N/A: Ouvindo uma musiquinha? *-* Equalize - Pitty ( http : / / www. youtube. com / watch?v=x7WHL-o5tMo)
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VINTE E DOIS — OS CULLENS
— Eu nem estou com a roupa certa!
— Medo de vampiros, zero. Medo de não estar adequada, dez. — falei sarcástico, enquanto dirigia em uma velocidade moderada pelas ruas de Londres.
Alice me fuzilou com os olhos, e tenho certeza de que se eles pudessem me queimar, seria o que ela estaria fazendo.
— Você já viu sua irmã mais velha? — Irmã? Quem? Rose? Eu ia começar a argumentar, quando ela insistiu. — Já?
— É claro que sim, Alice. — falei sem desviar os olhos da estrada, mesmo sabendo que eu poderia dar conta dos dois perfeitamente.
— Você acha que eu me vestiria assim para ficar perto da Deusa viva da beleza? — ela perguntou indignada, batendo a cabeça no encosto do banco.
— Allie, eu acho que você deveria se preocupar com o fato de que eles são vampiros, e não mais bonitos. Além do mais, Rosalie é linda, mas jamais conseguiriam chegar aos seus pés. — sorri para ela, mas tudo que Alice fez foi revirar os olhos.
— Por favor Jazz, não sou tão bonita assim. — sorriu pouco convencida. — Além do mais, medo da sua família? Por favor, seus pais são uns amores e Bella também. Bem, eu não sei o que dizer de Edward, ele me da arrepios, mas acho que é porque meus pensamentos nunca estão em paz perto dele. Eu não conheço seus outros irmãos tão bem, mas tenho certeza de que eles são tão amáveis quanto o resto da sua família. Aliás, eu também sei que você jamais deixaria algo me acontecer. — ela virou o tronco na minha direção e sorriu, tocando de leve minha bochecha.
— Isso é verdade. — sorri para ela e segurei sua mão.
Ela sorriu abertamente.
— Eu sei, eu vejo isso. — a empolgação em sua voz era nítida. — Mas ainda acho que poderia passar em casa e trocar de roupa.
— Allie... — bufei revirando os olhos e ela emburrou no acento.
Aquele biquinho irresistível nos lábios, me convencendo aos poucos. Quando eu ia ceder, o celular dela tocou. Ela foi rápida ao atender.
— Hei. — soltou com um sorriso meia boca. Era a irmã dela do outro lado.
— Allie, aonde você foi? Vem para jantar? Richard insiste em pedir chinesa...
— Não, a mãe de Jasper foi muito gentil em me convidar para jantar com eles. —Alice fez uma careta para mim, e eu apenas ri.
— Está na casa dele?
— Não, estou a caminho. Não se preocupe, não devo chegar muito tarde. Anna já esta de volta? Estou com saudades dela. — ela sorriu ao telefone quando mencionou o nome da sobrinha.
— Sim, acabamos de buscá-la. Ela e Zara estão deitadas na frente da TV. Zara estava frenética hoje, aconteceu algo? Aliás, Anna disse que sente falta das suas panquecas.
— Não sei o que pode ter dado em Zara. É, mas acho que vou ter de desligar... Cheguei a casa dos Cullens. — ela engoliu em seco, o que me fez rir. E tudo por causa de uma simples roupa.
— Calma Allie, eles não são nenhum tipo de monstros canibais. Tenha uma boa janta, espero você. Beijos.
— É, beijos. – ela sorriu de canto, enquanto eu gargalhava dentro do carro. — Algo errado? — perguntou me encarando com uma sobrancelha erguida.
— Sua irmã não sabe como chegou perto. — eu falei, saindo do carro que estava parado no pátio da nossa casa.
— Vocês não são canibais. — ela falou meio zonza, acho que ainda não havia se acostumado com a minha rapidez.
— Depende do seu ponto de vista. — ela cerrou os olhos e socou meu ombro, mesmo sabendo que só doeria nela.
— Idiota... — murmurou sem graça, e eu a abracei pela cintura.
— Pronta? — sorri.
Ela jogou os braços em volta do meu pescoço e se colocou nas pontas dos pés, roçou os lábios nos meus e sorriu delicadamente. Como a minha Alice era, delicada.
— Acho que posso ficar. Só preciso de um pouco de incentivo. — eu a beijei, e foi inevitável não sorrir durante o beijo. Ela era meu ar, e um tipo de calmante.
As emoções dela me afetavam de uma maneira tão intensa que eu estava tão empolgado quanto ela com tudo isso. Eu não podia conter os pensamentos que me diziam que era ali que a minha vida (ou existência) tinha começado.
Era como se eu estivesse dormindo durante todas essas centenas de anos. Era como se eu visse as pessoas ao meu redor, visse a tecnologia e o mundo avançar, e ao mesmo tempo não visse. Era como se eu fosse um telespectador e todo a minha vida fosse como os programas chatos e pouco atrativos da televisão.
E Alice... Alice era como o sol, ou a neve, ou qualquer outra coisa pela qual você desligaria a televisão e iria se divertir, iria ser feliz. Era como se ela tivesse aberto a porta da casa e mostrado que a neve, ou o sol, ou qualquer outra coisa era melhor do que ver minha vida monótona e sem graça passar no televisor.
Imagino que só sobrevivi a tanto tempo de monotonia, pois a minha espécie tem muito espaço na mente, e esse espaço extra nos distraia com facilidade, principalmente quando você vê o mundo da maneira que eu vejo, tão nitidamente.
Alice terminou o beijo sem fôlego.
— Desculpe. — pedi, e tudo que ela fez foi rir, arfando. — As vezes eu esqueço que você precisa respirar.
Sorri de canto, e ela beijou a minha bochecha.
— Eu odeio precisar respirar. — falou sorridente.
Alice encarou a grande casa a nossa frente. Ouvi seu coração bater mais rápido, e pude sentir o sangue fluir mais acelerado por suas veias. A empolgação tomou conta de mim mais uma vez. Ela segurou firmemente a minha mão, embora eu mal sentisse o aperto.
— Acho que eles estão nos esperando. — ela murmurou.
Olhei para a casa e pude ver um casal parado na grande janela da sala de estar. Alice, provavelmente, não enxergava de quem se tratava, mas eu sabia bem que a menina com um sorriso no rosto era Bella, e que a mulher com uma empolgação nítida, e que até mesmo tão distante, me afetava, era Esme.
— É, eu também acho. — virei na direção da casa e comecei a caminhar. — não precisa ter medo, eu estou aqui. — senti a mão dela apertar mais a minha.
Alice's point of view
Caminhávamos a passos atrasados demais até para humanos. A casa amarela era linda, parecia com uma casa de contos de fadas. Dois andares, muitas janelas, e o que mais se destacava era a janela da lateral (onde estavam duas pessoas paradas) que se projetava para além das paredes. O pouco que eu conseguia ver do jardim me encantou — me lembrou o jardim da minha historia infantil, Alice no Pais das Maravilhas, e na verdade, eu estava me sentindo a própria Alice, mas sem os lados negativos da historia fantasiosa —, ele era muito grande e bem verde, com muitas arvores, arbustos e flores em volta de um pequeno riacho de pedras pontiagudas.
O sol estava quase completamente posto acima das nuvens, e o crepúsculo dava um clima mais do que especial ao lugar.
— Esse lugar é perfeito. — murmurei para ele, segurando com minha mão livre, o braço dele.
Ele beijou a minha testa muito de leve e sorriu para mim.
— Esme vai ficar deliciada de que o lugar agrada alguém alem de nós. Ela não acredita muito, acha que só queremos agradá-la, e como são muito poucas as pessoas que vem aqui...
— É realmente lindo. — eu estava praticamente babando pelo lugar. Era incrível.
