N/A: leiam ouvindo Sinceramente – Cachorro Grande (.com/watch?v=54meHV7qfDk). Mesmo esqueminha de sempre, digita w w w . y o u t u b e . (cole o link acima) e emocione-se *-*

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DEZESSETE CONVERSAS A MEIA-NOITE

Jasper's point of view

Eu estava sentado na poltrona do quarto de Alice, lendo sua mais nova aquisição literária, Vampire's Academy. De verdade, ela gostava mesmo tanto assim de vampiros ou era o romance impossível que a atraia? Eu também havia visto uma copia de "Cidade dos Anjos" ao lado de seu computador. Eu nunca assisti ao filme, mas sabia que se tratava de um amor entre um anjo e uma humana. Ironia pouca é desgraça.

Alice estava no banheiro, terminando seu banho, e o único som no quarto era a televisão, que exibia um reality show idiota sobre moda. Os ânimos na casa não eram os melhores. A irmã de Alice insistia que era impossível ela estar tão feliz assim de verdade, e Alice insistia em questionar o porque de não poder estar feliz.

— Agora você vai me contar a historia da sua cicatriz? — ela perguntou parada na porta do banheiro, vestindo uma camisola de seda lilás que batia um pouco abaixo da metade das coxas.

"Você é o segredo que eu vou desvendar. Você acertou o pulo quando me encontrou, acertou o pulo quando me encontrou, e então o nosso mundo girou."

Parei um instante observando-a andar pelo quarto na minha direção. Um andar de fada. Como era possível uma criatura tão perfeita me amar?

— Quer mesmo saber a minha historia? — perguntei me levantando, e ela parou bem a minha frente, com um sorriso aberto nos lábios.

—Sem segredos, lembra?

—Só não quero lhe assustar. — confessei, a observando ponderar por um minuto.

— Não vejo nada em você que possa vir a me assustar. — ela falou sincera, tentando controlar suas emoções, dando de ombros.

Sorri de canto. Abri o zíper do casaco que usava e o tirei, ficando apenas com a camiseta branca de mangas, deixando que as cicatrizes em meus braços ficassem visíveis para a garota a minha frente.

— São... Tantas... — ela murmurou, realmente surpresa. Alice corou de leve e perguntou, olhando as cicatrizes. — Parece que foram dolorosas. Você tem mais? — evitou olhar-me nos olhos. Sorri de novo quando vi o tom rosado de suas bochechas.

— Você quer ver?

Ela acentiu fraco com a cabeça, e eu tirei a camiseta. Não que as cicatrizes no meu peito e nas costas fossem maioria, mas ela continuava surpresa.

—Não te assusta? — perguntei curioso. Eu, se fosse ela, ficaria assustado.

— Não. — disse com sinceridade pura. Ela andou em volta de mim, e pude sentir seus dedos traçando algumas marcas nas minhas costas. Toda vez que sua pele quente encostava na minha fria, era como se eu estivesse vivo de novo. — Elas significam que você não teve medo. Você foi e você lutou. E você voltou. Você não teve medo. E eu admiro isso, não temo. — ela tornou a minha frente, sorrindo o sorriso mais lindo que eu podia pedir. — Como as ganhou?

"Você ficou e a noite veio nos trazer a escuridão, e ai então eu abri meu coração, porque nada é em vão."

— É uma longa historia.

— Eu tenho tempo. — ela ainda sorria, analisando as marcas em meu corpo.

— Promete me contar a sua depois?

— Prometo. — ela jurou solenemente, o que me fez rir. E note-se, eu não sou uma pessoa que ri com facilidade. — Você as ganhou antes ou depois de se tornar um... Bem.. Um vampiro. — ela ficou embaraçada por usar a palavra, talvez ainda não estivesse acostumada.

— Depois. São marcas de mordidas, marcas de guerra. — expliquei. Eu realmente não queria lhe assustar com as historia da guerra. Optei por contar o mais básico de todos. — Veja bem, nem sempre eu fiz parte da família de Carlisle. Eu pertencia a um tipo diferente de família. — ela acentiu com a cabeça, em silencio. Seus olhos passavam pelas cicatrizes. — Eu nasci em 1843, no Texas, com o nome de Jasper Whitlock. Quando tinha 17 anos menti minha idade para os soldados e entrei para o exército confederado, permanecendo lá por três anos. Minha carreira no exército foi curta, mas promissora, fui o Major mais novo do Texas, embora não admitisse minha verdadeira idade. Na primeira batalha de Glaveston, fui encarregado de evacuar as mulheres e as crianças da cidade, quando chegaram ao porto navios de guerra da União. Levei um dia para prepará-los, depois sai com a primeira coluna de civis e os levei para Huston. — Alice prestava plena atenção na minha historia, e eu continuei. Ela merecia saber quem eu era.

