N/A: Olá, queridos leitores!

Eu espero que possam me perdoar pelos oito dias de atraso, mas semana passada foi minha primeira semana de férias e eu viajei com a minha família, aí não pude postar.

Muito obrigada pelo carinho demonstrado pelas reviews, vocês definitivamente alegram meu dia!

O oneshot a seguir contém cenas NC-17, então quem se incomodar com esse tipo de cenas, por favor, aguarde o da próxima semana. Espero que gostem!

Um ano após os acontecimentos finais da Segunda Guerra Bruxa, já no final do verão, Harry, que estava morando n'A Toca por insistência da Sra. Wealey, planejou um encontro especial para Ginny. Faltavam apenas sete dias para que a ruiva retornasse à Hogwarts com o objetivo completar sua educação, e, em conseqüência da ida da namorada à escola, faltava o mesmo tempo para o moreno morar definitivamente na casa que herdara do padrinho. Ele sentiria muita falta dela e de sua família, que o haviam acolhido tão bem.

Ginny e Harry saíram cedo d'A Toca naquela manhã, e rumaram para o sul da Inglaterra, para uma praia praticamente deserta. O barulho das ondas quebrando na costa podia ser ouvido em todos os cantos do chalé que Harry alugara, e era tão embriagante que Ginny quase se sentia flutuar.

O sol já estava se pondo, as nuvens alaranjadas no horizonte azul eram um belo quadro a ser apreciado, e Ginny observou a vista da varanda do quarto em que estava, no andar de cima do chalé. Ela havia acabado de sair do banho e estava penteando os cabelos, já usando o vestido que separara para a ocasião. Ela e Harry haviam passado um dia maravilhoso na praia quase deserta, e a sua pele rosada pelo sol era a clara evidência.

Ela dividiu o cabelo de lado e deixou que secasse naturalmente, os cachos se formando aos poucos. Olhou-se no espelho e sorriu para a imagem rosada de vestido branco que olhava para ela, antes de sair do quarto e descer para a pequena, embora aconchegante, sala de estar.

-Morangos e champagne? – perguntou alto, surpresa, ao encontrar um balde de gelo com uma garrafa de champagne e duas taças, além de uma linda tigela de vidro cheia de morangos.

Harry, que estava na cozinha, respondeu:

-É uma ocasião especial, requer esse tipo de coisa.

Ela sorriu e se sentou, esperando pelo namorado. Harry logo chegou à sala, e ela prontamente se levantou para beijá-lo.

-Você está linda. – ele disse, segurando uma de suas mãos e girando-a, fazendo-a rir e seu vestido rodar.

-Obrigada. – ela agradeceu, ainda rindo, passando os braços pelo pescoço dele- Você também não está nada mal.

Eles riram, Ginny sabia o quanto Harry detestava comentários sobre sua aparência, sempre ficava muito tímido com esse tipo de coisa.

-Eu te amo- ele declarou, as mãos na cintura dela.

-Eu também amo você, Harry.

Ela ficou na ponta dos pés e alcançou os lábios dele, mordendo o lábio inferior e o puxando para baixo, fazendo ele se inclinar sobre ela, podendo colocar os pés no chão novamente. Harry puxou o corpo dela contra o seu e beijou-a com intensidade, e Ginny só o interrompeu quando ficou quase impossível manter as pernas firmes, de tão embriagada com a mistura dos sentimentos que a arrebataram com intensidade.

Sentaram-se e Harry se ocupou em colocar champagne nas taças, Ginny agradeceu mentalmente, já que teve alguns minutos para controlar a respiração e o rosto voltar ao tom ligeiramente rosado de sol, ao invés de completamente corado.

Ela aceitou a taça que ele lhe ofereceu e sorriu para ele enquanto levantava a taça.

-A que vamos brindar? – perguntou, cruzando as pernas.

Harry olhou nos olhos chocolate dela e sorriu.

-A nós, ao nosso dia perfeito e aos que virão!

-E que durante esses meses que ficaremos sem nos ver nosso amor só cresça. – ela completou, batendo de leve sua taça na dele.

Os goles se transformaram em taças, e eles conversaram e riram bastante, Ginny, com a ajuda do álcool, estava se sentindo muito mais relaxada com a decisão que havia tomado internamente já havia alguns dias.

-Realmente, você joga melhor do que Emily Hastings. Quando você for a capitã do Harpi-

-Ah, pára! – ela disse, rindo e o interrompendo- Isso é só um pequeno sonho bobo. Até parece que eu seria contratada por um time tão grande quanto o Harpias.