Começávamos a subir o primeiro dos três degraus que nos levavam a porta principal, quando uma mulher de cabelos castanho-avermelhados, olhos cor de topázio e muito bem vestida abriu a porta. Ela tinha um sorriso tão ansioso e empolgado no rosto que foi quase impossível não me contagiar.
— Querida. — ela exclamou, enquanto Jasper me guiava para dentro da casa.
Estávamos parados no hall de entrada, que deveria ter no mínimo uns três metros quadrados. O piso se alternava em um quadrado preto e outro branco, dando a alusão de um tabuleiro de xadrez. As colunas eram altas e cor de perola, as portas tinham o mesmo tom.
— Deixe que eu guardo o seu casaco. — Jasper se ofereceu, e eu tirei o sobretudo mal prestando atenção nas suas palavras.
A próxima coisa que notei foi a sensação térmica. Estava quente ali dentro, o suficiente para que eu não sentisse frio abraçada a Jasper. Ele se posicionou novamente ao meu lado.
— Gostaria de apresentá-la, oficialmente, a Esme. Minha mãe de coração. — ele sorriu genuinamente, o amor nítido nos olhos.
Eu sorri para aquilo. Olhei de Jasper para Esme, que me analisava com curiosidade. Quando notou meus olhos, um sorriso abrasador se abriu em seus lábios perfeitos, deixando os dentes brancos mais perfeitos ainda a mostra.
— Seja bem vinda, querida. — ela me abraçou, mais forte do que eu estava acostumada. Mas eu não dei muita bola, e a abracei também. Eu me sentia bem em sentir que ela me aceitava.
Jasper e Esme me guiaram até a sala onde os outros quatro vampiros — e meio? — me esperavam. A sala era grande e o teto ficava a uns bons oito metros do chão. Ela era em tons claros e possuía uma grande janela de vidro, provavelmente aquela que se destacava na lateral da casa. Os moveis brancos eram completamente modernos, fazendo contraste com as obras de arte e a estante de livros, na cor da madeira original. Bella sorriu amigavelmente, e eu me senti melhor quando a vi. Não tanto pelo rosto conhecido, mas pelo fato de não me sentir mais tão deslocada, falando em moda. Ela tinha todo o dinheiro do mundo e insistia em usar jeans, tênis e um pulôver azul, mesmo que eles fossem de marca, ainda...
Ouvi uma risada baixinha, e não precisava procurar para saber que era Edward o dono dela, provavelmente lendo meus pensamentos.
Alerta de intrusos... — brinquei e ele sorriu.
Edward estava ao lado dela, perfeito como sempre. No seu colo estava uma garotinha em um vestido cor de marfim, com detalhes pequenos em bordo. Os cachinhos cor de bronze, os olhos grandes e cor de chocolate, faziam um grande contraste com a boca cheia e rosada, assim como a sua bochecha. Renesmee, pensei e Edward balançou a cabeça positivamente. Ela estava bem mais crescida para a criança que eu havia conhecido há alguns meses atrás.
Perto da lareira estava o patriarca da família Cullen. Os olhos cor de topázio exalando uma grande felicidade e orgulho, os cabelos loiros bem arrumados, penteados para trás, os lábios finos formando um sorriso gratificante, e as roupas em tons de marrom, o vestindo elegantemente. Mais perto das escadas estava o casal mais lindo que eu já vira. Rosalie e Emmett. A loira tinha os cabelos platinados soltos em cachos largos, usava um Manolo vermelho lindo nos pés, com uma calça jeans e um cardigan que combinavam perfeitamente e que estavam em harmonia com a sua pele de alabastro e olhos topázio liquido. Ao seu lado estava o companheiro, tão imponente. Os olhos da mesma cor que os demais, mas com um brilho divertido. O sorriso brincalhão dançava pelos seus lábios e deixava duas covinhas, uma em cada bochecha, a mostra. A blusa que ele usava deixava os músculos totalmente marcados, e ele me lembrou um labrador, e não um pit bull. O pit bull é grande, forte e mal (na maior parte do tempo), já o labrador é grande, forte e uma eterna criança, sempre brincalhão. E era o que Emmett me lembrava.
Os vampiros deslizaram elegantemente na minha direção.
— É um prazer tê-la em nossa casa, Alice. — Carlisle me cumprimentou, se colocando ao lado de Esme.
— Definitivamente. — Rosalie sorriu aberta e amigavelmente para mim, me dando um breve abraço em seguida.
Vi o espanto passar pelo rosto de Bella e seus lábios se mexeram, embora eu não conseguisse escutar o que ela dizia.
— Será que você será mais uma humana engraçada? — o grandão perguntou risonho.
— Claro. — revirei os olhos e sorri em seguida. — Eu cresci num circo, meus pais eram palhaços, quem sabe posso fazer um showzinho. — falei sarcástica e ele também murmurou algo incompreensível, enquanto os outros riam disfarçadamente.
— Uhm... Chihuahua. — ele falou olhando para os lados, disfarçando.
Ri do comentário. Parecia mais do que natural falar com ele.
— Vocês são tão bobos. — ouvi uma voz clara e delicada soar em meus ouvidos. Me lembrava sinos de vento. Olhei espantada para a menina no colo de Edward, nova demais para articular as palavras tão bem assim. — Sou Renesmee Carlie Cullen — ela continuou, ignorando o meu choque, com um sorriso largo no rosto redondo. — E fico muito feliz por conhecer a pessoa que faz meu tio ficar tão feliz a toda hora.
— Renesmee é especial. — Bella apressou em dizer. — Aparentemente ela esquece que não deveria falar assim, na frente de humanos...
— Ela estava longe demais mamãe... — a menina se desculpou, deitando a cabeça no ombro de Edward.
— Tudo bem. — murmurei em êxtase. — Acho que preciso me acostumar com isso, certo gracinha? — falei me aproximando mais de Edward e Renesmee. — Você tem um nome muito bonito, sabia disso?
Ela sorriu para mim e estendeu os braços na minha direção. Abri os braços e ela se jogou neles. Tocou a minha bochecha e logo senti meus músculos tremerem e meus olhos perderem o foco. Várias imagens apareceram na minha mente rápido de mais, parecia buscar algo. Então parou no rosto de Jasper, uma conversa entre ele e Edward. Renesmee estava presente, Jasper estava tão feliz...
E de repente as imagens sumiram, e o peso do corpo de Renesmee desapareceu dos meus braços assim como o seu calor abrasador. Ela estava agora no colo de Bella, e eu voltei a mim em um ofegar.
— O que... O que ela fez? — perguntei em um sussurro, lutando para que a voz saísse mais forte que o normal, mesmo sabendo que eles ouviriam muito bem.
— Renesmee é especial. — Edward repetiu o que Bella dissera.
— Ela tem o dom de lhe mostrar suas lembranças. — foi Carlisle quem me deu a luz no fim do túnel.
— O que ela lhe mostrou? — Rosalie perguntou empolgada, se aproximando de nós. Bella a olhou com espanto mais uma vez.
— Você é bipolar... — dessa vez eu ouvi o que Bella dissera.
Rosalie cerrou os olhos para ela.
— Não tenho culpa de Alice se encaixar mais no meu perfil "gostável". — Ela revirou os olhos, sorrindo para mim novamente.
Fiquei sem entender muita coisa. Eu estava meio abismada com aquele mundo de vampiros. Jasper foi delicado o suficiente para me contar sobre a sua família, enquanto me mostrava a casa. Edward lia as mentes alheias, como eu já sabia. Menos a de Bella, esta que possuía um escudo em seu cérebro, que protegia qualquer coisa de ataques mentais. E Renesmee era única em seu poder, e quase tão única em sua especie. Ele também explicou que a reação natural das pessoas é invejar e odiar Rosalie, simplesmente. E não sentar e conversar sobre os últimos lançamentos de Manolo Blahnik ou da Dolcce & Gabanna.
Mas Rosalie era uma companhia agradável e sábia. Ela era parecida comigo, é claro, se você ignorar o fato dela ser exorbitantemente mais bonita. Emmett também, ele era divertido e havia gostado do apelido que eu havia lhe dado: Bear Brother.
A família toda de Jasper era incrível. Todas as historias de como chegaram até aqui na Inglaterra, de como Bella e Edward (minha maior inspiração para que eu e Jasper déssemos certo) havia conseguido seus sonhos. Era inspirador.
— E eu posso dizer que tenho orgulho de fazer parte dessa família. — ele sorriu para mim, quando terminou de contar sobre como enfrentaram os Vulturi — eu realmente estava com mais medo deles agora.
Respirei fundo, só tentando afastar algumas idéias idiotas, quando ele abriu a porta.
— E este é o meu quarto. — a porta de mogno pesada se abriu para um quarto claro.
Jasper entrou, me convidando a acompanhá-lo. Havia uma cama de casal grande no meio do quarto, uma janela muito grande com uma sacada para os fundos da casa — da onde eu estava eu podia ver uma piscina que me fez babar. Havia uma estante clara com uma televisão de frente para a cama. Quando me virei, vi que a parede onde ficava a porta, era feita praticamente de estantes. Livros, CDs, DVDs... Ele tinha de tudo ali. Fiquei na ponta dos pés observando os DVDs, que eram os mais próximos a mim.
— Circulo de fogo é bom. — falei, correndo os olhos pelos vários títulos. Ele tinha mais opções do que a locadora onde eu costumava locar filmes.
— Eu devo ter assistido umas trinta vezes. — ele confessou rindo.
Continuei a olhar os títulos, e me deparei com um que não parecia fazer o tipo dele.
— Cidade dos Anjos? — o olhei curiosa, girando nos calcanhares.
— Você parece gostar. — ele coçou a nuca, disfarçando.
Mordi o lábio inferior e o olhei, rindo em seguida.
— Eu acho lindo. Podíamos assistir juntos um dia desses. — dei de ombros.
— Como você quiser. — ele se aproximou e me segurou pela cintura.
Joguei meus braços pelo seu pescoço e o encarei sorrindo. Os olhos dele refletiam os meus.
— Você vai adorar-lo. — sussurrei pra ele.
— Eu achei insano. — ele respondeu, também sussurrando e aproximando o rosto do meu. — Um anjo e uma humana?
— Mais sensato do que um vampiro e uma humana. — rimos juntos, mas antes que ele pudesse me beijar, alguém bateu a porta.
— Jasper, querido. O jantar esta pronto. — Esme chamou, e eu pude ouvir levemente seus passos para descer as escadas.
Jasper revirou os olhos e pensou em se afastar, mas eu o impedi.
— Aonde vai? Você está com uma humana, eu sou lenta! — ri, colando nossos lábios.
Ele riu junto, e quando nos afastamos afagou minha bochecha.
— Isso vai ser interessante.
— Então eu vou mesmo ser o jantar? — brinquei e ele riu dessa vez.
Jantar com os Cullens? Desde que eu descobri a verdade sobre eles que eu não penso em como seria jantar com eles. Quer dizer, se um vampiro comer acontece o que? Ele explode, morre?
Preciso ver!
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N/A: Correeeeeeendo. Ta dando trovoada aqui. :B Droga.
Anyway, voltei mais rapido dessa vez! Só não voltei antes porque o FF tava de sacanagem e não me deixava fazer login. Sorry não responder os comentarios, mas muito obrigado por não me abandonarem. Vocês me inspiram gatinhas!
Valeu mesmo, mas eu estou correndo de verdade. Meu pc sempre queima quando fica ligado durante trovoada. pcdemerda!
xo . xo
Bia.
