
— Tudo bem. — ela falou.
Me acompanhou até onde o meu carro havia ficado e eu abri a porta para ela. Fechei a porta e no mesmo instante já estava entrando no meu carro. Ela não iria notar a rapidez, e se notasse teria sempre a desculpa de que ela estava bêbada.
— Você.. Como.. — ela olhou da porta para mim abestalhada. — Você estava aqui a um segundo atrás. — murmurou.
—Você está.. Uhm.. Longe. — tentei uma palavra melhor do que bêbada. — Seus reflexos estão lentos.
Ela fez uma careta, mas em seguida deu de ombros. Afivelou o cinto e se recostou nos bancos de couro preto do corvette, fechando os olhos. Liguei o aquecedor e o radio, dando a partida em seguida.
— Oasis. — ela identificou apenas pelo violão no inicio. Eu sorri. — Eu adoro Oasis. — ela também sorriu.
— Eu também.
— Gosta de musica? — ela perguntou me olhando, curiosa. Lhe lancei um rápido olhar e ponderei por instantes.
— Bastante. E filmes também, e alguns livros. Digamos que eu tenho muito tempo livre, e são eles que preenchem esse tempo. — a olhei novamente e sorri.
Ela sorriu cansada e fechou os olhos.
— Porque você não dorme um pouco? A viagem é longa, e seja o que colocaram na sua bebida, se colocaram, deve estar lhe tomando muita energia.
— Talvez eu o faça. — ela disse de olhos fechados, arrastando a voz para fora da boca.
Alice virou o rosto para a janela do carro e ficou em silencio alguns instantes. Eu sentia a calma e a serenidade ali dentro. E eu sabia que não era eu quem a estava causando.
— Você está indo tão rápido. — ela falou, virando o rosto novamente para mim.
Olhei-a com o canto dos olhos.
— Está com medo? Quer que eu diminua? — pedi, apreensivo. Se eu diminuísse a velocidade demoraríamos mais para chegar, eu teria mais tempo com ela. Mas se demorássemos a chegar, isso significa que ela demoraria mais a estar segura.
— Não. — ela quase gritou. Quer dizer, elevou a voz o máximo que a sonolência que se estabelecia em seu corpo, permitia. — Eu gosto de velocidade. Da uma sensação de liberdade. De se entregar aos instintos. É bom.
Ela sorriu de canto e eu sorri também. Foi inevitável. Ela surtia um efeito diferente em mim. Eu não sei porque, mas todos os sentimentos dela.. Em vez d'eu apenas saber o que ela sentia, eu sentia junto dela. Era estranho, visto que ninguém nunca me fez sentir dessa maneira. Ela me fazia tão bem e eu me senti mal por colocá-la em perigo, ao desistir de tentar esquecê-la. Mas o problema agora não eram os Vulturi virem atrás dela, da minha sede pelo seu sangue. O problema agora, era a vontade louca que eu tinha de ficar com ela, e somente com ela. O problema era o que eu iria pedir para ela abrir mão; sua família, seus amigos, uma vida normal, um velhice. Eu não acredito que tenha forças o suficiente para lhe pedir que faça isso. Mas não acredito que conseguiria deixá-la quando chegasse a hora de partir de Londres.
— Está bravo? — ouvi a voz melodiosa sussurrar para mim.
— Eu? — me fiz de desentendido, enquanto parava em uma sinaleira. — Não, não estou. Por que a pergunta?
Ela mordeu o lábio inferior e me olhou por alguns instantes, corando de leve.
— Seu rosto. Está serio, pensativo. O que aconteceu? — ela perguntou e bocejou em seguida. O cansaço tomava conta dela.
Eu ri, quando a vi esconder o bocejo. E eu quis poder vê-la dormir. Sentir o que ela sentia, as sensações boas de quando sonhava. Eu não me lembro de como os sonhos me faziam sentir.
— Acho que você deveria dormir um pouco. A viagem é realmente longa. — propus com um sorriso, enquanto acelerava pelo sinal esverdeado.
— Não quero dormir. Quem ira mantê-lo acordado com perguntas idiotas? — ela riu, e seus olhos cor de esmeralda lampejaram.
Fiquei fascinado pelos breves instantes em que eles ficaram abertos. Ela se rendia fácil, e fechava os olhos na hora de falar. Talvez assim poupasse energia.
— Acredite. Não vou dormir. — lhe garanti e ela sorriu de leve. Fez-se alguns minutos de silêncio, e quando eu achei que ela havia pegado no sono, ela tornou a falar.
— Por que dormir para sonhar com você, quando está logo aqui do meu lado? — seus olhos não se abriam, ela não me encarou. Ela continuou imóvel no banco, encolhida dentro do paletó.
— Prometo que vou ficar aqui. — falei na intenção de que ela não ouvisse. Mas ela ouviu.
Alice virou o corpo em minha direção e encostou a cabeça no encosto, seus grandes olhos esmeralda me encararam sonolentamente e ela sorriu. Sorriu livre.
— Obrigada. — e tornou a fechar, deixando que o sono lhe buscasse.
A viagem de volta para Londres não demorou. Não mais do que um carro viajando a 60 km/h. Sim, eu diminui a velocidade, bastante. Mas você me julgaria por querer ficar apenas mais um pouco com Alice?
Passava das cinco e quinze da manhã quando estacionei o Corvette em frente ao prédio de numero 31 em River Lane. Alice ainda dormia, e decide que seria crueldade acordá-la aquela altura. Principalmente visto que não havia motivos para fazê-lo quando eu poderia simplesmente usar a chave que elas escondiam debaixo do capacho para entrar na casa. Humanos são criaturas tão pouco criativas.
Sai do carro tentando fazer o mínimo de barulho possível e caminhei até a porta do carona. Abri-a e tomei Alice nos braços. Ela murmurou algo, inconsciente, e lançou um braço no meu ombro. A outra mão usou para coçar os olhos.
— Onde estamos? — perguntou em um fio de voz, que eu ouvi perfeitamente.
— Na sua casa. — informei enquanto subia as escadas.
Ela protestou com alguns gemidos e então tornou a falar.
— Você pode me colocar no chão. — disse firme, mas com a voz ainda baixinha.
— Você consegue andar? — perguntei, tentando adiar deixá-la. As batidas do seu coração contra o meu peito me animavam. Era como se eu estivesse vivo também. Sentir sua pele quente, seu aroma. Tudo me fazia bem no momento, e não mau.
— Claro que sim. — ela murmurou irritada. Talvez pelo fato de ter duvidado que pudesse andar. Eu realmente não queria acreditar que era pelo fato de que eu a carregava.
Chegamos ao seu andar e eu a coloquei no chão. Ela ficou parada alguns instantes com a mão na testa, como se fosse cair a qualquer momento.
— Não foi uma idéia tão genial assim. — ela comentou, enquanto dava alguns passos cautelosos. Eu a acompanhei.
— Quer que eu a pegue de novo? — perguntei, com medo de vê-la cair.
— Não. — ela murmurou, abaixando-se para pegar a chave sob o capacho. Quando levantou-se quase caiu devido ao movimento brusco, e eu a segurei. Acho que com força de mais. Ela fez cara de dor.
Espero que não tenha a machucado.
— Desculpe. — pedi observando-a se equilibrar novamente.
— Tudo bem. Acho que ia escorregar de suas mãos. — ela sorriu. — Preciso entrar, Cynthia deve estar preocupada. — informou com tristeza.
— Sim, deve estar. — concenti, me virando para as escadas.
— Espere. — ela pediu, emanando esperança. — Promete que vai voltar? Que podemos ser amigos?
Me virei para encará-la, e seus olhos esmeralda me olhavam com brilho. Um brilho sem igual. Como resistir a um pedido daqueles? Como resistir quando eu não queria resistir? Sorri de leve.
— Prometo. — ela respirou fundo e alargou o sorriso.
— Nos vemos por ai, amigo.
— Nos vemos pequena. — ela sorriu mais uma vez e virou-se para a porta. Abriu-a com exatidão e entrou. E eu fiquei ali, ainda por alguns segundos, observando-a.
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N/A: agora que eu lembrei de dizer uma coisa. Para quem ama POV Jasper, e eles vampiros, eu escrevo Yellow aqui no fanfiction também, e assim, tem bastante Jasper por lá e cenas quentes e cutes também.. quem quiser, tem o link no meu perfil (lógico) e... é, acho que é só. Obrigada pelas reviews e não podem me chutar por não haver beijo. /memateiagora
Rocks, ahhh muito obrigada shubs. De verdade *-* espero vê-la aqui mais vezes.
Becca Donnely, eu prefiro ler fics Alisper pq isso não é tão explicito no livro.. Para ler Beward eu leio os livros *-* claro claro, lendo Eclipse pela terceira vez. u.u Chego nada perto da Steph (apesar de quando ter lido BD ter pensando que era uma pegadinha e que aquilo era um fanfic u.u) anyway, esqueci o que mais ia falar. :D
Babisy, OMJ! OMJ! Oh My Jasper... Acalme-se *-* respire fundo e me chute porque não teve beijo '-'
Jully, eu fico hiperativa quando leio suas reviews (vira do avesso) vomitou? O_O nossa, acho que a minha fic está deixando vocês doentes, talvez devesse suspende-la.. :T OAKSAOKSOAKSAOSK. Ahh, Jasper é melhor que Edward. Ok, eu amo realmente o Edward *-* mas eu tendo a me apaixonar por tudo que não me e esclarecido (vide personagens omitidos) e o Jazz com aquelas cicatrizes *-* Deus do céu. Ahh, não me mate ou morra pq não teve beijo. Mas voce4s sabem de quanto autocontrole é necessário para isso, e o Jazz é meio novo nisso. Mas prometo cenas fortes nos próximos capítulos. HOHO³ eu nem tinha visto isso. Quem sabe porque são tão poucas Jasper/Alice que me agradam... Mas hey, TODO GAROTO TEM também tem várias reviews, fora que Alice adolescente aos 30 anos, e Jasper senhor Anexo Grande é muito hilário. Se não lê deveria ler, você vai morrer de rir, prometo! :B
Senti falta da, Allyson M. Black e da mmmbenevides no capitulo passado. Espero que seja a falta de tempo e não coisas piores. :D
Até terça (?).
xo . xo
Bih.