-Você não recebeu uma carta deles? - ele perguntou, já sabendo a resposta.

-Sim, mas só dizia que eles estavam cientes do meu desempenho no quadribol, e que ficariam de olho em mim, só isso.

-E isso é o mesmo que dizer "continue assim porque queremos te contratar"!

-Não, não é! – ela respondeu, mais alto, rindo, colocando a taça na mesinha de centro e depois encostando-se no sofá e passando a mão pelos cabelos ruivos, já secos- Você realmente me tira do sério, senhor Potter.

-Bom, - ele começou, também colocando sua taça na mesa e chegando mais perto dela- eu gosto de ter esse poder, senhorita Weasley.

Ela sorriu para ele, que a virara para si e começara a subir lentamente suas mãos pelo pescoço dela, causando-lhe arrepios. Ao vê-lo se aproximar, Ginny fechou os olhos e entreabriu os lábios, pedindo que ele lhe beijasse. Harry, no entanto, a fez inclinar o pescoço, onde prontamente começou a distribuir beijos, sentindo-a arrepiar mais e soltar um baixo gemido de aprovação.

Ginny subiu as mãos, passando-as entre os cabelos sempre desarrumados dele, enquanto ele juntava mordidas leves aos beijos que distribuía pelo seu pescoço. Ela podia sentir seu coração batendo aceleradamente, mas só pode dar atenção à série de arrepios que ele desencadeou ao alcançar o lóbulo de sua orelha, e gemer mais uma vez antes que ele alcançasse sua boca.

Beijou-a com intensidade, a língua ávida por se encontrar com a dela, e Ginny correspondeu da mesma forma, embora deixando com que ele se inclinasse sobre ela, enquanto ele acariciava de forma também intensa a sua cintura. Deitada, Ginny acomodou Harry entre as suas pernas, o vestido levantado até o começo das coxas. Harry, percebendo a situação, terminou o beijo devagar, mordendo o lábio inferior dela e dando uma série de demorados selinhos em seguida.

-Eu te amo... – disse baixo, tirando os cabelos dela da face rosada- E por isso mesmo que está ficando difícil de me controlar...

Ele sorriu de lado para ela, aquele sorriso maroto e galanteador que herdara do pai.

-Harry, eu... Eu não quero que se controle. – ela revelou devagar, embora envergonhada, sem desviar os olhos dos dele.

Harry olhou para ela com todo o amor e carinho que podia demonstrar, sentindo-se muito feliz. Ginny o amava e o queria, e ele não desejava mais nada no mundo além de tê-la junto de si para sempre. Mas ele também sabia que esse era um grande passo que ela estava prestes a tomar, e não desejava que ela se arrependesse.

-Você tem certeza? – perguntou, acariciando a bochecha dela.

Ginny fechou os olhos e permitiu-se sentir aquela carícia por um momento, sentindo-se segura como nunca antes. Harry passava a ela uma firmeza e uma segurança que ela faziam-na estar absolutamente certa do que estava prestes a fazer. Ela desejava ser dele e de mais ninguém, e tinha certeza que aquele era o momento.

-Sim. – ela respondeu segura, abrindo os olhos.

Harry então sorriu e beijou-a novamente, surpreendendo-a ao passar as mãos para as coxas dela e levantá-la no colo, fazendo com que se agarrasse no pescoço e entrelaçasse as pernas pela cintura dele.

Interrompendo o beijo apenas para subir as escadas, Harry a levou para o quarto, onde entraram sem desgrudarem os lábios, enquanto Ginny desabotoava a camisa que ele usava. Harry a colocou na cama e interrompeu o beijo para retirar a camisa e a calça e jogá-las ao chão. Os óculos foram postos na mesa de cabeceira.

Juntou-se a ela então, virando-a, ajoelhada, de costas, beijando sua nuca enquanto desfazia o nó das alças do vestido e baixava o zíper. Ele abaixou lentamente o vestido até onde podia, a dobra de seus joelhos, enquanto continuava a beijá-la e mordê-la entre os ombros e o pescoço. Subiu as mãos lentamente pela cintura nua dela, alcançando os seios generosos e macios, massageando-os com carinho, escutando-a gemer repetidamente de satisfação, encostando seu corpo ainda mais no dele.

Ginny sentia todas as células do seu corpo serem inundadas repetidamente e seguidamente por ondas de frio e calor intensas, e o maior rastro de fogo estava onde Harry a beijava e acariciava. Virou-se, então, alcançando os lábios dele e puxando-o sobre si, e Harry retirou o resto do vestido dela e jogou-o também para longe da cama. Admirou-a, nua a não ser pela calcinha, e sorriu.

