OLÁ PESSOAL COMO PROMETIDO AQUI ESTA O CAPITULO ADIANTADO, EU LI CADA COMENTARIO QUE ME ENVIARAM, E AGRADEÇO POR TODOS ELES E QUANTO AS CRITICAS CONSTRUTIVAS EU PROMETO QUE VOU TOMAR MAIS ATENÇÃO.
O PRAZER DE AMAR É UMA ADAPTAÇÃO DA OBRA DE LUCY MONROE COM OS PERSONAGENS DE STEPHANIE MEYER. EU NÃO SOU A AUTORA, APENAS ADORO ESSE LIVRO.
CAPITULO OITO
Mostrar? Como?
Ele se esticou, pegando o seu pulso.
— Venha para mim.
O comando rouco doeu, enquanto o aperto no pulso lhe cau sou um desejo incontrolável por mais de seu toque. Olhou para ele como um animalzinho assustado por um predador pronto para atacar. Queria dizer o que ela entendera?
— Para quê?
— Venha aqui e descobrirá.
Como tão poucas palavras causavam um curto-circuito em sua mente e faziam o seu sangue ferver? Ela o amava e deseja va, ansiando pelo seu toque.
— Sente-se.
Cativada pela sensualidade que emanava dele, ajoelhou ao seu lado, vendo que ele usava o short. Em deferência aos senti mentos dela?
— Solte os cabelos, tesoro.
Sem saber o motivo, se sentia compelida a obedecer à voz sensual de seu marido. Desfez a trança, penteando com os de dos as longas mechas castanhas, que caíram como uma cortina pelas suas costas e ombros.
Ele passou os dedos pelos cabelos espalhados pelo ombro e sobre os seios.
— Tão suaves...
Ela tremeu quando os dedos tocaram o mamilo. Ele sorriu, repetindo o gesto. Mas, desta vez, quando chegou ao seio, pa rou e o pegou em sua mão, roçando o mamilo, que endureceu.
— Tire a camisola.
Sem respiração, sentiu-se incapaz. Bella nunca tinha fica do nua diante de um homem, exceto Edward. Balançou a cabeça.
— Quer que eu pare de tocá-la?
— Não.
— Então, tire a camisola.
A sensual ameaça na voz dele a irritou, mas ele simplesmen te, abaixou a mão. Esperando.
— Você está sendo mandão de novo.
Ele deu de ombros. Nenhuma palavra ou movimento. Dei xava por conta dela. Podia tirar a camisola ou... O quê? Virar e dormir? A sua mente ordenava que fizesse isso, mas o seu cor po ansiava pelo prazer que Edward podia dar.
Realmente importava se ele considerava isso um dever, quando o fazia tão bem? Quando a tocava, ela se sentia amada, mesmo sabendo que não era. Mas, pensaria nisso depois. Pelo menos, teria mais satisfação do que o interminável oceano de solidão que conhecia há tanto tempo.
Começou a tirar a camisola pela cabeça. Mãos quentes e firmes pegaram seus seios, enquanto o tecido ainda cobria seu rosto. Literalmente, ficou no escuro, com a incrível sensação.
Edward apertou seus mamilos com os polegares, fazendo círcu los, até ela ficar louca de desejo, gemendo.
Ele deu uma risada profunda e com uma das mãos acabou de tirar a camisola. Ela podia vê-lo e senti-lo. Os olhos dele esta vam ardentes de desejo, o peito arfando enquanto a prendia em seus braços. Pela primeira vez, ela sentiu o corpo contra o dele, sem a barreira das roupas.
— É bom, não?
Ela beijou entre o pescoço e o ombro.
— É.
O braço em volta da cintura apertou tanto que ela deu um gritinho, e ele afrouxou um pouco o aperto. Feliz com a reação dele, ela repetiu o beijo, desta vez, lambendo delicadamente a pele do pescoço. Ele prendeu o seio dela, pegando o mamilo, provocando mil sensações.
Depois, a outra mão passou por suas costas, os dedos brin cando com a suavidade no ponto mais excitante entre suas per nas. Ela gemeu com o toque, buscando pela lembrança do pra zer, com cega paixão. Ele a virou e se inclinou sobre ela, o corpo de lado, apoiado em um cotovelo.
— Quero fazer amor com você.
— Sim.
Mal tinha falado e os lábios dele estavam nos dela. Enquan to a beijava com fervor, a mão livre dele passava pelo seu cor po, numa carícia erótica.
— Você é tão sensível, minha pequena.
Ela nunca tinha se sentido assim, mais desamparada que uma criança, mas não tinha certeza se tamanha entrega seria algo bom.
— Não posso fazer nada.
— Eu não quero que faça.
— Ah...
