Capítulo IV
Especial Segunda Temporada
Parte I - As Garotas
- Desembarcaram agora pouco no aeroporto do Santos Dumont aqui no Rio de Janeiro, os cinco atores principais da série Os Garotos. Os cinco atores residem atualmente no Japão, aonde gravam a série. A visita ao Brasil é para a divulgação do segundo ano da temporada da série que acontecerá ainda neste mês de maio. Houve tumulto para conter as fãs, que fecharam o saguão principal do Aeroporto, como mostra a repórter Viviane Vastos, é com você Viviane.
- Sandra, os cinco rapazes que compõe os protagonistas principais da série Os Garotos, chegaram hoje no Santos Dumont por volta das dez horas da manhã. Os cinco jovens que formam o elenco de protagonista do seriado são: Ikki Amamya Carter, com 27 anos; o irmão mais novo dele, Shun Amamya Carter, com 22 anos; Seiya Mamory com 23 anos; Alexei Hyoga Shineder, com 27 anos e o chinês Shiryu Wang com 26 anos. Também veio acompanhando-os, o diretor da série, Soujiro Segawa Setta. Os cinco rapazes, na adolescência, fizeram parte do elenco da série de grande sucesso no mundo todo: Os Cavaleiros do Zodíaco, Saint Seiya no original, de Massami Kurumada, e produzida pelo Toei Animation. A série foi uma febre mundial, e alavancou centenas de fãs, verdadeiros adoradores, por onde passou ao longo desses anos. E os fãs fiéis, vieram receber os cinco jovens, que tiveram que sair do Aeroporto, escoltados pela Policia Militar. Do lado de fora e do lado de dentro do aeroporto, ainda há muita movimentação de fãs carregando faixas e fantasiados. Mas apesar do tumulto eles conseguiram sair do Aeroporto e seguiram para o Copacabana Palace, onde ficaram hospedados nesses dois dias de visita ao Brasil. E é onde está também, a maior concentração de fãs.
No vídeo, enquanto a repórter falava, era exibida a gravação da saída dos atores do Aeroporto e da chegada tumultuada no Hotel. Mostrou também o aglomerado de fãs, juntando-se em torno deles, gritando e tentando se aproximar. Enquanto com cuidado, os policiais que os escoltavam, tentavam abrir espaço para os mesmos entrarem no Hotel.
- E apesar do tumulto, Sandra. Os jovens foram muito simpáticos, acenaram o tempo todo, tiraram fotos com algumas fãs que furaram o bloqueio policial e deram autógrafos. O motivo da visita ao Brasil é bem simples: a autora que escreve a atual série do grupo, Os Garotos, é brasileira, se chama Dréia-chan. Sendo assim, a maior parte dos fãs do seriado, são brasileiros. E foi um pedido da própria autora que os meninos fizessem a divulgação do lançamento do segundo ano do seriado, aqui no Rio, aproveitando também a visita, para conhecer os fãs brasileiros.
- Viviane, só um minuto. Você conseguiu falar com algum deles?
- Não Sandra, infelizmente eles não falaram com a imprensa ainda. Pois, de acordo com assessora de imprensa dos meninos aqui no Brasil, Michelle Fragroso, eles têm uma coletiva marcada para amanhã às dez horas da manhã, onde irão responder toda a imprensa interessada. E em seguida, eles irão conhecer cinco fãs, ganhadoras de um sorteio, que irão passar o dia de amanhã com eles. A visita pelo que tudo informa, será bem rápida, eles devem conhecer os principais pontos do Rio, como o pão de Açúcar, o Cristo Redentor e a praia de Copacabana, aqui na frente, e devem retornar para o Japão no domingo de manhã. Sandra, é com você.
- Obrigado, Viviane. Mais informações nos nossos tele-jornais ou nas Notícias da Hora. Tenham uma boa tarde.
Assim que as letras começam a correr o televisor, Naluza, uma tradicional carioca, trocara de canal rapidamente, procurando mais notícias sobre a chegada dos seus ídolos. No entanto, ela se detém ao ouvir seu celular tocando.
- Onde que eu larguei você? – perguntou ela, procurando o aparelho pelo quarto, e o encontrando embaixo do travesseiro. Ela sorri, ao ver o nome que aparecia no visor. – eu sabia... – diz ela sorrindo, e atendendo. - Ziiiiiiiiiiiii! Ruiva! Você viu? Eles chegaram!
- Amiga, eu vi! – falou a voz, do outro lado do telefone. - E estou trêmula! Já estou no Aeroporto de Guarulhos, embarco daqui a meia hora. Mas estou estagnada na frente da televisão, acabei de ver o noticiário. Ahhhhhhhhhhhhhhhh, Naluza! Eu não acredito que iremos conhecê-los pessoalmente! Eu estou tão nervosa. – ao gritar, um grupo de pessoas que estavam saindo da praça da alimentação do Aeroporto, olham àquela jovem de cabelos vermelhos brilhante, com estranheza. Mas a paulistana estava entusiasmada demais, para perceber os olhares desconfiados a sua volta.
- Ai Zi, meu coração está quase saindo pela boca. Estou tão emocionado que sinto um gelo no estômago toda vez que penso que vou ficar frente a frente com o Shiryu. E você viu como eles estão lindos? Viu o cabelo do Shiryu?
- Ai, amiga! Vi tão pouco, tinha uns cabeçudos na minha frente. E o Ikki, você conseguiu ver como ele é?
- Ele apareceu tão pouco, estavam todos de óculos escuros! Foi muito rápido, mas parece que são lindos!
- Ainnn! Eu nem acredito, estou tão contente.
- Você está sozinha aí?
- Meu namorado foi no banheiro e pensa, ele está com àquela cara, meio que discutimos ontem na hora que eu estava aprontando as malas.
- Ai, Zi, ele está com ciúmes? Achei que ele tivesse entendido.
- Homens, amiga! Sabe como são? Depois te explico melhor, tenho que desligar, o painel anunciando meu vôo acabou de se iluminar. Você vai que horas para o Copacabana Palace?
- A equipe organizadora do concurso disse que passa agora a tarde pra me pegar. Por volta das quinze horas.
- É o mesmo horário que está previsto para o meu vôo chegar, então vamos nos ver logo!
- Vamos sim, logo todas "As Garotas!" estarão reunidas.
- Ai, amiga, que máximo! Não vejo a hora de ver vocês também! Beijos!
- Beijos, Zi. – Naluza desliga o aparelho, e suspira, olhando para a televisão, e aumentando o volume, ao perceber que começava outra reportagem sobre a chegada dos Garotos, em outro canal. - Shy... eu nem acredito. Parece um sonho.
XXX
Enquanto isso, em Uberlândia.
O irmão de Kami levou às mãos nos óculos, ajeitando-os no rosto, após terminar de ver o noticiário. Quando viu a irmã entrar na sala, arrastando sua mala cor de rosa, com dificuldade.
- Então é para isso que quer ir para São Paulo, Tampinha? – perguntou o menino, apontando pra televisão.
O menino leva um pisão no pé, o que fez lágrimas escorrerem dos seus olhos.
- Se me chamar de "Tampinha" de novo vai levar um soco no nariz. – reclamou ela. - E não é para São Paulo que eu vou, é para o Rio de Janeiro! Será que você é surdo, não ouviu a reportagem?
- São Paulo, Rio de Janeiro é tudo o maior tumulto, mesmo... – disse ele, limpando as lágrimas e segurando o pé dolorido. – Isso vai demorar sarar! Sua monstrenga!
- Porque você não volta logo para o Japão, tinha que vir nos visitar logo agora?
- E porque você não ganhou um concurso decente que possa nos render algum dinheiro como o Big Brother Brasil?
A irmã caçula olhou de cara feia, para o seu irmão mais velho no alto.
- Eu odeio, reality shows! E você sabe muito bem disso! Então se vai abrir a boca para fazer algum protesto, onii-san (1), argumente com algo interessante.
- Parem, vocês dois. – pediu a mãe de Kami, entrando na sala, e entregando as passagens nas mãos da filha. – Guarde-as em sua bolsa, querida, ou irá perdê-las.
- Isso, monstrenga, guarde bem ou senão você não verá àqueles cinco horrorosos!
- Invejoso.
- Inveja, eu? Eu moro no Japão, imoto (2) eu poderia vê-los a hora que quisesse, pena que eu não quero, não é verdade? – sorri ele, enquanto sorria para a fúria que nascia nos olhos de Kami.
- Damare.(3)
- Vem fazer eu calar. – instigou o irmão.
- Kami, temos que chegar ao Aeroporto em trinta minutos ou avião vai sair sem você! Meu filho, pare de implicar com sua irmã e a ajude colocando a mala no carro.
- Humf! Ainda eu tenho que ajudá-la. – reclama ele, pegando a mala que estava realmente muito pesada. – Hei, você quanto tempo vai durar essa visita, a vida toda?
- Mãe eu não posso perder o avião! Por todos os deuses de todos os animes! Vamos logo! – puxou ela a mão da mãe, ignorando o comentário do irmão.
E saíram desesperadas, após colocar todas as coisas no carro e se despedirem.
- Ja ne (4)! Tampinha! – disse o irmão, acenando para o carro. - Vou deixar a porta do seu quarto aberta para que o Reck, a Tati e os seis filhotes, façam a festa na sua cama. – gargalhou o menino.
- Faça isso e cave sua própria cova.
A mãe suspirou.
- Vocês não têm jeito!
XXX
De volta ao Rio de Janeiro.
- Anna, precisamos conversar sobre isso! – esbravejo a mãe da menina, que não lhe deu ouvidos. - Quer parar de digitar na droga desse Notebook e me ouvir?
A menina de olhos claros parou e fitou a mãe, que estava vestida com um jaleco de enfermeira.
- Você viu àquele tumulto?
- Mãe, a senhora já concordou. Não tem mais como voltar atrás.
- Anna! Onde eu estava com a cabeça em aceitar que você participasse de algo desse tipo? Você viu àquele alvoroço? Você poderá ser esmagada por àquela gente. – se desesperou a mãe de Anna, após ter visto a reportagem.
- Mãe, nós vamos ver eles dentro do Hotel, estaremos seguras lá dentro.
- Você só tem quinze anos, Anna! Eu não vou deixar você ir sozinha! E acabar sendo arrastada por àquela multidão.
- Mãe, a Neuza vai me acompanhar. E ainda tem as outras fãs.
- A Neuza? A Neuza está mais deslumbrada que você! Não sei que mania que vocês adolescentes tem, de se apegar a esses tipos de artistas.
- Mãe, a senhora disse que já foi fã do grupo Menudo no passado, e que fez até uma loucura para ir vê-los em São Paulo. Eu vou ali no Copacabana Palace, rodeada de toda segurança do mundo e ainda estarei com a Neuza!
A Neuza, que era vizinha de apartamento das duas, entra na casa. Já era de casa, e ela costumava entrar sem bater.
- Está pronta, Anna, meu anjo? O pessoal da televisão está aí na porta esperando pela gente. – anunciou a mulher morena, com um sorriso avantajado no rosto.
Anna sorriu ao ver a vizinha vestida no seu melhor traje de festa. Neuza não era uma mulher muito velha, era da idade da mãe, em torno dos seus 35 anos. Mas era bem morena, cabelos negros cacheados até os ombros, um pouco corpulenta, era casada, mas não tinha filhos, viera de Recife com o marido fazia cinco anos, e a vizinha acabara se tornando a melhor amiga da sua mãe e dela.
- Neuza, vestido tubo preto brilhante, para o dia? – observou Ana, com um sorriso de moleca no rosto.
- Você acha que ficou muito chamativo, foi?
A mãe de Anna, era viúva, enfermeira, e havia vindo do sul do país há alguns anos, para morar no Rio de Janeiro. A mulher era muito branca e não conseguiu esconder o nervosismo que àquele assunto lhe causava. Seu rosto ficou vermelho como um pimentão, só de ouvir o anúncio que a imprensa já estava no lugar.
- Neuza, tome conta da minha filha, ela é meu bem mais precioso.
- Vai ser só um dia mulher, larga de avecho. – falou a vizinha, com seu sotaque puxado. – E sua filha arretada do jeito que é, nem preciso ficar me atentando nela.
- E seu marido, Neuza? O que disse de você passar a noite fora de casa?
- Mulher, eu vou ficar no Copacabana Palace. Já viu coisa mais fina nesse mundo? Eu não perderia algo do tipo nem que desse divórcio. E eu não to indo lá pra admirar as formosuras daqueles homes estrangeiros não, oras! Vou lá pra curtir o luxo e o bem bom, pelo menos uma vez na vida.
A mãe de Anna riu da amiga.
- Ai, Neuza. – suspirou. – Queria ter a sua calma... Mas cuide da minha filha.
- Vou cuidar. E se algum daqueles marmanjos puser suas patinhas de gatos na pele da nossa menininha, eu rasgo eles na faca!
Mais uma vez as duas riram.
- Me liguem, está bem?
- Ligamos, mulher, pode deixar. Pegou sua bolsa Anna?
- Esta aqui. – disse ela, batendo na mochila nas suas costas.
- Amor, tem tudo que precisa aí? Pegou escova de dente? O carregador do celular?
- Mãe, tudo! – ela beija o rosto da mãe. – Me deseje sorte.
- Boa sorte, anjo. – sorriu a mãe, deixando-se se vencer por fim, vendo a filha sair pela porta do pequeno apartamento. - Se cuidem...
XXX
Ainda no Rio de Janeiro.
- Lay! Leve a gente! – disse uma das amigas de colégio de Layza.
- Ai meninas! Bem que adoraria, mas foi sorteio. Eu não posso.
- Cara, eu ainda não acredito que você vai se encontrar como àqueles gatos! Minha nossa! Isso é muito louco, saca?
- Lay! – chamou a mãe dela, batendo na porta do quarto.
- Oi, mami?
- O pessoal da televisão está aí na porta, posso entrar? – perguntou a mãe, já abrindo a porta e entrando. – Amor, suas coisas estão prontas?
- Estão sim, mami, olha ali.
A mãe se assusta ao ver a mala.
- Mala, Lay? Você não vai passar só uma noite no Copacabana Palace? Pra quê a mala?
- Mãe, eu preciso me produzir.
- É tia, ela precisa se produzir, já pensou se ela descola um lance legal com um daqueles gatos?
A mãe olha feio para a menina em cima da cama.
- Opa! Acho que senti um gelo! Meu tempo aqui venceu. Lay amor, boa sorte, me liga de minuto em minuto, quero monitoramento dos seus passos, falou?
- Certo.
- Eu também já vou indo. – disse outra das meninas.
- Eu também. – anuncia a outra.
- Mas vocês não vão me acompanhar, pelo menos até lá na frente?
- Meu! Aparecer na televisão com essa fuça? Sem maquiagem?
- Nem pensar, Lay! Eu também não me produzi!
- É verdade, não rola! Lay, vai lá, e agarra o mais gato por nós!
- Ham! Ham! – limpou a garganta, a mãe de Layza. - Vamos, meninas! Para fora, todas!
Layza se levanta da cama e pega a mala de rodinha, mas antes de sair a mãe a para.
- Querida, vai ficar tudo bem, não é?
- Mãezinha, a senhora viu a assessora falando àquele dia. Estaremos monitoradas todo o tempo, não há risco algum. E olha, tem duas amigas que estão vindo de fora para conhecê-los, tudo na maior segurança.
- Mas e àquele tumulto na televisão?
- Mãe, sua filha terá um momento super-estar, entende?
A mãe abraça a filha e a beija nos cabelos.
- Mesmo assim, tome muito cuidado. E me ligue, vou ficar olhando tudo pela televisão.
- Está bem, mãezinha. Beijinho. – Layza beija a mãe no rosto, em seguida abraça as amigas. E sai para o encontro com a equipe de televisão que já estava com a Anna e a Naluza no furgão.
- Anninha, amor!
- Oi, Lay, finalmente estamos nos encontrando. - as duas se abraçam. – Você é mesmo linda!
- Você que é perfeita.
- Essa é a Neusa, minha guarda costa, digo, minha vizinha.
- Oi Neuza.
- Oi menina, tudo bem?
- Tudo sim. – Layza entra no furgão e vê Naluza- . Oi, Nalu! Que bom te ver de novo. – diz Layza, beijando-a no rosto.
- É bom te ver também, Lay. E aí, nervosa?
- Nossa! O frio na barriga está aumentando tanto.
- O meu também. – disse Anna, apertando a barriga. - Até parece que tem um turbilhão aqui dentro.
- Tudo bem, meninas? Confortáveis? – perguntou Michelle, a assistente de imprensa dos meninos no Brasil.
- Sim! - responderam em coro.
- Agora vamos para o Santos Dumont, recepcionar a Zibel e a Kami, certo?
- Certo. - respondem elas.
A mulher fechou o furgão e se posicionou no banco da frente ao lado do motorista.
- Para o Santos Dumont, Roberto.
No caminho, Michelle tentava adiantar para as três como seria a coletiva do dia seguinte. Mas as três meninas só sabiam perguntar dos rapazes. Após alguns minutos, chegaram ao Aeroporto. Zibel e Kami, que já haviam se conhecido, e aguardavam conversando, pelas amigas, no saguão. E ao se encontrarem foi a maior festa. As três vieram correndo de encontro uma das outras, e a bagunça acabou chamando atenção dos repórteres que ainda estavam pelo aeroporto.
Michelle, com ajuda do motorista, conseguiu despistar os jornalistas e escoltaram as meninas para o furgão novamente. E no caminho para o Hotel, elas foram se conhecendo e também, falando dos rapazes. Algum tempo depois a vã já fazia o contorno pela praia de Copacabana, a iluminação da praia a noite, deixavam a orla lindamente brilhante. Estavam finalmente se aproximando do famoso Copacabana Palace.
- Vejam, que lindo! – se espantou, Neuza.
- Bem, meninas. Estamos chegando. – anunciou Michelle, virando-se para as garotas que estavam na parte de trás do furgão. – Agora fechem as cortinhas e as mantenham fechadas. Vai ter vários repórteres ali, só tentem manter a calma ao descerem, certo? Vai ficar tudo bem!
- Minha nossa, estou respirando o mesmo ar que o Shiryu. Eu nem consigo acreditar. – falou Naluza, entusiasmada.
- Nossa amiga, calma. – sorriu Zibel, segurando a mão dela.
- Que medo... – disse Kami, baixinho.
A vã parou, e elas conseguiam ouvir o tumulto do lado de fora.
- Chegou à hora, meninas! – disse Michelle, sorridente.
- Vamos lá! – concordou, Naluza.
Michelle desce do furgão primeiro, junto com o motorista, e abre a porta de correr do furgão. Assim que elas colocaram o pé do lado de fora do veículo, os repórteres que estavam aguardando, se juntaram ao redor delas.
- São as meninas escolhidas para conhecê-los!
- Hei, nos dê uma palavrinha!
- Como vocês foram escolhidas?!
- Senhores, por favor, abram caminho. – pediu Michelle, levando-as para dentro.
As meninas andaram rápido, conforme a instrução da assessora.
- Estou me sentindo como se tivesse entrando na casa do BBB. – comentou Layza.
- Vejam, quantas fãs! – apontou Anna.
- E quantos policiais, para evitarem que elas invadam o Hotel. – observou Zibel.
Com muito custo elas conseguem passar pela barreira da imprensa e adentrar o saguão luxuoso do Hotel mais famoso do Brasil.
- Sejam, bem vindas! – desejam os empregados.
Michelle suspira.
- Primeira parte da missão cumprida! – sorri ela. – Suas malas serão levadas para seus quartos. E amanhã cedo é a coletiva. Preparada para conhecê-los, meninas?!
- SIM! – gritam as cinco em coro.
- Ótimo! Então vão descansar e se prepararem! Amanhã, é o grande dia!
- Sim!
Continua...
XXX
Owwwwwwwwwwwwwww God!
Primeira parte do Especial Os Bastidores fãs postada. Espero que tenham gostado meninas. Sei que algumas coisas podem não condizer com a realidade de vocês. Como por exemplo, a personalidade do irmão da Kami, ou as amigas da Layza. Eu tive que inventar algumas coisas, porque vocês falaram pouco da família e amigos. E até mesmo para preservá-los, o que entendo perfeitamente bem. Então espero que pelo menos dê pra enganar.
Os nomes citados de repórteres, ou outros nomes quaisquer que serão mostrados ao longo desse especial são todos fictícios, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência, certo?
Estou terminando de revisar a segunda parte. Posto ainda hoje! Desculpem por fazê-las esperar tanto!
Beijos!
XXX
Vocabulário
1 Onii-san: irmão mais velho;
2 Imoto: irmã mais nova;
3 Damare: Cale a boca;
4 Ja ne: tchau, até logo, até mais, etc;