— Depois de ter certeza que todos estavam bem, peguei um cavalo para voltar para Glaveston. A apenas um quilometro e meio da cidade eu encontrei três mulheres a pé. Imaginei que estivessem perdidas, então logo parei para lhes oferecer ajuda. Quando desci do cavalo e pude ver seus rostos pela fraca luz da lua, elas definitivamente eram as três mulheres mais belas que eu já vira. Elas eram novas o bastante para que fossem chamadas de meninas. Logo percebi que não eram membros perdidos do nosso grupo. Eu me lembraria delas.

"Ele está sem fala" disse a mais alta numa linda voz delicada. Tinha cabelos louros e pele branca como a neve.

A outra era ainda mais loura e a pele igualmente branca como giz. Seu rosto era de anjo. Ela se inclinou para mim com os olhos semicerrados e respirou fundo. "Hmmm", suspirou. "Adorável."

A mais baixa, a morena, pos a mão no braço da garota e falou bem rápido. Sua voz era suave e musical demais para ser áspera, mas parecia ser esta a intenção dela. "Concentre-se, Nettie", disse ela.

Sempre percebi com facilidade a relação entre as pessoas, e de pronto ficou claro que a morena tinha alguma autoridade sobre as outras. Se fossem militares, eu diria que ela era de patente superior.

"Ele parece perfeito — jovem, forte, um oficial..." A morena parou e tentei falar, sem sucesso. "E há algo mais, está sentindo?", perguntou ela as outras duas. "Ele é... convincente."

"Ah, sim", concordou rapidamente Nettie, inclinando-se para mim de novo.

"Paciência", alertou a morena. "Não quero perder este."

Nettie franziu o cenho, parecia irritada.

"É melhor fazer isso, Maria", falou a loura mais alta de novo. "Se ele é importante para você. Eu mato mais vezes mais do que os mantenho vivos."

"Sim, eu vou fazer isso", concordou Maria. "Eu gosto mesmo deste. Tire Nettie daqui, sim? Não quero ter de proteger minhas costas enquanto tento me concentrar."

Parei a historia. Estava sentindo o nervosismo de Alice, e a medido que a historia continuava, o nervosismos aumentava.

— Tudo bem? — perguntei, direcionando meu olhar para ela. Estávamos sentados sobre a sua cama.

— Eu... Não sou muito fã de historias de suspense. — ela me olhou com um meio sorriso, o que me fez rir.

— Desculpe, acho que posso editar isso para você. — ela sorriu calidamente, e eu continuei. — Três dias depois, descobri o nome das três garotas. Maria, Nettie e Lucy. Maria havia as recrutado, pois queria seu território de volta. — Alice me olhou confusa, e percebi que havia faltado uma parte da explicação. — No sul, as guerras entre vampiros são constantes. Eles descobriram que se dominassem uma cidade, poderiam se alimentar com mais freqüência, sem serem descobertos. E as guerras começaram, pelo domínio dos territórios. Vampiros recém criados são mais fortes em seu primeiro ano de vida. Mais fortes do que qualquer outro vampiro. E Maria estava criando um super exercito de recém criados. Depois que as primeira guerras saíram do controle, e os Vulturis tiveram de intervir, eles passaram a temer, e a guerrear mais ocultamente. Eu tinha mais potencial. Me sai melhor no combate, era mais ágil, e fui o único do seu primeiro exercito a sobreviver os dezoito primeiros meses. Fui encarregado de cuidar dos recém criados, de treiná-los. Nós tínhamos sempre, no mínimo, meia dúzia de recém-criados. Quando a força dos novos vampiros estava acabando, eles já não eram muito úteis, e se não morriam na guerra, nós mesmos dispúnhamos deles.

Décadas depois, fiz amizade com um recém-criado, seu nome era Peter. Eu gostava dele, ele era... Civilizado. Sobreviveu aos três primeiros anos, e continuou a ser útil. Foi designado para lidar com os recém-criados. Ele era como a babá deles. E então chegou a época de cuidar dos expurgos mais uma vez. Os recém-criados estavam perdendo a força, deviam ser substituídos. Eu e Peter fomos encarregados de dispor deles. Nos os levamos para ter uma conversa em particular, um por um... Sempre era uma noite longa. Peter tentou me convencer de que alguns tinham potencial, mas Maria mandou nos livrarmos de todos, então eu disse não.

Quando chamei o próximo recém-criado, era uma mulher, Charlotte. Os sentimentos de Peter mudaram quando ela entrou em seu campo de visão, ele os deixou vir a tona. Gritou para que ela corresse e disparou atrás dela. Eu podia tê-los perseguido, mas não o fiz. Senti... Que não queria destruí-lo.

Cinco anos depois Peter veio até mim, ocultamente. Não teria chegado em uma hora melhor. Eu estava cada vez mais enterrado na minha.. Uhm.. Depressão. Peter me contou sobre sua vida com Charlotte, contou-me alternativas com as quais jamais sonhei. Maria havia nos dito que aquela era a única maneira de viver, e nós acreditávamos. Ele contou que no Norte, os vampiros eram mais civilizados, eles coexistiam sem violência constante. Com a conversa ele me convenceu a partir com ele. Deixar Maria não foi tão difícil. Fui seu companheiro por muito tempo, mas quando você vive para a guerra, o sangue, as relações que forma são tênues e se rompem facilmente.

Viajei com Peter e Charlotte por alguns anos, conhecendo esse novo mundo, mais pacifico. Mas a depressão não desaparecia. Eu não entendia o que havia de errado comigo, até que Peter percebeu que eu ficava pior depois que caçava. Pensei no assunto e tentei me alimentar com menos freqüência, mas a sede sempre era maior e eu acabava cedendo. Era pior pra mim, porque eu podia sentir tudo que minha presa sentia, eu vivia as emoções dela enquanto as matava.

Senti Alice estremecer ao meu lado, e me apressei para terminar a história.

— Eu estava na Filadélfia quando encontrei Carlisle e sua família. Eles me apresentaram uma outra maneira de viver. Uma alternativa na qual eu não precisava viver as emoções de morrer varias e varias vezes.

— E a depressão foi embora? — ela perguntou olhando o vazio. Como se medita-se sobre o que eu havia acabado de contar.

— Basicamente. Mas a esperança só veio a pouco tempo. — confessei sorrindo, e ela me olhou confusa, buscando em sua memória qualquer menção que eu fiz aquilo.

— Esperança?

— Só voltei a sentir esperança quando eu a vi naquela torteria. Quando você corou. Tudo fez sentido. Eu me sinto tão humano perto de você.

Ela sorriu e me encarou docemente.

— Você é humano.

Ficamos em silêncio por algum tempo, quando terminei de contar minha historia.

— Como era sua relação com Maria? — ela perguntou com a cabeça apoiada no meu peito. A essa altura já estávamos deitados na cama, e era a primeira vez que ela fazia uma pergunta.

— Minha relação com Maria? — perguntei em um riso. Se é que aquilo era algum tipo de relação. — A nossa relação se baseava na guerra, Alice. Na guerra e no sexo, nada mais. Depois de um tempo eu passei a me sentir mal por sentir o que minhas vitimas sentiam. O medo não me excitava mais. Mas ela nunca se cansou.

— Se... Se ela.. — ela exitou um pouco, pensou e depois tornou a perguntar. — Se ela tivesse mudado, como você, vocês ainda estariam juntos? — ela elevou os olhos para me olhar, e eu a olhei.

— Não acredito. Eu não... Eu não acho que poderia sentir por ela, o que sinto por você. É como se eu estivesse completo agora. Como se nunca tivesse me faltado nada.

Ela sorriu docemente, e deixou um beijo no meu queixo. Virou-se de bruços e se apoiou nos cotovelos, me olhando.

— Jazz. — ela me olhou confusa. — O que é um Vulturi?

— Vulturi é uma família. Como a nossa. Eles são como a realeza. Eles cuidam para que não sejamos descobertos. Se tem algum vampiro ameaçando a nossa existência, o nosso segredo, eles entrevêem. — expliquei, esperando que ela fizesse mais perguntas.

Mas ela não fez. Ela me olhou e acentiu com a cabeça em silencio.

— E eles iriam aprovar a nossa relação? Quer dizer, você com uma humana?

— Provavelmente não. Mas eu não me importo realmente. — dei de ombros.

— Mas não seria perigoso para você se eles descobrissem?

—Eu não me importo realmente. — repeti.

— Não seria melhor se eu fosse como você? — ela perguntou mordendo o lábio inferior.

— Você não iria querer ser como eu.

— Bem, se eu fosse como você, meu sangue não o incomodaria tanto, e não teríamos problemas com os Vulturis. — ela concluiu, e voltou a morder o lábio.

— Não acha que é muito cedo para decidir esse tipo de coisa?

— Eu quero ficar com você Jasper, pra sempre. — ela falou sinceramente. E eu sabia disso, eu podia sentir isso.