Ela mordeu o lábio, pensando porque tinha parado de beijá-la e a mão estava parada em sua cintura.
Então, ele fez algo que ela estranhou. Arrumou cuidadosa mente os seus cabelos sobre o travesseiro.
— Por que você fez isto?
— Tenho sonhado em vê-la assim. Seria verdade?
— Você sonhou comigo?
Sem responder, ele pegou um punhado dos cabelos, e o usando como um pincel, começou a passá-lo pelo corpo dela, com atenção especial aos seus seios e mamilos. Estava tão atento ao que fazia que ela sentiu falta da atenção dele. Ele parecia não ter notado que o seu corpo era um pouco curvilíneo demais para os padrões atuais. Se o olhar dele era uma indica ção, não parecia se preocupar com ela ser dez centímetros me nor do que Tânia, e tanto o sutiã quanto o vestido, um tama nho maior.
Ela queria tocá-lo, mas ele interrompeu.
— Não.
— Por quê?
— Isto é para você, tesoro.
— Quero que seja para você também.
Ele a ignorou, e a submeteu inteiramente com seus beijos. Falando em italiano, disse o quanto ela era sexy, quão lindo achava o seu corpo e suas partes mais íntimas. Algumas das palavras eram tão francas que a embaraçaram, mas achou todas excitantes.
Por que ele não a tocava onde queria que tocasse?
Percebeu que tinha pensado alto quando ele riu.
— Na hora certa, tesoro. Fazer amor com uma virgem não deve ser depressa, não?
— Esta virgem não se importaria.
Ele riu e continuou com as carícias torturantes. Gritou de alívio quando ele pôs a boca sobre um mamilo, chupando até ela chorar de desejo. Ele se moveu para o outro seio. Quando terminou, ela estava tremendo, sem ar.
A mão dele se moveu para os pêlos macios entre as pernas dela, a atormentando com toques leves.
— Você é minha.
— Sou.
Ele duvidava?
O dedo se aprofundou entre suas pernas, encontrando a evi dência de sua excitação. Ela abriu as pernas, sem se importar em demonstrar que precisava dele. Ele a acariciou como da outra vez, circulando seu ponto mais sensível e depois, roçan do com movimentos alternados, até que ela chegou ao clímax, com um grito de êxtase.
A mão dele parou, mas não se afastou. Ficou inerte, imagi nando se ele faria como em Nova York. O beijo que ele deu era suave e possessivo. A mão se moveu e ela sentiu carne dentro de seu corpo, pela primeira vez, quando ele forçou a abertura com aponta do dedo. A sensação era incrível.
— E bom... — balbuciou ela.
— Ficará melhor ainda — prometeu, afundando o dedo ain da mais.
Incrivelmente, o corpo dela respondeu com ardor renovado e ela sentiu brotar uma outra explosão em suas partes mais internas. Ele penetrou mais e, de repente, ela sentiu dor. Ten tou se afastar, mas ele não deixou.
— Confie em mim.
Seus olhares se encontraram e ela parou de tentar se afastar. Concordou, as lágrimas vindo com o desconforto.
O polegar dele provocou o ponto suave, enquanto ele pene trava mais dentro dela, até que o queimar se tornou insuportá vel. Os lábios dele se fecharam sobre o seio esquerdo dela, enquanto ele empurrava mais e apertava em seu corpo de uma maneira tão íntima, que ela não acreditava ser possível.
Então, a dor se transformou num incrível prazer, enquanto ele a amava, com os movimentos de um homem que sabia exa tamente o que fazer.
O prazer cresceu, até que todo o seu corpo estava tremendo. Gentilmente, ele mordeu seu mamilo e tudo dentro dela estre meceu, na mais incrível onda de êxtase que poderia imaginar. Fogos de artifício eram pouco para descrever. Uma galáxia supernova distante demais para expressar a intimidade. Amor era a única palavra que podia descrever a reação de seu corpo ao sexo com seu marido. Ela tremia cada vez que ele movia a mão, recebendo choques a cada vez, até cair em um torpor.
Ela o sentiu sair da cama, para a cadeira de rodas. Não con seguia abrir os olhos para ver o que ele fazia.
O tempo passou. Não podia dizer quanto, mas, afinal, ele voltou para a cama. Sentiu uma toalha morna entre as pernas. Virou-se, consciente das ações dele. Mas, gentilmente ele a tocou.
— Deixe-me fazer isto, tesoro... É o honroso direito do ma rido.
Ainda exercitando o seu honroso direito ele continuou. Ela relaxou, confortada, e um pouco envergonhada.
Depois, ele a puxou para o seu lado, o sólido e musculoso braço em volta dela, com o calor de uma coberta.