-Você é maravilhosa.

Desceu então o rosto para a barriga dela, distribuindo uma trilha de beijos do umbigo até os seios, que acariciou e sugou, arrancando gemidos constantes dela, que dizia o nome dele entre os gemidos, o que soava como música aos ouvidos de Harry. Ele continuou subindo até o rosto dela, parando a alguns centímetros da sua boca e a admirando; o rosto corado, a respiração ofegante e um sorriso no rosto.

-Eu te amo... – ela declarou muito baixo, as palavras saindo no ritmo da respiração.

Ela levantou o rosto e alcançou os lábios dele, descendo as mãos pelo seu abdômen, chegando até sua cueca e descendo-a. Harry a ajudou a descê-la com uma das mãos, enquanto puxava a calcinha de algodão dela para baixo.

Quando já estavam completamente nus, ele desceu uma das mãos até a feminilidade dela, tocando-a e acariciando-a. Com o toque ousado e o súbito prazer que a invadiu, Ginny afastou os lábios dos dele, gemendo cada vez mais alto, incentivando-o a continuar. Harry o fez, cada vez mais rápido, até que Ginny se contraiu e arqueou as costas, relaxando em seguida, diversas cargas elétricas passando rapidamente pelo seu corpo ao alcançar o ápice do prazer.

Ela sorriu satisfeita para ele, enquanto Harry abria mais suas pernas. Ela o incentivou a continuar com o sorriso, e ele a penetrou devagar. Harry a viu prender a respiração enquanto a dor de sua primeira vez a invadia.

Ginny sentiu os olhos marejarem e os fechou, a dor não era terrível, mas fazia com que fosse difícil respirar. Harry chegou o rosto mais perto da orelha dela, e começou a murmurar palavras doces que a acalmaram enquanto ele começava a se movimentar devagar. Alguns minutos se passaram e a dor foi transformada em uma mera lembrança, e Ginny entrelaçou as pernas nas costas dele, pedindo instintivamente que ele fosse mais rápido.

Os gemidos ficaram cada vez mais constantes e mais altos, os beijos sendo interrompidos por eles a cada segundo. Harry e Ginny moviam-se no mesmo ritmo, ela apertando-o contra si com as penas, arranhando as costas dele enquanto o prazer aumentava em um ritmo cada vez maior, até que ambos alcançaram o ápice juntos.

Os movimentos se desaceleraram, e Harry saiu de dentro dela, deitando-se ao seu lado e puxando-a para si, ambos trêmulos e ofegantes, mantendo-a abraçada a ele. Quando as respirações se normalizaram, Ginny passou as mãos pelo rosto dele, sorrindo e beijando-lhe diversas vezes.

-Eu te amo tanto! – ela disse entre os beijos.

Harry acariciava a cintura dela, e agradecia mentalmente por tê-la em sua vida, tê-la para si, aquela ruiva de personalidade forte, grande coração e um corpo maravilhoso; ela era muito mais do que ele merecia.

-Eu a amo hoje e amarei para sempre... – ele disse, subindo as mãos e acariciando os cabelos dela- Não acredito que demorei seis anos para perceber que você é a mulher da minha vida.

-Nem eu sei como demorou tanto para você, quer dizer, eu soube disso assim que te vi. – ela disse, rindo- Mas, você sabe o que dizem, os meninos são mais lentos...

-Ah, você vai me pagar por essa... – ele disse, sério.

-Verdade? – perguntou, em tom de desafio, com uma das sobrancelhas levantadas.

-Sim.

Ele sentou-se, sério, e começou a fazer cócegas na barriga dela, ao que Ginny imediatamente começou a rir alto e tentar escapar.

-Não, não, não! Pare! – ela pediu, rindo.

-Desculpe, não consigo entender o que você está dizendo! – ele disse alto, também rindo

-PARE! – ela disse mais alto, rindo e se levantando.

Ginny conseguiu surpreendê-lo com o grito e o movimento brusco, fazendo-o rolar na cama e acabando por cima dele.

-Te peguei. – disse com um ar de vitória.

-Hum... E o que você vai fazer comigo? – perguntou, acariciando a cintura e as costas dela.

-Você verá. – respondeu marota, inclinando-se para beijá-lo, movendo-se lenta e provocativamente contra seu corpo.

N/A: Espero que tenham gostado (: Por favor, me avisem caso tenham! Estou amando receber suas REVIEWS! (: