Capítulo III – "Oi Ginny"

Capítulo sem frase.

09:40, Casa dos Potter, Londres

- James, o seu celular está tocando. – Lily disse entrando no quarto e abrindo as cortinas, para o marido acordar – Amor, o celular.

- Hoje é domingo Lily, mande-o pela janela. – James resmungou da cama, colocando um travesseiro em cima da cabeça.

- James! – Disse alto jogando o celular nas costas descobertas do marido – Atenda, é o Sirius.

- O Sirius está fazendo o que eu gostaria de estar também. Dormindo. – Ele tirou o travesseiro da cabeça e olhou no visor do celular, onde podia ser visto Padfoot com o número 07349 10955* embaixo - Não é que é ele mesmo!

- Não sei por que está surpreso, pessoas realmente acordam antes das dez. – A mulher disse penteando os cabelos novamente, agora com mais cuidado do que antes de sair do quarto.

- Shhh. – James fez para Lily um gesto, falando para ela ficar quieta, dando a entender que o assunto era sério, mas logo começou a rir – Você não pode estar falando sério! – E riu mais.

- O que foi Jay? – A esposa perguntou curiosa, deixando a escova em cima da penteadeira ornamentada.

- Não acredito nisso Padfoot. – Ele continuava rindo alto – Desculpe, mas é realmente engraçado. – James ficou em silencio um bom tempo depois disso, só mantendo o sorriso de "isso é hilário" no rosto – Ok, eu estou indo para aí. Não levarei o corpo de bombeiros e a policia Sirius. Nem o papa. Acho que a Lily conseguirá cuidar da situação. Ta certo Sirius, já vamos.

- O que aconteceu? – Lily perguntou preocupada.

- Troque de roupa Lily. – James disse se levantando – Sirius recebeu uma encomenda.

- Hã? Uma encomenda? – Perguntou sem entender.

- É. – O marido respondeu já no banheiro – Ele recebeu um bebê. – Disse não segurando mais o riso.


10:02, Casa dos Potter, Londres.

- Bom dia família – Harry disse entrando na cozinha coçando os olhos por baixo dos óculos – Oh, onde estão? – Ele olhou em volta e não viu ninguém – Eu heim!

Harry saiu da cozinha e foi até a sala, nada. No escritório do pai, nada também. Dando de ombros, voltou para a cozinha para preparar o café da manhã.

Já estava sentado no banco, com o bolo em cima do balcão, junto com o suco e os ovos fritos com bacon, quando Ginny entrou na cozinha com uma cara nada amigável.

- Bom dia! – Ele disse alegremente.

- Me deixa em paz Potter. – Ela disse mau humorada e se sentou do lado de Harry.

- Tomou o remédio Ginny?

- Sim. Minha cabeça ainda dói.

- Mais tarde passa, relaxa. – Ele disse a abraçando pelos ombros e depositando um beijo no topo de sua cabeça – Bebe um pouco de suco e come alguma coisa.

- Obrigada – Ela agradeceu o copo de suco oferecido e bebeu um gole – Onde estão seus pais?

- Não sei. Devem ter aproveitado bem a noite e estão dormindo até agora. – Disse piscando maliciosamente para Ginny.

- Harry! – Ela ficou vermelha – São seus pais.

- Sim, e como você acha que eu fui feito?

- Não vamos falar sobre isso.

- Tudo bem. – Ele disse se levantando e indo lavar o copo – Eu vou buscar meu afilhado hoje para passar o dia comigo. Talvez você queira vir, vamos ao parque e depois vou comprar o presente de aniversário dele.

- Oh, não sei. – Ela disse colocando da mão na testa – Minha cabeça realmente está doendo e amanha começam as aulas, eu realmente não devia ficar saindo com você. Além do que, é um momento de vocês.

- Você quem sabe. Você melhorará após o café, tenho certeza. Quanto as aulas, relaxe. Como você disse, elas só começam amanha, não é hoje.

- Que horas você vai sair?

- Eu já estou pronto.

- E seus pais?

- Eu não tenho cinco anos Ginny, não preciso ficar falando onde eu vou. Talvez você precise, mas a gente deixa um bilhete. Vai ou não? – Perguntou já saindo da cozinha.

- Vou. – Disse depois de pensar um pouco – Mas espera eu me trocar. – Disse gritando e subindo rápido as escadas.


10:44, Casa dos Lupin, Londres.

- Padinho! – A criança de um ano e dois meses tentou dizer quando viu Harry entrando na casa – Padinho! – Disse levantando os bracinhos para Harry tira-lo do chão.

- Oi pequeno. – Harry deu um beijo no afilhado – Como você está? – Ele perguntou, recebendo só um sorriso de volta e Teddy logo quis voltar para o chão.

- Ele é lindo. – Admirou Ginny.

- É mesmo. – Tonks disse entrando na sala com o marido – Obrigada Hanna, você está dispensada hoje. – Ela disse para a empregada, que pediu licença e saiu.

- Remus. – Harry disse abraçando o amigo do pai, e conseqüentemente seu amigo também. – Oi Tonks, tudo bem?

- Tirando o fato desse bagunceiro mal nos deixar dormir – Ela disse apontando o sofá para eles se sentarem.

- Não sei se vocês conhecem – Ele disse após se sentarem e perceber que não havia apresentado Ginny – a Srta Weasley. Ginny está em Londres para fazer intercambio na Holland Park. – Informou para os Lupin e logo virou-se para Ginny – Remus dá aula de Calculo II lá.

- Oh! – Ginny disse admirada – Prazer.

- O prazer é nosso, querida – Tonks disse animada – Se você precisar de algo, pode me procurar.

- Obrigada Sra Lupin.

- Bem, temos que ir Ginny, ou vamos perder o horário do circo. – Harry disse se levantando – Vamos Teddy? – Harry pegou o menino no chão e a bolsa, que estava previamente preparada em cima do sofá.

- Foi um prazer conhecê-los. – Ginny disse, ainda encantada com o fato de Remus ser professor de uma de suas matérias preferidas.

- Dê tchau para os seus pais Teddy.

- Papa, mama. – Ele disse balançando a mão enquanto saía da casa no colo do padrinho.


11:00, Apartamento do Sirius, Londres.

- Faz isso parar de chorar, faz isso parar de chorar! – Sirius dizia freneticamente para Lily, que tentava acalmar o neném.

- Sirius, cala a boca. – Ela disse.

- Como eu posso calar a boca? Isso – ele apontou para o neném chorando – não me pertence. Tenho que colocá-lo de volta na caixa e por na rua, aí alguém pega.

- Padfoot, um bebe não é como um sofá velho. Não dá para fazer isso. – James disse pensativo.

- Então vamos ligar para a polícia. Com isso eu não fico.

- Não veio nenhum bilhete, não disseram nada ao entregar ele? – Lily perguntou, finalmente acalmando o menino.

- Só o jornal que isso estava embrulhado. – James levantou e foi até a cozinha, buscando a caixa e tirando as folhas de jornal de dentro. Achou um envelope escondido no fundo da caixa.

- Acho que isso é para você Padfoot. – Ele disse entregando o envelope branco com o símbolo de uma empresa na frente.

Sirius abriu o envelope, acreditando que o nome e endereço da pessoa que havia deixado o bebe, estaria lá dentro, só esperando Sirius ler e ir devolver. Porém, a medida que ia lendo, e vendo os gráficos, ele ia ficando branco, até que terminou de ler, e ao abrir a boca para falar o que era, desmaiou.


12:41, Centro do Londres, Londres.

- Você gostou do almoço Teddy? – Ginny perguntou carinhosamente para o menino, acomodado em sua cadeirinha no banco de trás.

- Padinho. – Ele respondeu.

- Ele não gosta muito de você Ginny. – Harry disse rindo.

- Gosta sim! – Ela disse revoltada.

- Não, não gosta. – Ele riu de novo – Ele se acostuma.

- Não entendo como ele reconhece você. Seus pais disseram que você não aparece há cinco meses.

- Eu não apareço para eles há cinco meses. – Ele disse fechando a cara – Eu vinha para Londres pelo menos duas vezes por mês, e eu via o Teddy na escolinha. Era uma maneira de eu continuar conectado com a minha família, mesmo não podendo ver ninguém.

- Com o que você trabalha afinal? – Ginny perguntou indecisa – Digo, é um mistério, você e aquela arma que você apontou para mim anteontem.

- O que você precisa saber Ginny é que eu trabalho para o governo. Não há muitos no meu departamento, somos algo em torno de mil homens para toda a Inglaterra, então temos que assumir diferentes posições em diferentes lugares.

- Sei. Mas você não disse ainda o que você faz.

- Não me leve a mal, mas minha mãe demorou três anos para saber, eu não posso te contar conhecendo-a a três dias.

- Tudo bem.

Harry sorriu para ela e encostou o carro em frente uma loja de bebês.

- Espere aqui com o Teddy que só vou buscar o presente dele. – Ginny acenou confirmando com a cabeça e Harry saiu do carro.

A loja, Liuo's,estava exatamente como Harry se lembrava. Foi direto a velha senhora que havia o atendido da ultima vez.

- Sra Karle. – Ele chamou e a senhora levantou a cabeça dos papeis que estava mechendo.

- Sr Potter! – Ela exclamou, feliz – Achei que não voltaria mais.

- Ora, eu encomendei aquilo e vim buscar.

- Sim, claro. – Ela disse mexendo em baixo do balcão e tirando uma caixa – Aqui senhor Potter, exatamente como pediu.

- Obrigado Sra Karle. – Harry tirou a carteira da calça jeans e entregou para a senhora três notas de £50, a fazendo soltar uma grande exclamação.

- 150 libras é muito dinheiro Sr Potter! É mais que o combinado.

- Se isso realmente servir como espero que sirva, isso é pouco Sra Karle. – Ele disse sorrindo para ela – Obrigado. Voltarei em breve.

Harry saiu da loja e apertou o botão na chave do carro para o porta malas abrir, colocando a caixa lá dentro, com cuidado, entrou no carro e o ligou.

- Demorei? – Perguntou para Ginny.

- Não muito. Seu telefone tocou. – Ela disse mostrando o celular que estava no compartimento do lado da marcha.

- Quem era? – Harry estava concentrado no engarrafamento que começava a se formar.

- Isso que foi estranho. Só apareceu números das duas vezes que tocou. – Ginny viu Harry sorrir de canto – Primeiro apareceu 7 e depois 13.

- Hum. Ligue para a minha mãe, por favor, e pergunte o que ela queria.


12:52, Apartamento do Sirius, Londres.

- Cala a boca Sirius! – Lily disse pegando o celular e atendendo no viva voz, já que o neném estava no seu colo. – Oi filho.

- É a Ginny.

- Ah! Oi Ginny. – Ela disse surpresa.

- Oi Sra Potter. O Harry está dirigindo e pediu para eu ligar para a senhora.

- Oh sim. Coloque no viva voz por favor Ginny, preciso falar com ele.

- Tudo bem. Oi mãe.

- Oi filho. Onde você está?

- Acabei de sair da Liuo's.

- Certo. – Ela disse pensativa – Você está indo fazer algo importante?

- Não. Eu ia levar o Teddy e a Ginny no Holland Park ou no Kesingston.

- Outro dia você faz isso. Agora vem aqui pro apartamento do Sirius. Seu padrinho está incontrolável.

- Aconteceu alguma coisa? – Ele perguntou preocupado.

- Aconteceu. Mas venha para cá que você verá.

- Ok, chego em três minutos.

- Te amo filho. – Harry desligou o telefone.

- É Padfoot, é isso que te espera. – James brincou e recebeu um olhar mortífero do amigo.

- Eu não vou ficar com... isso. – Ele apontou para o bebê.

- Sirius. – James disse sério, se sentando ao lado dele – Você entende que ele é seu filho não é?

- Sim. Mas eu nunca quis. E nunca vou querer.

- Não fale isso jamais Sirius Black! – Lily brigou e levantou com o bebê no colo – Vou colocá-lo no quarto, e quando voltar vamos ter uma conversinha Sr Black. – Ela disse revoltada.

- Você está ferrado. – James disse depois de ver Lily sumir no corredor que levava ao quarto de Sirius e ao escritório.

- Voltei! – Ela sentenciou e se sentou na frente dos dois homens – Olha aqui Sirius Black, ele é seu filho, como está escrito nesse exame de DNA aí. – Ela apontou para o papel jogado perto da estante – O que você planeja fazer?

- Dar para a adoção, lógico. – Ele respondeu nervosamente – É o mais certo a se fazer, não o quero.

- Para de dizer isso! – Lily explodiu – Ter um filho é uma benção. Ninguém vai para a adoção, você vai ficar com ele por pelo menos duas semanas e vai cuidar dele como ele merece ser cuidado. Vai registrar e colocar ele no seu plano de saúde. Vai fazer todos os exames necessários e, se mesmo após isso, você não quiser aquele menino lindo que todo pai queria, James e eu – James, que estava com o olhar baixo, ouvindo Lily, levantou a cabeça rapidamente com os olhos arregalados – vamos criar como se fosse nosso filho.

- Lily... – James disse indeciso.

- Calado James. – Lily disse piscando para o marido – Estamos entendidos Sirius? - Sirius ficou calado, olhando para o nada. – Estamos entendidos Sirius? – Ela perguntou de novo.

- Não Lily! – Ele respondeu finalmente – Veja só, não tem espaço para uma criança aqui. Só há dois quartos nesse apartamento.

- É! Isso mesmo, dois. Desocupe o quarto com aquelas suas coisas e o limpe, pinte, compre coisas novas e estará pronto.

- Não tenho tempo para cuidar de uma criança tão dependente. – Sirius tentou novamente.

- Tempo? Você não tem tempo? Sirius, você é a pessoa mais desocupada do mundo! – Dessa vez foi James que disse incrédulo – Você gostou tanto quando foi com o Harry, que nem seu filho era – Sirius disse, "Hei! É sim!" – está vendo? E agora você tem um filho seu. Para poder colocar um nome, dar carinho e suporte.

- Eu não quero. – Ele disse emburrado.

- E eu não quero saber. – Harry disse da porta carregando Teddy e com Ginny do lado, haviam ouvido a ultima parte da conversa – Você vai criar e ponto final. – Harry disse passando um Teddy alegre para Lily e ajeitando a blusa de frio – Estamos entendidos Sirius? Ou eu vou precisar ter uma conversa com o... – Harry foi interrompido pelo próprio Sirius.

- Sim. Não será necessário. Estamos completamente entendidos. – Todo mundo ficou sem entender.

- Ótimo. Então, cadê o meu irmãozinho? – Harry perguntou animado.


20:14, Casa dos Potter, Londres.

- O jantar estava ótimo Sra Potter. – Ginny agradeceu – Eu gostaria de poder ajudar a cuidar das coisas aqui.

- Oh querida, não é necessário. – Lily disse, comovida com a boa vontade de Ginny.

- Eu insisto. É o mínimo que posso fazer. Eu poderia ajudar a senhora a cozinhar, era eu quem fazia a comida lá em casa.

- Sério? – Lily disse encantada – Claro que pode meu bem. Venha James, Harry, vamos para a sala conversar um pouco. – Ela levantou da mesa pegando Ginny pela mão e todos foram para a sala de estar, onde James aproveitou para ligar a lareira.

- Então – James começou – porque Sirius ouviu você aquela hora Harry?

- Digamos que o Sirius me deve uma.

- Como assim? – Lily perguntou curiosa.

- Olha gente, é assunto meu e do Sirius. Não vou falar disso. – Harry se desculpou levantando – Eu tenho que dormir, amanha preciso estar cedo na CO19. Boa noite. – Ele deu um beijo na mãe.

- Boa noite. – Os outros responderam.

Conversaram mais um pouco sobre os irmãos de Ginny e a vida dela na Irlanda. Os Potter estavam contando também, algumas dicas básicas para Ginny sobreviver em Londres.

- Bem Ginny, queremos te dar uma coisa. – James anunciou - Lily já considera você como filha, e não leve isso a mal, e como sua família aqui em Londres, precisamos te dar todo o suporte necessário. Não querendo me gabar, mas você teve sorte em vim para a nossa família. – Ele disse entregando uma pequena caixa para Ginny, que cabia na mão dela.

- Oh! – Ginny exclamou quando viu as quatro notas de £50 dentro da caixa – Isso é muito dinheiro. Muito mesmo.

- Não é. – James disse – Claro que dá para viver com £200*, mas nós não vamos estar o tempo todo com você, ou o Harry, para comprar as coisas para você.

- Obrigada Sr e Sra Potter, de verdade.

- Não é nada minha querida. – Lily disse carinhosamente – E qualquer problema que surgir, pode me ligar ou para o James.

- Ou para o Harry. – James disse piscando para Ginny.

- Bem. – Ela coçou a garganta envergonhada – Obrigada. Boa noite.

- Boa noite Ginny. – James despediu.

- Boa noite querida. Precisa que a acorde?

- Não, obrigada Sra Potter.

- Tudo bem. A levarei amanha se não se importar.

- Claro que não.

- Assim você pode aprender o caminho, não fica longe daqui.

- Certo. Obrigada de novo. – Ela disse já subindo as escadas. – Boa noite.

Ginny terminou de subir as escadas e virou a esquerda, o lado que ficava os luxuosos quartos.

- Se o meu quarto já é lindo, nem imagino os outros. – Disse pensando alto e abriu a porta do seu quarto. – Harry! – Disse assustada, ele estava parado com os braços cruzados na frente da porta. Ginny diria que estava especialmente esperando-a.

- Oi Ginny. – Foi o que ele disse antes de descruzar os braços e passar o braço direito em cima do ombro de Ginny, para empurrar a porta e se aproximar dela, vencendo a distancia – Porra mãe! – Foi que o ela ouviu antes de sentir os lábios de Harry se encostando aos seus e a mão dele, experiente, passar pela sua cintura enquanto a outra ia direto para a nuca.


N/A: Oi gente. Viram o que eu disse sobre atualizações podem atrasar?

Eu estava com o capítulo bem atrasado e quarta, o dia que eu iria postar, fiquei sem internet o dia todo por causa da chuva que está atacando a minha cidade. E para quem acredita que isso é bom, que aí posso escrever sem me distrair, está completamente enganado. Busco referencias para a fanfic na internet todo o tempo, então sem internet a fic não vai para frente.

Anyway... O capítulo mais uma vez está pequeno e eu acho que vão seguir esse tamanho daqui em diante.

Mais uma vez sem betar, ninguém se disponibilizou ainda =X, então desculpem – de novo – pelos erros prováveis.

Respondendo aos comentários: Roh Matheus - Obrigada por comentar de novo, sério. Muito obrigada também por achar que escrevo bem, comentários assim motivam a gente, e muito. O capítulo está postado, espero que tenha gostado.

- Own *_* Como eu disse para a Roh, obrigada, de verdade. Comentários assim me motivam muito e me faz querer dar mais do que o melhor de mim. Mandaram! hsuasuahsuah, espero que goste do desenrolar da história.

Obrigada de verdade quem leu e mais ainda, quem comentou. Espero vocês no próximo, - que não deve sair domingo, e sim segunda ou terça - beijos.