— Isto é o que faço com você. Não é um dever. Lembrando de suas palavras de elogio, dos seus beijos cheios de paixão, ela acreditou nele. Os dois tinham se exaspe rado e dito coisas que não queriam, mas ele gostava de tocá-la. Estava claro. Ela sorriu, sonolenta e satisfeita. Apertando-se contra ele, murmurou palavras de amor em sua pele, antes de se aninhar em seu corpo. Já adormecendo, o ouviu dizer:
— Agora não pode haver anulação.
Queria perguntar o que queria dizer, mas estava cansada demais.
Bella acordou desorientada. Por que a sua cama estava tão quente? Não conseguia mexer a cabeça. O pânico só diminuiu quando percebeu que seus cabelos estavam sob algo, que impe dia seus movimentos. Também tinha um peso em sua cintura. Um braço. Um braço cuja mão estava pousada possessivamen te sobre um de seus seios. Edward.
Ó, céus! Seus olhos se abriram para a luz do sol italiano e percebeu o homem ao seu lado. Nenhum deles usava qualquer peça de roupa. O lençol cobria a parte de baixo do corpo dele, mas as partes superiores dos dois corpos estavam iluminadas pela brilhante luz da manhã. A mão escura dele sobre a pele branca de seu seio fez seu corpo tremer. O que ela tinha feito?
Tinha deixado Edward fazer amor com ela. Uma dor muito íntima, entre suas pernas, o provava.
Pensar em como ele a tocara fez um calor de timidez passar pela sua pele e o olhou, adormecido.
O rosto estava relaxado, parecendo mais jovem e não tão intimidante. Mas, ainda assim, com um jeito arrogante na boca. Os cabelos ruivos estavam desarrumados e a barba por fazer sombreava o seu rosto. Vê-lo assim era muito especial, tanto quanto o que tinham compartilhado.
Contente por ele não acordar, passou os dedos por seu peito. O pêlo era macio, mas grosso, diferente do seu cabelo, que era muito mais fino e não tão espalhado. Tentou passar o dedo na pele dele e tocar os músculos fortes. Ele era tão bonito. Sorriu.
Sabia que ele acharia ofensivo ser chamado de bonito. Mas para ela, ele tinha toda a beleza masculina possível. Forte, viril, duro e grande. Era muito maior do que ela. Estar deitada ao seu lado a fazia se sentir protegida. Como ele se mexeu, ela parou.
Ficaria aborrecido por acordar com seu toque? Gostaria de saber mais sobre os homens. Edward era o único pelo qual tinha se interessado e era tão incompreensível como um enigma chinês.
Mas, ele tinha compartilhado um pouco de si na noite passa da, admitindo que quisera que ela sentisse ciúmes. Também dissera que tocá-la não era um dever. Era um bom começo.
E tinha sido enfático, mostrando que desejava que o casa mento deles continuasse.
Edward tinha "consumado" o casamen to, de propósito. E ela não podia ficar com raiva.
Abrindo os olhos, viu o olhar fixo dela e murmurou, com voz rouca.
— Buona mattina.
— Bom dia.
— É mesmo?
— É.
Ele precisava da garantia dela. Sentindo-se envergonhada com a intimidade dele, tentou se mover.
— Precisamos levantar. Você tem uma sessão em menos de uma hora.
Ele podia querer continuar casado, mas não a amava.
— O que está errado, querida? Está com dor? Ela considerou aquilo extrema falta de tato.
— Um pouco.
— Lamento tê-la machucado.
— Sem problema. Ouvi dizer que geralmente é um pouco doloroso na primeira vez.
— Talvez menos do que se fosse uma primeira vez normal, não? Você é muito apertada, pequenina.
— Edward! Não precisamos discutir as particularidades. Ele sorriu.
— Não precisa ser tímida comigo, tesoro. Sou seu marido.
— Edward, a sua idéia do que deve ou não me envergonhar não está nem perto da minha.
— Você é muito inocente.
— Não sou mais.
— Não, tesoro. Não é mais. Agora você é minha.
— Para o melhor e o pior.
A voz dela pareceu amarga. O que havia?
— Não está feliz casada comigo? Não acredito, depois da noite passada.
— Enfrente, Edward. Esse casamento não é o que pensávamos para o nosso futuro.
Depois de falar, ela percebeu como era verdade. Edward pre tendia se casar com a bela supermodelo e ela queria casar por amor.
Ele tocou o rosto dela com um gesto estranhamente carinho so.
— É verdade, mas a vida raramente é como esperamos, não?
— Acho que você está certo — ela pousou a mão no peito dele, sobre o coração, sentindo as batidas. — Eu sempre quis me casar por amor.
O braço dele apertou em volta dela, uma expressão indefini da endurecendo seus traços.
— Você me ama.
Quando ela abriu a boca, sem nada dizer, ele continuou:
— Não negue o presente do seu coração para mim — pôs o dedo nos lábios dela. —Eu o guardarei como um tesouro, para sempre.
— Você não me ama.
— Eu me preocupo com você, tesoro. Serei fiel — passou novamente os dedos na testa e rosto dela. — Teremos uma boa vida.
Ela não respondeu. Não podia. Saber algo e ouvir eram duas coisas diferentes. Sabia que Edward não a amava, mas, secreta mente, tinha alimentado a esperança de que a insistência dele no casamento significava alguma coisa. Ouvi-lo dizer apenas que se importava com ela e que teriam uma boa vida era um golpe mortal.
Edward não era seu inimigo, mas naquele momento a feriu mais do que anos das pequenas crueldades de sua madrasta. Mas talvez, aqueles longos anos solitários tivessem sido piores, sem Edward. Respirou fundo, tentando conter as suas devastadoras emoções.
— Ainda precisamos levantar.
— Por favor — pediu Edward. Ela não agüentaria nem mais um minuto daquela conversa.
— Não posso deixá-la sair com este aspecto. Precisa acredi tar em mim, que o nosso casamento será todo como deve ser um casamento.
— Você amou Tânia?
— Com Tânia era sexo. Uma vez até pensei que era algo maior, mas, agora, vejo que se resumia a uma atividade.
Ela não gostou de pensar nele lembrando de sexo com Tânia. Sexo completo, algo que eles ainda não tinham tido.
— E comigo?
— É infinitamente mais.
— Mas não amor.
Ele pensou, escolhendo as palavras.
— Nós temos uma história.
— Você e Tânia também.
— Tânia é passado. Você é o presente.
— A esposa que você não ama, mas não quer que vá embora.
— Você quer ir?
Ele a puxou para o seu peito, o toque a excitando quando tentava ocultar suas emoções. Seus lábios estavam próximos, quando ele disse:
— Eu sei que não.
— Você está certo.
Deixá-lo iria fazer com que vivesse no limbo. Mas, viver sem o amor dele seria tão doloroso quanto mexer em uma feri da aberta.
— Também não quero que vá embora.
Vendo os olhos que exigiam que acreditasse, ela sentiu uma pontada de esperança. Ele não queria que partisse. Devia signi ficar algo. Talvez não a amasse, mas tinham uma vida juntos. Com certeza poderia descobrir que ela era a melhor mulher do mundo. Afinal, Edward era esperto. Ele desistiu de falar e a bei jou.
O beijo se tornou carnal em segundos e logo as mãos posses sivas dele estavam passando por suas costas e nádegas.
Ela se abandonou ao fazer amor sem protestar, desejando a intimidade física.
Chegaram tarde para a terapia, mas Diego apenas riu, aceitan do que eram recém-casados. Falou que podia entender como uma mulher como ela podia atrasar Edward pelas manhãs. Ela pensou se Diego entenderia tão facilmente que o marido ainda não lhe permitira tocá-lo. Ficaria perplexo como ela?
Edward tinha feito aquilo novamente. Ele a tinha seduzido e afastado todas as suas tentativas de explorar o corpo dele, como ele fazia com ela. Não entendia se Edward via o ato como uma violação de sua intimidade, pensando se devia perguntar a Diego se havia uma razão psicológica para. a retração dele.
Edward empurrou com força os remos do aparelho e depois os trouxe de volta numa puxada que a frustração tornava mais forte. Inferno, ele queria andar! Queria fazer amor com sua esposa. Com todo o seu corpo.
Na noite passada, tinha pensado que seria possível. O seu sexo tinha ficado semi-ereto ao tocá-la, mas não tinha durado e ele odiou o sentimento de fracasso sexual que o assolara.
Naquela manhã, ela queria discutir as emoções dele. Ele não sabia o que sentia. Precisava dela em sua vida de uma maneira que não tinha precisado de Tânia. A incapacidade dele de fa zer sexo ocultava aquela verdade. Pensou se sua inocente espo sa percebia aquilo. Ela se aborrecera quando não dissera que a amava. Mas não percebia que o que eles tinham era mais per manente e duradouro do que qualquer ideal romântico?
Estava comprometido com ela. Como ela também. Com o tempo, viriam os filhos. Começava a pensar que podia fazê-los da maneira normal, mas naquela manhã, uma semi-ereção tem porária tinha afastado aqueles pensamentos.
Ele queria Bella grávida de seu filho. Pensava que consu mar o casamento deles a ajudaria a assumir o papel de esposa, mas ainda a sentia indecisa. Quando estivesse grávida, não pensaria mais em deixá-lo.