— O seu pra sempre mortal não basta? — perguntei. Eu não queria falar naquilo agora. Eu não sabia o que era pior, viver sem ela, ou vê-la sofrer pela dor da transformação.

— Não realmente. Mas se é assim que você prefere... — ela voltou a deitar a cabeça no meu peito.

— Nós ainda temos tempo para falar sobre isso. — murmurei, beijando sua cabeça.

Ficamos em silencio por mais alguns minutos. O cheiro de Alice estava cada vez mais impregnado na minha pele, ardia cada vez mais, e por alguma razão, aquele ardor me fazia bem. Acho que eu estava começando a me tornar algum tipo de sádico doentio.

— O que você quis dizer com "Sentir o que minhas vitimas sentiam"? — ela perguntou sem me olhar.

— Bem. Carlisle diz que quando nos tornamos vampiros, trazemos algumas habilidades da nossa vida humana. Em alguns são mais fortes, como em mim, em Edward e em Bella. Veja, Edward pode ler mentes, qualquer uma, com exceção de Bella, ela é uma protetora. É como se ela tivesse um escudo mental que impede que qualquer vampiro que use o seu cérebro para lhe infringir qualquer dor ou algo do tipo, não consiga. E eu posso controlar as emoções. Posso transformar um ambiente realmente pacifico em um lugar hostil, e vice versa.

— E os outros? Não tem poderes?

— Bem. Emmett trouxa sua força anormal. Ele é mais forte que um vampiro normal. Provavelmente mais forte que um recém criado. Rosalie trouxe sua beleza, Esme sua doçura, esse amor incondicional maternal, e Carlisle sua compaixão, seu auto-controle. É como eu disse, em alguns é algo maior, em outros menor.

Voltamos a ficar em silêncio. Mas eu tive de quebrá-lo.

— Você vai me contar a sua historia agora?

Alice's point of view

— Você vai me contar sua historia agora? — ele perguntou, afagando os meus cabelos.

Seria mesmo preciso? Quer dizer, eu sabia que não precisava temê-lo, que eu podia confiar nele, que eu confiava nele plenamente. Mas era a força do habito.

—Não fique nervosa. — ele pediu baixinho.

— Desculpe. É instinto não contar a ninguém sobre isso. — sorri fraco.

— Não vou deixar ninguém machucar você, nunca. Eu lhe prometo, Alice.

Me sentei na cama, de frente para Jasper. Analisei sua expressão por alguns segundos, até que me permiti começar.

— Eu tinha seis anos quando tudo começou. Eu era apenas uma criança, não sabia o que poderia resultar daquilo. Eu poderia ser apenas criativa de mais, mas acredite, o hospital militar não acreditava nisso. Eu estava no jardim de infância quando uma garota da minha classe, Brookie Heartz, desapareceu. Uma noite eu sonhei com ela, e eu acordei sabendo onde ela estava. Então eu desenhei, e como toda criança normal, mostrei a minha mãe. Mas ela não deu muita bola. Ela só se preocupou quando divulgaram as fotos do lugar onde Brookie estava. Era idêntico ao meu desenho. Então ela decidiu que eu precisava de uma "melhor amiga". — ri da lembrança. Mais pela escolha de palavras do que a lembrança em si. Melhores amigas não fazem o que ela fez comigo.

— Eu passei a visitar a Dra. Sanders duas vezes por semana. Ela disse que podia confiar nela, e eu acreditei nela. Eu contava para ela tudo que eu via, todas as minhas visões. E ela contou aos meus pais. Disse que seria bom que eu passasse um tempo no hospital. Eu lembro da visão que eu tive a respeito daquilo. Aparelhos de choque, camas com amarras, a dor. Mas eu não consegui acreditar que meus pais fariam aquilo. Mas eles fizeram. — parei por um minuto, abaixando a cabeça e juntando forças. Sentia as mãos geladas de Jasper envolverem a minha, segurando-a firme, e eu senti a calma me envolver. E eu sabia que era ele. E eu fiquei feliz por isso.

— Eu fiquei um ano no hospital, sobre medicação forte e tratamento de choque. Os médicos não se importaram de que eu fosse apenas uma criança assustada. As visões não pararam, é claro, e então eles sugeriram uma lobotomia. Mas minha mãe não permitiu. Meu pai queria ir em frente, parar com aquilo de visões, queria que eu fosse uma criança normal. — ri. Normal eu nunca mais seria, é claro. — mas minha mãe via, via como eu estava ficando, era difícil até mesmo lembrar deles. Então eles decidiram me tirar de lá. E eu decidi fingir que não tinha visões. Assim todos ganhávamos. As memórias dos meus primeiros 8 anos de vida são... Conturbadas, elsa foram quase que apagadas da minha mente. Eu aprendi por instinto a não revelar as visões que eu tenho. É por pura sobrevivência. — finalizei, e ele me puxou para o seu peito. Ele me abraçou, e mesmo gelado, aquele abraço me reconfortou tanto. Era tão bom poder confiar em alguém totalmente, saber que o amor era correspondido.

— Você está segura agora. — ele sussurrou para mim, e eu senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto. — Porque não dorme um pouco?

— Você ainda estará aqui pela manhã? — pedi o olhando, enquanto enxugava a lagrima.

— Esperando por você acordar. — ele sorriu e beijou a minha testa.

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N/A: Ok, primeiramente deixem-me agradecer as DEZESSEIS reviews que eu recebi desse ultimo capitulo *-* Gente, de verdade, vocês me fizeram sorrir um dia inteiro por causa disso *-* De verdade. Eu me sinto tanto quando eu vejo as fics Alisper e a minha é a que tem mais reviews (embora obviamente outra s mereçam mais '-') mas eu fico feliz, e eu me acho a rainha da cocada preta (H) OASKAOSOASAOSKAOKSAOSKAKS

E em segundo lugar, o que acharam do capitulo? Estou começando a me redimir das ultimas porcarias de capítulos que eu escrevi? '-' espero que sim. \o/ E a musica, o que acaharam dela? Desde que eu ouvi ela eu achei que seria perfeito para esse capitulo (embora eu já a conheça a alguns anos, e a tenha ouvido esse ano novamente quando eu estava começando a fic).

Em terceiro lugar, QUE VENHAM O FLUFFY E O FUNNY!!! É, os capítulos talvez sejam mais idiotas que fluffys (eu não sei) mas eu prometo me esforçar, pq serão os capítulos que eu mais vou amar, com certeza *-*

Agora vamos responder as reviews:

Babisy, e... eu realmente achei que o capituloo anterior poderia ter ficado melhor. Mas que bom que vocês (e bastante gente) gostou dele *-* Ah, e foi antes do que você esperava né? Quer dizer, a Ali contar tudo *-* Valeu pela review

Nayfa, obrigada shubs. :T e obrigada pela review *-*

, ahhhh eu adoro fazer POV Alice, eu viajo neles. Sei lá, as vezes eu acho nós duas tão parecidas *-* Que bom que você está gostando shubs. E, a espeito de um vampiro equivalente aos nômades nessa historia, bem, não vou revelar. :P Mas vou revelar que a historia vai ter alguns capítulos de Fluffy&Funny e depois o mistério começa *O* valew pela review.

Jully, eu surto com as suas reviews, eu me acho tanto depois de lê-las G_G Ah, eu acho que esse não foi TUDO o que você esperava, mas essa não vai ser a ÚNICA sessão Alice e Jasper *O*, afinal, não sei se foi você, mas alguém me fisse que "When the day meet the night" do Panic at the disco era muito Alisper, e bem, eu preciso de um Fluffy pra poder colocar essa musica G_G, em fim, valeu mesmo pela sua review, e por acompanhar a tanto tempo *-*

Bellah, ain brigada shubs *-* HOHO, minha fic será o tipo de heroína preferido de vocês (H), me senti agora .-. valeu pela review *-*

Abelisa, oun, preferida? *-* ainda que linda, que vontade de morde você. Obrigada por comentar shiubs *-*

Becca Donnely, serio que você é Team Jake? Ah cada, eu sou Team Edwrad, porque sabe né, se o Edward fica com a Bella, o Jake fica comigo *O* [/vouirmemataragora]. Mentira, eu sou Team Jasper e Emmett o/ anyway, isso não vem ao caso. Que bom qu vocês gostaram do capitulo, pq mesmo depois de ele ser o capitulo que recebeu mais reviews até hoje, eu ainda acho ele ruim. :~ But, whatever. Valeu pela review shubs *-*

Mmmbenavides, ahh obrigada. Acho que eu me dei bem em algumas coisas e me ferrei em outras '-'. Então, é, a única coisa que eu realmente gostei nesse capitulo foi a forma de ela pedir o beijo *-* e.. e.. Jasper não é nem um pouco puritano, como vocês vão constar logo, logo. Ele só é um pouco precavido... Entende? Ahh agora até eu fiquei confusa. Em fim, valeu pela review *-*

Valeu galera, até terça (eu espero. Não tenho certeza porque ainda estamos em provas/trabalhos, é a ultima semana do bimestre e vai continuar puxado), se eu não aparecer na terça, certeza que eu apareço na sexta o/ prometo.

xo . xo

Bih.